Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Inscrições para Virada Sustentável SP 2020 são prorrogadas até 10 de maio abarcando novos formatos de projetos

São Paulo, por Kleber Patricio

Oficina Manual em Família. Crédito da foto: Bruno Arita.

Com o objetivo de ponderar sobre a nova realidade que estamos enfrentando e reforçando a importância do cuidado mútuo e o senso de coletividade, a Virada Sustentável SP 2020 prorroga até 10 de maio as inscrições para a décima edição do evento, que será realizado no segundo semestre, em data a ser confirmada. Os organizadores seguem acompanhando as recomendações vigentes de autoridades da área da saúde para anúncio da nova data. O adiamento do edital visa promover diversas possibilidades de interação com o público que não provoquem aglomeração, abarcando projetos inovadores que contemplem com criatividade o tema da sustentabilidade em formatos como projeções, instalações, performances e exposições em espaços públicos, equipamentos culturais e escolas, além de atividades virtuais, por exemplo. As inscrições devem ser feitas no site http://www.viradasustentavel.org.br.

O edital recebe propostas de artistas, oficineiros, palestrantes, organizações, fundações, movimentos, coletivos, escolas, universidades e equipamentos culturais para integrar a programação do evento. Para participar, as iniciativas precisam ter um ou mais conteúdo relacionado aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam de temas como consumo consciente, água, energias renováveis, biodiversidade, mudanças climáticas, mobilidade urbana, cidadania e inclusão social, entre outros. “Chegamos aos 10 anos da Virada Sustentável em São Paulo em um momento em que a sociedade está refletindo sobre si mesma e o modo como vivemos. Esta edição é uma oportunidade importante para que levemos à população projetos propositivos e inspiradores sobre sustentabilidade para a sociedade de uma forma bem ampla e contemporânea”, pondera André Palhano, idealizador da Virada Sustentável.

Cada proponente, sendo pessoa jurídica ou física, pode se inscrever individualmente ou como representante de um grupo e apresentar um ou mais projetos. O conteúdo apresentado será analisado por comissões julgadoras especializadas. Poderão participar desde projetos que necessitem de divulgação (adesões) e queiram constar na programação oficial da Virada Sustentável SP, a propostas que precisam de financiamento para serem realizadas. Não serão aceitos projetos de cunho partidário ou religioso ou que estimulem qualquer tipo de discriminação de função de raça, credo ou condição social.

Em 2019, os quatro dias de programação gratuita do evento reuniram mais de 600 atrações e atividades distribuídas pela Grande São Paulo, com público total chegando a cerca de um milhão de pessoas.

Mais informações: http://www.viradasustentavel.org.br.

Teatro de Arte e Ofício lança “Ingresso Solidário” por sua manutenção

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Teatro de Arte e Ofício (TAO), um dos mais tradicionais espaços independentes da cultura de Campinas, lança o projeto Ingresso Solidário, uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos para sua manutenção. A iniciativa permanecerá aberta online até 26 de maio e aceita contribuições de diversos valores, disponibilizando, a partir da cota de R$25, ingressos para eventos que acontecerão futuramente. Devido ao isolamento social contra a Covid-19, foram cancelados projetos, apresentações e cursos, gerando perda de receita logo após um período de intensos investimentos em infraestrutura.

A campanha vai arcar com as contas básicas do teatro – aluguel, contas de água, luz e IPTU –, com a manutenção da estrutura física e com alguns custos de divulgação e produção dos eventos seguintes ao fim da pandemia. Desde o fim de 2017, quando passou a ser administrado pelo grupo Os Geraldos por meio de uma parceria com a TAO Produções, tem passado por uma ampla revitalização: reforma e melhorias nos camarins e palco, nova iluminação, instalação de equipamentos de ar condicionado, criação de jardins e novas áreas de convivência. Tornou-se Ponto de Cultura em 2019 e sua programação foi intensificada, com eventos artísticos e cursos, com entrada gratuita ou a preços populares.

