Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Documentário ‘Terras Prometidas’ será lançado em dezembro em cidades pelo Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

‘Terras Prometidas – a Herança da Baronesa e do Barão de Hirsch’ é um documentário brasileiro que relata a incrível jornada de imigração vivida pela comunidade judaica do leste da Europa em direção às Américas no final do século XIX até início do século XX financiada por um casal de filantropos, até então, desconhecido da história.

O documentário resgata a história da Baronesa e do Barão de Hirsch e seu projeto visionário de libertar os primeiros imigrantes judeus que fugiam da miséria e da perseguição sofrida durante o Império Czarista, em busca de uma vida de liberdade em novas e desconhecidas terras prometidas.

Em formato de road movie, um descendente de uma das primeiras famílias que chegaram à colônia agrícola de Philippson, no Rio Grande do Sul, em 1904, embarca em uma jornada de descobertas e decide fazer um filme. Com uma mochila nas costas, ele refaz os passos de seus ancestrais 120 anos depois, ouvindo depoimentos, visitando locais históricos e investigando arquivos enquanto conecta o passado ao presente para desvendar o legado duradouro do Barão e da Baronesa de Hirsch e seu impacto para as novas gerações.

Sobre a história

Maurice de Hirsch (1831–1896) foi um judeu alemão que fez parte do nascimento da economia moderna na Europa. Casou-se com Clara Bischoffshein e, juntos, construíram fortuna e empreenderam uma enorme missão filantrópica. Por meio da participação na construção da icônica Orient Express, ao conectar Ocidente e Oriente, tomaram conhecimento da extrema miséria e perseguições sofridas pelos judeus na Europa Oriental durante o Império Czarista no final do século XIX.

Marcados pela morte precoce de seu único filho, Lucien, o casal decidiu eleger os judeus deserdados do mundo como seus herdeiros, se tornando responsáveis por um dos planos mais audaciosos de toda a história.

Em 1892, o Barão de Hirsch fundou a ICA – Jewish Colonization Association, considerada até 1978 a maior fundação filantrópica do mundo, que colocou em prática seu plano de comprar terras em países livres, sem histórico de antissemitismo, para instalar comunidades judaicas e financiar emigrações em massa. Desta forma, ao lado da esposa Clara, viabilizou a emigração de milhares de famílias da Rússia para estabelecimentos agrícolas inicialmente na Argentina, depois no Brasil, Canadá, EUA, entre outros países, se tornando conhecido como o ‘Moisés das Américas’.

A Herança dos Hirsches no Brasil

O Barão de Hirsch acreditava que oferecendo aos judeus perseguidos ferramentas para trabalhar na terra e estudo, estaria “libertando-os e transformando-os em cidadãos completos capazes de enriquecer a humanidade de uma maneira nova e preciosa”.

Em 1904, por meio da ICA, começava a chegada de judeus em uma nova Terra Prometida: o Brasil. Após quase 2 meses de viagem, desembarcaram em terras brasileiras as 11 primeiras famílias russas para viver em Philippson, no Rio Grande do Sul. A colônia de Quatro Irmãos, no mesmo Estado, foi fundada em 1912 e chegou a contar com mais de 350 famílias. Desta forma, este ano comemoram-se os 120 anos da Imigração Judaica no Brasil.

Buscando resgatar a memória desta ancestralidade e compreender a herança deixada pelos Hirsches e por estes imigrantes para as novas gerações, o documentário traz o depoimento de historiadores, especialistas e descendentes que ainda hoje são impactados pela força da generosidade e responsabilidade comunitária deste projeto, que mobilizou grande parte do mundo e permitiu que estas famílias pudessem também contribuir social, cultural e economicamente para o desenvolvimento de suas novas Terras Prometidas.

