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Mais de 200 pratos no cardápio do Festival Comidas do Mundo, que acontece no Pacaembu em 14 e 15 de outubro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rafa Guirro.

O 1º Festival Comidas do Mundo acontece nos dias 14 e 15 de outubro, na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, das 11h às 21h. Com entrada grátis, classificação livre para todas as idades e pet friendly, o evento, promovido pela Art Shine e pela Cola em Sampa, contará com 50 expositores que promoverão uma viagem gastronômica num só lugar e sem precisar sair de São Paulo.

Conforme explicam os organizadores, esta primeira edição na Praça Charles Miller será uma celebração da gastronomia mundial em São Paulo, reunindo chefs e cozinheiros de várias nacionalidades e com pratos típicos. “Queremos proporcionar aos visitantes uma viagem gastronômica, sem sair de São Paulo, se deliciando com pratos típicos e temperos diversos”, diz Márcio Alvarez.

Os Sabores do Mundo

Comida mexicana.

Dentre os destaques e curiosidades estarão o choripan e empanadas do Uruguai; o jerk bowl feito de frango com arroz caribenho da Jamaica; as arepas e patacones da Colombia; o eisbein – joelho de porco e salsichão da Alemanha; os temakis Hawaianos; o ceviche e chaufas do Peru; os momos, que são os famosos bolinhos nepaleses; as esfihas, kibes e pastas turcas; o famoso fish and chips da Inglaterra; as alheiras de Portugal; as batatas com coberturas e também waffles da Bélgica; Brisket texano e ainda delícias da Espanha, África, Coreia, Japão, México, Venezuela, França, entre outros países. E a comida brasileira será bastante diversa, com pasteis, coxinhas, acarajé, baião de dois, galinhada, cuscuz paulista, espetinhos, açaí, lanche de pernil e muito mais.

Nas opções doces, haverá baklava turca com nozes, tequeño venezuelano, crepe francês, waffles belga, merengue suíço, cannoli italiano, pastel de natas português, obleas colombiana, donuts americanos e do Brasil as cocadas, quebra queixo, doces cristalizados, bolo no pote, pudim e brigadeiros, entre outros.

Acarajé.

Para a criançada, itens como hambúrgueres, hot dogs, fish&chips e batatas fritas, além de muitas opções doces.

Entre os expositores, estarão os restaurantes Balcón, de comida uruguaia, com deliciosas empanadas e choripan; o Santo Patron, de comida mexicana, o Macondo, com arepas, patacones e as limonadas refrescantes; o Mama Africa, com comida camaronesa e a Quinta do Olivardo, com delicias portuguesas, dentre outros.

As bebidas serão para todos os gostos e idades, tais como o refrescante Chicha Morada, feito com milho roxo e especiarias, os chá de hibisco com canela, uva passa e cravo, a limonada turca com limão, laranja e hortelã, água, refrigerantes e sucos nos menus não-alcóolicos e cervejas Pilsen, Red Ale, IPA, Weiss, vinho, chopps de até 1 litro e drinks dos mais diversos tipos.

Merengue.

“Com comida mexicana, africana, uruguaia, americana, colombiana, belga, peruana, turca, coreana, japonesa, alemã, portuguesa, espanhola, brasileira e muito mais, será possível fazer uma viagem gastronômica sem sair de São Paulo. Já imaginou experimentar o tempero mundial em um único lugar?”, finalizam os organizadores.

Para saber todas as novidades do 1º Festival Comidas do Mundo e toda a agenda de eventos da Art Shine, siga as suas páginas no Instagram e Facebook.

Serviço:

𝗖𝗢𝗠𝗜𝗗𝗔𝗦 𝗗𝗢 𝗠𝗨𝗡𝗗𝗢 – uma viagem gastronômica sem sair de SP e com entrada gratuita

Vai ter comida mexicana, africana, uruguaia, americana, colombiana, belga, peruana, turca, coreana, japonesa, alemã, portuguesa, espanhola, brasileira e muito mais!!!

FESTIVAL COMIDAS DO MUNDO

🗓: 14 e 15 de outubro

⏰: 11h às 21h

📍: Praça Charles Miller (em frente ao estádio do Pacaembu)

🎟 ENTRADA GRATUITA

🐶 Evento Pet Friendly

Realização: @artshineeventos @colaemsampa

Apoio: Prefeitura de São Paulo.

(Fonte: Estrela Comunicação)

Marta Soares apresenta “Pantofagia” no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: João Caldas.

