Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Museu do Ipiranga inicia restauro de quadros do Salão Nobre por meio de doação

São Paulo, por Kleber Patricio

“Independência ou Morte” (1888), de Pedro Américo. Obra restaurada no ano passado receberá aplicação de verniz. Imagens: divulgação/Museu do Ipiranga.

Nem só de engenharia e arquitetura se faz o Novo Museu do Ipiranga. Além da modernização, restauração e ampliação do Edifício-Monumento, o público vai encontrar, em 2022, grande parte do seu acervo restaurado. Por meio de um programa de fomento artístico do Bank of America, dos Estados Unidos, o Museu do Ipiranga adquiriu o montante necessário para o restauro de nove quadros que residem no Salão Nobre, espaço de destaque da instituição, e a aplicação de verniz na tela Independência ou Morte, de Pedro Américo, cujo restauro foi realizado no próprio salão, devido à grande proporção da tela, e finalizado no primeiro semestre do ano passado.

O trabalho conta com uma equipe de dez profissionais e será iniciado ainda em julho; a previsão é de que dure dez meses, com a conclusão em maio de 2022. Está prevista, também, a produção de um livro com os bastidores do restauro e a história das obras. A operação inclui procedimentos como remoção de verniz, sujeira, preenchimento de perfurações, planificação, reentelagem, renovação de molduras e chassis, restauro de dourações, retoques e, por fim, aplicação de vernizes de proteção.

“Sessão das Cortes de Lisboa” (1922), de Oscar Pereira da Silva.

“O Museu do Ipiranga tem uma grande quantidade de obras que precisariam ser restauradas para a reabertura das exposições em 2022 (são 43 no total), com um custo total aproximado de 1,3 milhão de reais. No entanto, a sua concretização dependia efetivamente de verbas para a sua realização”, conta Rosaria Ono, diretora da instituição.

“Tínhamos, em nosso orçamento, cerca de 20% dessa verba garantida; portanto, a doação recebida do Bank of America foi importantíssima para contemplar o restauro de mais obras e também fundamentou um pleito de verba adicional do Museu à Universidade de São Paulo para que todas as obras pudessem ser restauradas”, conclui.

Espaço mais importante do Museu, o Salão Nobre, com seus 182 metros quadrados e mais de 10 metros de pé-direito, foi projetado para abrigar a tela de Pedro Américo, que figura o momento em que se anunciou a ruptura política com Portugal. O ambiente é o ponto culminante do chamado “Eixo Monumental”, que começa no saguão, no piso térreo, passa pelas escadarias, até chegar neste espaço, que fica no ponto mais central do edifício. Todo o acervo artístico do Eixo Monumental é patrimônio cultural tombado e será conservado em sua integridade na reabertura.

Em 1922, ano em que se comemorou o Centenário da Independência do país, o historiador e diretor do Museu na época, Afonso d’Escragnolle Taunay, encomendou diversas pinturas de história; dentre elas, as nove telas que passaram a ladear a de Pedro Américo. Realizadas pelo pintor brasileiro Oscar Pereira da Silva e pelo italiano Domenico Failutti, as pinturas retratam episódios políticos que antecederam a declaração de Independência e personagens que atuaram no processo de Independência. Entre esses personagens, estão o Imperador Pedro I de Bragança, diversos políticos e cenas icônicas, e duas personagens femininas – Leopoldina de Habsburg-Lorenz, primeira imperatriz do Brasil, e a combatente Maria Quitéria de Jesus, mulher que aderiu às tropas militares que expulsaram os portugueses da cidade de Salvador da Bahia. O conjunto de pinturas do Salão Nobre sofreu consideráveis desgastes ao longo de quase 100 anos de exibição. A restauração prevista permitirá que o ambiente tradicionalmente mais visitado do Museu do Ipiranga recupere a qualidade visual de seu acervo artístico de pinturas que integram o imaginário nacional e são conhecidas em todo o país.