As pessoas que participarem da campanha receberão, como contrapartida, ingressos que terão validade de um ano a partir da reabertura da casa, podendo ser usados em qualquer evento, curso ou oficina realizado pelo grupo Os Geraldos no TAO. São sete cotas de apoio cultural: R$25, R$50, R$100, R$200, R$500, R$1.000 e R$5.000, com recompensas que vão de um par de ingressos (na cota mínima, saindo R$12,50 por ingresso), até cotas de 20 ingressos, vagas em cursos e oficinas, eventos exclusivos para o apoiador, diárias de locação do TAO e até ações online de comunicação para apoiadores que tiverem algum comércio, empresa ou serviço a ser divulgado. Todas essas contrapartidas estão descritas no site. A contribuição é feita com segurança no site, via cartão de crédito ou boleto bancário.

Embora não seja possível especificar datas e eventos futuros, o TAO recebe, em média, 40 eventos culturais por ano. Até suspender suas atividades devido à pandemia, o teatro estava ocupado pelo processo de montagem do novo espetáculo do grande diretor mineiro Gabriel Villela – Cordel do Amor sem Fim, da dramaturga Claudia Barral, com o grupo Os Geraldos –, que retornará assim que possível, sendo uma das obras que serão apresentadas em breve numa variada programação de espetáculos e oficinas. Além da temporada dessa peça, está prevista a realização de vários projetos e eventos, como mostras e jornadas teatrais, oficinas artísticas e de gestão cultural, cursos de teatro e masterclasses com artistas renomados das artes cênicas brasileiras.

O Teatro de Arte e Ofício é um teatro independente, de 170 lugares, localizado na Rua Conselheiro Antônio Prado, 529, no bairro Vila Nova, em Campinas (SP). Existe há 36 anos, sem nunca ter fechado: um espaço vivo, de experiência artística, de encontro. Inaugurado em 1984, já recebeu em seu palco grandes artistas, como Paulo Autran, Lima Duarte, Laura Cardoso, Miriam Mehler e Renato Borghi, entre muitos outros, além de grupos de teatro de Campinas e de toda região e de dezenas de artistas que frequentam cursos de formação de atores e gestão cultural, oferecidos anualmente.

Os Geraldos

O grupo Os Geraldos, com raízes no curso de Artes Cênicas da Unicamp e 12 anos de atuação, tem três frentes de trabalho: artística, ao criar e manter em circulação seus espetáculos; formativa, ao oferecer cursos sobre a arte do ator e gestão cultural a partir da prática do grupo e de pesquisas de mestrado e doutorado de seus integrantes; e de territórios culturais, ao instituir espaços que possam sediar, para além das atividades do grupo, eventos artísticos, como atualmente se configura o TAO. O grupo foi indicado ao Prêmio Governador do Estado de Territórios Culturais (2017) e recebeu 44 prêmios, em festivais nacionais e internacionais.

Mais informações:

Catarse: https://www.catarse.me/ingresso_solidario_do_tao_f9ed

www.osgeraldos.com.br | facebook.com/osgeraldosteatro

producaoosgeraldos@gmail.com

(19) 99276-7571 / 3327-1605.

Artigo: “Quando a pandemia passar”, por Ricardo Viveiros

Brasil, por Kleber Patricio

Viveiros: “Depois que o furacão passar, o mundo não será o mesmo”. Foto: divulgação.

Em meio à prioritária luta pela preservação da vida, travada na linha de frente da ciência médica, buscam-se soluções para a sobrevivência da economia. Além de vidas, é preciso salvar empresas, empregos, investimentos, tributos e retomar o nível de atividade após o domínio da Covid-19. Na pandemia, a única certeza é de que tudo é incerto.

Depois que o furacão passar, o mundo não será o mesmo. Algumas transformações que estavam em andamento deverão ser aceleradas, incluindo o uso de meios digitais, a intensificação do e-commerce e de tecnologias voltadas ao aprimoramento da qualidade e produtividade. No setor de serviços, entre outros, comprovou-se a viabilidade do home office, até com mais resultados.

Na agricultura de precisão, que contribui para racionalizar o uso seguro de fertilizantes e defensivos, tais mudanças não serão na mesma velocidade em todas as nações e, até mesmo, dentro de países como o Brasil, com assimetrias regionais. Deve-se levar em conta a questão da governança, distinta entre as empresas de maior porte e o grande número de produtores familiares. Em muitos casos, o tipo de gestão e os que comandam seguem modelos tradicionais. Aos poucos, vão sendo influenciados e aprendendo com os jovens, que agregam conhecimento acadêmico e expertise em tecnologias e práticas modernas.

