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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Roda Viva recebe Zezé Motta na segunda-feira (15/11)

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Reprodução Instagram/@zezemotta.

A atriz, cantora e apresentadora Zezé Motta será a entrevistada do Roda Viva nesta segunda-feira (15/11). Com apresentação de Vera Magalhães, o programa vai ao ar ao vivo às 22h, na TV Cultura, site da emissora, Twitter, Facebook, YouTube e LinkedIn.

Com agenda lotada, Zezé virou garota propaganda de grandes marcas, principalmente na internet. Durante a pandemia, fez lives de projetos musicais, ensaiou papéis para o cinema e apresentou o especial Falas da Vida, na TV Globo. Em seguida, fez o documentário Prateados – a Vida em Tempos de Madureza, para a Globoplay, onde reflete sobre questões como a vida, trabalho, rotina e solidão.

Influenciadora digital, tem milhares de seguidores no Instagram. São pessoas que curtem seus posts e aprendem com Zezé Motta como lidar com a passagem do tempo.

O Roda Viva conta com uma bancada de entrevistadores formada por Ad Junior, comunicador, apresentador e Head de Marketing da Trace Brasil; Joyce Ribeiro, apresentadora do Jornal da Tarde da TV Cultura; Luanda Vieira, jornalista; Silvia Ruiz, jornalista e autora da Coluna Ageless do UOL e Taís Araújo, atriz.

Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal – Lei de Incentivo à Cultura.

(Fonte: Imprensa | TV Cultura)

Arqueólogo inglês publica obra completa sobre a história dos vikings

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Neil Price é um arqueólogo inglês especializado na história dos Vikings. Durante séculos, a narrativa sobre a vida dos povos do norte foi contada de forma enviesada por escritores medievais, historiadores vitorianos e até pelos nazistas. No livro Vikings – A história definitiva dos povos do norte, lançamento pelo selo Crítica, o arqueólogo adota o enfoque oposto: a partir de um olhar de dentro para fora, o pesquisar investiga quem os vikings realmente eram, o que os motivava, como pensavam e sentiam.

“As culturas da Escandinávia nessa época eram predominantemente orais, pois não havia registros literários ou documentais – os vikings nunca escreveram suas próprias histórias”, conta Price. Os vikings ficaram famosos por um estereótipo de agressividade marítima, com seus famosos navios alongados que frequentemente são representados em filmes e séries. Segundo Price, a impactante expansão marítima desse povo é um marco histórico, mas os escandinavos eram muito mais do que bárbaros e exportaram também novas ideias, tecnologias, crenças e práticas para as terras que descobriram e para os povos que encontraram, transformando o mundo setentrional de maneiras que são sentidas até os dias de hoje.

No livro, o arqueólogo percorre uma rota narrativa cronológica para tratar dos eventos de três séculos da história de um povo que vibrava vida. Combinando escavação, levantamento de campo e prospecções geofísicas, o autor conta como vão sendo montadas as peças do quebra-cabeça dos assentamentos da Era Viking, o que permite que os pesquisadores vislumbrem até mesmo minúcias da vida cotidiana das pessoas, como o que eles comiam, vestiam e como viviam.

Trecho:

Os arqueólogos são capazes de reconstruir como eram as casas e fazendas dos vikings, de que forma as pessoas ganhavam a vida e se sustentavam, o que nos permite obter uma ideia mais completa de como era sua economia. Também se pode pintar um quadro superficial e imperfeito da estrutura familiar e das hierarquias sociais – uma visão aproximada dos sistemas políticos e da forma como o poder se manifestava. A arqueologia é capaz, ademais, de recuperar atividades rituais, tanto para os vivos quanto para os mortos, o que por sua vez permite abrir janelas para a mente e as paisagens da religião. Não menos importante, tudo isso também possibilita ilustrar como os povos da Era Viking interagiam entre si, tanto no âmbito do enorme território que hoje compõe a Escandinávia como também muito além dessas fronteiras.

Ficha técnica:

Título: Vikings

Autor: Neil Price

640 páginas

R$119,90

Sobre o autor | Neil Price é um arqueólogo inglês especializado na história dos vikings. Já escreveu diversos livros sobre o tema. Lecionou em faculdades em Oslo e Estocolmo e, por cinco anos, dirigiu o curso sobre vikings na Universidade de Harvard. Atualmente, é professor de Arqueologia e História Antiga na Universidade de Uppsala, na Suécia, onde mora.

