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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Laboratório Fantasma completa 15 anos e revisa o passado para impactar o futuro fortalecendo estratégia de negócios com lideranças femininas

São Paulo, por Kleber Patricio

Evandro Fióti e Emicida. Fotos: Ênio César.

A Laboratório Fantasma nasceu com o propósito de mostrar que é possível transformar e gerar impacto positivo na sociedade por meio da música. Fundada em 2009 pelos irmãos Evandro Fióti e Emicida, a empresa foi responsável por muitas revoluções com sua atuação ativa e inovadora em um mercado que ainda orbita o lugar comum. A música sempre foi o fio condutor para que a LAB, como é chamada carinhosamente, transformasse o meio, mas as plataformas utilizadas para isso foram as mais diversas possíveis: indo das passarelas da SPFW aos videogames, das plataformas de streaming (seja ela de música ou audiovisual) ao seu habitat natural, que é o palco. Este último, inclusive, rendeu dois resultados de peso à empresa recentemente. Em setembro, Rael — um dos artistas gerenciados pela LAB — se apresentou no Rock in Rio junto de Criolo, Djonga, Karol Conká, Marcelo D2, Rincon Sapiência e Xamã. A performance, intitulada ‘Pra Sempre RAP’, foi uma das mais comentadas no festival e rendeu mais de 1 milhão de visualizações nos conteúdos de redes sociais do artista. Já outro destaque fica por conta da direção do espetáculo de Evandro Fióti no primeiro show autoral da cantora e compositora carioca Liza Lou, que subiu ao palco do Coke Studio no mesmo festival.

Agora, a companhia afro empreendedora chega ao seu 15º ano de funcionamento e é natural que, em marcos simbólicos como este, os seus líderes revisitem todo o caminho percorrido para poderem desenhar o que será do futuro e do seu planejamento estratégico. Foi esse exercício que levou Evandro Fióti e Emicida a pensar em uma reestruturação da empresa que visa trazer inovação e pioneirismo para o mercado.

A primeira medida para essa nova etapa foi a contratação de duas mulheres para os cargos de liderança da companhia: Karen Cavalcanti, que retorna à empresa como diretora de operações e marketing após uma passagem bem-sucedida pela Som Livre e Claudia Gonçalves, como assessora executiva na diretoria, fortalecendo a estrutura de gestão e governança corporativa da LAB.

Toda atuação da Laboratório Fantasma até aqui evidenciou a importância e o valor da cultura hip hop. Esse é um dos valores inegociáveis da produtora, que levará isso adiante, mas de forma exponencial. “Nós estamos vivendo diversas transformações na sociedade e no mercado e passando por um cenário com desafios novos que demandam reinvenção similar ao momento em que a LAB foi criada. Ali, o pioneirismo e a inovação foram fundamentais para que a gente se destacasse e criasse formatos que viriam a servir de modelo para toda indústria e economia criativa da música, moda e entretenimento”, comenta Evandro Fióti. “Hoje, contudo, entendo que o cenário empreendedor para economia criativa da música está em outro momento, com novos paradigmas e desafios. Temos ambição de dar novos passos sólidos de estratégia, governança, gestão e inovação, contribuindo para que o mercado avance ainda mais, valorizando a criatividade negra e empreendedora a partir também da ampliação da pluralidade e diversidade, sobretudo feminina, na liderança das estratégias de negócios da empresa”, completa.

Claudia Gonçalves, Evandro Fióti e Karen Cavalcanti.

Sendo uma das poucas empresas do meio composta majoritariamente por pessoas negras, a LAB é referência e mais que discurso. Na prática, a cultura organizacional da empresa vem inspirando mudanças concretas no mercado. Hoje a equipe é formada por mais de 54% de pessoas que se autodeclaram negras e pardas. Já nos cargos de liderança, mais de 44% das posições são ocupadas por mulheres, número acima da média do segmento. Quando Evandro Fióti volta o olhar para inovação no ano de 2024, é com base no entendimento do mercado que ele ajudou a transformar nos últimos 15 anos. “O setor carece de iniciativas e organizações que pensem o futuro da indústria fonográfica e do entretenimento, que ainda são pautados em velhos modelos. Eu acredito que a cosmovisão que nós propomos tem potência para trazer inovação aliando pluralidade, diversidade, tecnologia, gestão e governança”, afirma.