Na área da saúde, há um ponto muito importante que a pandemia provou necessário: o prontuário digital. Esse avanço possibilita ao paciente e a qualquer médico que o esteja atendendo, terem acesso aos dados clínicos em qualquer lugar do país ou do planeta. É fundamental que os profissionais que assistem um paciente possam acessar todas as suas informações de saúde, incluindo eventuais comorbidades que podem agravar a Covid-19. O prontuário digital facilita e direciona o tratamento desde o início, ajuda a salvar vidas.

Por outro lado, como a humanidade está enfrentando um “inimigo” desconhecido, que a ataca há pouco mais de seis meses, é cedo para análises conclusivas do que vá acontecer após a pandemia. Algumas tendências de mudanças parecem adequadas e começam a ser levadas em conta. A digitalização, antes opcional e importante, torna-se irreversível e decisiva.

Algo muito visível está nas empresas de todos os segmentos que estão conseguindo atender bem neste momento. Elas deverão sair fortalecidas desta crise, com boas perspectivas de crescer, fidelizar clientes e conquistar novos. A Covid-19 está mostrando com mais clareza também o caráter das organizações.

Algumas lutam para manter colaboradores, investir em qualidade, preservar o bom atendimento e a prestação de serviços de alto nível. Estas veem a pandemia como um momento de empenho coletivo e oportunidade de crescer na produtividade pela sinergia e liderança agregadora, participar de uma corrente ampla em prol do interesse coletivo.

Outras veem a crise como chance para ajustar o quadro atual à demanda reduzida, diminuir qualidade, aumentar preços, menosprezar a entrega de bons produtos e serviços e exigir mais resultados como ação unilateral, descolocada do interesse geral na luta pela sobrevivência. Estas, por miopia empreendedora, estão se descapitalizando de algo em que investiram por anos: os recursos humanos, seu mais valioso patrimônio. Terão mais dificuldades para se recomporem depois da crise.

O momento é de muita sensibilidade, ou seja, de extrema valorização de quem está ao lado da sociedade, do cliente, do fornecedor, dos parceiros e de seus próprios colaboradores. Empresas que souberem entender o momento e atender ao que se espera de organizações éticas sairão fortalecidas da pandemia.

Outro aspecto que parece caminhar para mudança mais profunda é a horizontalização da produção. Tal conceito, difundido e desenvolvido desde que a Era Digital intensificou a globalização nos anos 1980, deverá ser revisto. A crise mostrou que a dependência de insumos, matérias-primas e produtos e/ou componentes de outros países coloca várias cadeias de suprimentos em risco. É provável, assim, que as indústrias busquem um reposicionamento, com uma estrutura de produção mais autossuficiente no contexto de cada país e menos dependente de fornecedores externos. Surgem aí numerosas oportunidades para segmentos fornecedores de matéria-prima, peças, componentes e serviços para fábricas de bens de consumo e de capital, bem como na agroindústria.

A história demonstra que a civilização aprende pouco e esquece com rapidez os problemas depois das crises. Portanto, é preciso estar atento, quando a ciência solucionar o desafio biológico do novo coronavírus, o que certamente ocorrerá, a como as pessoas e as empresas emergirão: será aprendida a dura lição, ou retornarão à “normalidade”, como se nada tivesse ocorrido? Se a maioria do setor produtivo vislumbrar um mundo com mais competição e liberalismo em um momento em que a maior parte da população parece esperar mais cooperação e solidariedade dos donos do capital, teremos perdido a histórica oportunidade de evoluir para melhor.

*Ricardo Viveiros, jornalista, escritor e professor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Membro Honorário da Academia Paulista de Educação (APE) e autor, entre outros, dos livros A vila que descobriu o Brasil (Geração), Justiça seja feita (SESI) e Educação S/A (Pearson).

Casa Santa Luzia apresenta menu especial para o Dia das Mães

São Paulo, por Kleber Patricio

Novidades na confeitaria têm como destaque releitura da Torta Banoffee. Foto: divulgação.