“O Príncipe Regente Dom Pedro e Jorge de Avilez a Bordo da Fragata União” (1922), de Oscar Pereira da Silva.

“Esse patrocínio faz parte do programa chamado Bank of America Art Conservation Project, que demonstra nosso apoio estratégico à arte em todo o mundo e reflete parte de nossos compromissos em ambiental, social e governança (ESG). O objetivo do Bank of America, neste caso, é promover o Museu do Ipiranga, as obras em restauro e os seus artistas, e incentivar outras empresas a também contribuírem para conservação do riquíssimo patrimônio artístico e cultural que temos no Brasil e que carece de apoio financeiro”, afirma Thiago Fernandes, responsável pela área de Meio Ambiente, Social e de Governança do Bank of America (Bofa) na América Latina.

Museu do Ipiranga – USP | Fechado desde 2013, o Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP). As obras se iniciaram em outubro de 2019 e a expectativa é de que o museu seja reaberto em setembro de 2022 para a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Para mais informações sobre o restauro, acesse o site museudoipiranga2022.org.br.

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocinadores e parceiros: BNDES, Fundação Banco do Brasil, Vale, Bradesco, Caterpillar, Comgás, CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, EDP, EMS, Itaú, Sabesp, Santander, Banco Safra, Honda, Raízen, Postos Ipiranga, Pinheiro Neto Advogados, Atlas Schindler e Novelis.

“Bagdá Vive Em Mim” estreia dia 2 de setembro nos cinemas

Brasil, por Kleber Patricio

Os protagonistas de Bagdá Vive Em Mim costumam se reunir em um café para encarar juntos a diáspora existencial que vivem, marcada por uma saudade insaciável de seu país de origem e a consciência de que nunca mais se sentirão confortáveis lá. Esses personagens, criados pelo diretor e corroteirista Samir, expõem os grandes tabus da sociedade árabe: o ateísmo, o machismo e a homossexualidade.

O longa é ambientado em Londres, pouco antes do Natal, e gira em torno de Taufiq, poeta iraquiano e guarda noturno. O sobrinho de Taufiq, Nasseer, se volta ao islamismo radical – Yasin, um pregador extremista e seus seguidores parecem controlar o jovem. Taufiq fica contrariado – o comunista desaprova o fundamentalismo islâmico.

Taufiq busca conselhos com seus amigos no Café Abu Nawas, nomeado em homenagem a um dos maiores poetas de língua árabe. É lá que o escritor declama poesias e relembra com amigos comunistas seus antigos ideais. O café também abriga outros iraquianos em busca de liberdade; entre eles, a jovem Amal, que trabalha no local. Ela pediu asilo na Inglaterra como cristã perseguida, mas Amal na verdade estava fugindo de Ahmed, seu violento marido. Muhannad também procura refúgio no café. Ele deixou Bagdá para escapar da ameaça que sofria em seu país por ser gay.

“Os personagens lutam contra as regras tradicionais arcaicas de seu país de origem usando a liberdade que prevalece no país de acolhimento. A representação honesta de suas contradições e de suas lutas para superá-las tem o objetivo de criar empatia e conter a maré do discurso negativo predominante de exclusão. Vemos pessoas que têm arestas e falhas, mas com as quais nos familiarizamos, conhecemos seus sonhos e objetivos e torcemos por eles quando as coisas ficam difíceis”, define o diretor. “Embora a Internet agora dê a todos a oportunidade de saber sobre tudo, o avanço da proliferação das redes levou a um florescimento de preconceitos sobre «estranhos» e «outros». É quase impossível para muitas pessoas, mesmo liberais, imaginar que a maior parte do povo de um país islâmico tem tanto ou tão pouco a ver com religião quanto eles. Por outro lado, a pressão das forças religiosas no mundo árabe, tornaram-se tão fortes que obrigam os modernos e liberais a parar de se expressar, mesmo que vivam uma vida aberta”, continua Samir.

