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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Eataly reinaugura escola de gastronomia com investimento de R$ 1,5 milhão em espaço inovador

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Eataly.

O Eataly, maior centro gastronômico italiano do Brasil, acaba de reinaugurar sua escola de gastronomia, a La Scuola di Eataly, oferecendo uma série de cursos e experiências imersivas para todos os entusiastas da culinária. As aulas serão presenciais, em grupos de até 20 participantes, com duração média de três horas.

“O Eataly é fundamentado em três pilares: comer, comprar e aprender. Nossa escola reforça esse conceito à medida que permite que os clientes cozinhem lado a lado com os chefs, utilizando produtos do nosso mercado. Dessa forma, além de vivenciarem toda a experiência do Eataly — desde a compra dos ingredientes até o preparo dos pratos — poderão replicar essas receitas em suas próprias casas”, destaca Marcos, CEO do Eataly.

A escola de gastronomia do Eataly foi totalmente reformulada para oferecer ao público uma experiência sofisticada, inovadora e tecnológica. Com mais de R$1,5 milhão investidos, a infraestrutura conta agora com equipamentos de última geração e um ambiente acolhedor, pensado para proporcionar o melhor aprendizado culinário.

A primeira aula acontecerá no dia 30 de novembro, às 10h, com o tema ‘Como Fazer o Melhor Pão de Queijo’. A sessão será conduzida pelo chef mineiro Mário Santiago, fundador d’A Pão de Queijaria e formado pela Le Cordon Bleu, com experiência no renomado restaurante Noma, na Dinamarca. Santiago também trabalhou ao lado dos chefs consagrados Rodrigo Oliveira e Helena Rizzo e é reconhecido por seu talento em reinventar o pão de queijo, o clássico da culinária brasileira. Para inscrições, acesse o site.

Sobre o Eataly | O Eataly é o maior centro de gastronomia e produtos artesanais italianos do mundo. No Brasil, reúne mais de 8.000 produtos, cinco restaurantes, além de cafeteria, patisserie, gelateria, wine bar, salumeria, adega, açougue e escola de gastronomia. Fica localizado no número 1489 da Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, na Vila Nova Conceição, em São Paulo.

(Com Elissa Ferraz/Eataly)

Oficina de escrita poética com PP Poeta Marginal na Casa Museu Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

PP Poeta Marginal. Foto: Divulgação.

No próximo dia 1º de dezembro, das 15h às 17h, a multiartista PP Poeta Marginal realizará uma oficina de escrita poética na Casa Museu Ema Klabin, em São Paulo. Intitulada ‘A Escrita e a Poesia’, a oficina busca instigar os participantes a explorarem sua própria forma de escrita poética transcendendo os livros tradicionais. São 30 vagas e as inscrições gratuitas podem ser realizadas no site da Casa Museu Ema Klabin.

Com a pergunta ‘De onde vem a minha escrita?’, PP Poeta Marginal convida todos a resgatar memórias da infância e a desenvolver suas próprias poesias entrelaçando frases, textos e ‘escrevivências’ de cada corpo e território. O objetivo é criar não apenas um fluxo de palavras, mas também novas formas de viver utilizando a escrita poética como uma ferramenta de cura no dia a dia.

PP Poeta Marginal

Pietra de Ofá, mais conhecida como PP Poeta Marginal, é uma multiartista e educadora social de São Luís do Maranhão. Com 33 anos, Pietra é uma das organizadoras do Slam Maria Firmina, o primeiro slam de poesias do estado do Maranhão e idealizadora da produtora @travaprodu, pensada para o público trans e travesti do estado.

Além disso, atuou como arte-educadora na 35ª Bienal de Artes e atualmente trabalha na Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, onde dedica-se à arte-educação na linguagem da literatura no Programa Vocacional.

Serviço: 

Oficina de escrita poética – A escrita e a poesia, com PP Poeta Marginal

1º dez 2024 (domingo), das 15h às 17h

Gratuito*

30 vagas por ordem de inscrição

Inscrição: no site da Casa Museu Ema Klabin

Sobre a Casa Museu Ema Klabin:

Foto: Nelson Kon.

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse o site e redes sociais:

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram: @emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-ema-klabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU.