Sobre o filme

O documentário foi idealizado por Léo Steinbruch, descendente que parte em busca de resgatar esta história, com produção executiva de Viviane Lessa, direção de Olindo Estevam e roteiro de Sérgio Mello e Olindo Estevam, com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), patrocínio da CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, realização da ViaViva – Projetos Inspiradores, Paiol Filmes, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Terras Prometidas – a Herança da Baronesa e do Barão de Hirsch será lançado em novembro de 2024 através de uma agenda de exibições especiais e estará disponível para o público por meio de plataformas de streaming e canais de TV em 2025. Instituições culturais, educacionais e sociais interessadas em realizar sessões direcionadas do filme podem entrar em contato com a produção.

Trailer: Trailer Doc Terras Prometidas

Mais informações: https://terrasprometidas.com.br/

Instagram | Facebook | Youtube

Recursos 

– Legendas: inglês, espanhol, francês

– Acessibilidade: libras, audiodescrição, legenda descritiva

Estes recursos poderão ser acessados através do aplicativo PINGPLAY a partir da exibição em qualquer plataforma.

Agenda de exibições

Dia 18/11 – 19h – Cine Belas Artes – São Paulo

Dia 26/11 – 20h – Cinemateca Capitólio – Porto Alegre

Dia 27/11 – Em Santa Maria

Dia 28/11 – Em Erechim

Dia 30/11 – 20h – Comunidade Israelita do Paraná Curitiba

Dia 3/12 – 19h – Museu de Imagem e Som – MIS São Paulo

Dia 8/12 – 16h – Unibes Cultural São Paulo

Breve datas em Brasília, Rio de Janeiro, Belém, Manaus e Florianópolis.

(Com Sérgio Lerrer/Press Manager Mail)

Angostura celebra 200 anos com competição global de coquetelaria

Trinidad e Tobago, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Para comemorar seus 200 anos, a Angostura, importante marca de bitter e rum de Trinidade e Tobago, lançou uma competição de coquetelaria que desafia bartenders de todo o mundo a criar o melhor drink Swizzle utilizando o rum e os bitters premium da marca. O concurso é destinado a profissionais, que devem atender a alguns pré-requisitos e se inscrever no site oficial.

Para que a bebida seja válida na competição, deve ser inovadora e cumprir os critérios específicos, como conter, pelo menos, 30 ml de Rum Angostura e um dos bitters (laranja, cacau ou clássico) e ter um máximo de 75 ml de bebida alcoólica com 40% ABV (80 graus) antes da diluição. Além disso, o drink pode ter até 6 ingredientes, excluindo o gelo.

Após o envio do formulário, os participantes deverão fornecer detalhes sobre sua criação, incluindo o nome do coquetel, a receita e o método de preparo. A pontuação será atribuída com base nas seguintes etapas: 30 pontos – Apelo de acordo com a descrição, 30 pontos – Estética, 30 pontos – História e 10 pontos – Bônus de sustentabilidade.

Os resultados serão divulgados até o início de janeiro de 2025 e o Brasil terá um ganhador que competirá na etapa regional na Cidade do México em fevereiro de 2025. Os vencedores de cada regional se enfrentarão na grande final internacional em Trindade e Tobago, no Caribe, em maio de 2025. Os prêmios finais são U$10.000,00 e a oportunidade de representar as marcas da casa da marca por dois anos.
Período de inscrição: 28 de outubro até 30 de novembro

Site para inscrição: www.angosturaglobalcocktailchallenge.com (consultar regras e regulamento no site).

(Com Marina Zimmermann/Press Pass Comunicação & Marketing)

‘Burle Marx Tapeceiro’: Livro apresenta faceta pouco conhecida do consagrado paisagista-artista

São Paulo, por Kleber Patricio

Tapeçaria Itamaraty, 1965-67. Foto: Graça Seligman.

Para além do paisagismo que o consagrou, há um segmento ainda pouco conhecido da multifacetada atividade de Roberto Burle Marx, que é a profícua produção de tapeçarias. ‘Burle Marx Tapeceiro’, livro escrito pelo arquiteto e historiador de arquitetura e artes visuais Guilherme Mazza Dourado, a ser lançado em novembro na Arte132 Galeria pela Luste Editores, explora esse perfil do consagrado artista e paisagista.

