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ONG disponibiliza banho e tosa, ração e consulta com veterinário para animais de moradores em situação de rua de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A ONG Banho Solidário Sampa promove, com ajuda de parceiros importantes, como o Instituto Ana Hickmann e a empresa Lorenzetti, uma ação em 31 de janeiro, a partir das 10h, na região do Teatro Municipal, no centro de São Paulo e disponibilizará serviço de banho e tosa, ração e consulta com veterinário para os animais de moradores em situação de rua.

A ONG promove ações sociais voltadas aos moradores de rua em diversas regiões de São Paulo. O trabalho voluntário consiste também em proporcionar banho quente, cuidados com a higiene e a doação de roupas limpas aos moradores. No ano passado, a ONG realizou 17 ações itinerantes, oferecendo 571 banhos para pessoas que vivem condição de vulnerabilidade, além de cuidados para animais.

Serviço:
Banho Solidário

Quando: 31 de janeiro, a partir das 10h

Onde: região do Theatro Municipal de São Paulo – Centro da cidade

Mais informações: https://www.facebook.com/banhosolidariosampa/.

Conjunto Manteiga de Garrafa celebra o Carnaval com mostra virtual de Choro

Campinas, por Kleber Patricio

Quarteto adaptou projeto de shows em coretos, cancelado pela pandemia, e produziu série com apresentações sobre o ritmo brasileiro que será exibida em capítulos pelo YouTube de 12 a 16 de fevereiro. Crédito das fotos: Nina Pires.

A intenção do conjunto de Choro Manteiga de Garrafa, baseado em Campinas/SP, era levar a música instrumental brasileira às ruas e ir, como bons artistas, aonde o povo está. Contemplado no Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo, o projeto Manteiga de Garrafa no Coreto consistia em apresentações gratuitas em coretos de praças públicas pelo interior paulista, mas veio a pandemia e a necessidade de isolamento social se impôs, obrigando a trupe a se adaptar. Nasceu aí a Semana Manteiga de Garrafa no coreto – Mostra Online, que será exibida em cinco programas no canal do grupo no YouTube entre os dias 12 e 16 de fevereiro, com uma live na estreia — opção de diversão segura a partir da sexta-feira que daria início, não fosse o coronavírus, à folia de Carnaval.

“A mostra contém o repertório original do projeto, além de falas e comentários sobre a história do Choro”, informa a cavaquinista Bruna Takeuti, que integra o Manteiga de Garrafa com Rafael Yasuda (bandolim e violão tenor), André Ribeiro (pandeiro) e Daniel Bueno (violão 7 cordas). A mostra online conta ainda com dois convidados especiais, músicos de referência no meio: a flautista Corina Meyer, integrante do Choro das 3, e o violonista Alessandro Penezzi. “São grandes músicos e muito queridos por nós, do Manteiga”, afirma Bruna.

O conjunto e os convidados não se encontraram para a produção: tudo foi feito individualmente e reunido na edição, a cargo de uma equipe de profissionais de audiovisual. A mudança no formato, que passou do objetivo de reunir o maior número de pessoas e revitalizar espaços urbanos de convívio para gravações individuais, demandou esforços técnicos e pessoais dos músicos. “A ideia de levar o Chorinho pros coretos era proporcionar a vivência da música instrumental brasileira como antigamente, de uma forma livre, com acesso a todos, tocando e conversando com quem estivesse lá nas praças. Infelizmente não deu e a gente teve que reestruturar”, afirma Bruna.

A cavaquinista diz que uma das dificuldades foi ter que abrir mão da “conversa” com os instrumentos dos parceiros de palco. “As gravações de Choro à distância são um grande desafio, porque essa é uma música de conjunto, é uma grande conversa instrumental de momento. Eu só ouvia no fone e ficava interagindo com aquela gravação, que era feita numa sequência; primeiro um gravava, mandava pro outro, aí o outro gravava em cima do que aquele primeiro fez e assim por diante”, afirma Bruna.

“A troca pro virtual por causa da pandemia foi um choque pra gente, mas nos adaptamos. Esse é o formato em que estamos podendo nos expressar, que nos exigiu dedicação ao estudo técnico. Foi um momento de aprendizado e reflexão”, comenta o bandolinista e violonista Rafael Yasuda.