O Sesc Pinheiros recebe “Pantofagia” a mais recente criação de Marta Soares Cia. As apresentações acontecem de 10 a 25 de outubro, terças e quartas, às 20h30, no palco do Teatro Paulo Autran.

Espetáculo solo de natureza instalativa que trata de questões inéditas na dança brasileira, com temas relacionados à impregnação de comportamentos animais no humano e ao estado de indistinção entre corpo e ambiente que eles promovem, com o objetivo de refletir sobre as maneiras em que o homem pode situar-se dentro das regras da natureza sem destruí-la. Nesse contexto encontram-se o devir animal segundo os filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari, a geofagia e a unidade geofágica entre homem e animal segundo o sociólogo Abguar Bastos, e a continuidade entre homem, animal e ambiente segundo o sociólogo Georges Bataille. Trabalho que intensifica os gestos, onde os movimentos estão relacionados à aspectos e conceitos como animalidade, pantofagia (hábito de comer qualquer coisa sem discriminação) e geofagia (hábito de comer terra).

Para melhor fruição do trabalho a plateia contará com 60 lugares por sessão, distribuídos em duas arquibancadas.

Pequena temporada conta ainda com o encontro “Que dança é essa? Conversa sobre o processo de criação Pantofagia” com Helena Katz, Simone Mina a própria Marta Soares e mediação de Gabriela Laurentis.

Ficha técnica

Concepção Geral, Direção, Coreografia e Interpretação: Marta Soares

Assistente de Direção: Clayton dos Santos Guimarães

Desenho de luz: Aline Santini

Desenho de som: Livio Tragtenberg

Consultoria: Rafael de Souza

Produção Executiva: CAIS Produção Cultural (José Renato Fonseca de Almeida e Beto de Faria).

Marta Soares | Dançarina e coreógrafa completou o One Year Course no Laban Centre for Movement and Dance, em Londres. Em Nova Iorque, completou o bacharelado em artes (BA) no Empire State College na State University of New York (SUNY) e o Certificado em Análise de Movimento Laban (CMA) no Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (LIMS). Seus trabalhos já estiveram em vários festivais nacionais e internacionais em diversas instituições. É mestre em Comunicação e Semiótica e doutora em Psicologia Clínica/Artes (Núcleo de Subjetividade) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também lecionou na Faculdade das Artes do Corpo no período entre 1999 e 2012. A artista tem quatro prêmios da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) na área da dança.

Serviço:

Pantofagia – Marta Soares

De 10 a 25 de outubro de 2023 – terças e quartas, às 20h30

Duração: 60 minutos aproximadamente

Local: Teatro Paulo Autran

Capacidade: 60 pessoas

Classificação: recomendação 10 anos

Ingressos: R$30 (inteira); R$15 (meia) e R$9 (credencial plena)

“Que dança é essa? Conversa sobre o processo de criação Pantofagia” – Encontro com Helena Katz, Simone Mina e Marta Soares – Mediação: Gabriela Laurentis

Dia 19 de outubro – quinta-feira, às 19h30

Local: Teatro Paulo Autran

Capacidade: 60 pessoas

Grátis

Sesc Pinheiros 

Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo (SP)

Tel.: (11) 3095-9400.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Suassuna, Brennand, Samico e dos Santos: o Movimento Armorial em toda sua amplitude e força

São Paulo, por Kleber Patricio

Ressonância Armorial – Suassuna – “Infância”.

A Galeria BASE, de Daniel Maranhão, abre a exposição “Ressonância Armorial” com Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Gilvan Samico e Miguel dos Santos, texto crítico de Denise Mattar e 30 obras – entre pinturas, esculturas e objetos – dos quatro artistas mais representativos no Movimento Armorial, uma iniciativa artística cujo objetivo seria criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste brasileiro que buscava convergir e orientar todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura etc. A abertura foi no dia 7 de outubro, sábado, e a mostra fica em cartaz até 11 de novembro de 2023.

Em um primeiro momento, em 2020, Daniel Maranhão inseriu o Movimento Armorial em seu segmento de artes plásticas no cenário cultural paulistano com a exposição “Samico e Suassuna – Lunário Perpétuo”, que marcou a reinauguração da BASE pós-pandemia. Com “Ressonância Armorial”, amplia o número de artistas que trabalharam os mesmos conceitos.