Fruto de uma extensa pesquisa do autor sobre as experiências de Burle Marx com a arte têxtil, a edição é o primeiro estudo dedicado unicamente às tapeçarias do artista, feitas principalmente em lã natural e teares manuais de alto liço (fio de metal com um elo usado para tear) por ateliês nacionais e internacionais, reconhecendo Burle Marx como um pioneiro da tapeçaria moderna brasileira e sendo, inclusive, o primeiro brasileiro a fazer uma tapeçaria moderna em Aubusson, na França.

Livro reúne a produção de tapeçarias materializadas ao longo de quatro décadas, de 1950 a 1980.

O livro nasce do desejo do autor de dar visibilidade ao domínio da arte e da técnica de Burle Marx que, até hoje, não recebeu a devida atenção. Em 2024, completam-se 30 anos da morte de Burle Marx e, em homenagem à história do paulistano pouco difundida, a publicação resgata a produção de tapeçarias materializadas pelo artista ao longo de quatro décadas, entre os anos 1950 e 1980, passando pelo início da trajetória têxtil de Burle Marx na região de Aubusson, na França — polo de ateliês de tapeçarias que teve diversos artistas convidados a se expressar por meio da técnica tecelã; entre eles, Calder, Picasso e Burle Marx —, até os registros da maior parte de sua produção, que ocorreu em São José dos Campos.

Trajetória na arte têxtil

O livro é dividido em três capítulos: ‘Ingresso na arte têxtil’; ‘Trabalhos em Brasília’ e ‘Parcerias com Clemente Gomes’. O primeiro capítulo aborda o início da trajetória do paisagista na tapeçaria, especialmente por meio do encargo comissionado em 1953 pelo empresário Ernesto Waller, no contexto de uma onda de interesse pelas tapeçarias modernas francesas, que chegaram ao Brasil em meados da década de 1940, após a atuação pioneira de Burle Marx em Aubusson, na França.

O capítulo seguinte, Trabalhos em Brasília, destaca as encomendas realizadas para os órgãos governamentais e residências oficiais da capital federal impulsionadas pelo diplomata Wladimir Murtinho, personagem fundamental na projeção internacional de Burle Marx e na contratação, em 1965, da grande tapeçaria do Palácio Itamaraty e do Congresso Nacional.

Tapeçaria do Centro Civico de Santo André, 1968-69. Foto: Cesar Barreto.

Uma das histórias exploradas neste capítulo versa sobre a tapeçaria encomendada a Burle Marx para ornamentar o Salão Negro do Congresso Nacional e que hoje integra o acervo do Museu do Senado. Medindo 4,83 de comprimento por 3,28 metros de altura, a peça foi urdida em 1973 e passou por um cuidadoso restauro em 2023, após ser danificada durante os ataques de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.

Por fim, o último capítulo, Parcerias com Clemente Gomes, narra a relação profissional entre o artista e o empresário, que dirigiu um próspero conglomerado de empresas originado a partir da Tecelagem Parahyba. Essa parceria acarretou a criação da Indústria de Trabalhos Manuais (ITM), em São José dos Campos, no estado de São Paulo, que funcionou como ateliê para a confecção do mais extenso elenco de tapeçarias do paisagista-artesão entre a segunda metade da década de 1960 e o fim dos anos 1980.

Burle Marx Tapeceiro apresenta um panorama dos painéis têxteis, cartões de produção, maquetes, estudos e obras de referência do artista, de modo a evidenciar o papel que Burle Marx teve também na tapeçaria moderna brasileira, para além da arquitetura e paisagismo.

