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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Seminário debate Amazônia e como é possível seu desenvolvimento de forma sustentável

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Vlad Hilitanu/Unsplash.

A Amazônia foi o tema central das discussões que permearam a tarde de ontem, durante o seminário internacional Os Desafios da Ciência em Novo Pacto Global do Alimento, promovido no âmbito do projeto Biomas Tropicais, do Instituto Fórum do Futuro. A discussão foi concentrada no uso sustentável dos recursos da região como forma de reduzir a miséria e a desigualdade social considerando as características dos territórios envolvidos e o status das diferentes áreas em relação ao uso da terra. Outro desafio levantado foi como converter uma economia extrativista numa economia do conhecimento com base em espaços de inovação.

O evento contou com a participação de José Oswaldo Siqueira, do Fórum do Futuro, do chefe-geral da Amazônia Oriental, Alfredo Venturieri, do pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Alfredo Homma, do biólogo da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, Kyle Dexter e do diretor da associação privada BioTec-Amazônia, José Seixas Lourenço.

Confira a cobertura completa em https://www.forumdofuturo.org/desenvolvimento-sustentavel/a-amazonia-e-os-principais-desafios-para-o-desenvolvimento-sustentavel-da-regiao-foram-debatidos-durante-seminario/.

Alfredo Venturieri, chefe geral da Embrapa Amazônia Oriental.

Preservação da floresta e redução da desigualdade social | O Brasil possui 493,5 milhões de hectares de cobertura florestal, o que representa metade da área ocupada por florestas em toda a América Latina. O dilema abordado pelos palestrantes foi: como preservar essa extensão florestal e, consequentemente, tornar menos desigual a distribuição de renda.

O painel teve a participação do ex-ministro da Fazenda e membro do Fórum do Futuro, Paulo Haddad, e do representante adjunto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Gustavo Chianca.

A cobertura completa do painel pode ser conferida em https://www.forumdofuturo.org/desenvolvimento-sustentavel/tecnologia-e-o-foco-na-discussao-sobre-preservacao-florestal-e-reducao-da-desigualdade-social/.

Alfredo Homma, pesquisador Embrapa Amazônia Oriental.

Amazônia: maior celeiro global de produtos naturais | Ainda dentro da temática Amazônia, os debates focaram no desafio de transformar a região no maior celeiro global de produtos naturais. De acordo com os dados apresentados, a Amazônia possui 1/3 da vegetação tropical do Planeta; porém, responde apenas por 0,17% das vendas internacionais de produtos certificados e alinhados à conservação da Floresta.

Para o debate, que foi moderado pelo representante do Fórum do Futuro, Pedro Abel, participaram o gestor do departamento nacional de produtividade do Sebrae Nacional, Victor Ferreira, o pesquisador da Embrapa do Acre, Judson Valentim e a representante da a Fundação Vale, Bia Marchiori.

A cobertura completa do painel pode ser conferida em https://www.forumdofuturo.org/bioeconomia/potencial-de-producao-da-amazonia-pode-transformar-a-regiao-no-maior-celeiro-global-de-produtos-naturais/.

A sistematização do conhecimento regional e global | A diversidade da Amazônia, a importância de gerar conhecimentos para aplicação nas realidades locais e a relação entre o desenvolvimento econômico e as abelhas polinizadoras foram pontos levantados pelos palestrantes.

As discussões levantadas, com exemplos distintos, mostraram a importância de se desenvolver novos conhecimentos para o avanço sustentável da região amazônica. Para isso, a pesquisa e a ciência são necessárias para que o país colha os resultados desse investimento e possa prosperar na produtividade e na qualidade dos alimentos.

Entre os participantes do painel, estavam o presidente do CNPq e coordenador científico do Instituto Fórum do Futuro, Evaldo Vilela, o biólogo e pesquisador Adalberto Val e a bióloga Vera Lucia Imperatriz Fonseca.

A cobertura completa está disponível em https://www.forumdofuturo.org/bioeconomia/painel-debate-a-importancia-da-ciencia-e-do-desenvolvimento-sustentavel-na-amazonia/.

