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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Protagonizado por Sophie Charlotte, filme “Meu Nome é Gal” começa a ser filmado em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Marc Fanelli-Isla/Unsplash.

Uma das principais cantoras do Brasil terá sua vida retratada no cinema no filme “Meu Nome é Gal”, que começa a ser rodado nesta semana em São Paulo (capital e no litoral, em São Sebastião) e no Rio de Janeiro. Com direção de Dandara Ferreira e Lô Politi, que também assina o roteiro, o longa é protagonizado pela atriz Sophie Charlotte e traz no elenco nomes como Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha) e Waly Salomão (George Sauma), entre outros. A diretora Dandara Ferreira também atua, interpretando Maria Bethania e Fábio Assunção faz uma participação especial como um diretor de televisão. O filme é uma produção da Paris Entretenimento com coprodução Globo Filmes e Dramática Filmes e será rodado ao longo de 27 dias no Rio e em São Paulo. Com distribuição da Paris Filmes, a previsão de lançamento é em 2023.

“Meu Nome é Gal” retrata a trajetória de Maria da Graça Costa Penna Burgos, uma menina tímida que desde muito cedo sabe que a música vai guiar seus caminhos. Gracinha, como era chamada pela mãe Mariah, uma de suas grandes incentivadoras, foi criada sozinha por essa mulher batalhadora que sempre a estimulou a correr atrás de seus sonhos. Aos 20 anos, ela decide viajar rumo ao Rio de Janeiro para se tornar cantora. Lá, a jovem encontra seus amigos da Bahia: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha, que acompanham os primeiros passos de Gal na música profissional no final da década de 1960.

Para sobressair no universo musical inovador proposto por Gil e Caetano, Gal precisa enfrentar um grande inimigo pessoal: a própria timidez. Conforme vai se soltando, a grande promessa da música brasileira começa a desabrochar enquanto a Tropicália se torna realidade. O movimento transforma a indústria e desafia uma sociedade conservadora, misturando MPB tradicional, bossa nova e guitarra elétrica, além de propor uma transformação completa no visual e nas atitudes.

Quando Caetano Veloso e Gilberto Gil são presos e exilados em plena ditadura militar, Gal se afoga em uma depressão profunda. O medo e a necessidade de se posicionar se misturam e a única saída é buscar dentro de si a força para se tornar a voz da Tropicália e, assim, trazer para fora uma atitude e uma potência que irão provocar uma revolução estética e comportamental que transforma toda uma geração, principalmente de mulheres. Ela se torna um dos principais nomes da música brasileira. Mesmo depois de milhares de discos vendidos e de se tornar nacionalmente famosa, Gal Costa mantém um grande e às vezes conturbado vínculo com a mãe.

Tudo isso é entremeado por músicas que fazem parte da cultura nacional como “Eu Vim da Bahia”, “Baby”, “Divino Maravilhoso”, “Alegria, Alegria”, “Coração Vagabundo” “Mamãe, Coragem” e, claro, “Meu Nome é Gal”, canção composta por Erasmo e Roberto Carlos em 1969 que dá nome ao filme.

Sobre Dandara Ferreira | Diretora da elogiada série documental “O Nome Dela é Gal”, exibida na HBO, Dandara Ferreira mergulhou fundo na carreira de Gal Costa no período em que a cantora completava cinco décadas de palco e setenta anos de vida.

Sobre Lô Politi | Lô Politi é diretora e roteirista. Seu primeiro filme, “Jonas”, onde assina direção e roteiro, recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Internacional do Rio, participou de mais de 10 festivais internacionais e está atualmente disponível no catálogo da Netflix em 190 países. Seu segundo filme de ficção, “Sol”, onde também assina direção e roteiro, foi premiado no último Festival do Rio e será lançado em maio de 2022. Também dirigiu, em parceria com Anna Muylaert o longa-metragem documentário “Alvorada”, sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Roussef, lançado em maio de 2021. “Meu Nome É Gal”, co-dirigido com Dandara Ferreira, é seu quarto longa-metragem e tem seu lançamento previsto para o final de 2022.

