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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Gilberto Gil comemora aniversário com a família em live na sexta

Petrópolis, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Comemorando 78 anos de vida, em grande parte dedicados à música e a cultura brasileira, Gilberto Gil será a grande estrela de novo capítulo do Devassa Tropical Ao Vivo. Batizada de Fé Na Festa do Gil, a celebração traz show do cantor baiano com um repertório especial para a data, além de mediação de Bela Gil, participação de Preta Gil e de outros grandes amigos e artistas. Esta é a segunda edição da iniciativa da marca, que leva entretenimento virtualmente aos brasileiros e apoia profissionais do backstage da música que tiveram suas rendas afetadas pela Covid-19. O evento acontece nesta sexta-feira (26), a partir das 20h, com transmissão ao vivo diretamente do sítio da família Gil em Petrópolis (RJ). #DevassaTropicalAoVivo poderá ser visto no canal da marca no Youtube.

Vivendo um momento único em sua história, Gil fala que vai tentar transmitir, com a ajuda de seus filhos, um astral especial para o show: “É inédito e curioso, pois tem toda essa coisa de ser diferente do normal. Não tem palco, é a minha casa, não tem público, mas tem a família.”

O público que se juntar à comemoração poderá presentear o aniversariante por meio de doações em dinheiro via QR Code disponibilizado na tela no momento da live. O valor arrecadado será destinado a duas instituições que apoiam os profissionais da música que fazem o show acontecer: Apoie Um Freela e Backstage Invisível. Em ação anterior do #DevassaTropicalAoVivo que reuniu os oito principais festivais de música tropical brasileira, R$70 mil foram doados para apoiar os profissionais da cena musical.

Devassa Tropical Ao Vivo

O #DevassaTropicalAoVivo, idealizado e realizado pela Atenas Comunicação, teve estreia em maio de 2020, com quatro dias de lives e 34 atrações musicais de todo o país, que representaram os festivais Bananada (GO), Carambola (AL), DoSol (RN), GTR (PE), Radioca (BA), Sarará (MG), Se Rasgum (PA) e Wehoo (PE). Sob o posicionamento Tropical Transforma, que valoriza a criatividade transformadora do brasileiro, a iniciativa dá continuidade aos esforços da marca em prol da nossa cultura. “Estamos vivendo um momento singular em nossa história e ficamos orgulhosos por poder contribuir de forma positiva para nosso país, minimizando os impactos sentidos pelos profissionais da música. Para esta segunda edição do projeto, estamos muito honrados por estarmos ao lado de um dos maiores gênios da música brasileira”, ressalta o head de marketing da marca, Gabriel D’Angelo Braz. Mais informações serão divulgadas nas redes sociais oficiais @devassa. O público pode contribuir para disseminar a causa através da hashtag #UnidosPelaMúsicaBrasileira.

Amazon Prime Video lança “World’s Toughest Race: Eco-Challenge Fiji”

Brasil, por Kleber Patricio

Na nova série mostra 66 equipes de 30 países que competem no evento esportivo internacional de verão. Crédito das fotos: divulgação.

World’s Toughest Race: Eco-Challenge Fiji estreará no serviço de streaming Amazon Prime Video em 14 de agosto, em mais de 200 países e territórios. A série de 10 episódios de pura aventura, apresentada por Bear Grylls e produzida por Mark Burnett, conta a história da última corrida de expedição, na qual 66 equipes de 30 países competem sem parar por 11 dias, 24 horas por dia, por centenas de quilômetros no terreno irregular de Fiji, repleto de montanhas, florestas e oceanos.

Filmada no último trimestre do ano passado nas ilhas Fiji, World’s Toughest Race: Eco-Challenge Fiji é a batalha final para 330 competidores (em equipes de cinco, incluindo quatro pilotos e um assistente de tripulação); no entanto, os maiores desafios não são as equipes concorrentes, mas os 671 quilômetros de terreno desfavorável até que alcancem a linha de chegada. Espectadores de todo o mundo assistirão os limites humanos de resistência física e mental sendo testados como nunca antes.