De acordo com os dados da Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), 4,7 milhões de iraquianos vivem no exílio. Eles vivem uma diáspora existencial marcada por uma saudade insaciável de seu país de origem e o conhecimento de que nunca mais se sentirão confortáveis lá.

Bagdá vive em mim estreia nos cinemas dia 2 de setembro.

O diretor Samir. Foto: Martin Valentin Menke.

Sobre o diretor e roteirista Samir | Nasceu em 1955 em Bagdá (Iraque) e, nos anos 1960, migrou com a família para a Suíça. Depois de estudar na Escola de Artes de Zurique, estagiou como tipógrafo. Em Zurique, no início dos anos 1980, foi ativista do movimento jovem radical. Seus primeiros trabalhos como autor e diretor ocorreram em 1982. Atualmente, Samir é conhecido pela singularidade de seus filmes. Seu caráter inovador chamou a atenção em vários festivais e deu a ele inúmeros prêmios. É autor de mais de 40 curtas e longas para cinema e televisão, entre eles Always & Forever (1991) e os documentários Iraqi Odyssey (2014) e Forget Baghdad (2002). Na década de 1990 também atuou como diretor de emissoras nacionais e estrangeiras. Em 1994, ele assumiu a Dschoint Ventschr Filmproduktion com o cineasta Werner Schweizer e a produtora Karin Koch. Com sede em Zurique, desenvolve novos talentos do cinema suíço. Além de seus próprios projetos como produtor e diretor independente, dirige regularmente peças de teatro e trabalhos na área de artes visuais.

Bagdá Vive Em Mim (Baghdad in My Shadow)

Suíça, Alemanha, Reino Unido, 2019, 109 min. Ficção, cor.

Direção: Samir

Roteiro: Furat Al Jamil e Samir

Produção: Joël Jent

Co-produção: Christine Kiauk, Herbert Schwering, Christine Alderson e Stina Werenfels

Direção de fotografia: Ngo The Chau

Edição: Jann Anderegg

Música: Walter Mair

Elenco: Haytham Abdulrazaq, Zahraa Ghandour, Waseem Abbas, Shervin Alenabi, Maxim Mehmet, Andrew Buchan e Kae Bahar

Distribuição: Arteplex Filmes

Sinopse: As histórias de vida de Taufiq, um escritor fracassado, de Amal, uma arquiteta se escondendo do marido, e do jovem Muhannad, gay, especialista em tecnologia, se cruzam no Abu Nawas, um café aconchegante e ponto de encontro popular para exilados iraquianos em Londres. Nasseer, sobrinho de Taufiq, instigado pelo pregador de uma mesquita islâmica radical, ataca seu tio, que desaprova o conservadorismo, e transforma a vida de todos os frequentadores do Abu Nawas.

Site: https://www.arteplexfilmes.com.br

Trailer: https://youtu.be/3HNMWJnfcVo

Instagram: @arteplexfilmes

Facebook: https://www.facebook.com/arteplexfilmes.

Inscrições para mostras competitivas do Festival Santa Cruz de Cinema seguem abertas até dia 31/8

Santa Cruz do Sul, por Kleber Patricio

Foto: Alencar da Rosa.

Podem ser feitas até 31 de agosto, no site www.festivalsantacruzdecinema.com.br, as inscrições para as mostras competitivas do 4º Festival Santa Cruz de Cinema, que neste ano ocorrerá em formato híbrido de 29 de novembro a 3 de dezembro. Serão selecionados 12 curtas-metragens nacionais e seis regionais para a competição principal, que envolve 12 categorias, e até seis filmes para a Mostra Olhares Daqui, que premiará na categoria Melhor Filme obras realizadas em âmbito universitário e ligados a disciplinas oferecidas nos Cursos da Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) ou que sejam de realizadores da cidade de Santa Cruz do Sul.

