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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Sober dinner: 84% da Geração Z não consome álcool regularmente, aponta pesquisa do Tinder

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Um estudo recente conduzido pelo Tinder no Brasil em setembro de 2024 destaca uma mudança significativa nas preferências de relacionamento entre os usuários da Geração Z, com uma tendência crescente para o sober dating — encontros sem álcool. Os dados mostram que 84% dos jovens adultos com idades entre 18 e 25 anos não bebem regularmente, o que pode refletir um interesse maior por bem-estar e autocuidado.

A especialista de Amor e Relacionamentos do Tinder, Carol Tilkian, vê essa mudança como um reflexo das novas prioridades dos jovens: “O álcool não é mais a principal forma de quebrar o gelo em encontros. Cada vez mais, a Geração Z está buscando relacionamentos mais profundos e saudáveis, focados na compatibilidade e em interesses compartilhados, em vez de beber.

Os resultados mostram que 60% dos entrevistados disseram que a ausência de álcool não afetou a qualidade dos encontros e 38% afirmaram preferir encontros sem álcool. Tilkian observa que o aumento dos níveis de ansiedade e depressão entre os jovens está impulsionando essa tendência. “Planejar encontros sem álcool é uma maneira de manter o controle emocional e evitar a vulnerabilidade associada à bebida. Muitos jovens preferem se conectar de forma mais autêntica, sem depender do álcool“, acrescenta.

Além disso, 37% dos entrevistados acreditam que uma comunidade sóbria em aplicativos de namoro melhoraria sua experiência, especialmente para aqueles que evitam beber por motivos de saúde ou pessoais. Nesse contexto, o Tinder oferece uma ferramenta essencial para quem quer priorizar esses valores, permitindo que os usuários preencham a seção ‘Estilo de Vida’ com suas preferências sobre consumo de álcool. Opções como ‘Não curto’, ‘Parei de Beber’, ‘Bebo com moderação’, ‘Em ocasiões especiais’, ‘Socialmente’, ‘Aos fins de semana’ e ‘Quase toda noite’ facilitam matches mais assertivos, garantindo que os usuários possam se conectar com base em hábitos e estilos de vida semelhantes.

A compatibilidade vai além de interesses em comum; inclui também hábitos de vida. Poder sinalizar seus valores em relação ao consumo de álcool no Tinder é uma forma de alinhar expectativas desde a primeira interação, ajudando a criar conexões mais profundas e significativas”, explica Tilkian.

À medida em que o sober dating continua a crescer em popularidade, o Tinder reforça sua posição como uma plataforma que acolhe a diversidade de experiências e estilos de vida, oferecendo um espaço para aqueles que buscam conexões mais conscientes. “Ser saudável é o novo ‘cool’. E o Tinder está na vanguarda ao facilitar encontros que refletem esses novos valores”, conclui Tilkian.

A especialista em relacionamentos também aponta que, à medida em que o álcool desempenha um papel menor nos encontros, as pessoas estão explorando novas formas de se conectar. “Em vez de encontros tradicionais em bares, vemos jovens optando por atividades mais envolventes, como caminhadas no parque, visitas a exposições ou a eventos esportivos. Essas atividades incentivam uma interação genuína e a formação de laços mais profundos, já que a neurociência mostra que experiências compartilhadas aumentam a probabilidade de conexões emocionais”, afirma Tilkian.

A pesquisa foi realizada via aplicativo com 400 pessoas de 18 a 25 anos no Brasil, entre 5 e 13 de setembro de 2024, conduzida pelo Tinder.

Sobre o Tinder | Lançado em 2012, o Tinder® revolucionou a forma como as pessoas se conhecem, passando de um match para um bilhão de matches em apenas dois anos. Esse rápido crescimento mostra a capacidade do app em atender a uma necessidade humana fundamental: conexão real. Hoje, o aplicativo foi baixado mais de 630 milhões de vezes, resultando em mais de 97 bilhões de matches, ajudando aproximadamente 50 milhões de usuários por mês em 190 países e mais de 45 idiomas – uma escala incomparável por qualquer outro aplicativo da categoria. Em 2024, o Tinder ganhou quatro prêmios Effie Awards por sua primeira campanha de marca global It Starts with a Swipe™. Tinder é uma marca registrada da Tinder LLC.

