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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Projeto social amplia oportunidades para crianças e adolescentes de Pernambuco por meio da música

Recife, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Crianças e adolescentes filhos de agricultores em Pernambuco estão ampliando horizontes por meio da música. Selecionadas por iniciativa da Giral, uma organização sem fins lucrativos que cuida de crianças e idosos em situação de vulnerabilidade, compõem a Orquestra de Câmara ‘Meninas e Meninos da Alegria’. A ONG tem o patrocínio da BB Seguros.

Desde setembro, o grupo – formado por 28 crianças e adolescentes – vem apresentando em vários espaços culturais importantes de Recife a turnê ‘Nossos Sonhos Movem o Mundo’. O espetáculo musical ‘Aruana: Um Vida em Canção’ narra a história de uma personagem que atravessa do sertão ao litoral pernambucano.

O grupo tem encantado o público por onde passa revisitando clássicos eruditos e da música popular nordestina e projetando talentos. Desde setembro, já se apresentaram na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no BB Cultural e no Museu do Estado de Pernambuco, entre outros lugares, e têm apresentações agendadas até dezembro.

Um dos objetivos do projeto é incentivar o acesso a mercados de inclusão musical. Os participantes são selecionados sem nenhuma formação musical e a única condição é que todos devem ser estar regularmente matriculados na escola – uma equipe acompanha a vida escolar de cada um. As aulas e ensaios acontecem de segunda a sábado no horário do contraturno escolar.

O projeto

A Giral atua em Glória do Goitá (PE) e celebrou 17 anos no dia 17 de outubro. O projeto de música existe desde 2022 e já formou cerca de 200 músicos, enquanto mais de 200 estão em formação. Além da música, a iniciativa oferece aulas de balé e noções de cidadania. Os alunos são selecionados anualmente. Alguns adolescentes são convidados para tocar profissionalmente em eventos institucionais e muitos deles já decidiram continuar estudos na área musical na universidade.

Em outubro, a formação atual realizou duas apresentações: uma no dia 12, na Festa do Abacaxi, em Pombos (PE), e dia 14, no Anfiteatro da UFPE, no Recife. Em novembro, há apresentações agendadas para Museu do Homem do Nordeste, na UFPE e na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

(Fonte: Com Marina Monteis/FSB Comunicação)

Espetáculo leva clássicos do cancioneiro infantil de Heitor Villa-Lobos para o Teatro Cacilda Becker

São Paulo, por Kleber Patricio

Dani Mattos e Poucas & Boas apresentam clássicos do cancioneiro infantil brasileiro arranjados por Heitor Villa-Lobos. Foto: Djampa Produtora.

No próximo dia 26 de outubro, às 16h, o  grupo vocal Poucas & Boas, sob regência de Dani Mattos, realiza o espetáculo ‘Villa-Lobos Para Todos’, no Teatro Cacilda Becker, em São Paulo. No repertório, Dani Mattos e Poucas & Boas acompanhadas por músicos convidados, interpretam clássicos do cancioneiro infantil brasileiro pesquisados e arranjados por Heitor Villa-Lobos.

O evento é voltado para todos os públicos. As crianças vão conhecer ou relembrar as músicas folclóricas e os adultos irão vivenciar composições que já fizeram parte de sua infância, mantendo viva a tradição do cancioneiro. O espetáculo tem entrada franca.

A proposta deste projeto é relembrar ou fazer conhecer as canções folclóricas infantis brasileiras que, atualmente, estão sendo esquecidas e menos transmitidas para as novas gerações. “Por meio das composições maravilhosas e simples do cancioneiro infantil arranjadas por Heitor Villa-Lobos, o espetáculo propõe um momento de união e aprendizado em torno desta preciosa herança de nossa cultura”, explica a regente Dani Mattos, que já levou o espetáculo para diversos estados brasileiros.

Na seleção de músicas, estão clássicos do cancioneiro infantil brasileiro como ‘A Canoa Virou’, ”Capelinha de Melão’, ‘Bam-ba-lalão’, ‘ Xô, Passarinho’, “O Cravo e a Rosa’, ‘ Terezinha de Jesus’. Durante o espetáculo, o público será convidado a interagir de maneira lúdica e divertida, participando do coral e descobrindo mais sobre este grande compositor, que é um dos responsáveis por tornar a música brasileira mundialmente conhecida.