Sobre Guilherme Mazza Dourado

Guilherme Mazza Dourado é arquiteto e historiador de paisagismo, arquitetura e artes visuais. O pesquisador tem pós-doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2016) e doutorado (2009) e mestrado (2000) pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo. Foi articulista e ensaísta da revista Projeto, além de enviado especial da publicação no Brasil e no exterior (1988-1996).

Tapeçaria do Congresso Nacional, 1973. Foto: Ricardo Movits.

Entre outros livros impressos, é organizador de ‘Folha em Movimento. Cartas de Burle Marx’ (Luste Editores, 2022), autor de ‘Belle Époque dos Jardins’ (Ed. Senac SP, 2011) e de ‘Modernidade Verde. Jardins de Burle Marx’ (Ed. Senac SP/Edusp, 2009), os três laureados com o 1º Prêmio na categoria de Trabalhos Escritos Publicados do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, nas edições de 2009, 2011 e 2022, e o segundo também finalista na categoria de Arquitetura e Urbanismo do 54º Prêmio Jabuti, em 2012, e coautor de ‘Oswaldo Arthur Bratke. A arte de bem projetar e construir’ (PW Editores, 2012).

Sobre a Luste Editores

A Luste Editores é um Atelier Editorial & Multimídia com 14 anos de atuação no mercado editorial brasileiro, especializado em publicações especiais que abrangem temas diversos. Com um forte compromisso em fomentar a arte, a cultura e o trabalho de artistas contemporâneos, a Luste desenvolve projetos criativos autorais e sob medida, destacando-se em colaborações com grandes marcas, como a comemoração dos 45 anos da Ellus e dos 110 anos da marca de açúcar União.

A editora é reconhecida pela criação de livros-objeto que ajudam a consolidar novos posicionamentos de mercado, registrando e celebrando legados por meio de projetos que aliam arte e conteúdo. Cada trabalho é desenvolvido com tempo e dedicação, visando sempre a entrega de projetos de alta qualidade com um olhar atento ao valor atemporal do livro como registro do passado, presente e futuro.

Sobre a Arte132 Galeria

Fundada em 2021, por Telmo Porto, o propósito da Arte132 é expor e manter em acervo artistas brasileiros reconhecidos. Nascido em 1955, no Rio de Janeiro, Telmo viveu boa parte da vida na cidade de São Paulo. Formou-se engenheiro civil ferroviário, professor e doutor pela Escola Politécnica da USP, onde lecionou por mais de 30 anos. Exerceu a profissão de forma notável, tanto no âmbito público quanto privado, até o final de sua vida. Paralelamente à engenharia, foi amante e profundo conhecedor das artes, integrando conselhos de grandes instituições culturais, fomentando e participando ativamente da vida cultural de São Paulo.

Tapeçaria, 1980. Foto: Ding Musa.

Durante 30 anos, atuou como patrono do Museu de Arte Moderna de São Paulo [MAM-SP]. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de diretor administrativo, entre 2019 e 2022, ajudando a consolidar uma nova fase do MAM-SP. Membro do Conselho Deliberativo do Museu de Arte de São Paulo [MASP], no período entre 2014 e 2022, participou ativamente das atividades do museu como integrante do Comitê Cultural e do Comitê de Infraestrutura. Foi também diretor no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia [MuBE] nos anos 2000. Ao longo de sua vida, Telmo realizou incontáveis doações de obras de arte para esses importantes museus e, principalmente, à Pinacoteca do Estado de São Paulo.

A Arte132 Galeria é fruto [e legado] dessa grande trajetória. Telmo apoiava diretamente artistas e músicos em suas produções e entendia que a arte de um país e de um período não é constituída apenas por alguns nomes definidos pelo mercado, mas por todos os artistas que desenvolveram um entendimento do mundo e do homem em determinado momento. Dessa forma, ele possuía particular interesse na produção menos conhecida dos mais reconhecidos, além da produção dos pouco consagrados pela História da Arte Brasileira, mas que demandam [e merecem] uma revisão.

Tapeçaria, 1973. Foto: Eduardo Barcellos/Fotocontexto.

