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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Exposição explica relação entre o circo e o modernismo brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Claudio Kirner/Pixabay.

A Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo anuncia a exposição itinerante “O Circo Modernista”, com temporada até 1º de maio no Centro Cultural da Juventude (CCJ). A mostra traça um panorama dos movimentos artísticos de vanguarda no início do século XX em sua aproximação com o circo.

A ênfase é o Brasil dos anos 1920, quando, em São Paulo, os poetas e artistas modernistas Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Yan de Almeida Prado se aproximaram do circo através do palhaço Piolin. A mostra é composta de instalação cenográfica, texto, fotografias, áudio e audiovisual e tem como fonte o acervo do Centro de Memória do Circo.

A exposição também oferece um zoom no modo de produção circense ao focar a trajetória das famílias Pereira, Pinto, Queirolo e Seyssel. Essas famílias, na década de 1920, eram responsáveis pelos dois mais importantes Circos Pavilhões, como eram chamados os circos fixos na cidade de São Paulo. Enquanto a Família Queirolo administrava seu próprio circo, as famílias Pinto, Pereira e Seyssel se reuniram no Circo Alcebíades, armado no Largo do Paissandu, em histórica temporada ocorrida entre 1925 e início de 1929.

A história dessas quatro famílias, em suas várias gerações, se entrelaça com a do circo da cidade de São Paulo e do próprio país. Autênticas representantes de um modo de produção circense tipicamente brasileiro que tem no palhaço seu principal artista, essas famílias tornaram-se dinastias de palhaços. Da família Pereira, destacam-se os palhaços Alcebíades e Fuzarca. Da Pinto, Piolin e Ankito. Da Queirolo, Chicharrão, Torresmo, Chic-Chic e Harris. E da família Seyssel, os famosos Pimentinha e Arrelia, com seu bordão repetido à exaustão por todo o país: “Como Vai? Como Vai? Como Vai? Muito Bem! Muito Bem! Muito Bem!”

A exposição tem curadoria de Verônica Tamaoki, coordenadora do CMC, em parceria com o programa Sou de Circo, com assistência de curadoria de Henrique Vasques e Ícaro Mourão, projeto expográfico de Renato Figueiredo, cenotecnia de Fábio Jerônimo, design gráfico de Antonio Kehl e direção de produção de Roberta Castro.

Sobre o Centro de Memória do Circo

O Centro de Memória do Circo da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo é a única instituição de toda a América Latina consagrada exclusivamente à memória e cultura circense. Inaugurado em 2008, tem como missão resgatar, reunir, pesquisar, preservar e difundir o circo brasileiro – sua história, suas artes, seus artistas, seus saberes. Entre os reconhecimentos que lhe foram concedidos, o CMC recebeu a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, em 2015, e em 2016 o título Memória do Mundo Brasil, da Unesco, concedido para o Arquivo Circo Garcia, que se encontra sob sua guarda.

Serviço:

Centro Cultural da Juventude

Avenida Dep. Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha

Redes sociais: @ccjuventude.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de São Paulo)

Holambra abre “bastidores” das estufas de flores e plantas ornamentais e todo o processo de cultivo

Holambra, por Kleber Patricio

Estufa de crisântemos em Holambra. Foto:
Rancho Raízes.

Já estão disponíveis para a compra pela internet os ingressos para o evento “Estufas Abertas”, que será realizado apenas nos dias 2 e 3 de abril, das 9h às 17h, em Holambra, interior de São Paulo. O evento é uma oportunidade para que turistas e estudantes de agronomia conheçam “os bastidores” das modernas estufas de flores e plantas ornamentais e todo o processo de cultivo – do plantio à colheita – de seis modernas fazendas. Está incluída no passeio a visita às instalações da Faculdade de Agronegócios de Holambra (Faagroh), do Grupo Unieduk – a primeira voltada à floricultura no Brasil.

No passeio, os visitantes também poderão conversar com os produtores e ouvir as curiosas histórias dos descendentes dos imigrantes holandeses que transformaram esta antiga colônia holandesa, hoje uma cidade com apenas 15 mil habitantes, na Capital Nacional das Flores. Holambra, localizada a 134 km da capital paulista, é referência na produção e comercialização de flores e plantas ornamentais. Esse passeio é inspirado no “Kom in de kas!” (“Entre na estufa!”), que acontece em diversas regiões da Holanda desde a década de 1970.

Os ingressos custam R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia entrada) e estarão disponíveis até o dia 1º de abril. Crianças de até 5 anos de idade tem free-pass (gratuidade) e, de 6 a 12 anos, pagam meia entrada. As vendas são apenas antecipadas no site www.ingressorapido.com.br. Serão disponibilizados 900 ingressos por dia de evento. Os ingressos valem apenas para os traslados e são válidos somente para a data da compra, não havendo devolução em caso de desistência. Informações pelo e-mail estufasabertasholambra@gmail.com. O embarque é feito no estacionamento do Parque da Expoflora, na Rodovia SP-107, em frente ao Moinho Povos Unidos. Os ingressos adquiridos em 2020 e não utilizados devido ao adiamento do evento provocado pela pandemia poderão ser utilizados nesta edição. Basta apresentá-los no local do embarque.

