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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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O impacto positivo da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos para sustentabilidade ambiental

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Alexander Mills/Unsplash.

Por Helen Brito — A crescente preocupação ambiental e a busca por práticas mais sustentáveis têm impulsionado a necessidade de soluções que promovam a economia circular e reduzam o desperdício de recursos. Nesse contexto, a logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos emerge como uma ferramenta importante para alcançar esses objetivos.

Os eletroeletrônicos e eletrodomésticos constituem uma das correntes de resíduos de crescimento mais acelerado globalmente, impulsionados pelo avanço tecnológico contínuo. Segundo o mais recente relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), intitulado The Global E-waste Monitor 2024, a quantidade de resíduos está aumentando em 2,6 milhões de toneladas, com uma projeção para atingir 83 milhões de toneladas até 2030, representando um aumento de 33% em relação a 2022.

Esses equipamentos podem conter substâncias tóxicas, como chumbo, alumínio, arsênio, mercúrio e cádmio, entre outras, o que torna a sua gestão complexa. Uma má gestão pode resultar na poluição do solo, água e ar, além de representar uma perda significativa de recursos preciosos. Ao desviar esses resíduos dos aterros sanitários e incineração, a logística reversa contribui para a redução da poluição e dos danos ambientais associados ao descarte inadequado desses produtos, protegendo ecossistemas vulneráveis e a preservando a qualidade ambiental.

Assim, a logística reversa desempenha um papel fundamental na gestão sustentável dos resíduos, sendo um componente essencial da economia circular. Abrangendo atividades como coleta, transporte, triagem e reintegração de produtos e materiais ao ciclo produtivo após o consumo, visa recuperar o valor dos produtos pós-consumo. O processo reduz o impacto ambiental associado à sua eliminação e promove a utilização mais eficiente dos recursos.

Por meio da logística reversa, é possível recuperar materiais valiosos, como metais preciosos, plásticos e vidro, presentes nos equipamentos descartados, os quais podem ser reciclados e reintroduzidos à cadeia de produção, diminuindo a dependência de recursos naturais.

Helen Brito. Foto: Divulgação.

A implementação eficaz desse sistema estimula a inovação tecnológica e o desenvolvimento de novos modelos de negócios baseados na economia circular. Empresas podem encontrar oportunidades de criar valor a partir da recuperação e reutilização de componentes e materiais, o que não apenas gera empregos, mas também impulsiona o crescimento econômico sustentável da região.

Além disso, a logística reversa desempenha um papel fundamental na conscientização e no engajamento dos consumidores em relação à gestão responsável dos resíduos. Programas de coleta e reciclagem incentivam os consumidores a descartarem seus dispositivos de forma adequada, promovendo uma cultura de consumo mais consciente e sustentável.

Ao contrário do modelo linear tradicional de ‘extrair, produzir, consumir e descartar’, a logística reversa promove a reutilização, recuperação e reciclagem de materiais, mantendo-os em ciclos produtivos pelo maior tempo possível. Esse processo representa um modelo econômico regenerativo que visa minimizar o desperdício e a utilização de recursos finitos.

*Helen Brito é gerente de Relações Institucionais da ABREE — Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos.

(Fonte: Com Marina Dias/Sing Comunicação de Resultados)

Narcisismo parental: como identificar e lidar com pais tóxicos

São Paulo, por Kleber Patricio

Danilo Suassuna. Foto: Divulgação.

O papel dos pais é fundamental no desenvolvimento emocional e psicológico dos filhos. No entanto, quando esse papel é distorcido por comportamentos tóxicos, como o narcisismo parental, ele pode causar sérios danos ao bem-estar dos filhos. Segundo Danilo Suassuna, doutor em psicologia e diretor do Instituto Suassuna, que oferece pós-graduação e forma psicólogos atuantes, o narcisismo parental é um padrão de comportamento no qual os pais colocam suas próprias necessidades e desejos acima dos de seus filhos. “Pais narcisistas frequentemente utilizam seus filhos como extensões de si mesmos, buscando validação e atenção através deles. Esse comportamento pode se manifestar de diversas maneiras, incluindo controle excessivo e manipulação emocional”, explica.

