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Livros: cientista e jornalista se unem para explicar – e barrar – o negacionismo

Campinas, por Kleber Patricio

Natalia Pasternak, presidente do Instituto Questão de Ciência. Fotos: divulgação/Papirus.

O mundo moderno vive um paradoxo: temos astronautas em órbita e, ao mesmo tempo, gente que jura que a Terra é plana. O descompasso vai além da astronomia, chegando a questões cruciais para a saúde humana e o meio ambiente, e evidencia-se na tranquilidade com que até autoridades constituídas muitas vezes propagam informações sem comprovação, colocando em risco a vida de milhões de pessoas. Essas premissas são o ponto de partida da microbiologista Natalia Pasternak e do jornalista científico Carlos Orsi em Contra a realidade: A negação da ciência, suas causas e consequências, lançado pela Papirus 7 Mares (192 pp., R$44,90), livro em que a dupla se debruça sobre as origens e engrenagens por trás de “movimentos” cada vez mais populares – e perigosos – para a civilização, como o terraplanismo, o criacionismo e a negação do aquecimento global.

Pasternak e Orsi explicam que a força do negacionismo resulta, em grande medida, da resposta de grupos poderosos, com forte senso de identidade, à “ameaça” imposta pelo conhecimento às suas ideologias e crenças e aos seus interesses. Segundo os autores, o ataque aos consensos científicos tendem a cumprir pelo menos uma destas três funções:

1 – confundir o debate, paralisando a tomada de decisões ou embaraçando a adoção de políticas públicas;

2 – criar um espaço psicológico que permita que certas atitudes irracionais sejam apresentadas como razoáveis ou dignas de mérito e

3 – gerar sentimento de solidariedade ideológica, lealdade e coesão interna em grupos que partilham de uma identidade comum.

Diante disso, os autores lembram que “enxergar essas funções com clareza é tão importante quanto encontrar e disseminar os fatos corretos”. Conforme eles mostram, não é de hoje que é preciso lidar com teorias negacionistas. Ao longo da história, é possível identificar diversos casos. Contra realidade é permeado de exemplos que ilustram bem isso, do terraplanismo à negação do aquecimento global, passando pela desconfiança com as vacinas e pelo medo dos alimentos transgênicos – há inclusive quem negue fatos históricos, como o Holocausto. A teoria da evolução e o movimento criacionista também são discutidos pelos autores, que ainda destacam como a história do negacionismo está atrelada à indústria do cigarro com a negação e a relativização dos riscos reais do consumo do tabaco.

Se uma pessoa acredita que um remédio inadequado vai curar determinada doença, ela não só o utiliza, como o oferece aos filhos. O mesmo acontece com quem acredita que vacinas são prejudiciais à saúde: sua tendência é evitá-las em sua família. “Tão grave quanto o estímulo a ações irresponsáveis ou prejudiciais, no entanto, é o efeito que os negacionismos têm sobre o ambiente político e cultural da sociedade”, alertam os autores. “Ao expor uma série de casos exemplares, procuramos, neste livro, armar o leitor para que possa dissecar, criticar e evitar armadilhas semelhantes que, certamente, surgirão no futuro”, concluem.

Sobre os autores:

Natalia Pasternak é microbiologista (USP) e divulgadora científica brasileira, presidente do Instituto Questão de Ciência. Atua como professora convidada na Fundação Getúlio Vargas, na escola de Administração Pública, e na Universidade de Columbia (EUA), no Departamento de Ciência e Sociedade. É colunista do jornal O Globo, da revista The Skeptic UK, do portal Medscape, publisher da revista Questão de Ciência e autora do livro Ciência no cotidiano. Em 2020, tornou-se membro do Committee for Skeptical Inquiry e recebeu o prêmio internacional de promoção do ceticismo The Ockham Award (A Navalha de Ockham) e o Brasileiros do Ano (revista IstoÉ), na categoria Ciência, além de ter sido indicada como Personalidade do Ano pelo jornal O Globo.

Carlos Orsi é jornalista (ECA-USP), escritor, editor-chefe da revista Questão de Ciência e fundador do Instituto Questão de Ciência. Tem várias obras de divulgação científica publicadas, como O livro dos milagres, Pura picaretagem, O livro da astrologia e Ciência no cotidiano. Integrante da equipe que implantou, na década de 1990, a produção de conteúdo exclusivo para internet no Grupo Estado, criou, em 1997, a seção on-line de divulgação científica Ano 2000, iniciativa pioneira no Brasil. Foi repórter especial e colunista do Jornal da Unicamp, responsável pela coluna Telescópio, e da revista Galileu, onde assinava a coluna Olhar Cético, tratando de pseudociências e da análise de temas polêmicos de uma perspectiva científica.

