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Lançamento da Região Vulcânica destaca cafés produzidos em Poços de Caldas e cidades próximas

Poços de Caldas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação/SIC.

Com uma formação rochosa advinda de um vulcão há muito tempo extinto, que resultou em cadeias de montanhas com altitudes que chegam a 1500 m, solo rico em minerais, clima ameno e um trabalho tradicional e cuidadoso dos produtores, a região que divide os estados de Minas Gerais e São Paulo, que tem o município de Poços de Caldas como referência, mostrou-se um terreno fértil para a produção de cafés de qualidade. Diante deste potencial, o Sebrae desenvolveu uma plataforma estratégica para a Região Vulcânica com o objetivo de posicionar o território de forma relevante e sustentável, por meio de uma expressão de marca única e verdadeira, que será lançada no dia 18 de novembro, às 19h, no estande virtual da instituição na Semana Internacional do Café – SIC.

O novo mundo do café diferencia claramente os mercados de commodities e de especiais. Assim, os cafés de origem tem se destacado como principal demanda dos compradores sofisticados e de todo o público que vem exigindo produtos diferenciados. “Por suas características privilegiadas, a Região Vulcânica consegue ofertar um café de qualidade superior com sabores e aromas únicos. Tal cenário e a tendência de mercado de valorização das origens produtoras justificam a implementação de ações orientadas para o fortalecimento dos pequenos negócios para a diferenciação deste território por meio de posicionamento de marca”, explica o analista do Sebrae Minas Ivan Figueiredo. O território da Região Vulcânica é composto por 12 municípios: Andradas, Bandeira do Sul, Botelhos, Cabo Verde, Caldas, Campestre, Ibitiúra de Minas e Poços de Caldas no estado de Minas Gerais e Águas da Prata, Caconde, Divinolândia e São Sebastião da Grama, no estado de São Paulo.

O projeto para a criação da Marca Território Cafés da Região Vulcânica começou em 2018 com o desenvolvimento de ações com foco nos produtores e lideranças locais para os trabalhos de reconhecimento da região conscientizando sobre a importância e o potencial de crescimento do setor cafeeiro da região. “Como resultado deste trabalho, espera-se o posicionamento da Região Vulcânica como uma origem produtora de café que, além da qualidade do produto, possui particularidades inerentes ao território, ao produto e às pessoas nela inseridas, que a tornam única, sendo reconhecida e valorizada pelos mercados nacional e internacional de café”, complementa Figueiredo.

Diante dessa importância, a SIC foi o momento escolhido para o lançamento dessa nova marca, já que esse é o maior evento do setor do Brasil. A ideia é apresentar as características desse território e sensibilizar toda a cadeia produtiva do café, parceiros e comunidade em geral, a fim de promover o engajamento dos players na utilização da referida estratégia, visando a valorização da Região Vulcânica, seus produtores e produtos.

Sobre a SIC

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema Faemg (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor. Este ano de 2020, devido à pandemia, será realizada 100% em plataforma digital.

A edição deste ano tem patrocínio master Nestlé, patrocínio expert Sistema Ocemg e 3Corações Rituais Cafés Especiais, patrocínio specialty Melitta e Sicoob e patrocínio premium Cooxupé, Kahlúa e Montesanto Tavares Group.

Serviço:

Semana Internacional do Café 2020

100% Digital

De 18 a 20 de novembro

#conectadospelocafé

Cadastro gratuito: www.semanainternacionaldocafe.com.br

Redes sociais

Facebook e Twitter: @semanadocafe

Instagram: @semanainternacionaldocafe.

Alceu Valença e Lenine voltam aos palcos e estrelam o Viva Recife

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação/Viva Recife.

Dois ícones da música brasileira estão prestes a voltar aos palcos do Rio de Janeiro: Alceu Valença e Lenine serão as grandes estrelas do Viva Recife, evento ao vivo, dia 4 de dezembro, na Jeunesse Arena, Rio de Janeiro. A noite marcará o reencontro dos artistas pernambucanos com o público – serão seus primeiros shows com plateia desde o início da retomada. O evento acontecerá com capacidade reduzida e respeitando uma série de protocolos para evitar a propagação da Covid-19. O Viva Recife é uma realização da Peck Produções.

