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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Pesquisadores da Unesp colaboram com estudo que investiga começo do cultivo de fungos por formigas como estratégia de alimentação

São Paulo, por Kleber Patricio

Formiga operária da espécie Cyphomyrmex cf. rimosus cultivando leveduras. Foto: Alex Wild.

Há 66 milhões de anos, quando dinossauros dominavam a paisagem terrestre, um meteoro caiu na região onde hoje está situada a Península de Yucatán, no México. O evento eliminou cerca de 75% de todas as espécies que habitavam o planeta, resultando no quinto episódio de extinção em massa da Terra. Se, por um lado, o cataclismo encerrou de forma abrupta e violenta o reinado de algumas espécies, que perdurava havia milhões e milhões de anos, também serviu como catalisador para o processo evolutivo de muitas outras. Esse foi o caso do ancestral das formigas cortadeiras, que, em meio à destruição, passou a se alimentar e desenvolver uma relação mutualística com algumas espécies de fungos.

Um artigo publicado na revista científica Science traz os resultados de um amplo estudo que analisou informações genéticas de centenas de espécies de fungos e formigas com o objetivo de reconstruir a história evolutiva desses dois grupos, reputados como importantes exemplos de relações de mutualismo e de interdependência. O trabalho contou com a participação de pesquisadores do Instituto de Biociências da Unesp (IB-Unesp), campus de Rio Claro, que atuaram em conjunto com uma equipe internacional de colaboradores do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos.

Também chamados de formigas agricultoras, os insetos capazes de cultivar fungos pertencem à tribo das Attini. O representante mais conhecido dessa tribo no país é a saúva, capaz de formar ninhos que chegam conter até 7 milhões de indivíduos e que é temida por alguns como praga agrícola. Como o próprio nome indica, as formigas cortadeiras são capazes de seccionar pedaços de folhas e galhos e transportá-los para o interior de suas colônias com o objetivo de cultivar um fungo que constitui sua única fonte de alimento. “Buscamos nesse estudo responder às perguntas sobre quando teve início o cultivo de fungos por esse grupo de formigas”, conta André Rodrigues, pesquisador do IB-Unesp. “Esses insetos se alimentam exclusivamente dos fungos que cultivam, dependem deles para a sua sobrevivência. E o fungo também depende delas para fins de proteção e alimentação, que ocorre por meio do substrato que a formiga coleta e transporta até ele. Isso é um exemplo de mutualismo obrigatório”, explica Rodrigues.

“As formigas praticam a agricultura e o cultivo de fungos desde muito antes que os humanos existissem”, diz o entomólogo Ted Schultz, curador de formigas do Museu Nacional de História Natural e primeiro autor do artigo. “Provavelmente, poderíamos aprender algo com o sucesso delas na agricultura ao longo dos últimos 66 milhões de anos”, diz.

O primeiro registro de formigas que cultivam fungos foi feito pelo naturalista Fritz Müller, em 1874, em uma carta endereçada a Charles Darwin na qual relatou o comportamento dos insetos. O esforço para conseguir reconstruir a história dessa relação ganhou fôlego em 1994 com a publicação do primeiro artigo abordando o tema, do qual Schultz também foi um dos autores. Desde então, os pesquisadores interessados em esmiuçar os capítulos dessa história evolutiva têm se unido ao grupo e colaborado por meio de análises e coletas de formigas e fungos. É dessas três décadas de colaboração que resultou o novo artigo, intitulado The coevolution of fungus-ant agriculture. O estudo conseguiu demonstrar, com alto grau de confiança, que a história comum dos dois grupos sofreu uma aceleração há 66 milhões de anos, provavelmente devido às consequências do impacto do meteoro.

Para o estudo, os pesquisadores conduziram análises genéticas de 276 formigas e 475 fungos. Trata-se da maior investigação sobre os fungos cultivados por formigas já empreendida. Até agora, conhecia-se muito pouco das mutações genéticas encontradas nos microrganismos. “A história evolutiva das formigas era muito mais conhecida, porque os entomologistas conseguiam coletar os insetos e estudar suas morfologias”, explica Rodrigues. “Porém, é muito difícil fazer o mesmo com os fungos cultivados pelas formigas, porque eles permanecem em estágios muito iniciais, quando se mostram apenas como pontinhos brancos. Então, mesmo ao microscópio, é difícil observar as diferentes características morfológicas”, diz. Outra dificuldade é que, normalmente, quando os cientistas iam a campo se limitavam a coletar exemplares de formigas e deixavam de lado os fungos, resultando em coleções incompletas e cheias de lacunas.

