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Zeca Baleiro, João Pedro Lacerda e Alexandra Martins contam histórias infantis a crianças em hospitais

São Paulo, por Kleber Patricio

O cantor Zeca Baleiro, a atriz Alexandra Martins e o modelo João Pedro abraçaram a causa da Associação Viva e Deixe Viver e estão levando por meio do ambiente virtual a magia da literatura para crianças e jovens hospitalizados ou isoladas em casa. Para isso, eles aceitaram o convite da entidade e gravaram uma história infantil dentro do projeto Viva Personas. Com essa atitude, eles se unem aos 1,3 mil voluntários da entidade que, desde o início da pandemia, foram impedidos de entrar em 86 hospitais espalhados pelo País.

O clássico João e Maria, escrito pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, foi a história escolhida pelo professor e modelo João Pedro Lacerda, também conhecido no Instagram como João Tipo1. Isso porque, aos 15 anos, ele descobriu ser portador de Diabetes Mellitus tipo 1. Segundo ele, foi uma mudança que virou sua vida de cabeça para cima – tornou-se um ativista da causa, com forte influência no mundo digital, ajudando muitas pessoas a lidar positivamente com a doença. Tudo a ver com a realidade de muitas crianças. Para conferir a história, é só acessar o site Bisbilhoteca Viva (http://www.bisbilhotecaviva.org.br).

Já a partir de quarta-feira (26) será a vez de as crianças se surpreenderem com o vídeo do cantor e compositor Zeca Baleiro. Atualmente, Zeca está com um novo trabalho, Canções d’Além-mar, álbum que homenageia autores portugueses. Para o Viva Personas, Zeca escolheu a história Tratamento de Beleza, da autora Elizabeth Macedo.

E na sexta-feira (28), quem colabora com o projeto é a atriz Alexandra Martins. Assim como seu marido, o também ator Antonio Fagundes, ela aceitou o convite da Viva e Deixe Viver para contar histórias para crianças hospitalizadas. O mais recente trabalho de Alexandra foi na novela Bom Sucesso, da Rede Globo. Ela interpretou a enfermeira Leila. Para o projeto, Alexandra escolheu o conto O que eu vou ser quando crescer, da autora Dulce Rangel. Tanto essa história quanto a outra narrada por Zeca Baleiro fazem parte do acervo de livros disponíveis no site Bisbilhoteca Viva.

Sobre o projeto – A idealização do Viva Personas começou quando o grupo de 1,3 mil voluntários da entidade se viu impedido de entrar em 86 hospitais espalhados pelo país para contar histórias às crianças e jovens internados. Essa atividade, que em agosto completa 23 anos, foi interrompida pela pandemia e as crianças, agora também isoladas em casa, ficaram ainda mais sozinhas. Para multiplicar o alcance da ação e transmitir carinho, afeto e esperança a todas as crianças e famílias brasileiras, os vídeos ficarão disponíveis por tempo indeterminado no site Bisbilhoteca Viva (www.bisbilhotecaviva.org.br).

Novidades toda semana – A lista de novas adesões ao Viva Personas não para de crescer e toda semana três novos vídeos são compartilhados no site Bisbilhoteca Viva. Além do site, uma boa maneira de acompanhar essa movimentação é pelo Instagram da Associação (@vivavdv). Para manter o vínculo com as crianças hospitalizadas e que já estavam acostumadas com a presença dos contadores de histórias da Viva e Deixe Viver, a entidade utiliza o impulsionamento no Facebook e Instagram com uso do direcionamento das postagens por localização do endereço de todos os hospitais em que atua. E, para serem ainda mais inclusivos, os vídeos também contemplam linguagem em Libras.