Na sua essência, World’s Toughest Race: Eco-Challenge Fiji é sobre perseverança. Pessoas de todos os tipos e cantos do mundo se unem para superar obstáculos incríveis. Os desafios estão tanto no trajeto percorrido quanto nas lutas pessoais dos participantes, que se tornam mais difíceis conforme a demanda da expedição aumenta. A série, produzida pela MGM Television em parceria com a Amazon Studios, é realizada por uma equipe premiada na televisão, incluindo o apresentador e produtor executivo Bear Grylls (Man vs Wild, Running Wild), a showrunner e produtora executiva Lisa Hennessy (Eco-Challenge, The Biggest Loser) e os também produtores executivos Mark Burnett (Survivor, The Voice), Eric Van Wagenen (Survivor, The Amazing Race), Barry Poznick, da MGM Studios, e Delbert Shoopman, parceiro de produção de Grylls. Assista ao trailer aqui.

Duas equipes brasileiras participam da competição: o times Atenah Brasil e  Vidaraid Adventure.

Time Atenah Brasil

Com uma amizade de mais de 21 anos, o time Atenah Brasil viajou, viveu e correu junto em dois Eco-Challenges, mas, infelizmente, um integrante ficou doente e teve que sair da corrida. Eles estão de volta na esperança de se redimirem em Fiji. Competidores: Shubi-Silvia Guimaraes (TC), Karina Bacha Lefevre, Nora Audra, José Caputo, José Pupo (TAC). Hashtag do time: #TeamAtenahBrasil.

Time Vidaraid Adventure

O Vidaraid Adventure é uma equipe de corridas de aventura internacional sediada nos EUA, Espanha e Brasil. Individualmente, eles competem em mountain bike, ultra trail running, triathlons, caiaque e todo tipo de corrida de orientação. Competidores: Marco Amselem Rossini (TC), Urtiz Iglesias, Guilherme Pahl, Camila Nicolau, Artiz Bilbao Guerrero (TAC). Hashtag do time: #TeamVidaraidAdventure.

Assinantes Prime podem assistir World’s Toughest Race: Eco-Challenge Fiji exclusivamente através do aplicativo Prime Video para TVs, dispositivos conectados, incluindo Fire TV, dispositivos móveis e online. Os assinantes também podem fazer o download para visualização off-line sem nenhum custo adicional. A série é um lançamento global e estará disponível em amazon.com.br/primevideo para assinantes em mais de 200 países e territórios. Clientes que ainda não são assinantes Prime podem fazer um teste gratuito através do site http://www.amazon.com.br/prime. Para a lista completa de todos os dispositivos compatíveis com o Prime Video, visite http://www.amazon.com/howtostream.

Série Dança #EmCasaComSESC estreia com Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Larissa Rocha.

O SESC São Paulo dá início a uma série de transmissões ao vivo de apresentações de dança via internet com reconhecidos nomes de artistas brasileiros das mais diferentes estéticas e vertentes. Em tempos de isolamento social por conta da crise causada pelo novo coronavírus, estes artistas terão a experiência de levar seus trabalhos a um número ainda maior de pessoas por meio do canal do SESC São Paulo no Youtube e Instagram do SESC ao Vivo. É a programação Dança #EmCasaComSESC, que estreia nesta quinta-feira, 25 de junho, às 21h30, com os bailarinos Ângelo Madureira e Ana Cristina Vieira.

Na live, Ângelo e Ana Catarina mostram o encontro da dança popular com o balé clássico. Os bailarinos, que desenvolvem esta pesquisa há 20 anos e estão passando a quarentena juntos em seu estúdio de trabalho, irão mostrar fragmentos da pesquisa Outras Formas. Ritmos populares, danças, passos, instrumentos e música – uma mistura de técnica e ritmo – trazem à tona temas ligados à mestiçagem, colonização e identidade. Através da convivência de dois corpos com saberes distintos, o trabalho mostra o fluxo de trocas e transformações envolvidos na construção de um outro olhar sobre a mistura entre o erudito e o popular.

