Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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ESPM lança edital para projetos da Agenda 2030

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A ESPM, escola de negócios com foco nas áreas da Economia Criativa, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e o Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA, lança o Edital de Projetos e Ações Estratégicas – Plataforma Terra 2030 com o objetivo de apoiar projetos e ações de desenvolvimento de cidades e comunidades sustentáveis que envolvam os pilares educação, redução das desigualdades, saúde e bem estar.  A ideia é promover os aspectos aspiracionais da Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os projetos selecionados serão financiados com valores entre 15.000 e 45.000 reais e as inscrições vão até 2 de setembro.

O edital integra o projeto Plataforma Terra 2030, desenvolvido pelas três instituições, que prevê a realização de fóruns anuais e o desenvolvimento da Plataforma Terra 2030, que funcionará como um hub de boas práticas para auxiliar os projetos a encontrar parceiros para financiamentos e criar sinergias para divulgar a Agenda 2030.

Além do financiamento, os selecionados receberão mentorias de comunicação, design, estratégias de impacto e gestão de projetos realizadas por docentes do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental – CEDS, da ESPM Social e pela equipe do UNFPA.

Para participar do edital, é preciso que o projeto seja conduzido por um servidor ativo da Fiocruz com mestrado ou doutorado e que a ação no território seja realizada em parceria com organizações e movimentos sociais. Clique aqui para conferir o edital.

Polinização aumenta produção agrícola, mas depende de áreas de vegetação natural

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Krzysztof Niewolny/Unsplash.

No Brasil, estima-se que a polinização realizada por animais como abelhas, moscas e morcegos gere um valor econômico de 43 bilhões de reais por ano na agricultura. Pesquisadores do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) foram além e mapearam a importância dos polinizadores para a agricultura em cada um dos municípios brasileiros. Em artigo publicado na revista “Environmental Science & Technology” na segunda (23), eles mostram que a polinização resulta em um aumento de até 100% da produção agrícola, dependendo da cultura, trazendo maior retorno financeiro.

Os pesquisadores analisaram o papel dos polinizadores nas principais culturas agrícolas brasileiras para cada município brasileiro, focando no aumento da produção agrícola e retorno monetário. Esse conjunto envolve 90 cultivos diferentes que vão desde a abóbora e o cacau, cuja produção aumenta até 100% com a presença desses animais, até a uva (aumento de até 10%), passando pela soja, laranja e café, cuja produção pode aumentar entre 10 e 40%.

A partir de dados de produção agrícola e áreas de cultivo, os municípios foram classificados em quatro faixas de demanda por polinização. Os pesquisadores verificaram a importância dos cultivos para cada município, incluindo a diversidade agrícola – dos locais caracterizados pela monocultura e grandes propriedades àqueles com maior diversidade de cultivos característicos de pequenas propriedades rurais. O estudo também identificou a demanda de restauração de áreas naturais para garantir a presença de polinizadores nos cultivos agrícolas.

A presença de vegetação nativa próxima às áreas cultivadas maximiza a polinização e melhora a produtividade e a manutenção da cultura agrícola. “Dadas as projeções de aumento da demanda global por alimentos, há uma necessidade urgente de reverter a tendência atual de expansão agrícola, promovendo práticas agrícolas sustentáveis”, explicam os autores. Nesse contexto, é importante desenhar políticas ambientais que integrem a conservação da biodiversidade e a polinização das culturas considerando as especificidades de cada localidade, como, por exemplo, na escala de municipalidades.

“Procuramos desenvolver alguns indicadores integrando polinização, usos da terra e o cumprimento da legislação ambiental e, neste contexto, os municípios são unidades administrativas importantes e devem ser considerados de acordo com suas especificidades”, destaca Pedro Bergamo, pesquisador do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e um dos autores do estudo que envolve vinte e um colaboradores do Programa SinBiose/CNPq.

Déficit de vegetação natural | Outra informação analisada diz respeito ao déficit de vegetação natural de cada município; isto é, a diferença entre a quantidade de vegetação natural existente e as áreas exigidas por lei. Os municípios foram classificados de acordo com esse déficit. De um lado, aqueles que têm poucas áreas de vegetação natural e precisam de um maior esforço de restauração. Do outro, os que já contam com áreas de vegetação natural e, portanto, precisam conservá-las para garantir o excedente da produção agrícola resultante da presença de polinizadores.

A partir da correlação entre essas métricas, foi possível elaborar um ranking de prioridades para restauração e conservação da vegetação natural que tenham como foco a importância da polinização para cada localidade.