(Com Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Galeria Duque recebe exposição ‘Do ateliê de Danúbio’ em homenagem a Danúbio Gonçalves

Porto Alegre, por Kleber Patricio

Obra de Danúbio Gonçalves integra a exposição. (Reprodução)

Um ícone que faz parte da história da arte do Rio Grande do Sul também está na trajetória da Galeria Duque. Não por acaso, seu nome foi escolhido para celebrar os 13 anos do espaço de arte que tem um dos acervos mais completos do Estado. Do Ateliê de Danúbio – Exposição em Homenagem a Danúbio Gonçalves foi inaugurada no sábado, 23 de novembro, ao lado de outras duas exposições: Mistura, com obras selecionadas do vasto acervo com grandes nomes da arte do Brasil e do mundo da galeria, e Re Desenho, uma exposição coletiva de Adriana Leiria, Daniela Meine, Suzana Albano e Tatiana Migowski. A curadoria é de Daisy Viola. As exposições ficam no espaço até 28 de fevereiro de 2025. A Galeria Duque está localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. Entrada franca.

Danúbio Gonçalves nasceu em 30 de janeiro de 1925 e faleceu e 21 de abril de 2019. Membro do Grupo de Bagé e do Clube de Gravura de Porto Alegre, Gonçalves protagonizou uma exposição histórica em 2014 na Galeria Duque, que foi finalista do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas. Após sua morte, em maio de 2019, uma exposição na Galeria Duque com mais de cem obras homenageou o artista. Para a mostra Do Ateliê de Danúbio foi feito um trabalho especial para recuperar sua obra.

Danúbio Gonçalves e o galerista Arnaldo Buss na exposição histórica realizada em 2014. Depois, em 2019, o espaço homenageou o artista com uma grande exposição que ocupou dois andares da galeria. (Acervo Galeria Duque)

“Esta exposição é um resgate no ateliê do artista e mestre Danúbio Gonçalves e um gesto de amizade e carinho pelo artista e sua obra tempos depois da sua partida. São obras que ficaram esquecidas por alguns anos na sua casa ateliê. Foram resgatadas, higienizadas e restauradas para que pudéssemos realizar essa exposição. Aqui temos gravuras em diversas técnicas, desenhos e trouxemos também alguns cartazes feitos por ele de exposições e eventos. Agregamos ainda algumas matrizes e álbuns com notícias selecionadas por ele que nos contarão um pouco da história do artista, bem como da arte do Rio Grande do Sul”, destaca a curadora Daisy Gonçalves.

Mistura

Para os admiradores de arte, vale também conferir a exposição Mistura, com obras do acervo. Para essa mostra, foram selecionadas obras de artistas como Alfredo Volpi, Aloysio Zaluar, João Quaglia, Iberê Camargo, Burle Marx, Rubens Gerchman, Tarsila do Amaral, Salvador Dalí, Heitor dos Prazeres, Rodrigo Pecci, Siron Franco, Frans Krajcberg, Farnese de Andrade, Flávio Scholles, Ado Malagoli, Antônio Bandeira, Aldemir Martins, Glauco Rodrigues, Di Cavalcanti, Carlos Paez Vilaró, Hercules Barsotti, Arcangelo Ianelli, Auguste Rodin e Georges Braque, entre outros.

“Juntar e misturar, esta é a ideia, afinal é uma festa. Este nosso espaço para expor e falar de arte está completando 13 anos. Nasceu do encontro de dois amigos. O Arnaldo Buss, com seu acervo e paixão pela arte, e eu, com minhas ideias, de um dia ele ter um espaço para mostrar as preciosidades que chegavam e eram depositadas pelos cantos de sua casa. Tanto foi que um dia, o sonho se realizou e despretensiosamente fomos estabelecendo uma relação com as pessoas da cidade e seus visitantes sem imaginar que chegaríamos até aqui”, celebra Daisy.

Para a mostra, obras do ateliê de Danúbio foram resgatadas, higienizadas e restauradas. (Divulgação)

Para essa festa da arte, a curadora e o galerista fizeram uma escolha afetiva. “Vamos mostrar o que temos de melhor nesta festa de aniversário e alguns trabalhos inusitados. Cores e gestos intensos ou a delicadeza de linhas em gravuras e desenhos. Artistas dos séculos XX e XXI que viajam por diferentes ideias e linguagens, que fazem a narrativa sensorial do que vivemos ou ainda estamos vivendo. Vamos fazer literalmente uma mistura, de gente e de histórias contadas através da arte”, descreve a curadora.

