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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Cultura FM estreia série sobre a música no cinema brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Alexandre Guerra. Foto: Nathalie Bohm.

Estreia no sábado (11/12) na Rádio Cultura FM (103,3), a série Cine Brasil – A Música no Cinema Brasileiro. Idealizada pelo compositor para TV e Cinema Alexandre Guerra, a série, em 13 episódios, fará uma retrospectiva da história do cinema brasileiro e sua relação com a música do nosso país. Guerra produz, roteiriza e apresenta a atração, que vai ao ar às 22h, ao lado de Alexandre Ingrevallo.

Ao longo dos episódios, o repertório de mais de um século de música e as participações de pesquisadores, cineastas, compositores e biógrafos como Alice Gonzaga, Ricardo Cravo Albin e Celso Sabadin, trazendo ao público preciosas histórias musicais que nosso cinema coleciona.

O Cinema Mudo no Brasil, o início do Cinema Sonoro, as produções da Cinédia, o lançamento de Carmem Miranda ao mundo, as chanchadas da Atlântida, o Cinema Novo e toda a evolução das produções nacionais passando pela retomada nos anos 90 e o grande sucesso internacional de obras como Central do Brasil e Cidade de Deus.

Grandes maestros que arranjaram ou criaram trilhas para filmes brasileiros, como Gabriel Migliori, Rogério Duprat, Guerra-Peixe, Franscisco Mignone, Radamés Gnatalli, Camargo Guarnieri e Cláudio Santoro também serão destaque. A série também abre espaço para os atuais criadores de música para cinema como Antônio Pinto, André Abujamra e Beto Villares.

Alexandre Guerra é formado em música de cinema pelo Berklee College of Music, onde estudaram os compositores americanos Howard Shore e Alan Silvestri. Estudou harmonia e composição com Hans Koelheuter. Trabalhou com a criação de jingles para publicidade e compôs trilhas sonoras para mais de 130 projetos em cinema e televisão ao lado de diretores como Jayme Monjardim, Bruno Barreto e Marcelo Machado, entre outros.

Cine Brasil – A Música no Cinema Brasileiro

Roteiro, produção e apresentação: Alexandre Guerra e Alexandre Ingrevallo

Estreia: sábado (11/12) às 19h na Cultura FM (103,3)

Reapresentação segundas-feiras, às 22h.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | TV Cultura)

17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo e 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba divulgam vencedores

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Da direita para a esquerda, o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Alex Jegorow,  o curador Celso Falaschi, o prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, a secretária municipal de Cultura, Tania Castanho, e o mestre de cerimônias, Fábio Alexandre. Fotos: Eliandro Figueira.

Em evento realizado na noite de terça-feira, 7 de dezembro, na Tulha do Casarão Pau Preto, a Secretaria de Cultura de Indaiatuba revelou os vencedores do 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração e do 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba. Foram entregues também os certificados e prêmios aos vencedores do Festival de Rock e Música Instrumental.

“A Prefeitura de Indaiatuba investe continuamente em Cultura, pois sabe de sua importância na vida de nossos munícipes. Estes dois eventos que estamos premiando agora são provas da pluralidade do talento de nossa população”, comentou o prefeito Nilson Gaspar durante a premiação. “Temos artistas de todas as idades aqui e isso é muito importante, pois uma cidade sem Cultura é uma cidade sem identidade”.

“Gostaria de agradecer todos os que participaram do Prêmio Literário e Salão de Artes, dois eventos que crescem a cada ano não somente no número de inscrições, mas também na qualidade dos trabalhos”, analisou a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Isso comprova a evolução contínua de nossos artistas, que são desafiados todos os anos a ampliar seus horizontes”.

Público presente na Tulha do Museu Municipal “Antonio Reginaldo Geiss”, o Casarão Pau Preto.

O 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração foi criado com o objetivo de divulgar o nome do autor da letra do Hino de Indaiatuba e incentivar a produção literária local.

Na categoria Conto, o terceiro lugar foi para Ingrid Rosa dos Santos, com Mulher Peixe, e a segunda colocação ficou com Matheus Barbosa da Silva, com Cinofobia. A vencedora foi Juliana Nogueira Bertoli, com Hilda, Jeremias, Mirtes.

Na categoria Crônica, Ingrid Rosa dos Santos foi a terceira colocada com Estilhaços e Ludmila Samara dos Santos ficou na segunda posição com A Descoberta do Eu Artista. O primeiro prêmio foi para Juliana Nogueira Bertoli, com Descanse em Paz.