Sempre às terças e quintas-feiras, às 21h30, acontece uma apresentação diferente no formato de solos, duplas ou com mais integrantes – desde que estes já estejam dividindo o mesmo espaço neste período de quarentena –, podendo ser coreografias na íntegra, trechos de obras ou adaptações, de acordo com o espaço e proposta de cada trabalho. As apresentações têm duração de até 50 minutos. Em tom intimista, os artistas também são convidados a fazerem comentários sobre o trabalho após a performance. Dentro desta linguagem, a experiência das diversas edições da Bienal SESC de Dança, que teve sua 11ª edição realizada em setembro de 2019, possibilita a expansão da atuação digital da instituição. A programação terá como foco abranger o maior número de vertentes e movimentos da dança, em suas expressões, diversidades e poéticas de corpos, dentro das muitas áreas de pesquisa, como a clássica, urbana, contemporânea, performática e experimental.

A iniciativa faz parte das diversas ações digitais que expandem a atuação da instituição no campo virtual, como a plataforma do SESC Digital e a programação de transmissões de música e teatro da série SESC Ao Vivo. “As artes, em todas as suas linguagens, têm sido altamente impactadas pelas restrições de convívio social e pela suspensão das contratações dos artistas e de toda a cadeia de criação e produção. O desenvolvimento da Plataforma SESC Digital expressa nossa preocupação com a expansão da atuação social do SESC para o ambiente digital”, comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do SESC São Paulo. “Acreditamos ser possível, ainda que desafiadora, a experimentação de uma prática cênica performativa em novos formatos, gramáticas e suportes. Pretendemos contemplar outras linguagens artísticas em nossas transmissões ao vivo nos próximos dias”, conclui.

Dança na TV

Além das lives, o público interessado em dança poderá conferir também a série Dança Contemporânea, exibida desde 2009 pelo SESCTV e que acaba de ganhar nova temporada no canal e na internet. Os 13 novos episódios propõem um olhar plural para a cena da dança contemporânea no país a partir das poéticas do corpo negro. Integrados ao projeto #Do13ao20 – (Re)Existência do Povo Negro (SESCsp.org.br/do13ao20), que propõe diálogos sobre a condição social da população negra e objetiva reiterar os valores institucionais, bem como o reconhecimento das lutas, conquistas, manifestações e realidades do povo negro, a curadoria desta temporada é assinada pela artista e pensadora em dança, gestora cultural e cientista social Gal Martins. Sua proposta evidencia as corporalidades plurais nas danças contemporâneas com o intuito de fazer presente, com dignidade, a multiplicidade de vozes que compõem o universo dança em todo o país, contemplando os corpos negros, femininos, periféricos, gordos, LGBTQI+ e tantos outros.

Além de Encruzilhada, do Grupo Fragmento Urbano, fazem parte da temporada Arquivo Negro – Passos Largos em Caminhos Estreitos – Cia Pé no Mundo; Noite de Solos composto pelas apresentações Depoimentos para Fissurar a Pele – Núcleo Djalma Moura e Corredeira – Nave Gris Cia Cênica; Filhxs -da- P°##@ – T O D A – Coletivo Calcâneos; Herança Sagrada – A Corte de Oxalá, com o Balé Folclórico da Bahia; Cria – Cia. Suave; Eles Fazem Dança Contemporânea – interpretado por Leandro Souza; Anonimato – Orikís aos Mitos Pessoais Desaparecidos – Cia Treme Terra; Subterrâneo – Gumboot Dance Brasil; 5 Passos para não Cair no Abismo – Cia Urbana de Dança; Mulheres do Àse – com Edileusa Santos ; Sons D’Oeste -Trupe Benkady e Mensagens de Moçambique – Taanteatro Companhia.

Assista: youtube.com/SESCsp  instagram.com/SESCsp.

+ SESC Digital

A presença digital do SESC São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. Por essa razão, o SESC apresenta o SESC Digital, sua plataforma de conteúdo.

Saiba+: SESCsp.org.br.

Demanda represada satura agendamento de cirurgias plásticas no pós-pandemia

São Paulo, por Kleber Patricio

Cirurgião plástico Mauro Speranzini: “Número já é duas vezes maior do que nos outros anos”. Foto: divulgação.

