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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Ana Paula Moreti convida Jane Duboc no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Giubilei.

O Sesc Belenzinho traz as cantoras Ana Paula Moreti e Jane Duboc no dia 19 de outubro, sábado as 21h no Teatro, com ingressos de R$18 (Credencial Sesc) a R$60 (inteira).

A cantora Ana Paula Moreti, reverenciada por grandes artistas como Ivan Lins, Rosa Passos e Flora Purim, convida uma das mais conceituadas vozes brasileiras, Jane Duboc, em um show que rearranja clássicos da música brasileira para uma versão mais moderna, comandada por um quinteto composto por bateria, baixo, teclado, guitarra e saxofone e que mistura pop, jazz e música brasileira.

Ana Paula Moreti canta profissionalmente desde os 18 anos, quando lançou o CD Essência. Desde 2010 integra o grupo de Alexandre Cunha, com apresentações em festivais de jazz e turnês internacionais, e participou dos CDs do baterista – Barulho Bravio (2010), Brasil Plural (2014) e Viagem ao Interior (2021). Em 2017 lançou o DVD Alegre Menina – Ana Paula Moreti canta Djavan. Em 2018 foi solista convidada da Orquestra Municipal de Americana, dividindo o palco com o violonista Marcel Powell, e fez uma série de shows com o primeiro. Em 2019 lançou o EP Prepare o Coração.

Jane Duboc, cantora nascida em Belém do Pará, interpreta MPB, jazz, Bossa Nova. Ainda jovem mudou-se para os Estados Unidos, onde estudou orquestração, canto lírico, flauta e arte dramática por seis anos e atuou como cantora, compositora, instrumentista, publicitária e professora.

De volta ao Brasil na década de 70, atuou ao lado de grandes nomes em programas de TV, participou do especial do Roberto Carlos, Fábio Júnior e outros, formou e participou de grupos musicais, corais, orquestras, gravações e tem participação em mais de duzentos discos de autores como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Hermeto Pascoal, Roberto Sion, Sarah Vaughan, além de gravação de trilhas sonoras e comerciais. Jane defendeu canções em Festivais que lhe renderam sempre lugar de destaque e até mesmo assinaturas de contratos.

Com o sucesso das músicas Chamas da Paixão e Sonhos, em 1987, vieram os convites para participação de dez trilhas de novelas; dentre elas, a Vale Tudo com a música Besame (Flávio Venturini e Murilo Antunes).

Com prestígio internacional, em 2003 a gravadora EMI Music South East Asia incluiu Jane Duboc para fazer parte do CD Pink – Champagne, coletânea onde se destacaram grandes cantoras mundiais, como Ella Fitzgerald, Billie Holliday, Sarah Vaughan, Liza Minnelli, Edith Piaf, Nina Simone, Judy Garland e outras. Um encontro de duas grandes cantoras brasileiras, um encontro marcado pela delicadeza, elegância e sofisticação de duas gerações.

Serviço:

Ana Paula Moreti convida Jane Duboc

Dia 19 de outubro | Sábado, às 21h

Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada), R$18 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc – limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional ; não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional.

Transporte Público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Com Priscila Dias/Sesc Belenzinho)

Orquestra Ouro Preto lança álbum ‘Auto da Compadecida, a Ópera’

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Ópera Auto da Compadecida. Fotos: Rapha Garcia.

É com espírito de ousadia que a Orquestra Ouro Preto apresenta seu novo lançamento para as plataformas digitais. O pioneirismo que acompanha a trajetória da formação mineira se faz ainda mais evidente ao compartilhar com o público o resultado de uma imersão profunda no desenvolvimento de uma ópera genuinamente brasileira. ‘Auto da Compadecida, a Ópera’, adaptação do clássico de Ariano Suassuna, ganhou um registro com a alta qualidade que uma produção dessa magnitude demanda e o álbum chegou a todas as plataformas no último dia 11.

A história de Chicó e João Grilo reúne, na versão da formação mineira, uma verdadeira constelação em sua equipe para apresentar ‘uma ópera-bufa brasileira em dois atos’. A música é original e traz a assinatura de Tim Rescala. O compositor assina o libreto junto com o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e responsável pela concepção e direção musical da montagem que agora pode ser ouvida por todos.

‘Auto da Compadecida, a Ópera’ marca a terceira incursão da Orquestra no gênero e simboliza um marco na maturidade da formação, que se aproxima de seus 25 anos de história. O álbum não só reflete a excelência musical da Orquestra Ouro Preto, mas também seu compromisso de democratizar o acesso à cultura e à música de concerto proporcionando uma excepcional experiência para o ouvinte.

O registro é a celebração de um grande sucesso obtido pelas salas de espetáculo do país desde a estreia da montagem, em 2022, passando por uma noite de total encantamento de uma plateia de mais de 10 mil pessoas nas areias da praia de Copacabana em 2023. “Além de criar novos projetos, a Orquestra Ouro Preto também dá grande importância à formação de repertório e de novos públicos. Nada melhor para isso do que oferecer a todos, de forma gratuita, a oportunidade de ter contato com esse gênero tão antigo na história da arte, mas apresentado de maneira super contemporânea, com a linguagem dos nossos tempos e do nosso povo, em um suporte tão acessível e ocupado por públicos de todas as idades como são as plataformas digitais”, comemora o maestro Rodrigo Toffolo.