Para o violonista Daniel Bueno, apesar da mudança, os coretos de certa forma estarão representados e o grupo cumpriu o seu propósito. “Estamos trazendo o imaginário dos coretos na produção e o Manteiga conseguiu fazer o seu trabalho de uma forma segura. Em tempos de pandemia, pudemos ressignificar nosso projeto sem colocar ninguém em risco”. 

“Para mim, não há encontro online que substitua a relação humana presencial. Por outro lado, acaba sendo uma forma de levar esse trabalho para muitas pessoas que talvez não tivessem a oportunidade de assistir a uma apresentação ao vivo. Assim, o alcance aumenta, pois além da rede não ter fronteiras, o material ficará disponível e poderá ser acessado mesmo após a semana de exibição”, completa o pandeirista André Ribeiro.

A mostra |Os cinco programas da Semana Manteiga de Garrafa no coreto – Mostra Online serão disponibilizados no canal do conjunto no YouTube, sempre a partir das 20h, nos dias 12, 13, 14, 15 e 16 de fevereiro. Para a estreia na sexta-feira, dia 12, o projeto contará com uma live em que os integrantes e convidados abrirão suas câmeras para dar as boas-vindas e conversar com a audiência. O encontro virtual será moderado por Pedro Spagnol.

A cavaquinista Bruna Takeuti explica que a exibição por episódios visa reforçar a sensação de proximidade e convívio com o público. “A gente escolheu fazer programas curtos para que fique prazeroso, um momento de vivência com a música brasileira, com o nosso Chorinho, com a partilha de histórias gostosas. Pra que o pessoal possa assistir um pouquinho hoje, amanhã tem programa de novo e, assim, eles fiquem uma semana com o Manteiga de Garrafa”. 

No repertório executado pelo conjunto estão clássicos do Choro: No coreto (Pedro Amorim); Odeon (Ernesto Nazareth); Noites cariocas e Remeleixo (Jacob do Bandolim); Gaúcho (Chiquinha Gonzaga); Lamentos e Carinhoso (Pixinguinha); Amoroso e Vamos acabar com o baile (Garoto); Tico-tico no fubá (Zequinha de Abreu); Magoado (Dilermando Reis), Delicado e Brasileirinho (Waldir Azevedo).

O meio digital possibilitou também a inserção de uma videoarte produzida no coreto da Praça Carlos Gomes, em Campinas, simbolizando o local como alicerce da apresentação do conjunto no projeto. Completam o conteúdo depoimentos sobre a importância dos coretos no Choro, com a participação de convidados: Alessandro Penezzi, violonista de Piracicaba consagrado em âmbito nacional e internacional que gravou com grandes nomes da música brasileira e Corina Meyer, de Porto Feliz, também do interior paulista, flautista integrante do Choro das 3, conjunto importante para o Choro na atualidade tanto pela representatividade feminina, quanto pelo uso das mídias sociais como forma de difusão.

“É uma alegria tocar com músicos jovens, talentosos e tão cuidadosos com o Choro”, diz Penezzi. Corina Meyer destaca a cumplicidade e intimidade musical do quarteto: “O Manteiga é um grupo que eu admiro muito; estão sempre muito bem ensaiados, é gostosa essa integridade sonora”. 

Como membro de outro grupo misto, a flautista também destaca a importância da presença feminina. “É muito bom ter a Bruna no Manteiga, porque, enquanto a gente estiver fazendo grupos só de mulheres, significa que a gente ainda não conseguiu vencer e ultrapassar essa barreira no mercado de trabalho. Eu acho fantástico e acho que nós, mulheres, só teremos conseguido conquistar nosso espaço na música quando tivermos mais grupos mistos”.

Ação social | O projeto original previa, como contrapartida social ao ProAC, visitas a uma escola de Educação Infantil e a uma Instituição de Longa Permanência do Idoso (ILPI), ambas de gestão Municipal, em cada uma das cidades paulistas que receberia a turnê (Campinas, Sumaré, Hortolândia, Indaiatuba, Paulínia, Piracicaba, Itu e Valinhos), com o objetivo de promover apresentações educativas a pessoas com menos acesso ou impossibilitadas de deslocar-se aos locais dos shows. “O objetivo do grupo era dialogar tanto com os mais velhos, que talvez já conhecessem o gênero, como introduzir o choro para as crianças, formando público”, afirma Bruna Takeuti. Com a adaptação ao formato virtual, o Manteiga de Garrafa produzirá dois vídeos educativos com os temas História do choro e Instrumentos do choro, que serão disponibilizados para as mesmas entidades.