Re Desenho

A celebração se completa com a exposição coletiva Re Desenho, que apresenta criações de Adriana Leiria, Daniela Meine, Suzana Albano e Tatiana Migowski. “Considerando o conceito de desenho como a expressão de alguém através da linha, aqui propomos ampliar esta possibilidade Em vez de linhas como consequência de gestos com um instrumento riscante sobre uma superfície, nossas artistas trabalham a linha no espaço, trazem o desenho para a tridimensionalidade. Cada uma a seu modo, com materiais diversos”, explica Daisy.

Linhas coloridas que se enrolam em linhas de corda e arames que se moldam na mão da artista e passeiam pelo espaço, penduradas no teto ou paredes. São os caminhos coloridos da vida da Adriana Leiria. Fios de arame se emaranham em gestos livre que se revelam em garatujas espaciais da Daniela Meine e se transformam na projeção da sua sombra na superfície da parede próxima, em comunicação direta do trabalho com a luminosidade do ambiente ou uma luz artificial direcionada e com possibilidade de interação direta com o seu espectador. Já os móbiles da Tatiana Migowski também redimensionam a ideia de desenho, com linhas dos materiais de diversas origens como galhos vergados, fios e telas, além dos bordados que compõem os objetos que também desenham sombras na parede e formam outros desenhos que se movimentam no ponto de vista do trânsito do espectador no seu entorno. Por fim, o desenho da Suzana Albano acontece nos seus bordados, fios multicoloridos na superfície de tecidos que também já trazem consigo desenhos inerentes da sua própria trama. O contorno das lagartixas ou da super cobra brincam com o olho e, de alguma maneira, nos lembram que desenho pode também ser representação de formas. “É uma exposição de olhar, imaginar, e quase brincar, afinal, é a festa de aniversário deste nosso lugar mágico”, conclui Daisy Viola.

Exposições:

Do Ateliê de DanúbioExposição em Homenagem a Danúbio Gonçalves
Misturacom obras do acervo
Re Desenho
uma exposição coletiva de Adriana Leiria, Daniela Meine, Suzana Albano e Tatiana Migowski
Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
Vernissage: 23 de novembro, das 14h às 16h30
Período da exposição: de 23 de novembro de 2024 a 28 de fevereiro de 2025
Horário de funcionamento: seg/sex: 10h às 18h | sáb: 10h às 17h
Entrada franca.
(Com Tatiana Csordas/Milim Comunicação)

Sesc 24 de Maio apresenta programação especial de coros ‘Vozes que encantam’

São Paulo, por Kleber Patricio

Sipho Coral Afro-periférico. Foto: Lu Moraes.

Durante o mês de dezembro, o Sesc 24 de Maio promove uma programação especial de coros com apresentações musicais que celebram a pluralidade e a inclusão. As performances acontecem de 1 a 14 de dezembro, sempre aos sábados e domingos, com sessões às 13h e às 15h, no Foyer do Teatro.

O repertório reflete a diversidade de gênero, cultural e artística, oferecendo ao público de todas as idades uma experiência enriquecedora e emocionante. Confira a programação completa:

1/12 – Coral Vozes Trans

Formado e dirigido exclusivamente por pessoas transgêneras, o Coral Vozes Trans surgiu em 2024 no Centro de Música do Sesc Consolação. Sob a condução da cantora Eva Treva e do pianista Luís Chamis, o grupo apresenta um repertório que promove o respeito à diversidade de gênero.

7/12 – Sipho Coral Afro-periférico

O Sipho é um coletivo de canto coral negro localizado na periferia da Zona Sul de São Paulo. Com uma proposta de integração da música e da dança, o grupo explora elementos das tradições negras, africanas e contemporâneas, enriquecendo suas apresentações com manifestações afro-diaspóricas.

8/12 – Coral TAMTAM: Novos Ventos

O Coral Cênico Inclusivo da Associação Projeto TAMTAM reúne artistas com e sem deficiências em uma apresentação que celebra as águas do mar e o imaginário popular. Novos Ventos é um espetáculo que integra música e reflexões sobre inclusão e pluralidade.