Na categoria Poesia, Raphael Panzetti Pinto Lari conquistou a terceira posição com 2019-2021 e Caroline Amaral dos Santos foi a segunda colocada com Heroico. A vencedora é Julia Pantin da Silva, com Fotografia.

Jurados | O curador do 17º Prêmio Literário Acrísio de Camargo – Nova Geração é Celso Luiz Falaschi, produtor cultural, arteterapeuta, jornalista, mestre em Educação (Ensino Superior) e doutor em Psicologia (Criatividade). Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Arteterapia da Faculdade Vicentina – Integrarte, polos de São Paulo, Campinas, São José dos Campos, Curitiba e Belo Horizonte e professor do mesmo curso.

Como produtor cultural, destaca-se como criador e curador do Salão de Artes Visuais de Indaiatuba desde 2015. Foi curador também dos festivais Outubro Literário 2014, 2015 e 2016, do Festival Junho das Tradições e Cultura Popular 2016, dos Festivais Agosto das Artes 2015 e 2016 e das atividades locais da Virada Cultura Paulista de 2016, todos em Indaiatuba.

Foi coordenador adjunto da Exposição Experimental em Comunicação, dentro do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, de 1996 a 2003, evento que chegou a ter cinco mil trabalhos inscritos em uma única edição.  É autor de vários livros nas áreas de Arteterapia, Criatividade e Comunicação, atuando como palestrante em congressos nacionais e internacionais das três áreas.

Armando Martinelli é graduado em Jornalismo (PUC-Campinas) e mestre em Divulgação Científica e Cultural (Unicamp). Autor do livro Recital das Reticências (2018, Editora Urutau), também tem poesias e contos publicados em revistas e coletâneas digitais.

Kleber Patricio é natural de Santos e reside em Indaiatuba desde 1986. Jornalista, escreve desde 1992 (com passagens pelo jornal Tribuna de Indaiá e pela Revista da Tribuna) e mantém, desde 2008, o canal Kleber Patricio Online (website, Facebook, Instagram e Twitter). Ocupou o cargo de diretor do Departamento de Difusão e Formação da Secretaria Municipal de Cultura e foi também chefe da Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura.

Eloy de Oliveira é escritor, consultor literário e professor de escrita criativa, além de roteirista, jornalista com especialização em gestão de crise, consultor e gestor de marketing político, corporativo e esportivo. Ocupa a cadeira 31 da Academia Saltense de Letras desde 2015. Seu último livro é A Última Noite de Helena, romance policial, de 2020. É autor sozinho ou em parceria de outros 13 livros de poesias, crônicas, contos e ensaios. No mês de outubro de 2021, lançou pela Academia Saltense de Letras a antologia É de Sonho e de Pó, que reúne textos de 24 autores sobre a pandemia do coronavírus.

Antonio da Cunha Penna é fotógrafo e escritor, reside em Indaiatuba desde 1957. Foi, por muitos anos, diretor social e de cultura do Indaiatuba Clube. Cofundador da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, publicou os livros Só Dói Quando Dou Risada (2005); Nos Tempos do Bar Rex (2010) e Tipos Notáveis da Popularidade (e algumas histórias mal contadas) em 2015. Em 1998, foi vencedor do Mapa Cultural Paulista na categoria Contos.

Marcus Vinicius Pasini Ozores é natural de Araraquara, mas um trabijuense de coração e um tupinambá por adoção na praia de Barequeçaba. Sociólogo de formação pela Universidade Estadual de Campinas com mestrado e doutorado em Educação, na realidade sempre foi jornalista por profissão. Trabalhou em vários órgãos da imprensa escrita, teve passagem pela televisão e rádio e aposentou-se há três anos como jornalista da Unicamp. Desde então, dedica-se às leituras de poesia e poetas e mantém canal no YouTube intitulado Só a Poesia nos Salvará.

Áureo Lustosa Guérios é doutor em Literatura Comparada pela Universidade de Pádua, mestre em Cultura Literária Europeia pela Universidade de Bolonha e bacharel em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná. Ele é o criador e apresentador do podcast Literatura Viral, programa sobre literatura, história e epidemias.

Artes | O 7º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba tem o objetivo, desde sua concepção, de incentivar a produção local em quatro categorias: Desenho, Escultura, Fotografia, Gravura e Pintura. O conceito de Artes Visuais inclui diversos domínios da criação estética e acolhe todas as expressões artísticas, cujo denominador comum seja o visual, do desenho ao vídeo.