Serviço: 

Semana Manteiga de Garrafa no coreto – Mostra Online

Quando: de 12 a 16 de fevereiro, às 20h

Onde: canal Manteiga de Garrafa Choro, no link https://www.youtube.com/channel/UC8RHKuMw9eu8Iwp97SZkNzA

Links dos episódios estarão disponíveis também no site: www.choromanteiga.com

Redes sociais:

https://www.facebook.com/choromanteiga/

https://www.instagram.com/choromanteiga/.

Sobre o conjunto | O Manteiga de Garrafa é um conjunto de Choro em sua forma tradicional de instrumentação e sonoridade que busca fortalecer e difundir a música brasileira instrumental. Seu repertório percorre desde os mais antigos chorões, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, passando pelos consagrados Pixinguinha e Jacob do Bandolim, até os modernos Choros de Paulinho da Viola. Tem como grande inspiração o célebre conjunto regional Época de Ouro, de Jacob do Bandolim.

Sobre os integrantes:

André Ribeiro – pandeiro | Bacharel em música popular pela Unicamp. Apresentou-se ao lado de ícones da música como Alessandro Penezzi e Izaías Bueno de Almeida. Realizou em 2004 o Concerto em Sol Maior para dois bandolins, de Antonio Vivaldi, com a Orquestra Sinfônica da Unicamp. Venceu em 2009 o 8º Prêmio Nabor Pires Camargo – Instrumentista. Gravou cinco discos, sendo o último, Saudação Campineira, contemplado pelo FICC Campinas.

Rafael Yasuda – bandolim/violão tenor | Formado no curso de Música Popular pela Unicamp. Gravou o disco Sambas Contemporâneos com o grupo Maíra Guedes e os Baluartes, em 2016. Foi semifinalista no concurso Exposamba da Rede Globo, em 2014. Participou de vários encontros e cursos de Música Popular, principalmente de Choro, tais como Semana Seu Geraldo, em Leme e Encontro de Choro Campinas, nos quais teve aulas com importantes nomes, como Pedro Aragão (bandolim) e Mauricio Carrilho (violão). Foi premiado em 4º lugar no 18º Prêmio Nabor Pires Camargo – Instrumentista em Indaiatuba, em 2019. Atualmente cursa Mestrado em Música na Unicamp.

Bruna Takeuti – cavaco | Iniciou sua trajetória musical como cantora em projetos de Samba em Piracicaba/SP e região. Estudou cavaquinho com os grandes cavaquinistas Rafael Barros e Lucas Arantes. Participou de eventos de Choro como Semana Seu Geraldo, em Leme, Festival de Inverno, da Casa do Choro, no Rio de Janeiro/RJ e Festival da Primavera, da Escola Portátil de Música de Florianópolis/SC, nos quais teve oportunidade de se aproximar da linguagem do Choro carioca com os professores Jayme Vignoli, Maurício Carrilho e Luciana Rabello. Atualmente, estuda cavaquinho no curso de Choro do Conservatório Dramático “Dr. Carlos de Campos”, em Tatuí/SP.

Daniel Bueno – violão 7 cordas | Bacharel em Violão Popular pela Unicamp, formado em 2014.  Iniciou seus estudos no choro com Emiliano Castro (em São Paulo, capital) e posteriormente com Eduardo Lobo (Campinas/SP). Assistiu a cursos livres de Choro em Leme, Curitiba e Ourinhos, com Maurício Carrilho e Jayme Vignolli. Atualmente cursa Mestrado em Música na Unicamp, na área de etnomusicologia, com pesquisa sobre a percepção, agência e efeitos da música no cotidiano.

