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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Indaiatuba passa a integrar conselho para relatório do PNUD sobre papel do esporte no desenvolvimento

Indaiatuba, por Kleber Patricio

O secretário municipal de Esportes, Humberto Panzetti, durante visita à Casa da ONU, em Brasília, para reunião sobre o RDH. Foto: divulgação.

O secretário municipal de Esportes, Humberto Panzetti, durante visita à Casa da ONU, em Brasília, para reunião sobre o RDH. Foto: divulgação.

O secretário municipal de Esportes de Indaiatuba, Humberto Panzetti, integrará o Conselho Assessor para a elaboração de um novo Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano (RDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento será o primeiro no mundo com o tema Desenvolvimento Humano e Atividades Físicas e Esportivas e tem como proposta, assim como todos os demais RDHs produzidos pelo PNUD, impactar diretamente o modo como se pensa o desenvolvimento humano e a consequente construção de políticas públicas, desta vez sob o ponto de vista das práticas esportivas e sua influência no bem estar e qualidade de vida da população.

De acordo com a entidade, o principal papel do Conselho no processo é validar o documento-base a partir do qual o RDH será construído, fortalecendo a qualidade da análise e a preparação inclusiva e participativa do relatório, além de fornecer assistência técnica e um acompanhamento sustentado. Seus membros são pessoas de destaque dentro do segmento abordado, com grande experiência profissional e carreira consolidada. À frente da Secretaria de Esportes do município desde 2012, Panzetti possui mais de 30 anos de atuação na área esportiva como atleta de nível internacional, administrador em entidades desportivas e gestor público no setor de esportes, compondo hoje, pela segunda vez, o Conselho Nacional de Esporte e a Comissão Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte do Ministério do Esporte, além de participar do grupo de trabalho para a elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes e Bases do Sistema Nacional de Esporte na mesma pasta. É ainda presidente da Associação Nacional dos Secretários Municipais de Esporte e Lazer (Asmel). A primeira reunião do Conselho Assessor está marcada para 24 de maio na sede do PNUD, na Casa da ONU, em Brasília.

“É uma grande honra e um orgulho imenso para mim compor este Conselho Assessor, em uma iniciativa de extrema relevância para o esporte chancelada pela ONU”, diz o secretário Humberto Panzetti. “Acompanho de perto o dia a dia e os desafios do segmento, já tivemos muito progresso mas há também muito o que fazer em termos de orçamento e estrutura, tanto para fomentar o esporte em seu caráter educativo, de base e participação, mas também para apoiar o esporte de alto rendimento. Tenho certeza de que esse relatório do PNUD nos ajudará a delinear tanto o que já temos como as necessidades prementes desta área. Inclusive, em Indaiatuba, com o apoio do prefeito Reinaldo Nogueira, já trabalhamos com a visão do esporte como elemento transformador do ser humano e ferramenta para fomentar valores fundamentais ao cidadão, como o trabalho em equipe, respeito, determinação e ética, o que certamente será muito sinérgico com o propósito do RDH. Fico muito grato pelo convite e estou à disposição para contribuir da maneira que a entidade achar mais importante, tendo como diretriz o conhecimento e a bagagem das experiências e atividades que já participei em minha trajetória profissional”, completa.

PNUD/RDH

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é a rede de desenvolvimento global da Organização das Nações Unidas. O PNUD faz parcerias com pessoas em todas as instâncias da sociedade para ajudar na construção de nações que possam resistir a crises, sustentando e conduzindo um crescimento capaz de melhorar a qualidade de vida para todos. Presente em mais de 170 países e territórios, oferece uma perspectiva global aliada à visão local do desenvolvimento humano para contribuir com o empoderamento de vidas e com a construção de nações mais fortes e resilientes. Está no Brasil desde o início da década de 60, criando e implementando projetos, procurando responder aos desafios e às demandas específicas do país através de uma visão integrada de desenvolvimento.

Em 1990, introduziu universalmente o conceito de Desenvolvimento Humano, que parte do pressuposto de que para aferir o avanço na qualidade de vida de uma população é preciso ir além do viés puramente econômico e considerar três dimensões básicas: renda, saúde e educação. Esse conceito é a base do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH).  No Brasil já foram elaborados três RDHs: o primeiro em 1996, sobre desenvolvimento humano nos municípios do país, trazendo uma primeira adaptação do IDH para a realidade brasileira; o segundo em 2005, sobre racismo, pobreza e violência; e o terceiro em 2010, sobre valores e desenvolvimento humano. Mais informações http://www.pnud.org.br/.

