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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Da favela a museus internacionais: MACC apresenta exposição de Roseno

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Abriu ao público na quarta-feira, 13 de abril, a exposição “A.R.L. Vida e Obra”, que retrata a jornada pessoal e artística do fotógrafo e artista plástico Antônio Roseno de Lima, falecido em 1998. A mostra está no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) e pode ser vista até o dia 30 de maio, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h. A entrada é franca. O evento tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Escolas interessadas em visitar a mostra podem agendar por meio do WhatsApp (19) 98188-1205 com a Quanta Cultura, que está realizando a exposição inédita premiada pelo ProAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo. Na terça-feira, 12 de abril, duas escolas já haviam reservado: a Escola Estadual Carlos Gomes, com 600 alunos, e o Senac, com mais 800 alunos. A exposição está aberta também para escolas particulares e públicas e para interessados em geral.

Na terça-feira, 12 de abril, convidados, jornalistas, produtores e artistas participaram de um coquetel de abertura, que contou com a presença da secretária municipal de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli, do diretor de Cultura, Gabriel Rapassi e do professor doutor Geraldo Porto, curador da exposição.

A montagem no MACC apresenta mais de 60 obras do artista. O acervo está atualmente aos cuidados da Casa da Arte Brasileira, instituto que possui uma rica coleção de obras caras à cultura popular brasileira. O local abriga cerca de 500 obras de mais de 20 artistas nacionais, entre eles, além de Roseno, os nomes de Francisco Rebolo, Hélio Oiticica, Antônio Bandeira, Sergio Camargo, Tuneu, Marco do Valle, Manézinho Araújo, Heitor dos Prazeres, Mário de Oliveira e Aldo Cardarelli.

Antônio Roseno de Lima

Roseno nasceu em 22 de junho de 1926, em uma família de cinco irmãos, na cidade de Alexandria (RN), de onde saiu aos 30 anos, sem jamais fazer o caminho de volta. Veio para São Paulo deixando mulher e cinco filhos e aqui conheceu sua companheira Soledade; juntos, vendiam doces na Estação da Luz. Em 1961, aos trinta e cinco anos de idade, fez um curso de fotografia e começou a fotografar crianças, prédios, aniversários, casamentos, e suas fotos logo ganharam as nuances de seus traços.

Em 1976, mudou-se para a favela Três Marias, em Campinas, onde viveu até a sua morte, em junho de 1998. O professor Geraldo Porto, de Campinas, teve Roseno como objeto de estudo de sua dissertação de mestrado e acompanhou a sua caminhada desde 1988, quando se conheceram. Porto nos conta, em seu relato acadêmico, que Roseno “viveu durante anos naquele barraco miserável, sem luz elétrica, entre amontoados de papéis velhos, latas, desenhos, pinturas e bichos, onde também improvisava uma venda de balas e cigarros”.

Pintura singular

Porto e Roseno se conheceram depois de uma exposição coletiva de Natal com artistas primitivistas no Centro de Convivência Cultural de Campinas: “Fiquei tão fortemente impressionado com a singularidade de sua pintura que imediatamente desejei adquiri-las e conhecer o seu criador. Tive a nítida impressão de estar diante de um artista raro. Um dos quadros em exposição representava um carro de boi pintado sobre Duratex com esmalte sintético. As figuras desproporcionais e rígidas eram pintadas sobre um fundo vermelho com as frases pintadas ao redor: o carro de boi, condução de cem anos atrás”, conta Porto.

O professor foi a primeira pessoa a comprar um quadro de A.R.L., que, após vinte e oito anos de persistência na criação de desenhos e pinturas, jamais havia conseguido vender uma obra sua. Geraldo Porto passou, então, a divulgar o trabalho do artista, que desconhecia as formas acadêmicas de desenho e pintura e tentava, sozinho, descobrir as técnicas e as matérias de sua arte; era um outsider que pintava apenas o que gostava, à sua maneira e quase todos os dias, trabalhando em séries nas quais repetia a mesma figura inúmeras vezes, fazendo uso de materiais precários.