De acordo com o especialista, identificar o narcisismo parental pode ser desafiador, especialmente porque muitos pais narcisistas são habilidosos em mascarar seu comportamento tóxico como preocupação ou amor. No entanto, alguns sinais podem indicar a presença desse problema. São eles:

Necessidade constante de controle: “O pai narcisista tenta controlar todos os aspectos da vida do filho, muitas vezes desconsiderando os desejos e necessidades individuais da criança”, afirma Danilo Suassuna.

Falta de limites: Ele ignora e desrespeita os limites pessoais dos filhos, tratando-os como extensões de si mesmo em vez de indivíduos independentes.

Manipulação emocional: Segundo o doutor em psicologia, um pai narcisista utiliza táticas de manipulação, como culpar, envergonhar ou fazer com que o filho se sinta responsável por suas emoções.

Busca excessiva por validação: Um genitor narcisista depende do sucesso ou das realizações do filho para validar seu próprio valor, muitas vezes pressionando a criança a atender expectativas irreais.

Desvalorização: Frequentemente ele menospreza ou desvaloriza os sentimentos, opiniões e realizações dos filhos.

Para Danilo Suassuna, quem é filho de um pai narcisista precisa entender que não é responsável pelos comportamentos do mesmo, mas pode utilizar estratégias para lidar com a situação. “Uma delas é aprender a estabelecer e manter limites emocionais e físicos. Outra sugestão é buscar apoio, seja através de um terapeuta ou grupos que proporcionem um espaço seguro para o processamento das emoções”, sugere.

Além disso, o diretor do Instituto Suassuna recomenda que o filho de pai narcisista pratique sempre o autocuidado, envolvendo-se em atividades que promovam seu bem-estar físico e emocional. “Isso pode incluir hobbies, exercícios, meditação e tempo com amigos de confiança”, diz Danilo Suassuna. Ele também ressalta a importância de aprender sobre o tema para que possa entender melhor o comportamento narcisista e desenvolver estratégias eficazes para lidar com ele.

Sobre Danilo Suassuna | Doutor em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2008), possui graduação em Psicologia pela mesma instituição. Autor do livro Histórias da Gestalt-Terapia – Um Estudo Historiográfico. Professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e do Curso Lato-Sensu de Especialização em Gestalt-terapia do ITGT-GO. Coordenador do NEPEG Núcleo de estudos e pesquisa em gerontologia do ITGT. É membro do Conselho Editorial da Revista da Abordagem Gestáltica. Consultor Ad-hoc da revista Psicologia na Revista PUC-Minas (2011). Para mais informações acesse o Instagram @danilosuassuna.

Sobre o Instituto Suassuna

O Instituto Suassuna realiza congressos, seminários, workshops e extensões voltadas aos profissionais da psicologia. E para isso, conta com um time de especialistas em educação. O instituto utiliza o Google for Education para transformar a maneira como os alunos e professores aprendem, trabalham e inovam juntos. A metodologia utilizada transforma o ensino em aprendizagem permitindo que os alunos evoluam no próprio ritmo, resultando em solucionadores de problemas criativos e também em colaboradores eficientes.

Tudo é pensado e entregue com o objetivo de direcionar os produtos, funcionários, programas e filantropia para um futuro em que os alunos tenham acesso à educação de qualidade que eles merecem e que com isso, possam transformar o mundo. Para mais informações, acesse o site ou pelo Instagram e canal no Youtube.

(Fonte: Com Carolina Lara)

Observação de aves: com mais de 1900 espécies registradas, Brasil é potência na modalidade de turismo de natureza

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Curated Lifestyle/Unsplash.

Com seis diferentes biomas e a maior biodiversidade do planeta, o Brasil é o primeiro país da América Latina e o terceiro no mundo em número de espécies endêmicas de pássaros. Os dados fazem parte do e-book Tudo Sobre: Observação de Aves (Everything About: Birdwatching, no título em inglês), elaborado pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) que também aponta a existência de mais de 11 mil espécies de aves no mundo, com 32% delas na América do Sul.

Por isso, a atividade de observação de aves ou birdwatching tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil, que abriga mais de 1.900 espécies registradas e 18% da diversidade mundial de pássaros. Essa modalidade faz parte do turismo de natureza e, segundo dados do Ministério do Turismo, vem crescendo nos últimos anos, e no mundo todo, são mais de 100 milhões de observadores de aves, gerando cerca de U$90 bilhões por ano.