Por isso, a chegada de Karen Cavalcanti e Claudia Gonçalves são essenciais para a construção do plano estratégico da Laboratório Fantasma. Karen Cavalcanti já teve uma passagem pela LAB e, agora, retorna como diretora de operações e marketing com a missão de agilizar os processos internos e dividir com Evandro Fióti a gestão dos times e as tomadas de decisões. “Eu sempre admirei o trabalho da LAB pela ousadia e inovação que imprime em seus negócios, quebrando barreiras, trazendo questionamentos e, acima de tudo, abrindo caminho para toda uma cena. A música independente se tornou uma potência que desafia o mercado a se reinventar e criar modelos que atendam de forma mais eficiente às necessidades que não existiam. Somar novamente ao lado da LAB nesse desafio de olhar para o futuro, buscando inovação para todos, me motiva muito pessoal e profissionalmente”, afirma Karen.
Depois do sucesso da turnê AmarElo – A Gira Final de Emicida, no primeiro  semestre de 2024, que reuniu mais de 100 mil pessoas ao longo dos 15 shows e impactou diretamente mais de 5 milhões de pessoas, a companhia segue com atuação forte no show business.

Sobre a Laboratório Fantasma | A Laboratório Fantasma é uma empresa afro empreendedora que surgiu em 2009 na periferia da Zona Norte de São Paulo pelas mãos dos irmãos Evandro Fióti e Emicida com o objetivo de gerenciar a carreira do rapper. Desde o começo, eles entenderam que trabalhar a trajetória de um artista não era apenas sobre lançar discos e fazer turnês, mas, sim, sobre construir uma visão de mundo e criar narrativas que se desenvolvam em torno de um estado de espírito (com o propósito de melhorar, para além do individual, comunidades, países e, posteriormente, o mundo). Foi assim que a empresa expandiu a sua área de atuação. Além de gerenciar a carreira de artistas como Rael, Drik Barbosa, Dona Jacira, Emicida e Fióti, a Laboratório Fantasma atua como uma plataforma de conteúdo transformador que serve de inspiração para o mercado nacional e internacional. Nesse propósito, vem deixando a sua marca na música, na moda, no audiovisual, na literatura, na sociedade e em todo projeto a qual se dedica.

(Fonte: Com Carol Pascoal/Trovoa Comunicação)

Natal nas Montanhas de Monte Verde (MG) terá início em 15 de novembro com tema ‘destino que abraça’

Monte Verde, por Kleber Patricio

Apresentação na abertura do último Natal nas Montanhas em Monte Verde, que voltará a abrigar a festividade. Foto: Divulgação.

A edição de 2024 do Natal Cultural nas Montanhas, Contando Histórias, de Monte Verde (MG), já tem data de estreia: 15 de novembro. O evento, que transforma o distrito com uma decoração especial, show de luzes e atrações gratuitas, terá como tema o novo posicionamento do distrito: um destino que abraça. Com investimento de mais de R$2 milhões, o evento é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, além do apoio e patrocínio de empresários da região. A realização é da MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região) em parceria com a Prefeitura de Camanducaia. A atração seguirá até 2 de fevereiro. A expectativa da Secretaria de Turismo de Camanducaia é de receber 256 mil visitantes durante todo o evento.

A escolha do tema ‘destino que abraça’ coloca em evidência a nova marca e posicionamento turístico do tradicional destino do Sul de Minas, lançado em maio, enaltecendo a vocação do distrito de ser um local acolhedor que promove um turismo sustentável e inclusivo. Monte Verde já foi reconhecida diversas vezes como um dos destinos mais acolhedores do país pelo Traveller Review Awards da Booking.com, elaborado com base nos votos dos usuários. “Este ano, ampliamos o período de evento, que era um pedido dos visitantes que desejam conhecer os encantos do Natal nas Montanhas. Estamos preparando uma programação especial com dezenas de atrações gratuitas para toda a família, além de uma decoração única e especial que transforma nosso vilarejo em um local mágico”, afirma Rebecca Wagner, presidente da MOVE.

A abertura oficial, no dia 15 de novembro, feriado da Proclamação da República, será no portal de Monte Verde, quando ocorre a entrega simbólica da chave do município ao Papai Noel e é inaugurada a iluminação e a decoração, assinada pela cenógrafa Carla Joner. A partir de 30 de novembro, terá início o espetáculo Despertar das Luzes, sempre aos sábados, com seu tradicional desfile pela avenida Monte Verde.

