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Programa Música do Mundo traz Bahule Quartet à Fundação Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Formado por três brasileiros e uma moçambicana, quarteto mistura referências africanas, jazz e ritmos brasileiros. Foto: Guiherme Castoldi.

Formado por três brasileiros e uma moçambicana, quarteto mistura referências africanas, jazz e ritmos brasileiros. Foto: Guiherme Castoldi.

A Fundação Ema Klabin recebe no sábado, 11 de junho, às 16h30, o grupo Bahule Quartet pelo programa Música do Mundo, com entrada franca. O quarteto apresenta em seus espetáculos a fusão das referências africanas com o universo da música brasileira, elementos do jazz e da música erudita.

O grupo é formado  pela cantora e compositora moçambicana Lenna Bahule e pelos músicos brasileiros Ed Woiski (bandolim), Kiko Woiski (baixo) e Gabriel Draetta (bateria e percussão).

Fundação Ema Klabin: visitas gratuitas

Antes do show, das 13h às 17h00, a casa-museu está aberta para visitas livres. O público pode conhecer o rico acervo de mais de 1500 obras de arte, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário e peças arqueológicas e decorativas. E ainda ver a instalação Controle Remoto, dos artistas plásticos Gisela Motta e Leandro Lima pela série Jardim Imaginário. E a exposição Vida Doméstica, formada por documentos, fotografias e objetos do arquivo pessoal da colecionadora e mecenas Ema Gordon Klabin.

Serviço:

Data: 11 de junho – sábado

Espetáculo musical – Bahule Quartet – Programa Música do Mundo – Horário: 16h30

Visitação livre à casa museu: 13h às 17h00

Entrada franca

Fundação Ema Klabin: Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo/SP

Fones: (11) 3897-3232

http://emaklabin.org.br/.

Secretaria de Educação de Indaiatuba realiza festival de arte e dança dias 8, 9 e 10 no Ciaei

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Arquivo - Giuliano Miranda - SCS/PMI.

Crédito da foto: Arquivo – Giuliano Miranda – SCS/PMI.

A Secretaria de Educação da Prefeitura de Indaiatuba realiza nos dias 8, 9 e 10 (quarta, quinta e sexta-feira) às 19h30, no Centro Integrado de Apoio a Educação de Indaiatuba (Ciaei), o Festival de Arte e Dança 2016.

O evento visa apresentar uma mostra do trabalho realizado nas escolas municipais na área da arte visual e dança. Este ano a novidade é que o festival é aberto para a população (anteriormente era reservado apenas para familiares dos alunos). Para prestigiar a atração é preciso retirar o ingresso no local com uma hora de antecedência. A entrada é gratuita.

Em parceria com a Comissão para Educação das Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação, o festival fará uma releitura do tema A Princesa e o Sapo, que é a primeira princesa negra da Disney. Haverá uma exposição de trabalhos realizados em algumas escolas a respeito do tema e uma exposição de fotos das crianças em momentos de ensaio para o evento no hall de entrada.

O tema é importante para resgatar valores considerados significativos para o dia a dia o qual se torna cada vez mais esquecido. “Tendo como inspiração a filosofia de uma tribo africana que propõe um estilo de vida com respeito ao próximo, com amor, amizade verdadeira e companheirismo e diz que Nós somos o que somos porque somos todos nós. Sonharmos com momentos melhores e pessoas de valor nos levará a uma incrível e inesquecível aventura”, comenta a mentora do projeto, Eliane Pismel.

Escolas participantes:

EMEB “Prof. Antônio Luiz Balaminutti”

EMEB “Campo Bonito”

EMEB “Dom Ildefonso”

EMEB “Profª Laura Fahl Corrêa”

EMEB “Profª Luiz Carlos Batista de Moura”

EMEB “Profª Maria Benedicta Guimarães”

EMEB “Profª Maria José Ambiel Marachini”

EMEB “Profª Osório Germano”

EMEB “Prof. Wladimir Olivier”.

Natação PCD de Indaiatuba vai a Berlim em busca de índices paralímpicos

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Da esquerda para a direita, os atletas Cecília Kethlen, Raquel Viel, Felipe Caltran e Lucas Mozela. Foto: Divulgação/PMI.

Da esquerda para a direita, os atletas Cecília Kethlen, Raquel Viel, Felipe Caltran e Lucas Mozela. Foto: Divulgação/PMI.

Quatro atletas da equipe de natação PCD ADI/Secretaria de Esportes de Indaiatuba integram a Seleção Brasileira que disputa de 9 a 12 de junho o IDM Berlim, na Alemanha, competição internacional que reúne nadadores de 37 países.

O evento representa mais uma oportunidade de obtenção de índices para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, agendados de 7 a 18 de setembro. Sob a coordenação do técnico Antônio Luiz Cândido, Lucas Mozela, Felipe Caltran e Raquel Viel vão brigar pela classificação, ao lado de Cecília Kethlen, que foi a primeira atleta de Indaiatuba na modalidade a alcançar o índice paraolímpico. De acordo com Cândido, os demais componentes da equipe permanecem treinando para o Campeonato Nacional 1 – Circuito Caixa Loterias, em São Paulo, de 24 a 26 de junho em São Paulo, que também é seletivo para a tão almejada vaga nas Paralimpíadas.

