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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“O movimento dos órgãos e sua importância para a saúde”, por Laís Mori Sério

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Que movimentar-se é importante para saúde, todos já sabem. Mas geralmente quando falamos em movimento, logo pensamos nas atividades físicas, em movimentos de braços e pernas, estímulos da musculatura do abdômen, glúteos; enfim, não pensamos que todas estruturas que compõem nosso organismo devem se mexer. Sim: os intestinos têm seus movimentos, o estômago, os rins; enfim, todos os nossos órgãos se movimentam e devem movimentar-se para cumprirem suas funções.

Um órgão é saudável quando é móvel e isso acontece por suas membranas serosas, fáscias e ligamentos que as rodeiam. Toda perda de mobilidade, fixação ou aderência a outra estrutura modifica o movimento visceral e favorece o aparecimento de disfunções como constipação intestinal, refluxo gastresofágico, azia etc. Já alterações de ordem hepática tendem a gerar sintomas como sensação de boca amarga, alterações na coloração das fezes e urina, tonturas e dores de cabeça.

E como essa mobilidade pode ficar alterada? As cicatrizes, por exemplo, podem ser um dos fatores que influenciam na mobilidade visceral. As cesárias, as cirurgias de redução de estômago, cirurgias de próstata e intervenções intestinais são alguns exemplos. Outro fator que pode influenciar na mobilidade visceral é qualquer condição patológica que acometa a víscera – hepatite, cirrose, gastrite, infecções urinárias ou doenças respiratórias. Uma inflamação, por exemplo, irá gerar um cuidado do organismo para com aquela região. Isso quer dizer que a tendência é de que o organismo proteja a região inflamada para que ela possa se recuperar mais facilmente. Os músculos ao redor tendem a ficarem mais tensos, assim como os tecidos conectivos, que acabam alterando a mobilidade visceral. A circulação do sangue no local fica dificultosa, tornando o processo de nutrição tecidual e a cicatrização mais lentos. O tratamento osteopático visa identificar o transtorno e devolver o movimento natural do órgão, auxiliando no processo de auto cura do organismo.

Laís Mori Sério é fisioterapeuta formada pela PUC-Campinas (Crefito nº 124205-F), especialista em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid com experiência clínica e cursos de extensão nos Estados Unidos e colabora periodicamente com o site.

Participação feminina explica ‘boom’ do carnaval de rua de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Público subiu de 1,5 milhão de participantes em 2015 para 14 milhões em 2019; mulheres ampliaram participação de 46,9% para 54,1%. Imagem de 489327 por Pixabay.

Este ano, pela primeira vez na história do Carnaval, o número de blocos que desfilarão na cidade de São Paulo ultrapassará os do Rio de Janeiro. São esperados 796 blocos nas ruas da cidade, de acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, contra 731 no Rio. As organizações de 31 blocos paulistanos declararam ter expectativa de público superior a 100 mil pessoas. Segundo a SPTuris, o público no Carnaval de rua paulistano saltou de 1,5 milhão de foliões em 2015 para 14 milhões em 2019 – no mesmo período, as mulheres ampliaram a sua fatia no total de foliões, passando de 46,9% para 54,1%. “São Paulo mostra uma tendência de retomada dos espaços públicos durante as festividades e muito disso é explicado pela crescente participação das mulheres”, afirma Gisele Jordão, produtora cultural e coordenadora de Cinema e Audiovisual da ESPM São Paulo.

De acordo com ela, a mudança no perfil dos blocos de rua e o avanço das pautas feministas contribuíram para essa mudança de cenário. “O ambiente nos blocos e nas ruas é mais favorável hoje para as mulheres do que há 10 anos. Elas assumiram papéis de liderança e a organização de vários blocos em São Paulo.”

Há cerca de 10 blocos criados e liderados por mulheres na cidade. Dois exemplos são o Pagu e o As Obscênicas. Mariana Bastos, cineasta e uma das organizadoras do Pagu, conta que inicialmente a ideia era homenagear grandes cantoras brasileiras, mas que o objetivo do bloco mudou de rumo. “Conforme amadurecemos a ideia, nos demos conta de que o Carnaval também envolvia questões sociais sensíveis para as mulheres, em especial a questão da violência”, afirma Mariana.