Com apresentações promovidas pela Arteris, o Natal nas Montanhas tem patrocínios da Companhia Melhoramentos Florestal e do Bradesco, além de contar com o apoio do Sebrae, da Associação Comercial de Monte Verde, do Sindicato Serras Verdes e da Rede Dom Pedro. Realização é da MOVE, da Prefeitura Municipal de Camanducaia, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

(Fonte: Com Rafael Franco/WGO Comunicação)

Com Marc Albrecht no pódio e Paul Lewis como solista, Osesp dedica programa da semana a Brahms

São Paulo, por Kleber Patricio

Osesp na Sala São Paulo. Foto: Mario Daloia.

O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana.

Nesta semana, de quinta-feira (17/out) a sábado (19/out), a Osesp terá um programa dedicado a Johannes Brahms, um dos grandes compositores da Primeira Escola de Viena, cuja obra é um dos eixos desta Temporada. Sob a batuta do regente Marc Albrecht, ouviremos a orquestração de Arnold Schoenberg para o Quarteto em sol menor do mestre alemão e, com Paul Lewis como solista, o Concerto para piano nº 1. Os ingressos custam a partir de R$39,60 (valor inteiro) e estão à venda neste link. O concerto da sexta-feira (18/out) será transmitido ao vivo no canal da Osesp no YouTube.

Sobre o programa

Marc Albrecht. Foto: Jonas Holthaus.

Após a internação de Robert Schumann em um manicômio, Brahms foi viver na casa dele para dar amparo à esposa do amigo, Clara, que estava grávida de seu oitavo filho. Em cinco dias, compôs uma sonata para dois pianos, na qual tentou traduzir seus sentimentos diante do destino de Schumann. O resultado, porém, não o agradou. Ele constatou que seria preciso transformar a sonata em uma sinfonia, mas o peso da tarefa o levou a abandonar o projeto.

Um ano mais tarde, Brahms ainda estava vivendo na casa dos Schumann, cada dia mais apaixonado por Clara. Animado por um sonho no qual tocava um concerto para piano baseado em sua ‘malograda sinfonia’, ele volta a trabalhar na composição que se tornaria seu Concerto para piano nº 1. Brahms levou mais três anos para finalizar a obra, marcadamente densa e trágica, rompendo muitas das convenções do gênero concertante ao mesmo tempo em que demonstra profundo conhecimento da tradição.

Paul Lewis. Foto: Kaupo Kikkas.

Em fevereiro de 1933, Arnold Schoenberg apresentou uma conferência na Rádio de Frankfurt para celebrar o centenário de Brahms, que inspirou seu famoso ensaio ‘Brahms, o progressista’. Nele, Schoenberg argumenta que Brahms, considerado conservador, poderia ser visto como um precursor do Modernismo. Com a ascensão de Hitler e a perseguição aos judeus, o austríaco fugiu para os Estados Unidos, onde se uniu a outros artistas alemães emigrados. Um deles era o maestro Otto Klemperer, que sugeriu ao amigo que orquestrasse o Quarteto para piano nº 1 de Brahms.

Schoenberg então se dedicou, entre maio e setembro de 1937, a traduzir para orquestra cada nota da partitura, escrita originalmente para piano, violino, viola e violoncelo. Ao invés de dar à obra uma roupagem atualizada, ele seguiu de perto a linguagem do antecessor, que conhecia como poucos. O Quarteto, que marcou a estreia de Brahms como compositor em Viena em 1862, homenageia a rica tradição musical da cidade. O compositor observou que Brahms utilizava a tradição de maneira original, variando seus temas desde o início, em vez de apresentá-los de forma fixa. Essa abordagem, chamada de ‘variação em desenvolvimento’, exemplifica a inventividade melódica de Brahms e pode ser vista com clareza no primeiro movimento do quarteto.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp

A Sala São Paulo. Foto: Mariana Garcia.

Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. Possui quase 100 álbuns gravados (cerca de metade deles por seu próprio selo, com distribuição gratuita) e transmite ao vivo mais de 60 concertos por ano, além de conteúdos especiais sobre a música de concerto. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdam, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall. Mantém, desde 2008, o projeto “Osesp Itinerante”, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