Sua intenção inicial sempre foi privilegiar, mas sem exclusividade, as realizações mais autorais dos artistas, menos sujeitas às limitações materiais de execução ou de sobrevivência econômica dos autores. Nas suas palavras, “pretendemos reincluir nomes no cenário das galerias e instituições, sempre com orientação curatorial e escolhas motivadas.”

Até o momento, a casa serviu como um ponto de conexão entre vários tempos e as muitas manifestações artísticas. Das artes visuais à música, a Arte132 é um lugar de encontros, diálogos e descobertas onde todos são bem-vindos.

(Com Julio Sitto/A4&Holofote Comunicação)

Concerto da Orquestra Sinfônica da Unicamp traz Beethoven e Emilie Mayer quinta, 14, na FCM

Campinas, por Kleber Patricio

No dia 14 de novembro, às 19h30, o Auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp será o cenário de mais um concerto especial da Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU). Sob regência da maestrina Cinthia Alireti, o programa explora o romantismo expressivo de Emilie Mayer e o idílio pastoral de Beethoven, oferecendo ao público uma noite que promete uma imersão profunda na riqueza orquestral.

A abertura do concerto destaca a compositora alemã Emilie Mayer, com sua inspirada ‘Abertura Fausto’. Considerada uma das vozes femininas mais marcantes do romantismo, Mayer transformou sua paixão pela música em obras vibrantes, ainda que pouco conhecidas pelo público. ‘Abertura Fausto’ exibe sua habilidade de captar atmosferas dramáticas e complexas, transportando o ouvinte para os dilemas e profundezas emocionais do protagonista da obra literária de Goethe dentro da tradição da música programática alemã do século XIX.

A segunda parte do concerto traz uma das peças mais queridas de Ludwig van Beethoven, a Sinfonia n. 6, conhecida como ‘Pastoral’. Diferente das suas composições de tom mais dramático, a ‘Pastoral’ se destaca pela serenidade e pela celebração da natureza. Dividida em cinco movimentos, cada um evoca um aspecto do campo: da paz bucólica à força de uma tempestade, concluindo com um cântico de gratidão. Beethoven nos guia por um cenário idílico, onde a música se funde aos sons da natureza, refletindo seu amor pelo ambiente rural.

O evento, gratuito, é uma oportunidade única para aproveitar a interpretação da OSU em uma noite que une o dramático ao contemplativo.

Serviço:

Pastoral

14 de novembro de 2024, às 19h30

Auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) | R. Albert Sabin – Cidade Universitária, Campinas

Entrada gratuita.

(Fonte: Ciddic/Unicamp)

Instituto Fauna Brasil e Silvestres SC lançam parceria com BioParque do Rio para apoiar a conservação da fauna brasileira

Santa Catarina, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O BioParque do Rio, localizado na Quinta da Boa Vista, São Cristóvão, anunciou uma nova campanha em parceria com o Instituto Fauna Brasil e o Silvestres SC visando arrecadar fundos para apoiar projetos de conservação da fauna brasileira.

A iniciativa traz camisas exclusivas para todas as idades, incluindo modelos para adultos, crianças e idosos. As estampas transmitem mensagens de conservação e preservação dos animais, reforçando a importância da proteção da biodiversidade. Vale ressaltar que os produtos estão disponíveis na loja do parque e cada compra contribui diretamente para a continuidade dos projetos desenvolvidos pelo Instituto Fauna Brasil e o Silvestres SC.

O Instituto Fauna Brasil e o Silvestres SC se destacam pelo trabalho com manejo e reintrodução de espécies nativas ameaçadas em Santa Catarina, como o bugio e o papagaio-de-peito-roxo, com planos futuros de incluir felinos em suas atividades. A parceria com o BioParque do Rio reforça o compromisso das instituições com a sustentabilidade e a proteção da fauna brasileira.

(Com Juliana Sampaio/FSB Comunicação)