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver – Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver (http://www.vivaedeixeviver.org.br) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que conta com o apoio de voluntários que se dedicam a contar histórias para crianças e adolescentes hospitalizados visando transformar a internação hospitalar num momento mais alegre, agradável e terapêutico, além de contribuir para a humanização da saúde, causa da entidade. Hoje, além dos 1.357 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 86 hospitais em todo o Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas UOL, Volvo, Pfizer, Nadir Figueiredo, Safran, Mahle Metal Leve, Instituto Pensi e Instituto Helena Florisbal.

Governo de SP disponibiliza livros em formatos acessíveis

São Paulo, por Kleber Patricio

Com o objetivo de proporcionar o acesso de pessoas com deficiência ao mundo da literatura, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) está disponibilizando em seu site 13 obras literárias acessíveis nos mais variados formatos (libras, legenda, áudio, imagem e leitura simples).

A ação da SEDPcD, em parceria com o Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) e a ONG Mais Diferenças, garante o acesso de todas as pessoas aos livros acessíveis, que possuem diversos recursos de acessibilidade, como narração e texto em português, audiodescrição e animação das imagens, tradução e interpretação em Libras e leitura fácil – que traz adequações em relação à linguagem, conteúdo e forma para ampliar a compreensão.

As obras, que podem ser acessadas no site http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/livros-acessiveis/, contribuem com a equiparação de oportunidades e o fortalecimento das políticas, programas e projetos relativos aos direitos das pessoas com deficiência, com ênfase no acesso ao livro e à leitura, introduzindo a questão da acessibilidade e inclusão de forma articulada e transversal.

A iniciativa prevê ainda a realização de oficinas de formação e sensibilização de profissionais da educação, cultura, assistência social, bibliotecários, mediadores de leitura e outros profissionais interessados às práticas acessíveis e inclusivas voltadas à leitura.

Livros disponíveis:

A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga

As Cores no Mundo de Lúcia, de Jorge Fernando dos Santos

Bem do Seu Tamanho, de Ana Maria Machado

Frritt Flacc, de Júlio Verne

Kafka e a Boneca Viajante, de Jordi Sierra I Fabra.

O Discurso do Urso, de Julio Cortázar

O Menino Azul, de Cecília Meireles e Lúcia Hiratsuka

O Menino no Espelho, de Fernando Sabino

Peter Pan, de J. M. Barrie

Sei por Ouvir Dizer, de Bartolomeu Campos de Queirós e Suppa

Serei Sereia?, de Kely de Castro

Uma Nova Amiga, de Lia Crespo

Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne.

Lançamento de livro: “Mano Down: relatos de um irmão apaixonado”

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Uma história de amor entre dois irmãos especiais: de um lado, Eduardo, carinhosamente chamado de Du, um jovem de 21 anos com Síndrome de Down, e do outro, Leonardo, um jovem também especial pela sensibilidade e pela capacidade de amar de uma forma incondicional. Os tópicos da obra Mano Down: relatos de um irmão apaixonado descrevem as etapas da vida do Du, seu relacionamento com os pais, irmãos, familiares, professores e amigos. Além disso, à medida em que o autor menciona as experiências vividas e as dificuldades encontradas pela família e por ele próprio, esclarece ao leitor alguns dados e informações a respeito da Síndrome de Down e mostra que ter na família alguém assim é uma experiência que nos dá uma melhor compreensão do mundo.

“Há algum tempo pensava em escrever contando a nossa história. Adiei algumas vezes, porém chega um momento em que os pensamentos parecem querer saltar, as ideias ficam pequenas apenas na lembrança e é preciso tomar forma em texto para que todos conheçam a paixão que nos une”, declara o escritor Leonardo Gontijo.

Cada história é única, com suas dificuldades, emoções, encantos e caminhos. A intenção é tão somente partilhar experiências, colocar para fora tudo o que o autor sente e, antes de tudo, mostrar seu amor ao Du, seu irmão. “Ele me fez viver momentos mágicos e conquistou afeto num mundo onde os sentimentos positivos são gratuitos para os seres normais, mas difíceis de brotar quando se é imperfeito. Quanto ensinamento!”, enfatiza o autor.