Sobre a Paris Entretenimento | A Paris Entretenimento consolidou-se como produtora independente em 2015, com o lançamento de “Carrossel – O Filme”. Desde então, seus filmes foram vistos por 20 milhões de pessoas nos cinemas. Entre 2015 e 2018, a Paris Entretenimento foi a produtora que mais lançou filmes no país, com um total de quatorze longas-metragens originais exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções reafirmam sua abrangência de mercado: adaptações de séries infantis (“Carrossel”, “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, “Detetives do Prédio Azul – O Filme” e “Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano”), infanto-juvenis (“Internet – O Filme”, “Meus 15 Anos” e “10 Horas para o Natal”), comédia romântica (“Um Namorado Para Minha Mulher”), adaptação que deu vida à HQ nacional de ação (“O Doutrinador” – filme e série para o canal Space) e três documentários (“Teresinha”, “Todas as Meninas Reunidas Vamos Lá!” e “Aqualoucos”), este último lançado na 41 Mostra Internacional de Cinema. Em 2021, lançou as comédias “A Sogra Perfeita” e “Dois mais dois” e tem atualmente dois longas em fase de finalização: “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo” e “A Paixão Segundo G.H”, previstos para serem lançados em 2022.

Sobre Dramática Filmes | A Dramática Filmes é a produtora da diretora e roteirista Lô Politi voltada à realização dos seus próprios projetos, investindo no desenvolvimento deles todo o tempo que for preciso e se associando a outras produtoras para a realização. Dessa forma, como coprodutora, consegue garantir que cada projeto atinja a maturidade necessária, sem perder de vista a qualidade de produção. Assim foram produzidos os filmes “Jonas” (2015), “Alvorada” (2021), “Sol” (que será lançado em maio de 2022) e “Meu Nome É Gal” (que está em produção).

Sobre a Globo Filmes | A Globo Filmes atua como produtora e coprodutora de filmes brasileiros com foco na qualidade artística e na diversidade de conteúdos que valorizam a nossa cultura, maximizando a audiência no cinema e demais janelas.

Desde 1998, participou de mais de 400 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro; comédias, romances, documentários, infantis, dramas e aventuras. Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria como “Tropa de Elite 2” e “Minha Mãe é uma Peça 3” – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica e público como “2 Filhos de Francisco”, “Aquarius”, “Que Horas Ela Volta?”, “O Palhaço” e “Carandiru”, e longas premiados no Brasil e no exterior, como “Cidade de Deus” – com quatro indicações ao Oscar – e “Bacurau”, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.

Sobre a Paris Filmes | A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro® e o Oscar® de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos, a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”, “Invencível”, “A Luz do Demônio” e as sequências de “John Wick”, “Jogos Vorazes” e “Extraordinário 2”, entre outros.

(Fonte: Palavra Assessoria em Comunicação)

Sinfônica de Indaiatuba apresenta espetáculo que mescla arte circense e música clássica

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba apresenta “E o Palhaço, tem concerto?”. Fotos: Rafael Scucuglia.

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba se apresenta, neste sábado (19), em sessão única, com o espetáculo “E o Palhaço, tem concerto?”. O evento acontece às 19h, com entrada gratuita, e marca a inauguração do Centro Esportivo do Videiras (Amadeo Thomazeto), em Indaiatuba (SP). Para dividir o palco com os músicos nesta noite especial, também estará presente o Palhaço Azevedo, personagem do músico Mauro Braga. A regência e a direção artística são do maestro Paulo de Paula. Realizado pela última vez em 2017, o encontro das duas artes mescla tropeços, tombos e caretas do Palhaço Azevedo às obras de compositores como Mozart, Albinoni e Carlos Gomes, criando uma atmosfera lúdica e divertida para aproveitar em família.

Contudo, o concerto vai além disso. Em meio às trapalhadas de Azevedo e a execução do repertório, alguns desafios começam a se desenrolar. O motivo: o palhaço quer ser o grande solista da noite. Para isso, ele terá que ganhar a confiança dos músicos da Sinfônica e do maestro demonstrando as suas incríveis habilidades no violoncelo. Do outro lado dessa história, a Orquestra terá o papel desafiador de acompanhar a excêntrica mente de Azevedo, estabelecendo um diálogo entre a palhaçaria – nome dado à arte realizada por palhaços dentro e fora dos picadeiros – e as músicas, tocadas sem perder a concentração diante de tão ilustre e caricato convidado.