Canções folclóricas de outros países

Como complemento a esse cancioneiro, o espetáculo termina com canções infantis de outros países, como Argentina, Moçambique, Inglaterra, Itália.

O espetáculo ‘Villa-Lobos para Todos’ 2ª edição é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Saga via Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. Conta também com o patrocínio da Trousseau e apoio da Secretaria de Cultura de São Paulo. A produção executiva é de Pedro Cavalcante e Mosaico Produções. Uma realização Dani Mattos e Ministério da Cultura.

Oficinas

A segunda edição do projeto “Villa-Lobos para Todos” promove oficinas online gratuitas sobre música, baseadas no “Guia Prático: Estudo Folclórico Musical” de Heitor Villa-Lobos. Durante os encontros, Dani Mattos compartilhará sua experiência de mais de vinte anos de regência propondo maneiras lúdicas e divertidas de vivenciar a música, sem necessidade de instrumentos musicais.

As oficinas serão destinadas às escolas públicas das cidades de São Paulo e Goiânia. Haverá distribuição gratuita de cartilhas didáticas impressas com atividades interdisciplinares para as entidades participantes, bibliotecas, Instituições do terceiro setor e universidades. As oficinas virtuais serão disponibilizadas no Canal da artista no YouTube.

Serviço:

Espetáculo VillaLobos Para Todos

Dani Mattos e Poucas & Boas e músicos convidados

Data: 26 de outubro, às 16h

Livre

Gratuito

Teatro Cacilda Becker

Rua Tito, 295 – Lapa – São Paulo

Oficinas online – São Paulo: 25/9, Goiânia: 6/11, 13/11 e 27/11

Informações: danimattosproducoes@gmail.com.

Projeto Heitor VillaLobos para Todos:

 https://villalobosparatodos.com.br/

Dani Mattos: http://danimattos.com.br/projetos/

Instagram: @danimmattos  e  @7melodica 

Krug x Flowers: uma homenagem ao artesanato e à individualidade

Reims, França, por Kleber Patricio

Foto: Martin Bruno Vendanges.

A individualidade é a arte de compreender que cada parcela, como um vinho, é em si um único ingrediente nos champanhes Krug. Ano após ano, a Maison honra seu savoir-faire ao convidar sua comunidade global de Chefs Krug Ambassade para interpretar um único ingrediente, criando receitas inesperadas para harmonizar com uma taça de Krug Grande Cuvée ou Krug Rosé.

Em 2024, a Krug celebra a delicada elegância e o potencial incomparável das flores, enquanto os Chefs Krug Ambassade deixam sua criatividade florescer. Esta aventura global de artesãos foi capturada em um livro colaborativo com 137 receitas. Entre elas, a preparada pelo Kinoshita, Embaixada Krug no Brasil, que, a partir de novembro, estará no menu de primavera do restaurante.

KRUG Grande Cuvée 172ème Edition 75. Foto: Beautyshot.

Além de sua vibrante gama de cores, as flores abrem novas portas para a criatividade na culinária: elas podem ser infundidas, secas, servidas frescas, cozidas ou transformadas em sais. Do sabor iodado do borago ao amargo dente-de-leão e o toque de limão da flor de sabugueiro, passando pela capuchinha, este espectro caleidoscópico de flores picantes é tão diversificado quanto delicioso. Um campo de criatividade onde a inspiração floresce, hoje, à experiência culinária Krug x Flower chega ao Brasil.

KRUG GRANDE CUVÉE

Krug Grande Cuvée nasce do sonho de um homem, Joseph Krug, de criar o melhor champanhe que ele pudesse oferecer, todos os anos, independentemente das variações climáticas anuais. Desde 1843, a Maison Krug honra essa visão a cada nova edição de Krug Grande Cuvée: a expressão mais generosa do champanhe.