A obra, lançada pela Literare Books International, não fala apenas da síndrome; fala de paixão e cumplicidade, assim como divulga a alegria e a riqueza que é conviver com um uma pessoa com Down.

Leonardo Gontijo é pai de Eduarda e Laura. Formado em Engenharia Civil e Direito, pós-graduado em Gestão Ambiental, Engenharia de Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social e Gestão de Projetos. Mestre em Administração e Professor do Centro Universitário Una, Faculdade Milton Campos e Fundação Cabral. Coach e palestrante. Idealizador e diretor do Instituto Mano Down. Tem como seu maior título ser irmão do Dudu do Cavaco. Sonha com uma sociedade mais justa, humana e inclusiva.

Serviço:

Mano Down: relatos de um irmão apaixonado

Editora: Literare Books International – 1ª edição – 200 páginas

ISBN: 978-6586939392

Amazon: https://bit.ly/livro-mano-down

Loja Literare Books: http://bit.ly/loja-literare-mano-down.

CineSESC estreia mostras ‘Mundo Árabe’ e ‘Panorama do Cinema Suíço’

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena de “O dia em que perdi minha sombra”, que faz parte da Mostra Mundo Árabe. Foto: divulgação.

Há quase três meses no ar e com mais de 450 mil visualizações, a série Cinema Em Casa Com SESC, realizada pelo SESC São Paulo, disponibiliza gratuitamente ao público filmes em streaming pela plataforma do SESC Digital. Nesta semana, a série vai começar a exibir a Mostra Mundo Árabe de Cinema em Casa, além de filme em homenagem à Semana da Visibilidade Lésbica. Serão também exibidos dentro do SESC Digital, pela primeira vez, os títulos do Panorama do Cinema Suíço, em uma edição totalmente online este ano. E continua disponível, na mesma plataforma, um recorte especial dos filmes mais votados no 46º Festival SESC Melhores Filmes.

Para marcar o Dia da Visibilidade Lésbica (29/7), será disponibilizado no sábado, às 20h, o longa-metragem Rafiki, em parceria com o Canal Telecine. Com direção da queniana Wanuri Kahiu, Rafiki – que significa “amigos” – é uma história de amor entre duas jovens mulheres em um país que ainda criminaliza a homossexualidade. Apesar da rivalidade política entre suas famílias, as protagonistas encorajam uma a outra a perseguir seus sonhos em uma sociedade conservadora. Quando o amor floresce entre elas, Kena e Ziki devem escolher entre felicidade e segurança. O filme fica em cartaz por apenas 24 horas.

Na segunda-feira (31/8), a série estreia o filme O Dia em que Perdi Minha Sombra, da diretora síria Soudade Kaadan, que faz parte da Mostra Mundo Árabe de Cinema em Casa. Realizada pelo Instituto da Cultura Árabe – ICArabe, com correalização do SESC São Paulo, o festival acontece de 28 de agosto a 27 de setembro, pelo site mundoarabe2020.icarabe.org e na plataforma SESC Digital. O evento, realizado totalmente em formato online nesta edição, trará quatro filmes inéditos no Brasil e uma seleção especial dos destaques da mostra, que nos últimos 15 anos projetou-se no cenário internacional e integrou-se ao calendário cultural da cidade de São Paulo. Na plataforma SESCsp.org.br/cinemaemcasa, quatro filmes da mostra estreiam sempre às segundas-feiras, a partir de 31 de agosto e ficam disponíveis por uma semana.

8º Panorama Digital do Cinema Suíço

Cena de “Madame”, que faz parte do Panorama.

Na mesma semana, de 27 de agosto a 6 de setembro, acontece o Panorama Digital do Cinema Suíço, que chega à sua 8ª edição, a primeira on-line. O evento apresentará 14 filmes e dois programas de curtas, que serão exibidos gratuitamente na plataforma SESC Digital. O festival é uma realização do Consulado da Suíça em São Paulo e do SESC São Paulo em parceria com a agência de cinema Swiss Films.

