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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Escola municipal colore espaços para estimular o aprendizado

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A equipe da EMEB e Creche Prof. Galdino Augusto Lopes Chagas coloriu os espaços da unidade para receber os alunos para o retorno presencial das aulas. As pinturas foram feitas pensando na proposta de atividades de estimulação infantil a partir dos conteúdos e projetos trabalhados pela Rede Municipal de Ensino de Indaiatuba.

As paredes da entrada da escola receberam pinturas que contemplam o Projeto Ler Faz Bem – as imagens retratam a magia do mundo da leitura e tornam mais acolhedor o ambiente onde os pais e alunos são recepcionados para retirar as atividades impressas.

Nas áreas externas, onde ficam o “Parque I” e “Parque II”, destinados às atividades de recreação e movimento, algumas paredes foram coloridas com desenhos de flores e aves, que contemplam a temática Meio Ambiente. No chão, foram desenhados circuitos para desenvolver atividades de pequenos deslocamentos, além de etapas para apresentar de forma lúdica as letras e números aos alunos.

Parede da contação de histórias.

No corredor de acesso às salas de aula do Bloco 2 foi feito desenhos de peixes e elementos que precisam ser preservados para a conservação do Meio Ambiente, desenvolvida nas atividades com os alunos.

As paredes do Porão de Contação de Histórias receberam pintura de personagens dos contos clássicos infantis para estimular e desenvolver o hábito de leitura. Neste espaço, as crianças terão contato com a leitura, contação, reconto, teatro e criação de histórias, diretrizes propostas pelo Projeto Ler Faz Bem.

A “Cidade Galdino” foi criada na área de atividades do Bloco 2, onde foi reproduzido, de forma divertida e didática, o bairro em que está instalada a escola. O objetivo é fazer com que as crianças compreendam a importância dos pontos de referência para a localização espacial, além de trabalhar com a representação da via pública para ensinar o deslocamento com os cuidados básicos para evitar acidentes no trânsito.

Circuito no chão da área externa.

Em outra parede do pátio do Bloco 2 foram feitos murais para a exposição de fotos e trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Ao lado da cozinha onde são preparados os alimentos dos alunos foram feitas pinturas para reforçar os hábitos saudáveis trabalhados no Projeto Alimentação Saudável.

Já no “Porão de Atividades” serão criadas ilustrações de indivíduos de diferentes etnias, para demonstrar o conteúdo direcionado pelo Projeto Relações Étnico-Raciais.

As pinturas têm sido divulgadas para a comunidade escolar por meio de fotos e vídeos enviados aos responsáveis nos grupos de WhatsApp das turmas da escola.

Pista de patinação é nova atração do Shopping Cidade Jardim

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Shopping Cidade Jardim.

O Shopping Cidade Jardim revive a magia das pistas de patinação dos anos 80 com a inauguração, na próxima quinta, 22 de julho, da Roller Boogie. Instalada no espaço de eventos Casa Bossa, no terceiro piso do shopping, a Roller Boogie terá decoração totalmente instagramável, com um mood vintage repleto de neons, projeção de videoclipes, uma cabine fotográfica para fotos instantâneas e trilha sonora assinada pela DJ Marina Diniz especialmente para embalar a patinação.

Para ingressar na Roller Boogie, o patinador pagará R$60 de segunda à sexta-feira e R$80 aos sábados e domingos. O convite dá direito a duas horas de permanência no local. Acompanhantes pagam R$30 e menores de 4 anos têm entrada gratuita. Os ingressos podem ser comprados na bilheteria da Casa Bossa (não haverá venda on-line de convites) e, para quem precisar, no local haverá aluguel de patins, ao custo de R$20. A ideia é receber todos os tipos de praticantes, dos supertreinados aos iniciantes – para estes, a Roller Boogie oferece aulas particulares com instrutores ao custo de R$80/hora. Para patinar é necessário ter ao menos 6 anos de idade ou calçar ao menos 28.

Seguindo os protocolos de saúde, a lotação da pista será de 60% se sua capacidade total. O uso de máscara é obrigatório durante todo o tempo e não será permitido o consumo de alimentos ou bebidas no local.

Para garantir a ventilação adequada no local, a Casa Bossa disponibiliza um moderno tratamento do ar-condicionado, o Notorius Air. Ele consiste numa instalação de lâmpadas UV-C que eliminam vírus, bactérias e fungos.

Prefeitura de SP realiza Festival Amparo, com shows, teatro, DJs e performances em apoio aos espaços artísticos

São Paulo, por Kleber Patricio

Douglas Germano. Foto: divulgação.

Com o intuito de ajudar espaços culturais e artistas afetados pela pandemia, o Festival Amparo estreia com seis dias de programação de shows, espetáculos de teatro, apresentações de DJs e performances de diversas linguagens artísticas. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o evento ocorre de maneira virtual entre 27 de julho e 1º de agosto, como iniciativa de fomento e mitigação a espaços artísticos e culturais, como casas de shows, casas noturnas e teatros – impedidos de desempenhar plenamente suas atividades pelas restrições de público impostas pela pandemia de Covid-19.