Krug Grande Cuvée 172ème Édition é uma mistura de 146 vinhos de 11 anos diferentes, sendo o mais jovem de 2016 e, o mais antigo, de 1998. Sua composição final é de 44% Pinot Noir, 36% Chardonnay e 20% Meunier. Uma estadia de cerca de sete anos nas adegas da Krug afirma Krug Grande Cuvée 172ème Édition sua expressão e elegância distintas.

KRUG ROSÉ

KRUG Rosé 28ème Edition 75. Foto: Beautyshot.

Krug Rosé é um champanhe inesperado, que alcança um surpreendente equilíbrio entre finesse e substância. Em 1976, com o espírito não-conformista de Joseph no coração, a quinta geração da família Krug deu origem a uma nova composição, um rosé ousado inspirado na renomada arte de blending da Maison, a ser recriado a cada ano.

Krug Rosé 28ème Édition é uma mistura de 32 vinhos de 6 anos diferentes, sendo o mais jovem de 2016 e, o mais antigo, de 2010. Foi complementado com 10% de Pinot Noir do ano, tradicionalmente macerado, proveniente de em Aÿ e Mareuil-sur-Aÿ para adicionar uma picância, cor e estrutura únicas. Sua composição final é de 58% Pinot Noir, incluindo os 10% de Pinot Noir tradicionalmente macerado, 25% Chardonnay e 17% Meunier. Uma estadia de cerca de sete anos nas adegas da Krug afirma a Krug Rosé 28ème Édition sua expressão e elegância únicas.

Sobre a Casa de Krug

Krug Jenny Zarins Vineyards. Foto: Divulgação.

A Maison foi estabelecida em Reims em 1843 por Joseph Krug, um visionário não-conformista com uma filosofia intransigente. Tendo compreendido que a verdadeira essência do champanhe é o prazer em si, seu sonho era criar o melhor champanhe que ele pudesse oferecer, todos os anos, independentemente das variações climáticas anuais. Prestar atenção ao caráter da vinícola, respeitar a individualidade de cada parcela de seu vinho, além de construir uma extensa biblioteca de vinhos de reserva de muitos anos diferentes, permitiu a Joseph Krug realizar seu sonho. Seis gerações da família Krug perpetuaram esse sonho, enriquecendo a visão e o savoir faire do fundador.

(Fonte: Com Elza Barroso/Priscila Monteiro Comunicação)

Programa duplo com companhias coreanas encerra a 22ª edição do Festival Dança em Trânsito

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Somoo – Art Project BORA. Fotos: Divulgação.

A intensa jornada de cinco meses de itinerância pelo país – que começou em 20 de junho e já passou por 30 cidades das cinco regiões – será celebrada no dia 30 de outubro no Espaço Tápias, no Rio de Janeiro, cidade-sede do Dança em Trânsito, com um programa duplo apresentado pelas companhias coreanas Goblin Party e Art Project BORA com entrada gratuita. O festival ainda segue por algumas cidades do interior do estado do Rio até 3 de novembro. Ao todo, 33 companhias de 13 países se apresentaram para um público de aproximadamente 40 mil pessoas, com entrada gratuita ou a preços populares. O 22º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.

“Encerramos mais uma edição com números expressivos e nada melhor do que celebrar aqui no Rio, nossa base e onde tudo começou, com um programa especial no Espaço Tápias reunindo duas companhias coreanas convidadas em um programa duplo”, comemora Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.

Quarta – 30/10

Once Upon a Time – Goblin Party.

O programa começa às 19h, com o espetáculo Once upon a time, da cia coreana Goblin Party. No palco, três bailarinos e um músico fazem uma reverência ao passado e à tradição, seja nos trajes, canções, aparência e contos folclóricos apresentados, ao mesmo tempo em que introduzem elementos contemporâneos.

Na sequência, seis bailarinos e um músico do Art Project BORA ocupam o palco do Espaço Tápias com Somoo, que assim como a Goblin Party, também une a cultura tradicional coreana com elementos contemporâneos. A obra é inspirada na máscara tradicional coreana Somoo e, por meio desse símbolo e de outros elementos da cultura coreana, fazem a ponte entre o passado e o presente.

