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Instituto de Arte Contemporânea (IAC) apresenta “Ivan Serpa Documental (1923–2023)”

São Paulo, por Kleber Patricio

Ivan Serpa – “Formas”, 1051. ost – 97 x 130cm – Coleção MAC USP.

O Instituto de Arte Contemporânea – IAC celebra o centenário do nascimento de um dos mais importantes artistas nacionais, que morreu precocemente há 50 anos (1973). “Ivan Serpa Documental (1923–2023)”, com curadoria de Hélio Márcio Dias Ferreira, reúne parte do arquivo do artista com registos representativos de sua carreira. “Foram escolhidos alguns momentos da trajetória do artista, que era multifacetado em seu fazer, principalmente entre os anos 1960 e 1970”, destaca o curador.

O premiado mestre carioca foi o fundador do Grupo Frente, movimento concretista brasileiro correspondente contemporâneo do renomado Grupo Ruptura, de São Paulo. “Cada núcleo guardou suas particularidades e ambos colocaram o Brasil na linha de importantes criadores abstratos do cenário mundial”, ressalta Dias Ferreira.

Ivan Serpa – “Composicao nº 1 – 1957 – nanquim e tipografia de máquina de escrever sobre papel. Imagem: Gustavo Rebello.

Além de documentos sob a tutela do IAC, os trabalhos selecionados para a exposição são provenientes dos acervos do Museu de Arte Contemporânea da USP, da Gustavo Rebello Arte, da coleção do próprio curador e grande parte da família Serpa. A esposa do artista, Lygia Cardoso Ferreira Serpa, já falecida, guardou por décadas fotos, artigos de jornais, registros, cartazes, catálogos, livros e objetos pessoais do marido, entre outras lembranças. Atualmente, parte da família reside na casa que foi de Ivan Serpa e onde ficava seu ateliê, numa tranquila rua do bairro do Méier, na Zona Norte do Rio de Janeiro. No local ainda são mantidas obras do pintor e resquícios substanciais do seu antigo estúdio de criação.

Estão na mostra, entre os vários documentos, registros de quando Ivan Serpa esteve na Europa, entre 1958 e 1959, onde compartilhou a companhia do escultor Franz Weissmann e o escritor e diplomata brasileiro João Cabral de Melo Neto. “Voltou múltiplo e dono de várias linguagens, que passaram desde o mais agudo expressionismo ao mais forte vigor do mundo figurativo, por vezes carregado de explícito erotismo”, completa o curador.

Muitos foram os críticos que escreveram sobre a obra de Ivan Serpa, entre os quais, Ferreira Gullar, Jayme Maurício, Mario Pedrosa, Aracy Amaral, Roberto Pontual e Frederico Morais.

Sobre Ivan Ferreira Serpa | Nascido em 1923 e falecido em 1973 no Rio de Janeiro. O artista carioca foi aluno do gravador Axl Leskoschek. Iniciou sua carreira como professor de francês, mas logo se tornou mestre de crianças e adultos e foi o criador da Escolinha de Artes do MAM/RJ. Como cabeça do movimento concretista do Rio de Janeiro, Grupo Frente, foi premiado como jovem artista na Bienal de São Paulo em 1951. Durante muito tempo foi restaurador de obras raras da Biblioteca Nacional; seguiu brilhante carreira no modernismo brasileiro e recebeu prêmio de viagem a Europa, no Salão Nacional do Rio de Janeiro. Ficou por lá entre 1958 e 1959. Retornou múltiplo e criador de fases abstratas, figurativas, expressionistas e de linguagens variadas. Retornou a geometria no final da década de 1960, mas faleceu precocemente, em 1973. Deixou viúva e três filhos e uma obra numerosa de pinturas, desenhos, gravuras e objetos, bem como uma legião de ex-alunos, como Hélio Oiticica, Lygia Clark, Aluísio Carvão e Waltercio Caldas, entre outros.