Cidades como Anápolis (GO) e Alta Floresta (MT), que estão na zona de expansão da soja, Ilhéus (BA), na zona cacaueira, ou Itapeva (MG), na zona produtora de café, são municípios com recomendação de alta prioridade para restauração de suas áreas de vegetação natural tendo como foco o aumento da polinização e, portanto, de suas produções agrícolas. Já Apuí (AM), Xique-xique (BA) e São Félix de Balsas (MA) são municípios cuja recomendação é a prioridade da conservação de suas áreas de vegetação para garantir, assim, a produção agrícola local. “Esperamos que o estudo ajude a auxiliar no planejamento das iniciativas de restauração ecológica em sintonia com a agricultura e a polinização, reconciliando a conservação da biodiversidade e a produção agrícola”, finaliza Pedro Bergamo.

(Fonte: Agência Bori)

Casa Museu Ema Klabin apresenta espetáculo com trilhas sonoras de Moacir Santos

São Paulo, por Kleber Patricio

Ágar Ágar Trio interpreta trilhas de um dos grandes músicos do jazz nacional, Moacir Santos. Foto: divulgação.

No próximo dia 28 de agosto, a partir das 16h30, o Ágar Ágar Trio realiza o espetáculo ao vivo Trilhas Musicais de Moacir Santos pelo Programa Tardes Musicais. O evento será transmitido direto da Casa Museu Ema Klabin pelo Canal do YouTube do museu.

Trilhas Musicais de Moacir Santos é um espetáculo dedicado à obra do compositor e multi-instrumentista pernambucano para produções cinematográficas nacionais e internacionais. Moacir Santos é considerado um dos grandes nomes do jazz e um dos maiores mestres da renovação harmônica da música popular brasileira. O repertório conta com trilhas dos filmes “Ganga Zumba”, “Seara Vermelha”, “O Beijo”, “Love in the Pacific”, “África Erótica” e “Final Justice”, além de duas composições do músico Lucas Bonetti que homenageiam esse grande compositor do jazz nacional.

Pesquisa | O espetáculo é fruto da pesquisa aprofundada realizada pelo músico Lucas Bonetti, que desde 2010 começou a revisitar e analisar as produções identificadas de Moacir Santos. “Em 2015 fui para a Califórnia, onde ele morou, para fazer uma pesquisa de campo e entrevistas, onde fiquei por um semestre. O foco da minha pesquisa foi trazer à tona a obra do Moacir para o cinema, que pouca gente conhecia, pois os filmes não foram digitalizados e são de difícil acesso até hoje”, conta o músico pesquisador.

Trilha da série Missão Impossível | Bonetti salienta ainda que muitas produções do compositor não receberam os créditos. Entre elas, a fase em que atou como “compositor fantasma” para grandes produções, como a trilha para a série Missão Impossível.

Sobre o Ágar Ágar Trio | O Ágar Ágar Trio tem formação inspirada essencialmente na música popular brasileira, revisitando as sonoridades de gêneros como choro, baião e samba-jazz, misturando-os com padrões rítmicos afro-brasileiros. O trio é formado por Lucas Bonetti (guitarra e baixo elétrico), Jussan Cluxnei (clarinete e clarone) e Lucas Brogiolo (percussão).

O espetáculo tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo por meio do ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e patrocínio da Klabin S.A.

Serviço:

Casa Museu Ema Klabin – #CasaMuseuEmCasa – #TardesMusicaisEmCasa

Ágar Ágar Trio – Trilhas Musicais de Moacir Santos

Data: 28 de agosto, a partir das 16h30

Transmissão ao vivo no Canal do YouTube da casa museu

Gratuito*

Classificação etária: 16 anos

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook:  https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Canal do YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Site: https://emaklabin.org.br/

Repertório em ordem de execução:

Temas de Ganga Zumba

Suíte Sopros de Seara

Baiões de Seara

But What Is Love

Haicai n.1

Trecho Orquestral II

Tango

Jazz 50s

When you find the love

Night Without Future

Sete Coisas

Samba di Amante.

Ressignificação de objetos do cotidiano é tema de exposição na Galeria Virtual SESC/RS

Rio Grande do Sul, por Kleber Patricio

Galeria virtual – obra geral. Crédito da foto: Marisa Seidel.

A Galeria Virtual SESC/RS convida o público para uma reflexão sobre uma suposta vida útil de objetos e de sujeitos, além de críticas ao capitalismo, à sociedade do consumo desenfreado, à produção incessante de lixo e a despreocupação com estes descartes. A exposição Desk’Artes, disponível no site www.sesc-rs.com.br/galeriavirtual, traz seis obras de Marisa Seidel, de Santa Rosa. Envolvendo objetos como esmaltes, esponjas orgânicas e industriais, cabelos, lâmpadas e cacos de vidros diversos, as instalações propõem a ressignificação de objetos do cotidiano que, quando retirados de seu caráter utilitários, inserem-se em outro espaço: o da arte.