Ficha técnica

Título: Contra realidade: A negação da ciência, suas causas e consequências

Autores: Natalia Pasternak e Carlos Orsi

Editora: Papirus 7 Mares

Páginas: 192 pp.

Formato: 14 x 21 cm

Preço de capa: R$44,90.

Jardim Botânico do Rio de Janeiro recebe o Travellers’ Choice Award 2021

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/JBRJ.

A plataforma Tripadvisor concedeu, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio Travellers’ Choice ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro como reconhecimento pelo serviço de alta qualidade oferecido pela instituição aos visitantes.

A escolha dos premiados foi baseada nas avaliações feitas pelos usuários da plataforma no período de 12 meses. Os ganhadores formam o grupo de 10% das atrações com avaliações mais altas do público em todo o mundo. A Tripadvisor atende, em média, 463 milhões de viajantes por mês.

A gerente comercial da Tripadvisor, Kanika Soni, destacou que o ano passado foi extremamente desafiador para o segmento de turismo. Segundo ela, “os Travellers’ Choice Awards destacam os lugares que são consistentemente excelentes, proporcionando experiências de qualidade repetidas vezes”. Ainda segundo a gerente, “com base em um ano inteiro de avaliações de clientes, o prêmio demonstra o excelente serviço e experiência que o premiado forneceu aos visitantes em meio a uma pandemia”.

Projeto Conexão Araucária anuncia restauração ecológica de 190 ha de vegetação nativa no Sul do País

Piraí do Sul, por Kleber Patricio

Plantio de mudas. Fotos: divulgação/SPVS.

O projeto Conexão Araucária anuncia a restauração ecológica de mais de 190 hectares de vegetação na região Sul do País. Desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), a iniciativa conta com financiamento do BNDES e Japan Tobacco International (JTI) para recuperar 335 hectares de Mata Atlântica na Floresta com Araucária remanescentes, dividida em quatro etapas de execução pré-estabelecidas, das quais duas já foram concluídas.

A parceria entre as instituições deu início ao projeto de conservação no ano de 2017 e já promoveu a restauração de uma área total equivalente a 238 campos de futebol. Na primeira etapa, foram recuperados 46 hectares na Floresta Nacional de Piraí do Sul, no Paraná. “Com a conclusão da segunda etapa do projeto, no primeiro semestre de 2021, já foram recuperados cerca de240 hectares, incluindo o Parque Ambiental Salto da Pedreira e áreas de preservação permanente (APPs) nas propriedades de produtores integrados da JTI”, afirma Alessandra Xavier, técnica em conservação da SPVS.

Nas propriedades rurais aconteceram mobilizações com produtores integrados da JTI para apresentar o projeto e convidá-los a participar. A equipe técnica da SPVS visitou as áreas e identificou em quais propriedades foi necessário restaurar e adequar à legislação ambiental.

Monitoramento das áreas.

“Somente nas Áreas de Preservação Permanente dentro das propriedades dos produtores integrados, atingimos a marca de cerca de 180 hectares recuperados. O produtor recebeu todo o apoio para a restauração da APPs, desde material de cerca e mudas, até a execução das atividades de plantio de mudas e cercamento”, afirma Clayton Kuiawa, supervisor de Agronomia da JTI.

A restauração ecológica promove diversos benefícios ao meio ambiente e às populações que circundam as áreas recuperadas, como, por exemplo, a formação de pequenos corredores ecológicos para que animais silvestres possam circular livremente, regulação dos serviços ecossistêmicos e melhoria na qualidade e quantidade de água nas nascentes, córregos e riachos. “Com o plantio de mudas, inclusive com espécies que hoje são raras e ameaçadas de extinção, iniciamos o processo de recuperação da vegetação nativa e, em algumas áreas, já é possível observar uma melhora significativa na restauração da biodiversidade e no fluir das nascentes”, afirma Vitória Yamada, coordenadora do projeto.

Conexão com a sustentabilidade | A conservação e recuperação da biodiversidade é um assunto de grande importância em todo o mundo. Para a JTI, a sustentabilidade é um de seus pilares de atuação e está diretamente conectado à cadeia do tabaco. “Até o momento, restauramos 161 áreas de preservação permanentes nas propriedades de produtores integrados da JTI. Isso representa 19 mil metros lineares de cerca e mais de 92 mil mudas nativas”, afirma Kuiawa.