Para participar, os filmes devem ser de curta-metragem (até 25 minutos de duração, incluídos os créditos), dos gêneros ficção, animação e documentário, produzidos no Brasil ou por realizadores brasileiros, possuir cópia de exibição em formato digital, terem sido finalizados após 1º de janeiro de 2019, estarem finalizados no momento da inscrição e não podem terem sido selecionados para edições anteriores do Festival. Para fins de exibição, a obra deverá, obrigatoriamente, possuir legendas em português. O regulamento também está disponível no site do evento.

A divulgação dos curtas selecionados ocorrerá em novembro, em data a ser comunicada nas redes sociais e no site do Festival e dos realizadores. O anúncio dos vencedores do troféu Tipuana irá ocorrer em cerimônia oficial no dia 3 de dezembro, a partir das 19h. O 4º Festival Santa Cruz de Cinema é realizado pelo SESC Santa Cruz do Sul, pela Universidade de Santa Cruz do Sul – Cursos de Comunicação Social e pela Pé de Coelho Filmes e conta com o patrocínio da JTI e da Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul.

Durante todo o ano de 2020, mesmo em meio à pandemia, o Sistema Fecomércio-RS/SESC/Senac esteve como sempre bem próximo à comunidade gaúcha. Seguindo as recomendações das autoridades e mantendo os cuidados com a saúde de todos, os serviços continuaram sendo entregues e fizeram diferença na vida das pessoas. Para 2021, a entidade deseja que os gaúchos vistam seus melhores sorrisos e tenham esperança no novo ciclo. O portal www.pertodevc.com.br segue com programação on-line e gratuita em variadas áreas, como empreendedorismo, educação, esporte, saúde, cultura, lazer e ação social.

Confira a programação online da Japan House São Paulo para o mês de agosto

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Marina Melchers.

Em agosto, a Japan House São Paulo segue com a #JHSPONLINE apresentando programação e atividades no ambiente online com o objetivo de trazer conteúdo diverso e interessante sobre o Japão. Entre as atividades permanentes, destaque para os encontros online entre o público e os integrantes da equipe do educativo da instituição, que promovem o ganho de conhecimentos e diálogos sobre diversos assuntos relacionados à cultura nipônica.

Com a proximidade da 34ª Bienal de São Paulo, nos dias 13 e 27 de agosto, às 17h, a Japan House São Paulo promove a atividade Conhecendo o Japão na Bienal de SP, que abordará a presença de artistas nipônicos ao longo da história da Bienal. No total, esta atividade promoverá cinco encontros e, em cada um deles, estabelecerá um diálogo entre as produções e pensamentos de artistas japoneses que já foram expostos no evento de São Paulo.

Em paralelo à exposição Windowology: Estudo de janelas no Japão, a instituição promove no dia 17/8, às 17h, o Conversas com o Educativo: As janelas no cotidiano japonês para discutir o que as formas e funções das janelas dizem sobre as regiões, ambientes e até mesmo os costumes e comportamentos cotidianos. Neste diálogo, a proposta é uma reflexão sobre como a janela é capaz de incorporar as necessidades do dia a dia das pessoas a partir da relação deste elemento arquitetônico com a artesania japonesa. Em cartaz na Japan House São Paulo até o dia 22 de agosto, a exposição Windowology: Estudo de janelas no Japão traz como ponto central o papel das janelas na arquitetura e na construção social.

Já no dia 20/8, às 17h, acontece o Conhecendo Windowology: Estudo de janelas no Japão, que discutirá o conceito da exposição abordando a importância das janelas, seus significados e as profundas ressonâncias do pensamento japonês que podem ser aprendidos por meio deste elemento arquitetônico.

E para fechar a programação do mês, no dia 28/8, acontece nova edição do Ciclo de Mangá: O Japão nos quadrinhos, em uma relação com o Lounge Esportivo: Tokyo 2020, em cartaz na Japan House São Paulo até o dia 12 de setembro. No encontro, serão lidas as primeiras páginas dos mangás HAIKYU!!, de Haruichi Furudate, que fala sobre o voleibol e a competição em torno do esporte, e REAL, de Takehiko Inoue, que tem como foco o basquetebol em cadeiras de rodas. Duas histórias que abordam assuntos como rivalidade, competição, trabalho em equipe, esforço e muito mais dentro da cultura japonesa.