Também com curadoria de Celso Luiz Falaschi, o Salão contou com os seguintes jurados: Cláudio Assato é médico psiquiatra, com especialidade em psicanálise e arteterapia. Artista plástico, com especialização em Artes Visuais, Intermeios e Comunicações (Unicamp) e Arte Contemporânea e História da Arte (Arquitec). Pesquisador em arte bruta, com trabalhos desenvolvidos no Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, em Campinas.

Danilo de Angeli é arte-educador, arteterapeuta e artista plástico, residente em Piracicaba. Participou de diversas edições dos salões de Belas Artes, de Arte Contemporânea e de Humor de Piracicaba, jurado do Salão de Arte Contemporânea de Limeira, atuando também como jurado e curador de inúmeros eventos artísticos. Professor em cursos de pintura, desenho e mangá em Piracicaba.

Regina Lara é artista Plástica e professora universitária, com mestrado em Artes pela Unicamp e doutorado em Psicologia e Criatividade pela PUC-Campinas. Professora nos cursos de Artes e Design da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Confira os vencedores:

DESENHO

1º – A Trompetista, de Adão Pedroso de Morais

2º – Zoomorfismo, de Natália Yulika Murakami

3º – Aurora, de Laís Costa Oliveira

Não houve concessão de menções honrosas nesta categoria

ESCULTURA

1º – Ópera de Concreto, de Elisa Faccin

2º – Peito-Respeito-Renovação, de Gelson Nenê

3º – Dor Sem Nome, de Anna Pellizari

Não houve concessão de menções honrosas nesta categoria

FOTOGRAFIA

1º – Sem Título 1, 2, 3, de Marcus Vinicius Mazieri Campo

2º – Perfume Analógico, de Kelly Cristina Amaral

3º – No Meio do Caminho, de Erondina de Aquino Silva

Menção honrosa – Isso Não é Praia, de Alex Flávio Guimarães

Menção honrosa – Through the Portal, de Erick Cardoso Coelho

GRAVURA

1º – Nativitas Pharaonis 1, 2, 3, de João Carlos Dias Santos

2º – Gêmeos Siameses, de Alex Flávio Guimarães

3º – Oceano, de Karen Ewel

PINTURA

1º – Um Dia, as Únicas Borboletas Restantes Estarão em seu Peito Enquanto Você Marchar em Direção à Morte, de Hugo White King

2º – Planta Urbana 3, de Rafael Pereira

3º – Camaleão, de Bianca Ferreira Cabral

Menção honrosa – Touro, de Adão Pedroso de Morais

Menção honrosa – Carvalhos, de Elaine Ap. Pinhoti Rodriguez

Menção honrosa – Menina 2, de Kenia Marli de Angeli.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Perspectiva econômica para o ano eleitoral de 2022 pode arrastar para o fundo do poço o emprego e a renda de milhões

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Roberto Parizotti/Fotos públicas.

Por Paulo Sandroni — A inflação e sua acompanhante inseparável, a taxa Selic, marcham velozmente em direção aos dois dígitos. É provável que ambas inaugurem o ano eleitoral de 2022 acima dos 10%, desencadeando perdas e danos e adiando uma vez mais a retomada do crescimento da economia.

A inflação representa uma maneira fácil de aumentar a arrecadação: os preços (sobre os quais os impostos são calculados) aumentam e a receita cresce, ao passo que despesas correntes do governo, como pagamento de salários (reajustes), não crescem com a mesma velocidade. Além disso, apesar do PIX, o aumento no valor das transações demanda maior emissão de moeda: produzir uma nota de R$100 custa só cinquenta centavos e a diferença é embolsada pelo emissor.

Se, por um lado, as receitas tributárias aumentam, por outro o governo lida com substância eleitoralmente tóxica: os preços nas nuvens obrigam os mais pobres a comprar o osso, pois não é possível adquirir a carne que o envolve.

E, entre a inanição popular e a revolta, o caminho é curto. Para neutralizar o desgosto, o governo acena com um auxílio de R$400, já que não é pecado abrir a caixa de ferramentas das bondades. A operação fura-teto de gastos, que viabiliza também as secretas emendas parlamentares, deve ser entendida neste contexto: o importante é ganhar as eleições, o resto fica para depois. Se a economia despenca arrastando ainda mais para o fundo do poço o emprego e a renda de milhões, a gente resolve em 2023.