Proprietário Pedro Micalski e técnica do Projeto Conexão Araucária.

Áreas onde a biodiversidade é preservada se diferenciam por desenvolver proteção natural maior em relação a pragas e enriquecendo o solo, melhorando a qualidade da produção do tabaco.

Próximos passos | Para as duas próximas etapas do Conexão Araucária está prevista a restauração ecológica de 95 hectares de Mata Atlântica, sendo 75 na Reserva Particular do Patrimônio Natural Meia Lua, no município de Ponta Grossa/PR, com início em outubro, e mais 20 hectares serão restaurados em APPs em propriedades de produtores integrados da JTI.

“Para isso, nossos técnicos de agronomia estão buscando novos interessados em participar do projeto. Além dos benefícios ecológicos, que se refletem num futuro melhor para as futuras gerações, o produtor ainda recebe um documento com o qual o proprietário pode regularizar a situação das APPs no órgão ambiental”, afirma Clayton.

Sobre a SPVS | A Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que há mais de 36 anos desenvolve projetos inovadores na área de conservação da natureza. As iniciativas desenvolvidas pela SPVS têm por estratégia garantir que investimentos e esforços sejam direcionados para ações prioritárias e efetivas que consistam na manutenção do patrimônio natural brasileiro.

Regente Xian Zhang rege Osesp em concertos com sinfonias de Schumann e Brahms

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: B Ealovega.

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp recebe a regente sino-americana Xian Zhang em seus três próximos concertos na Sala São Paulo, entre quinta-feira (26/ago) e sábado (28/ago). Xian Zhang, que atualmente é diretora musical da Sinfônica de Nova Jersey, esteve em São Paulo regendo a Osesp apenas uma vez, em 2008, e agora retorna para um programa que contempla sinfonias de dois mestres do Romantismo: os alemães Robert Schumann (1810-1856) e Johannes Brahms (1833-1897). A performance da sexta-feira (27), às 20h, será transmitida ao vivo direto da Sala São Paulo, no YouTube da Osesp.

O programa começa com a Sinfonia nº 4 de Schumann, que estreou em Düsseldorf, na Alemanha, no ano de 1853. A primeira versão dessa obra, sob o título original de Fantasia Sinfônica, foi composta logo após a Primeira Sinfonia do autor, em 1841. Lentamente amadurecida, só adquiriu sua forma definitiva dez anos depois, quando a Segunda e a Terceira Sinfonias já haviam ganhado os palcos. A estreia oficial dessa versão revisada em Düsseldorf foi recebida com bastante entusiasmo, assunto de carta do próprio Schumann ao amigo Johann Verhulst: “De alguma maneira, eu reorquestrei a Sinfonia completamente e, para ser franco, ela agora está muito melhor e mais eficaz do que antes”.

Em seguida, a Orquestra apresenta a Sinfonia nº 3 de Brahms, que, assim como seu contemporâneo Schumann, compôs quatro sinfonias durante a vida. Brahms criou a sua Terceira Sinfonia em 1883, quando tinha cinquenta anos, durante um verão passado na cidade alemã de Wiesbaden, junto ao vale do rio Reno. A estreia dessa obra aconteceu em Viena, na Áustria, sob a batuta de Hans Richter, que dirigiu a Orquestra Filarmônica de Viena com enorme sucesso – o maestro, por sinal, viria a considerar essa sinfonia como a Eroica de Brahms, uma referência à sinfonia de mesmo número de Beethoven.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp | Criada em 1954, é uma das mais importantes orquestras da América Latina. Desde 2020, tem o suíço Thierry Fischer como diretor musical e regente titular, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop, que agora é regente de honra. Em 2016, a Osesp esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê pela China. No mesmo ano, estreou projeto em parceria com o Carnegie Hall, com a Nona Sinfonia de Beethoven cantada ineditamente em português. Em 2018, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas por Isaac Karabtchevsky, recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira.