Confira abaixo a programação:

Conhecendo o Japão na Bienal de SP

Quando: 13 e 27 de agosto (sexta-feira), às 17h

Onde: ZOOM

Inscrições obrigatórias: https://www.japanhousesp.com.br/eventos/

Conversas com o Educativo: As janelas no cotidiano japonês

Quando: 17 de agosto (terça-feira), às 16h

Onde: ZOOM

Inscrições obrigatórias: https://www.japanhousesp.com.br/eventos/

Conhecendo Windowology: Estudo de janelas no Japão

Quando: 20 de agosto (quinta-feira), às 17h

Onde: ZOOM

Inscrições obrigatórias: https://www.japanhousesp.com.br/eventos/

Ciclo de mangá: O Japão nos quadrinhos

Quando: 28 de agosto (sábado), às 17h

Onde: ZOOM

Mais informações: https://www.japanhousesp.com.br/eventos/.

Acompanhe a Japan House São Paulo nas redes sociais:

Site: https://www.japanhousesp.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

Twitter: https://www.twitter.com/japanhousesp

YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp

Facebook: https://www.facebook.com/japanhousesp

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/japanhousesp.

Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52

Horário de funcionamento:

Terça a sexta-feira, das 10h às 17h

Sábados, domingos e feriados | das 9h às 18h

Entrada gratuita

Devido ao coronavírus, o local está funcionando com capacidade reduzida. Para mais informações, acesse o site da Japan House São Paulo.

“Encontros Históricos”: Brasil Jazz Sinfônica realiza série de concertos com estrelas da MPB

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Isadora Vitti.

Faz mais de 30 anos que a Brasil Jazz Sinfônica funde as melodias populares brasileiras com o mundo da música de concerto. E faz mais de 20 anos que a Sala São Paulo abriga diversos desses momentos. Reiterando uma parceria de longa data, a Brasil Jazz Sinfônica e a Sala São Paulo promovem uma nova temporada dos Encontros Históricos a partir de 14 de agosto. Em 2020 e no primeiro semestre de 2021, a orquestra se uniu a grandes nomes da MPB, como Erasmo Carlos, Ivan Lins, MPB4, João Donato e Zélia Duncan. Na segunda edição, ela dá as boas-vindas a Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Alcione, Adriana Calcanhotto, Elba Ramalho, Edu Lobo, João Bosco e Carlinhos Brown, entre outras estrelas da nossa música popular.

O primeiro concerto acontece neste sábado (14/8), com a Brasil Jazz Sinfônica dividindo o palco da Sala com Zizi Possi e João Bosco para um encontro que, novamente, promete ser histórico. Os concertos acontecem sempre aos sábados, às 21h, na Sala São Paulo – que recentemente teve sua capacidade ampliada de 480 para 638 lugares, mantendo rigorosos protocolos de segurança.

Ao longo deste mês, outros medalhões da MPB sobem ao palco da Sala em duas datas: os cantores Zeca Baleiro & Ná Ozzetti (21/8) e a cantora Jane Duboc com o maestro e pianista Gilson Peranzzetta (28/ago).

Foto: Rodrigo Rosenthal.

Setembro guarda dois novos Encontros: Elba Ramalho & Chico César (4/9) e, no final do mês, Edu Lobo acompanhado da cantora Mônica Salmaso (25/9). O mês de outubro terá uma apresentação: Geraldo Azevedo & Marcelo Jeneci serão recebidos pela Brasil Jazz Sinfônica no dia 9.

Novembro será um mês marcado por convidadas: a cantora Alcione (13/11) e, posteriormente, Adriana Calcanhotto & Maria Luiza Jobim, filha mais nova de Antonio Carlos Jobim (27/11). Finalmente, no mês de dezembro, três Encontros com a Brasil Jazz Sinfônica encerram a temporada: com o trio de peso Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda e Arismar do Espírito Santo (4/12); com os baianos Carlinhos Brown & Margareth Menezes (11/12) e, fechando com chave de ouro e em dose dupla, duas noites com Gilberto Gil e o maestro e compositor italiano Aldo Brizzi, nos dias 18 e 19.