Depois de mergulhar no mundo das lives, Alceu Valença volta ao palco prometendo uma noite repleta de sucessos como Anunciação, Tropicana, Belle de Jour, Coração Bobo, Como Dois Animais, Táxi Lunar, Solidão, Girassol e Pelas Ruas que Andei, entre outras. A novidade fica por conta de Eu Vou Fazer Você Voar, lançada no início de 2020.

Crédito da foto: Leo Aversa.

Os fãs de Lenine também podem esperar um show de muitos hits. O cantor e compositor de 61 anos brindará o público com clássicos como Paciência, Hoje eu Quero Sair Só, Jack Soul Brasileiro, É O Que Me Interessa, Que Baque é Essa? e Leve e Suave, que em 2020 ganhou clipe em homenagem aos 40 anos do Projeto Tamar.

A produção do Viva Recife adotará um rigoroso protocolo sanitário e de controle do público, respeitando as orientações da OMS e autoridades do Rio de Janeiro. O público será inferior a ⅓ da capacidade da casa, 100% dos assentos/espaços vendidos serão com lugar marcado com distanciamento obrigatório entre cadeiras nas arquibancadas, lounges na platéia e camarotes. Cada lounge poderá receber até 4 pessoas, enquanto os camarotes terão capacidade para 8.

Crédito da foto: Flora Pimentel.

A entrada será feita de forma antecipada, por diferentes pontos, para evitar aglomerações. O público só poderá acessar o evento utilizando máscaras e haverá pontos de higienização com álcool em gel e aferição de temperatura em todas as entradas. As equipes de segurança e produção utilizarão máscaras e EPIs. Haverá também controle de acesso e higienização periódica nos banheiros. A equipe de produção e dos artistas envolvidos no evento farão testes rápidos para a Covid-19, realizados pela Top Saúde, empresa referência em prevenção de contágio.

O Viva Recife contará ainda com sistema de serviço de bebidas e alimentos por meio de aplicativo. Nos lounges e camarotes, os pedidos chegarão até o público por meio de equipe de garçons reforçada, evitando o deslocamento do público até os bares e caixas. Para os que optarem por cadeiras nas arquibancadas, os pedidos poderão ser feitos pelo app, que avisará ao usuário quando estiverem prontos para retirada.

Serviço:

Viva Recife – Alceu Valença e Lenine

Data: 4/12

Local: Jeunesse Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ

Abertura dos portões: 20 h

Vendas: Ingresso Certo – https://www.ingressorapido.com.br/home

Setores:

Arquibancada nível 1 – R$100,00

Arquibancada nível 3 – R$80,00

Lounges – R$600,00 (para até 4 pessoas)

Camarotes – R$1.440,00 (para até 8 pessoas)

Valores relativos ao primeiro lote, sujeitos a alterações.

Cinema francês em destaque nas telas do Cine Topázio

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Cena de “Acossado”. Foto: divulgação.

A Topázio Cinemas do Shopping Jaraguá recebe o Festival Varilux de Cinema Francês entre os dias 19 de novembro e 2 de dezembro. Cinéfilos de Indaiatuba e região poderão conferir 18 filmes franceses inéditos em sessões diárias, às 17h30 e às 20h, na sala Topázio Comfort.

Entre os filmes da edição 2020 do Festival Varilux estão: Acossado (o Clássico do Festival, em homenagem à Nouvelle Vague, que faz 60 anos em 2020), A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília (a Animação do Festival, que teve seis indicações no Festival de Cannes 2019), Belle Époque, O Capital no Século XXI (o Documentário do Festival, adaptação do livro de Thomas Piketty, sucesso mundial com mais de 25 milhões de exemplares vendidos) e Sou Francês e Preto, entre outros (veja a programação abaixo).

Os ingressos tem preço normal de tabela e podem ser adquiridos no site, aplicativo, totens de autoatendimento e na bilheteria física a partir do dia 18 de novembro. A promoção Semana Top, em que todos os clientes pagam meia-entrada de segunda a sexta-feira (exceto feriados), também é válida para o Festival Varilux.

“Depois de seis meses fechados, receber esta programação especial, com filmes alternativos, é mais um símbolo da retomada da Sétima Arte”, destaca a responsável pelo Departamento de Marketing do Topázio Cinemas, Bruna Mascarenhas. “Também estamos retomando as sessões cult às terças-feiras no Shopping Jaraguá e acreditamos que o Festival vem para presentear o público cinéfilo”, completa.