Foram mapeados mais de 100 espaços, antes abertos ao público, em todas as regiões da cidade para a programação, que pode ser acompanhada virtualmente pelo site https://festivalamparo.prefeitura.sp.gov.br/ a partir de três diferentes canais: CCSP, Galeria Olido e Vila Itororó. Em cada canal, dois MCs apresentam as atrações do Festival Amparo: Thiago França e Dani Nega, no CCSP, Marina Mathey e Jaloo, no Centro Cultural Olido e Bixarte e Edgar, na Vila Itororó. Os vídeos foram gravados no mês de julho de 2021.

Entre as apresentações, estão nomes conhecidos como Rincon Sapiência, Francisco El Hombre, Douglas Germano, Anelis Assumpção, Batekoo, e companhias de teatro como o Oficina, Núcleo Experimental de Teatro, Cemitério dos Automóveis e Satyros.

Anelis Assumpção. Foto: divulgação.

A programação do Festival Amparo contempla múltiplas linguagens, como o teatro, a poesia, a dança, o batuque, além de diversos estilos musicais – entre eles, o rap, o rock, o reggae, o samba e ritmos tradicionais da cultura popular. A diversidade de expressões, somada à resistência dos espaços artísticos e culturais, é de fundamental importância para que a cadeia produtiva do setor de eventos possa se manter e se reestruturar para uma retomada segura. “O apoio a essas casas não apenas gera emprego e renda, girando a roda da economia criativa, mas tem um papel fundamental no próprio desenvolvimento da canção, do teatro e de outras linguagens artísticas”, afirma o secretário de Cultura da cidade de São Paulo, Alê Youssef.

O Festival Amparo é uma extensão do Plano de Amparo à Cultura, lançado em fevereiro de 2021 pela Prefeitura de São Paulo. O Plano de R$100 milhões desenvolve um conjunto de medidas diversas de apoio a artistas, técnicos, produtores, espaços culturais, grupos e coletivos impossibilitados de exercer suas funções em razão da pandemia de Covid-19. Além disso, o projeto também é ação fundamental e essencial para garantir o acesso da população à diversidade cultural da cidade, de acordo com a Constituição Federal.

Exposição do SESC São Paulo apresenta obras de artistas indígenas de povos das Américas na unidade da Vila Mariana

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra coletiva do povo Huni Kuin. Foto: divulgação/SESC SP.

Encontros Ameríndios, exposição que entra em cartaz no SESC Vila Mariana a partir do dia 31 de julho, traz um recorte da produção artística de povos indígenas das Américas. Compõem a mostra obras de artistas dos povos Guna (Comarca Kuna Yala, Panamá), Haida (Arquipélago de Haida Gwaii, Colúmbia Britânica, Canadá), Huni Kuin (Terra Indígena do Alto Rio Jordão, Acre, Brasil), Shipibo-Konibo (Comunidade de Cantagallo, Lima, Peru, e Alto Ucayali, Amazônia Peruana) e Tahltan (Telegraph Creek e Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá). Com coordenação da Profa. Dra. Sylvia Cauiby Novaes (CEstA – Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo) e curadoria do Dr. Aristoteles Barcelos Neto (University of East Anglia, Reino Unido), a proposta é reunir trabalhos que dialogam entre si e permitem reflexões sobre ancestralidade e temas contemporâneos, centrando também nas culturas desses povos.

Na exposição, a narrativa proposta pelos curadores torna os mundos ameríndios reconhecíveis e comunicáveis não apenas entre si, mas para todo público. Os conteúdos abordados serão fortalecidos na programação integrada para ampliar o conhecimento sobre os povos – do local onde habitam, passando por filosofias de vida até questões contemporâneas. A mostra apresenta uma seleção de obras, incluindo pinturas, desenhos, arte digital, bordados e entalhe em madeira, enfocando a criatividade individual dos artistas, as mudanças em suas obras ao longo do tempo, o universo temático abordado por elas, as preferências plásticas e estéticas e as questões filosóficas e cosmológicas que as artes desses povos ameríndios apresentam. As diferentes Américas se articulam por meio da escolha dos artistas, sendo o corpo criativo composto por cerca de 30 pessoas, e de 45 trabalhos.

Do Norte, os canadenses Gwaai Edenshaw e seu irmão Jaalen Edenshaw, do povo Haida, se dedicaram entre 2009 e 2017 ao entalhe em madeira para replicar a Grande Caixa de Potlach Haida. Também do Canadá, o artista Alano Edzerza traz ilustrações de animais comuns à tradição do povo Tahltan.