Projeto Biomas Tropicais | O Projeto Biomas Tropicais é coordenado pelo Instituto Fórum do Futuro, presidido pelo Professor Alysson Paolinelli, e conta no seu núcleo central com a parceria de instituições como o CNPq, a Embrapa, a Universidade de São Paulo (Esalq), as Universidades Federais de Lavras e Viçosa, o Centro de Gestão de Estudos estratégicos, o Sebrae e a FGV-Agro, além de inúmeras instituições regionais em cada um dos biomas estudados. A experiência deve desenvolver alternativas para a integração da ciência, energia, natureza e alimentos, criando uma sinergia entre essas áreas e dando grande ênfase a ações sustentáveis.

A concepção do Projeto Biomas começou há oito anos e a implantação teve início em meados de 2019, no Polo Demonstrativo dos Cerrados, em Rio Verde (GO). Agora estão sendo iniciados os trabalhos na Amazônia e na Caatinga.

Serviço:

Seminário Internacional Os Desafios da Ciência em Novo Pacto Global do Alimento

Data: 16 de junho

Acesse: https://www.educadoragil-evento.com.br.

Estratégia de vacinação contra Covid-19 foi dificultada por conflitos políticos e falta de coordenação

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.

Diante da pandemia de Covid-19, o mundo precisou parar para rever as estratégias não só de preparação para lidar com uma epidemia de amplitude global, mas também nos processos de vacinação capazes de imunizar a população. De acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) em parceria com a London School of Economics and Political Science (LSE) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), os conflitos políticos entre presidente e governadores e a falta de definição de grupos prioritários de vacinação dificultaram a estratégia de vacinação no Brasil, além de outras decisões tomadas durante processo de produção ou aquisição das doses.

Publicada na revista Social Science & Medicine, a pesquisa traz três dimensões que influenciaram a vacinação de países de renda média, como o Brasil: a produção e aquisição de vacinas, a regulação do registro para comercialização das vacinas e o processo de vacinação propriamente dito.

As análises feitas a partir de uma pesquisa qualitativa mostraram que as conexões entre produção, regulação e distribuição de vacinas são decisivas para a eficácia das  estratégias de vacinação contra a Covid-19 — é o caso das decisões regulatórias, que têm implicações para a velocidade de disponibilização das vacinas no país. Ainda que a Anvisa tivesse pronta capacidade de se adaptar e responder às demandas regulatórias durante a pandemia, a agência ficou à mercê de conflitos políticos que prejudicaram a reputação organizacional, além de semear dúvidas e desconfianças sobre as vacinas.

Outro ponto abordado pela pesquisa foram os processos de transferência de tecnologia para a produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), que costumam ser uma alternativa para países de renda média obterem maior acesso às vacinas. No entanto, o caso brasileiro ilustra que a teoria é bastante diferente da prática, já que a transferência de tecnologia é um processo que exige adaptação das fábricas e acordo legal (inclusive sobre o pagamento de royalties) e que levam tempo para acontecer. “O caso do Brasil demonstra que capacidades estatais não são suficientes para garantir uma preparação para pandemia, sendo necessário considerar as implicações das contestações políticas ao longo da cadeia de produção, regulação e distribuição de vacinas”, pondera Elize Massard da Fonseca, uma das autoras do estudo. Para a pesquisadora, além do investimento em desenvolvimento industrial, é crucial integrar os sistemas de saúde às iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de vacinas.

“Essa integração não pode ser construída da noite para o dia, durante uma pandemia, mas precisa ser fruto de investimentos de longo prazo em produtos estratégicos, que possam ser mobilizados em casos de crises de saúde pública”, alerta a pesquisadora. Fonseca destaca que esse tipo de diretriz é importante especialmente para os países que não têm capacidade de fazer reserva de mercado ou grandes investimentos em produtos em fase de pesquisa ou, ainda, que não se classificam para o recebimento de doações de vacinas para países de baixa renda.

(Fonte: Agência Bori)

Festival Dançarte está com inscrições abertas até 25/6

Salto, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O 24º Festival Nacional e Internacional de Dança Dançarte – Helena Belo Torquato, que acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de julho de 2021 na Sala Palma de Ouro – CEC em Salto/SP, está com as inscrições abertas para bailarinos e grupos de dança até o dia 25 de junho.