(Fonte: Weber Sandwick)

Wine Dinner do Copa de outubro terá presença de André Saburó, chef e sushiman do restaurante Quina do Futuro, em Recife

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Na próxima edição do Wine Dinner do Copa – jantar harmonizado que acontece toda última sexta-feira do mês – a chef Sol Nunes se une a André Saburó, chef e sushiman do renomado restaurante Quina do Futuro, localizado em Recife. O evento conta com uma harmonização especial com uma seleção de vinhos da vinícola Miolo.

Com um menu criado exclusivamente para a ocasião, o encontro dos chefs contará com receitas irresistíveis repletas de combinações criativas e originais. O jantar acontece no restaurante Pérgula no dia 25 de outubro a partir das 19h e promete proporcionar uma jornada surpreendente de sabores.

O Wine Dinner se inicia com três aperitivos idealizados em conjunto pelos chefs: robata de atum de sol com farofa de shissô e asazuke de tomate e toast com tartar de akami bluefin, ikura e lardo, além de uma mini alface romana com atum, foie gras e coalhada de ovelha. Em seguida, chega à mesa a entrada Missô Suimono: caldo de missô clarificado, cogumelos tostados, alho poró e camarão carabineiro defumado em ban-chá.

O primeiro prato será o Chutoro, Tucupi e Matchá, uma combinação de atum bluefin gordo shoyuzuke com emulsão de avocado em matchá e gel de tucupi dashi que promete surpreender os mais variados tipos de paladares. Já para o prato principal, os chefs preparam um stracotto suíno com demi glasse com tucupi, bok choy, cogumelos, vinho e alho.

Criada pelos chefs, a Torta de chocolate com sorvete de Matchá encerra a experiência com uma nota doce e inesquecível.

Harmonização | A harmonização de vinhos será uma parte essencial deste jantar especial. Os convidados terão a oportunidade de apreciar vinhos cuidadosamente selecionados pela vinícola Miolo. Entre eles, o Miolo Millesime Brut, Miolo Gewurztraminer Single Vineyard, Miolo Cuvee Giuseppe Chardonnay, Miolo Sebrumo Cabernet Sauvignon e o Miolo Late Harvest.

Sobre o chef André Saburó

Não há como explicar a carreira do chef e sushiman André Saburó Matsumoto sem mergulhar no ambiente familiar do cozinheiro. Ainda criança, acompanhava o pai Shigeru – ou, como ficou mais conhecido no Recife, seu Júlio – nas atividades cotidianas dos seus restaurantes anteriores – sim, ele fundou outros negócios no ramo de alimentação antes da Taberna Japonesa Quina do Futuro, que incluíam as idas ao mercado público para escolher e comprar insumos de qualidade; sobretudo, peixes. Em casa, não era diferente. A relação dos Matsumoto com a comida sempre foi de respeito e valorização do alimento e dos rituais em torno dele. Desde muito cedo o chef aprendeu que comida era coisa séria e, ao longo da convivência com o pai, foi compreendendo que seu Júlio fazia mais do que alimentar as pessoas: ele preservava a cultura do seu país natal.

Atualmente, o trabalho de André Saburó está focado em pescados, especialmente no estudo do atum A + (tipo exportação), peixe altamente valorizado no Japão, mas que, no Brasil, ainda trava com o salmão uma disputa pelo paladar dos consumidores. É justamente por conta de suas pesquisas inéditas com o peixe, considerado o velocista do mar, que Saburó tem atraído olhares atentos de cozinheiros e gourmets de todo o Brasil.

Serviço:

Copacabana Palace, A Belmond Hotel

Avenida Atlântica, 1702

Reservas: pergula.cop@belmond.com ou (21) 2548-7070

Data: 25 de outubro de 2024 | a partir das 19h

Menu harmonizado: R$475 + 10% por pessoa

*Durante o período o menu à la carte não estará disponível.