Sobre Hélio Márcio Dias Ferreira | Nascido em 1964, reside no Rio de Janeiro. Doutor em Educação (UFF/ Université Sorbonne – Paris, 3), Mestre em História da Arte (UFRJ). Autor dos livros “Uma História da Arte ao alcance de todos” (Batel, 2017) e “Ivan Serpa: o expressionista concreto” (EDUFF, 1996); coautor do livro “Ivan Serpa” (Banco Pactual, 2003); organizador do livro “Ivan Serpa”, da coleção Fala do Artista (Funarte, 2004). Idealizador e co-curador da Exposição “Ivan Serpa, a expressão do concreto”, CCBB Rio / BH / SP, 2020/21. Artista visual formado pela Escola de Belas Artes – UFRJ, foi premiado em primeiro lugar pela IBM do Brasil no Salão Novos Talentos (UFF – 1994); já realizou exposições individuais em espaços como a Villa Riso e de coletivas como o Parque Lage. Desde 1997, é Professor Associado de Desenho, Escola de Teatro – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UniRio; foi palestrante constante de História da Arte durante mais de 10 anos na Casa do Saber do Rio e São Paulo. Periodicamente, realiza viagens para o exterior e no Brasil com grupos de alunos em visita a museus. Principal palestra ministrada: “Ivan Serpa: o expressionista concreto”- Münchner Volkshochschule Gasteig, Munique, 1998.

Ivan Serpa.

Sobre o Instituto de Arte Contemporânea | O Instituto de Arte Contemporânea – IAC é um centro de documentação e pesquisa. Foi fundado em 1997 por Raquel Arnaud visando preservar e disponibilizar para pesquisa uma ampla coleção de documentos relacionados à trajetória e à obra de artistas visuais e arquitetos brasileiros.  Atualmente, a coleção do IAC conta com mais de 80 mil itens, incluindo os acervos dos artistas Amilcar de Castro, Antonio Dias, Carmela Gross, Hermelindo Fiaminghi, Iole de Freitas, Ivan Serpa, Lothar Charoux, Luiz Sacilotto, Rubem Ludolf, Sérvulo Esmeraldo, Sergio Camargo, Willys de Castro, do arquiteto Jorge Wilheim e da Petit Galerie. O IAC também investe em diversas formas de produção de conhecimento realizando exposições, publicações, visitas mediadas, seminários, cursos, aulas abertas e oficinas para públicos diversos, além de oferecer bolsas para pesquisa. Até o momento, foram produzidas 40 exposições e 30 publicações, entre livros e catálogos.  Com sede própria desde 2020, a instituição conta com dois Prêmios A.P.C.A. – Associação Paulista de Críticos de Arte na categoria Artes Visuais, por Melhor Atividade Cultural, em 2006 e 2020.

Exposição Ivan Serpa Documental (1923–2023)

Abertura: 31 agosto, às 11h

Visitação: Até 16 dezembro de 2023

Terça a sexta: 11h – 17h / sábado: 11h – 16h

Entrada gratuita

Instituto de Arte Contemporânea – IAC

Av. Dr. Arnaldo, 120/126, São Paulo (SP)| www.iacbrasil.org.br.

(Fonte: Pool de Comunicação)

Sinfônica da Unicamp realiza concerto especial em homenagem à compositora Dinorá de Carvalho

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Ton Torres/Unicamp.

O encerramento do Festival Dinorá de Carvalho está marcado para o dia 31 de agosto, quinta-feira, homenageando a renomada compositora brasileira do século XX. O destaque da noite será o concerto especial apresentado pela Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU), juntamente com convidados especiais.

O repertório incluirá algumas de suas peças mais emblemáticas, como a “Fantasia para piano e orquestra”,”Noite de São Paulo”, “Manhã Radiosa” e as “Sete Canções”, que representam a diversidade e riqueza de sua produção musical. O concerto é uma oportunidade para o público conhecer o legado que Dinorá deixou na música brasileira.

O concerto contará com a participação especial de Sylvia Maltese no piano, além das sopranos Marilia Carvalho, Katherine Vitória e Rafaela Duria, da mezzosoprano Karine Franklin, e dos barítonos Leandro Cavini e Daniel Luiz.

Sob regência da maestrina da OSU, Cinthia Alireti, a apresentação ocorre às 20h no Teatro Municipal Castro Mendes, em Campinas, e contará com ingressos populares: 5 reais para a inteira e 2,50 a meia entrada. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo link www.bit.ly/dinora-osu.

Serviço:

Festival Dinorá de Carvalho – encerramento com a Orquestra Sinfônica da Unicamp

Local: Teatro Municipal Castro Mendes – Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas, SP

Data e horário: 31 de agosto de 2023, às 20h

Ingressos: R$5 para a inteira e R$2,50 a meia entrada

Link para os ingressos: www.bit.ly/dinora-osu.

(Fonte: Ciddic/Unicamp)

10ª edição da Caminhada Pelos Bons Tratos aos Animais acontece no domingo (3/9)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Eliandro Figueira.

A Prefeitura de Indaiatuba, por intermédio da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, e o Compda (Conselho Municipal de Proteção e Defesa Animal) darão apoio à 10ª Caminhada Pelos Bons Tratos aos Animais. O evento, promovido por protetores de animais, acontecerá na manhã de domingo (3/9), com saída da Praça Prudente de Moraes, no Centro da cidade. A concentração começa às 7h30, e a saída está prevista para 9h em direção ao Parque Pet, localizado no Parque Ecológico. O objetivo é chamar a atenção da sociedade sobre a causa animal e ajudar as Ongs e protetores independentes participantes.

As pessoas que doarem R$30,00 para as ações de proteção animal ganharão uma camiseta do evento. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (19) 99720-5155.

O roteiro da caminhada começa na Praça Prudente de Moraes, de onde os participantes seguirão pela Rua Bernardino de Campos em direção ao Parque Ecológico. Quando acessar a Marginal Esquerda do Parque, o grupo passará pela Praça do Chafariz e depois pelo campo de Rugby, seguindo para a Marginal Direita, até o Parque Pet, que será o ponto final do evento.

A Caminhada Pelos Bons Tratos aos Animais é um evento tradicional em Indaiatuba e a expectativa dos organizadores é a cada ano reunir mais participantes em torno da causa e, dessa forma, ajudar as ONGs e protetores independentes a darem continuidade ao trabalho que desenvolvem na cidade.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Diana Krall retorna ao Brasil em novembro com shows em São Paulo e no Rio de Janeiro

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Mary McCartney.

Diana Krall retorna ao Brasil para apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro, como parte integrante do renomado projeto Open Jazz, concebido pela Dançar Marketing. Com sua voz cativante e habilidades virtuosas ao piano, Diana Krall se apresenta 15 de novembro no Vivo Rio e no dia 18 de novembro em São Paulo, no Tokio Marine Hall.

Diana Krall é a única cantora de jazz a ter oito álbuns de estreia no topo da parada de álbuns de jazz da Billboard. Até o momento, seus álbuns ganharam dois Grammy Awards, dez Juno Awards e nove álbuns de ouro, três de platina e sete multiplatina, consolidando seu lugar como uma das maiores referências do jazz contemporâneo.

Canadense nascida em Nanaimo, na Columbia Britânica, Diana Krall descobriu sua paixão pela música desde muito jovem. Aos quatro anos de idade começou a estudar piano e aos 15 anos já se apresentava localmente com o jazz. Seu lançamento mais recente, “This Dream of you”, foi aclamado pela crítica dos fãs e da imprensa. A arte única de Diana Krall transcende qualquer estilo musical único que a tornou uma das artistas mais reconhecidas de nosso tempo. Como o New York Times observou recentemente, ela possui “uma voz ao mesmo tempo fria e sensual, combinada com uma sofisticação rítmica”.

Os shows de Diana Krall prometem momentos inesquecíveis para os amantes da música e do jazz. Seu reportório diversificado combina perfeitamente com a atmosfera cultura e vibrante de São Paulo e Rio de Janeiro. As apresentações serão produzidas pela Dançar Marketing como parte do projeto Open Jazz. Os ingressos para os shows estarão disponíveis a partir do dia 30 de agosto, quarta-feira, e podem ser adquiridos nos sites oficiais Sympla (Rio de Janeiro) e Eventim (São Paulo).

O Open Jazz é uma plataforma que já atraiu mais de 450 mil espectadores e possui uma trajetória de sucesso com a participação de vários artistas consagrados como Buddy Guy, Chaka Khan, Herbie Hancock, Dianne Reeves, Brandford Marsalis, Macy Gray, banda Mantiqueira e Traditional Jazz Band, entre outros.

Conecte-se com Diana Krall: Instagram | Facebook | Site.

Serviço:

Diana Krall no Rio de Janeiro

Local: Vivo Rio – Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Data: 15 de novembro de 2023 – quarta-feira

Horário: 21h

Abertura da casa: 19h

Classificação: 16 anos.

Diana Krall em São Paulo

Local: Tokio Marine Hall – Rua Bragança Paulista 1281 – Várzea de Baixo

Data: 18 de novembro de 2023 – sábado

Horário: 22h

Abertura da casa: 20h

Classificação: 16 anos.

(Fonte: FleishmanHillard)

Maestro José Soares e pianista Jean-Louis Steuerman sobem ao palco da Sala São Paulo com a Osesp

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Tuca Vieira.

Dando continuidade à Temporada 2023 – Sem Fronteiras, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp recebe na Sala São Paulo nesta semana dois convidados brasileiros, entre quinta (31/ago) e sábado (2/set): o maestro José Soares, fazendo sua estreia com a Orquestra, e o pianista Jean-Louis Steuerman. O programa terá duas obras de Johann Sebastian Bach (“Passacaglia e Fuga em Dó Menor” e “O Mensch, bewein’ dein’ Sünde gross”); as “Bachianas Brasileiras nº 3”, de Heitor Villa-Lobos; e a emocionante “Pinheiros de Roma”, de Ottorino Respighi. Vale lembrar que a performance de 1/set às 20h30 será transmitida ao vivo no canal oficial da Osesp no YouTube.

Pouco depois de atingir a maioridade, é bem provável que Johann Sebastian Bach (1685–1750) já tivesse assimilado com destreza a prática improvisatória dos grandes organistas que o antecederam, imprimindo traços pessoais à linguagem de um instrumento por si só tão variado em coloridos e sonoridades. Numa obra como a “Passacaglia e Fuga em Dó Menor”, de maneira lógica, os mínimos fragmentos musicais servem de material para suas ornamentações por todos os registros do órgão. Enquanto isso, o tema se mantém imperioso, gerando cada uma das 20 variações sobre um mesmo baixo melódico repetido em ostinato. Nas mãos de Ottorino Respighi (1879–1936), um dos grandes orquestradores do século XX, a obra pôde se espraiar também pelo tecido sinfônico, ora com maior fluidez, ora com uma insistência rítmica quase marcial.

O pianista Jean-Louis Steuerman. Foto: divulgação.

Os anos que marcaram o retorno de Heitor Villa-Lobos (1887–1959) ao Brasil, após temporada em Paris durante a década de 1920, foram permeados por um movimento geral de enaltecimento da figura de Bach, abrindo espaço para uma admiração pelo mestre de Leipzig cultivada desde jovem no seio familiar. Composta entre 1930 e 1945, a série de Bachianas Brasileiras ilustra a proximidade entre os chorões cariocas do começo do século e a estética setecentista, de contrapontos e improvisos. Com orquestra equiparável à do arranjo de Respighi, ouvido anteriormente, essas terceiras Bachianas destacam um piano concertante, que transita entre os diferentes virtuosismos dos séculos XVIII e XIX.

Um maior lirismo vocal de Bach reassume o enredo do programa com a versão para cordas do prelúdio “O Mensch, bewein’ dein’ Sünde gross”, proposta pelo também alemão Max Reger (1873–1916). Intérprete das obras de seu conterrâneo – “começo e fim de toda música, sobre quem repousa e de quem se origina todo progresso real” (Die Musik, 1905) –, o deslumbre de Reger por Bach vem, assim, não só da análise ou da composição. “Ó, Humanidade, Lamenta Teu Grande Pecado” é um hino luterano extensivamente elaborado no Pequeno Livro de Órgão, que serviu de fonte para esta transcrição com harmonias refinadas e inusuais, habilidosas ornamentações e passagens virtuosísticas no desenvolvimento de cada um de seus versos.

Em “Pinheiros de Roma”, agora tendo Respighi de fato como compositor, o conjunto orquestral se nutre de cantigas infantis que as típicas árvores romanas teriam ouvido, quando de um passado não tão distante. Um dia de novembro, no ano de 1920, o maestro pediu que sua esposa, Elsa, cantasse algumas das melodias entoadas enquanto brincava e dançava pelos jardins que frequentou em sua juventude. Transcritas e enriquecidas, serviram de matéria-prima para o primeiro movimento deste poema sem palavras. Parte de uma trilogia de cenas sobre a “cidade eterna”, que inclui suas fontes e festas, a obra caminha em um único plano-sequência desde a Villa Borghese até a Via Appia, entre jogos e marchas.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp | Fundada em 1954, desde 2005 é administrada pela Fundação Osesp. Thierry Fischer tornou-se Diretor Musical e Regente Titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop, que agora é Regente de Honra. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Em 2016, a Orquestra esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê na China. Em 2018, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas por Isaac Karabtchevsky, recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira. Em outubro de 2022, a Osesp estreou no Carnegie Hall, em Nova York, realizando dois programas – o primeiro, como convidada da série oficial de assinaturas da casa e, o segundo, com o elogiado projeto Floresta Villa-Lobos.

O maestro José Soares. Foto: divulgação.

José Soares | José Soares é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, tendo sido seu Regente Assistente nas duas temporadas anteriores. Como integrante, entre 2016-17, do Festival de Inverno de Campos do Jordão, recebeu o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da Temporada 2018. Integrou o programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio (2021). Ao fim de 2021, recebeu o prêmio da crítica na categoria “Jovem Talento” da Revista Concerto. Em 2022, regeu as Orquestras Sinfônicas NHK de Tóquio e MÁV Symphonie Orchester em Budapeste. Em 2023, faz sua estreia como convidado da Osesp, da New Japan Philharmonic, da Sinfônica de Hiroshima e da Filarmônica de Nagoya, no Japão.

Jean-Louis Steuerman | Jean-Louis Steuerman ganhou grande reconhecimento como artista internacional após conquistar o 2º segundo lugar no Concurso Johann Sebastian Bach, em Leipzig, Alemanha, em 1972. Foi solista nas mais importantes orquestras do mundo sob a regência de maestros consagrados. Steuerman se apresentou com a Sinfônica de Londres, sob regência de Claudio Abbado; e com a Royal Philharmonic, sob a batuta de Lord Menuhin e Vladimir Ashkenazy. Participou de importantes turnês na Europa, América do Norte e Japão, apresentando-se nas principais séries de concerto. Como camerista, tem tocado com os mais renomados músicos internacionais. Suas gravações para a Philips incluem obras de Alexander Scriabin, Felix Mendelssohn Bartholdy e as Seis Partitas de Johann Sebastian Bach, pelas quais recebeu o prêmio Diapason d’Or (França).

PROGRAMA

TEMPORADA OSESP: JOSÉ SOARES E JEAN-LOUIS STEUERMAN

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

JOSÉ SOARES regente

JEAN-LOUIS STEUERMAN piano

Johann Sebastian BACH | Passacaglia e Fuga em Dó Menor, BWV 582 [Orquestração de Ottorino Respighi]

Heitor VILLA-LOBOS | Bachianas Brasileiras nº 3

Johann Sebastian BACH | O Mensch, bewein’ dein’ Sünde gross, BWV 622 [Orquestração de Max Reger]

Ottorino RESPIGHI | Pinheiros de Roma.

Serviço:

31 de agosto, quinta, às 20h30

1º de setembro, sexta, às 20h30 – Concerto Digital

2 de setembro, sábado, às 16h30

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos

Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$39,60 e R$258,00 (preços inteiros*)

Bilheteria (INTI): neste link

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para portadores de necessidades especiais; 33 para idosos.

* Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

(Fonte: Secretaria de Estado da Cultura, Economia e Indústria Criativas)