Transpostas para o formato virtual, as obras da artista Marisa Seidel passaram pelas lentes sensíveis de Anderson Farias, que fez a captação das imagens. Todas as instalações estão disponíveis nas versões com e sem trilha sonora e o espaço Material Complementar ou de Apoio traz a descrição de cada obra pelo olhar da artista, exercício de mediação e podcast. Professora de arte formada pela Fundação Educacional Machado de Assis (Fema), Marisa também possui especialização em Arte e Educação pela Uniasselvi e em Arteterapia pela Faveni (ES).

A Galeria Virtual SESC/RS, que tem como objetivo potencializar a relação das artes visuais com diferentes públicos e valorizar os artistas gaúchos, apresenta uma exposição diferente por mês até dezembro. Com abordagens e técnicas diversificadas, cada artista mostra parte de seu acervo compondo uma exposição com audiodescrição e encontros virtuais durante o ano. Como uma galeria física, o espaço virtual contém diversas salas com exposições que ficarão abertas para visitação até o final do ano disponíveis para acesso a qualquer momento.

Mesmo em meio à pandemia, o Sistema Fecomércio-RS/SESC/Senac segue próximo da comunidade gaúcha. Seguindo as recomendações das autoridades e mantendo os cuidados com a saúde de todos, os serviços continuam sendo entregues e fizeram diferença na vida de milhares de pessoas em 2020, que passaram a ter à disposição alternativas virtuais de produtos e serviços. O portal www.pertodevc.com.br segue com programação on-line e gratuita em variadas áreas, como empreendedorismo, educação, esporte, saúde, cultura, lazer e ação social.

Mostra inédita no MAM São Paulo apresenta visões da arte indígena contemporânea

São Paulo, por Kleber Patricio

“Sem título”, da série “Anna Senkamanto, anna komanto – “nosso trabalho, nossa vida”, 2020, Elisclésio Makuxi.

A partir de 4 de setembro, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe a mostra Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva que tem curadoria de Jaider Esbell – artista macuxi convidado da 34ª Bienal. Correalizada entre MAM e Fundação Bienal de São Paulo, a exposição integra a rede de parcerias da 34ª Bienal e conta com assistência curatorial da antropóloga e programadora cultural Paula Berbert, consultoria do professor do departamento de antropologia da FFLCH/USP Pedro Cesarino e realização pelo Edital ProAC Expresso 09/2020.

Moquém designa a tecnologia milenar utilizada pelos povos indígenas para conservar os alimentos após a caça coletiva e facilitar seu transporte até as aldeias. O título da mostra – Moquém_Surarî – também refere-se à narrativa makuxi sobre a transformação do Moquém em uma mulher que, nos tempos antigos, subiu aos céus à procura de seu dono que a havia abandonado. Uma vez no céu, Surarî se transforma na constelação responsável por trazer a chuva, marcando o fim do mundo e o começo de um novo. A tecnologia de moquear é usada então para refletir sobre a troca e transformação de saberes que atravessam diferentes tempos e espaços-trânsitos que constituem os movimentos da arte indígena contemporânea.

Um dos principais objetivos da curadoria é mostrar ao público que existem outras histórias da arte e não tentar encaixar a arte indígena em uma narrativa canônica. “Queremos reproduzir um estilhaçamento da história da arte e mostrar como esse tipo de relação temporal é cronicamente negado no Brasil, intelectuais indígenas foram rechaçados, seja na arte ou pensamento no Brasil”, afirma Jaider Esbell.

“Maldita e desejada”, 2012, Jaider Esbell – 
Acrílica sobre lona, 400 x 400 cm – Acervo Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.

Moquém_Surarî apresenta trabalhos de 34 artistas indígenas dos povos Baniwa, Guarani Mbya, Huni Kuin, Krenak, Karipuna, Lakota, Makuxi, Marubo, Pataxó, Patamona, Taurepang, Tapirapé, Tikmũ’ũn_Maxakali, Tukano, Wapichana, Xakriabá, Xirixana e Yanomami. Segundo Esbell, são obras que corporificam transformações, traduções visuais das cosmovisões e narrativas do corpo de artistas, presentificando a profundidade temporal que fundamenta suas práticas. “As obras atestam que o tempo da arte indígena contemporânea não é refém do passado. A ancestralidade é mobilizada no agora, reconfigurando posições enunciativas e relações de poder para produzir outras formas de encontro entre mundos não fundamentados nos extrativismos coloniais”, reflete Cesarino.

O público vai se deparar com obras em suportes diversos. Há desde desenhos criados por artistas como Ailton Krenak – emblemático líder indígena, escritor e filósofo –, Joseca Yanomami, Rivaldo Tapirapé e Yaka Huni Kuin; tecelagens de Bernaldina José Pedro; esculturas de Dalzira Xakriabá e Nei Xakriabá; fotografias de Sueli Maxakali e Arissana Pataxó; vídeo de Denilson Baniwa; gravura de Gustavo Caboco; pinturas de Carmésia Emiliano, Diogo Lima e Jaider Esbell, dentre outros.