Para solucionar o problema, o grupo liderado por Schultz definiu práticas de coleta específicas que deveriam ser seguidas por todos os pesquisadores que fossem a campo. A padronização, além de permitir ampliar as coleções e viabilizar o estudo, também assegurou uma coleta adequada dos indivíduos, independentemente do local e do grupo que realizasse a atividade. No Brasil, as equipes foram a campo e colaboraram com a pesquisa graças ao projeto temático Fapesp, dentro do Programa Biota, coordenado por Rodrigues. Leia a reportagem completa no Jornal da Unesp.

(Fonte: Assessoria de imprensa Unesp)

Crise climática e queimadas encarecem alimentos básicos como carnes, café e o feijão

São Paulo, por Kleber Patricio

Dados mostram que categoria de carnes foi o segmento mais prejudicado pela elevação dos preços no período de seis semanas. Foto: Sergey Kotenev/Unsplash.

O período de forte estiagem e seca e as consequentes queimadas registradas nos últimos meses têm impactado o clima em diversas cidades brasileiras. Além dos danos ambientais, a devastação causada pelo fogo traz consequências ao bolso dos consumidores brasileiros. Novo levantamento feito pela Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados que oferece soluções para a gestão da cadeia de consumo, aponta que produtos essenciais, como café, feijão, carnes e leite, estão mais caros por conta dos incêndios que atingem o país.

Os dados mostram que a categoria de carnes foi o segmento mais prejudicado pela elevação dos preços no período de seis semanas. Entre o início de agosto e meados de setembro, os segmentos de bovinos com as maiores altas foram picanha (43,5%) de R$59,62 para R$85,56, contrafilé (32,7%) de R$44,80 para R$59,44, acém (22,9%) de R$30,42 para R$37,40 e patinho (21%) de R$39,70 para R$48,04.

Produtos em contínua alta de preço

Antes mesmo das queimadas, itens tradicionais na mesa dos brasileiros já sofriam com contínuas elevações nos preços. O quilo de café, por exemplo, subiu, em média, 18% entre janeiro e agosto de 2024. No entanto, entre a primeira semana de agosto e a terceira semana de setembro, com a seca e os focos de incêndio, o segmento de café em grãos teve aumento de 13,7%, saindo de R$92,18 para R$104,80 enquanto o café em pó teve aumento de 14,4%, saindo de R$48,58 para R$55,80.

Outros itens, como o feijão, tiveram aumentos significativos em seus valores em diferentes segmentos, com destaque para os tipos branco, que saiu de R$15,87 o quilo para R$19,38 (22,1%), preto, que foi de R$8,54 para R$10,08 (18%), fradinho, que saiu de R$9,49 para R$10,88 (14,6%) e carioca, de R$7,80 para R$8,64 (10,8%). Já o leite UHT integral subiu 9,6%, saindo de R$6,02 por litro para R$6,60. “Os produtores estão enfrentando perda da colheita e da área para plantio com a antecipação da entressafra forçada, o que acaba refletindo nos custos de produção e na disponibilidade dos alimentos em gôndola e interferindo diretamente no preço dos itens”, analisa Anna. “Com o avanço das queimadas e a persistência da seca, a estimativa é de que os gastos com a produção dos alimentos continuem subindo e esses aumentos sejam repassados ao consumidor.”

Derivados da cana-de-açúcar tiveram altas no preço

O açúcar refinado e a cachaça branca, ambos derivados da cana-de-açúcar, apresentaram alta de 5,9% no preço médio por quilo e por litro. O açúcar refinado, teve entre a primeira semana de agosto e a terceira semana de setembro, o segmento teve aumento de 5,9%, saindo de R$5,10 para R$5,40. Já a tradicional cachaça viu o preço sair de R$19,43 o litro na primeira semana de agosto para R$20,57 na terceira semana de setembro.

De acordo com informações da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), cerca de 230 mil hectares de lavouras de cana foram atingidos pelos incêndios registrados no interior de São Paulo em agosto – o equivalente a mais de 75% da produção paulista.

Preço do chocolate também subiu | Por fim, o monitoramento de preços realizado pela Neogrid aponta alta no preço do doce – crescimento de 18,3%, saindo de R$94,99 o quilo na primeira semana de agosto para R$122,94 na terceira semana de setembro.

(Fonte: Com Eduardo Mariano/RPMA Comunicação)

Nuu Nikkei: uma viagem pelos sabores tradicionais do Pacífico sem sair de Curitiba

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

No bairro Bigorrilho, em Curitiba, o restaurante Nuu Nikkei propõe uma travessia gastronômica que conecta os sabores do Japão, Peru e outros países da costa do Pacífico. O novo menu, criado pelo chef peruano Carlos Alata, combina técnicas ancestrais e ingredientes típicos dessas regiões, destacando a diversidade de culturas que se desenvolvem às margens do maior oceano do mundo.