Seleção do Festival de MPB de Indaiatuba será no próximo dia 25 no Ciaei

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Arquivo – Adriana Panzini – SCS/PMI.

Foto: Arquivo – Adriana Panzini – SCS/PMI.

A Secretaria de Cultura de Indaiatuba realiza no próximo dia 25 de junho, sábado, a partir das 15h, na Sala Acrísio de Camargo, no Ciaei (Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665, Jardim Regina), o evento de seleção e premiação dos vencedores do 12º Festival de MPB. Conforme regulamento, devido ao número total de 15 inscritos, neste ano o evento terá uma etapa única, onde todos se apresentarão e, em seguida, serão conhecidos os vencedores, mediante a pontuação determinada pela comissão de jurados. A ordem de subida ao palco foi determinada em reunião aberta realizada no último dia 4 no Centro Cultural Wanderley Peres. Os participantes devem apresentar duas músicas próprias, sendo uma para passagem do som e outra que estará concorrendo. Serão avaliados os critérios de interpretação, composição e desempenho musical. Os prêmios são de R$5.500,00 (1º lugar), R$4.000,00 (2º lugar), R$3.000,00 (3º lugar) e R$1.500,00 para Melhor Intérprete e Melhor Composição. A entrada é gratuita. Informações: (19) 3894-1867.

Realização da Secretaria Municipal de Cultura, o Festival de MPB é promovido anualmente e tem como objetivo incentivar a composição musical, estimular o interesse da população por esta expressão artística e mostrar a importância da arte como fonte de cultura e lazer, aprimorando e desenvolvendo a cultura musical. A Banda 2 Dobrado, de Indaiatuba, foi a grande vencedora da 11ª edição em 2015, que teve ainda Daniel Conti, de Campinas, em 2º lugar e como autor da Melhor Composição e o grupo Saudoso Passarinho, de Indaiatuba, em 3º lugar e também como Melhor Intérprete.

12º Festival de MPB – ordem de apresentação

1º – Dão Ferreira (Indaiatuba)

2º – Bruno Fernandez (Indaiatuba)

3º – Dé Azevedo (Indaiatuba)

4º – Destoando Reis (Indaiatuba)

5º – Planeta Terra da Água (Salto)

6º – Wilson Neto (Indaiatuba)

7º – Juliana (Indaiatuba)

8º – Bleck a Bamba (Santa Bárbara d’Oeste)

9º – Daniel Conti (São Paulo)

10º – Raul Misturada e Paulo Monarca (São Paulo)

11º – Banda Getsêmani (Indaiatuba)

12º – Letícia Nicolielo (Indaiatuba)

13º – Decreto Verbal (Indaiatuba)

14º – Taquinho de Minas (Belo Horizonte)

15º – Juliana Lima (São Paulo).

Q Galeria abre exposição “Cinco artistas, cinco mulheres, cinco cidades” no dia 10

Campinas, por Kleber Patricio

"Alameda" é uma das obras de Gisele Ulisse feita com tinta acrílica sobre tela. Exposição "Urbana" ficará na Q Galeria até o dia 25.

“Alameda” é uma das obras de Gisele Ulisse feita com tinta acrílica sobre tela. Exposição “Urbana” ficará na Q Galeria até o dia 25.

O importante papel das mulheres na história da criação e evolução dos cenários urbanos estará em destaque pelas paredes da Q Galeria a partir do dia 10, até 25 de junho. A exposição Urbana, que reúne trabalhos de cinco artistas mulheres, traz ao público o espaço urbano representado por olhares femininos, por meio de diversas técnicas artísticas, como tinta em tela, caneta hidrográfica e tinta em papel, fotografias e instalações.

Para a abertura da exposição, a Q Galeria promove mais uma edição do projeto Troque Cultura, que oferece palestras e debates gratuitos e abertos ao púbico em troca de um livro que é encaminhado a entidades carentes. A palestra, no dia 10, às 20h, será proferida pela socióloga e professora de História da Arte da Unicamp Silvana Rubino. Na ocasião, Silvana destaca que, apesar da importância das mulheres na Arte e na Arquitetura do país, muitas vezes elas não são lembradas como autoras de grandes obras expostas por todos os cantos dos centros urbanos.

Urbana

Colocar as mulheres em posição de protagonistas, não só de suas próprias histórias, mas de uma história coletiva. Com este intuito, o projeto Urbana, que estará em exposição na Q Galeria, surgiu como proposta das artistas há algum tempo; porém, tomou forma nos últimos meses, coincidentemente em um momento em que muitas brasileiras se unem por maior reconhecimento na sociedade e no mercado.