Sobre o RHD com o tema Atividades Físicas e Esportivas

De acordo com o PNUD, a seleção do tema de um RDH pressupõe discussão e consultas internas no âmbito do escritório da entidade, revisão de RDHs anteriores, revisões bibliográficas, consultas a acadêmicos, gestores e atores-chave e revisão de estratégias e políticas nacionais. Frente aos temas possíveis, o acúmulo de experiência em nível institucional por meio da construção de parcerias e implementação de projetos também é importante. Com relação ao tema das Atividades Físicas e Esportivas e Desenvolvimento Humano, todas essas questões foram observadas. O momento histórico do país, ao receber diversos mega eventos desportivos em tão curto espaço de tempo, também foi considerado, já que cria um contexto de natural interesse sobre a questão. Destaca-se nesta Década do Esporte a realização dos Jogos Pan-Americanos, dos Jogos Mundiais Militares, da Copa das Confederações, dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Em âmbito global, o tema vem ganhando espaço em diversos setores. O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em declaração acerca do Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e a Paz (6 de abril), destacou que a prática de atividades esportivas “promove a saúde e o bem-estar. Estimula a tolerância, o entendimento mútuo e a paz. Contribui para a inclusão social e a igualdade. Empodera mulheres e meninas e pessoas com deficiências. É uma parte vital da educação de qualidade nas escolas. Ele empodera, inspira e une”. Em complemento, o Vaticano anunciou que realizará uma Conferência Global em outubro chamada Sports at the Service of Humanity, que faz parte da iniciativa de educação levada a cabo pelo Papa Francisco e que focará em três áreas: escolas, esportes e emprego. O PNUD no Brasil vem trabalhando com a promoção de uma agenda positiva em torno das atividades físicas e esportivas desde 2007, quando participou dos momentos iniciais de criação da Rede Esporte pela Mudança Social (REMs) e dos Jogos Pan Americanos. De lá para cá, além de seguir fomentando a REMs, vem atuando por meio da construção de parcerias ao redor da Plataforma Desenhado para o Movimento, da promoção de infraestrutura para grandes eventos desportivos e da realização de pesquisas sobre atividades físicas e esportivas nas escolas. Este será o primeiro RDH sobre o tema elaborado no mundo e, segundo a entidade, o fato de que ele seja feito no Brasil e lançado ao final da Década do Esporte apresenta uma grande oportunidade de chamar a atenção das pessoas para questões de fundo, pois muito vem sendo feito nessa área e, assim, o Relatório Nacional poderá ser, no mínimo, um veículo para colocar na pauta do dia o que precisa ser dito e ouvido.

Ministério da Saúde lança campanha de saúde voltada a gays e bissexuais

Saúde, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Mokra/Free Images.

Crédito da foto: Mokra/Free Images.

O Ministério da Saúde lançou nesta terça (26), durante a 3ª Conferência de Políticas Públicas de Direitos Humanos de LGBT, em Brasília, a campanha Cuidar bem da saúde de cada um. Faz bem para todos. Faz bem para o Brasil, com foco na saúde integral, atendimento humanizado e respeito para homens gays e bissexuais. O objetivo é informar e conscientizar toda a sociedade, bem como profissionais de saúde, trabalhadores e gestores do SUS sobre garantias ao atendimento, sem discriminação, considerando as especificidades de saúde dessa população. A campanha foi desenvolvida em parceria com o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, Juventude e dos Direitos Humanos.

Esta é a quinta etapa de uma série de campanhas realizadas pelo Governo Federal pela valorização do direito à saúde. Entre os grupos já contemplados estão população de rua, população negra, mulheres lésbicas e bissexuais e saúde trans. Serão distribuídos 100 mil cartazes para unidades de saúde, secretarias estaduais, conselhos de saúde, Comitês de Saúde LGBT e para os serviços de assistência social e direitos humanos que atendem a essa população nos estados. Também serão veiculadas nas redes sociais mensagens e vídeos de sensibilização e informações sobre as necessidades de saúde e os direitos de homens gays e bissexuais.