Os projetos ligados à Sinfônica, desde o ano de sua fundação, buscam uma contrapartida social, isto é, de fomento e democratização do acesso à música. Em paralelo com a agenda usual de concertos, a Orquestra procura se apresentar fora de teatros, em locais que possam, por diversas razões, não dispor deste tipo de arte de forma facilitada – por exemplo, escolas e igrejas de bairros indaiatubanos como Jardim Morada do Sol, Jardim São Conrado, Campo Limpo e Itaici. Inclusive, a Orquestra está preparando mais novidades para a região – onde acontecerá o concerto deste sábado – que serão divulgadas muito em breve.

Violoncelista e bacharel em música pela Unicamp, Mauro Braga dá vida ao personagem Palhaço Azevedo.

Palhaço Azevedo | Personagem interpretado por Mauro Braga, violoncelista e bacharel em música pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), dedicando-se, por mais de uma década, às pesquisas e atuações relacionadas à linguagem do palhaço excêntrico musical. Mauro já participou do Ficho (Festival de Circo y Chou do México) e de apresentações na Orquestra Popular do Nordeste e da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, em outras sessões do espetáculo, promovidas entre 2016 e 2017. Circula pelo país com diversas peças e intervenções, como “Canção do Beco”, “Azevedo Pão e Leite” (com os mestres da palhaçaria Aziz Gual e Biribinha) e “Das alturas de mim mesmo”.

O concerto | Para assistir ao espetáculo, é recomendado chegar alguns minutos antes do horário de início, pois os lugares serão liberados por ordem de chegada. Vale ressaltar que também é necessário levar comprovante de esquema vacinal de Covid-19 completo (duas doses ou dose única) ou pelo menos uma dose da vacina, com apresentação de resultado negativo de teste para Covid-19 do tipo PCR, realizado até 48 horas, ou do tipo antígeno, realizado até 24 horas antes da data em questão. Menores de 12 anos devem respeitar a obrigatoriedade do uso de máscaras e demais protocolos de prevenção à Covid-19.

O espetáculo “E o Palhaço, tem concerto?” é realizado pela Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba) com apoio da Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal de Cultura. O Centro Esportivo de Videiras (Amadeo Thomazeto) fica na Estrada Municipal José Boldrini, s/nº (ao lado da igreja São José), Indaiatuba (SP).

Vídeo: trecho de “E o Palhaço, tem concerto?” – Clique aqui.

Serviço:

Espetáculo “E o Palhaço, tem concerto?”

Data: 19/2 – Horário: 19h

Entrada gratuita

Local: Centro Esportivo do bairro Videiras (Amadeo Thomazeto) fica na estrada municipal José Boldrini, sem número (ao lado da igreja São José), Indaiatuba (SP).

Sobre a Amoji | A Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba) é responsável pela manutenção da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, que vem se destacando por sua intensa atuação na divulgação e popularização da música orquestral realizando, anualmente, mais de uma dezena de concertos gratuitos com participação de músicos do município de Indaiatuba (SP) e solistas de renome. Também promove o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que reúne uma série de concertos com grupos artísticos da Região Metropolitana de Campinas (RMC), além de masterclasses abertas para estudantes de música de todo país.

A Associação também é responsável por gerir e administrar a Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba (Emosi) e a Orquestra Jovem de Indaiatuba (OJI). Ambas viabilizam a muitos jovens instrumentistas da cidade e região oportunidade de desenvolvimento técnico e artístico, por meio de aulas gratuitas de instrumentos musicais, além de participarem dos ensaios e apresentações da Orquestra Jovem.

Site: www.orquestradeindaiatuba.org.br  | Instagram: orquestrasinfonicadeindaiatuba | Facebook: orquestra.deindaiatuba.

(Fonte: Armazém da Notícia)

Programa ’25 Mulheres na Ciência da América Latina’ premia brasileiras

São Paulo, por Kleber Patricio

Apesar do aumento do número de mulheres em carreiras científicas nas últimas décadas, o número global de pesquisadoras na área da ciência é ainda muito reduzido. De acordo com dados recentes da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), menos de 30% dos pesquisadores em campos STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) são mulheres. Com o objetivo de reduzir a diferença de gênero, aumentar o acesso às disciplinas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e assegurar uma maior diversidade nestas áreas, a 3M realiza pelo segundo ano consecutivo o programa 25 Mulheres na Ciência da América Latina 2022 e anuncia as vencedoras desta edição. A iniciativa reconhece as cientistas cujo trabalho tem um impacto positivo em seus países como um agente de mudança, além de incentivar as novas gerações de meninas e mulheres a seguirem carreiras na área da ciência.