De acordo com a curadora da Q Galeria, Patrícia Freitas, o conceito da mostra se baseia na fundamental participação das mulheres na história das cidades. “Nós já conhecemos quase tudo o que homem fez nas cidades. Se pensarmos na história da arquitetura moderna, por exemplo, todos lembramos de nomes como Oscar Niemeyer e Lucio Costa, mas poucos pensam em Lina Bo Bardi, embora ela seja autora de um dos edifícios mais icônicos de São Paulo”. Lina Bo Bardi foi uma arquiteta de origem italiana, que viveu muitos anos no Brasil, onde produziu diversos projetos, dentre eles o do Museu de Arte de São Paulo, o MASP.

Fotografias de Isabela Senatore retratam a cidade de São Paulo.

Fotografias de Isabela Senatore retratam a cidade de São Paulo.

Além de apresentar ao público o olhar singular de cinco artistas sobre o ambiente urbano, a exposição tem também como objetivo mostrar a riqueza de detalhes do olhar feminino por meio de trabalhos feitos em tela, papel, fotografias e ainda uma instalação.

Cinco Mulheres

Na exposição Urbana, cinco artistas vão apresentar suas obras: Gisele Ulisse, Kika Marciano, Isabela Senatore, Luciana Miyuki e a norte-americana Joan Hacker. Gisele nasceu em Jundiaí e traz para a exposição parte de uma séria chamada Urbanos. A artista conta que a inspiração para as telas veio de uma tarde na Avenida Paulista, à espera de um compromisso. O resultado são obras que retratam o dia a dia da cidade no caminhar das pessoas, na conversa em uma mesa de restaurante e no bater das sacolas em um dia de compras.

Kika nasceu em Campinas e constrói suas obras a partir de sua experiência de 25 anos como arquiteta. Em seu universo criativo se ressaltam os elementos que se repetem e apelam à nossa visão, como os letreiros e fachadas de estabelecimentos comerciais. Todos estes sinais são traduzidos em cores e traços marcantes, feitos com tinta e caneta hidrográfica sobre papel.

Isabela Senatore também nasceu em Campinas e se graduou em fotografia em Boston, nos Estados Unidos. Dentre seus interesses está a fotografia documental de rituais religiosos e festividades na Índia, México e Brasil, de onde a artista recolheu durante anos um precioso material, resultando na bela publicação do livro Devoção (2014). Para Urbana, a artista traz uma série de fotografia feitas em São Paulo, nas quais brinca com sobreposições e camadas para criar um verdadeiro tecido urbano.

Luciana Miyuki nasceu em São Paulo e se formou em artes plásticas na Unicamp em 2010. Seus projetos envolvem a criação de instalações e objetos que tensionam as relações entre o espaço arquitetônico e aquilo que ele abriga. Na exposição, Luciana deve mostrar a instalação Presenças Postais, na qual reflete sobre o vazio deixado por monumentos que são destruídos ou movidos de lugar em São Paulo.

Fechando o grupo, está a fotógrafa nova-iorquina Joan Hacker, que mandou suas fotos diretamente de Nova Iorque para a Q Galeria. As obras, inéditas no Brasil, fazem parte da série At Night (À noite) e mostram uma versão nada comum da cidade que nunca dorme.

Socióloga da Unicamp, Silvana Rubino fala sobre a participação das mulheres na arquitetura moderna em palestra gratuita no dia 10.

Socióloga da Unicamp, Silvana Rubino fala sobre a participação das mulheres na arquitetura moderna em palestra gratuita no dia 10.

Troque Cultura

Para a noite de abertura, a Q Galeria vai oferecer mais uma edição do Troque Cultura. O evento, que teve o historiador da arte Jorge Coli em sua primeira edição, traz desta vez a também socióloga e professora de História da Arquitetura da Unicamp Silvana Rubino, especialista na presença das mulheres na arquitetura moderna. “Nossa ideia é oferecer uma abertura que condiz com o forte conceito da exposição e oferecer ao público não somente a chance de conhecer o trabalho destas incríveis artistas, mas de também participar de uma experiência de cultura e conhecimento”, afirma a curadora Patrícia Freitas. A proposta busca manter fielmente a essência do projeto lançado pela Q Galeria em abril deste ano e trazer para Campinas eventos gratuitos que fomentem a cultura e a arte na cidade. Como o nome sugere, para entrar nos eventos do Troque Cultura a Galeria pede em troca a doação de um livro interessante em bom estado. Acima de tudo, a iniciativa da Q em promover tanto a exposição quanto o Troque Cultura é proporcionar um espaço livre de debates e troca no qual seja possível respeitar os múltiplos pontos de vista e tornar o ambiente urbano realmente aberto a todos. O Troque Cultura deve acontecer das 19h às 20h, com vagas limitadas e, em seguida, as 20h a exposição é aberta a todos.

Serviço:

Urbana – Cinco artistas, cinco mulheres, cinco cidades – Exposição na Q Galeria

Abertura: 10 de junho, 20h – Visitação segue até dia 25 de junho, das 9h às 18h (de segunda a sexta) e das 9h às 13h (aos sábados)

Troque Cultura: 10 de junho, das 19h às 20h. Inscrições pelo site www.qgaleria.com.br

Informações: (19) 3251-2288

Vagas limitadas

Exposição com entrada gratuita – para o Troque Cultura, mediante inscrição prévia e doação de um livro em bom estado.