Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Brasília celebra a arte postal com primeira bienal internacional e lançamento de selo exclusivo

Brasília, por Kleber Patricio

O RELAC – Comitê Regional de Latino América e El Caribe da Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP) apresenta a realização da Primeira Bienal Internacional de Arte Postal que teve início no dia 25 de setembro no Museu dos Correios, em Brasília, seguindo para o México, com exibição na Quinta Estação dos Correios, Museu do Palácio Postal. Este evento se destaca não apenas por sua proposta artística, mas também por sua importância simbólica, comemorando 190 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e o México.

A Bienal será realizada simultaneamente sendo que na quarta-feira, 25 de setembro, a exposição foi inaugurada com uma palestra do curador Prof. Dr. Oscar D’Ambrosio e o lançamento de um selo postal comemorativo. Esta cerimônia marcou o início de um projeto de longo prazo que visa ampliar o alcance do Arte Postal na América Latina e além, proporcionando uma plataforma para artistas de diferentes nacionalidades e experiências.

Evento se destaca não apenas por sua proposta artística, mas também por sua importância simbólica, comemorando 190 anos das relações diplomáticas entre Brasil e México.

Os participantes da Bienal incluem artistas dos Comitês Nacionais de vários países da América Latina, como Bolívia, Colômbia, Chile, Costa Rica e Venezuela, entre outros. Também serão destacados artistas convidados da Argentina, Cuba e Ilha de Guadalupe, além de representantes dos Comitês Executivos Mundiais da Coreia, Polônia, Sérvia, Suécia, Reino Unido, Letônia, Alemanha, Japão e Estados Unidos. Essa rica diversidade promete gerar um intercâmbio cultural vibrante, permitindo que diferentes visões artísticas se encontrem e dialoguem.

A Arte Postal, uma forma de expressão artística que utiliza correspondência e objetos enviados pelo correio como meio de troca, é uma ferramenta poderosa para a democratização da arte. Essa Bienal é uma oportunidade única para artistas e espectadores se conectarem, refletindo sobre temas contemporâneos e a importância da troca cultural. À medida que o mundo se torna cada vez mais globalizado, iniciativas como a Primeira Bienal Internacional de Arte Postal reafirmam o papel da arte como um elo entre nações e culturas, promovendo diálogos significativos e uma compreensão mais profunda das diversas realidades que compõem nossa sociedade.

Serviço:

Primeira Bienal Internacional de Arte Postal

Local: Museu dos Correios – Brasília

Endereço: Setor Comercial Sul Q. 4 Edifício Apollo SCS – Asa Sul, Brasília – DF

Período de exposição: 25/9 a 4/11/2024

Curadoria: Prof. Dr. Oscar D´Ambrosio

Facilitadora: Stella Lopes – Pátio Galeria de Arte – Brasília

Produção Executiva: Cia Arte Cultura

Assessoria Técnica: Bossy Entretenimentos.

(Fonte: Com Gisele Lahoz)

Cia. Perversos Polimorfos apresenta espetáculo ‘Comunidade’ no palco do teatro do Sesc Ipiranga

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Fábio Furtado/Pedro Balmant.

Entre os dias 27 e 29/9, sexta e sábado 20h, e domingo 18h, o Sesc Ipiranga será palco do espetáculo de dança ‘Comunidade’, que integra uma série de ações culturais que celebram os 15 anos da Companhia Perversos Polimorfos, destacada pela transdisciplinaridade na dança, incluindo prêmios como o Programa Municipal de Fomento à Dança e o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, além de parcerias com importantes instituições culturais.

A obra, dirigida por Ricardo Gali, é inspirada no clássico ‘A Sagração da Primavera’, tendo como resultado uma peça em três atos: a festa, o silêncio e o espanto da morte. O espetáculo é resultado de estudos e pesquisas iniciados em 2021, acerca da composição de Igor Stravinsky com coreografia de Vaslav Nijinski, de 1913, junto a artistas e pensadores da dança como Alejandro Ahmed, Ana Teixeira e Suely Rolnik, em reflexões sobre os contextos artísticos e os impactos da pandemia nas criações futuras.