No Brasil, seis mulheres cientistas foram vencedoras e reconhecidas nesta segunda edição do programa, por sua trajetória e trabalho, que são: Thamy Lívia Ribeiro Corrêa, com seu projeto sobre a descoberta de novas enzimas e elucidação de mecanismos de despolimerização e reutilização de plásticos; Renata Bannitz Fernandes, com o desenvolvimento de biofármaco inovador para tratamento de leucemia infantil; Rosangela Silqueira Hickson Rios, que defendeu a identificação de novos alvos e o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da esquistossomose por acoplagem molecular; Andreza Martins, com a validação de um método MALDI-TOF MS para a detecção da SRA-CoV-2 em esfregaços nasofaríngeos/orofaríngeos; Gabriela Venturini da Silva, que apresentou a identificação de marcadores de doença isquêmica e Esther Pereira, com sua abordagem sobre produção e caracterização de PVDF e nanocompósitos de óxido de metal como biomateriais para aplicações biomédicas.

Além do Brasil, a edição contou com a participação de mulheres cientistas dos demais países da América Latina, que apresentaram os seus projetos e histórias a um júri que selecionou as 25 mulheres cientistas mais destacadas do Brasil, Colômbia, Peru, Panamá, Costa Rica, México, Chile e Argentina. O júri foi constituído por renomados especialistas da América Latina – tais como acadêmicos, líderes e/ou especialistas em indústrias e instituições científicas, além de profissionais com vasta experiência em ciência, pesquisa, inovação, empreendedorismo e sustentabilidade.

“A compreensão do poder da ciência e de sua relevância para um futuro melhor nos permitiu tomar medidas mais efetivas para promover a inclusão neste campo. Estamos certos de que esta iniciativa irá se consolidar e inspirar cada vez mais, não apenas as futuras gerações de mulheres cientistas, mas também várias organizações a promover programas como este e se juntarem a mesma causa, que é promover a diversidade e inclusão na ciência, permitindo que todas latino-americanas tenham oportunidades iguais de se desenvolverem nas carreiras STEM”, afirma Marcia Ferrarezi, gerente técnica da 3M Brasil.

Para promover a inclusão e evitar vieses inconscientes, foram tomadas medidas tais como não pedir fotografias, vídeos ou antecedentes universitários durante a primeira fase do programa. Entre os benefícios obtidos pelas vencedoras está um reconhecimento da 3M América Latina, a inclusão dos seus projetos e histórias na segunda edição do livro comemorativo de 25 Mulheres na Ciência América Latina 2022, acesso a um dos programas de Educação Executiva da Egade (Escola de Negócios do Tecnológico de Monterrey), que fornece os conhecimentos e habilidades mais atualizadas em liderança, visão de negócio, tecnologias exponenciais e empreendedorismo, bem como um plano de amplificação da iniciativa em meios de comunicação de toda a América Latina, redes sociais e Blog de Curiosidade da 3M. Mais detalhes do programa e sobre todas as vencedoras no site.

O processo de avaliação para a seleção das 25 mulheres cientistas vencedoras considerou os seguintes critérios:

– Potencial impacto social direto ou indireto na América Latina: o impacto social do projeto foi avaliado tanto em extensão (número de pessoas ou grupos impactados), como em profundidade (solução ou ajuda a um problema de nível superior ou inferior).

– Inovação do projeto: o projeto apresentado tinha de ser inovador e disruptivo.

– Viabilidade do projeto: este critério foi avaliado de uma perspectiva técnica, econômica e organizacional.

– Maturidade da ideia: demonstrada por meio dos resultados dos testes-piloto. Assim, os protótipos foram apresentados através da análise do seu desempenho, escalabilidade e resultados.

– Capacidade e experiência: o potencial das candidatas foi outro dos parâmetros determinantes para a avaliação da candidatura, uma vez que a sustentabilidade e sucesso dos projetos também dependem do potencial das inscritas e de suas equipes.

Como parte dos esforços da 3M para dar visibilidade às histórias e carreiras das 25 mulheres cientistas, a empresa irá criar um espaço no seu Blog de Curiosidade da 3M para que o público em geral envie mensagens de parabéns às mulheres cientistas pelas suas realizações e importantes contribuições para a ciência na América Latina. Para enviar a sua mensagem, acesse o site.