Sobre o passeio

Estufa de kalanchoes em Holambra. Foto:
Joost.

As fazendas de Holambra são muito modernas e usam tecnologia para a produção de flores e plantas. As escolhidas para esta edição do “Estufas Abertas” cultivam flores e plantas ornamentais (Brumado e Giardino de Cozi), kalanchoes e calandivas (Joost van Oene), crisântemos (Rancho Raízes), azaléas (Sleutjes) e antúrios (Synphony). Os visitantes poderão passear entre os canteiros para observar, fotografar ou filmar bem de pertinho as flores e plantas em todas as fases de suas vidas, admirando as suas cores e formas e sentindo as suas texturas.

De maneira didática, os produtores explicarão sobre o avanço tecnológico aplicado e as inovações que essas famílias utilizam atualmente na agricultura, além da valorização do capital humano (seus colaboradores) e a forma sustentável da produção para a preservação do meio ambiente e manutenção dos recursos naturais. O público poderá conhecer, também, um pouco da história de alguns de seus anfitriões, como os hábitos, costumes, curiosidades e a dificuldade de adaptação dos imigrantes holandeses à cultura brasileira. Tudo num clima familiar e convidativo.

Serviço:

Estufas Abertas – Holambra

Dias: 2 e 3 de abril, das 9h às 17h

Ingressos: apenas vendas antecipadas online no site www.ingressorapido.com.br, limitados a 900 visitantes por dia. Os ingressos são válidos apenas para a data da compra, não sendo permitida a troca ou a devolução. Não haverá ressarcimento dos valores de ingressos adquiridos e não utilizados. Não serão vendidos ingressos no local.

Valores:

Ingressos – Pagamento até 1/4/2022

Inteiro: R$100,00 | Meio ingresso e Crianças de 6 a 12 anos: R$50,00 | Crianças de até 5 anos: isentas

Meio ingresso:

Estudantes | Idosos | Jovens com idades de 15 a 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda | Pessoas com deficiência e acompanhante (infelizmente, não há acessibilidade para cadeirantes ou para pessoas com dificuldade de locomoção); | Diretores, coordenadores, pedagogos, supervisores, titulares e professores.

Incluso no ingresso:

– Visitação às 6 empresas produtoras participantes e à FAAGROH – Faculdade de Agronegócios da Holambra, do Grupo Unieduk

– Estacionamento no Parque da Expoflora e transporte para os locais de visita (hop off hop on).

(Fonte: Ateliê da Notícia)

SAAE começa desassoreamento de novo trecho do córrego do Barnabé

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/SAAE.

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) deu início à nova etapa de desassoreamento do Córrego do Barnabé, importante manancial de abastecimento de Indaiatuba, além de formar um dos cartões postais de Indaiatuba, o Parque Ecológico.

A obra está sendo executada próximo ao Chafariz, em um trecho de 256 metros de comprimento, que será aprofundado em dois metros, em média, limite determinado pelo leito rochoso que compõe o fundo da lagoa.

Para executar o serviço da retirada da lama e detrito, foi construída uma passagem de terra que garante que as máquinas tenham acesso ao centro do lago, chamada ensecadeira, para possibilitar a limpeza e aprofundamento, garantindo mais reservação de água.

Por estar em perímetro urbano e cortar boa parte do município, o córrego precisa ser frequentemente desassoreado, principalmente por receber grande parte das águas pluviais que trazem lixo das ruas e galerias. “Estamos limpando as lagoas que compõem o cartão postal de Indaiatuba e é importante que a população não jogue lixo nas ruas e armazene corretamente os materiais de construção”, adverte o superintendente do SAAE, engenheiro Pedro Claudio Salla.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Mapa de restauração da Caatinga visa frear desmatamento, mudanças climáticas e perda de diversidade

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Carlos Roberto Fonseca.

A Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o período 2021-2030 como a Década da Restauração dos Ecossistemas, um esforço mundial para combater as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, a degradação dos serviços ecossistêmicos e promover a equidade. Com este propósito e com olhar para a Caatinga – um bioma exclusivamente brasileiro e rico em espécies adaptadas à seca – pesquisadores das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do ABC (UFABC) e da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o World Resources Institute (WRI), mapearam as “Áreas Prioritárias de Restauração da Caatinga”. O resultado está publicado na edição desta quinta (3) da revista “Journal of Applied Ecology”.

A proposta do estudo foi identificar áreas que, se restauradas, ajudem na recuperação de espécies de plantas atualmente ameaçadas de extinção e permitam que estas e outras espécies se adaptem às mudanças climáticas esperadas para o bioma. “Para os animais e plantas enfrentarem as grandes mudanças de temperatura e de chuva que estão previstas para a Caatinga, eles necessitam poder se deslocar pela paisagem à procura de boas condições climáticas. E para haver este deslocamento, a paisagem tem que ser restaurada de tal forma que aumente a sua conectividade”, explica Carlos Roberto Fonseca, professor associado do Departamento de Ecologia da UFRN e coautor do estudo.