Com a situação atual, para não haver aglomerações nos camarins, corredores e plateia, esta edição abrirá inscrições somente para Solos, Duos e Trios (podendo sofrer alterações e abertura para novas inscrições) e em todo o evento será obrigatório o uso de máscara. Durante os três dias, haverá duas sessões com horários alternados. Poderão se inscrever trabalhos coreográficos das seguintes modalidades: Clássicos Livre e Repertório, Moderno, Contemporâneo, Estilo Livre, Jazz, Sapateado, Danças Urbanas, Danças Populares, Dança de Salão, Dança do Ventre, Dança Flamenca e Gospel. Os Duos Masculinos, Duos Femininos, Pas de Deux, Terceira Idade, Solos Masculinos, Solos Femininos e Variações competirão separadamente. Já as Escolas e/ou Grupos poderão inscrever com Solos, 3 Duos e 2 Trios.

O objetivo do Dançarte é oferecer um festival competitivo, visando, principalmente, a vitrine dos trabalhos coreográficos e a análise por meio de outros olhares da dança. O que interessa para a organização são a total transparência e honestidade com os trabalhos realizados e o respeito com os bailarinos e coreógrafos. “Criamos um festival onde os bailarinos possam ser bem recebidos com o carinho e respeito que merecem”, explica a bailarina, coreógrafa e idealizadora Michele Torquato.

História | A primeira edição foi realizada em 1997, no Teatro Municipal Giuseppe Verdi/Salto – SP, por iniciativa da incentivadora artística Helena Belo Torquato. No início, o objetivo principal do festival era, além de expandir a dança, promover uma oportunidade a mais dos grupos, escolas, academias e bailarinos, independentes da região, se apresentarem durante o ano letivo.

Com o passar dos anos, o festival foi tomando corpo, criando assim suas próprias características e ganhando seus admiradores e seguidores por todo o Brasil e América Latina.

Toda a verba obtida por meio de patrocínios e inscrições é revertida para o próprio bailarino em som e iluminação de ótima qualidade, piso apropriado no palco, teatro de ótima qualidade e estrutura, além de posto médico para qualquer eventualidade e segurança personalizada nos camarins.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail e confira o regulamento completo: dancartesalto@gmail.com.

Serviço:

24º Dançarte – Helena Belo Torquato (in memoriam)

Data: 9, 10 e 11 de julho

Local: Teatro Sala Palma de Ouro – CEC em Salto/SP

Inscrições: Até 25 de junho pelo e-mail dancartesalto@gmail.com

Informações: (11) 4456-8602 ou pelo WhatsApp (11) 98610-7915

Site: https://dancartesalto.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/dancarte_salto/.

Iguatemi São Paulo promove evento que mistura música e gastronomia

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers anuncia a idealização da primeira edição do Taste the Music, evento patrocinado pela Heinz, Stella Artois e apoio da Grand Cru que une os universos da gastronomia e da música de 24 a 27 de junho no Boulevard do Iguatemi São Paulo. Os clientes poderão degustar os menus dos melhores restaurantes da capital paulista ao som de DJs renomados com total segurança, isolados em cabines fechadas e limitadas para até quatro pessoas e mantendo os protocolos de saúde.

Os restaurantes participantes da 1ª edição do Taste the Music são A Baianeira, Aizomê, Così, Cozinha 212, Ecully, Jamile, Piselli Sud e Tasca do Zé e da Maria. Eles serão responsáveis por produzir saborosos pratos para o evento, que será realizado tanto no almoço, quanto no jantar.

Prato do Ecully para o Taste the Music.

A venda dos ingressos está sendo online por meio do site da Ingresse, com opções para o almoço (R$120 por pessoa) e jantar (R$190 por pessoa). A programação completa está disponível abaixo.

A grande novidade fica por conta da programação musical composta por um time de DJs renomados que estarão no local. Entre as atrações, estão Ale Salles, Dudu Sax, Du Ferreira, Fatu, Marcelo Botelho e Rodrigo Raposa.

Na entrada, os clientes passarão por tapetes sanitizantes e terão suas temperaturas medidas, além do uso obrigatório de máscara. Dispositivos com álcool em gel também estarão à disposição dos clientes nas mesas.

DJ Fatu é um dos que farão parte do evento.

Alguns empreendimentos da Rede Iguatemi irão receber o Taste the Music. O lançamento oficial será no Iguatemi São Paulo, de 24 a 27 de junho. O Pátio Higienópolis irá sediar o evento a partir de 1º de julho até o dia 4, já o Iguatemi Alphaville irá receber o evento de 9 a 11 de julho. Ainda em julho, entre os dias 16 e 18, será a vez do Iguatemi Campinas receber a ativação.