O Festival Varilux completa 11 anos e já levou mais de 1 milhão de espectadores aos cinemas. Com realização e produção da Bonfilm, o festival deve acontecer em 86 municípios.

Serviço:

Festival Varilux de Cinema Francês 2020

Quando: 19 de novembro a 2 de dezembro, sessões às 17h30 e às 20h00

Local: Topázio Cinemas – Shopping Jaraguá (Sala Topázio Comfort)

Ingresso: preço de tabela

Programação

Quinta-feira, 19/11

17h30: DNA

20h00: O Capital no Século 21

Sexta-feira, 20/11

17h30: Sou Francês e Preto

20h00: A Boa Esposa

Sábado, 21/11

17h30: Mais que Especiais

20h00: Meu Primo

Domingo, 22/11

17h30: Apagar o Histórico

20h00: Belle Époque

Segunda-feira, 23/11

17h30: Slalom

20h00: Notre Dame

Terça-feira, 24/11

17h30: A Garota da Pulseira

20h00: Verão de 85

Quarta-feira, 25/11

17h30: Belle Époque

20h00: Gagarine

Quinta-feira, 26/11

17h30: A Boa Esposa

20h00: Sou Francês e Preto

Sexta-feira, 27/11

17h30: Meu Primo

20h00: Apagar Histórico

Sábado, 28/11

17h30: A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília

20h00: Donas da Bola

Domingo, 29/11

17h30: Minhas Férias com Patrick

20h00: DNA

Segunda-feira, 30/11

17h30: Mais que Especiais

20h00: Persona Non Grata

Terça-feira, 1/12

17h30: Acossado

20h00: Minhas Férias com Patrick

Quarta-feira, 2/12

17h30: Donas da Bola

20h00: A Garota da Pulseira.

Fim das carreiras tradicionais: passou da hora de se reinventar

Brasil, por Kleber Patricio

“Tem pessoas que estão sempre reclamando. Outras criam o próprio futuro, independentemente de o mercado estar bom ou não. Cada um de nós tem o direito de escolher como prefere encarar a realidade”. No momento em que o Brasil atinge a marca de 13,1 milhões de desempregados, esta é a provocação feita pelo headhunter Joseph Teperman, em Anticarreira – O futuro do trabalho, o fim do emprego e do desemprego, primeiro livro do autor que já é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2020.

Teperman instiga o leitor a assumir o papel de protagonista da própria história, ser polivalente e desapegar da falsa “segurança” de um emprego formal. Anticarreira mostra que não existe apenas um caminho a seguir, mas é possível – e necessário – ir além das carreiras tradicionalmente conhecidas e enxergar novas formas de agregar valor para os outros e para si mesmo. Significa focar em uma carreira e, paradoxalmente, desfocar e ter ao mesmo tempo sua Anticarreira. Caos e ordem ao mesmo tempo. Com ambos, você se sente menos vulnerável e mais preparado para construir o seu futuro.

Joseph apresenta as tendências do mundo do trabalho e o que é preciso fazer para se adequar às novas demandas. Para tal, entrevistou grandes nomes que viraram exemplo de protagonismo profissional, caso de Cris Arcangeli, que cria e recria mercados, do empresário Helio Rotenberg, que fundou e preside a Positivo Tecnologia, do Geraldo Rufino, da JR Diesel, da Bartira Almeida, com o Instituto Ponte, da jornalista Daniela Folloni e do cantor Lobão, entre outros.

Fotos: divulgação/Joseph Teperman.

“Eu tenho um sonho de fazer todos nós (brasileiros e estrangeiros, ou seja, pessoas) entendermos que só chegamos até aqui porque nossos ancestrais saíram das cavernas e foram caçar.” (Anticarreira, p. 184)

Como o projeto de lançamento do livro tem o objetivo de impactar o público e a forma que as pessoas interagem com a vida, o trabalho e o mundo, o autor fez algo nada convencional: disponibilizou a versão digital da obra para o leitor pagar somente depois de ler, quanto e quando quiser. A iniciativa segue até o próximo dia 1º de dezembro, por meio do site www.anticarreira.com.br.