‘Auto da Compadecida, a Ópera’ traz a comédia como elemento principal de sua linguagem. Para cumprir essa missão, formou-se um grande elenco em cena, e também nas gravações, para que essa relação direta com a plateia estabelecida nos palcos transbordasse para o disco. São grandes nome do canto lírico brasileiro – Fernando Portari, Marília Vargas, Marcelo Coutinho, Carla Rizzi, Jabez Lima e Rafael Siano –, além de um trio de atores escolhidos para dar voz e corpo ao clássico da literatura brasileira – Glicério do Rosário, Claudio Dias e Maurício Tizumba.

Tim Rescala, em sua terceira parceria com a Orquestra Ouro Preto, desfila toda sua capacidade de composição, criando uma música de alcance imediato com o ouvinte/espectador, cativante e de caráter universal.  “Foi um trabalho incrível do Tim, uma música belíssima. E tenho certeza de que o público que ainda não conhece a ópera, assim como quem vai ouvir novamente agora nas plataformas vai ficar feliz com o resultado e muitos vão dizer aquela frase que tanto nos traz alegria de ouvir: ‘só a Orquestra Ouro Preto para fazer isso’”, garante Toffolo.

‘Auto da Compadecida, a Ópera’ é o quarto lançamento da Orquestra Ouro Preto com a Musickeria, uma bem-sucedida parceria que já deu à luz aos álbuns ‘Gênesis: Orquestra Ouro Preto e João Bosco’, ‘Orquestra Ouro Preto: A-Há’ e ‘Orquestra Ouro Preto: Vander Lee (No Balanço do Balaio)’. “Para nós da MSK é sempre uma honra e alegria participar dos lançamentos da Orquestra Ouro Preto. Estamos chegando ao quarto lançamento juntos da nossa parceria com esse álbum mais que especial da ópera do Auto da Compadecida. Um clássico que vai emocionar a todos que ouvirem”, afirma Flávio Pinheiro, sócio diretor da Musickeria. Mais informações: www.orquestraouropreto.com.br.

(Fonte: Com Fábio Gomides/A Dupla Informação)

Brasil adere à participação em fórum internacional para o desenvolvimento de políticas de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS)

Foz do Iguaçu, por Kleber Patricio

Imagem: Tatuan Alencar/MME.

O Brasil assinou no início do mês sua adesão à iniciativa da Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono (CCUS), promovida pelo Clean Energy Ministerial, fórum criado para o desenvolvimento e promoção de políticas para o estímulo a uma economia global de energias limpas. O acordo assinado em Foz do Iguaçu, no Paraná, foi realizado em paralelo às reuniões do G20 sobre a transição energética.

Criado em 2018, esse é um dos principais fóruns globais para a promoção e desenvolvimento de políticas e investimentos em CCUS, buscando atrair indústrias, governos e financiadores da tecnologia. Ao todo, 15 países, entre eles Austrália, Canadá, China, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, estão presentes.

A CCS Brasil, associação que visa estimular as atividades ligadas à Captura e Armazenamento de Carbono no país, esteve presente no evento. Segundo a cofundadora e diretora da associação, Nathalia Weber, essa é uma oportunidade de o Brasil buscar novas oportunidades de investimentos nacionais e estrangeiros para viabilizar projetos de captura e armazenamento de carbono. O grupo permitirá a colaboração nas áreas regulatória, financeira e tecnológica. “O Brasil tem um potencial significativo para o desenvolvimento de tecnologia de CCS. Com a participação nessa iniciativa temos a oportunidade de ter um desempenho ainda mais expressivo, com a elaboração de novos projetos de impacto. Temos muito a contribuir com o mundo. Um dos exemplos são os projetos da indústria de etanol com potencial para emissões negativas, fundamentais para as metas climáticas no planeta e que também podem trazer grandes colaborações internacionais”, afirma ela.

Nathalia lembra que essa é a segunda iniciativa de impacto internacional em relação ao CCS nesse ano. Em junho, Brasil e Noruega assinaram um memorando de entendimento para o fomento de parcerias internacionais e negócios, desenvolvimento de projetos, soluções inovadoras, pesquisa e formas de financiamento para a captura e o armazenamento de carbono (CCS). Segundo a engenheira, essas iniciativas visam expandir o compartilhamento de ideias e permite que o Brasil possa adaptar experiências positivas que outros países já passaram. “Podemos contar com essas lições aprendidas para acelerar nosso desenvolvimento de um processo que garanta segurança e o sucesso do desenvolvimento de projetos de CCS no Brasil. Podemos nos inspirar, trocar conhecimentos e experiências e também compartilhar nossos projetos para que esse segmento possa se desenvolver ainda mais”, completa.