Somoo by APB.

O festival este ano passou por Belo Horizonte (MG), Brumadinho (MG), Coronel Fabriciano – Timóteo (MG), Ipatinga (MG), Governador Valadares (MG), Baixo Guandú (ES)/Aimorés (MG), Vila Velha (ES), Vitória (ES), Entre Rios do Sul (RS), Alto Bela Vista (SC), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Ilha do Combú (PA), Belém (PA), Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Curionópolis (Serra Pelada) (PA), Brasília (DF), Imperatriz (MA), Açailândia (MA), Pindaré-Mirim (MA), Itapecuru-Mirim (MA), São Luís (MA), Quatis (RJ), Resende (RJ), Volta Redonda (RJ) e Mangaratiba/Itaguaí (RJ).

Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação e workshops abrindo canais para novos talentos da dança e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de 1.272 apresentações, com cerca de 114 companhias de 21 países, envolvendo mais de 43 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 100 mil pessoas. Em 2020, durante a pandemia, realizou uma versão online, indicada ao Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), na categoria Difusão, e, em 2021, a primeira edição híbrida, que envolveu 25 cidades.

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

DANÇA EM TRÂNSITO – 22ª edição | Programação completa e inscrições para oficinas: www.dancaemtransito.com.br.

Serviço:

Dia 30 de outubro

Espaço Tápias

Local: Sala Maria Thereza Tápias

Capacidade: 80 lugares

Horário: a partir das 19h

Classificação indicativa: livre

Endereço: Rua Armando Lombardi, 175 – 2º andar

Informações: (21) 97279-9684 | contato@espacotapias.com.br

Ingressos: gratuitos com retirada de senha 1h antes do início (sujeito à lotação da casa)

Ficha Técnica

Direção geral: Giselle Tápias

Direção artística: Giselle Tápias e Flávia Tápias

Curadoria: Giselle Tápias, Flávia Tápias, Luciana Ponso e Jacqueline Bonelli

Assistentes de direção: Sandra Queiroz e Renata Marques

Direção de Produção: Lilian Bertin

Produção executiva: Calu Tornaghi e Liliane Xavier

Contatos Artísticos: Lia Meirelles

Identidade visual, Web design: Fernanda Valois | TRUQUE

Design gráfico: Fernanda Valois | TRUQUE e Thales Ferreira

Coordenação técnica e de palco: Katia Muniz e Louis Radavelli

Vídeos e streaming: Thales Ferreira e Luciana Ponso

Revisão de textos: Renata Marques e Sandra Queiroz

Fotografia e vídeo: Fernanda Valois I TRUQUE

Redes Sociais: DIEGO GERMANO

Assessoria Contábil: Fóres Contábil

Equipe de apoio: Spectaculu Escola de Arte e Tecnologia

PROGRAMAÇÃO RIO DE JANEIRO – 30 DE OUTUBRO DE 2024

Companhias convidadas:

1 – Criação da Goblin Party (Coreia do Sul)

Once upon a time

Artistas: 3 dançarinos, 1 músico

Duração: 20min

Vídeo completo: https://youtu.be/08svwLKD8-Y?si=c5oyI1XWSnDaRbkb

Teaser: https://youtu.be/eglZHkQj7DY?si=Yg0S3D_kw86nQ5K0

“Esses instrumentos sempre apanham. Eles não parecem nada bonitos para mim. Senti pena e raiva deles, então os trouxe para mostrá-los ao mundo todo.”

Esta peça procura uma forma de herdar a tradição por meio das ideias dos jovens artistas de hoje. Com trajes tradicionais, canções tradicionais (Pansori), aparência tradicional coreana e contos folclóricos, conta histórias de tempos antigos, quebrando a tradição e adicionando imaginação. Ao mesmo tempo, serve de cerimônia de dança contemporânea para os nossos antepassados. Pessoas, tempos e materiais tradicionais foram reinterpretados e recriados através de diversas ferramentas de expressão: movimentos, canções e discursos. As tradições foram abordadas de novas maneiras com o esforço de atribuir vitalidade. Nosso objetivo é trazer histórias tradicionais ao palco para revisitar os velhos tempos junto com o público. Once Upon a Time é uma peça que consegue trazer risadas alegres através de performances de dançarinos cheios de talentos e imaginação, ajudando o público a redescobrir a tradição.

