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Secretaria de Justiça e Cidadania entrega restauração de prédio histórico em Espírito Santo do Pinhal

Espírito Santo do Pinhal, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/SJC-SP.

A Secretaria da Justiça e Cidadania entregou as obras de restauro do Museu e Biblioteca Municipal Dr. Abelardo Vergueiro César, em Santo Antônio do Pinhal. A cerimônia marcou a conclusão das obras, iniciadas em 2020, que contaram com investimento de R$870 mil. Deste total, a maior parte, cerca de R$800 mil, vieram de recursos do Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID) vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo. O restante foi investido pelo Município como contrapartida.

Inaugurado em 1943, o museu tem importante acervo da memória do período da em que a sociedade era impulsionada pela cultura do café. A reforma recuperou o edifício de forma integral – desde a colocação de pisos até o forro, impermeabilização, tratamento das e do forro, até o tratamento de madeiras revestimento das paredes e fachada. O trabalho foi realizado para preservar a construção original, mas também agregou acessibilidade, garantindo a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida.

O FID tem como objetivo gerir os recursos destinados à reparação dos danos ao meio ambiente, aos bens de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, ao consumidor, ao contribuinte, às pessoas com deficiência, ao idoso, à saúde pública, à habitação e urbanismo e à cidadania, bem como a qualquer outro interesse difuso ou coletivo no território do Estado.
(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

Com cinco Patrimônios da Unesco, Panamá espera receber 20% a mais de turistas em relação ao ano passado

Panamá, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Promtur Panamá.

No Panamá, a preservação do patrimônio cultural e natural é de primordial importância para o país, que coloca a investigação científica, a conservação e a exploração na vanguarda da sua identidade. Com cinco Patrimônios Mundiais da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), incluindo o Casco Antiguo, que comemora este ano o 20º aniversário de sua nomeação, o Panamá é o destino ideal para viajantes que buscam mergulhar mais fundo e vivenciar momentos de transformação.

O Fundo de Promoção Turística do Panamá (Promtur), entidade líder no marketing de destinos, revelou os resultados das ações realizadas durante o primeiro semestre de 2023, marcando uma tendência positiva na recuperação do turismo como indústria fundamental para o país. Nesse sentido, Fernando Fondevila, CEO da Promtur Panamá, destacou que esperam atingir a meta de gerar um benefício econômico de US$1,8 bilhões de dólares. A administradora da Autoridade de Turismo do Panamá (ATP), Denise Guillén, indicou que até o final deste ano pretendem receber 2,3 milhões de turistas – um aumento em relação ao ano passado, 2022, quando foram recebidos 1,9 milhões. Os visitantes têm utilizado suas viagens principalmente para lazer, destacando a atração que o Panamá exerce como destino turístico. “Mantivemos um firme compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, criando um futuro em que o turismo não só enriquece as nossas vidas, mas também cuida e respeita o nosso património natural e cultural”, afirma Denise.

Ao visitar o Panamá Viejo hoje, é possível deparar-se com vários edifícios icônicos; entre eles, destaca-se a torre da catedral, o edifício mais alto do local. Esta foi também a primeira estrutura construída pelos espanhóis ao estabelecer a cidade, juntamente com a Plaza Mayor, que foi o centro da atividade social, econômica, religiosa, política e cultural da cidade durante o período colonial e onde é possível aprender sobre as estruturas do sítio arqueológico e em todas as suas fases: pré-hispânica, colonial e moderna.

Confira abaixo um verdadeiro guia de viagem com patrimônios da Unesco no Panamá, incluindo detalhes adicionais e as principais recomendações para garantir o itinerário mais impactante.

CULTURAL

Patrimônio Arqueológico do Panamá Viejo e Distrito Histórico do Panamá (foto acima)

Comemorando o 20º aniversário de sua inscrição como patrimônio da Unesco, o bairro remonta a 1673 e apresenta praças vibrantes e ruas pitorescas de tijolos cercadas por edifícios coloridos.

Caminhe pela Avenida A, a rua que vai da Plaza Herrera à Plaza de Francia, para desfrutar de boutiques e lojas de artesanato.

Visite a praça principal, Plaza Mayor, e faça uma parada na Catedral Metropolitana da Cidade do Panamá para descobrir a história religiosa.

Desfrute de vistas do horizonte da cidade e da baía no Paseo Esteban Huertas.

Visite o Museu do Canal do Panamá para saber mais sobre o famoso canal e o Museu Mola para apreciar a história do artesanato panamenho.