O mapeamento da Caatinga

Para determinação das “Áreas Prioritárias de Restauração da Caatinga”, os pesquisadores subdividiram a Caatinga em mais de 10 mil bacias de captação de chuva. Com ajuda das informações do Livro Vermelho da Flora Brasileira, publicado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, eles estimaram o número de espécies ameaçadas em cada uma das bacias de captação, assim como o grau de desmatamento dentro de cada bacia, além da importância da bacia para conectividade de todo o bioma.

O estudo concluiu que 939 das bacias da Caatinga, o que equivale a 9%, são consideradas de alta prioridade para restauração, sendo espalhadas por todos estados do Nordeste de prevalência do bioma. Além disto, 86 bacias foram consideradas de prioridade máxima para restauração, contendo mais de dez espécies de plantas ameaçadas e sendo essenciais para o deslocamento das espécies pela paisagem. “Para que se tenha uma ideia da importância deste exercício de priorização, nós detectamos que uma única bacia tem atualmente 106 espécies de plantas ameaçadas, plantas estas que só existem nesta área da Caatinga e em nenhum outro lugar do Brasil ou do Mundo. Se não restaurarmos e protegermos esta área com urgência, a humanidade vai perder estas espécies para sempre”, ressalta Fonseca.

Ainda de acordo com o pesquisador, “A Década da Restauração da ONU representa uma grande oportunidade para se estabelecer uma cadeia verde de produção de mudas e restauração, trazendo recursos e gerando empregos para a população da região”. O estudo ressalta que o mapeamento das áreas prioritárias de conservação pode ser usado pelos governos federal, estadual, municipal, ou mesmo por proprietários privados. “Ações de restauração podem contribuir muito para o desenvolvimento sustentável e para a justiça social”, conclui o pesquisador.

(Fonte: Agência Bori)

Minicurso aborda o protagonismo negro no modernismo brasileiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Lasar Segall (Vilna, Lituânia, 1889-São Paulo, Brasil, 1957). Retrato feminino. Brasil, 1927. Óleo sobre tela. Coleção Ema Klabin. Foto: divulgação.

A Casa Museu Ema Klabin promove o minicurso online “Agência e o protagonismo negro no Modernismo Brasileiro” nos dias 16, 23 e 30 de março, das 19h às 21h, pela plataforma Zoom. São 350 vagas com inscrições pelo site do museu. Nos três encontros, o objetivo é analisar o protagonismo das pessoas negras, bem como o papel das representações difundidas por artistas do movimento modernista com ênfase nos critérios de raça, gênero e classe.

Serão destacadas contribuições intelectuais e artísticas de figuras como Manuel Querino, Astolfo Marques, Lima Barreto, Nascimento Moraes, Hemetério dos Santos, Arthur Timóteo e outros. Além disso, serão examinadas as representações raciais entre os artistas modernistas do acervo da Coleção Ema Klabin, como Di Cavalcanti e Lasar Segall, entre outros.

Os encontros serão mediados pelos pesquisadores Matheus Gato, professor de sociologia da Unicamp, pesquisador do núcleo Afro/Cebrap e coordenador do Bitita: Núcleo de Estudos Carolina de Jesus – IFCH-Unicamp; Val Souza, artista visual, pesquisadora e educadora com interesse pela história e iconografia das mulheres negras, e Mirella Maria, artista visual, pesquisadora e educadora com pesquisa voltada para a produção artística contra-hegemônica, alinhando epistemologias do Sul Global, questões étnico-raciais/de gênero e estudos pós-coloniais.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Casa Museu Ema Klabin conta com mais de 1600 obras de arte. Foto: divulgação..

Aberta ao público desde março de 2007, a Casa Museu Ema Klabin abriga uma valiosa coleção de mais de 1.600 obras, entre pinturas, mobiliário, peças arqueológicas e decorativas. Antiga residência da colecionadora, empresária e mecenas Ema Klabin (25/01/1907 – 27/01 /1994), a casa preserva seu caráter original. É possível conhecer as obras e os ambientes da Casa Museu Ema Klabin no Google Arts & Culture, pelo link https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-ema-klabin, por meio da ferramenta digital Explore, no site do museu: https://emaklabin.org.br/explore/ ou por meio da realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU&t=1s.

Serviço:

Minicurso online “Agência e o protagonismo negro no Modernismo Brasileiro”

Quartas – feiras 16, 23 e 30 de março, das 19h às 21h

16/3: Intelectuais e artistas negros enquanto “pré-modernos” (1900-1920): classificação literária e desclassificação intelectual, com Matheus Gato de Jesus

23/3: Lembrança brasileira: uma seleção pitoresca de imagens, com Val Souza

30/3: Uma casa, um museu, uma coleção para observar e refletir juntos: entre modernismos, educação e visualidades na Coleção Ema Klabin, com Mirella Maria

Classificação: 18 anos

350 vagas

Investimento: R$120,00 (meia) R$240,00 (inteira); são aceitas solicitações de bolsas integrais pelo e-mail cursosonline@emaklabin.org.br

Inscrição: https://emaklabin.org.br/

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Site: https://emaklabin.org.br/.

(Fonte: Mídia Brazil Comunicação Integrada)