A Casa Santa Luzia apresenta novidades no cardápio da rotisseria e confeitaria com excelentes alternativas a quem deseja preparar um almoço especial em homenagem ao Dia das Mães. A principal novidade do menu está na confeitaria, com a releitura da Torta Banoffee, tradicional sobremesa inglesa, cujo nome é a combinação das palavras banana e toffee. A receita da torta recriada pela Casa é feita com uma sequência em camadas de doce de leite mineiro premiado, doce de banana com caramelo e mousse de doce de leite, finalizada com uma nuvem de cacau.

A rotisseria traz o seu clássico cardápio, com destaque para o Camarão com Whisky, receita desenvolvida pelo chef Carlos Siffert preparada com camarões rosa graúdos e molho aveludado com whisky, cebolinha francesa, molho de pimenta, estragão e tomilho. Outro destaque é o Cappeloni de Burrata Caprese, massa fresca muito delicada preparada pela Casa e recheada com burrata e queijo cremoso de búfala combinado com tomates confitados e manjericão; além destes, outros pratos, como o Arroz de Pato, o Filet Mignon ao Molho de Cogumelos, a Pescada Amarela com Camarão ao Molho de Moqueca e o Assado de Lentilha, como opção nutritiva para os veganos.

Para quem busca opções práticas, a Casa Santa Luzia possui uma linha de tortas especiais com sabores diferenciados. É possível escolher entre a Crostata de Espinafre, a Crostata Integral de Berinjela, a Quiche de Abobrinha, a Quiche de Alho Poró, a Torta de Cogumelos, a Torta de Tomate Assado, a Torta de Camarão e a Torta de Palmito.

Bebidas sugeridas para a data, selecionadas entre as preferidas das mulheres na Casa.

Além disso, para quem gosta de cozinhar, a Casa ainda possui produtos de importação própria que podem ajudar na elaboração das receitas. Os sugeridos são o Bacalhau Norueguês Gadus Mohua com Azeite Português Vila Flor, a Massa Campofilone Fettuccine 200 g com molho clássico de tomate, o Salmão Defumado Norueguês com pão levain natural e uma linha completa de carnes temperadas – Bombom de Alcatra na Mostrada Dijon com Mel, Roti de vitela, Peito de frango e cortes suínos como costela, pernil, picanha e filet mignon.

Harmonizando com o cardápio refinado e diverso do Dia Das Mães, os sommeliers da Casa Santa Luzia indicam sugestões da adega que são os preferidos das mães: Vinho Rosé Secrets d’été Sainte Victoire Côtes de Provence 750 ml, Vinho Tinto Jc Boisset Hautes Côtes de Nuits Pinot Noir 750 ml, Gin Beefeater London Pink 750 ml e licor Baileys 750 ml.

Neste ano, em virtude da pandemia de Coronavírus, o serviço de encomendas deverá ser feito até o dia 6 de maio pelo e-mail pedidos@santaluzia.com.br e a Casa fará entregas até sábado, 9 de maio. Para mais informações, os clientes devem entrar em contato pelos telefones (11) 3897-5013/5023 ou pelo e-mail nutri@santaluzia.com.br.

Sobre a Casa Santa Luzia

Inaugurada em 1926 pelo português Daniel Lopes, quando o bairro dos Jardins já começava a despontar como um lugar nobre da cidade de São Paulo, a Casa Santa Luzia é reconhecida pela qualidade, frescor e variedade dos seus produtos, oferecendo aos clientes o que há de melhor nos mercados do Brasil e do mundo. Tem como missão proporcionar uma experiência única aos seus clientes por meio de um atendimento diferenciado e personalizado, da inovação, da alta qualidade dos serviços prestados e da seleção do mix de produtos. Tem como premissa oferecer bem-estar, praticidade, ótimos serviços e alimentação saudável.

A Casa Santa Luzia conta hoje com cerca de 30 mil itens na loja. O mix de produtos inclui um expressivo número de produtos importados, grande parte trazida pela própria empresa. No atendimento ao público e por trás das prateleiras, mais de 600 funcionários trabalham nos dois mil e duzentos metros quadrados que a empresa ocupa hoje na Alameda Lorena. Administrada pela família Lopes desde sua fundação, a Casa Santa Luzia está hoje na quinta geração, reafirmando a cada dia sua tradição em excelência em atendimento e qualidade.