Até os ministros mais magros tendem a empurrar com a barriga, preferindo adiar ações desagradáveis hoje, mesmo que se tornem desastrosas amanhã. Cumprem ordens dos políticos, cuja missão mais importante é garantir a reeleição. Esse filme se repete com frequência.

No médio e longo prazo, no entanto, essa política afugenta investidores. Investimentos produtivos, indispensáveis para a retomada do crescimento, demandam tempo de maturação. Em outras palavras, requerem no mínimo de três a cinco anos para apresentar os primeiros retornos. Se os investidores não sentirem segurança e as incertezas aumentarem, permanecerão no modo de espera e a alavanca do crescimento não se moverá de forma robusta.

A manobra eleitoreira que o governo federal tenta com a operação fura-teto em nada contribui para apresentar um futuro razoavelmente estável. Ao contrário, ampliando a dívida pública, o governo federal necessitará rolar parte crescente dela no curto prazo, pagando juros cada vez mais elevados. As inevitáveis desvalorizações cambiais – ao mesmo tempo causa e efeito do ambiente envenenado pelo binômio inflação/incertezas – elevarão os preços da cesta básica, atormentando de maneira atroz a vida dos mais pobres. Investidores permanecerão com o dinheiro empoçado, esperando o desenlace eleitoral de 2022, outro ano de provável recessão ou, na melhor das hipóteses, de crescimento raquítico.

Alternativa? Um dos caminhos para evitar o fura-teto seria lançar um imposto sobre a riqueza acumulada pelas famílias mais ricas — o sofrimento dos mais pobres seria mitigado sem desarrumar as contas públicas — ou afetar o padrão de vida dos que vivem no topo da pirâmide.

Sobre o autor | Paulo Sandroni é professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP).

(Fonte: Agência Bori)

Projeto ‘Golfe Chave para o Futuro’ 2022 abre inscrições para jovens de 13 a 17 anos

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

Estão abertas as inscrições para o Projeto Golfe Chave para o Futuro 2022 para jovens de 13 a 17 anos atendidos por algum Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) de Indaiatuba. Para o ano que vem, serão 200 vagas disponíveis e os interessados devem comparecer acompanhados pelos responsáveis até o CRAS mais próximo da residência até o dia 24 de janeiro. Serão aceitos apenas estudantes de escolas públicas.

As inscrições podem ser feitas no CRAS 1 – Oliveira Camargo, CRAS 2 – Caminho da Luz, CRAS 3 – Parque Corolla, CRAS 4 – São Conrado, CRAS 5 – Jardim Brasil e CRAS 6 – Campo Bonito, das 8h às 17h, de segunda a sexta. Na quarta-feira, 8 de dezembro, haverá um plantão para às inscrições em todas as unidades dos CRAS de Indaiatuba, das 18h às 19h, excepcionalmente.

Iniciado em março de 2020, o projeto foi realizado por meio das Secretarias Municipais de Cultura e Assistência Social e executado pela Associação Hurra! Por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte. O objetivo é a formação técnica dos jovens para a prática e conhecimento do golfe, inclusão na cadeia produtiva do esporte, como paisagismo e jardinagem, além da formação de habilidades sócio emocionais importantes para a vida profissional dos alunos, que têm entre 13 e 17 anos.

A Secretaria de Assistência Social informou que entre os dias 22 de dezembro e 2 de janeiro todas as unidades dos CRAS estarão fechadas para o recesso de fim de ano, retornando no dia 3 de janeiro de 2022. As aulas têm previsão para serem iniciadas em fevereiro, com aulas às terças ou quintas, sempre no contra turno escolar do estudante inscrito.

Serviço:

Endereço CRAS 1 – Rua Augusto Brega, 452 – Jardim Oliveira Camargo

Telefone: (19) 3875-5501

Endereço CRAS 2 – Rodovia Lix da Cunha, 2900 – Tombadouro

Telefone: (19) 3834-7781

Endereço CRAS 3 – Rua José Pioli, 96 – Jardim Morada do Sol

Telefone: (19) 3816-9374 / (19) 3935-7534

Endereço CRAS 4 – Rua Jordalino Pietrobom, 1300 – Jardim São Conrado

Telefone: (19) 3936-5521

Endereço CRAS 5 – Rua Lourenço Martins do Amaral, 241 – Jd. Brasil

Telefone: (19) 3825-2065

Endereço CRAS 6 – Rua Benedita Carvalho, 213 – Parque Campo Bonito

Telefone: (19) 99773-1238.