(Fonte: Com Giovanna Cavalieri/FSB Comunicação)

Historiador recupera memória de Tebas, mestre de obras escravizado na São Paulo colonial

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Joaquim Pinto de Oliveira, conhecido como Tebas, emerge da história para ocupar seu devido lugar na construção de São Paulo colonial. Nascido escravizado e com um pai desconhecido, Tebas superou as limitações impostas pela sociedade opressora, tornando-se um mestre de obras notável. O historiador Luis Gustavo Reis revela sua trajetória em A trajetória de Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas: Trabalho, escravidão, autonomia e liberdade em São Paulo colonial (1733-1811), publicado pela Editora Unesp.
No prefácio, o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) José Carlos Vilardaga destaca que “Luis Gustavo Reis traz à luz a importância de Tebas, cuja habilidade na cantaria de pedra moldou marcos icônicos de São Paulo, como a torre da antiga Catedral da Sé e o Mosteiro de São Bento. Sua pesquisa não só revive o legado material deixado por Tebas, mas também sua presença na memória documental, com uma impressionante capacidade de revelar o que estava ausente.” 

Tebas, inicialmente um pedreiro sob seu senhor, tornou-se um mestre de obras reconhecido, com um legado visível em várias construções históricas da cidade. Sua biografia é dividida em três fases: sua vida em Santos e a viagem ao planalto paulista, seu destaque em São Paulo durante o governo do Morgado de Mateus e, finalmente, sua liberdade, quando começou a contratar escravizados para auxiliá-lo. “As transformações vividas por Tebas moldaram a urbanização de São Paulo. Sua história, apesar de muitas vezes ocultada, mostra a importância de um mestre de obras negro na configuração da modernidade da cidade”, comenta, na apresentação, o professor Eduardo Antonio Bonzatto, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

A recuperação da história de Tebas ilumina a contribuição essencial de escravizados e libertos para a construção social, cultural e arquitetônica de São Paulo, oferecendo uma nova perspectiva sobre a formação da cidade e a nação.
Sobre o autor | Luis Gustavo Reis é graduado em História pela Universidade de São Paulo, mestre em História Social pela Universidade Federal de São Paulo e pesquisador do Laboratório de Pesquisa de História das Américas (Lapha-Unifesp).

Título: A trajetória de Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas: Trabalho, escravidão, autonomia e liberdade em São Paulo colonial (1733- 1811)
Autor: Luis Gustavo Reis
Prefácio: José Carlos Vilardaga
Apresentação: Eduardo Antonio Bonzatto
Número de páginas: 367
Formato: 13,7 x 21 cm
Preço: R$89
ISBN: 978-65-5711-235-9
Mais informações sobre a Editora Unesp estão disponíveis no site oficial.

(Fonte: Com Diego Moura/Pluricom Comunicação Integrada®)

Osesp e São Paulo Cia. de Dança levam balé e música clássica ao palco da Sala São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Osesp. Foto: Mario Daloia.

De quinta-feira (31/out) a sábado (02/nov), a Osesp recebe a São Paulo Cia. de Dança para o já tradicional encontro entre a música clássica e o balé no palco da Sala São Paulo, com regência do maestro Claudio Cruz. Os ingressos para as três apresentações estão esgotados, mas a performance da sexta-feira (01/nov) será transmitida ao vivo no YouTube da Orquestra.

Em Dança na Sala, o público assistirá às coreografias de Les Sylphides (Chopiniana), remontagem de Ana Botafogo, com música de Glazunov sobre Chopin, e Madrugada, criação de Antônio Gomes, com valsas de Francisco Mignone orquestradas por Rubens Ricciardi. Embora sejam de tempos e de estilos diferentes, as duas obras interpretadas pelos bailarinos da SPCD celebram a beleza e a poesia da dança, proporcionando uma experiência sensorial única que é potencializada pela execução ao vivo da Osesp.

Claudio Cruz. Foto: Rubens Cortez.

“A parceria com a São Paulo Cia. de Dança já é uma aguardada tradição das temporadas da Osesp. Transformamos o palco da Sala São Paulo — espaço dedicado à música sinfônica — para receber os bailarinos do grupo. Mostramos, assim, a versatilidade da nossa Orquestra e exploramos e valorizamos o encontro de linguagens artísticas historicamente tão íntimas”, afirma Marcelo Lopes, diretor executivo da Fundação Osesp.