Os ingressos para os concertos estão à venda desde 9 de agosto e podem ser adquiridos em https://salasaopauloencontroshistoricos.byinti.com/#/ticket/.

Sobre a Brasil Jazz Sinfônica | A Brasil Jazz Sinfônica foi criada em 1989 com o objetivo de manter viva a tradição das orquestras de rádio e TV. Sua formação une os grupos instrumentais que compõem uma orquestra sinfônica (cordas, madeiras, metais e percussão) aos que compõem uma Big Band de jazz (saxofones, baixo, bateria, piano e percussão popular), permitindo à orquestra extrema flexibilidade e amplo espectro de atuação e expressão artística.

Foto: Rodrigo Rosenthal.

Nesses 30 anos de existência, a orquestra vem cumprindo e ampliando sua missão, oferecendo com excelência seus serviços à população. Atualmente a Brasil Jazz Sinfônica é gerida pela Fundação Padre Anchieta/TV Cultura e integra sua grade principal de atrações com o programa Jazz Sinfônica Brasil.

Fruto de uma preocupação com a memória nacional, a Brasil Jazz Sinfônica, por sua própria relevância artística, realizações e papel na cena cultural brasileira, ampliou o escopo de sua missão, que hoje aponta para três eixos fundamentais e abrange passado, presente e futuro.

Os concertos da série Encontros Históricos na Sala São Paulo com a Brasil Jazz Sinfônica dos dias 14, 21 e 28/8 contam com o patrocínio do Grupo Fleury e Cebrace, Copatrocínio da B3, Apoio de Mattos Filho, CSU, Folha de S.Paulo e Nova Brasil FM. Correalização: Fundação Padre Anchieta. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Os concertos da série Encontros Históricos na Sala São Paulo com a Brasil Jazz Sinfônica de 04 e 25/set, 09/out, 13 e 27/nov e 04, 11, 18 e 19/dez contam com o patrocínio da Porto Seguro, Volkswagen Financial Services e EMS Farmacêutica, copatrocínio da Total Express, B3 e Grupo Fleury, apoio da Bain&Company e Lojas Havan por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e ProAC. Correalização: Fundação Padre Anchieta. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

PROGRAMAÇÃO

14 AGO (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, João Bosco e Zizi Possi

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

TIAGO COSTA regente

JOÃO BOSCO voz e violão

ZIZI POSSI voz

Zé CARADÍPIA | Asa Morena [Arranjo de Jether Garoti]

Mariella NAVA | Per Amore [Arranjo de Jether Garoti]

GONZAGUINHA | O que É o que É [Arranjo de Jether Garoti]

Gilberto GIL | Meu Amigo Herói [Arranjo de Jether Garoti]

Chico BUARQUE e João BOSCO | Sinhá [Arranjo de Jether Garoti]

João BOSCO | Jade [Arranjo de Jether Garoti]

João BOSCO e Arnaldo ANTUNES | Ultraleve [Arranjo de Jether Garoti]

João BOSCO e Aldir BLANC

O Bêbado e a Equilibrista [Arranjo de Jether Garoti]

Vida Noturna [Arranjo de Jether Garoti]

Transversal do Tempo [Arranjo de Jether Garoti]

Corsário [Arranjo de Jether Garoti]

Bala com Bala [Arranjo de Jether Garoti]

21 AGO (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Zeca Baleiro e Ná Ozzetti

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

JOÃO MAURÍCIO GALINDO regente

ZECA BALEIRO voz

NÁ OZZETTI voz

Zeca BALEIRO

Telegrama [Arranjo de Fábio Prado]

Bandeira [Arranjo de Marcelo Ghelfi]

Lenha [Arranjo de Rodrigo Morte]