Trata-se de um corpo artístico diverso, que une artistas de Roraima que refletem sobre os efeitos políticos e territoriais das invasões pecuárias da região, passando por outros artistas indígenas contemporâneos conhecidos no circuito das artes visuais ocidentais, até artistas que não têm relação com o mercado de arte contemporânea, mestres das práticas xamânicas, como pajés. “São obras que mostram o que são os regimes visuais indígenas, de existências milenares e dos quais a arte indígena contemporânea é tributária”, explica Berbert.

Elisclésio Makuxi – “Sem título”, da série “Anna Senkamanto, anna komanto – nosso trabalho, nossa vida”, 2020 – posca sobre papel, 29,7 X 42 cm.

Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM, “a presença dessa exposição na programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo indica uma postura institucional que desconstrói pressupostos coloniais. Moquém_Surarî inaugura um diálogo direto com artistas indígenas que permitirá que o MAM repense e amplie sua política de aquisição de acervo, incluindo grupos étnicos sub-representados ou negligenciados ao longo da história”. E completa: “as narrativas dos descendentes de Makunaimî contadas por eles mesmos certamente abrem outras perspectivas para além daquelas imaginadas pelos artistas e intelectuais modernistas centrais para fundação do MAM”.

“A mostra Moquém_Surarî não apenas amplia a visibilidade da arte indígena contemporânea, como também sinaliza o interesse do MAM em valorizar a cultura de povos ancestrais que nos últimos 500 anos tem tido sua existência ameaçada”, comenta Elizabeth Machado, presidente do museu.

Sobre o curador | Nascido na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell está entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil e atua de forma múltipla e interdisciplinar, desempenhando funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e catalisador cultural.

Programação | Além da exposição na sede do MAM, a mostra contará com uma série de depoimentos inéditos em vídeo de sete artistas de Roraima, que serão divulgados ao longo do período expositivo nos canais digitais do museu, como também ampla programação educativa, que contará com oficinas e lives com os artistas sobre assuntos como arte e xamanismo, povos indígenas e a história da arte no Brasil e a força das mulheres indígenas nas artes.

Catálogo | Próximo do encerramento da exposição, será lançado um catálogo que reúne textos críticos e ensaios de artistas.

Lista completa de artistas

Ailton Krenak | Amazoner Arawak | Antonio Brasil Marubo | Arissana Pataxó | Armando Mariano Marubo | Bartô | Bernaldina José Pedro | Bu’ú Kennedy | Carlos Papá | Carmézia Emiliano | Charles Gabriel | Daiara Tukano | Dalzira Xakriabá | Davi Kopenawa | Denilson Baniwa | Diogo Lima | Elisclésio Makuxi | Fanor Xirixana | Gustavo Caboco | Isael Maxakali

Isaiais Miliano | Jaider Esbell | Joseca Yanomami | Luiz Matheus | MAHKU | Mario Flores Taurepang | Nei Leite Xakriabá | Paulino Joaquim Marubo | Rita Sales Huni Kuin | Rivaldo Tapyrapé | Sueli Maxakali | Vernon Foster | Yaka Huni Kuin | Yermollay Caripoune

Sueli Maxakali – “Tartaruga”, série “Yãmiy/homem-espírito”, 2009 – Fotografia sobre papel algodão, 26,7 x 40 cm – Acervo da artista.

Sobre o MAM São Paulo | Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público e sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Sobre a 34ª Bienal de São Paulo | Com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, a 34ª Bienal – Faz escuro mas eu canto, iniciada em fevereiro de 2020, vem se desdobrando no espaço e no tempo com programação tanto física quanto on-line e culminará na mostra coletiva que vai ocupar todo o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, a partir de setembro de 2021, simultaneamente à realização de dezenas de exposições individuais em instituições parceiras na cidade de São Paulo.

Serviço:

Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea

Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Curadoria: Jaider Esbell

Assistência de curadoria: Paula Berbert

Consultoria: Pedro Cesarino

Período expositivo: 4 de setembro a 28 de novembro

Endereço: Parque Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portões 1 e 3)

Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)

Telefone: (11) 5085-1300

Ingresso: Entrada gratuita, com contribuição sugerida. Agendamento prévio necessário.

Ingressos disponibilizados online https://www.mam.org.br/ingresso

Acesso para pessoas com deficiência

Restaurante/café

Ar-condicionado

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34ª Bienal de São Paulo

Período: de 4 de setembro a 5 de dezembro de 2021

Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera

Entrada gratuita

Equipe curatorial

Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti

Curador adjunto: Paulo Miyada

Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez

Editora convidada: Elvira Dyangani Ose, em colaboração com The Showroom, London

https://www.34.bienal.org.br.