Profissionais das artes visuais se unem para levantar recursos em apoio a organizações filantrópicas

Brasil, por Kleber Patricio

Obra “Le mât de cacagne” (2020), de Antonio Obá. Fotos: divulgação.

O projeto 300 Desenhos reuniu um grupo voluntário de profissionais das artes visuais com o objetivo comum de levantar recursos para apoiar as organizações filantrópicas APIB, CUFA e Habitat. Atuantes em escala nacional, as três organizações estão neste momento desenvolvendo ações diretas de investimento social a fim de reduzir o impacto socioeconômico da pandemia da Covid-19.

Trezentos artistas, em diversos estágios de carreira, foram convidados a doar trabalhos em desenho, inéditos ou não, em formato A4. Cada artista interpretou a proposição à sua maneira, resultando em um fascinante grupo de trabalhos, que serão distribuídos entre os participantes da campanha de crowdfunding, que acontecerá entre 1 e 10 de maio.

Ao contribuir com uma cota única de R$1.000,00, os apoiadores serão direcionados para o website do projeto, criado especialmente pelo estúdio de design Bloco Gráfico, onde poderão visualizar as obras doadas e descobrir qual será a sua (por meio de um link exclusivo para os apoiadores). A soma total dos recursos levantados será dividida igualmente entre as três organizações apoiadas. O projeto pretende, a partir do envolvimento consistente da comunidade artística e interessados em arte em geral, contribuir ativamente para melhorar as condições de vida de algumas das populações mais vulneráveis do Brasil durante este período crítico.

Obra “O tempo todo” (2017), de Victor Arruda.

Os organizadores são Amanda Rodrigues Alves (produtora cultural), Alexandre Gabriel (galerista), Camilla Barella (consultora cultural), Carolina Câmara (produtora cultural), Efrain Almeida (artista), Erika Verzutti (artista), Fernanda Brenner (curadora), Magê Abatayguara (galerista), Mel Marcondes (produtora cultural) e Paula Signorelli (gestora cultural).

Sobre as organizações apoiadas:

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil

A APIB é uma instância de aglutinação e referência nacional do movimento indígena no Brasil e nasceu com o propósito de promover e defender os direitos indígenas a partir da articulação e união entre os povos e organizações indígenas das distintas regiões do país. Fazem parte da APIB as seguintes organizações indígenas regionais: Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Conselho do Povo Terena, Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste (Arpinsudeste), Articulação dos Povos Indígenas do Sul (Arpinsul), Grande Assembleia do povo Guarani (Aty Guasu), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e Comissão Guarani Yvyrupa.

Neste momento, os povos indígenas estão em situação de grande vulnerabilidade, com risco real da Covid-19 causar novo genocídio em suas comunidades. Ao mesmo tempo, dada à situação de calamidade nacional, estas comunidades estão também expostas ao aumento das invasões e crimes cometidos contra seus territórios e seus representantes.

Com o apoio do projeto 300 desenhos, a APIB pretende melhor equipar suas bases operacionais com rádios profissionais de longa distância, roteadores de internet, telefones e computadores para dar suporte às ações de vigilância dos territórios e acesso a informações de utilidade pública às comunidades indígenas nacionais. http://apib.info/apib/

Habitat Brasil

Obra “Subindo a montanha” (2020), de Ernesto Neto.

A Habitat para a Humanidade Brasil começou a atuar no país em 1992 e faz parte da rede global Habitat for Humanity, presente em mais de 70 países. Motivada pela visão de que toda pessoa merece um lugar digno para viver, a Habitat já desenvolveu projetos sociais em 11 estados e apoiou mais de 87 mil pessoas na construção ou melhoria de suas casas, assim como no acesso à água potável em regiões de seca.

A organização atua em espaços democráticos para propor e incidir em políticas públicas de acesso à moradia. Além disso, promove capacitações para fortalecimento de mulheres, jovens, lideranças e comunidades e, através de ações de voluntariado e mobilização, busca envolver a sociedade na luta pelo direito à moradia adequada. Dessa forma, a Habitat Brasil apoia famílias para que elas alcancem a força, estabilidade e autossuficiência necessárias para construir um futuro melhor.