“Dançar na Sala São Paulo, com música ao vivo, acrescenta novas camadas de experiências e sensações, tanto para quem assiste quanto para quem dança”, comenta Inês Bogéa, diretora artística da SPCD. “A presença da orquestra intensifica a conexão entre a música e a dança, criando um ambiente onde cada nota musical e cada movimento coreográfico se unem de maneira sublime, proporcionando uma experiência única e inesquecível para todos os presentes”, acrescenta.

Sobre o programa

Madrugada, criação de Antônio Gomes, tem como trilha as Valsas de Esquina, de Francisco Mignone. A delicadeza das relações humanas e a entrega dos bailarinos transformam a noite em uma celebração da vida, da arte e das emoções mais profundas. Em um baile atemporal à luz do luar, a ingenuidade e a nostalgia se encontram com a jovialidade e o romantismo, captando o clima efêmero e singelo das serenatas, agregando elementos contemporâneos baseados em traços da música popular já presentes nas composições.

 

São Paulo Cia. de Dança. Foto: Gabriel Hirga.

Na sequência, um clássico que evoca a era romântica do balé. Com remontagem da renomada Ana Botafogo, Les Sylphides (Chopiniana) retrata o encantamento de um poeta sonhador pela dança das sílfides, seres mágicos que habitam as florestas. Sob o luar, elas materializam o ato poético em seus movimentos e desenham o palco com arabescos, resultando em uma obra de grande beleza contemplativa. A coreografia, embalada pela Chopiniana, de Alexander Glazunov sobre peças para piano de Chopin, nos transporta para um universo etéreo, onde a delicadeza dos movimentos e a luz do que nos remete ao luar criam uma atmosfera de sonho e contemplação.

A Osesp, sem a companhia de dança, apresenta ainda a orquestração de Rubens Ricciardi para a dança popular brasileira Lundum.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo — Osesp
Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. Possui quase 100 álbuns gravados (cerca de metade deles por seu próprio selo, com distribuição gratuita) e transmite ao vivo mais de 60 concertos por ano, além de conteúdos especiais sobre a música de concerto. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdam, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall. Mantém, desde 2008, o projeto Osesp Itinerante, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

São Paulo Companhia de Dança

Osesp e SPCD em concerto de 2022. Foto: Gabriel Hirga.

Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) é um corpo artístico da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo é uma Companhia de repertório, ou seja, realiza montagens de excelência artística, que incluem trabalhos dos séculos XIX, XX e XXI de grandes peças clássicas e modernas a obras contemporâneas, especialmente criadas por coreógrafos nacionais e internacionais. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 1 milhão de pessoas em 22 diferentes países, passando por cerca de 180 cidades em mais de 1.250 apresentações e acumulando mais de 50 prêmios e indicações nacionais e internacionais. Por meio do selo #SPCDdigital criado em 2020, já realizou mais de 50 espetáculos virtuais e streamings de apresentações que somam mais de 1 milhão de visualizações. Além da Difusão e Circulação de Espetáculos, a SPCD tem mais duas vertentes de ação: as Atividades Educativas e de Sensibilização de Plateia e Registro e Memória da Dança.

Claudio Cruz, regente
Claudio Cruz é o regente titular e diretor musical da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e recentemente foi também regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Tem atuado como regente convidado de orquestras como a Sinfonia Varsovia, New Japan Philharmonic, Sinfônicas de Hiroshima, de Avignon e de Jerusalém, Svogtland Philharmonie (Alemanha), Orquestras de Câmara de Osaka e de Toulouse e Filarmônica de Montevideo. No Brasil, regeu a Osesp, Filarmônica de Minas Gerais, as Sinfônicas Municipal de São Paulo, do Paraná, Brasileira, de Porto Alegre e do Teatro Nacional Cláudio Santoro, entre outras. Foi diretor artístico do Núcleo de Música Erudita da Oficina de Música de Curitiba de 2015 a 2017, regente e diretor artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e da Orquestra de Câmara Villa-Lobos. Com essas orquestras, gravou CDs com obras de Carlos Gomes, Beethoven, Mozart, Tom Jobim e Edino Krieger. Atuou como diretor artístico e regente nas montagens das óperas O rapto do serralho, Sonhos de uma noite de verão, Don Giovanni, Rigoletto e La Bohème entre outras. Claudio Cruz foi premiado pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), Prêmio Carlos Gomes, Prêmio Bravo e Grammy Awards, entre outros. Entre 1990 e 2014 ocupou o cargo de spalla da Osesp.