Na lista de filmes exibidos, títulos lançados entre 1969 e 2020 que se dividem entre documentários e ficções. Na programação de longas de ficção estão Praça Needle Baby, de Pierre Monnard, Temporada de Caça, de Sabine Boss, Bruno Manser – A Voz da Floresta, de Niklaus Hilber, Aqueles que Trabalham, de Antoine Russbach, No Meio do Horizonte, de Delphine Lehericey, O Vento Muda, de Bettina Oberli e O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, além dos clássicos de Alain Tanner Charles Morto ou Vivo e A Cidade Branca. O festival traz ainda cinco documentários e dez curtas divididos em dois programas, sendo um deles inteiramente dedicado ao público infantil.

46º Festival SESC Melhores Filmes

E o 46º Festival SESC Melhores Filmes continua. Para esta edição especial online, foi disponibilizado um recorte com alguns dos filmes mais votados pelo público e pela crítica que estariam na programação da edição presencial do Melhores. O público pode ver e rever gratuitamente filmes como o polonês Guerra Fria, de Paweł Pawlikowski, o dinamarquês Rainha de Copas, de May el-Toukhy, o sueco Border, de Ali Abbasi e Cine São Paulo, de Ricardo Martensen e Felipe Tomazelli. Os filmes ficam disponíveis na plataforma do SESC Digital até 20 de setembro. Para assistir basta acessar SESCsp.org.br/cinemaemcasa.

PROGRAMAÇÃO

#EmCasaComSESC

[Disponível 24h]

Rafiki (Dir.: Wanuri Kahiu, África do Sul, Quênia, França, 2019, 82 min, Ficção, 14 anos)

Rafiki (que significa “amigos”) é uma história de amor entre duas jovens mulheres em um país que ainda criminaliza a homossexualidade. Kena e Ziki há muito tempo ouvem dizer que “boas meninas quenianas se tornam boas esposas quenianas” – mas elas anseiam por algo mais. Apesar da rivalidade política entre suas famílias, as meninas encorajam uma a outra a perseguir seus sonhos em uma sociedade conservadora. Quando o amor floresce entre elas, Kena e Ziki devem escolher entre felicidade e segurança.

De 31/8 a 6/9

O Dia Em Que Perdi Minha Sombra – (Dir: Soudade Kaadan, Síria, França, Líbano e Qatar, 2018, 90min, Ficção)

No início da guerra na Síria, a jovem farmacêutica Sana tenta comprar um pouco de gás engarrafado, mas sua busca rapidamente sai do controle. Este filme foi escrito em um país onde o amanhã é um pensamento inimaginável – o que é amanhã se você está vivendo sob constantes bombardeios? As sombras vão reaparecer e desaparecer ao longo do filme, anunciadas por um som dilacerante da partitura cujo efeito é uma reminiscência da obra de Lucrecia Martel, onde o som muitas vezes é um significante de um universo misterioso em que a realidade é distorcida e quebrada. O filme se alterna entre diferentes níveis: realidade, sonhos, ilusões, miragens e um universo hiper-realista em que perder uma sombra é uma experiência traumatizante que se reflete em um conceito de realismo mágico. Vencedor do Prêmio Luigi De Laurentis de Melhor Estreia em Veneza, em 2018.

8º Panorama Digital do Cinema Suíço

[Disponível 24h]

Dia 27/8, às 20h

Praça Needle Baby – (Dir.: Pierre Monnard, Ficção, Suíça, 2020, 100 min., 12 anos)

Primavera de 1995: Depois do fechamento da famosa Praça Needle, local público frequentado por usuários de drogas em Zurique, Mia, de onze anos e sua mãe, Sandrine, mudam-se para uma pequena e idílica cidade nos arredores de Zurique. No entanto, a nova casa não é um paraíso para Mia, porque a mãe, que continua dependente das drogas, dificilmente conseguirá ter a sua custódia. A garota busca refúgio em seu mundo de fantasia com seu amigo imaginário, com quem conversa durante horas e faz planos para uma vida melhor. Mia também encontra uma espécie de família substituta na turma de adolescentes que têm uma origem semelhante à sua. Cada vez mais, ela ganha força para se rebelar contra sua mãe e, finalmente, consegue deixá-la. O filme é baseado no bestseller suíço Platzspitzbaby, de Michelle Halbheer e Franziska K. Mueller.