As “iluminogravuras” – termo criado pela junção das palavras iluminura e gravura, de Ariano Suassuna, retornam à galeria acompanhadas de publicações, raros LPs do “Quarteto Armorial”, do múltiplo artista Antônio Nóbrega, e trechos do longa metragem “Auto da Compadecida” dirigido pelo pernambucano Guel Arraes. Suassuna, idealizador do Movimento Armorial, nos anos 1970, assim o conceitua: “A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos ‘folhetos’ do Romanceiro Popular do Nordeste (Literatura de Cordel) com a Música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus ‘cantares’, e com a Xilogravura, que ilustra suas capas, assim como com o espírito e a forma das artes e espetáculos populares, com esse mesmo Romanceiro, relacionados”.

Ressonância Armorial – Miguel dos Santos.

Miguel dos Santos, que aos 79 anos figura como único integrante vivo do Movimento Armorial e que atualmente está no foco dos grandes colecionadores e instituições nacionais e internacionais, é apresentado de forma inédita na BASE. Como define Daniel Maranhão, “não há como se falar em Movimento Armorial, sem citar Miguel, um dos principais participantes.(…) É sabido que cada artista tem sua fase, ou época, mais prestigiosa e, no caso de Miguel, são as décadas de 1970 e 1980 as mais importantes, de onde serão apresentadas oito obras, todas em óleo sobre tela, sendo que seis delas da década de 1970 e duas, em grande formato, da década de 1980, adquiridas ao longo de anos”. Sobre seu trabalho, Denise Mattar pontua: “Incorporando vestígios do passado e referências a deuses ancestrais, seu trabalho, personalíssimo, envereda pelo realismo mágico”.

Gilvan Samico possui obras inspiradas no Cordel desde os anos de 1960, o que o qualifica como um dos precursores do Movimento Armorial. “O virtuosismo técnico na arte da xilogravura, aliado ao imaginário das fantásticas histórias do Romanceiro Popular do Nordeste, apresentadas de forma hierática, quase sagrada, em ‘soberana simplicidade’, tornaram a obra de Samico a mais plena concretização das ideias armoriais – uma união perfeita de erudito e popular”, define Denise Mattar. Dentre as xilogravuras, destacam-se “Dama com Luvas” (1959) e “Suzana no Banho” (1966) [acervo do MoMA, NY], com tiragem limitada (20 exemplares).

Ressonância Armorial – Brennand.

Internacionalmente reconhecido como pintor e ceramista, Francisco Brennand exibe esculturas de grande porte e peças em cerâmica – painéis e placas – da década de 1960, “que evocam o mundo telúrico, sensual e provocador, característico de toda a sua produção”, segundo Denise Mattar. “A reunião desses quatro artistas na Galeria BASE evidencia a ressonância do Movimento Armorial, potencializando seu resultado mágico e contestador que remete às raízes profundas de nosso país”, conclui.

Exposição “Ressonância Armorial “

Artistas: Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Gilvan Samico, Miguel dos Santos

Texto Crítico: Denise Mattar

Período: de 10 de outubro a 11 de novembro de 2023

Horário: de terça a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 15h

Coordenação Artística: Daniel Maranhão

Montagem: Harpia Design e Produções

Agradecimento Especial: Paulo Sérgio Fabrino e Rogério Ruiz

Local: Galeria BASE

Endereço: Alameda Franca 1030 – Jardim Paulista – São Paulo, SP

Telefone: (11) 3062-6230 | WhatsApp (11) 98327-9775

E-mail: contato@galeriabase.com.br

Site:  http://www.galeriabase.com

Instagram: https://www.instagram.com/galeriabase/

Número de obras: 30

Técnica: pinturas, esculturas e objetos

Dimensões: variadas.

(Fonte: Balady Comunicação)

Prefeitura oferece Oficina de Defesa Pessoal Feminina

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Claudio Scott/Pixabay.

A Oficina de Defesa Pessoal Feminina é uma das opções gratuitas oferecidas à população por meio do programa Esporte Social da Secretaria de Esportes da Prefeitura de Indaiatuba, município da Região Metropolitana de Campinas (SP). Voltada a mulheres a partir de 15 anos, a ação acontece no Centro de Lutas João Pioli, sempre aos sábados, em dois horários. As inscrições estão abertas.

Antes realizada na Sala de Lutas do Parque Corolla, a Oficina de Defesa Pessoal é voltada para mulheres a partir de 15 anos. As aulas ocorrem aos sábados, em dois horários pela manhã, das 8h às 9h30 e das 9h30 às 11h. O principal objetivo é ensinar técnicas de defesa pessoal e mostrar às mulheres que é possível se defender e prevenir situações de agressão.