Ao lançar a campanha, o secretário substituto de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, André Bonifácio Para Bonifácio destacou a importância da promoção de ações que incluam públicos específicos. “Só há um caminho para o Brasil crescer: o do respeito à pluralidade, à diversidade – sem isso, não há desenvolvimento possível. Neste sentido, esta campanha é fundamental para não deixar que os sentimentos e desejos de cidadania plena em nosso país sejam apagados em momento algum da história”.

A ministra das Mulheres, da Igualdade Racial, Juventude e dos Direitos Humanos, Nilma Gomes, reforçou que a campanha espelha a intersetorialidade possível entre as políticas públicas e é resultado do esforço conjunto do governo e sociedade civil. “A luta LGBT transcende a militância; é preciso contemplar e incluí-los nas práticas, ações e políticas públicas em todas as áreas”, enfatizou.

A campanha contará ainda com uma cartilha contendo informações sobre a atenção integral à saúde desta população, voltada para trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo recepcionistas e responsáveis por marcar consultas e atendentes, entre outros. A cartilha destaca o direito de todos à saúde com respeito e sem discriminação e aborda orientações aos profissionais no acolhimento a essa população.

Saúde do homem

Dados do Ministério da Saúde apontam que, no Brasil, os homens vivem 7,3 anos a menos que as mulheres. Eles também apresentam maior vulnerabilidade às doenças, sobretudo as crônicas, sendo as doenças do aparelho respiratório e do aparelho circulatório a segunda e terceira causas de internações entre os homens, ficando atrás apenas de lesões e outras causas externas, como acidentes de trânsito. A população masculina ainda acessa os serviços de saúde menos do que as mulheres, gerando impactos negativos em sua saúde. “A campanha busca também lembrar que a população de gays e bissexuais se insere nessas estatísticas de adoecimento e mortalidade masculina, reforçando que os cuidados de saúde estão além das questões de HIV/AIDS, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis”, completa.

Política Nacional de Saúde LGBT

Desde 2011, com a Política Nacional de Saúde Integral LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o Ministério da Saúde vem expandindo o acesso da população LGBT ao SUS, qualificando o atendimento a gays e homens bissexuais, com o respeito à orientação sexual e atenção às especificidades em saúde dessa população nos serviços de atenção básica, média e alta complexidade, bem como a inserção de gays e bissexuais nas ações de atenção à saúde do homem.

Para qualificar os indicadores de saúde e melhor planejar as ações de prevenção e promoção da saúde dessa população, foi feita a inclusão dos campos orientação sexual e identidade de gênero na Ficha de Notificação de Violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do SUS. Nessa mesma ficha foi ainda incluído outro campo para preenchimento de violência motivada por homofobia/lesfobofia/transfobia para dar visibilidade à violência sofrida pela população LGBT.

Além disso, o Ministério vem investindo na educação permanente dos profissionais, com curso sobre a Política de Saúde LGBT. Oferecido de forma gratuita e em plataforma de Ensino à Distância, o curso já envolveu mais de 18 mil pessoas inscritas. A previsão é que haja a abertura de uma nova turma em maio deste ano.

HIV/AIDS

Os homens gays e bissexuais estão inseridos entre os grupos considerados “populações-chave” para o controle da epidemia de HIV/AIDS, no Brasil. Eles fazem parte do grupo de homens que fazem sexo com outros homens (HSH), que apresentam taxas de prevalência de HIV/AIDS da ordem de 10,5%; juntamente com as pessoas que usam drogas, com prevalência de 5,9%, e as profissionais do sexo, com prevalência de 4,9%.

Por isso, o Ministério da Saúde tem desenvolvido diversas estratégias que visam a prevenção de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, bem como reduzir o diagnóstico tardio do HIV/AIDS, ampliando a testagem e incentivando o tratamento precoce, em especial para as populações-chave. Entre essas ações destacam-se: testes rápidos (TR) para a detecção do HIV/AIDS realizados nas unidades básicas de saúde (UBS), nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e em locais diversificados para além dos serviços de saúde.

Além da distribuição gratuita de preservativos, outra medida de prevenção é a PEP sexual (profilaxia pós-exposição), que consiste no uso de medicamentos até 72 horas após a relação sexual, a distribuição gratuita do coquetel antiaids para todos que necessitam do tratamento e o Serviço de Assistência Especializada para tratamento e acompanhamento de pacientes com diagnóstico de HIV.

Por Gabriela Rocha, da Agência Saúde.