Serviço:

Taste the Music

Data: 24 a 27 de junho

Horário: 12h às 14h (almoço) e a partir das 19h (jantar)

Preço: Ingresso para Almoço: R$120,00 e Jantar: R$190,00

Local: Boulevard do Iguatemi São Paulo

Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano.

Programação:

24/6: Almoço do Cosí e Jantar do Piselli Sud

25/6: Almoço do Ecully e Jantar do Aizomê

26/6: Almoço do Jamile e Jantar do Tasca do Zé e da Maria

27/6: Almoço A Baianeira e Jantar da Cozinha 212.

30% das roupas produzidas nunca são vendidas

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nick de Partee/Unsplash.

A lógica de superprodução da indústria da moda impacta diretamente o meio ambiente com uso excessivo de recursos não renováveis e acúmulo de resíduos. Dados da publicação Overproduction: Taboo in Fashion mostram que 30% das roupas produzidas nunca são vendidas e um terço só sai das lojas com desconto. Outro número da empresa de impressão on demand Printful mostra que uma em cada cinco peças de roupas produzidas são descartadas sem nunca serem usadas.

Para a TUDU, retailtech brasileira que nasceu com a proposta de vender roupas e objetos somente sob demanda e desafiar a produção em massa, mudar essa lógica é urgente. “Os impactos da indústria têxtil são devastadores e a dinâmica da cadeia de produção atual não faz sentido. Além da utilização de recursos finitos como a água e também a emissão de toneladas de gases de efeito estufa e geração de toneladas de resíduos, as empresas investem na produção de peças que, como mostram os números, nunca serão vendidas ou utilizadas”, acrescenta Fabio Zausner, CEO da TUDU.

Os dados reunidos pela empresa americana ShareCloth mostram os impactos dessa superprodução na indústria da moda: de acordo com o relatório, são produzidas 150 bilhões de peças por ano na indústria da moda global. No entanto, já foi possível confirmar que pelo menos 30% dessas peças nunca são vendidas. O resultado disso é que mais de 12,8 mil toneladas de roupas são enviadas para aterros sanitários anualmente.

Também são produzidas, anualmente, 92 milhões de toneladas de resíduos sólidos com 98 milhões de toneladas de recursos naturais, além da emissão de 1,2 milhão de toneladas de gases de efeito estufa na produção têxtil. Fora o desperdício na produção, também há a perda desperdício na utilização das peças, especialmente com o conceito de fast fashion ou moda rápida: a economia global perde US$460 bilhões por ano porque as pessoas jogam fora roupas que poderiam continuar sendo utilizadas.

Na contramão da produção em massa e do desperdício, empresas como a TUDU nasceram para trazer uma nova proposta de produção e consumo. A retailtech, que já foi notada por marcas como Disney, Netflix e Marvel, trabalha com processos sustentáveis do começo ao fim: produção on demand, ou seja, só são produzidas peças que de fato serão vendidas, embalagens recicláveis, além de algodão e tintas certificados/sustentáveis. A startup também oferece rapidez na produção e entrega (um dia útil para clientes em São Paulo, por exemplo) e preço acessível para esse tipo de produção. “Já existe uma série de tecnologias e soluções que colaboram com a mudança dessa lógica, mas há um desafio de mudar não só o mindset das pessoas para o consumo, mas principalmente das empresas para produção – o que não é interessante para elas”, explica Zausner.

No entanto, se as empresas não agirem de maneira diferente, elas não só vão continuar impactando o meio ambiente como terão que lidar com custos cada vez maiores para materiais e energia, uma vez que os recursos são escassos. É o que mostra o relatório Pulse of the Fashion Industry, projetando que as marcas de moda verão uma redução de lucro de US$52 bilhões em toda a indústria até 2030 se continuarem com esse modelo de produção.

“Nós já estamos vendo as novas gerações priorizarem marcas com boas práticas ambientais, além do consenso corporativo que medidas ESG não são só mais um modismo. As empresas sabem que, se não se adequarem, estarão fora do mercado em poucos anos. Mas  com a escassez de recursos e grandes marcas atrasadas na adoção de melhores práticas para frear o desperdício, no longo prazo, os impactos podem ser devastadores”, finaliza o CEO.