A arquiteta Lara Lima, uma das idealizadoras do bloco As Obscênicas, destaca a violência e a falta de representatividade como os principais problemas: “O Carnaval ainda é um ambiente muito masculino e isso se reflete na organização dos blocos. Por conta dessa estrutura, as mulheres acabam não tendo voz como deveriam. Muitas mulheres chegaram até nós insatisfeitas com o ambiente do Carnaval, inclusive relatando diversas formas de abuso e assédio.”

Apesar dos problemas sociais que motivaram a formação dos blocos femininos, ambas organizadoras dizem que houve avanços. “O aumento da participação das mulheres nos blocos é reflexo de uma movimentação social mais ampla, que também contempla o avanço feminino em outras áreas antes dominadas pelos homens, como a política e o mundo corporativo”, diz Mariana Bastos. Lara Lima, por sua vez, afirma que a iniciativa tem se espalhado no mundo do Carnaval: “Tenho visto cada vez mais mulheres assumindo posições de liderança no Carnaval. Outros blocos têm nos convidado para participar da organização e de tomadas de decisão. Mas ainda há um longo caminho a percorrer.”

Projeto promove inclusão de refugiados venezuelanos no mercado de trabalho brasileiro

Brasil, por Kleber Patricio

Fotos: World Vision.

Em 2018, a América Latina vivia o ápice da crise migratória que afetava a Venezuela – um êxodo maciço da população venezuelana cruzava as cidades fronteiriças fugindo da pobreza, da falta de serviços públicos e da escassez de bens de primeira necessidade. Os países vizinhos começavam a sofrer os reflexos de um dos maiores êxodos da região. De lá para cá, pouca coisa mudou e o cenário da migração continua crescente e desafiador.

A maior operação da ONG Visão Mundial Brasil em resposta à emergência da crise migratória foi iniciada em setembro de 2019. Na ocasião, a organização assinou um contrato com o Bureau of Population, Refugees, and Migration (PRM) para executar o projeto Protecting vulnerable Venezuelans in Brazil through Livelihood Assistance (Protegendo venezuelanos vulneráveis no Brasil por meio de assistência à subsistência), que consiste em fornecer assistência à subsistência e aumentar a renda familiar de 7.200 venezuelanos vulneráveis, entre 18 e 35 anos, que vivem nas cidades de Boa Vista (RR), Manaus (AM) e São Paulo (SP).

O projeto, financiado pelo governo dos Estados Unidos, terá duração de dois anos e uma equipe nacional de 32 colaboradores, que irão trabalhar em três eixos principais: Empregabilidade, Empreendedorismo e Envolvimento do Setor Privado. Os migrantes venezuelanos inscritos no projeto serão beneficiados com orientação laboral para aumentar a renda familiar, capacitação técnica para o desenvolvimento de vistos e currículos, promoção de habilidades como aulas de língua portuguesa, treinamento vocacional e serviços de inclusão profissional no mercado de trabalho formal.

Central de atendimento em Roraima.

Daniel Pereira, gerente do Projeto PRM na Visão Mundial Brasil, conta que “os desafios desse projeto são encontrar nas cidades onde vamos trabalhar as oportunidades adequadas a esses refugiados, promovendo inclusão e diversidade no mercado de trabalho brasileiro”. Ele continua: “A importância de trabalhar o eixo da empregabilidade para refugiados e migrantes venezuelanos adultos, do ponto de vista da Visão Mundial, é que indiretamente estamos trabalhando para a proteção da criança como um todo. Fortalecendo os meios de vida das suas famílias, consequentemente, geramos um ambiente mais seguro para o desenvolvimento e proteção das crianças”.

Um dos mais importantes diferenciais do Projeto PRM é a possibilidade de mobilizar empregadores brasileiros para a contratação de migrantes venezuelanos. A Visão Mundial realizará workshops de apresentação do projeto em várias cidades do Brasil com o objetivo de sensibilizar empresários para a causa da migração e apoiá-los na criação e implementação de políticas trabalhistas para refugiados. Para isso, uma das ferramentas oferecidas pela Visão Mundial será um selo de reconhecimento e qualificação especial para as empresas que incluírem refugiados em seus quadros de funcionários.