Marc Albrecht, regente
O alemão é um dos mais aclamados maestros no cenário contemporâneo da ópera e de concertos. É bastante requisitado internacionalmente como regente do repertório austro-germânico do Romantismo tardio, de nomes que vão de Wagner e Strauss a Zemlinsky, Schreker e Korngold. Ele também aprecia e com bastante convicção toda a gama de compositores que vai desde Mozart até a música contemporânea. Em 2021, Albrecht foi premiado com o Opus Klassik na categoria Regente do Ano pelo álbum Zemlinsky – Die Seejungfrau [Zemlinsky – A Sereia], com a Filarmônica da Holanda. Em 2020, recebeu o título de Cavaleiro da Ordem do Leão Neerlandês e a distinção Prix d’Amis da Ópera Nacional Holandesa. Em 2019, foi nomeado Regente do Ano pelo International Opera Awards. Além disso, durante sua gestão como regente principal, a Ópera Nacional Holandesa foi nomeada Casa de Ópera do Ano da Europa em 2016. Na temporada 2024-2025, Albrecht se apresenta como regente convidado junto a orquestras como Sinfônica Nacional da RAI de Turim, Orquestra do Konzerthaus de Berlim, Filarmônica de Oslo, Orquestra Gulbenkian (Lisboa) e Philharmonia (Zurique), além da própria Osesp.

Paul Lewis, piano
Internacionalmente reconhecido como um dos principais músicos de sua geração, seus inúmeros prêmios incluem o Instrumentista do Ano da Royal Philharmonic Society, dois Edison, três Gramophone e o Diapason D’or. Em 2016, foi agraciado com a Ordem do Império Britânico. Possui doutorados honorários das Universidades de Southampton e Edge Hill. Lewis se apresenta regularmente como solista com as maiores orquestras do mundo e é convidado frequente nos festivais internacionais mais prestigiados, incluindo Lucerna, Mostly Mozart (Nova York), Tanglewood, Schubertiade, Salzburgo, Edimburgo e o BBC Proms de Londres, onde em 2010 se tornou o primeiro pianista a interpretar um ciclo completo dos concertos para piano de Beethoven em uma única temporada. Sua carreira de recitais o leva a locais como Royal Festival Hall em Londres, Alice Tully e Carnegie Hall em Nova York, Musikverein e Konzerthaus em Viena, Théâtre des Champs Elysées em Paris, Concertgebouw em Amsterdã, Konzerthaus e Filarmônica de Berlim, Tonhalle em Zurique, Palau de la Musica Catalana em Barcelona, Symphony Hall em Chicago, Oji Hall em Tóquio e a Sala São Paulo, onde é convidado frequente das temporadas da Osesp.
PROGRAMA

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO — OSESP
MARC ALBRECHT
regente
PAUL LEWIS
piano
Johannes BRAHMS
Concerto para piano nº 1 em ré menor, Op. 15
Quarteto em sol menor, Op. 25
 [orquestração de Arnold Schoenberg]

Serviço:

17 de outubro, quinta-feira, 20h30
18 de outubro, sexta-feira, 20h30 — Concerto Digital
19 de outubro, sábado, 16h30
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: Entre R$39,60 e R$271 (valores inteiros)
Bilheteria (INTI): neste link | (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.
Estacionamento: R$ 35,00 (noturno e sábado à tarde) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.
A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

(Fonte: Pedro Fuini/Fundação Osesp)

Contos e Caraminholas chega a Indaiatuba com atividades gratuitas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Gabi Perissinotto.

A cidade de Indaiatuba recebe neste mês de outubro eventos de contação de histórias e oficinas de fantoches para as crianças. As ações fazem parte do projeto Contos e Caraminholas. Um dos eventos será voltado para crianças da EMEB Dom Idelfonso Stehle e o outro será aberto para o público em geral, no dia 26/10, às 14h, no Casarão Pau Preto, fazendo parte da programação da Semana Literária. Em todos eles, haverá a distribuição gratuita do livro Contos de Chão e de Ventos, escrito exclusivamente por pessoas pretas. O livro traz cinco contos baseados em histórias afro-brasileiras que remetem às histórias ouvidas desde crianças pelos autores.

Contos e Caraminholas é um projeto amplo que busca resgatar parte da história afro-brasileira por meio de lembranças dos cinco autores do livro Contos de Chão e de Ventos vindas de conversas e ensinamentos que receberam dos pais e avós sobre sua origem e crença. Alessandra Ribeiro, Agô, Andréa Mendes, Débora Cristina da Paz, Léo Ara e Levi Kaique Ferreira relatam de forma bastante cativante lições preciosas vindas de seus antepassados e histórias que escutaram de familiares. Parte dessas histórias será encenada durante a contação por Daniel de Almeida e Jeniffer Effes, sob a direção de Fernanda Jannuzzelli, o que para eles é uma oportunidade incrível de dar vida às lembranças e resgatar histórias que nem todo mundo conhece.