Série Jardim Imaginário inaugura instalação “Controle Remoto” na Fundação Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

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Divulgação.

A Fundação Ema Klabin inaugura no próximo sábado (30), às 13h, a terceira edição da série Jardim Imaginário.  Com curadoria de Gilberto Mariotti, esta edição conta com a participação da dupla de artistas plásticos Gisela Motta e Leandro Lima, que apresentam a instalação Controle Remoto.

Estarão dispostos no Jardim da Fundação, projetado por Burle Marx, trinta casinhas de passarinhos feitas em madeira, dispostas em seis fileiras de cinco casas, formando um conjunto habitacional. Dentro de cada casa é possível observar luzes e sons de vários programas de televisão.

“O trabalho utiliza diversas linguagens, como vídeo, objetos e instalação, para criar situações em que elementos naturais e artificiais emulam o comportamento orgânico, problematizando as relações entre natureza e cultura, real e artificial. A obra faz alusão ao papel exercido pela mídia nas dinâmicas de comunicação, entre a esfera pública e o espaço privado”, explica o curador Gilberto Mariotti.

Jardim Imaginário

Em sua terceira edição, a série Jardim Imaginário, promovida pela Fundação Ema Klabin, tem como objetivo criar um diálogo entre a arte contemporânea, a arquitetura e o acervo da casa-museu, por meio de trabalhos inéditos cujo ponto de partida, tanto físico quanto simbólico, seja o jardim projetado por Roberto Burle Marx, na década de 50.

Nas edições anteriores da série apresentaram-se os artistas plásticos João Loureiro (O serviço das formigas – 2013) e Paulo Climachauska (Trepa-Trepa – 2014).

Serviço:

Projeto Jardim Imaginário – Instalação Controle Remoto – de Gisela Motta e Leandro Lima

Curadoria: Gilberto Mariotti

Abertura: dia 30 de abril, às 13h – aberta ao público em geral

Período: de 30 de abril de 2016 a 2 de julho de 2016. Terça a sexta: das 14h às 17h. Sábados de show: das 14h às 16h30

Ingresso: Entrada franca

Conheça o trabalho dos artistas: http://www.aagua.net/

Indicação: Livre

Fundação Ema Klabin:  Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo/SP

Telefone (11) 3897-3232

http://emaklabin.org.br/

Não há estacionamento no local.

Supino de Indaiatuba é campeão no Brasileiro de Powerlifting

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Foto: divulgação.

A equipe de supino de Indaiatuba, apoiada pela Secretaria Municipal de Esportes, garantiu o título de campeã no Campeonato Brasileiro de Powerlifting e Supino Raw, realizado de 21 a 24 de abril em Curitiba.

Com o total de 10 medalhas, sendo sete de ouro, uma de prata e duas de bronze, o grupo conquistou o 1º lugar no ranking por equipes. Além das provas da modalidade supino, a cidade teve também pela primeira vez um atleta disputando a categoria Powerlifting, que engloba os três movimentos: supino, agachamento e levantamento terra. Três indaiatubanos também levaram o troféu de Melhor Atleta em suas categorias. A coordenação é da técnica Cristina Toledo. Veja os resultados completos:

Supino

Michele Munhol – categoria 52 kg Open – medalha de ouro com a marca de 62,5 kg

Cristiane Silva – categoria 72 kg Open – medalha de ouro com a marca de 55 kg

Fernanda Teixeira – categoria acima 84 kg – medalha de ouro com a marca de 67,5 kg

Rogério Moreira – categoria 83 kg Sub-Júnior – medalha de ouro com a marca de 100 kg e troféu de Melhor Atleta Sub-Júnior da competição

Evânio Rodrigues – categoria 74 kg Open – medalha de ouro com a marca de 187,5 kg e troféu de Melhor Atleta Open da competição

Éverton Diego Rodrigues – categoria 83 kg Open e Novos – medalha de ouro na categoria Novos e medalha de bronze na categoria Open com a marca de 150 kg

Kléberson Bernardinetti – categoria 105 kg Open – medalha de bronze com a marca de 160 kg

Robinson Almeida – categoria 105 kg Open – medalha de prata com a marca de 170 kg

Powerlifting

Rogério Moreira – categoria 83 kg Sub-Júnior Estreante – medalha de ouro com as marcas de 100 kg no supino, 110 kg no agachamento e 150 kg no levantamento terra, totalizando 360 kg, além de troféu de Melhor Atleta Sub-Júnior