Entre os pratos oferecidos, o Ceviche Peruvian Classic é uma releitura de uma das mais clássicas preparações peruanas, utilizando o leite de tigre, uma marinada que remonta às tradições dos pescadores que cruzavam o Pacífico. Outro prato que reflete essa viagem é o Pulpo Anticuchero, que traz influências da culinária de rua peruana, combinando o polvo com temperos fortes como a pimenta panca, comum nas áreas costeiras da América do Sul.

“O Oceano Pacífico conecta culturas e nos traz ingredientes que, apesar de diferentes, se harmonizam na mesa. Nossa intenção é mostrar essa fusão de forma autêntica”, explica Carlos Alata. “Aqui, o cliente pode experimentar pratos que misturam técnicas japonesas e peruanas, como o Unagui Kabayaki, onde a enguia de água doce, típica do Japão, recebe o toque de um teriyaki artesanal, um exemplo claro da integração entre essas cozinhas”, comenta.

Outra fusão é a Gyoza do Sul, uma adaptação que une o sabor dos camarões ao wok, comuns nas regiões do sudeste asiático, com elementos da culinária andina, criando uma síntese entre essas tradições. Alata reforça que a proposta é uma exploração de ingredientes que são comumente encontrados ao longo do Pacífico, mas que, juntos, criam algo inovador.

O Nuu Nikkei funciona na Rua Fernando Simas, 333, no bairro Bigorrilho, durante o jantar, de terça a domingo, a partir das 18h, e almoço, aos sábados e domingos, das 12h às 15h. Reservas e informações no perfil oficial do restaurante no Instagram: @nuunikkei.

(Fonte: Com Enaira Schoemberger/P + G Comunicação)

Sala São Paulo recebe Festival Schubert com Osesp, Coro e Solistas sob regência de Katharina Wincor

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mario Daloia.

O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana.

Entre quinta-feira (10/out) e sábado (12/out), a jovem regente austríaca Katharina Wincor comanda a Osesp em um programa que dá sequência ao Festival Schubert, um dos eixos artísticos desta Temporada, que é dedicado a Franz Schubert (1797–1828). Na companhia do Coro da Osesp, dos cantores brasileiros Lina Mendes, Luciana Bueno e Vitor Bispo e do sul-africano Lunga Eric Hallam, a Orquestra executa duas obras grandiosas do compositor romântico: a dramática Missa nº 5 e a Oitava Sinfonia, conhecida como Inacabada. Os ingressos para as três datas podem ser adquiridos neste link. O concerto de sexta-feira (11/out) será transmitido ao vivo pelo YouTube da Osesp.

Sobre o programa
Até hoje não se sabe a razão da Oitava Sinfonia não ter sido concluída. Os manuscritos foram encontrados em 1865 no acervo do compositor Alselm Hüttembrenner, amigo de Beethoven e de Schubert, e os dois primeiros movimentos foram originalmente publicados em 1866. Esses movimentos iniciais têm a orquestração completa, já do terceiro movimento, um scherzo, há apenas rascunhos escritos para piano. Não se tem notícias dos planos de Schubert para um quarto movimento. A primeira audição pública da Inacabada aconteceu em Viena, em 1865, 37 anos após a morte do compositor.

Katharina Wincor. Foto: Andrej Grilc.

Schubert teve uma prolífica produção de música sacra. As Missas nº 5 e nº 6 são obras de sua maturidade e a intenção de aprofundar a expressão de uma espiritualidade centrada no ser humano levou-o a liberdades que não agradaram o meio musical. Com a revisão da Missa nº 5, em 1826, Schubert esperava conseguir o cargo de vice-Mestre de Capela da corte imperial, o que não aconteceu porque a obra foi considerada excessivamente dramática. Estruturada em seis sessões, essa missa solemnis foi concebida sinfonicamente e possui passagens de sofisticada escrita camerística e solística, além de um acentuado virtuosismo vocal.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp

Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. Possui quase 100 álbuns gravados (cerca de metade deles por seu próprio selo, com distribuição gratuita) e transmite ao vivo mais de 60 concertos por ano, além de conteúdos especiais sobre a música de concerto. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdam, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall. Mantém, desde 2008, o projeto Osesp Itinerante, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