(Fonte: 3M do Brasil | LLYC Brasil)

Inaugurando a primeira loja física em São Paulo, Feira na Rosenbaum celebra 10 anos de história como palco do design brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A Feira na Rosenbaum, plataforma criativa que reúne artistas, designers e artesãos independentes com criações autorais e identidade brasileira, abre as portas de sua primeira loja física este mês na Rua Mateus Grou, Pinheiros, em São Paulo. Localizado na nova rota criativa da cidade, o espaço também irá comemorar os 10 anos de história da Feira, criada e sob curadoria de Cristiane Rosenbaum, um dos principais nomes da curadoria de design e artistas Brasil afora.

Dividida em três ambientes, a loja traz logo na entrada do espaço um café que, além de servir os sabores da comida brasileira, como bolos de laranja e fubá, também, terão um Empório com diversos produtos para compra, como queijos da Serra da Canastra, cafés de diferentes regiões do país e pão de queijo da marca Pão Di Queijo da Mineira, entre outras delícias de pequenos produtores nacionais.

Logo após este espaço, a loja apresentará uma parte dedicada ao corpo, com marcas diversas, desde cosméticos artesanais a roupas e acessórios da moda sustentável brasileira. Na sequência, uma área dedicada à casa com criações diversas, como as cerâmicas do artista popular pernambucano Mano de Baé, os panos para uso em banheiros e lavabos do Estúdio Avelós, de Zizi Carderari, a coleção exclusiva de itens de mobiliário da Alva Design, clássicos do design autoral como Greghi Design, Paola Muller e Toko Design Utilitário, dentre outras opções escolhidas a dedo.

OIAMO.

A parte superior da loja será um espaço cultural aberto para exposições e outras experiências. Para inaugurá-lo, a primeira intervenção acontece no período de um mês com o trabalho em marcenaria dos criativos Guilherme Sass, da Casa da Árvore e Lucas Neves. Uma ambientação surpreendente com folhagens e plantas vivas está sendo criada para o evento de abertura.

Entre outros destaques, estão as manualidades de diversos artesãos de Alagoas, resultado de uma criteriosa curadoria de Cris Rosenbaum e do artista e pesquisador Rodrígo Ambrósio, em viagem ao estado no final de 2021. A viagem aconteceu por meio de uma parceria com o Programa Alagoas Feita à Mão, iniciativa da Secretaria de Turismo de Alagoas. Um passo que busca valorizar o artesanato alagoano e apresentar para o mercado bolsas, luminárias, cestos e outros acessórios desenvolvidos por artesãos da região.

Com um espaço de 135 metros quadrados, a loja possui o projeto arquitetônico assinado pela Rosenbaum Arquitetura e Design, escritório com direção de Marcelo Rosenbaum e Adriana Banguela, dupla criativa que sempre caminhou junto aos projetos realizados ao longo da trajetória da Feira na Rosenbaum. O espaço conta ainda com a coordenação de obra da arquiteta Rebeca Trindade, visual merchandising de Marcia Prado e identidade visual de Fabiana Zanin.

OIAMO.

“Um projeto e lançamento que celebra, além dos 10 anos da feira, uma nova geração de artistas, designers e artesãos que traçam novas coordenadas estéticas e que olham para a brasilidade, para nossa identidade e para nossa história. Após dois anos desafiadores de pandemia, a coragem e a força para encampar a primeira loja física da Feira se dão para apresentar quem esteve com a gente por este tempo. Estamos muito felizes em concretizar esse novo passo da Feira na Rosenbaum”, conta Cris.

Além da loja física, a boa notícia para os adoradores da Feira na Rosenbaum é que as edições itinerantes continuarão sendo realizadas em 2022. Serão inúmeros centros culturais, museus e galerias em que a feira passará em todo Brasil, levando o melhor do design e do artesanato nacional para diversas cidades e capitais do país.

Localização da loja | Com uma atmosfera única e pulsante, a Rua Mateus Grou tem se consolidado nos últimos anos como uma rota do design e da moda independente e autoral na cidade de São Paulo. É por isso, que a loja da Feira na Rosenbaum não poderia ser em outro lugar. “Acredito que a Mateus Grou vai se tornar uma rua tão importante quanto já foi a Oscar Freire, só que ainda mais plural e surpreendente”, afirma Cris Rosenbaum. Isso colabora com a inédita loja da Feira na Rosenbaum, conhecida por seu clima receptivo e caloroso nos eventos itinerantes já realizados durante uma década em todo o Brasil.