De 6/9, às 20h

Bruno Manser – A Voz da Floresta – (Dir: Niklaus Hilber, Ficção, Suíça, 2019, 142 min., 12 anos)

1984: Em busca de uma nova experiência de vida, Bruno Manser viaja para a selva de Bornéu e encontra a tribo nômade Penan. Quando a existência dos Penan é ameaçada pelo desmatamento implacável, Manser engaja-se na luta contra a exploração das madeireiras com coragem e determinação, tornando-se um dos mais conhecidos ambientalistas do seu tempo. Baseado em uma história real.

De 28/8 a 30/8

No Meio do Horizonte – (Dir: Delphine Lehericey, Ficção, Suíça, Bélgica, 2019, 90 min., Livre]

Sob o sol implacável, Gus está prestes a deixar a infância para trás. Num tempo de uma rigorosa estiagem, emoções intensas, com a família fragmentada e tudo se despedaçando, o impensável acontece: as tempestades esperadas ansiosamente irão varrer os cansados e desgastados campos, lavando um mundo inteiro.

Contrapor – (Dir.: Peter Guyer e Thomas Burkhalter Documentário, Suíça, 2019, 89 min., 14 anos)

Como se deu o desenvolvimento da globalização e as mudanças de valores desde o seu início em Gana e no continente africano? Como queremos confrontar e nos contrapor a essas mudanças? A nova visão do futuro pode se tornar realidade global? Dois cineastas suíços buscam estas respostas com a ajuda de sete músicos de Gana – M3NSA, Wanlov The Kubolor, Adomaa, Worlasi, Akan, Mutombo Da Poet e Potera Asantewa – que criaram novas músicas e produziram videoclipes especialmente para o documentário.

A Jornada – (Dir: Fanny Bräuning, Documentário, Suíça, 2018, 85 min., Livre)

Niggi, um fotógrafo apaixonado e Annette, o amor de sua vida, tetraplégica há 20 anos, viajam pelo mundo em um trailer. Com coragem, eles continuam retirando da vida o que ela tem de melhor. Mas o que acontece com o amor quando a vida muda tão drasticamente? Cheia de curiosidade e admiração, a cineasta (e filha) Fanny Bräuning busca respostas. O resultado é uma sensível homenagem à vida e ao amor.

De 28/8 a 1/9

O Vento Muda – (Dir: Bettina Oberli, Ficção, Suíça, França, 2018, 86 min., Livre)

Uma fazenda isolada em uma região remota do Cantão do Jura, onde Pauline e Alex estão transformando em realidade seu sonho de viver de modo completamente autossuficiente e em harmonia com a natureza. Seus projetos de vida estão selados pelo amor e pelo trabalho comum. Finalmente, estão prontos para alcançar sua total independência, mas a chegada de Samuel, que vem instalar um aerogerador, transtorna profundamente Pauline, abalando o casal e seus valores.

De 30/8 a 1/9

Temporada de Caça – (Dir: Sabine Boss, Ficção, Suíça, 2020, 90 min., 12 anos)

Como Diretor Financeiro, Alexander Meier luta pela sobrevivência da empresa onde trabalha. Quando Hans-Werner Brockmann, o novo CEO, é nomeado, Alexander se envolve numa luta de poder que cada vez mais o desequilibra. Diante da ruína de sua existência, ele vê apenas uma possibilidade de vingança.