Joseph Teperman é conhecido por seu trabalho como headhunter para as principais cadeiras executivas do país. É conselheiro da Faculdade de Administração da FAAP e da W Nutritional, além de palestrante, articulista e um observador em relação ao futuro (e presente) do trabalho. Em Anticarreira – um download do próprio cérebro –, ele mostra que o mundo mudou e a mentalidade de carreira ficou para trás.

Ficha técnica:

Título: Anticarreira – O futuro do trabalho, o fim do emprego e do desemprego

Autor: Joseph Teperman

ISBN: 978-6580617012

Páginas: 213 páginas

Formato: 21 x 14 cm

Preço: R$75,00

Links de venda: https://amzn.to/2Ip4G2H.

Sinopse: Como não ser substituído por robôs, sempre ter trabalho, gerar valor e viver com significado? O livro Anticarreira propõe um novo caminho de construção da trajetória profissional: romper com a ideia limitadora da carreira, palavra com origem no Latim e que significa caminho estreito. O autor trabalha com executive search (busca de executivos) desde 2005. Acompanhando milhares de trajetórias, percebeu que o foco em uma atividade única e a falta de atualização é o que deixa as pessoas sem saída em um mundo de mudanças constantes.

Sobre o autor: Joseph Teperman é CEO, Board Member, Lifelong Learner e Anticarreirista. Sócio-fundador da Amrop Inniti, consultoria que oferece serviços de executive search, board services e advisory de liderança. Conselheiro da Faculdade de Administração da FAAP e da WNutritional. Integrante da Comissão do Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Presidiu o conselho do IFL (Instituto de Formação de Líderes) São Paulo e fundou o IFL Florianópolis.

Redes sociais:

Linkedin: JosephTeperman

Instagram: @josephteperman

Facebook: J Teperman.

Cerca de 18 milhões estão de fora do auxílio e de programas do governo, apesar da baixa renda

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Roberto Parizotti / Fotos Públicas.

A parcela de trabalhadores invisíveis, que estão fora do escopo de programas de transferência de renda do governo brasileiro é ainda maior do que os 38 milhões de invisíveis que recebem o auxílio emergencial, mas não constam no Cadastro Único do Governo Federal. Mais de 18 milhões de trabalhadores se somam a eles — são pessoas que não receberam o auxílio emergencial e nem são beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, apesar de terem baixa renda.

Esses são os resultados de um levantamento inédito feito pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), que descreve o perfil do trabalhador brasileiro que não recebeu o auxílio emergencial. O relatório vai ser publicado nesta quinta (12).

Partindo dos dados da última versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, os pesquisadores descreveram as faixas de renda, o gênero e a raça dos trabalhadores que não receberam auxílio emergencial. Eles também levantaram o percentual de trabalhadores informais que recebem até um salário mínimo, numa tentativa de descrever as principais características da informalidade durante a pandemia de Covid-19.

Com relação à renda, 38% dos respondentes da Pnad Covid-19 declararam ter uma renda de, no máximo, salário mínimo. As mulheres (58%) e pessoas que se autodeclaram pretos e pardos (56%) predominam entre os mais pobres, que não receberam o auxílio emergencial. Cerca de 94% destes trabalhadores não recebem Bolsa Família nem o Benefício de Prestação Continuada.

Sobre a informalidade, o estudo aponta que 37% dos trabalhadores informais possuem uma renda que não supera um salário mínimo. Para 14% dos informais, essa renda não supera sequer meio salário mínimo. A maioria (93%) dos informais de renda mensal menor ou igual a um salário mínimo não solicitaram crédito, muito provavelmente porque sabiam que o resultado provável seria negativo, analisam os pesquisadores. “Enquanto relativamente poucos conseguiram se proteger do vírus trabalhando em casa durante a pandemia, o trabalhador informal enfrentou uma combinação de extensas jornadas de trabalho, baixa remuneração e quase nenhum mecanismo de proteção social”, analisa Lauro Gonzalez, coordenador do estudo.

Para ele, “é necessário redefinir o que chamamos de grupo de invisíveis de forma a incluir quem não recebeu o auxílio emergencial, mas tem renda reduzida”. O fato de não terem que fornecer dados para o auxílio emergencial faz com que essa parcela da população fique de fora do radar do CadÚnico, base de dados para a execução de políticas públicas do governo. “O CadÚnico precisa ser aprimorado para que possa acompanhar a realidade dessas famílias de menor renda de forma mais dinâmica”, complementa Lauro.

(Fonte: Agência Bori)