Ficha Técnica

Concepção e Direção geral do projeto: Ricardo Gali

Performers: Arthur Sebbast, Carolina Canteli, Daniela Moraes, Danielli Mendes, Gustavo Cabral, Lucas Pardin, Maria Emília Gomes e Maurício Alves

Provocação Artística: Carolina Splendore

Colaboração: Ana Teixeira, Renan Marcondes e Judson Cabral.

Conversas sem fim: Alejandro Ahmed, Ana Teixeira, Eduardo Guimarães, Gal Martins, Rosângela Alves, Sérgio Oliveira e Sylviane Guilherme, Christian Dunker, Suely Rolnik, Dimitra Vulcana, Marina Guzzo e Carolina Bianchi

Assistência de direção: Marcela Reichelt e Isis Andreatta

Assistência de produção: Isis Andreata

Trilha sonora: Lourenço Rebetez

Design luz: Jo Rios

Figurinos: Ricardo Gali

Produção Executiva: Rafael Limongelli

Produção Administrativa: Zé Renato – CAIS

Design Gráfico: Fernando Bizzari

Registros audiovisuais: Osmar Zampieri

Registros fotográficos: Fábio Furtado e Pedro Balmant

Assessoria de imprensa: Elaine Calux.

Serviço:

Dança | Comunidade com Cia. Perversos Polimorfos

De 27 a 29/9, sexta às 20h, sábado e domingo às 18h

Teatro

12 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: disponíveis no portal ou pessoalmente nas unidades do Sesc São Paulo

Valores: R$60,00 (inteira), R$30,00 (estudante, servidor de escola pública, idoso, aposentado e pessoa com deficiência), R$18,00 (credencial plena)

Sesc Ipiranga

Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – São Paulo, SP | (11) 3340-2000.

(Fonte: Com Elaine Calux/Assessoria de imprensa Sesc Ipiranga)

Suzana Vieira apresenta ‘Shirley Valentine’ em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Suzana Vieira em ‘Shirley Valentine’. Foto: Daniel Chiacos.

A comédia ‘Shirley Valentine’, com Suzana Vieira, é a principal atração da semana no Teatro Oficina do Estudante, localizado no Shopping Iguatemi campinas. O clássico de Willy Russell é um dos mais importantes textos do teatro moderno, com encenações premiadas em todo o mundo. O espetáculo será apresentado nos dias 28, sábado, às 21h e, 29, domingo, às 19h. Os preços dos ingressos variam de R$60,00 a R$120,00 e podem ser comprados na bilheteria do Teatro e site www.ingressodigital.com. A classificação etária é 12 anos.

A versão brasileira é de Miguel Falabella e trata com leveza e bom humor os dilemas da personagem. Susana Vieira dá vida à protagonista, uma mulher casada, mãe de dois filhos e que convive com o pior tipo de solidão: aquela que se sente mesmo estando acompanhada. Até que, cansada de conversar com as paredes, Shirley decide dar uma virada em sua vida e embarca para a Grécia, sem a família, ao lado da melhor amiga, Wanda. É um voo rumo à liberdade, à possibilidade de reencontro com a menina sonhadora e cheia de vida que Shirley foi um dia.

No palco, a personagem divide com o público as suas angústias, buscando entender onde foram parar seus sonhos. Ela fala do ser humano, daquele instante em que se percebe que o tempo passou e a vida ficou parada em alguma esquina. E mostra que nunca é tarde para recomeçar. A direção é de Tadeu Aguiar.

(Fonte: Com Vera Longuini/Ateliê da Notícia)

Dia do rádio: como o meio tradicional ainda conecta culturas e artistas no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

Na era do avanço do streaming e das plataformas digitais, muitos podem pensar que o rádio perdeu seu espaço e importância no cenário midiático. No entanto, o papel deste meio de comunicação continua sendo de grande relevância, especialmente no Brasil, onde, segundo a pesquisa Inside Audio 2023, 80% da população brasileira escuta rádio, com tempo médio de escuta diária de 3h55.

O rádio, que completa mais de um século de história, mantém-se atual e vital na difusão de conteúdos culturais, locais e regionais, além de desempenhar um papel crucial na descoberta de novos talentos. Para artistas como a cantora Helena Serena, o rádio oferece uma experiência comunitária diferente das playlists individualizadas de streaming, além de poder conectar-se diretamente com as pessoas.