Ficha Técnica – Semana Manteiga de Garrafa – Mostra Online 

Conjunto Manteiga de Garrafa:

Rafael Yasuda (bandolim, violão tenor)

Daniel Bueno (violão 7 cordas)

Bruna Takeuti (cavaco)

André Ribeiro (pandeiro)

Músicos convidados:

Corina Meyer (flauta)

Alessandro Penezzi (violão)

Edição de vídeos e direção de fotografia: Fuligem Comunicação e Arte

Gravações de músicas e falas: os próprios músicos, em suas casas

Filmagens cenográficas: Pedro Spagnol (BECYN)

Fotografia: Nina Pires

Pesquisa: Conjunto Manteiga de Garrafa

Edição de som, mixagem e masterização: Guilherme Sakamuta

Produção: Conjunto Manteiga de Garrafa

Assessoria de imprensa: Sammya Araújo Jornalismo e Serviços de Comunicação

Designer gráfico: Alexandre Beraldo

Moderador da live – 1º dia da Mostra: Pedro Spagnol

Realização:

Governo do Estado de São Paulo

Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Programa de Ação Cultural – ProAC.

Parceria resulta em doação de kits de acesso à internet para auxiliar jovens de comunidades vulneráveis no preparo para o vestibular

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem de Mudassar Iqbal por Pixabay.

O Instituto Cyrela fez uma parceria com o Unicef para a distribuição de kits de acesso à internet para cerca de 250 adolescentes e jovens de comunidades vulneráveis localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo. A iniciativa tem o objetivo de viabilizar a retomada e acesso ao ambiente digital e preparar os alunos para as provas de vestibular programadas para 2021.

No total, serão doados 250 kits, compostos por um smartphone (em 160 dos kits), cartão pré-pago que dará acesso a cinco meses de acesso à internet, livros de literatura para que os alunos se prepararem para o vestibular, cartilhas de prevenção contra o coronavírus, cadernos, além de máscaras de proteção e álcool gel. “A educação é o principal pilar de atuação do Instituto Cyrela. Por meio dessa iniciativa, nós buscamos proporcionar a esses jovens o acesso a uma educação de qualidade, condição indispensável para conquistarem um futuro melhor. Hoje em dia, o acesso à EAD (educação à distância) é essencial para permitir que esses jovens possam desenvolver todo o seu potencial. Só se constrói uma sociedade justa, com acesso a uma educação de qualidade para todos”, afirma Aron Zylberman, diretor executivo do Instituto Cyrela.

Para receber os kits, os alunos precisam estar matriculados em uma escola da rede pública cursando o último ano do Ensino Médio; viver em família com renda per capita inferior a R$178,00 e não dispor de pacote de dados, assinatura ou acesso gratuito à internet, entre outros.

Após o mapeamento destes critérios, os jovens serão selecionados por meio de metodologias Unicef que permitem que se cheguem aos jovens que farão o melhor uso das tecnologias para uma trajetória de sucesso escolar e acesso a oportunidades no mundo do trabalho.

Depois de selecionados, os estudantes se inscreverão na plataforma U-Report Brasil, iniciativa do Unicef para engajamento e mobilização de adolescentes e jovens, com o objetivo de acompanhar tanto o recebimento dos celulares, como enviar enquetes e dicas relacionadas ao aprendizado à distância.

O Instituto Cyrela apoia financeiramente projetos na área da educação em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre.

Dia do Quadrinho Nacional: Primeira HQ nacional que fala sobre o Islã segue encantando pessoas de todas as religiões

São Paulo, por Kleber Patricio

30 de janeiro é o Dia do Quadrinho Nacional, oportunidade para a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras) relembrar a primeira HQ brasileira que fala sobre o Islã: o gibi Khalil.

Khalil é um pré-adolescente brasileiro e muçulmano. A cada edição do gibi – que já teve, até o momento, seis edições –, ele vive diferentes aventuras com sua turma, sempre permeadas de ensinamentos, inclusive sobre o Islã. O gibi foi o caminho adotado pela Fambras para combater estereótipos, preconceito e desinformação sobre a religião islâmica junto a crianças e pré-adolescentes. “Todos os temas trabalhados são atuais e urgentes. Já falamos sobre intolerância religiosa, a importância da solidariedade e o impacto do lixo urbano, entre outros”, diz Carlos Dias, diretor de Comunicação da Fambras. “São conteúdos que promovem importantes discussões nos ambientes familiar e escolar”. 

De acordo com Dias, o gibi caiu no gosto não só das crianças e pré-adolescentes, mas também de educadores e famílias inteiras. “Já distribuímos mais de 50 mil exemplares desde o lançamento da publicação, que é traduzida para o árabe e o inglês. Também disponibilizamos de forma on-line pelo link http://fambras.org.br/khalil, completa.