Mulheres do povo Guna, do Panamá, exibem as molas, arte têxtil produzida a partir de camadas de tecidos que criam uma vasta gama de padrões representando desde a vegetação nativa até a vida urbana, cada vez mais presente em seu cotidiano. Mais ao Sul, as peruanas Wilma Maynas Inuma e Olinda Silvano apresentam os bordados do povo Shipibo Konibo. Já a obra coletiva de artistas do povo Huni Kuin (coletivo MAHKU) representa o Brasil por meio de um painel que explora o universo xamanístico do Nixi Pae (conhecido popularmente como ayahuasca), trabalho que também foi elaborado exclusivamente para a mostra, mas na própria comunidade. “A ideia de encontro de alteridades é fundante dos mundos sociocosmológicos ameríndios. Encontros interculturais e intercomunitários são amplamente valorizados pelos povos indígenas tanto da Amazônia quanto da Colúmbia Britânica que, com suas famosas Potlatch, se reúnem para celebrar sua ancestralidade e riqueza cultural e material. Os artistas reunidos nesta exposição são os protagonistas de novas possibilidades dialógicas entre as estéticas, técnicas artísticas e criatividades ameríndias”, afirma o curador Barcelos Neto.

Sobre as obras/artistas | Constam em Encontros Ameríndios obras de Alano Edzerza, artista multimídia do povo Tahltan; o trabalho escultórico dos irmãos Gwaai e Jaalen Edenshaw, artistas Haida; as sobreposições de tecidos de Ana Bella Fernandez, Angelmira Owens Perez, Benilda Mores, Briseida Iglesias, Buna Bipi, Conciencia Grace Rodriguez, Dilma Gardel, Edita Lopez, Emilsy Fernandez, Flor Fernandez, Gilda Tejada, Lea Amelta Tejada, Lonilda Gonzalez, Lucrecia Places, Rosalia Tejada e Victoria Gonzalez, artistas Guna; os padrões geométricos bordados de Olinda Silvano, Wilma Maynas, Silvia Ripoca, Ronin Koshi Arias Silvano e Dora Inuma Ramírez, artistas do povo Shipibo-Konibo e pinturas de artistas Huni Kuin do coletivo Mahku.

O público pode visitar a exposição de forma gratuita e presencial mediante agendamento prévio online por meio da página de cada unidade no Portal do SESC São Paulo ou em sescsp.org.br/exposicoes. Para assegurar o distanciamento recomendado entre os visitantes, as vagas para as sessões são limitadas, sempre respeitando o limite de até cinco pessoas a cada 100 m² e a ocupação limitada da capacidade total de cada local. O uso de máscara é obrigatório durante todo período de permanência na unidade.

Serviço:

Encontros Ameríndios

SESC Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, São Paulo – SP

Período expositivo: de 31 de julho de 2021 a 13 de fevereiro de 2022

Horário de funcionamento: terça a domingo, incluindo feriados

Local: Térreo – Torre A

Consulte os horários de agendamento disponíveis em sescsp.org.br/exposicoes

Livre

Grátis

SESC Vila Mariana | Informações

Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A)

Estacionamento: R$5,50 a primeira hora + R$2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes). R$12 a primeira hora + R$3,00 a hora adicional (outros) – 111 vagas.

Informações: (11) 5080-3000

sescsp.org.br

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Livros: FGV Editora e Universidade de Columbia lançam “Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

No momento em que o livro Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina é lançado em português pela FGV Editora em parceria com a Escola de Relações Públicas e Internacionais (SIPA) da Universidade de Columbia e o Columbia Global Centers do Rio de Janeiro, a estrutura institucional da Lava Jato no Brasil está perdendo o impulso, com a extinção deste modelo de força-tarefa por determinação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o devido distanciamento do período de pleno funcionamento da Lava Jato, o tempo presente parece apropriado para dar um passo atrás e avaliar o real significado de tudo o que aconteceu. O livro, organizado por Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar, contribui para o entendimento desta operação ao separar as dimensões políticas do escândalo que abalou o Brasil das menos aparentes, porém mais importantes “lições aprendidas” da Lava Jato sobre o combate à corrupção.

Nos 15 capítulos da obra, 19 autores e autoras do Brasil e de outros países receberam o desafio de deixar de lado suas inclinações políticas para olhar novamente para este episódio. Os artigos, escritos em linguagem clara e acessível, consideram a questão da corrupção de uma forma que vai muito além de críticas e interpretações de procedimentos criminais e minúcias da aplicação da lei.

Neste livro, a maior investigação contra a corrupção no mundo é analisada sob diferentes perspectivas, abarcando não apenas aspectos judiciais, mas também práticas cotidianas da corrupção sistemática e a forma como a política, a mídia e a administração operaram em tal contexto, com o distanciamento temporal dos acalorados debates políticos, e inclui ainda entrevistas com alguns de seus principais atores, como Deltan Dallagnol, Sergio Moro e Glenn Greenwald.

A coletânea é um chamado à luta, para que cidadãos preocupados exijam transparência e responsabilidade daqueles que nos governam com propósitos corruptos.

Para marcar este lançamento, será promovido um webnário especial com a participação da organizadora da obra, Fernanda Odilla, e das autoras que contribuíram com seus capítulos, Ana Luiza Aranha, Raquel de Mattos Pimenta, Daniela Campello, Denisse Rodriguez-Olivari e Jessie W. Bullock.

Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina

Org.: Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar

FGV Editora e Universidade de Columbia | SIPA

Impresso – R$60,00 | Ebook – R$42,00

Lançamento: dia 27/7/2021, às 18h, no Canal FGV no Youtube.