Vital FARIAS | Ai que Saudade d’Ocê [Arranjo de Tiago Costa]

Rita LEE e Roberto DE CARVALHO | Mutante [Arranjo de Dante Ozzetti]

Zeca BALEIRO e Hilda HILST | Canção VI [Arranjo de Marcelo Ghelfi]

Dante OZZETTI e Luiz TATIT | Estopim [Arranjo de Rodrigo Morte]

Ary BARROSO e Luís PEIXOTO | Na Batucada da Vida [Arranjo de Newton Carneiro]

Zeca BALEIRO

Babylon [Arranjo de Douglas Fonseca]

Salão de Beleza [Arranjo de Paulo Malheiros]

Luiz TATIT e Ná OZZETTI | Atração Fatal [Arranjo de Rodrigo Morte]

Assis VALENTE | Tem Francesa no Morro [Arranjo de Fernando Corrêa]

28 AGO (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Gilson Peranzzetta e Jane Duboc

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

RURIÁ DUPRAT regente

GILSON PERANZZETTA voz e piano

JANE DUBOC voz

Gilson PERANZZETTA

Campo Grande [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Paisagem Brasileira [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Celebrando Jobim [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Dois na Rede [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Lô BORGES / Toninho HORTA | Manoel, o Audaz [Arranjo de Ruriá Duprat]

Edu LOBO / Chico BUARQUE | Valsa dos Clowns [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Flávio VENTURINI | Besame [Arranjo de Marcelo Ghelfi]

LENINE / Dudu FALCÃO | Paciência [Arranjo de Ruriá Duprat]

Gilson PERANZZETTA / Ivan LINS / Paull WILLIAMS | Love Dance [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Egberto GISMONTI / Geraldo CARNEIRO | Água e Vinho [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Tom JOBIM / Dolores DURAN | Por Causa de Você [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

Edu LOBO / Chico BUARQUE | A História de Lily Braun [Arranjo de Gilson Peranzzetta]

4 SET (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Chico César e Elba Ramalho

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

CHICO CÉSAR voz

ELBA RAMALHO voz

Programa a ser anunciado

25 SET (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Edu Lobo e Mônica Salmaso

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

EDU LOBO voz

MÔNICA SALMASO voz

Programa a ser anunciado

9 OUT (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Geraldo Azevedo e Marcelo Jeneci

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

GERALDO AZEVEDO voz

MARCELO JENECI voz

Programa a ser anunciado

13 NOV (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica e Alcione

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

ALCIONE voz

Programa a ser anunciado

27 NOV (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Adriana Calcanhotto e Maria Luiza Jobim

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

ADRIANA CALCANHOTTO voz

MARIA LUIZA JOBIM voz

Programa a ser anunciado

4 DEZ (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda e Arismar do Espírito Santo

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

HERMETO PASCOAL multi-instrumentista

HAMILTON DE HOLANDA multi-instrumentista

ARISMAR DO ESPÍRITO SANTO multi-instrumentista

Programa a ser anunciado

11 DEZ (SÁB), 21H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Carlinhos Brown e Margareth Menezes

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

CARLINHOS BROWN voz

MARGARETH MENEZES voz

Programa a ser anunciado

18 DEZ (SÁB), 21H00

19 DEZ (DOM), 18H00

Encontros Históricos: Brasil Jazz Sinfônica, Gilberto Gil e Aldo Brizzi

BRASIL JAZZ SINFÔNICA

GILBERTO GIL voz e violão

ALDO BRIZZI regente e compositor

Programa a ser anunciado.

Serviço:

Encontros Históricos na Sala São Paulo

BRASIL JAZZ SINFÔNICA E CONVIDADOS

Data: Entre 14 de agosto e 19 de dezembro

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16

Taxa de ocupação limite: 638 lugares

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$50,00 e R$180,00

Bilheteria (INTI): https://salasaopauloencontroshistoricos.byinti.com/#/ticket/

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para portadores de necessidades especiais; 33 para idosos.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.