Coro da Osesp
Criado em 1994, o grupo aborda diferentes períodos e estilos, com ênfase nos séculos XX e XXI e nas criações de compositores brasileiros. Gravou álbuns pelo Selo Digital Osesp, Biscoito Fino e Naxos. Entre 1995 e 2015, teve Naomi Munakata como Coordenadora e Regente. De 2017 a 2019, a italiana Valentina Peleggi assumiu a regência, tendo William Coelho como Maestro Preparador — posição que ele mantém desde então. Em 2020, o Coro se apresentou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, sob regência de Marin Alsop, repetindo o feito em 2021, em filme virtual com Yo-Yo Ma e artistas de outros sete países. Em 2022, fez turnê com a Osesp nos Estados Unidos, apresentando-se, novamente liderados por Alsop, no Music Center at Strathmore, em North Bethesda, e em dois concertos no Carnegie Hall, em Nova York. Na Temporada 2024, o grupo celebra seus 30 anos, com programação especial.

Katharina Wincor, regente | A austríaca Katharina Wincor tem se destacado no cenário internacional desde sua atuação como Regente Assistente da Sinfônica de Dallas. Além disso, o trabalho com o Coro Arnold Schoenberg em Viena ampliou sua experiência orquestral e coral, quando participou do May Festival da Sinfônica de Cincinnati, em 2022, e do Festival de Salzburgo. Em 2020, foi premiada no Concurso Mahler, em Bamberg, e convidada para ministrar masterclasses junto à Orquestra Real do Concertgebouw e também com a Orquestra do Festival de Budapeste. É convidada frequente de orquestras como a Sinfônica Alemã de Berlim, as Sinfônicas de Seattle, Detroit, Vancouver e Utah, além da Bruckner Orchester Linz e das Filarmônicas de Graz (Áustria) e de Naples (EUA). Recentemente, retornou à Orquestra do Teatro de Frankfurt, à Filarmônica de Dresden, às Sinfônicas de Cincinnati, da BBC e da Rádio de Colônia.

Lina Mendes. Foto: Rejane Wolff.

Lina Mendes, soprano | Natural do Rio de Janeiro, integrou a Accademia Teatro Alla Scala (Itália), o Centre de Perfeccionament del Palau de les Arts (Espanha) e participou do Festival de Música Schleswig-Holstein, na Alemanha. Recentemente, estreou na Ópera de Tenerife, além de ter interpretado canções de Richard Strauss junto ao pianista Pedro Halffter pela Fundación BBVA (Espanha). Foi solista em salas de concerto como Theatro Municipal de São Paulo e Theatro São Pedro, além da própria Sala São Paulo, onde se apresentou com a Osesp em diversas ocasiões. Em 2018, foi selecionada pela Broadway para protagonizar no Brasil o musical O Fantasma da Ópera, no papel de Christine Daaé, em 400 apresentações que foram assistidas por mais de meio milhão de pessoas. Representou o Brasil no BRICS Cultural Festival Xiamen, na China.

Luciana Bueno. Foto: Gabriel Lehto.

Luciana Bueno, mezzo soprano | Estudou no Brasil e na Itália. Seu repertório sinfônico inclui participações como solista no Gloria de Vivaldi, na Missa em dó menor e no Réquiem de Mozart, no Messias de Händel, no Réquiem de Verdi, nas Missa em Dó maior, Missa Solemnis e Nona Sinfonia de Beethoven, na Lobgesang de Mendelssohn, na Sinfonia nº 2 de Mahler, além de recitais que incluem música brasileira e barroca. Destaca-se ainda sua interpretação da Carmen de Bizet, da qual se tornou intérprete bastante requisitada, apresentando-se em montagens no Palácio das Artes, no Theatro São Pedro, nos Theatros Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro e nos Teatros Alfa, Amazonas, Guaíra (no Brasil) e Lucho Gatica em Rancagua, Chile.

Lunga Eric Hallam. Foto: Jaclyn Simpson.

Lunga Eric Hallam, tenor | O tenor sul-africano Lunga Eric Hallam formou-se recentemente no Ryan Opera Center da Ópera Lírica de Chicago e fez parte do Programa de Jovens Artistas da Ópera da Cidade do Cabo. Em seu repertório, destacam-se Carmina Burana com a Sinfônica de Richmond, O barbeiro de Sevilha, na Ópera de Pittsburgh, Don Giovanni na Wolftrap Opera, além de sua estreia na Houston Grand Opera, na Filarmônica de Los Angeles e na própria Osesp. Na Ópera Lírica de Chicago, apresentou-se na série Beyond the aria no Harris Theater ao lado de Joyce DiDonato e fez sua estreia recente com a Orquestra Sinfônica de Chicago e Riccardo Muti em Baile de Máscaras de Verdi.