Classificação por equipes

Indaiatuba – 1º lugar

A modalidade

O powerlifting, ou levantamento de peso básico, é um esporte de força integrado por três modalidades: o agachamento, o supino e o levantamento terra. No agachamento, o levantador põe a barra com os pesos na altura dos ombros e abaixa-se até formar um ângulo de 90° nos joelhos, devendo então se reerguer e voltar à posição inicial; no supino, o levantador fica deitado num banco, retira a barra de um suporte e desce até bem próximo aos músculos do peitoral, reerguendo- a até a extensão dos cotovelos e retornando para o suporte; já no levantamento terra, o atleta ergue a barra com pesos do chão, elevando-a até que as pernas e costas estejam retas e na posição vertical, com o peito levantado, devolvendo-a depois então ao chão de forma controlada.

Observatório Nacional de Segurança Viária anuncia caminhada do Maio Amarelo para 22 de maio em Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira - SCS/PMI.

Foto: Eliandro Figueira – SCS/PMI.

O Observatório Nacional de Segurança Viária, responsável pela coordenação nacional do Movimento Maio Amarelo, anunciou na manhã de quarta-feira, dia 27, a caminhada Atenção pela Vida, que será realizada no dia 22 de maio com o apoio da Prefeitura de Indaiatuba. A largada será em frente à Prefeitura, a partir das 9h, com distribuição de camisetas e aula de fit dance.

O evento, que entra em sua terceira edição, faz parte das ações que o movimento Maio Amarelo realizará no município. O Movimento foi iniciado em Indaiatuba em 2014, pelo Observatório, e se transformou em uma mobilização mundial da sociedade para construir um trânsito seguro para todos.

O diretor presidente do ONSV, José Aurelio Ramalho, explicou que, como já aconteceu nas edições passadas, o passeio reuniu muito mais que pedestres e se transformou em um passeio da mobilidade, com a participação de ciclistas, motociclistas, jipeiros e vários outros clubes e associações. O percurso terá cerca de quatro quilômetros pelo entorno do Parque Ecológico.

Ramalho explica que a proposta dessa e de outras ações do Observatório é de chamar a atenção da sociedade sobre a responsabilidade das pessoas pela segurança no trânsito. “Não é o carro que mata, a falha é da pessoa que conduz esse carro. Assumindo nossa responsabilidade assumiremos o compromisso de reduzir o número de acidentes no trânsito”, reforça.

A Prefeitura de Indaiatuba também já colocou nas ruas os outdoors educativos do Maio Amarelo. São 10 pontos estratégicos de divulgação com duas mensagens. Em uma das peças, o uso do celular, o cuidado com os pedestres e ciclistas e o respeito às leis de trânsito são lembrados, reforçando a necessidade de comportamentos seguros no trânsito. Na outra, o convite vai para toda a sociedade, com a frase: “Vamos nos mobilizar por um trânsito mais seguro”. Os outdoors estão próximos ao Parque Ecológico, na Cecap, na Avenida Conceição e Morada do Sol, entre outros pontos.

Durante a coletiva, a direção do Observatório também falou sobre o lançamento no mês de abril da campanha #EuSou+1 por um trânsito mais humano, que circula nas redes sociais e site do Maio Amarelo. As pessoas podem personalizar suas páginas da rede social, adotando o twibbon nas fotos de capa e de perfil com esse slogan.

O Movimento

O Maio Amarelo é uma mobilização multissetorial que envolve a iniciativa de pessoas, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada e órgãos de governo para construir um trânsito seguro para todos.

Indaiatuba é a “Cidade do Maio Amarelo”, porque aqui surgiu o Movimento, em 2014, e que se espalhou pelo Brasil e por mais de 20 países dos cinco continentes.

De acordo com dados divulgados pelo Observatório, uma pessoa morre a cada 15 minutos, vítima de acidente de trânsito no país. Em 2014, foram 43.075 mortos no trânsito no Brasil. Esses são dados ainda preliminares, que revelam uma nova alta da mortalidade no trânsito no comparativo com 2013, com acréscimo de 2% nos dados anteriores.

As informações revelam que o país não tem conseguido seguir um caminho de redução das fatalidades nas vias e rodovias, conforme proposto pela ONU/OMS, com a instalação da Década de Ações para a Segurança no Trânsito – 2011-2020.