2 – ART Project Bora (Coreia do Sul) – SOMOO

Criação de Art Project Bora

Artistas: 6 bailarinos, 1 músico

Duração: 40min

Mais informações: https://www.borarts.com/somoo

Video: https://vimeo.com/507870623/545ee19cc5?share=copy

Teaser: https://youtu.be/2MMFbNodSWo

Sobre o grupo:

Art Project BORA é uma equipe criativa focada na dança contemporânea. Trabalha a partir dos conceitos de gênero e espaço tendo o corpo como tema principal, focando no processo criativo para descobrir imagens e sensações originais por meio da transformação do corpo. A identidade deste grupo é revelada através de ‘ideias não ditas’. As ideias existem como imagens abstratas e imaginativas, mesmo sem uma estrutura definida pela linguagem. É resultado de um foco na exploração do próprio corpo, ao invés de criar movimentos que consideram aspectos narrativos. A fisicalidade do corpo passa a ser ‘design’; ou seja, ‘imagem’ e depois ‘mensagem’, o que mostra claramente a identidade do grupo. Portanto, encaram o processo criativo a partir da dança como uma narração de imagens do corpo. Estiveram em diversas ocasiões em festivais nacionais e internacionais em 38 cidades de 24 países, incluindo o Festival de Artes Cênicas de Seul (SPAF, Coreia do Sul), o Festival Cervantino (México), The Place (Reino Unido), o Festival de Saint-Denis (França), NDT Korzo (Holanda), Theatre Varia (Bélgica), Tanzmesse (Alemanha), SESC Biennale (Brasil), alcançando resultados de desempenho impressionantes.

Criação do Art Project Bora

Artistas: 6 dançarinos, 1 músico

Duração: 40 minutos

Sobre o trabalho:

A obra, inspirada em uma máscara tradicional coreana chamada ‘Somoo’, incorpora elementos da elegância e beleza coreanas, como roupas de cânhamo, melodias de Arirang e performance ao vivo de instrumentos tradicionais coreanos (como ajaeng e geomungo). Também inclui movimentos derivados da tradicional saudação de reverência coreana jeol. Além do seu encanto coreano, é uma obra contemporânea que aborda e transcende as fronteiras do ‘feminismo’, criando um espaço de empatia partilhada. O uso de elementos coreanos na obra se manifesta de duas maneiras. Primeiro, através de elementos internos que representam a coreanidade na temática espiritual e nos materiais que formam o pano de fundo da obra; e segundo, através de elementos externos como movimentos, trajes e objetos típicos coreanos, todos imbuídos de simbolismo e significado coreanos. Musicalmente, a obra combina o ritmo da música tradicional coreana com a performance ao vivo de instrumentos de cordas tradicionais coreanos, como o geomungo e o ajaeng, e os funde com sons eletrônicos modernos para acompanhar os movimentos. A obra foi convidada para vários festivais internacionais de prestígio, incluindo o Festival Saint-Denis (antigo Bagnolet), na França, o teatro The Place, em Londres, o teatro Varia, na Bélgica, a Bienal do SESC, no Brasil, o Festival de Dança Contemporânea, em Buenos Aires, na Argentina, e o Teatro Nacional do Uruguai, e continua recebendo constante interesse internacional.

Sobre o Centro Cultural Espaço Tápias

Sala Maria Thereza Tápias. Foto: Acervo Centro Cultural Espaço Tápias.

O Centro Cultural Espaço Tápias, inaugurado em 30 de abril de 2022, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, nasce com o propósito de transformar vidas, dar oportunidades e realizar sonhos. Além da programação artística com espetáculos para todos os públicos, sob a curadoria da Direção do Espaço Tápias, a Sala Maria Thereza Tápias é palco, durante o ano inteiro, das mais diferentes ações ligadas às artes cênicas. O foco principal é o intercâmbio entre culturas, linguagens, expressões e técnicas, em suas diferentes formas de traduzir múltiplas visões de mundo – sem ‘pré’ conceitos, com liberdade para a inovação e oferecendo o máximo de apoio para a criação de novos conceitos. Ou seja, um lugar perfeito para fortalecer e divulgar a dança contemporânea e todas as suas vertentes.