(Fonte: Assessoria de Comunicação | Editora Planeta)

Ricardo Vignini celebra 30 anos de carreira em show no SESC 24 de Maio

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Rita Perran.

No dia 21 de novembro, domingo, às 18h, o SESC 24 de Maio recebe o violeiro Ricardo Vignini para comemoração dos seus 30 anos de carreira, subindo no mesmo palco que o receberia em 2020 para o lançamento do álbum Reviola. Como o show não aconteceu por conta da pandemia, além de Reviola, Vignini lançou mais 2 álbuns digitais em 2020, já em isolamento. Neste ano, para celebrar seus 30 anos de trabalho com a música, o artista estreia show de CD Triplo, com faixas de seus 3 últimos álbuns, Reviola, Sessões Elétricas para um Novo Tempo e Cubo. Depois de um ano e dez meses sem se apresentar presencialmente, Ricardo Vignini fará uma comemoração em grande estilo no Teatro do SESC 24 de Maio para os admiradores de todos os tipos de música, já que o violeiro flutua do rock ao blues, à música latina e à MPB. Uma celebração digna do artista musical popular brasileiro.

Nascido em 1973 na cidade de São Paulo, Ricardo Vignini faz parte do duo de violas caipiras Moda de Rock com Zé Helder, no qual exploram releituras de clássicos do rock e já regravou canções de bandas como Led Zeppelin, Nirvana, Rolling Stones e Queen. Ricardo também é membro fundador da banda Matuto Moderno, que mistura rock com música caipira, completando 20 anos em 2019. Já se apresentou na França, EUA, México, Canadá e Argentina, tocando com Renato Teixeira, Pepeu Gomes, Kiko Loureiro, Andreas Kisser e Edgard Scandurra. O violeiro também é produtor musical e apaixonado pela cultura popular.

Sobre os álbuns:

Reviola | Neste álbum, o violeiro explora sua pesquisa relacionada à absorção de variados gêneros musicais para a linguagem da viola caipira. São 11 faixas autorais, algumas em parceria com compositores como André Geraissati, André Abujamra, Socorro Lira. Conta também com a participação de músicos do naipe de Lenine, Guarabyra, Zé Geraldo e mais.

Ricardo Vignini e Socorro Lira | Um arame só (Marimbau Tietê) por Ricardo Vignini: “Em 1991 arranjei um bico entregando panfletos na rodoviária Tietê para custear minha ida para do Rock in Rio 2. Em um dia de trabalho, um senhor parou pra tocar um instrumento do meu lado com uma caixa de madeira, um cabo de vassoura, um arame só deslizando com um garfo e faca, depois descobri que era um Marimbau, o tio da Socorro Lira. O Gavião tocava na Paraíba um instrumento similar; mandei essa melodia pra ele que me respondeu com a letra em 20 minutos. Para essa gravação convidei Lenine e Marcos Suzano, ambos músicos que eu toquei no Rock in Rio em 2015”. Confira o álbum clicando aqui.

Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo | Esta obra surgiu de uma gravação ao vivo no estúdio Space Blues em São Paulo, documentado pelo cineasta Mário de Almeida, película ainda a ser lançada. Fernando Nunes encarrega-se do baixo e Ricardo Berti da bateria. Neste vigésimo álbum, Ricardo Vignini toca viola maciça, que resulta como uma guitarra.

Ricardo Vignini Trio/Beijando o Céu, por Ricardo Vignini: “Musica composta em homenagem ao meu ídolo Jimi Hendrix”. Confira o álbum clicando aqui.

Cubo | Foi concebido durante os meses de pandemia e teve apenas uma música gravada em estúdio. As restantes cada um dos catorze músicos gravou em seu estúdio. O trabalho, que contém 10 faixas, foi produzido, mixado e masterizado por Vignini. Há composições suas e também de André Abujamra, Zé Ramalho e Socorro Lira, entre outros, e uma do compositor mexicano, já falecido, Lorenzo Barcelata. Ouvimos algumas releituras de músicas que não fazem parte do repertório tradicional violeiro, mas que soam bem no instrumento.

Cubo por Ricardo Vignini: “Última música que eu escrevi e a que fecha o álbum sintetiza todos os meus sentimentos atuais, participam Felipe Câmara – voz, Fernando Nunes – baixo, Humberto Zigler – bateria”. Confira o álbum clicando aqui.