Xian Zhang | Xian Zhang está atualmente em sua sexta temporada como diretora musical da Orquestra Sinfônica de Nova Jersey. Ela também ocupa as posições de Primeira Regente Convidada da Melbourne Symphony Orchestra e de Regente de Honra da Orchestra Sinfonica di Milano Giuseppe Verdi, depois de um período de enorme sucesso – de 2009 a 2016 – como sua diretora musical. Em temporadas recentes, conduziu a Orchestre National de Lyon na Paris Philharmonie e a Orchestre Philharmonique de Radio France como parte do festival La Folle Journée, em Nantes. Anteriormente, atuou como Primeira Regente Convidada da BBC National Orchestra & Chorus of Wales e foi a primeira mulher regente a ter um cargo oficial em uma orquestra da BBC. Em 2002 ganhou o primeiro lugar na Maazel-Vilar Conductor’s Competition. Tornou-se Regente Assistente da New York Philharmonic em 2002, posteriormente tornando-se regente associada e a primeira titular da Arturo Toscanini Chair.

O Concerto Digital conta com o patrocínio da B3 por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

PROGRAMA

TEMPORADA OSESP: XIAN ZHANG

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – OSESP

XIAN ZHANG REGENTE

Robert SCHUMANN | Sinfonia nº 4 em Ré Menor, Op.120

Johannes BRAHMS | Sinfonia nº 3 em Fá Maior, Op.90

Serviço:

26 de agosto, quinta-feira, às 20h

27 de agosto, sexta-feira, às 20h – Concerto Digital

28 de agosto, sábado, às 16h30

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16

Taxa de ocupação limite: 638 lugares

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$50,00 e R$100,00

Bilheteria (INTI): https://osesp.byinti.com/

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para portadores de necessidades especiais; 33 para idosos.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

Onda de calor aumenta 17% o consumo de água tratada

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Mike Erskine/Unsplash.

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Indaiatuba (SAAE) registrou um aumento de consumo de água em razão do aumento das temperaturas na semana passada. O consumo que já estava acima da média anual, mesmo nos períodos mais frios teve um aumento de 17%. Sem chuvas expressivas desde abril deste ano e enfrentando um inverno seco e com baixa umidade do ar, os mananciais estão com seus volumes diminuindo a cada dia e o aumento do consumo piora ainda mais essa situação.

Em 2021, choveu praticamente 300 milímetros a menos que 2020 – o que equivale a menos 37% de água para abastecer os mananciais este ano. Além disso, o clima quente e o calor excessivo faz com que as pessoas gastem água em maior quantidade e, muitas vezes, sem responsabilidade, comprometendo os recursos hídricos.

Dados do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura – Cepagri/Unicamp – Universidade Estadual de Campinas apontam que a média de chuva da região de Campinas está 30% abaixo do esperado para o período, situação pior que em 2014. “Num cenário de chuvas abaixo da média histórica desde o início do ano, é imprescindível que todos nós adotemos medidas práticas no dia a dia para reduzir o consumo de água. O SAAE, por meio de campanhas, aborda o quanto o uso da água deve ser repensado para que não nos falte. Nunca é tarde para economizar água e precisamos da conscientização de todos sobre o uso consciente dos nossos recursos hídricos”, alerta o superintendente do SAAE, Engº. Pedro Claudio Salla.

O Consórcio PCJ (Consórcio formado pelos municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), do qual Indaiatuba faz parte, disponibilizou um boletim sobre a disponibilidade hídrica nas Bacias PCJ com o comportamento das precipitações de chuvas no último mês de julho e seu impacto no balanço hídrico da região. O documento mostra que, se permanecer o comportamento climático atual, o Sistema Cantareira, importante reserva de água para as Bacias PCJ e para a Grande São Paulo, deverá chegar a dezembro de 2021 com apenas 20,20% do seu volume útil.

O Consórcio PCJ atenta para o fato de que o momento é de alerta e que as precipitações abaixo da média vêm sendo verificadas nos últimos quatro anos; contudo, o que se nota em 2021 é uma intensidade maior ainda.

O SAAE de Indaiatuba dispõe de sete mananciais para abastecimento a Represa no rio Capivari-Mirim, Córrego do Barnabé, Represas do Morungaba e do Cupini, Ribeirão Piraí, Córrego do Batatinha e rio Jundiaí. A represa do Capivari-Mirim está com 57% da sua capacidade.

Como em diversas outras cidades, Indaiatuba está sentindo o impacto desta severa estiagem com um diferencial – o investimento do Município que garante a segurança hídrica e o abastecimento de Indaiatuba; entre eles, a barragem do Rio Capivari-Mirim, ampliação em quase 100% na reserva de água tratada e ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA III) no bairro Pimenta.

(Fonte: Departamento de Comunicação Social/SAAE)