Os mais de três meses do isolamento social recomendado pelo MS (Ministério da Saúde) – unidos ao início dos meses de temperaturas mais baixas – fez a procura por agendamentos de cirurgias plásticas disparar na espera para o fim do isolamento social. O número já é duas vezes maior do que nos outros anos – são pacientes interessados em programar seus procedimentos para o período pós-pandemia. De acordo com o cirurgião plástico Mauro Speranzini, diretor técnico da Clínica Speranzini, em São Paulo, especializada em implante capilar e otoplastia, o provisionamento de cirurgias para os meses de julho em diante está acima da média anual especificada pela SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), que é de 60% superior aos meses mais quentes.

Para o médico, esse movimento fora da curva se deve ao represamento das cirurgias que precisaram ser adiadas durante o período da quarentena e, ainda, por pacientes que e sentiram incentivados a não postergar sonhos, após passarem por períodos de conflitos internos durante o isolamento. “Pela análise que fizemos, trata-se de uma demanda reprimida pela pandemia do novo coronavírus – cirurgias adiadas –, unida a pacientes que estavam indecisos sobre o procedimento, mas que se sentiram encorajados e incentivados a melhorar a autoestima após um período tão difícil e conflituoso como o de isolamento social que, na maioria das vezes, estimula a mudança”, analisa o médico.

De acordo com a SBCP, em geral, o período entre maio e agosto é quando ocorre a maior incidência de procedimentos cirúrgicos, por se tratar de temporadas com temperaturas mais amenas e propícias para a recuperação dos pacientes – é menos incômodo utilizar acessórios necessários no pós-operatório, como ataduras –; além disso, por estar mais frio, é mais fácil e confortável esconder as cicatrizes e os curativos. A estação também é mais propícia ao repouso, imprescindível para que o paciente se recupere.  Entretanto, havia um receio de que esse movimento clássico pudesse ser afetado pela pandemia do novo coronavírus, já que, desde que a pandemia chegou ao Brasil, a SBCP, por meio de seu Comitê de Prevenção e Gestão de Informações relacionadas ao Covid-19, orientou a seus associados que suspendessem cirurgias estéticas agendadas para o período correspondente ao decreto de isolamento social emitido pelo governo do Estado e prefeitura de São Paulo. “Inicialmente, isso provocou certa tensão que, passadas algumas semanas, deu lugar a um cenário mais promissor para médicos e pacientes”, destaca o Dr. Speranzini.

Complexidade dos procedimentos

Dr. Speranzini prevê que os segmentos em que ele atua devem ser alguns dos primeiros a terem suas atividades normalizadas por se tratarem de processos simples, em que o paciente não necessita de internação e a recuperação pode ser acompanhada de perto pela telemedicina. “O implante capilar é uma cirurgia minimamente invasiva, que exige apenas algumas horas do paciente na clínica; já na otoplastia, fazemos uma incisão um pouco maior, mas ainda mínima, que também não impede que o paciente volte para casa no mesmo dia. Dessa forma, estamos nos planejando para atender nossos pacientes, com total segurança, tão logo o isolamento seja relaxado”, destaca o cirurgião. A possibilidade da chegada de testes rápidos da Covid-19 é outro fator que proporciona uma visão muito otimista para o setor.

Festival Latinidades realiza “esquenta” nos dias 3 e 4 de julho em parceria com o Centro Cultural São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Cantora Nduduzo Siba: artista sul-africana de raízes Zulu prepara um repertório autoral de diversos autores africanos. Foto: divulgação.

Nos dias 3 e 4 de julho, acontece a edição “esquenta” do Festival Latinidades em parceria com o Centro Cultural São Paulo (CCSP). Pelo segundo ano consecutivo e desta vez online, no perfil do CCSP no Instagram (@ccsp_oficial), o espaço cultural e o Instituto Afrolatinas se unem para uma programação exclusiva com artistas da cidade de São Paulo.