De 31/8 a 2/9

Meu Primo Inglês – (Dir: Karim Sayad, Documentário, Suíça, Catar, 2019, 82 min., 12 anos)

2001, Fahed chega à Inglaterra cheio de expectativas e sonhos. 2018 – às voltas com a crise da meia-idade, ele precisa tomar uma decisão. Continuar seu humilde estilo de vida, trabalhando 50 horas semanais ou retornar à Argélia, país de onde fugiu com a esperança de uma vida melhor.

De 31/8 a 2/9

Madame – (Dir: Stéphane Riethauser, Documentário, Suíça, 2019, 94 min., Livre)

Uma saga familiar baseada em cenas de arquivos privados, Madame leva-nos a uma jornada íntima na qual uma extravagante avó de 90 anos e seu neto cineasta exploram o desenvolvimento e a transmissão da identidade de gênero num ambiente patriarcal.

De 1 a 5/9

Um Perfume de Liberdade – (Dir: Ruedi Leuthold e Beat Bieri, Documentário, Suíça, 2020, 52 min., Livre)

O café molda a história dos povos Maya, na Guatemala. Primeiro, a terra lhes foi tirada, então foram forçados a trabalhar nas plantações dos grandes fazendeiros estrangeiros. O filme de Ruedi Leuthold e Beat Bieri mostra como os pequenos fazendeiros, organizados em cooperativa, tornaram-se o segundo maior exportador de café do país. E como seu sucesso fortaleceu a emancipação social da população indígena.

De 2 a 6/9

Aqueles que Trabalham – (Dir: Antoine Russbach, Ficção, Suíça, Bélgica, 2018, 101 min., Livre)

Após um ato desonesto, a carreira de Frank em uma companhia de frete marítimo, onde trabalhou por 20 anos, é imediatamente interrompida. Para Frank, que dedicou toda a sua vida à escalada do sucesso, revelar a razão de sua demissão para sua família é impossível. A transição entre consultor de carreira para uma vida solitária, faz com que inicie um período de autorreflexão que o faz rever todos os seus valores.

De 3 a 5/9

O Fim do Mundo – (Dir: Basil da Cunha, Ficção, Suíça, Portugal, 2019, 107 min., Livre)

Spira tem 18 anos e passou os últimos 8 anos de sua vida num reformatório. De volta à Reboleira, uma favela em Lisboa, reencontra seus amigos. Spira percebe que as coisas estão mudando. Mas todos continuam lutando por seus sonhos, como Iara, por quem Spira se apaixona ou Giovani, que faz qualquer coisa para se tornar um dos grandes chefes locais.

De 4 a 6/9

Charles Morto ou Vivo – (Dir: Alain Tanner, Ficção, Suíça, 1969, 92 min., 14 anos)

Prisioneiro do conforto e segurança herdados dos seus avós, Charles, um industrial de Genebra na casa dos 50 anos, toma consciência de sua vida ridícula como um homem supostamente realizado e, pela primeira vez, rebela-se contra tudo o que lhe condiciona: seus antepassados, sua família, seu próprio filho, e foge. Junto com um casal de boêmios que encontra num café onde busca refúgio, ele recupera sua liberdade e o gosto de viver.

A Cidade Branca – (Dir: Alain Tanner, Ficção, Suíça, Portugal, 1982, 108 min., 14 anos)

Paul, um engenheiro em um navio cargueiro, desembarca em Lisboa sem uma razão especial. Sua estadia em um quarto de hotel é como um parêntese em sua vida; um interlúdio, durante o qual experimenta um grande vazio existencial. Ele vagueia pela cidade por dias a fio, filmando com sua câmera Super-8 e enviando as imagens para sua esposa na Suíça, acompanhadas de cartas que contam suas longas horas de meditação. Em seus passeios, encontra Rosa, por quem se apaixona.

De 28 a 31/8

SESSÃO DE CURTAS: PROGRAMA 01 – ADULTO

Este ano, o Panorama traz uma seleção de curtas, que fazem um recorte da produção cinematográfica suíça. 53min.