Carlos Eduardo Pereira, diretor executivo da Bancorbrás Turismo explica que a atividade, além de ser um atrativo turístico, contribui para o estudo, monitoramento e proteção desses animais. “No Brasil, a grande biodiversidade permite ao turista não somente praticar o birdwatching, como também desfrutar e conhecer a exuberância da fauna e da flora do país, além de apoiar projetos que recebem observadores e atuam pela defesa das aves”, comenta.

Dentre os principais destinos para a observação de aves estão o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, onde é possível avistar uma variedade de espécies em todas as épocas do ano. “Na região Centro-Oeste, o avistamento de aves é muito praticado no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT), no Nordeste, o Parque Nacional da Serra da Capivara (PI) e, no Norte, o Parque Nacional de Anavilhanas (AM) são casas para as belas e coloridas surpresas voadoras”, afirma Carlos.

(Fonte: Com Geovana Oliveira Costa/Profissionais do Texto)

DAN Galeria Interior apresenta mostra ‘Amazonia Vida’, de José Roberto Aguilar

Votorantim, por Kleber Patricio

José Roberto Aguilar, Flores da Permissão (2023).

José Roberto Aguilar mergulha nas dimensões físicas e simbólicas da Amazônia por meio da pintura, retratando a floresta como uma entidade viva, repleta de cor e movimento. A mostra ‘Amazônia Vida’, em cartaz na DAN Galeria Interior, em Votorantim, explora a relação entre a natureza e a humanidade, os ciclos da vida, o conceito de tempo e a impermanência. Com curadoria de Fabio Magalhães, a exposição reúne 31 telas e a instalação ‘Guardiões das Águas’.

“Tentar categorizar a arte de Aguilar é correr atrás do vento”, escreve o jornalista Leonor Amarante. José Roberto Aguilar entrou na cena artística brasileira no início dos anos 1960, quando foi selecionado para participar com três pinturas na VII Bienal São Paulo. A partir daí integra as mais importantes manifestações artísticas do país. Seus trabalhos e intervenções ao longo de seis décadas vão desde a pintura – passando por videoarte, videoinstalação, performances – à liderança da Banda Performática.

José Roberto Aguilar, Seringueiras | 2015. 1,00 m x 1,00 m | acrílica sobre tela.

Aguilar participou de várias edições da Bienal de Arte de São Paulo e realizou inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior – Japão, Paris, Londres, Estados Unidos e Alemanha. Suas pinturas estão presentes no acervo de museus no Brasil e no exterior (Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea – São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea – Niterói, Museu de Arte Brasileira – SP, Hara Museum-Japan, Austin Museum of Art-US) e também integram importantes coleções particulares (Gilberto Chateaubriand, João Sattamini, Haron Cohen, Gregory Ryan, Joaquim Esteves, Jovelino Mineiro, Miguel Chaia, Roger Wright, Ricardo Akagawa, João Carlos Ferraz entre outros). Em meados nos anos 1990 tornou-se diretor da Casa das Rosas, dinamizando aquele espaço cultural com grandes exposições sobre cultura brasileira (1996-2002) e iniciativas pioneiras com arte e tecnologia. O seu trabalho como gestor cultural fez com que fosse convidado pelo então Ministro da Cultura, Gilberto Gil, para ser o representante do Ministério da Cultura em São Paulo (2004-2007). Atualmente, Aguilar concentra em seu acervo importantes obras e documentos da história da arte e da cultura no Brasil. Compreende quadros, instalações, fotografias, documentos, livros, entre outros.

Para o curador, “Aguilar sempre pintou como um lutador. O embate entre tintas e tela e a coreografia gestual, são atores importantes na construção da sua poética visual. Isto é, o artista desenvolve um verdadeiro corpo a corpo com a tela, numa relação veloz entre pensamento e ação. Basta visitar seu ateliê para perceber que nesses embates pictóricos seus golpes de tinta extravasam, em muito, os limites da tela.”

José Roberto Aguilar, Seringueiras | 2015. 1,00 m x 1,00 m | acrílica sobre tela.