Com o apoio do projeto 300 desenhos, a Habitat pretende atender 770 famílias de 23 comunidades com a entrega emergencial de cestas básicas, kits de higiene e água.

http://habitatbrasil.org.br

Central Única das Favelas

A CUFA é uma organização com mais de 20 anos de atuação social em favelas e periferias de todo o território brasileiro, sendo responsável pela criação e implementação de centenas de projetos culturais, artísticos, esportivos, educacionais e de responsabilidade social por todo o país.

49% dos lares das favelas são chefiados por mulheres, sendo 47 % delas trabalhadoras autônomas ou atualmente desempregadas. O programa Mães da Favela, criado pela CUFA, tem o objetivo de levar renda para a maior quantidade possível de mães moradoras desses territórios, garantindo condições mínimas de higiene e alimentação para estas famílias. Com o apoio do projeto 300 desenhos, o programa poderá auxiliar mães solo moradoras de favelas de 17 estados e do Distrito Federal, que estão sendo fortemente atingidas pelos reflexos do Coronavírus (Covid-19). O programa social faz parte do projeto CUFA Contra o Vírus.

www.maesdafavela.com.br

Artistas participantes:

Adriana Coppio, Adriana Vignoli, Adriano Costa, Adriano Motta, Albano Afonso, Ale Loch, Alessandra Domingues, Alessandro Carano, Alex Canonico, Alex Cerveny, Alexandre Brandão, Alexandre da Cunha, Allan Gandi, Alvaro Seixas, Amanda Mei, Ana Calvazara, Ana Dias Batista, Ana Linnemann, Ana Luiza Domicent, Ana Matheus Abbade, Ana Mazzei, Ana Miguel, Ana Prata, Anapê Maich, Anderson Borba, André Komatsu, Andre Niyemayer, André Parente, Anna Costa e Silva, Antonio Malta Campos, Antonio Obá, Antonio Simas, Antonio Tarsis, Armando Andrade Tudela, Arnaldo de Melo, Artur Lescher, Augusto Ballardo, avaf, Barrão, Brigida Baltar, Brisa Noronha, Bruno Baptistelli, Bruno Brito, bnruo, Bruno Mendonça, Bruno Novaes, Cadu, Caetano de Almeida, Caio Reisewitz, Camila Alvite, Camila Rocha, Camila Sposati, Camile Sproesser, Carla Chaim, Carla Zaccagnini, Carlito Carvalhosa, Carlos Bevilacqua, Carlos Carvalho, Carolina Caliento, Carolina Cordeiro, Cássio Vasconcellos, Catalina Jaramillo, Célia Euvaldo, Chelpa Ferro, Cibelle Cavalli Bastos, Cinthia Marcelle, Clara Benfatti, Claudio Cretti, Cléo Döbberthin, Cristiano Lenhardt, Dalila Gonçalves, Daniel Albuquerque, Daniel Frota de Abreu, Daniel Lannes, Daniel Senise, Daniel Steegmann Mangrané, Daniela Corrêa Fortes, Danilo Dueñas, Deco Adjiman, Denilson Baniwa, Deyson Gilbert, Diego de Santos, Dora Longo Bahia , Dora Smék , Douglas de Souza, Edgard de Souza, Eduardo Berliner, Eduardo Coimbra, Efrain Almeida, Élle de Bernardini, Elvis Almeida, Eneida Sanches, Engel Leonardo, Erica Ferrari, Erika Malzoni, Erika Verzuti, Ernesto Neto, Fabio Kanashiro, Fabio Morais, Felipe Barsuglia, Felipe Ferraro, Felipe Seixas, Fernanda Feher, Fernanda Gassen, Fernanda Gomes, Fernanda Rebello, Fernando Davis, Fernando Marques Penteado, Flávia Junqueira, Flavia Metzler, Flora Leite, Flora Rebollo, Fraus, Gabriel