Repertório do Show:

1 – Na Zoada do Arame

2 – Amálgama

3 – O Bonde dos Fontes

4 – Minuano

5 – Moedão – Adriana Farias

6 – Maria Elena – Adriana Farias

7 – Reviola

8 – Fazenda 83 (Solo)

9 – Um Arame Só/Marimbau Tietê – Socorro Lira (Tom E)

10 – Do Ferro ao Pó

11 – Beijando o Céu

12 – Alvorada

13 – Pé Vermelho

14 – Alquimia – Tuia

15 – Se Xaxando

Ficha Técnica

Ricardo Vignini (viola)

Ricardo Berti (bateria)

Renan Dias (baixo)

Participações especiais: Socorro Lira, Adriana Farias e Tuia

Serviço:

Ricardo Vignini 30 Anos

Com a participação de Socorro Lira, Adriana Farias e Tuia e mais Ricardo Berti na bateria e Renan Dias

Dia 21/11 – domingo, das 18h às 19h30

Local: Teatro (1º subsolo) – SESC 24 de Maio

Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos

Ingressos: R$40,00 (inteira); R$20,00 (credencial, estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). Ingressos à venda a partir de 16/11 no portal SESCsp.org.br/24demaio [acessar pelo computador] e a partir de 17/11, às 14h, na bilheteria do SESC 24 de Maio.

SESC 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo/SP

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300

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Facebook: facebook.com/SESC24demaio

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Portal: SESCsp.org.br/24demaio

(Fonte: Assessoria de Imprensa | SESC 24 de Maio)

Triglicérides elevado é uma das principais causas de pancreatite aguda

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ivabalk/Pixabay.

Quando se fala em altas de taxas de triglicérides (TGs), a primeira preocupação que surge, geralmente, é com a saúde do coração. Porém, o excesso de gordura no sangue pode danificar outros órgãos importantes para o funcionamento do corpo, como o pâncreas. Hoje, a hipertrigliceridemia já é a terceira causa de pancreatite, representando de 1 a 4% dos casos, precedida por etiologia biliar e alcoólica. Em estágios iniciais, a inflamação no pâncreas pode ser tratada de forma clínica, mas em situações graves, necessita de monitoramento contínuo e, muitas vezes, apresenta prognósticos com altos índices de letalidade [1].

Geralmente, os principais motivos para o acúmulo de gordura no sangue são a alimentação inadequada e o excesso de peso. Entretanto, quando os resultados dos exames são muito maiores do que os valores de referência, é preciso investigar a possibilidade de uma doença rara, que afeta de uma a duas em cada milhão de pessoas no mundo [2], chamada síndrome da quilomicronemia familiar (SQF).

Normalmente, depois de ser absorvida pelo intestino e transportada no sangue, a gordura dos alimentos é decomposta com a ajuda de uma enzima chamada lipase lipoproteica. Em pessoas com SQF, essa enzima está disponível apenas em quantidades muito pequenas ou não funciona adequadamente, fazendo com que as gorduras dos alimentos não sejam metabolizadas e os TGs se acumulem no sangue [3].

Com isso, nesses pacientes, as taxas de triglicerídeos podem chegar a concentrações de até 10.000 mg/dL ou mais, quando os níveis normais não deveriam passar de 150 mg/dL [3]. Outros sinais da doença são o aparecimento de xantomas (depósitos de gordura na pele), a lipemia retinalis (aparência leitosa dos capilares da retina) e o aumento do fígado e baço [3].

Além de prejudicar os órgãos e causar manifestações físicas, como dor abdominal generalizada, fadiga e alterações gastrointestinais, entre outras [4], a SQF pode atingir também o sistema cognitivo, gerando dificuldade de concentração, perda de memória ou dificuldade para lembrar dos acontecimentos e julgamento prejudicado.

Afeta, ainda, o emocional do paciente, que tem que lidar com a incerteza constante sobre ter dores, cólicas ou pancreatite aguda, entre outros, podendo causar depressão, ansiedade e isolamento social. “Como na maioria das doenças raras, a jornada para o diagnóstico pode ser longa. Por ter os mesmos sintomas aos de outras doenças mais conhecidas, a tendência é de investigar patologias mais comuns, antes de seguir para uma investigação genética mais aprofundada”, Ana Maria Pita Lottenberg, Doutora e Mestre em Ciências dos Alimentos pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP). O diagnóstico pode ser feito por meio do exame clínico ou laboratorial. No primeiro caso, o médico consegue identificar sinais como hepatomegalia, que é o aumento anormal do tamanho do fígado; depósito de gorduras na pele e, em alguns casos, na retina [5].