Helena Serena.

“O rádio tem algo muito especial, que é essa capacidade de criar uma experiência comunitária, algo que as playlists individualizadas não conseguem oferecer. Quando minha música toca em uma rádio, sei que várias pessoas estão ouvindo juntas, em diferentes lugares, mas conectadas pela mesma frequência. Isso cria uma sensação de pertencimento, uma troca coletiva que só o rádio proporciona. Além disso, o rádio permite um contato mais direto e real com o público, especialmente nas entrevistas ao vivo. Eu consigo falar diretamente com os ouvintes, contar as histórias por trás das músicas e isso fortalece uma relação mais íntima e sincera, diferente do que acontece nas plataformas digitais”, comenta a ex-The Voice Brasil.

Ainda de acordo com o levantamento, 76% dos entrevistados acreditam que o meio tem se tornado mais moderno em relação aos conteúdos e formatos. Para 83%, as notícias chegam de forma rápida. Além disso, a credibilidade do rádio também é alta: 64% dos ouvintes confiam nas notícias veiculadas.

A adaptação das rádios ao mundo digital também permitiu o nascimento de programas de nicho, valorizando as cenas regionais e fortalecendo movimentos culturais locais. Emissoras comunitárias e independentes, por exemplo, continuam sendo uma força viva para a divulgação de artistas como a banda Corpo e Alma, do Rio Grande do Sul, que encontram nesses espaços uma maneira de propagar sua música, sua mensagem e sua identidade.

“As rádios comunitárias e independentes são uma força viva para a música regional e para movimentos culturais que muitas vezes não têm espaço nas grandes plataformas de streaming. Esses programas de nicho dão voz para quem está fora dos grandes centros, fortalecendo a identidade local e permitindo que nossa música, nossa mensagem, chegue diretamente ao público que valoriza suas raízes. A rádio, mesmo em meio ao digital, continua sendo um meio poderoso de conexão e divulgação para a nossa arte”, afirma Wagner Schneider, vocalista da banda gaúcha Corpo e Alma.

Banda Corpo e Alma.

Num país de dimensões continentais e realidades socioeconômicas tão diversas como o Brasil, o rádio desempenha um papel fundamental na difusão cultural e musical, conectando regiões e públicos que muitas vezes estão distantes, tanto geograficamente quanto em termos de acesso a tecnologias mais avançadas. Em muitos casos, é o único veículo que garante a circulação dessas expressões artísticas, ao reforçar a diversidade cultural e a inclusão de todos os brasileiros nesse vasto mosaico sonoro.

(Fonte: Com Douglas Silva/Press FC)

Galeria Marcelo Guarnieri apresenta ‘desmesura’, de Victor Mattina

São Paulo, por Kleber Patricio

Victor Mattina, Elegia I (Verificação), 2024. Fotos: Rafael Salim.

A Galeria Marcelo Guarnieri São Paulo o anuncia ‘desmesura’, segunda individual do artista carioca Victor Mattina na cidade. A mostra, que reúne dez pinturas inéditas e um díptico, é acompanhada pelo poema ‘O Monstro’, de Flávio Morgado.

Em ‘desmesura’, Mattina explora, por meio da pintura, a qualidade da representação monstruosa e a condição de liberdade sob a qual reside a figura do monstro. Suas composições se constroem a partir de visões fragmentadas, vultos, manchas, criaturas antropomórficas e associações improváveis, como se estivéssemos diante de um mundo que, ainda que orientado pelos mesmos símbolos que compõem o nosso, operasse sob uma outra lógica. É nesse limiar entre o reconhecível e o absurdo que se sustentam as pinturas de Mattina e é nessa impossibilidade de categorizar suas figuras, como em ‘Capital amanhece sob um novo sol’ ou seus encontros estranhos, como em ‘Missa para raios catódicos’, que o artista enxerga uma potencial emancipação da imagem.

Victor Mattina, Missa para raios catódicos, 2024.