A 13ª edição do Latinidades, maior festival de mulheres negras da América Latina, acontece entre os dias 23 e 27 de julho e tem como tema Utopias Negras. Numa edição totalmente digital via Instagram, Facebook e Youtube, o festival este ano conta com uma intensa programação com música, dança artes visuais, moda, cinema, teatro, dança, literatura, vivências, cultura LGBTQIA +, formação e muito mais. “Nosso objetivo é evitar causar aglomerações e reafirmar a nossa responsabilidade social, sobretudo sabendo que as maiores vítimas da pandemia da Covid-19 têm sido, justamente, as pessoas negras”, afirma Jaqueline Fernandes, coordenadora do projeto.

Durante os dois dias de pré-evento, acontecem talks, contação de histórias e apresentações de música e dança no canal do Youtube do CCSP apenas com artistas da cidade de São Paulo. A programação começa às 17h30 com uma breve apresentação de representantes do CCSP e do Afrolatinas. Em seguida, às 18h, tem talk e apresentação de Agbara Crew, grupo infantil e juvenil de danças urbanas e de dancehall. Mulheres no Hip Hop é o tema do talk com Lunna Rabetti, rapper, produtora cultural, historiadora e arte educadora atuante na cena hip hop desde meados dos anos 90.

A programação segue com discotecagem e bate papo com Odara Kadieji, uma das principais DJs da cena paulistana de música brasileira da atualidade. A apresentação é também uma breve aula sobre a história da música brasileira em diáspora, desde quando os escravizados chegaram ao Brasil e a mistura com ritmos dos indígenas colonizadores resultando no que são as diversas vertentes da música brasileira, hoje abordando também o afrofuturismo e a busca pelas raízes ancestrais. O encerramento fica por conta dos shows da cantora Aisha, nova aposta da música pop e da MC DellaCroix, multiartista e voz emergente do queer rap nacional. respectivamente, às 21h e 22h.

Já no sábado, dia 4, às 17h, a programação inicia com a contação da história de Giselda Perê acerca da identidade e cultura negra por meio de Agbalá Conta, uma cabaça mágica que guarda as histórias das nossas ancestralidades africanas e negra brasileira. Às 18h, o grupo Zona Agbara faz uma releitura do espetáculo Vênus Negra, um manual de como engolir o mundo, que teve sua estreia em 2016 e ainda continua muito atual. A performance será online.

Por fim, o segundo dia do esquenta no CCSP acaba com música, com as apresentações das seguintes artistas: Denise Alves, com o show Vamos Falar de Amor, com letras que abordam responsabilidade emocional e, acompanhada de sua banda, misturam black music com MPB, R&B e hip hop; Nduduzo Siba (foto), artista sul-africana de raízes Zulu que prepara um repertório autoral de diversos autores africanos; Jasper e a Gana, que se juntam com aconchego e intimidade da voz e violão para apresentar a conexão e afetividade virtualmente com um repertório autoral numa caminhada sonora com sabor de saudade e Priscilla Fenics, com um repertório cheio de canções que revelam a visão feminina das ruas.

Festival Latinidades

A próxima edição do Festival Latinidades acontece 100% digital, entre os dias 23 e 27 de julho, por meio das redes sociais do Afrolatinas (instagram, Youtube e Facebook). A missão do festival é impulsionar a produção cultural e intelectual de mulheres negras formação de público capacitação empoderamento de mulheres e meninas negras

A primeira edição do Latinidades aconteceu no Distrito Federal, em 2008. Hoje, prestes a realizar a 13ª edição, o maior festival de mulheres negras da América Latina se tornou uma plataforma de formação e impulsionamento de trajetórias, saberes e fazeres de mulheres negras nas mais diferentes áreas do conhecimento.

Confira a programação completa:

Disponível no perfil do CCSP no Instagram: @ccsp_oficial

3 de julho

17h30 Abertura: Centro Cultural São Paulo e Afrolatinas

18h Talk e apresentação Agbara Crew

19h Talk Mulheres do Hip Hop, com Lunna Rabetti

20h Discotecagem e bate papo com a DJ Odara Kadiegi

21h Show Aísha

22h Show MC DellaCroix

4 de julho

17h Contação de Histórias com Giselda Pêre

18h Apresentação de dança com Zona Agbara

19h Show Denise Alves

20h Show Nduduzo Siba

21h Show Jasper e a Gana

22h Show Priscilla Fenics.