O programa Dança na Sala conta com o patrocínio da Sabesp, com o copatrocínio do Itaú e com o apoio de BEXP, JSL, Gerdau e Grupo Veste por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.

PROGRAMA

OSESP
SÃO PAULO CIA. DE DANÇA
CLAUDIO CRUZ,
regente
MIGNONE
Lundum/Congada – Dança de negros [orquestração de Rubens Ricciardi]
Valsas de esquina nº 6 [orquestração de Rubens Ricciardi]
GLAZUNOV | Suíte para orquestra sobre Chopin, Op. 46 – Chopiniana

FICHA TÉCNICA

MADRUGADA (2021)
Coreografia: Antonio Gomes
Música: Valsas de Esquina, de Francisco Mignone (1897-1986), com orquestração de Rubens Ricciardi e gravação da Orquestra do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Cláudio Cruz
Iluminação: Wagner Freire
Figurinos: Fábio Namatame
Duração: 37 minutos

LES SYLPHIDES (CHOPINIANA) (2021)
Coreografia: Ana Botafogo, a partir da obra de 1909 de Mikhail Fokine (1880-1942)
Música: Frédéric Chopin (1810-1849)
Iluminação: André Boll
Figurinos: Tânia Agra
Duração: 30 minutos.
Serviço:

31 de outubro, quinta-feira, 20h30
1º de novembro, sexta-feira, 20h30 — Concerto Digital
2 de novembro, sábado, 16h30
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: R$39,60 (valor inteiro)
Bilheteria (INTI): neste link | (11) 3777-9721 (de segunda a sexta, das 12h às 18h)
Estacionamento: R$35,00 (noturno e sábado à tarde) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura

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(Fonte: Com Pedro Fuini/Fundação Osesp)

Consulado Geral de Portugal em São Paulo recebe escritor português José Luís Peixoto

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

O Consulado Geral de Portugal em São Paulo receberá, no dia 4 de novembro, o autor português José Luís Peixoto (Prêmio José Saramago e Prêmio Oceanos) em um evento gratuito que marca o encerramento da 16⁠ª Tarrafa Literária, festival de literatura programado para acontecer em Santos durante 30 de outubro e 3 de novembro e contará com mais de 40 escritores. O escritor participa de uma mesa com o editor e livreiro José Luiz Tahan (criador da Tarrafa), com a mediação do jornalista e crítico literário Manuel da Costa Pinto.

José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974. É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas a um vasto número de idiomas e sendo estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras. No Brasil, entre as suas obras publicadas estão Galveias, Em teu ventre, Almoço de domingo e o infantil A mãe que chovia, entre outros.

“Depois de participar da Tarrafa Literária em Santos, teremos este encontro, que de certa forma encerra o evento, em São Paulo, em um espaço nobre que celebra o nosso idioma e a nossa literatura”, comenta José Luiz Tahan, idealizador do festival.

Serviço:

José Luís Peixoto no Consulado Geral de Portugal em São Paulo

Participação do do editor e livreiro José Luiz Tahan e com a mediação do jornalista e crítico literário Manuel da Costa Pinto 

4 de novembro de 2024 às 19h

Rua Canadá, 324 – Jardim América, São Paulo – SP

Sobre a Tarrafa Literária | Uma Festa Literária e não uma feira de livros: trata-se de uma grande reunião de leitores e escritores em cinco dias para dar voz ao pensamento e conversar sobre literatura, jornalismo, ciência, história, futebol e o que mais vier à mente dos convidados. Não é um ambiente acadêmico, mas de entretenimento e cultura. E o lugar, acolhedor. Mais informações na página oficial.

Sobre a Realejo Livros | Uma livraria que é editora, uma editora que tem uma livraria, um livreiro que organiza um festival literário e uma calçada que diverte a todos. O Realejo Livros é comandada por José Luiz Tahan, autor de diversos livros, tendo a mais recente publicação, Um Intrépido Livreiro Nos Trópicos. Conheça mais no site.

(Fonte: Com Gabriel Aquino/Agência Lema)