Desde 2004, o artista se divide entre São Paulo e Alter do Chão, no Pará, onde mantém casa ateliê e uma forte relação com a Floresta Amazônica e a comunidade ribeirinha local. “O bioma amazônico acende uma nova poética no meu trabalho, onde as forças indomáveis da floresta tropical confrontam a sensibilidade urbana. Em Alter do Chão, mergulho na vastidão do ecossistema amazônico, onde a luz de cada manhã e o matiz de cada pôr do sol revelam a vida oculta da floresta. Aqui, entre as vinhas, os pássaros e a sabedoria dos xamãs, encontro um mundo onde tudo está conectado, onde a vida e a morte dançam em um ciclo contínuo de renovação”, diz José Roberto Aguilar

“Como diretora da DAN Galeria Interior, é uma grande honra poder produzir a exposição ‘Amazônia Vida’ de José Roberto Aguilar. Esta exposição, que conta com curadoria de Fabio Magalhães, inaugura a representação do artista pela galeria. O trabalho de Aguilar continua a ser relevante e influente na arte contemporânea assim como seu espírito inovador que deixou uma marca indelével no cenário artístico brasileiro. A curadoria sensível de Magalhães conseguiu comprovar porque Aguilar é uma figura central na história da arte brasileira, atravessando o tempo com mais de cinco décadas de produção artística”, diz Cristina Delanhesi.

Sobre o artista
José Roberto Aguilar (São Paulo, SP, 1941) | Pintor, videomaker, performer, escultor, escritor, músico e curador.

A partir dos anos 1950, José Roberto Aguilar realiza obras que possuem um caráter mágico-expressionista, em diálogo com a abstração, caracterizadas pela espontaneidade na pintura, obtida pela aplicação rápida da tinta. Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1965. Na Série Futebol 1 (1966), emprega manchas de cor e tintas escorridas, em cores contrastantes, causando grande impacto pelo caráter fantástico das figuras disformes. Por volta de 1963, sua obra passa a revelar preocupações político-sociais. O artista realiza experiências com pinturas a spray e pistola sobre grandes superfícies de tela. Por meio dessas técnicas, obtém efeitos originais, captando a atmosfera dos luminosos em néon, típica das metrópoles atuais.

José Roberto Aguilar, Seringueiras | 2015. 1,00 m x 1,00 m | acrílica sobre tela.

Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, além da Banda Performática, lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas e assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica.

Em 2002, na exposição Rio de Poemas, Aguilar realiza uma série de telas inspiradas em textos literários, como o conto A Terceira Margem do Rio, de Guimarães Rosa (1908–1967). A atração pela literatura e pela mitologia são constantes na produção do artista. Ele apropria-se da escrita e dos signos gráficos, tornando-os elementos integrantes de suas telas. Em suas pinturas, apresenta uma dinâmica multidirecional e revela a articulação de emoções. Nas telas da série Rio de Poemas, o artista diminui a gestualidade, produzindo pinturas quase diáfanas.
Sobre a DAN Interior | A DAN Interior é um espaço que abrange obras de grandes formatos e que funciona como um espaço mediador entre o interior e a capital. Sua infraestrutura conta com reserva técnica para armazenamento de seu acervo e dispõe de um heliponto. O setor educativo da instituição proporciona atividades e ações de cunho sociocultural, como visitas mediadas e debates entre artistas representados pela DAN Galeria e outros artistas da região metropolitana da região de Votorantim e Sorocaba, criando uma interface mais atrativa também para o público local.
Serviço:

DAN Galeria Interior – Amazônia Vida, de José Roberto Aguilar
Curadoria de Fabio Magalhães
Período expositivo: de 14 de setembro de 2024 à 14 de janeiro de 2025
De segunda a sexta-feira das 10h às 18h e sábados das 10h às 13h
Agendamentos no WhatsApp – (15) 99136-0301

Av. Ireno da Silva Venâncio, 199 – Protestantes, Votorantim, SP – Galpão 20 A.

(Fonte: Com Marianna Rosalles/A4&Holofote Comunicação)

Violonista Welton Nadai lança videoclipes com versão instrumental de dois clássicos da MPB

Rio Claro, por Kleber Patricio

Gravação do clipe de Insensatez. Fotos: Divulgação.