Por fim, a cofundadora da CCS Brasil ainda destaca que o Brasil teve aprovado em 8 de outubro o projeto de lei nº 528/2020 (PL Combustível do Futuro), que fornece as bases e estabelece o primeiro marco regulatório de CCS no Brasil. Para Nathalia, o momento é excelente para a ampliação da cooperação internacional. “Finalmente, um passo importantíssimo para que possamos avançar com projetos, mas a regulação não se encerra nesse marco. Ainda tem um caminho de regulação a ser desenvolvido e contar com a experiência internacional é muito importante”, finaliza.

Sobre a CCS Brasil | A CCS Brasil é associação que visa estimular as atividades ligadas à Captura e Armazenamento de Carbono no país, um processo que visa trazer um impacto sustentável positivo para a sociedade e que reúne diversas tecnologias para a captura do CO2, transporte e armazenamento permanente do gás carbônico em formações rochosas profundas. A CCS Brasil busca promover a cooperação entre todos os entes que podem participar dessa cadeia produtiva e que incluem empresas financiadoras, indústrias, governo, universidades e a sociedade, visando o desenvolvimento desse mercado.

(Fonte: Com Renan Araujo/Tree Comunicação)

Furacão Milton: como a tecnologia ajudou a salvar vidas

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Imkara Visual/Unsplash.

Por Alexandre PierroPerdas financeiras podem ser recuperadas, vidas não. Todos nos assustamos com a agressividade do Furacão Milton, que atingiu a Flórida na última quinta-feira (10) na categoria 5. Mas, mesmo diante de seus danos devastadores ao estado, fato é que, se compararmos com outros desastres que já atingiram a região, como o famoso Furacão Katrina, a letalidade deste recente foi significativamente menor – muito disso graças ao avanço da tecnologia e inovação nos últimos anos que foi empregada perante uma análise preventiva à população.

Tendo ganhado força rapidamente e surpreendido muitos cientistas e pesquisadores, o fenômeno se formou no Golfo do México e se intensificou devido às altas temperaturas das águas na região, apresentando ventos de até 250 km/h. Seu perigo era tanto que a própria governadora do estado pediu que a população evacuasse o local, apelando com o discurso de que “aqueles que ficassem nas áreas de maior risco, iriam morrer”.

Seus estragos à infraestrutura local foram inevitáveis, com perdas econômicas projetadas em torno de US$60 bilhões por analistas locais. Porém, por outro lado, temos que ressaltar que as mortes causadas por este fenômeno foram significativamente menores em comparação com outros. Pouco mais de 15 mortes foram oficialmente confirmadas até a última sexta (11), algo que foi fortemente auxiliado através da tecnologia.

Comparativamente, o Furacão Katrina, que destruiu a região metropolitana de Nova Orleans, chegou a causar mais de mil mortes à época. O que, então, mudou de lá para cá para termos uma grande diferença nestes termos? A digitalização do mercado global. Os avanços tecnológicos presenciados nos últimos anos puderem ser positivamente empregados nesse sentido, investindo recursos que trouxessem análises preditivas que estimassem a data e horário que esses fenômenos chegariam ao local, assim como sua provável gravidade e agressividade.

Como exemplo disso, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos, um drone foi inserido no olho do Furacão Milton e conseguiu reportar rajadas de vento de até 122 km/h a uma distância de menos de 80 km de seu centro. Ele foi enviado com o objetivo de entender melhor o papel da influência dos oceanos nos furacões, o que contribuiu até mesmo para identificar o grau que estaria ao tocar o chão na Flórida.

Em paralelo, muito foi explorado através da IA nessa prevenção, utilizando essa ferramenta para monitoramento do avanço dos furacões a fim de traçar sua possível rota, velocidade, gravidade, dia e hora em que atingiria determinada região. Neste caso do Milton, estas informações permitiram que as autoridades locais notificassem a população que se encontraria nas áreas de maior risco para que evacuassem o local a tempo, salvando a maior quantidade possível de vidas.

A inovação tecnológica desenvolvida ao longo dos anos contribuiu para melhores modelos matemáticos, sistema de computação e medições que tragam dados mais precisos quanto estes impactos, de forma que seja possível se preparar, ao máximo, para se proteger contra estes fenômenos inerentes à natureza.

Assim, mesmo diante de tamanhos desastres que o Furacão Milton inevitavelmente gerou ao estado, a tecnologia se fez uma forte aliada às vidas locais. Os danos sentidos certamente servirão de aprendizado para melhorias contínuas, de forma que possam ser desenvolvidas cada vez mais soluções robustas que contribuam para uma maior assertividade nesta previsão e, consequentemente, prevenção contra prejuízos que nenhum dinheiro conseguirá reverter.

Alexandre Pierro é mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.

Saiba mais sobre a ISO de inovação: www.isodeinovacao.com.br

A ISO de inovação é uma metodologia internacional de governança para a inovação que vem sendo adotada por empresas de todos os portes e segmentos ao redor de todo o mundo. Estima-se que mais de 400 companhias já adotaram o modelo, sendo mais de 10 apenas no Brasil. Há casos de indústrias, serviços e até empresas públicas. Baixe o e-book e leve essa ferramenta de gestão para sua empresa também.

(Fonte: Com Nathalia Bellintani/InformaMidia)