O Espaço Tápias conta com o patrocínio da Brasilcap e do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

(Fonte: Com Cláudia Tisato)

Exposição revela o olhar além da cena do fotógrafo Fernando Louza

São Paulo, por Kleber Patricio

Patagônia. Fotos: Fernando Louza.

Um dos fotógrafos de arte e moda mais prestigiados do Brasil, Fernando Louza possui uma trajetória que atravessa cinco décadas e pontifica em capas e editoriais das principais revistas de moda do país e do mundo, como Vogue, Elle e Marie Claire. Seu olhar sempre foi além dos personagens e modelos que fotografava, explorando as nuances dos cenários, das pessoas e das culturas que encontrava em suas viagens. No dia 22 de outubro, o Estúdio Mula Preta, em São Paulo, será palco para exposição de 30 obras do fotógrafo, que tem patrocínio da Canon.

Com curadoria de Paulo Borges, a mostra traz obras que revelam a ótica artística de Louza, conhecida por sua sensibilidade em captar singularidade em cada click. Os registros foram feitos em países como Cuba, Portugal, Brasil e Peru, nos quais o fotógrafo transcende o universo da moda e entra no domínio da fine art. “Se tem alguém que fotografou Cuba de todas as formas, esta pessoa é o Fernando”, comenta Borges. “Em muitos momentos a foto já estava pronta. Como a cena da professora ensinando balé à aluna no teatro de Havana. Foram dois cliques e pronto”, conta o fotógrafo.

Farol.

Além dos registros feitos em Cuba, destacam-se as imagens de Salvador, outro lugar que, nas lentes de Louza, reflete o exercício contínuo do fotógrafo de ir além da superfície e encontrar a essência do que é real e humano.

Uma das fotos mais magnéticas mostra o momento em que um céu repleto de nuvens se abre na Patagônia. “Estávamos já entrando na van com as modelos quando parecia que Deus estava abrindo o céu para iluminar a foto perfeita”, relembra Louza. “Meu assistente e eu saímos correndo, pegamos o equipamento no porta-malas e só tive tempo de fazer 3 clic antes de o céu fechar completamente”, conta.

A exposição é um convite para explorar o universo da arte por meio do olhar além da cena de Louza. O Estúdio Mula Preta, um dos espaços de design contemporâneo mais inovadores e sofisticados de São Paulo, é o cenário para a exposição, que ficará em cartaz até 9/11. “Nossa marca sempre esteve conectada a tudo o que nos inspira e é muito especial ver isso se refletindo no trabalho de alguém que admiramos tanto. O Fernando reuniu anos de produção em imagens inéditas, trazendo uma nova perspectiva ao seu trabalho. Receber essa exposição é mais do que uma oportunidade, é uma forma de compartilhar essa conexão com todos que acompanham nossa trajetória”, resume André Gurgel, um dos sócios do estúdio.

Sobre o Mula Preta

Mar.

Inspirado na canção homônima de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira e um representante legítimo da cultura nordestina, o Estúdio Mula Preta ou simplesmente Mula Preta nasceu em 2012 pelas mãos do designer de produtos André Gurgel e do arquiteto Felipe Bezerra. Ambos de origem potiguar, André e Felipe são reconhecidos pela criatividade, pelo bom humor, pela irreverência e pela constante busca pela inovação, sem perder de vista a sofisticação e a originalidade regional, característica que está intrinsecamente conectada ao que eles são e ao que produzem. Com mais de 25 parceiros exclusivos no Brasil, a marca também mantém duas flagships: uma em São Paulo, localizada na Al. Gabriel Monteiro da Silva e outra no Rio Grande do Norte, na Av. Rio Madeira, 151, em Parnamirim.

(Fonte: Com Bruna Bonato/Priscila Monteiro Comunicação)