O Distrito Histórico também está no centro do cenário gastronômico da Cidade do Panamá, que foi apelidada de Cidade Criativa da Unesco em Gastronomia desde 2017. Desfrute de excelentes restaurantes e outras iguarias panamenhas, como degustação de Café Geisha, degustação de rum e o processo artesanal de fabricação de chocolate a partir de grãos de cacau locais.

Fortificações no lado caribenho do Panamá: Portobelo-San Lorenzo 

Localizadas ao longo da costa da província de Colón, estão quatro fortalezas, incluindo Portobelo e San Lorenzo, que foram desenvolvidas pelo Império Espanhol em grande parte entre os séculos XVII e XVIII para proteger as rotas comerciais. Restam fortes suficientes para permitir que os visitantes imaginem visualmente como teria sido a vida naquela época.

Experimente vistas deslumbrantes das águas azul-turquesa do Caribe ao entrar no Canal do Panamá.

Transporte-se de volta aos séculos 17 e 18 e imagine a cena: piratas de coração negro, militares leais e o toque metálico do confronto de espadas.

Experimente a arte e as danças tradicionais do Congo, uma cultura declarada Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco.

NATURAL 

Parque Nacional Coiba e sua Zona Especial de Proteção Marinha

O Parque Nacional Coiba é um dos 50 Patrimônios Mundiais Marinhos da Unesco e protege 38 ilhas menores e as áreas marinhas circundantes no Golfo de Chiriqui. A floresta tropical úmida do Pacífico de Coiba mantém níveis excepcionalmente elevados de animais, aves e plantas endémicas devido à evolução contínua de novas espécies.

Mergulhe no Recife Bahia Damas, o maior recife da costa oeste do continente americano; ou para os entusiastas do surf, pegue ondas incríveis na costa.

Experimente a vida entre os gigantes do oceano fazendo um passeio para avistar baleias e golfinhos.

Caminhe pela floresta tropical intocada da ilha e observe mais de 147 espécies de aves, incluindo o Coiba Spinetail, encontrado apenas na ilha, bem como macacos, crocodilos e iguanas.

Parque Nacional de Darién

A maior área protegida do Panamá, abrangendo 574 hectares ao longo do sudeste, o Parque Nacional Darien é uma Reserva da Biosfera e o foco de muitos esforços de conservação no Panamá. Lar de uma variedade de habitats que promovem uma rica biodiversidade contendo vida selvagem notável, incluindo florestas tropicais, cadeias de montanhas, pântanos, costas e muito mais.

Visite Santa Cruz de Cana. Outrora uma cidade mineira onde os espanhóis descobriram ouro em 1665, é hoje uma das áreas ao ar livre mais puras do Panamá, sendo um dos principais locais do país para observação de aves, os viajantes verão coloridas araras, saíras, manaquins, águias e beija-flores.

Do outro lado do Cerro Pirre fica a Estação Pirre – um destino para caminhadas dentro da grande selva. Traga seu próprio equipamento de acampamento para desfrutar de estar no centro da natureza exuberante e da abundância de vida selvagem, como pica-paus, macacos, micos e preguiças.

Reservas Talamanca Range-La Amistad/Parque Nacional La Amistad 

Com a maior parte da terra coberta por florestas tropicais abrangendo a paisagem montanhosa acidentada, o Parque Nacional La Amistad é o lar de uma incrível variedade de espécies, incluindo mais de 10 mil plantas com flores, 215 espécies de mamíferos, 600 espécies de aves, 250 espécies de répteis e anfíbios e 115 espécies de peixes de água doce foram documentadas.

Caminhe pelas inúmeras trilhas com um guia de caminhada para ver grandes felinos, como pumas, onças, margays e jaguatiricas, bem como preguiças, macacos e a anta, ameaçada de extinção, além de 600 outras espécies de aves.

Desfrute de vistas panorâmicas do vulcão Baru, o ponto mais alto do Panamá.

(Fonte: Sherlock Communications)

Guarda Civil resgata ave de rapina ferida no Vale das Laranjeiras

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Centro de Operações e Inteligência foi informado sobre a ave e encaminhou a equipe do GAM para o local. Foto: Eduardo Turati.

Na tarde de sábado (16), a Guarda Civil de Indaiatuba, município da Região Metropolitana de Campinas (SP), agiu prontamente ao receber ligações relatando uma ave de grande porte, aparentemente machucada, andando pela Alameda Santarém, no loteamento Vale das Laranjeiras.

Após receber ligações relatando o fato, o COI (Centro de Operações e Inteligência) da Guarda Civil enviou a equipe do GAM (Grupamento Ambiental) para verificar as solicitações. Os agentes encontraram um Carcará, espécie de ave de rapina da Ordem dos Falconiformes, com uma das asas machucadas.