Vitor Bispo. Foto: Studio Broadway.

Vitor Bispo, barítono | O paulistano Vitor Bispo faz parte da Ópera Estatal da Baviera. Ele iniciou seus estudos em ópera na Escola Municipal de Música de São Paulo e em seguida lhe foi oferecida uma vaga na Royal Academy of Music, em Londres, onde adquiriu seu diploma com honras além do The Principal’s Prize, oferecido pelo diretor Jonathan Freeman-Attwood. Destacou-se em produções do Theatro Municipal de São Paulo, como O barbeiro de Sevilha, Turandot, La traviata e O cavaleiro da rosa e, no Theatro São Pedro, em O voo através do oceano e Aquele que diz sim. Recebeu 1º lugar no Concurso Maria Callas (Brasil), no Clonter’s Opera Prize (Reino Unido) e no concurso Pavarotti na Royal Academy of Music, além do prêmio do público na competição Tenor Viñas.

PROGRAMA

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO — OSESP
CORO DA OSESP
KATHARINA WINCOR
regente
LINA MENDES
soprano
LUCIANA BUENO
mezzo soprano
LUNGA ERIC HALLAM
tenor
VITOR BISPO
barítono
Franz SCHUBERT | Sinfonia nº 8 em si menor, D. 759 – Inacabada
Franz SCHUBERT | Missa nº 5 em Lá bemol maior, D. 678.

Serviço:

10 de outubro, quinta-feira, 20h30
11 de outubro, sexta-feira, 20h30 — Concerto Digital
12 de outubro, sábado, 16h30
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: Entre R$39,60 e R$271 (valores inteiros)
Bilheteria (INTI): neste link | (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h
Estacionamento: R$35,00 (noturno e sábado à tarde) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo mediante comprovação
A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

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(Fonte: Com Pedro Fuini/Fundação Osesp)

Sinfônica de Indaiatuba promove concerto para crianças

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Sinfônica de Indaiatuba faz concerto em homenagem às crianças. Foto: Felipe Gomes.

Sob regência do maestro Paulo de Paula, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba realiza o concerto especial do mês das crianças: Badulaque Sinfônico, com participação do Duo Badulaque. O encontro acontece no dia 13, às 17h, na sala Acrísio de Camargo, no Ciaei. A entrada é gratuita.

Neste concerto dedicado às crianças, a Sinfônica acompanha o repertório do Duo, formado por Daniel Ayres e Julia Pittier, que traz para Indaiatuba o espetáculo Muita Coisa, que propõe um repertório que estimula a curiosidade, inteligência e imaginação das crianças. As músicas selecionadas abordam a criação do universo em diferentes culturas, as navegações e o desejo de exploração do ser humano, distinção entre ciência e mitologia nas figuras do dinossauro e do dragão e, para isso, explora a percussão performática em diferentes ritmos. “Será um concerto incrível, com instrumentos inusitados e elementos de tirar o fôlego, uma verdadeira diversão para a criançada”, destaca o maestro Paulo de Paula.

Sobre o Duo | Formado por Daniel Ayres e Julia Pettier, o Duo Badulaque compõe, produz, toca e canta músicas infantis desde 2016. Com mais de 100 canções lançadas, também apresenta o programa Vai ter Show do Badulaque, transmitido pela TV Cultura e TV Rá Tim Bum, desde 2021, além de percorrer o Brasil fazendo shows e ministrando oficinas como membro do Palavra Cantada desde 2005. Vídeo Duo Badulaque aqui.

Serviço:
Concerto Especial Mês das Crianças – Badulaque Sinfônico
Data: 13/10 | Horário: 17h
Convidado: Duo Badulaque
Ingresso: entrada gratuita e por ordem de chegada
Local: Sala Acrísio de Camargo – Ciaei – Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665 – Jardim Regina, Indaiatuba (SP) – mapa aqui

Sobre a Amoji | A Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba (Amoji) é responsável pela manutenção da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba – que celebra 10 anos de existência – vem se destacando por sua intensa atuação na divulgação e popularização da música orquestral. Realizando, anualmente, mais de uma dezena de concertos gratuitos, com participação de músicos do município de Indaiatuba (SP) e solistas de renome. Promove também o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que disponibiliza masterclasses para estudantes de música de todo o Brasil e uma programação cultural de concertos para a comunidade.

Redes sociais: Instagram Sinfônica | Facebook Sinfônica | Instagram Duo Badulaque.

(Fonte: Com Samanta De Martino/Armazém da Notícia)