O Som da Casa – (Dir: Maxime Kathari, Ficção, Suíça, 2015, 14 min., Livre)

Antes de partir para a Europa, uma jovem estudante brasileira passa os últimos momentos em casa com a mãe. Um abraço e um bate-papo expressam o amor mútuo entre mãe e filha.

Selfies – (Dir: Claudius Gentinetta, Ficção, Suíça, 2018, 4 min., 14 anos)

Uma explosão de autorretratos, centenas de selfies, idílicas, perturbadoras e inquietantes, reunidas num curta-metragem.

Tudo Incluso – (Dir: Corina Schwingruber Ilić, Documentário, Suíça, 2018, 10 min., Livre)

Sob o domínio do entretenimento massificado em pleno alto mar.

Lírio da Paz – (Dir: Louis Hans-Moëvi, Maxime Beaud, Documentário, Suíça, 2018, 9 min., Livre)

Isolados em um quarto de motel brasileiro, homens e mulheres falam sobre sua sexualidade em uma sociedade em que nem sempre tem acesso à privacidade.

Realidade Etérea – (Dir: Kantarama Gahigiri, Documentário, Suíça, 2019, 14 min., 16 anos)

Abandonado por 30 anos no espaço. Como é a sensação de finalmente voltar para casa? Uma reflexão sobre a migração e o sentido de pertencimento.

De 3 a 6/9

SESSÃO DE CURTAS: PROGRAMA 02 – INFANTIL

Este ano, o Panorama traz uma seleção de curtas infantis, exibidos em diversos festivais internacionais. 32 min.

O Último Dia do Outono – (Dir: Marjolaine Perreten, Ficção, Suíça, Bélgica, França, 2019, 7 min., Livre)

Animais da floresta coletam secretamente pedaços de bicicletas abandonadas para construírem seus próprios veículos. Uma grande corrida está sendo organizada. A corrida do último dia de outono.

As Cores do Cuco – (Dir: Oana Lacroix, Ficção, Suíça, 2018, 6 min., Livre)

Era uma vez uma grande floresta habitada por pássaros coloridos e cantores. Cada um encontra seu lugar numa árvore de sua mesma cor. Mas o que acontece com um pássaro de duas cores?

Branco e Preto – (Dir: Gerd Gockell, Jesús Pérez, Ficção, Suíça, Alemanha, 2020, 6 min., 5 anos)

Uma animação para as crianças sobre tolerância. Só a ovelha negra, expulsa do rebanho, poderá protegê-lo do inimigo.

Kuap – (Dir: Nils Hedinger, Ficção, Suíça, 2018, 8 min., Livre)

Um girino é deixado sozinho. Mas há muito o que descobrir na lagoa e logo chegará a próxima primavera. Uma singela história sobre crescer.

O Pequeno Pássaro e as Abelhas – (Dir: Lena von Döhren, Ficção, Suíça, 2020, 5 min., 3 anos)

É primavera. No alto de sua árvore, o pequeno pássaro cuida das primeiras flores que nascem em frente à sua porta. Mas surgem as abelhas e a raposa vermelha e a aventura começa.

46º Festival SESC Melhores Filmes

20/8 a 20/9

Guerra Fria – (Dir.: Pawel Pawlikowski, Polônia, Reino Unido, França, 2018, 78 min, Ficção, 14 anos)

Durante a Guerra Fria entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50, um músico amante da liberdade e uma jovem cantora com histórias e temperamentos completamente diferentes vivem um amor impossível.

Rainha de Copas – (Dir.: May el-Toukhy, Dinamarca, Suécia, 2019, 128 min, Ficção, 18 anos)

Anne é uma advogada do direito das crianças e dos adolescentes. Acostumada a lidar com jovens complicados, ela não tem muitas dificuldades para estreitar laços com seu enteado Gustav, filho do primeiro casamento de seu marido Peter, que acaba de se mudar para sua casa. No entanto, a relação que deveria ser maternal se torna romântica, envolvendo Anna em uma situação complexa, arriscando a estabilidade tanto de sua vida pessoal quanto profissional.

