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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Atlas da Notícia 2021 mostra redução de desertos e liderança do jornalismo online no Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Maxim Ilyahov/Unsplash.

O censo de 2021 do Atlas da Notícia identificou uma redução de 9,5% no número de municípios considerados desertos de notícias no Brasil. No ano passado, 312 municípios saíram da lista de localidades que não dispunham de informação jornalística local. Ainda assim, 5 em cada 10 municípios brasileiros estão na condição de desertos. São 2.968 cidades. Nelas vivem 29,3 milhões de pessoas, o que corresponde a 13,8% da população brasileira.

Esses dados são parte dos resultados obtidos na quinta edição do Atlas da Notícia, iniciativa anual do Projor. O relatório detalhado da pesquisa foi antecipado pela Bori e divulgado na quarta passada (23) pelo Observatório da Imprensa.

Patrocinado desde 2018 pelo Meta Journalism Project, o Atlas é o maior e mais completo levantamento de código aberto sobre a presença do jornalismo local no país. A quinta edição foi realizada em parceria institucional com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e com a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e contou com a colaboração de 174 voluntários de 28 escolas de jornalismo.

O Atlas da Notícia mapeou 13.734 veículos jornalísticos em atividade em 2021. O levantamento incorporou à base 642 novas iniciativas. Dessas, 449 são iniciativas online, que agora é o segmento com maior representação no universo do jornalismo local no Brasil.

A lista de quase desertos de notícias, lugares que contam com apenas um ou dois veículos de comunicação local, teve um acréscimo de 273 municípios. Esses quase desertos são habitados por 31,8 milhões de brasileiros, o que representa 15% da população do país. Segundo o levantamento, 1.460 municípios estão nessa condição.

Desertos de notícia no Brasil em 2021.

Os estados do Rio Grande do Norte e Tocantins têm a maior incidência de desertos da notícia. Apenas dois em cada dez municípios contam com algum meio de comunicação com produção de notícias locais. “Os resultados da edição de 2021 do Atlas da Notícia confirmam hipóteses que haviam surgido na edição anterior do censo. Elas nos mostravam uma tendência de redução de desertos, territórios que estão sendo ocupados por empreendimentos digitais, muitos deles por ação individual de jornalistas, e agora, vê-se, também por iniciativas comunitárias. Esses novos empreendimentos têm o desafio da sustentabilidade e da independência editorial para que o jornalismo que produzem esteja a serviço das comunidades onde atuam”, diz Sérgio Lüdtke, coordenador da equipe de pesquisadores.

Mudanças no Atlas da Notícia

A quinta edição do Atlas apresenta também mudanças no site do projeto e será sucedida por uma pesquisa qualitativa para aprofundar a busca por informações sobre o estado do jornalismo local no país. O front de tecnologia, análise de dados e mapeamento do Atlas está a cargo da agência Volt Data Lab, liderada pelo jornalista Sérgio Spagnuolo. “Com esta sua quinta edição, o Atlas da Notícia consolida e reforça sua importância como instrumento gerador de conhecimento sobre o desenvolvimento do jornalismo no território brasileiro”, aponta Francisco Rolfsen Belda, presidente do Projor. “Por meio deste censo anual e agora com uma série histórica ampliada, será possível não apenas identificar os cenários locais do jornalismo no país, mas também acompanhar suas tendências e movimentos, estabelecendo relações importantes sobre a dinâmica de sobrevivência de organizações noticiosas em diferentes contextos socioeconômicos e demográficos.”

“O aprimoramento da pesquisa e dos dados do Atlas da Notícia nos três últimos anos começa a render estatísticas muito mais precisas sobre o jornalismo local no Brasil”, reflete Sérgio Spagnuolo, diretor do Volt Data Lab e coordenador de dados do Atlas. “Além disso, a partir de nossa API desenvolvemos novas funcionalidades de exploração de dados que vão ajudar ainda mais jornalistas e pesquisadores.”

“O Atlas da Notícia é uma fotografia do cenário atual dos veículos jornalísticos no Brasil, e o relatório deste ano mostrou a redução de desertos de notícias e o crescimento de veículos online em todo o país. As informações do estudo nos apoiam no desenvolvimento de projetos e iniciativas que possam endereçar as reais necessidades do ecossistema de notícias e das suas comunidades.”, conta a líder de parcerias com veículos de notícias da Meta no Brasil, Maíra Carvalho. “Neste ano, em parceria com a Abraji, disponibilizamos mentoria e fundos de inovação do programa Acelerando a Transformação Digital para projetos voltados para desertos ou quase desertos de notícias no país. A expectativa é que esses novos projetos possam colaborar nos resultados da próxima edição”, complementa.

Metodologia

Realizada localmente nas cinco regiões brasileiras, a pesquisa do Atlas conta com os seguintes pesquisadores regionais: Angela Werdemberg (Centro-Oeste), Dubes Sônego (Sudeste), Jéssica Botelho (Norte), Marcelo Fontoura (Sul) e Mariama Correia (Nordeste).

Os coordenadores do censo de cada região buscam colaboradores nas escolas de jornalismo e outros voluntários que, sob sua coordenação, atualizam as informações que constam do banco de dados do Atlas da Notícia e buscam por novas iniciativas ainda não mapeadas pelo censo. Em 2021, os colaboradores dedicaram-se especialmente a desbravar os desertos das notícias para identificar novos empreendimentos jornalísticos surgidos recentemente nesses territórios.

(Fonte: Agência Bori)

Associação Mata Ciliar devolve três bambás e um gavião quiriquiri ao seu habitat natural

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Uma equipe da Associação Mata Ciliar esteve em Indaiatuba na tarde de quinta-feira (24) para realizar a soltura de mais quatro animais silvestres: três gambás e um gavião quiriquiri. Todo o trabalho de reintegração foi acompanhado pela equipe da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente. O convênio que a Prefeitura mantém com a Associação possibilita que animais encontrados feridos ou resgatados de cativeiros sejam tratados e reabilitados antes de serem soltos novamente em áreas de mata do município.

Conforme informaram os biólogos da Mata Ciliar, os três gambás foram encontrados filhotes com a mãe morta. Já o gavião foi resgatado com a asa machucada. Os quatro foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação, que funciona em Jundiaí, e receberam os cuidados que precisavam antes de serem reintegrados à natureza.

A Prefeitura de Indaiatuba mantém convênio com a Associação Mata Ciliar desde 2015 e, só no ano passado, foram encaminhados para atendimento 192 animais. A maioria é vítima de atropelamento ou retirada de cativeiros e de comércios ilegais.

A população pode colaborar nesse trabalho. Quem encontrar um animal silvestre ferido deve comunicar à Prefeitura por meio da Secretaria de Serviços Urbanos ou Defesa Civil e também por meio do Corpo de Bombeiros. A comunicação pode ser feita pelos telefones (19) 3936-2782, 3894-1593 ou 153. O Corpo de Bombeiros atende pelo telefone 193.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Pinacoteca de SP disponibiliza coleção para consulta pública e online

São Paulo, por Kleber Patricio

A décima terceira sala da exposição reúne artistas como Felipe Cohen, Patricia Leite, Tarsila do Amaral, Edgar Parreiras, entre outros. Fotos: divulgação.

A Pinacoteca de São Paulo  passa a oferecer ao público uma nova interface, remodelada e amigável, para a consulta online do seu acervo. O banco de dados, que reúne cerca de 10 mil itens pertencentes à coleção do museu, está hospedado no site da instituição e poderá ser consultado a partir de uma ferramenta de busca com filtros diversos. As obras estão divididas por autor e data, mas também por designação. Seis categorias principais guiam o público: pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo, gravura, performance e instalação.

O sistema, que dá suporte para a ferramenta que reúne um dos mais diversos e abrangentes acervos de arte brasileira no país, foi desenvolvido a seis mãos com a empresa portuguesa Sistemas do Futuro, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Pinacoteca. “Com a nova ferramenta, inauguramos uma primeira etapa para acesso qualificado ao acervo, cujo trabalho se desdobrará em novos parâmetros de busca e disponibilização de análises sobre as obras e artistas”, diz Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo.

Agora é possível localizar facilmente as obras da coleção e obter informações técnicas como autoria, título, data, técnica e em muitos casos, imagens com qualidade profissional dos trabalhos. Uma área identificada como “Saiba mais” orienta os pesquisadores sobre o perfil do acervo e os status de utilização de imagens, pautado pela Lei de Direitos Autorais (LDA – Lei no 9.610/1998).

A décima sétima sala da nova mostra de longa duração da Pinacoteca reúne obras de artistas como Ivan Serpa, Candido Portinari e Rubens Gerchman, entre outros.

O processo de estudo para a nova plataforma foi longo. Começou em 2015 e desde então as equipes do Núcleo de Acervo Museológico (NAM) e de Tecnologia da Informação (TI) do museu veem se dedicando a buscar alternativas para disponibilizar e refinar a nova base de dados. “Foi um longo e desafiador trabalho, que envolveu várias equipes da Pinacoteca e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e, ao final, alcançamos um resultado muito satisfatório. Saber que, de agora em diante, um dos acervos artísticos mais importantes do país está acessível em ambiente online e disponível para consulta é motivo de muita alegria e orgulho. Será possível o público acompanhar o dinamismo e a dedicação do museu para com a sua coleção”, comemora Gabriela Pessoa de Oliveira, coordenadora do NAM.

Serviço:

Acervo online da Pinacoteca de São Paulo

pinacoteca.org.br na seção ‘acervo’

Redes sociais da Pinacoteca de São Paulo – Instagram | Facebook | Twitter.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Pinacoteca de São Paulo)

Festival em Monte Belo do Sul oferece experiências culturais e gastronômicas nos dias 19 e 20 de março

Monte Belo do Sul, por Kleber Patricio

Festival em Monte Belo do Sul convida para experiências culturais e gastronômicas nos dias 19 e 20 de março. Fotos: divulgação.

Um evento para marcar reencontros e celebrar a experiência do ‘bem viver’ aguarda os visitantes que passarem por Monte Belo do Sul entre os dias 19 e 20 de março de 2022. Nesse período, o pequeno município da Serra Gaúcha sediará o Vieni Vivere la Vita Festival, que chega à terceira edição presencial para apresentar ao público o que há de mais autêntico nos produtos turísticos e culturais da localidade.

Com pouco mais de 2,5 mil habitantes, a cidade reedita o evento que, na última edição, reuniu mais de seis mil pessoas na Praça Padre José Felin. Em frente ao principal cartão postal montebelense, a Igreja Matriz São Francisco de Assis, o Vieni Vivere la Vita Festival traz uma programação rica em cultura, boa gastronomia, artesanato, agroindústria, vinhos e espumantes e um povo acolhedor.

Desde a primeira edição, o objetivo é marcar em grande estilo a implantação de um plano de promoção elaborado para dar mais destaque a Monte Belo como um destino turístico, consolidando o encontro na agenda regional como uma nova opção de lazer e entretenimento. Tradicionalmente promovido no mês de novembro, a realização de uma edição especial em março marca, além da retomada, uma importante data para o município: no dia 20, serão celebrados 30 anos de emancipação do local.

Embora tenha ocorrido de forma virtual no final de 2020, como forma de manter viva a proposta da iniciativa, as duas edições anteriores foram realizadas em 2018 e 2019 – nos últimos anos, houve a suspensão presencial devido às restrições da pandemia. Para esse ano, a organização indica que os participantes tragam seus comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para garantir a segurança sanitária do evento.

A terceira edição do Vieni Vivere la Vita Festival contará com a participação de cerca de 30 empreendimentos – número recorde. Os participantes ficam dispostos em charmosas barraquinhas confeccionadas no estilo europeu ao redor da praça, oferecendo os mais diversos itens da economia local, em um cenário que evoca as raízes italianas das famílias que hoje conduzem o desenvolvimento desta terra.

No sábado (19), a programação se concentra das 10h às 23h, e no domingo (20), o funcionamento será das 10h às 20h. Artistas de diferentes estilos animarão o evento, em uma grade de apresentações que ocorrem no palco da feira (confira a programação completa abaixo).

O evento terá entrada franca e será em formato híbrido, com transmissão virtual da programação nos canais digitais do Visite Monte Belo (no Facebook e YouTube). A realização do festival é da Secretaria de Cultura e Turismo de Monte Belo do Sul, com apoio dos empreendedores locais. A parte artístico-cultural do evento tem realização da Associação Comunitária dos Amigos de Monte Belo, apoio cultural do roteiro turístico Visite Monte Belo e patrocínio de Transportes Dumar, por meio de financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul. Mais informações no site.

O que encontrar em Monte Belo do Sul

Integrante do conhecido roteiro turístico Vale dos Vinhedos, Monte Belo do Sul inovou e fortaleceu sua vocação para o turismo de experiência com a criação do slogan turístico ‘Vieni Vivere la Vita’ (que, em português, significa ‘venha viver a vida’). De lá para cá, o roteiro tem atraído um número cada vez maior de turistas – muito devido ao fato do expressivo aumento na quantidade de empreendimentos turísticos (são cerca de 50 atualmente).

Com características geográficas compostas por morros e colinas, tem na vitivinicultura o seu principal atrativo turístico e principal fonte de renda da população. O município é considerado o maior produtor de uvas per capita da América Latina com seus 2.270 hectares de parreirais e o maior produtor de uvas brancas do Estado do Rio Grande do Sul, cultivadas para a elaboração de espumantes. Cultura, farta gastronomia típica italiana, produtos autênticos e hospitalidade são características marcantes da localidade.

Programação cultural Vieni Vivere la Vita Festival – 3ª edição

Dia 19 de março (sábado)

13h30: Apresentação cultural das escolas municipais

15h: Corais Musicando Melodias, Alegria de Cantar e Grupo Vicentino (Projeto Monte Belo: Música, Canto e Dança)

16h15: Grupo de Danças La Barca

17h: Joce Sampaio Trio

18h45: Lançamento do Videoclipe “Igreja Matriz São Francisco de Assis: patrimônio material, histórico e religioso”

19h: Délcio Tavares e banda

19h45: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo Visto de Cima”

21h: Acústicos Band

Dia 20 de março (domingo)

12h: Grupo Acordes

14h: Acustic Rock Maicon & Pontel

15h30: Ragazzi Dei Monti

17h15: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo do Sul: valores culturais”

17h30: Samba de Moça

Serviço:

O quê: Vievi Vivere la Vita Festival – 3ª Edição

Quando: 19 e 20 de março de 2022

Horário: 10h às 23h (sábado) e 10h às 20h (domingo)

Onde: Praça Padre José Ferlin, em Monte Belo do Sul, RS

Quanto: entrada gratuita.

(Fonte: Exata Comunicação)

Estúdio 41 recebe mostra de Maria Cecilia de São Thiago

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Maria Cecilia de São Thiago.

O Estúdio 41 recebe a partir de 8 de março a exposição “Unforgettable”, com obras da fotógrafa Maria Cecilia de São Thiago. “Fotografar e manipular imagens é pensar na profundidade das relações humanas”, define Cecília. Foi com esse pensamento que, em 2015, a artista iniciou o restauro e a edição de negativos estereográficos em chapa de vidro feitos por seu pai entre 1929 e 1944, com a intenção de provocar uma viagem no tempo e na memória dos seus irmãos mais velhos, que hoje têm por volta de 90 anos.

Visto que o acesso ao passado por meio de fotografias depende não apenas da memória, mas, também, de uma construção narrativa, Maria Cecilia sempre traz consigo uma dimensão incorporadora de ficção e surrealismo. A artista criou um universo a partir de registros de família e das histórias que lhe foram contadas ao longo de sua infância, protagonizadas por seu pai e seus quatro irmãos mais velhos mais de duas décadas antes de seu nascimento. São quase 100 anos de fotografia que retratam as memórias de seus familiares e criam um laço de ancestralidade e pertencimento.

Fazendo o uso das ferramentas e dos dispositivos atuais, a artista transforma essas imagens captadas há quase um século em diários visuais poéticos de uma vivência que gostaria de ter tido, propiciando assim uma auto cura pela fotografia e diminuindo a saudade que sempre teve de coisas que não conheceu.

As obras refletem a visão que a artista tinha dos irmãos pequenos. Como “Em busca do tempo perdido”, de Marcel Proust, tenta tornar presente o ausente na busca de materializar a saudade de uma época não vivida. As imagens conseguem exemplificar de maneira muito precisa a ideia de que a arte fotográfica também é construção do passado, sem a necessidade do elemento discursivo.

O trabalho remete a um ideário popular, pois os álbuns de família são elementos muito presentes em nossa cultura, construindo história e memória. “Eu retomo os negativos em vidro de fotografias estereoscópicas dos meus irmãos, feitas por meu pai entre 1929 e 1944, e faço uma releitura dessas imagens, criando um vai e vem entre tempos e espaços, com o intuito de criar uma possibilidade de materialização da saudade que sinto de um tempo que não vivi”, comenta a artista Maria Cecilia de São Thiago, sobre “Unforgettable”, também registrada em fotolivro.

Para Diógenes Moura, curador da exposição, “Maria Cecília trabalha com a memória, com uma fotografia que conta uma história muito pessoal, sendo, ao mesmo tempo, um valioso registro histórico. Em um insistente processo de criação e pós-produção, ela inventa uma outra história: junta o passado e o presente como um filme de sua própria vida”.

O primeiro estudo para esta série, batizado de “Eu Sei, Sim, Onde Ela Mora”, em referência a uma música composta pelo seu pai, recebeu o primeiro lugar para Fotolivros na convocatória Px3 e foi exposto em Paris em julho de 2021. Nesta exposição no Estúdio 41, os exemplares do fotolivro “Unforgettable” estão disponíveis para venda.

Sobre Maria Cecilia de São Thiago | Nascida em São Paulo, Maria Cecilia de São Thiago é designer gráfica, designer de joias e fotógrafa. Ela viveu seis anos em Munique, na Alemanha, e seu trabalho tem uma forte influência de artistas de língua alemã. Seus trabalhos foram exibidos ultimamente em Paris, Caen, Florença, Roma e Budapest, onde recebeu prêmios em destaque. É coeditora na coluna do site TheAppWhisperer.com e seus trabalhos estão à venda na Galeria Online de Londres.

Estúdio 41 | Um espaço voltado à reflexão e discussão sobre o fazer artístico da fotografia – esse é o mote do Estúdio 41, projeto que ocupa o conjunto 41 do prédio 1254 da Rua Pedroso Alvarenga, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo. Com direção artística do curador e escritor Diógenes Moura e comandado pelas sócias Dani Tranchesi e Paula Rocha, o espaço cultural apresenta projetos de fotógrafos emergentes e consagrados em uma programação de exposições, exibição de filmes, lançamento de livros e conversas sobre a linguagem fotográfica.

Serviço:

Exposição “Unforgettable”, de Maria Cecilia de São Thiago

Abertura: terça-feira, 8 de março de 2022

Período expositivo: de 8 de março a 16 de abril de 2022

Funcionamento: segunda a sexta das 11h às 19h, sábado das 10h às 13h

Local: Estúdio 41

Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1254, cj. 41, Itaim Bibi – São Paulo, SP

Agendamento pelo WhatsApp do Estúdio – (11) 99452-3308

Entrada Livre

Instagram: @41_estudio.

(Fonte: a4&holofote comunicação)