Serviço:

Loja Feira na Rosenbaum

Lançamento: 17 de fevereiro, das 9h40 às 19h

Endereço: Rua Mateus Grou, 513, Pinheiros, São Paulo, SP

Site: www.feiranarosenbaumloja.com.br

Ficha técnica

Projeto Arquitetura: Marcelo Rosenbaum

Diretores criativos: Marcelo Rosenbaum e Adriana Benguela

Identidade Visual: Fabiana Zanin

Coordenação do Projeto: Rebeca Trindade

Projeto de Visual Merchandising: Marcia Prado

Design Visual: Veronica Nunes

Assistência de curadoria: Nazaré Gonçalves

Pesquisas e Programação visual: Micha Dangelo.

Sobre a Feira na Rosenbaum | A Feira na Rosenbaum é um encontro que reúne artistas e designers independentes para levar ao público criações autorais e com identidade brasileira, com curadoria de Cris Rosenbaum. A Feira recebe desde comunidades criativas tradicionais do Brasil a artistas e designers contemporâneos. Tudo isso em uma atmosfera de casa aberta, com música, sons, cheiros e cenários.

(Fonte: Marqueterie Assessoria de Imprensa)

Nova espécie de planta descoberta na Amazônia já está ameaçada de extinção

Amazonas, por Kleber Patricio

Tovomita cornuta, árvore de pequeno porte, foi descoberta no nordeste do estado do Amazonas. Foto: divulgação/pesquisadores.

Uma nova espécie da flora brasileira foi descoberta na região Norte do país durante uma pesquisa ecológica inédita feita por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A Tovomita cornuta, uma árvore de pequeno porte já considerada ameaçada de extinção, está descrita em um estudo publicado na revista “Acta Botanica Brasilica” na quarta (16).

Descrita a partir de pesquisa de campo feita por Layon Oreste Demarchi em parceria com Maria Teresa Piedade e Lucas Marinho, a nova espécie pertence a um grupo de plantas que compreende 53 espécies exclusivamente neotropicais da família Clusiaceae. Os indivíduos são encontrados em florestas de campinarana no nordeste do Amazonas.

As campinaranas são um tipo de vegetação diferenciada que se desenvolve sobre solos arenosos extremamente pobres em nutrientes. Apesar de ocupar aproximadamente 7% da Amazônia legal, há poucos estudos sobre ela. Esse é o habitat da Tovomita cornuta, que se diferencia das outras espécies principalmente pelo formato de seus frutos, que apresentam pequenas protuberâncias semelhantes a cornos, característica que dá nome à planta. As áreas de ocorrência da espécie já são impactadas pelas atividades humanas. “Devido à alta diversidade, à grande extensão territorial e aos diversos grupos taxonômicos, a descoberta de novas espécies na Amazônia acontece principalmente quando se realizam trabalhos de coleta de campo de longa duração. Nessa descoberta da espécie Tovomita cornuta, identificamos que seu status de conservação já é ameaçado de extinção devido às pressões sobre sua área de ocorrência, que sofre com a expansão urbana não planejada, o desmatamento da mata, a extração de areia para a construção civil e a consequente perda de habitat”, destaca Demarchi.

A descoberta da espécie é resultado de uma pesquisa de campo realizada durante quatro anos. Para o pesquisador, investir em estudos com financiamento de longo prazo, além de fortalecer os institutos de pesquisas, que passam pelo sucateamento dos investimentos federais e pela falta de pessoas devido à escassez de concursos públicos, é o caminho para aumentar o conhecimento botânico brasileiro. “Ainda existem muitas plantas não descobertas na Amazônia e a única maneira de identificarmos e conhecermos mais da nossa flora é por meio da pesquisa de campo intensiva e de estudos taxonômicos detalhados. Deste ponto de vista, a pesquisa ecológica de longo prazo é uma opção de investimento adequada. A descoberta de T. cornuta é um exemplo da relevância do trabalho de campo e destaca como estudos ecológicos e taxonômicos podem interagir para revelar a biodiversidade amazônica”, ressalta o pesquisador.

(Fonte: Agência Bori)