Para Luis Corzo, gerente de Resposta Humanitária da Visão Mundial Brasil, o Projeto PRM representa a oportunidade de apoiar os venezuelanos para melhorar a condição e o acesso a oportunidades de geração de renda, alcançando assim a melhoria das condições de vida de adultos e, principalmente, das crianças que dependem dessas famílias migrantes. “Estamos ansiosos para apoiar os migrantes em maior vulnerabilidade para descobrir e melhorar suas habilidades. Isso vai gerar uma integração que não só resultará em lucro para eles, mas também, para a sociedade em que decidiram se integrar e que podem ajudar a desenvolver”, relatou Corzo.

Exercer um trabalho, além de ser um apoio financeiro, também pode ser considerado uma fonte de bem-estar e equilíbrio psicológico para todas as pessoas. Em contrapartida, nos contextos de refúgio, uma situação de desemprego pode ser agravante, sendo muito comum surgir entre os refugiados crises de ansiedade e depressão provocadas pela falta de condições de suprir as próprias necessidades ou da família, levando pessoas refugiadas a um quadro de baixa autoestima e ao isolamento social.

O Projeto financiado pelo PRM e desenvolvido pela Visão Mundial Brasil traz excelentes oportunidades para evidenciar o impacto positivo no contexto do empreendedorismo social para adultos migrantes. O resultado direto desse trabalho é aumentar a renda familiar dos venezuelanos que vivem no Brasil, mas principalmente, recuperar a dignidade de seres humanos em situação de risco extremo e devolver a cidadania a mulheres e homens refugiados que sonham com um novo lar e um futuro seguro e promissor.

Ajuda

Em março de 2018, a ONG Visão Mundial passou a atuar localmente nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, estado de Roraima, a principal porta de entrada na rota migratória para o Brasil. De acordo com a Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela (R4V), existem atualmente 224.102 venezuelanos no Brasil. Destes, 135.033 solicitaram refúgio e 104.858 têm visto temporário ou definitivo de residência no País.

Nos últimos dois anos, a Visão Mundial Brasil tem prestado assistência às famílias venezuelanas que buscam refúgio e oportunidades para reconstruir a vida graças ao apoio de importantes parceiros, como governos, igrejas, instituições e a sociedade civil. Nos projetos executados em parceria com o Unicef, por exemplo, a Visão Mundial pretende apoiar mais de 19.000 famílias, implementando e monitorando as atividades de 10 Espaços Amigáveis que beneficiam 22 mil crianças migrantes em Boa Vista, Pacaraima e Manaus.

Sobre a Visão Mundial

A Visão Mundial Brasil integra a parceria World Vision International, que está presente em cerca de 100 países. No País, a Visão Mundial atua desde 1975, beneficiando 2,7 milhões de pessoas com projetos nas áreas de educação, saúde/proteção da infância, desenvolvimento econômico e promoção da cidadania. Seus projetos e programas têm como prioridade as crianças e adolescentes que vivem em comunidades empobrecidas e em situação de vulnerabilidade. Nesses 44 anos de atuação no Brasil, a Visão Mundial se consolida como uma organização comprometida com a superação da pobreza e da exclusão social. Para saber mais, acesse o site visaomundial.org.

Secretaria de Cultura abre inscrições para 5ª Mostra de Artes Cênicas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Leonardo Cruz.

A Secretaria Municipal de Cultura realizará de 19 a 28 de fevereiro as inscrições para a 5ª Mostra de Artes Cênicas de Indaiatuba. Os documentos devem ser entregues diretamente na sede da Secretaria.

A mostra reunirá espetáculos de grupos amadores e profissionais sediados em Indaiatuba e grupos convidados pela Secretaria, em dois formatos. A Categoria I será realizada no mês de agosto, com apresentações de sexta a domingo, todas comentadas por um profissional da área, em dias e locais a serem definidos por sorteio. Já a Categoria II acontece uma vez por mês, preferencialmente de sexta, sábado ou domingo, entre os meses de março a setembro, também em dias e locais a serem definidos por sorteio.

A lista de espetáculos – selecionados pela curadoria indicada exclusivamente pela Secretaria Municipal de Cultura no dia 29 de fevereiro – será divulgada no dia 3 de março, em cartaz afixado na Secretaria Municipal de Cultura e na Imprensa Oficial do Município. Cada grupo ou companhia poderá se inscrever uma única vez com até dois espetáculos não apresentados em mostras anteriores em Indaiatuba. Serão selecionados até 18 espetáculos, respeitando a disponibilidade dos espaços destinados às apresentações. Na Categoria I, sempre às sextas, sábados e domingos do mês de agosto; na Categoria II, nas seguintes datas: 21 de março, 26 de abril, 13 de junho, 7 de agosto, 29 de agosto e 18 de setembro.

Documentos necessários

Além da ficha de inscrição devidamente preenchida, os grupos devem anexar o texto do espetáculo (com as modificações feitas pela direção); a autorização para encenação (do próprio autor ou entidade que o represente); liberação do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição); autorizações junto à Vara de Infância e Juventude (em casos de menores de idade em cena) e release do espetáculo (incluindo tempo de duração e classificação etária).

É preciso enviar currículo do grupo, dos atores e da direção (para os dois últimos, com DRT somente para Categoria II), link ou CD com vídeo do ensaio do espetáculo ou leitura dramática dos atores (com duração de dois a três minutos), CD contendo quatro fotos do espetáculo ou grupo em alta resolução para efeito de divulgação, assim como mapas de luz, som e palco.

Os espetáculos serão apresentados na Sala Acrísio de Camargo, no Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba (Ciaei), no Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano) e ruas e praças de Indaiatuba. O pagamento da produção cultural para cada espetáculo participante será de R$2.000 (Categoria I) e R$3.500 (Categoria II).

Todos os grupos selecionados na 5ª Mostra de Artes Cênicas de Indaiatuba devem disponibilizar voluntariamente sessão extra ou oficina como contrapartida social para os munícipes, sendo que o agendamento deverá ser em concordância e com o apoio técnico da Secretaria de Cultura.

A Secretaria Municipal de Cultura está localizada no Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela, que fica na Rua das Primaveras, 210, no Jardim Pompeia. Mais informações pelo telefone (19) 3875-6144.

Volacc anuncia Rock in Heart 2020

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Banda Unha Encravada tem participação confirmada no evento. Foto: divulgação/arquivo Kleber Patricio Online.

A Volacc promoverá, no próximo dia 24 de abril, a partir das 20 h no Salão Social do Indaiatuba Clube, a sexta edição do Rock in Heart. A edição 2020 do evento terá como atrações as bandas Unha Encravada, Confraria d’Asdrovnia e uma terceira banda ainda pendente de confirmação.

“É uma oportunidade divertida para ajudar a Volacc – com os amigos, ouvindo boa música”, afirma a coordenadora do evento, Solange Caramel. Os kits com camiseta e convite para o evento serão vendidos online a partir de 21 de fevereiro; os convites físicos e mesas, a partir de 13 de março, na sede da Volacc, na loja Etiqueta Casual e na secretaria do Indaiatuba Clube.

Confraria d’Asdrovnia também é presença confirmada. Foto: divulgação/arquivo Kleber Patricio Online.

Os valores serão os seguintes: 1º lote (21/2 a 30/3) – convite, R$50,00 e mesa, R$520,00; 2º lote (1/4 a 24/4) – convite, R$60,00 e mesa, R$640,00.

Os patrocinadores do 6º Rock in Heart são EXSA Desenvolvimento Urbano, Hot Flowers, Signa Treinamentos, Etiqueta Casual, Alfalux iluminação, Corpus Saneamento e Obras e GTA Segurança e o evento conta com o apoio do Indaiatuba Clube, bandas Unha Encravada e Confraria d’Asdrovnia, DJ Ronaldo Ambiel e JGWebCom.

Para outras informações, 3875-4544, com Solange.