“Revisitar o passado de nossos ancestrais através da contação de histórias, trazer para o presente essa força por meio de textos escritos por pessoas negras, além de ser uma honra à ancestralidade, é uma forma de levar para o público a nossa cultura afro tão presente no Brasil e importante para a construção da cultura brasileira, miscigenada e única, pensando no futuro que queremos construir”, reforça Daniel.

O projeto Contos e Caraminholas é realizado pela Educom.Arte em parceria com Instituto Ideia Coletiva, via Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, ProAC ICMS, com patrocínio da Horticeres, uma empresa com 57 anos no mercado de sementes de hortaliças e com sede em Indaiatuba. 

Serviço: 

Contos e Caraminholas chega a Indaiatuba com atividades gratuitas 

Contação de histórias e oficina de fantoche

Data: 18/10

Horário: 13h contação de histórias / 14h e 15h oficina de fantoche

Local: EMEB Dom Idelfonso Stehle – Rua Teresa Bonito, s/n – Jardim Brasil – Indaiatuba/SP

Contação de histórias

Data: 26/10

Horário: 14h

Local: Museu Municipal Antônio Reginaldo Geisa (Casarão Pau Preto) –
Rua Pedro Gonçalves, 477 – Centro – Indaiatuba/SP

*Evento aberto ao público em geral.

(Fonte: Com Carolina Cerqueira/Fábrica de Histórias)

Ana Paula Moreti convida Jane Duboc no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Giubilei.

O Sesc Belenzinho traz as cantoras Ana Paula Moreti e Jane Duboc no dia 19 de outubro, sábado as 21h no Teatro, com ingressos de R$18 (Credencial Sesc) a R$60 (inteira).

A cantora Ana Paula Moreti, reverenciada por grandes artistas como Ivan Lins, Rosa Passos e Flora Purim, convida uma das mais conceituadas vozes brasileiras, Jane Duboc, em um show que rearranja clássicos da música brasileira para uma versão mais moderna, comandada por um quinteto composto por bateria, baixo, teclado, guitarra e saxofone e que mistura pop, jazz e música brasileira.

Ana Paula Moreti canta profissionalmente desde os 18 anos, quando lançou o CD Essência. Desde 2010 integra o grupo de Alexandre Cunha, com apresentações em festivais de jazz e turnês internacionais, e participou dos CDs do baterista – Barulho Bravio (2010), Brasil Plural (2014) e Viagem ao Interior (2021). Em 2017 lançou o DVD Alegre Menina – Ana Paula Moreti canta Djavan. Em 2018 foi solista convidada da Orquestra Municipal de Americana, dividindo o palco com o violonista Marcel Powell, e fez uma série de shows com o primeiro. Em 2019 lançou o EP Prepare o Coração.

Jane Duboc, cantora nascida em Belém do Pará, interpreta MPB, jazz, Bossa Nova. Ainda jovem mudou-se para os Estados Unidos, onde estudou orquestração, canto lírico, flauta e arte dramática por seis anos e atuou como cantora, compositora, instrumentista, publicitária e professora.

De volta ao Brasil na década de 70, atuou ao lado de grandes nomes em programas de TV, participou do especial do Roberto Carlos, Fábio Júnior e outros, formou e participou de grupos musicais, corais, orquestras, gravações e tem participação em mais de duzentos discos de autores como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Hermeto Pascoal, Roberto Sion, Sarah Vaughan, além de gravação de trilhas sonoras e comerciais. Jane defendeu canções em Festivais que lhe renderam sempre lugar de destaque e até mesmo assinaturas de contratos.

Com o sucesso das músicas Chamas da Paixão e Sonhos, em 1987, vieram os convites para participação de dez trilhas de novelas; dentre elas, a Vale Tudo com a música Besame (Flávio Venturini e Murilo Antunes).

Com prestígio internacional, em 2003 a gravadora EMI Music South East Asia incluiu Jane Duboc para fazer parte do CD Pink – Champagne, coletânea onde se destacaram grandes cantoras mundiais, como Ella Fitzgerald, Billie Holliday, Sarah Vaughan, Liza Minnelli, Edith Piaf, Nina Simone, Judy Garland e outras. Um encontro de duas grandes cantoras brasileiras, um encontro marcado pela delicadeza, elegância e sofisticação de duas gerações.

Serviço:

Ana Paula Moreti convida Jane Duboc

Dia 19 de outubro | Sábado, às 21h

Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada), R$18 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc – limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional ; não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional.

Transporte Público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Com Priscila Dias/Sesc Belenzinho)