14/12 – Coro Luther King Canta Black Christmas

Encerrando a programação, o Coro Luther King apresenta Black Christmas, um show que celebra o Natal com repertório inspirado na tradição negra afro-americana, africana e afro-brasileira. Spirituals, MPB e uma missa jazz compõem o espetáculo, que une ritmo e emoção.

Serviço:

Coral Vozes Trans

Datas: 1/12, domingo, às 13h e 15 horas

Sipho

Datas: 7/12, sábado, às 13h e 15 horas

Coral TAMTAM

Datas: 8/12, domingo, às 13h e 15 horas

Coro Luther King

Datas: 14/12, sábado, às 13h e 15 horas

Local: Foyer do Teatro do Sesc 24 de Maio, rua 24 de Maio, 109, República – São Paulo

Duração de cada apresentação: 40 minutos

Ingressos: Gratuitos e livres para todas as idades

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo, SP – a 350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Sesc 24 de Maio)

Galeria Silvia Cintra + Box4 recebe exposição ‘Réquiem para um nome’, de Thix

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Thix – Conversas com Ocaña – 41x32cm – Óleo sobre linho – 2024.

Galeria Silvia Cintra + Box4 apresenta sua primeira individual de Thix, Réquiem para um nome, com 28 retratos inéditos e idealizados especialmente para a exposição, que abre ao público no dia 28 de novembro.

Thix elabora questões autobiográficas, como luto e transição, aliadas à celebração de histórias coletivas de identidades não-normativas. Traz corpos dissidentes para pinturas de referência histórica que evocam o retrato honorifico – imagens de poder e respeito, para construir sua própria pinacoteca queer como ‘obra-manifestação’, numa operação que vai reivindicar a presença de corpos interditados pelos modos dominantes de discurso e construção narrativa.

Ocupando o espaço expositivo de forma densa, remontando um salão de arte dos séculos XVIII ou XIX, tensiona a escala temporal e permite que as obras – e as vidas – dialoguem entre si, colocando em relevo experiências compartilhadas acerca dos processos pelos quais pessoas pensam e constituem suas próprias subjetividades. O resultado é uma sobreposição sensível entre obra de arte e biografia, que sublinha as dimensões estética e política das pinturas.

Em sua pintura, examina gêneros familiares – no retrato e nas identidades – em uma apropriação dissidente do cânone que complexifica o pessoal e o político, centros e bordas, o etéreo e a corporeidade. Pintura essa que tem no retrato uma de suas características mais elementares: enaltecer e produzir presença, uma troca constante de olhares, uma negociação íntima entre ver e ser visto.

Thix – Cori – Dois espíritos – 41 x 36cm moldura – 27 x 20cm sem moldura – Óleo sobre linho – 2024 – parede.

Thix estudou desenho e pintura na Florence Academy of Art (Itália) e na Barcelona Academy of Art (Espanha), com passagem pelo ateliê Grand Central de Nova York. Em 2021, foi selecionade nas competições Internacionais Figurativas (MEAM) e Royal Society of Portrait Painters (Reino Unido). Em 2022 integrou o programa de residência artística da Casa da Escada Colorida (Rio de Janeiro) e ano passado participou da Residência Uncool Artist, no Brooklyn (Nova York). Entre 2023 e 2024 participou das mostras coletivas Solar dos Abacaxis e Centro Cultural dos Correios (Rio de Janeiro); 15° Salão dos Artistas sem Galeria promovido pelo Mapa das Artes (São Paulo); da III Bienal Black Rio (Rio de Janeiro); da GAS Verão (Rio de Janeiro); do Programa Exposições do MARP (Ribeirão Preto) e do ‘O que te faz olhar o céu?’ no Centro Cultural dos Correios (Rio de Janeiro). Em 2024 ganhou o Prêmio Garimpo das Artes da Revista DasArtes, através do qual realizou uma residência na FAAP, em São Paulo.

Abertura: 28 de novembro, das 19h às 22h

Encerramento: 19 de dezembro

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h | sábado, de 12h às 16h

Endereço: Rua das Acácias, 104 – Gávea – Rio de Janeiro – RJ

Telefone: (21) 2521-0426

E-mail: galeria@silviacintra.com.br.

(Com Rita Paiva/Galeria Silvia Cintra + Box 4)