Governo de São Paulo investirá R$40 milhões na expansão do Museu da Diversidade Sexual e criação de dois novos museus na Capital

São Paulo, por Kleber Patricio

O Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Foto: Ciete Silvério/A2img.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (6) um investimento total de R$40 milhões para ampliação do Museu da Diversidade Sexual e entrega de dois novos museus para o próximo ano na capital. O Museu da Diversidade Sexual – primeiro equipamento cultural da América Latina dedicado à comunidade LGBTQI+ – terá o espaço e a capacidade ampliados. Além disso, o Governo de SP vai criar o Museu das Favelas e o das Culturas Indígenas, que se somarão aos outros 21 em atividade em todo estado.

O Museu da Diversidade Sexual receberá investimento de R$9 milhões para as obras de ampliação, que vão resultar em um espaço cinco vezes maior do que o atual. Com o projeto de extensão, a área na Estação República do Metrô, no coração da capital, aumentará de 100 m² para 540 m² e o novo espaço subirá também para a superfície. A expansão permitirá a realização de exposições multimídia de longa duração, exposições temporárias e eventos, um Centro de Referência e outro de Empreendedorismo, café e loja.

O Museu da Diversidade Sexual foi criado em 2012 e, no ano de 2020, durante a pandemia, quando as instituições culturais tiveram de migrar para o mundo virtual, foi o segundo mais procurado, com 2,3 milhões de acessos, atrás apenas da Pinacoteca. As novas atrações vão fomentar ainda mais a missão do espaço de promover o resgate histórico, a transformação social e o desenvolvimento pleno do segmento, garantir visibilidade e reforçar a potência e o protagonismo da comunidade LGBTQI+. O início da implantação será em janeiro e a inauguração está marcada para julho de 2022.

Museu das Favelas | O Museu das Favelas nasce com a missão de articular, preservar e comunicar as potências das favelas paulistas e brasileiras: histórias e memórias de resistência e resiliência das comunidades, patrimônios culturais, produções artísticas, intelectuais, tecnológicas e científicas. A unidade contará com a parceria da Central Única das Favelas (CUFA) e tem investimento previsto de R$15 milhões.

Localizado no Palácio de Campos Elíseos, na região central de São Paulo, o equipamento contará com uma área de 8.208 m², que será dividida em espaços para exposição multimídia interativa de longa duração, exposições temporárias, Centro de Referência (biblioteca digital, auditório, pesquisas, estudos e conferências), Centro de Empreendedorismo (coworking, formação e capacitação, aceleração de startups), eventos, café e loja (comércio de produtos produzidos pelos próprios colaboradores). A abertura será em junho de 2022.

Museu das Culturas Indígenas | Primeiro museu feito e conduzido por indígenas no estado de São Paulo, o Museu das Culturas Indígenas será uma vitrine da força criativa das comunidades. Instalado no Complexo Baby Barioni, ao lado do Parque Água da Branca, o edifício terá sete andares, com 200 m² cada, totalizando 1.400 m² de área total. Haverá espaço para exposições de longa e curta duração, centros de pesquisa e referência, auditório, administrativo e reserva técnica.

Com investimento de R$14 milhões, o equipamento contará com a parceria do Instituto Maracá e de diversas lideranças indígenas, que estão participando de sua concepção e se manterão presentes após a inauguração. A abertura está programada para março de 2022, com uma exposição inaugural em homenagem a Jaider Esbell (1979-2021), artista brasileiro e um ativista dos direitos indígenas que foi destaque da 34ª Bienal de São Paulo e faleceu precocemente, aos 42 anos, no mês passado. “São museus que invertem a perspectiva com que as comunidades vêm sendo tratadas em nosso país. Onde a sociedade enxerga carência, nós enxergamos potência”, disse o secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão.

Rede de museus | O Governo de SP possui um total de 20 museus em atividade – 16 na capital e quatro no interior e no litoral – e os novos anúncios fazem parte do plano de expansão da rede. No total, há oito projetos já realizados ou em curso e mais 13 em fase de execução. A ampliação do Museu da Diversidade Sexual e criação dos novos museus reforça o compromisso de São Paulo com a promoção da cultura e preservação da memória.

Os três equipamentos receberão investimentos públicos e privados e estão em processo de convocação pública para administração dos espaços, sob o modelo de gestão por organizações sociais de cultura. A criação e ampliação dos museus têm curadoria de Marcello Dantas, museólogo e documentarista com mais de 30 anos de carreira. É de Dantas, por exemplo, a concepção do Museu da Língua Portuguesa.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)