“Os pacientes com SQF, geralmente precisam consultar vários profissionais de saúde e fazer exames médicos laboratoriais frequentes, ao mesmo tempo em que realizam mudanças drásticas no estilo de vida, principalmente na alimentação, para conseguirem controlar os níveis de triglicerídeos”, finaliza a especialista.

SQF: saiba mais sobre essa doença rara | A SQF é uma doença genética de herança recessiva, ou seja, é necessário que tanto o pai quanto a mãe de um indivíduo afetado tenham um gene alterado; portanto, o risco de recorrência para a prole (os filhos) de pais portadores (do gene alterado) é de 25% para cada gestação do casal. Além disso, estima-se que a prevalência seja entre uma e duas em cada milhão de pessoas [3].

O diagnóstico da síndrome pode ser feito por meio do exame clínico ou laboratorial. Em um exame de sangue é possível avaliar a ausência ou deficiência da enzima LPL, assim como os níveis de triglicérides. Além disso, pode ser solicitado também um exame genético [5]. Em geral, o diagnóstico é feito tardiamente por conta dos sintomas bastante comuns e pela doença poder se manifestar em qualquer idade. Logo, é importante que a população tenha conhecimento sobre ela e fique atenta aos sinais.

Referências:

[1]Maria Clara Fajardo Lima, Allysson Lucas Martins, Aléxia Patrício Matoszko,Marcos Taveira Moura, Joaquim Ferreira de Paula3 e Carlos Augusto Marques Batista. PANCREATITE AGUDA POR HIPERTRIGLICERIDEMIA: RELATO DE UM CASO COMPLICADO. Disponível em: site

[2]Falko JM. Familial chylomicronemia syndrome: a clinical guide for endocrinologists. Endocr Pract. 2018;24(8):756-763

[3]Mohandas MK, Jemila J, Ajith Krishnan AS, George TT. Familial chylomicronemia syndrome. Indian J Pediatr. 2005 Feb;72(2):181

[4]Davidson M, Stevenson M, Hsieh A, et al. The burden of familial chylomicronemia syndrome: interim results from the IN-FOCUS study. Expert Rev Cardiovasc Ther. 2017;15(5):415‐423.

[5]Sugandhan S, Khandpur S, Sharma VK. Familial chylomicronemia syndrome. Pediatr Dermatol. 2007;24(3):323-325

(Fonte: LLYC São Paulo)

Impactos ambientais da dieta brasileira e consumo de alimentos ultraprocessados crescem no Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil.

Os impactos ambientais da alimentação do brasileiro cresceram nos últimos 30 anos, com registros de aumentos de 21% na emissão de gases do efeito estufa, 22% na pegada hídrica e 17% na pegada ecológica. Os dados são de estudo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com pesquisadores das universidades britânicas de Manchester e Sheffield, publicado na revista “Lancet Planet Health” na quarta (10).

A análise partiu das informações de cinco edições da Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, cobrindo o período de 1987 a 2018. Os inquéritos quantificam os alimentos e bebidas comprados pela população brasileira habitante em áreas metropolitanas. Os cálculos foram feitos com base na classificação NOVA de alimentos, que separa os itens em quatro categorias: alimentos in natura, ingredientes culinários, alimentos processados e, por fim, alimentos ultraprocessados.

Os autores do estudo levaram em conta três indicadores ambientais: a emissão de gases do efeito estufa (como forma de medir o potencial de aquecimento global), a pegada hídrica (estimativa do uso de água para a produção do alimento) e a pegada ecológica (quantidade de área biologicamente produtiva para gerar o alimento). “Os impactos ambientais relativos à compra de alimentos no Brasil aumentaram em função de uma mudança no padrão alimentar da população”, diz a nutricionista Jacqueline Silva, coautora do estudo. “Ao longo dos anos, as compras de alimentos in natura e ingredientes culinários (como óleos, sal e açúcar) caíram, e as compras de alimentos processados e ultraprocessados aumentaram”, observa.

A pesquisa mostra uma faceta dos ultraprocessados ainda pouco observada. Desde a última década, cientistas no Brasil e no mundo vêm mostrando o impacto desses produtos na saúde humana, associando seu consumo a um maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e até mesmo câncer. Pouco se conhece, no entanto, sobre os efeitos dos ultraprocessados na saúde planetária. “A relação entre os sistemas alimentares e as mudanças climáticas é complexa e desafia a própria segurança alimentar”, diz Silva. “Os sistemas alimentares são responsáveis por um terço das emissões globais de gases do efeito estufa, e, ao mesmo tempo, sofrem com os impactos climáticos que eles mesmos ajudam a provocar”.

(Fonte: Agência Bori)