Lima, Gabriel Secchin, Gabriela Godoi, Gabriela Machado, Gabriella Garcia, Gaya Rachel, Gilson Rodrigues, Gisela Motta, Giulia Puntel, Gokula Stoffel, Gui Mohallem, Guilherme Callegari, Guilherme Gafi, Guilherme Ginane, Guilherme Peters, Gustavo Ferro, Gustavo Junqueira, Guto Lacaz, Helô Sanvoy, Henrique Cutait, Henrique Oliveira, Herlyng Ferla, Hildebrando de Castro, Hilton Berredo, Ícaro Lira, Igor Nunes, Ilê Sartuzi, Iran do Espirito Santo, Isabela Paiva, Isadora Soares Belletti, Iulia Nistor, Ivens Machado, Jac Leirner, James Kudo, Janaina Tschäpe, Janaina Wagner, Janina McQuoid, Jarbas Lopes, João GG, João Loureiro, João Luiz Musa, João Modé, Jorge Guinle, Paulo Almeida, José Damasceno, José Resende, Ju Russo, Julia da Mota, Julia Debasse, Júlia Rocha, Julio Lapagesse, Laerte, Lane Marinho, Laura Andreato, Laura Lima, Laura Villarosa, Laura Vinci, Leandra Espírito Santo, Leandro Lima, Leandro Muniz, Leda Catunda, Lenora de Barros, Livia Paola Gorresio, Lourival Cuquinha, Lucas Simões, Luisa Brandelli, Luiz83, Luiza Crosman, Maira Senise, Marcia de Moraes, Mano Penalva, Manoela Medeiros, Manuela Costa Lima, Manuella Karmann, Marcelo Cidade, Marcelo Cipis, Marcelo Jarosz, Marcia de Moraes, Marcius Galan, Marepe, Maria Fernanda Lucena, Maria Laet, Maria Noujaim, Mariana Palma, Marina Rheingantz, Marina Simão, Martin Lanezan, Matheus Chiaratti, Maura Grimaldi, Mauricio Ianês, Mauro Restiffe, max willà moraes, Maya Weishof, Melissa Stabile de Mello, Michel Zózimo, Mulambö, Nazareno, Nelson Felix, Nino Cais, Nuno Ramos, Olga Rodrigues, Pablo Accinelli, Pablo Lobato, Paloma Bosquê, Patricia Leite, Paula Garcia, Paula Scavazzini, Paulo Monteiro, Paulo Pasta, Paulo Whitaker, Pedro Ermel, Pedro França, Pedro Hurpia, Pedro Victor Brandão, Pedro Wirz, Pedro Zylbersztajn, Pepi Lemes, Pontogor, Rafa Silvares, Rafael Carneiro, Rafael D’Aló, Rafaela Foz, Raquel Sena, Raul Mourão, Rebecca Sharp, Renan Marcondes, Renata Pedrosa, Renato Bezerra de Mello, Renato Pera, Ricardo Alcaide, Ricardo Alves, Ricardo Villa, Rita Vidal, Rochelle Costi, Rodolpho Parigi, Rodrigo Arruda, Rodrigo Bivar, Rodrigo Garcia Dutra, Rodrigo Matheus, Rodrigo Torres, Romain Dumesnil, Romeu Mizuguchi, Ruan Dornellas, Runo Lagomarsino, Saci, Samuel Rodrigues, Sandra Cinto, Santarosa Barreto, Santídio Pereira, Sara Ramo, Selene Alge, Sergio Niculitcheff, Sergio Romagnolo, Sergio Sister, Simon Fernandes, Sofia Lotti C Dias, Sonia Gomes, Stephanie Lucchese, Tatiana Blass, Tatiana Chalhoub, Thalita Hamaoui, Thiago, Barbalho, Thiago Honório, Tiago Carneiro da Cunha, Tiago Mestre, Tomáz Klotzel, Valdirlei Dias Nunes, Vânia Mignone, Victor Arruda, Victor Leguy, Virgílio Neto, Virginia de Medeiros, Vitor Cesar, Wagner Malta Tavares / WMT, Walter Solon, Wisrah Villefort, Yan Copelli, Yasmin Guimaraes, Yhuri Cruz e Yuli Yamagata, entre outros.

Design + programação: Bloco Gráfico e Ariel Tonglet.

Serviço:

A campanha acontecerá entre os dias 1 e 10 de maio e os desenhos podem ser visualizados no site www.300desenhos.art.