O Centro de Lutas João Pioli fica na Rua Antônio Magnusson, 82, no Jardim Morada do Sol. As inscrições podem ser feitas no próprio local, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira ou aos sábados, das 8h às 11h, diretamente com os professores André Calefo e Renato Satilio. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3834-7601.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Estudo revela 10 mil registros de antigas comunidades indígenas escondidas sob a floresta amazônica

Amazônia, por Kleber Patricio

Obras de terra identificadas na paisagem amazônica. Foto: Diego Lourenço Gurgel.

A floresta amazônica pode abrigar mais de 10 mil registros de obras pré-colombianas, construídas antes da chegada dos europeus – é o que revela um novo estudo publicado na sexta-feira (6) na revista Science. A pesquisa combina tecnologia de ponta em monitoramento remoto com dados arqueológicos e modelagem estatística avançada para calcular a quantidade de ocupações que ainda podem estar escondidas debaixo do dossel da floresta amazônica e apontar os locais onde essas estruturas podem ser encontradas. Conhecidas como “obras de terra”, essas estruturas antecedem a chegada dos europeus ao continente.

O estudo, liderado pelos pesquisadores Luiz Aragão e Vinicius Peripato, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), identificou 24 novos registros arqueológicos por meio de uma tecnologia avançada de mapeamento remoto utilizando um laser embarcado em avião conhecido como LiDAR (Light Detection and Ranging). O sensor permitiu reconstruir os elementos da superfície em um modelo 3D com alto nível de detalhamento.

A partir dos modelos 3D, foi possível remover digitalmente toda a vegetação e iniciar a investigação arqueológica do terreno sob a floresta. “Investigamos um total de 0,08% da Amazônia e encontramos 24 estruturas, jamais catalogadas, nos estados do Mato Grosso, Acre, Amapá, Amazonas e Pará”, explicou Vinicius Peripato.

Usando todos os 961 registros de obras de terra encontrados até agora, a equipe também apontou a quantidade de estruturas que ainda podem ser encontradas, demonstrando que dezenas de espécies de árvores estão relacionadas a essas ocupações que remontam a um período entre 1.500 a 500 anos atrás. “O estudo indica que a floresta amazônica pode não ser tão intocada quanto muitos pensam, já que quando buscamos uma melhor compreensão da extensão da ocupação humana pré-colombiana na região nos surpreendemos com a grande quantidade de sítios ainda desconhecidos pela ciência”, afirmou Peripato.

“Tempos atrás, os ecólogos viam a Amazônia como a grande floresta intocada, mas agora, combinando outros tipos de vestígios pré-colombianos, podemos perceber como muitos locais que hoje sustentam uma densa floresta já foram submetidos a extensas obras de engenharia e ao cultivo e domesticação de plantas pelas sociedades pré-colombianas. Esses povos dominavam técnicas sofisticadas de manejo da terra e das plantas, em certos casos, ainda presentes nos conhecimentos e práticas dos povos atuais que podem inspirar novas formas de conviver com a floresta sem a necessidade de destruí-la”, acrescentou a pesquisadora Carolina Levis, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Ocupação ancestral

O chefe da Divisão de Observação da Terra e Geoinformática do INPE, Luiz Aragão, destacou o avanço científico e tecnológico promovido pela pesquisa. “O estudo avança o conhecimento em três grandes áreas: na própria arqueologia, por meio de novas descobertas; nas ciências ambientais, demonstrando o nível de interferência humana na região, o que pode ter implicações para seu funcionamento atual e como modelamos o seu futuro e, finalmente, na área de computação aplicada, que possibilitou a análise dos milhões de pontos presentes nos dados LIDAR e na modelagem estatística da distribuição das feições estudadas”, explicou.

Até agora, as obras de terra eram comumente encontradas por meio de imagens do Google Earth. No entanto, devido à extensão da floresta amazônica e às dificuldades de estudar áreas remotas, a pesquisa lança previsões testáveis sobre locais pouco conhecidos da Amazônia, onde novos trabalhos de campo provavelmente descobrirão sítios arqueológicos de dimensões monumentais e ainda bem preservados dentro da floresta. “A pesquisa traz inúmeras evidências da ocupação ancestral da floresta amazônica por povos originários, de suas formas de vida e da relação estabelecida por eles com a floresta. A proteção de seus territórios, línguas, culturas e heranças deve ser compreendida como milenar, como são, e não ligada a uma data, que é tão recente”, ressaltou Luiz Aragão.

O estudo publicado na revista Science foi assinado por uma equipe composta por 230 pesquisadores de 156 instituições localizadas em 24 países de quatro continentes.

(Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI)