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Diversão em Cena retorna a Piracicaba com ‘Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos’

Piracicaba, por Kleber Patricio

Foto: Isabele Neri.

O Diversão em Cena leva a Piracicaba o espetáculo ‘Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos’, que tem como tema principal a relação entre pais e filhos e o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, seja ele pai ou filho. O Teatro Erotídes de Campos recebe a apresentação gratuita no dia 16 de junho, às 16h. Promovido pela Fundação ArcelorMittal há 14 anos, o Diversão em Cena é o maior programa de formação de público de teatro infantil do país.

A obra, que é uma continuação da pesquisa da Companhia do Abração, sobre as primeiras relações do ser humano, tem os ‘Tingas’, três personagens simpáticos e oníricos que estão em busca de um Pai, um norte que oriente para a escolha de caminhos e ‘dê um jeito’ no mundo, que todos temos o dever de cuidar. Uma história de afeto e respeito à diversidade de um mundo ‘bagunçado’, em que são apresentadas várias figuras paternas desde o pai biológico ao adotivo, aquele que educa em casa e na escola, o pai escolhido por afinidade e até mesmo a própria ‘mãe-pai’, entre outras diversas formas de afeto paternalista.

Acesso e formação de público | Para contribuir com a democratização do acesso à cultura, a Fundação ArcelorMittal atua com a formação de público e a formação de profissionais para atuarem na área cultural. Neste contexto, destaca-se o Diversão em Cena. Realizado em parceria com grupos e produtores culturais, que contam com patrocínio da ArcelorMittal e Belgo Arames por meio das Leis Federal, Estaduais e Municipais de Incentivo à Cultura, a iniciativa leva apresentações teatrais gratuitas ou a preços populares a teatros, escolas e praças públicas de todo o Brasil. Em 14 anos de programa, o Diversão em Cena já ultrapassou 3 mil espetáculos pelo país e alcançou um público de cerca de 1,3 milhão de pessoas.

Sobre a Fundação ArcelorMittal | A Fundação ArcelorMittal é o núcleo de investimento e transformação social do Grupo ArcelorMittal, e sua estratégia principal se divide em três eixos de atuação: educação, cultura e esporte. Por meio de projetos e iniciativas nessas áreas, se propõe a transformar a vida de crianças e jovens de forma coletiva e participativa, compartilhando conhecimento e inovação, contribuindo para a inclusão e a formação de cidadãos para um futuro melhor. Saiba mais em www.famb.org.br.

Serviço:

Diversão Em Cena – Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos, com a Companhia do Abração

Piracicaba – 16 de junho | domingo, às 16h

Local: Teatro Erotídes de Campos (Parque do Engenho: Av. Dr. Maurice Allain, 454, Vila Rezende)

Classificação indicativa: a partir de 5 anos

Entrada gratuita | Ingressos distribuídos no teatro 1 hora antes do início do evento, por ordem de chegada.

(Fonte: Locomotiva Cultural)

AperiOpera: um encontro entre música, história e cultura

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/AperiOpera.

O AperiOpera é um projeto cultural que tem como objetivo proporcionar ao público brasileiro uma experiência profunda e significativa da ópera. Criado com a intenção de desmistificar e tornar a ópera mais próxima, as apresentações proporcionam uma imersão completa na história, iniciando pela explicação da vida e costumes do autor, suas experiências, inspirações e desafios para compor os atos.

A experiência conta com uma apresentação de 75 minutos conduzida por um narrador especializado que introduz o que será assistido, tornando a ópera mais simples, mais emotiva e mais próxima. Todas as inserções contam com recursos visuais trazendo proximidade com a plateia, que consegue absorver de forma mais simples, criando o desejo de conhecer outras obras.

Claudio Scaramella.

O projeto nasceu há pouco mais de um ano e já é um grande sucesso tanto entre os apreciadores quanto entre as mais importantes instituições culturais italianas e brasileiras. Seu conceito flexível permite sua aplicação em diferentes locais, desde parques até empresas, adaptando-se às necessidades e preferências do público. No entanto, sua singularidade é proporcionada com a presença do ator/narrador, que adiciona um componente humano essencial à experiência.

Para Kátia Prado, responsável do projeto no Brasil, o AperiOpera é uma forma inovadora que aproxima as pessoas da ópera, emociona e enriquece na interação com as narrações. “Aperiopera existe na Itália há mais de 5 anos, as apresentações acontecem através da história da ópera narrada. Nosso objetivo é educar e despertar o interesse pelo patrimônio histórico, artístico italiano”, explica a empreendedora.

“Nossa missão é ultrapassar as fronteiras de São Paulo e levar o AperiOpera para todo o Brasil, conscientizando o público sobre a beleza da ópera como patrimônio artístico e cultural da humanidade que deve ser acessível a todos”, conclui Cláudio Scaramella, idealizador do projeto.

Sobre AperiOpera | AperiOpera é uma iniciativa cultural que combina música, narrativa e experiência para oferecer sensações únicas e inéditas aos seus participantes. Com eventos realizados em diversos países, seu objetivo é promover a apreciação da ópera de forma acessível e envolvente, ultrapassando as fronteiras do teatro convencional.

(Fonte: A Fonte Comunicação)

Mudanças climáticas podem gerar perdas de 11% do PIB da América Latina até 2050

América Latina, por Kleber Patricio

Foto: NOAA/Unsplash.

A Allianz Trade, líder global em seguro de crédito comercial, divulgou recentemente o relatório Latin America Shall We Dance?, que revela um panorama dos riscos econômicos em países da América Latina e aponta que o continente pode enfrentar perdas equivalentes a 11% do PIB até 2050 sob o cenário de política atual. Segundo os economistas, as repercussões econômicas das mudanças climáticas vêm tanto dos riscos físicos (por exemplo, ciclones, inundações, ondas de calor) quanto da perda de produtividade do trabalho devido ao aumento do calor. Esses riscos variam de acordo com a localização geográfica e podem mudar ao longo do tempo com base em mudanças na população, crescimento econômico e padrões de migração.

Perda de produtividade no Brasil

Já o Brasil experimentará as perdas mais significativas devido à redução da produtividade causadas pelo calor, estimadas em 6% até 2030. O estudo aponta que as ondas de calor podem diminuir significativamente a produtividade do trabalho, especialmente em setores fisicamente exigentes, como agricultura e construção. Além disso, os problemas são agravados pelo desmatamento e seca, especialmente na Amazônia, onde essas condições intensificam a gravidade da seca, afetando a disponibilidade de água, a biodiversidade e a regulação climática tanto local quanto globalmente.

Ainda assim, o relatório mostra que a Ásia e a África devem enfrentar mais do dobro das perdas econômicas devido ao aquecimento global em comparação com a América Latina, em um cenário em que o aumento da temperatura global atinge 2,0°C acima dos níveis pré-industriais até meados do século, com um potencial de aumento para 2,9°C até o ano 2100. Os maiores custos para a América Latina em 2050 virão via perdas de produtividade de cerca de 5% do PIB, secas (cerca de 3%) e ondas de calor (cerca de 2%). O impacto varia consideravelmente por país.

O gráfico apresenta uma comparação do risco climático em quatro grandes economias latino-americanas, onde as perdas econômicas totais variam de 11,6% a 13,7%. Entre esses países, até 2050, a Argentina será a mais afetada por inundações, com danos projetados representando 2,1% de seu PIB. A economia do Chile será notavelmente impactada por secas, com uma perda de PIB prevista em 7,4%. Enquanto isso, o México sofrerá com os efeitos de ondas de calor severas, que devem causar perdas que chegam a 2,1% de seu PIB.

Em contraste, ciclones tropicais devem contribuir minimamente para as perdas totais nesses países, por isso seus efeitos não são exibidos de forma proeminente na figura. Mas essas ameaças climáticas já estão afetando severamente os países individualmente hoje: a Argentina frequentemente enfrenta inundações significativas, especialmente na região das Pampas, que interrompem a agricultura – um dos setores econômicos cruciais da nação – e levam a perdas econômicas substanciais. As inundações também representam ameaças para áreas urbanas, incluindo Buenos Aires, onde impactam a infraestrutura e a habitação. Além disso, a variabilidade climática influencia o setor agrícola da Argentina com padrões irregulares de chuva e flutuações de temperatura que afetam a produtividade das safras e as condições do gado.

“Para lidar com essas vulnerabilidades, cada país precisa de estratégias de adaptação personalizadas. Isso envolve melhorar a resiliência da infraestrutura por meio do aprimoramento das defesas contra inundações e sistemas de gestão de água e construindo infraestrutura urbana resistente ao calor. Isso também inclui desenvolver práticas agrícolas sustentáveis, como a criação de variedades de safras resistentes à seca, a melhoria da eficiência da irrigação e a adoção de práticas de gestão de terras sustentáveis”, afirmam os autores do estudo.

Por fim, os economistas apontam que iniciativas de saúde pública também são cruciais, incluindo a implementação de planos de ação para o calor, a conscientização pública sobre os riscos do calor e o aprimoramento das respostas dos serviços de saúde às doenças relacionadas ao calor. Além disso, como os impactos socioeconômicos das mudanças climáticas são desproporcionalmente distribuídos, às populações mais vulneráveis com menos recursos tendem a enfrentar os maiores desafios.

Portanto, as estratégias de adaptação devem ser adaptadas localmente, mas coordenadas em uma escala global para mitigar as consequências mais severas das mudanças climáticas de maneira eficaz. O documento aponta que essa abordagem garante que os riscos climáticos, tanto imediatos quanto de longo prazo, preservem a estabilidade econômica e promovam o desenvolvimento sustentável.

(Fonte: Race Comunicação)

Redes da Maré: um exemplo inspirador de como a comunicação pode aproximar a ciência da favela

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Pesquisa Vacina Maré/instagram.com/pesquisavacinamare.

Artigo de opinião por Gabriela Brandão — A ciência sempre pareceu um assunto remoto e inacessível para muitos, mas ela é indispensável para a sociedade e vice-versa; uma não pode ser plenamente realizada sem a outra. Ao longo da pandemia de Covid-19, diversos foram os esforços para que a informação científica chegasse à sociedade. Em comunidades periféricas como o Complexo da Maré, as organizações da sociedade civil foram fundamentais para que a população passasse por esse momento difícil, criando diversos projetos que buscaram assegurar formas de sobreviver à emergência de saúde.

A Redes da Maré, uma organização da sociedade civil, se destacou por fechar parcerias para realizar a vacinação em massa no Complexo da Maré, contribuindo para um estudo inédito sobre os efeitos da vacinação em massa e da Covid longa na comunidade (Pesquisa Vacina Maré). Com mais de 140 mil moradores e localizada estrategicamente próxima à Fiocruz e à UFRJ, a comunidade se torna um local ideal para pesquisas. Apesar da circulação de desinformações sobre vacinas, os moradores enxergam o impacto direto das descobertas científicas na saúde, bem-estar e progresso local. A divulgação científica e a comunicação comunitária são fundamentais na formação dessa percepção positiva.

A divulgação científica garante que os dados obtidos pela ciência sejam acessados pela sociedade. Nas favelas e comunidades periféricas, a comunicação comunitária é estratégica para que essas informações não só cheguem, mas sejam compreendidas pela população. Por meio de canais acessíveis e confiáveis, como jornais comunitários e dispositivos sonoros nas ruas, é possível disseminar amplamente informações essenciais sobre saúde e ciência.

Essa abordagem não apenas fornece conhecimento sobre questões de saúde, mas também constrói confiança e engajamento entre os moradores, promovendo uma participação significativa em pesquisas e ações de saúde pública e garantindo o direito à informação e comunicação em saúde para essa população. Assim, a aceitação da ciência no Complexo da Maré se deu, principalmente, através da comunicação comunitária.

Para garantir canais de comunicação eficazes e justos, devem ser feitos investimentos em programas destinados a estreitar os laços entre o mundo da ciência e as pessoas (como o caso do Conexão Saúde: de olho na Covid!). Durante este processo, grupos da sociedade civil, movimentos sociais e autoridades comunitárias trabalham como mediadores entre a ciência e as comunidades, desenvolvendo uma cultura científica acessível e participativa. Isso nos mostra, também, o quanto a divulgação científica pode e deve aprender com a comunicação comunitária.

E como nós, indivíduos de uma comunidade, podemos auxiliar nesse movimento? Apoiando iniciativas locais e reconhecendo a importância de se envolver ativamente na promoção de uma cultura científica acessível e participativa em nossa própria comunidade. E, ainda, por meio do compartilhamento de informações confiáveis com amigos e familiares, indicando esses coletivos e organizações como a Redes da Maré como fonte segura de informação. Juntos podemos construir uma sociedade mais bem informada, engajada e resiliente diante dos desafios da atualidade.

Sobre a autora | Gabriela Brandão é bióloga e mestra em informação e comunicação em saúde pelo PPGICS – Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/Fiocruz).

(Fonte: Agência Bori – Os artigos de opinião publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Agência Bori ou do site Kleber Patricio Online)

Conservatório de Tatuí promove 1ª Mostra de Prática de Conjunto de 2024 e reforça interação entre estudantes

Tatuí, por Kleber Patricio

Madrigal do Conservatório de Tatuí. Foto: Paulo Rogério Ribeiro.

O Conservatório de Tatuí promove, até 14 de junho, a 1ª Mostra de Prática de Conjunto de 2024. O evento integra as ações que celebram os 70 anos do Conservatório e contará com a apresentação de 31 grupos pedagógicos em diferentes espaços culturais pertencentes à instituição e seis concertos externos. Toda programação será aberta ao público e terá entrada gratuita.

A Prática de Conjunto é uma das disciplinas que integram a grade curricular dos cursos de música e canto do Conservatório de Tatuí. Considerada essencial para a formação dos estudantes, tanto no aspecto disciplinar quanto social, o evento incentiva e prepara o aluno para a realização musical coletiva. Dessa forma, os estudantes conseguem ampliar a formação proporcionada pelas aulas individuais e experimentam diferentes formações instrumentais e vocais ao longo de sua trajetória na instituição.

Esta iniciativa também promove a interação dos estudantes da instituição. Durante as apresentações dos grupos pedagógicos, além dos discentes atuarem ao lado de colegas do mesmo instrumento ou voz, como acontece em orquestras, grupos de percussão e cameratas de violão, também é possível conhecer e executar um repertório diferenciado de seus agrupamentos. Dessa forma, os estudantes não apenas reforçam os aspectos técnicos das aulas individuais, como também ampliam a consciência do trabalho em grupo.

A edição inaugural deste ano da Mostra de Prática de Conjunto terá 31 apresentações de Grupos Pedagógicos. No dia 11, terça-feira, as apresentações acontecem em três espaços culturais diferentes. No Auditório da Unidade Chiquinha Gonzaga da instituição, a Camerata Infantil e Juvenil de Violões, orientadas pela professora Ana Maria de Souza, toca a partir das 10h. Na Cantina, o Grupo de Percussão Brasileira orientado pelos professores Rodrigo Moura e Rodrigo Braz se apresenta às 13h. Já no Salão Villa-Lobos, a programação prevê três concertos a partir das 18h: Consort de Flautas, da professora Selma Marino; Orquestra Infantil 4 Cordas, da professora Ana Lúcia, e Jazz Combo Jovem, do professor Diego Garbin.

Outros três grupos se apresentam no dia 12, quarta-feira, às 17h, no Salão Villa-Lobos. O Grupo Juvenil de Performance ao Piano, sob orientação da professora Míriam Braga; Luteconsorte, da professora Dagma Eid, e o Grupo de Música Raiz Jovem, orientado por Zeca Collares. No dia 13, quinta-feira, a programação está repleta de concertos. No Auditório da Unidade Chiquinha Gonzaga, apresentam-se a partir das 15h30, a Camerata Juvenil de Violões, orientada pela professora Ana Maria de Souza; Camerata Infantil e Juvenil de Violões, da professora Josiane Gonçalves, e Orquestras Infantil e Jovem de Violoncelos, orientadas pela professora Elen Ramos; Já no Salão Villa-Lobos, as apresentações terão início às 18h, com o Grupo Infantil de Performance ao Piano, da professora Mariana Virgilli; o Coro Jovem, orientado pelo professor Marcos Nascimento; a Banda Infantil, comandada pelo professor Edmilson Baia, e Orquestra de Acordeons Infantojuvenil, sob orientação do professor Thadeu Romano, que também comanda o concerto da Orquestra dos Povos.

As apresentações da Mostra de Prática de Conjunto nos espaços culturais da instituição encerram-se no dia 14, sexta-feira, com quatro concertos no Teatro Procópio Ferreira a partir das 18h: Camerata Jovem de Violões Corda Toda, que tem como responsável a professora Dagma Eid; o Grupo de Percussão Sinfônica Jovem, comandado pelo professor Agnaldo Silva, e as Orquestras de Cordas Ritornello e A la corde, orientadas pelo professor Gustavo Bimbatti.

Já nos concertos externos, as apresentações dos Grupos Pedagógicos têm início no dia 11, terça-feira, às 17h, no Edifício Oswald de Andrade, com o Conjunto de Metais, do professor Edmilson Baia. No dia 22, sábado, às 11h, as Bandas Juvenil e Sinfônica Jovem, orientadas pelos professores Marcelo de Jesus e Marcelo Afonso, se apresentam na Praça da Matriz de Tatuí. E por último, no dia 30, domingo, às 20h30, a cidade de Capivari recebe o concerto da Banda Juvenil 1, orientada pelo professor Edmilson Baia.

Vale destacar que todas as apresentações são gratuitas. Confira todos os detalhes da programação do Conservatório de Tatuí na Agenda Cultural da instituição.

Serviço: 

1ª Mostra de Prática de Conjunto de 2024

Coordenação: Tulio Pires

Camerata Infantil e Juvenil de Violões

Docente Responsável: Ana Maria de Souza e Josiane Gonçalves

Data: 11 de junho de 2024, terça-feira

Horário: 10h

Local: Auditório da Unidade 2

Rua São Bento, 808, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Grupo de Percussão Brasileira

Docente Responsável: Rodrigo Moura e Rodrigo Braz

Data: 11 de junho de 2024, terça-feira

Horário: 13h

Local: Cantina

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Consort de Flautas

Docente Responsável: Selma Marino

Data: 11 de junho de 2024, terça-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Orquestra Infantil 4 Cordas

Docente Responsável: Ana Lúcia

Data: 11 de junho de 2024, terça-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Jazz Combo Jovem

Docente Responsável: Diego Garbin

Data: 11 de junho de 2024, terça-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Grupo Juvenil de Performance ao Piano

Docente Responsável: Miriam Braga

Data: 12 de junho de 2024, quarta-feira

Horário: 17h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Luteconsorte

Docente Responsável: Dagma Eid

Data: 12 de junho de 2024, quarta-feira

Horário: 17h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Grupo de Música Raiz Jovem

Docente Responsável: Zeca Collares

Data: 12 de junho de 2024, quarta-feira

Horário: 17h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Camerata Infantil e Juvenil de Violões

Docente Responsável: Josiane Gonçalves e Ana Maria de Souza

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 15h30

Local: Auditório da Unidade 2

Rua São Bento, 808, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Camerata Juvenil de Violões – Retrato das Cordas

Docente Responsável: Josiane Gonçalves

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 15h30

Local: Auditório da Unidade 2

Rua São Bento, 808, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Orquestra Infantil e Jovem de Violoncelos

Docente Responsável: Elen Ramos

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 15h30

Local: Auditório da Unidade 2

Rua São Bento, 808, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Grupo Infantil de Performance ao Piano

Docente Responsável: Mariana Virgilli

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Coro Jovem

Docente Responsável: Marcos Nascimento

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Banda Infantil

Docente Responsável: Edmilson Baia

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Orquestra de Acordeons Infanto-juvenil

Docente Responsável: Thadeu Romano

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Orquestra dos Povos

Docente Responsável: Thadeu Romano

Data: 13 de junho de 2024, quinta-feira

Horário: 18h

Local: Salão Villa-Lobos

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Camerata Jovem de Violões – Corda Toda

Docente Responsável: Dagma Eid

Data: 14 de junho de 2024, sexta-feira

Horário: 18h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Grupo de Percussão Sinfônica Jovem

Docente Responsável: Agnaldo Silva

Data: 14 de junho de 2024, sexta-feira

Horário: 18h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Orquestra de Cordas Ritornello e A la corde

Docente Responsável: Gustavo Bimbatti

Data: 14 de junho de 2024, sexta-feira

Horário: 18h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Rua São Bento, 415, Centro – Tatuí/SP

Entrada gratuita

Outros concertos

Agenda Cultural do Conservatório de Tatuí

Mais informações: (15) 3205-8434.

(Fonte: Máquina Cohn&Wolfe)