Ao constatar o estado debilitado da ave, os guardas civis rapidamente se equiparam e conseguiram realizar a captura do animal. Posteriormente, ele foi encaminhado ao CRA (Centro de Reabilitação Animal) da Prefeitura, onde recebeu atendimento veterinário especializado.

Após os cuidados necessários, o Carcará será transferido para a Fundação Mata Ciliar, onde permanecerá até sua completa recuperação, possibilitando que, em breve, retorne ao seu habitat natural. Esta ação da Guarda Civil reforça o compromisso com a preservação da fauna e a proteção dos animais da região.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Instituto Ingo Hoffmann promove cultura para crianças e jovens que necessitam de tratamento contra o câncer

Campinas, por Kleber Patricio

Crianças e pais podem participar das atividades nas oficinas oferecidas pelo Instituto Ingo Hoffmann. Fotos: Neto Silva.

Ao longo do período de tratamento do câncer infantil, é necessário o apoio em diversas áreas, tanto para as crianças que são os pacientes quanto para os pais e responsáveis, que acompanham o dia a dia bem de perto. Por isso, além de oferecer um local adequado e ações esportivas para auxiliar as questões do corpo, a mente também deve ter um olhar especial.

Neste setembro amarelo, o Instituto Ingo Hoffmann mostra, por meio do projeto Famílias do Instituto em Ação Cultura, o quão importante é ter um apoio cultural no dia a dia, para auxiliar em questões de saúde mental, que funciona como ferramenta de educação e desenvolvimento do lado criativo das crianças que fazem parte do projeto.

Estabelecer conexões a partir da cultura faz com que todos os participantes das oficinas de leitura, artes, música, cinema e arte digital e contação de histórias, entre outras manifestações culturais, possam desenvolver relações ainda mais profundas e empáticas com uma família unida e preparada para enfrentar cada passo do tratamento. E, claro, tudo isso assistido por profissionais gabaritados que dão o apoio necessário no complemento às ações promovidas diariamente.

“O Instituto Ingo Hoffmann se preocupa com cada detalhe e todas as ações voltadas à cultura têm por objetivo ensinar e inspirar novas ferramentas para proporcionar maior conforto, acolhimento e fomentar ações que mexem com o lado lúdico para que todos ali tenham a oportunidade de viver momentos de ‘descompressão’ da rotina que é diária. É essencial que se tenha tempo para tudo, inclusive para brincar, aprender e cuidar do corpo e mente”, comenta o gestor e atleta olímpico por três edições dos jogos Juraci Moreira.

O Instituto Ingo Hoffmann é uma entidade beneficente e sem fins lucrativos, fundada em 2005, que tem como missão inicial proporcionar maior oportunidade de cura para crianças em tratamento de câncer por meio de uma parceria com o Centro Infantil Boldrini no projeto denominado Casa de Apoio à Criança e à Família.

Trata-se de um modelo de moradia temporária. No total, são 30 chalés divididos em 10 vilas e construídos em um terreno com mais de 6.000 m² localizado ao lado do edifício da Radioterapia do hospital. Além das acomodações, o local possui brinquedoteca, biblioteca, academia interna e externa, refeitório e lavanderia.

O objetivo da Casa da Criança e da Família é abrigar crianças em tratamento intensivo de câncer e seus acompanhantes, vindos de diversas regiões do Brasil e da América Latina para fazer tratamento no Centro Infantil Boldrini e que não têm condições de serem mantidas por suas famílias fora de suas casas.

Como forma de amenizar a complexidade da situação vivida durante o tratamento da doença, as famílias assistidas pelo Instituto contam com oficinas diárias envolvendo artes, literatura, contação de histórias, música e cinema, entre outras manifestações culturais.

A viabilidade do projeto, denominado Calendário de Atividades Socioculturais – Plano Bianual se dá por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e tem como patrocinadores CI&T, DHL, ABL Antibióticos do Brasil, Usina São Domingos, Alibra, Matera e 2º Tabelião de Protesto de Campinas.

Saiba mais sobre como doar pelo site.

(Fonte: Gabriel Max Assessoria de Comunicação)

Mostra “Water Walk, uma ode ao corpo do imigrante”, de Jessica Fertonani Cooke, aborda questões políticas no Canteiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Ao evocar mitologias interpessoais a cada barreira transposta, artista envolve-se mais profundamente nas revoluções do Deserto de Sonora. Fotos: divulgação.