O violonista Welton Nadai acaba de lançar dois videoclipes com uma belíssima interpretação instrumental de dois grandes clássicos da Música Popular Brasileira: ‘Eu Sei Que Vou Te Amar’, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e ‘Insensatez’ de Tom Jobim. Com uma produção impecável e interpretação particular e marcante de Welton Nadai, as versões destas duas importantes obras da música brasileira são executadas em cenário íntimo e espetacular, envolvendo o público em um momento poético e acolhedor.

O clipe de ‘Eu Sei que Vou Te Amar’ foi gravado no antiquário Vila Del Capo, em Brotas. “Foi uma escolha bem especial. O lugar tem uma arquitetura linda e está cheio de objetos antigos, com uma beleza única, que acabou trazendo toda uma atmosfera diferente para o vídeo. Aproveitamos o cenário ao máximo para dar um toque a mais no sentimento da música”, explica Welton Nadai.

Todo o processo, desde a concepção da ideia até o lançamento, durou cerca de três meses. “Foi um período intenso, mas gratificante. O áudio foi gravado no estúdio Lab Sound, em Piracicaba. Depois, a edição ficou por conta da Rede Vinil Produtora, que fez um trabalho impecável unindo tudo – som, imagem e aquela vibe especial do antiquário. O resultado ficou super harmonioso, com o visual e a música se complementando de uma forma muito natural”, comenta.

O videoclipe de ‘Insensatez’ foi gravado no teatro do Centro Cultural Roberto Palmari, em Rio Claro. O teatro possui um palco com estilo aberto, o que permitiu a criação de um efeito visual único. “A exposição das velas foi pensada para que o músico parecesse flutuar, dando um toque especial à estética do vídeo, o que combinou perfeitamente com a sutileza da música”, conta o violonista.

Com sua sensibilidade habitual, Welton Nadai traduz ao violão toda a intensidade e emoção típicas das canções de Tom Jobim, encantando tanto fãs da MPB quanto apreciadores da música instrumental.

A produção dos videoclipes é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas, e Instituto Lumiarte, através do programa ProAC-ICMS. Conta com o patrocínio das empresas Eco Primos, Indústria de Urnas Bignotto, Doimo Transportadora e Sapataria Lago Azul. Toda a produção ficou sob a responsabilidade do Instituto Lumiarte, Aline Pinton Produções, Auto Reverse Produção Multimídia, Mary Favoretto Produções e Rede Vinil Produtora. Os clipes estão disponíveis no canal @WeltonNadai, no YouTube.

Sobre Welton Nadai

Welton no Lab Sound, em Piracicaba.

Welton Nadai nasceu em Rio Claro e se interessou pelo universo do violão erudito ainda na adolescência. Estudou no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí/SP e é formado em Licenciatura em Música pela Faculdade Unincor (Universidade Vale do Rio Verde em Três Corações/MG). É Pós-Graduado em Arte e Educação pela Faculdade Integrada Claretianas de Rio Claro/SP e atualmente desenvolve diversos trabalhos com o violonista Pedro Cameron, a quem também deve boa parte da sua formação.

Em 2012, lançou o álbum ‘Violões Artes Trio’ com os violonistas Pedro Cameron e Lucas Penteado, e em 2018, como produtor, o álbum do Brasilis Guitar Duo ‘O Violão bem Temperado’, formado por Edson Lopes e Guilherme Sparrapan.

Em 2019 lançou o EP Circuito do Violão, com participação da Orquestra de Violões e Violões Artes Trio. Em 2020, produziu a web série Violão na Escola e em 2021 lançou seu primeiro álbum solo ‘Pedro Cameron’, com obras contemporâneas do violonista homenageado.

Paralelamente, Welton Nadai está à frente de diversos projetos culturais, como o Projeto Violão nas Escolas, que incentiva a música erudita e instrumental entre estudantes e professores, e a produção de conteúdo para diferentes plataformas digitais. São diversas iniciativas com o mesmo propósito: conceber e executar ações culturais no interior paulista. 

Saiba mais sobre Welton Nadai: YouTube | Instagram

Eu Sei Que Vou Te Amar: https://www.youtube.com/watch?v=vxTUBPILeDM

Insensatez: https://www.youtube.com/watch?v=XcTH7izLtlE.

(Fonte: Com Ivone Moreira/ImPauta Comunicação)