Na produção do Khalil, além da equipe de comunicação da Fambras, o diretor conta com o talento do roteirista Romahs Mascarenhas, da ilustradora marroquina radicada no Brasil Malika Dahil e de Eunuquis Aguiar.

Sobre a Fambras | A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – Fambras, foi criada há 40 anos. Atua nos âmbitos religioso, social, cultural, econômico e diplomático. Dentro destas esferas, desenvolve projetos que contemplam a divulgação do Islã e ações educacionais, culturais e assistenciais – tanto em benefício dos muçulmanos como das comunidades carentes do Brasil. Outras preocupações da Fambras são ajudar a manter vivas as práticas do Islã e combater o preconceito aos muçulmanos por meio da informação.

O trabalho da Federação conta com o reconhecimento de renomadas instituições nacionais e internacionais. O apoio da Fambras Halal – a primeira instituição certificadora Halal do Brasil, em operação desde 1979 – tem sido determinante para a concretização e ampliação dos projetos a cada ano. A certificadora é líder de mercado e realiza auditorias, abate, inspeção, supervisão de produtos e implantação do Sistema de Garantia Halal junto a indústrias e frigoríficos interessados em comercializar seus produtos especialmente para países islâmicos.

(Fonte: Press Voice)

Instituto Tomie Ohtake recebe exposição inédita do fotógrafo Nicholas Nixon

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Coleções Fundación MAPFRE. ©Nicholas Nixon.

Como parte de suas ações de incentivo à cultura e à arte, a Mapfre traz ao Brasil, pela primeira vez, um conjunto da produção do premiado fotógrafo Nicholas Nixon (1947, Detroit, Michigan, EUA). Viabilizada com acervo da Fundación Mapfre e em colaboração com o Instituto Tomie Ohtake, a mostra tem curadoria de Carlos Gollonet, chefe de fotografia e obras da fundação espanhola.

A exposição apresenta 181 imagens divididas em nove núcleos que indicam a notabilidade do artista em retratos e fotografia documental: As Irmãs Brown, Cidades, Varandas, Idosos, AIDS, Casais, Família/Casa, Retratos e Fotos Recentes.

O premiado fotógrafo norte-americano explora o retrato desde a década de 70, centrando-se em temas como envelhecimento, família, afeto, cumplicidade e solidão. Embora mais conhecido pelo trabalho As irmãs Brown, em que registrou ano a ano um grupo de quatro mulheres, Nixon criou várias outras séries também reconhecidas por revelar justamente o que não se vê: a humanidade e a emoção contida em expressões de idosos residentes em asilos, pacientes soropositivos, casais e grupo de pessoas, além de vistas primorosas de cidades.

Atividades integradas | A exposição será acompanhada de uma série de atividades educativas, como visitas mediadas e encontros exclusivos para professores, além de uma publicação sobre a obra de Nicholas Nixon e sua relação com temas sociais que podem ser abordados em sala de aula junto aos estudantes. A mostra contará também com recursos de acessibilidade, como videolibras e audiodescrição de algumas obras.

Serviço:

Exposição Nicholas Nixon – Coleções Fundación Mapfre

Até 18 de abril – terça a domingo, das 12h às 17h

Entrada franca

Conversas on-line sobre as exposições

Apresentação e diálogo sobre as mostras em cartaz no Instituto Tomie Ohtake.

Indicadas para maiores de 15 anos em grupos de até 20 pessoas, com duração média de 1 hora.

Horários: terças e quintas, 10h e às 14h, realizadas pela plataforma Zoom.

Informações e inscrições pelo e-mail participacao@institutotomieohtake.org.br

Conversas presenciais nas exposições

Mediante agendamento, para grupos familiares com até 4 participantes.

Duração média de 40 minutos.

Horários: sextas e sábados, às 14h

Informações e inscrições pelo e-mail participacao@institutotomieohtake.org.br

Medidas de segurança / visitação: Obrigatório uso de máscara / Medição de temperatura / Tapetes sanitizantes / Álcool em gel disponível em diversos pontos / Distanciamento mínimo de 1,5 m entre os visitantes / controle de público, de 2 a 10 pessoas, dependendo da sala / percurso único / guarda-volumes desativado.

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros/SP

Metrô mais próximo – Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

Fone: (11) 2245-1900.