A artista visual Jessica Fertonani Cooke abre a exposição “Water Walk, uma ode ao corpo do imigrante”, a partir do dia 1º de outubro de 2023 (domingo), das 12 às 18h, no Canteiro – Campo de Produção em Arte Contemporânea, na Vila Madalena, em São Paulo. Com texto crítico de Marcio Harum, a mostra problematiza os enfrentamentos da vida no deserto de Sonora, território fronteiriço entre Estados Unidos e México.

Serão apresentadas três sessões do documentário “Me corra de volta ao Mar” (1h10), que discute os efeitos da separação internacional e colonial sobre o povo originário do deserto – os Tohono O’odham (pessoa do deserto).

A exposição tem como intuito expandir a noção de fronteira pensando para além da política e no que o ‘atravessador de fronteira’ precisa alcançar para chegar vivo do outro lado. Movida pela urgência de possibilidades, esta figura simboliza um sacrifício extremo e muita coragem na busca por um novo ideal de vida e pela urgência. Neste sentido, o atravessador de fronteiras é a aliança política entre o mundo material e espiritual, o pragmático e o simbólico e as próprias barreiras internas do indivíduo. O imigrante que cruza clandestinamente a fronteira EUA/México ‘rompe’ a divisa entre dois países extremamente diferentes,  aproximando-os. Este é um ato político concretizado a partir de suas próprias consequências culturais e sensibilizações imediatas.

Sobre a artista

Jessica Fertonani Cooke trabalha com instalações, vídeos e pinturas no campo expandido da performance. Através de suas vivências no Arizona, Estados Unidos, enquanto mulher brasileira, é que suas práticas artísticas passam a englobar o corpo e o estar entre mundos. Com formação em artes visuais pela Universität der Künste de Berlim e mestrado pelo San Francisco Art Institute, ao debater os epistemicídios, a expropriação e o extrativismo desenfreado, Jessica se movimenta na interseção da arte e do ativismo.

Participou de exposições coletivas, como o Festival Internacional de Arte de São Francisco (SFIAF), a Discovery Art Fair em Frankfurt, o projeto 55 em Miami e a Nars Foundation no Brooklyn. Como cocriadora e performer, participou de coletivos para o Blacklash Performance Festival, em Zurique, com Jorge Raka, o Taos Paseo Festival com La Pocha Nostra, The Lab em San Francisco com Cristobal Martinez e Guillermo Galindo e para Agora Collective for the Month of Performance Festival de arte no L’Atelie Kunst Spiele Raum, Berlim, Alemanha. https://jessicafertonanicooke.com

Sobre o Canteiro – Campo de Produção em Arte Contemporânea

Com o início das suas atividades em agosto de 2022, o Canteiro é um espaço cultural gerido pelo artista Ivan Padovani e tem sua atuação voltada para a ampliação de iniciativas autônomas de produção e circulação de arte contemporânea na cidade de São Paulo.

O Canteiro conta com seis ateliês, sala de exposições, residência artística e promove ações formativas em artes visuais. Também abriga um estúdio multimídia de 65 m² que sedia projetos de exibição de vídeo arte, instalações sonoras e performances. Seu espaço expositivo guarda uma forte identidade arquitetônica, o que faz dele um contexto propício para criação de site specifics, promovendo projetos que fogem da passividade de um cubo branco.

Atualmente os artistas residentes são Ana Clara Muner, Christian Bittencourt, Davide Mari, Gustavo Aragoni, Guta Galli, Ivan Padovani, Mariana Guardani, Thiago Navas. https://canteiro.art.br.

Serviço:

Mostra “Water Walk, uma ode ao corpo do imigrante” de Jessica Fertonani Cooke

Texto crítico: Marcio Harum

Abertura: 1º de outubro de 2023 (domingo) – 12h–18h

Período: de 2 a 8 de outubro de 2023 – 12h–18h

Projeção do documentário “Me corra de volta ao Mar” (duração: 1h10)

Sessão 1: 1º de outubro, domingo, 18h10

Sessão 2: 4 de outubro, quarta-feira, 18h10 (19h45 conversa aberta com artista e curador Marcio Harum)

Sessão 3: 8 de outubro, domingo, 18h10

Local: Canteiro – Campo de Produção em Arte Contemporânea – Rua Purpurina, 434 Vila Madalena – São Paulo (SP)

Valor: gratuito

Faixa etária: livre

Site: https://canteiro.art.br

Redes sociais:

Jessica Fertonani Cooke @jessicafertonanicooke | Marcio Harum @marcioharum |  Canteiro @canteiro___.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)