Embora tenha como base de sua prática a pintura figurativa, Victor Mattina não a utiliza como ferramenta para uma representação transparente; pelo contrário, é o seu domínio da técnica que lhe permite aproximar a figuração ao inverossímil. “Em ‘Arteriograma de Ka’ há uma cena algo barroca com corpos amontoados em primeiro plano, em frente a uma espécie de templo. É uma pintura de índices, alusiva a uma ideia de antiguidade sem nunca dizer onde ou sobre quem”, observa o artista.

O poema ‘O Monstro’, de Flávio Morgado, que acompanha a exposição, é fragmentado em seis partes, em diálogo com a montagem de ‘Elegia I’ e ‘Elegia II’, pinturas que possuem mais de 4 metros de comprimento cada, também divididas em seis partes. O poema percorre alguns aspectos das pinturas de Mattina – A dimensão, A correspondência, A feitura, A técnica, A escala, A paleta –, aspectos estruturais que apontariam para uma análise mais categórica da obra, mas que por meio da linguagem poética se libertam de definitivos, transbordando os seus limites. Em ‘desmesura’, texto e imagem se reconhecem pela recusa das funções que deveriam exercer em um mundo normativo. Criam, juntos, uma espécie de limbo visual, como escreve Morgado na primeira parte do poema: “monturo de ossos, inóspita paisagem / que nos acolhe, o ponteiro da estranheza / marca meia-noite na consciência e / seis telas declamam, no eco de sua fatura, / um grande verso de desterro.”

Victor Mattina, O Seminarista, 2024.

Em diálogo com a mostra ‘desmesura’, de Victor Mattina, serão apresentadas no mezanino da Galeria um conjunto de obras de Marcello Grassmann (1925–2013), Oswaldo Goeldi (1895–1961), Guima (1927–1993) e Iberê Camargo (1914–1994), artistas brasileiros que, por meio da gravura e da pintura, também exploraram a dimensão monstruosa da representação figurativa.

Victor Mattina (1985) vive e trabalha no Rio de Janeiro – RJ. Desenvolve suas pesquisas em pintura, gravura e vídeo. O ponto nevrálgico de seu trabalho é a relação indicial que as imagens estabelecem conosco e como nós lidamos com o mundo mediado por estas imagens. Mattina participou de diversas residências, como Vermont Studio Center (EUA), Soy Loco Por ti Juquery (SP), Fundação Joaquim Nabuco (PE) e Bolsa Pampulha (MG). Dentre as principais exposições, destacam-se as individuais Assim que passou a ver tudo quanto não havia (Galeria Athena, Rio de Janeiro), ponto-zero/ponto-nulo (Galeria Marcelo Guarnieri, SP) e Antes do Fórum (Paço Imperial, Rio de Janeiro) e as coletivas SORRY CAPS (ainda brasil, SP), A Luz que Vela o Corpo é a mesma que Revela a Tela (Caixa Cultural, RJ) e Mais Pintura (Sesc Quitandinha, RJ). Victor vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Flávio Morgado (1989) nasceu e foi criado em Brás de Pina, zona da Leopoldina, subúrbio carioca. É poeta, autor de um caderno de capa verde (7Letras/2012), uma nesga de sol a mais (7Letras/2016), Refinaria da cólera (Coleção Megamini/2019) preciso (7Letras/2019) e Quero te dar o corpo total do dia (em parceria com a artista plástica Marcela Cantuária, editado pela Revista Philos/2021). Em 2013, chegou às semifinais dos prêmios Jabuti e Portugal Telecom (atual Prêmio Oceanos) e, em 2017, às semifinais dos mesmos prêmios. Teve poemas traduzidos em coletivas estrangeiras para o espanhol, inglês, alemão, francês e grego.

Victor Mattina: desmesura 

Abertura: 4/10/2024 | 19h – 22h

Em cartaz: Até 8/11/2024

Galeria Marcelo Guarnieri

Alameda franca, 1054 – São Paulo – SP

Tel.: +55 (11) 3063-5410 / 3083-4873

galeriamarceloguarnieri@gmail.com

Seg-sex 10h – 19h / sab 10h – 17h.

(Fonte: Com Martim Pelisson Moraes/Pool de Comunicação)