Border – (Dir.: Ali Abbasi, Suécia, 2018, 108 min, Ficção, 16 anos)

Tina (Eva Melander) é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado.

Cine São Paulo – (Dir.: Ricardo Martensen, Felipe Tomazelli, Brasil, 2017, 77 min, Documentário, Livre)

Seu Chico cresceu brincando no cinema de seu pai, um majestoso prédio construído em 1910, na cidade de Dois Córregos. Uma vida que sempre girou em torno da telona, sua paixão. Interditado pela justiça por problemas de segurança, o local passa por uma complexa reforma para voltar a funcionar.

Para assistir, acesse sescsp.org.br/cinemaemcasa.

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Kartódromo Arena Itu recebe projeto Cine Drive-in Cultural

Itu, por Kleber Patricio

Cena de ‘Mamma Mia – O Musical’, que faz parte da programação do Cine Drive-in Cultural.

Com a chegada da quarentena, devido à Covid-19, um dos setores mais atingidos foi a área cultural e artistas de diversos segmentos tiveram que se reinventar e trazer novas propostas de trabalho. Pensando nisso a Virtual Design Eventos, GV Audiovisuais e Projeta Tendas se uniram para criar o projeto Cine Drive-in Cultural, que acontecerá todos os finais de setembro no Kartódromo Arena de Itu.

Os cinemas drive-in fizeram muito sucesso na década 40 e 50, criados pelo norte-americano Richard Hollingshead para agradar sua mãe, que sempre reclamava dos assentos nas salas não serem confortáveis para pessoas acima do peso. Agora em pleno século 21, diante da pandemia do novo Coronavírus, eles estão de volta como uma rara alternativa de lazer em meio ao isolamento social.

As empresas Virtual Design Eventos, GV Audiovisuais e Projeta Tendas se uniram e decidiram criar o projeto com o intuito de atender as diversas áreas da cultura afetadas pela pandemia, “englobando não somente o cinema tradicional, mas também shows, teatros e apresentações variadas que serão apresentadas no palco, ao lado de telas, em que serão reproduzidos ao vivo”, explica Gutto Vieira, que é um dos criadores do projeto.

Seguindo todos os critérios de saúde exigidos pela OMS, o evento contará com espetáculos do Yara Produções Artísticas, que prepara uma programação especial para toda família. Sem contato com a plateia, de máscaras e cenas adaptadas, os espetáculos prometem divertir e emocionar o público presente. Ingressos nos valores de: 1º lote R$65,00 por carro (máximo 4 pessoas) e 2º lote, R$75,00 por carro (máximo 4 pessoas).

PROGRAMAÇÃO

13/9

Saltimbancos

Horário: 18h

Indicação: Livre

Mamma Mia – O Musical

Horário: 20h30

Indicação: Livre

20/9

A Bela e a Fera – O Musical

Horário: 18h

Indicação: Livre

A Terra de Oz – O Musical

Horário: 20h30

Indicação: Livre

27/9

Rainha da Neve

Horário: 18h

Indicação: Livre

Priscilla, A Rainha do Deserto – O Musical

Horário: 20h30

Indicação: 16 anos.

Serviço:

Drive-in Cultural

Espetáculos Yara Produções Artísticas

Data: Todos os domingos de setembro

Horário: 18h e 20h30

Local: Kartódromo Arena de Itu

Endereço: Rua Paula Donaio Schincariol, 1000 Ch. Agrícola Bandeirantes

Ingressos: 1º lote R$65,00 por carro (no máximo 4 pessoas) / 2º lote R$75,00 por carro (no máximo 4 pessoas)

Informações: (11) 94716-5934 –com Gutto Vieira.