Em todos os seus quadros, ele anexava, com um pedaço de fita crepe, um pequeno bilhete, antes manuscrito pelas crianças e depois datilografado e xerocado, com uma mensagem que narra seu processo de criação e execução da pintura, seus materiais, trazendo, ao final, uma recomendação carinhosa ao comprador: “Para começar fazer o desenho precisa lápis, caneta, algodão, querosene, thinner, gasolina, pincel, régua, tesoura, giz, papel, soda cáustica, fogo, prego, trabalho, madeira, tinta, serrote, mesa, casa, cadeira.para fazer esse desenho fica muito caro. quem pegar esse desenho guarda com carinho. pode lavar. só não pode arranhar. fica para filhos e netos. tendo zelo atura meio século”.

Após um período de contato intenso com o universo do artista e, ao experienciar uma produção caracterizada por uma liberdade extrema, tanto em termos poéticos quanto estéticos, usando de formas e cores instigantes, impactantes, muitas vezes misturando imagem e texto, Porto pôde estabelecer, conforme colocado em sua dissertação de mestrado, que “a obra do ‘doente dos nervos’ (forma com a qual a companheira Soledade o definia) possui características próprias da ‘Art Brut’: são obras que escapam das classificações habituais da história oficial da arte, que estão fora dos movimentos artísticos, alienadas das academias de arte e das tendências e modas artísticas”.

Graças ao apadrinhamento de Geraldo Porto, A.R.L. ganhou a primeira exposição individual na Casa Triângulo, São Paulo, em 1991, seguida por “A Pintura em Campinas: O Contemporâneo”, no Centro de Informática e Cultura II, Campinas, 1992; e “Antonio Roseno de Lima”, na Cavin Morris Gallery, Nova York (Estados Unidos), 1995. No mesmo ano, a grife de roupas Fórum comprou-lhe 12 imagens para compor sua agenda anual.

Uma grande coleção das suas melhores fotografias está no Centro de Memória da Universidade Estadual de Campinas e suas pinturas entraram no acervo de importantes museus, como a famosa “Collection de l’Art Brut”, que está em Lausanne, Suíça. Outras obras estão no Museu Haus Cajeth, em Heidelberg, na Alemanha, além de figurarem em publicações especializadas e serem comercializadas em galerias de arte, principalmente no exterior.

Quando morreu, em 1998, seus trabalhos já estavam em algumas dessas coleções, mas grande parte de sua obra acabou sendo jogada no lixo. Apesar de tamanha dimensão, o fato é que o artista bruto, nordestino, morador da favela, semi analfabeto, outsider por toda a vida e sua história foram se tornando praticamente desconhecidos em nosso país.

“A.R.L. Vida e Obra” faz parte de um movimento para reparar esta situação e conta também com a realização de ações educativas com a mediação de grupos provenientes de escolas. O objetivo é estimular a percepção e a compreensão das obras, além de inspirar a criação artística através de oficinas e do uso de materiais didáticos produzidos especialmente para tal.

Serviço:

“A.R.L. Vida e Obra”

Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC)

Rua Benjamin Constant, 1633 – Centro

Visitação: até 30/5/2022

Terça a sexta das 9h às 17h

Entrada gratuita.

(Fonte: Secretaria de Comunicação | Prefeitura de Campinas)

Safári Astronômico levará participantes a capturarem astros com os olhos

Campinas, por Kleber Patricio

Configuração de como o céu estará no dia do evento, obtida por meio do programa Stellarium.

Como parte das festividades do centenário de nascimento do astrônomo Jean Nicolini, o Observatório Municipal de Campinas, que leva o seu nome e é equipamento da Secretaria de Cultura e Turismo, promove um “Safári Astronômico”. A atividade será no dia 14 de abril, véspera de feriado, das 17h30 até 21h30, com ingressos a R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada).

A palavra safári significa, originalmente, jornada, viagem. Nesse caso, estas palavras são usadas para qualquer tipo de viagem, explicam os organizadores do evento. A primeira etapa dessa jornada será a observação da Lua, tanto a olho nu como ao telescópio. Serão abordadas as curiosidades, lendas, ‘causos’ e informações técnicas sobre o satélite natural da Terra.

Na segunda parte do Safári, na parte externa do Observatório, será feita uma “Leitura do Céu” para reconhecimento das principais estrelas e constelações, para posterior observação ao telescópio.

Já a terceira etapa será no telescópio Zeiss de 500 mm, onde será possível observar a Nebulosa de Orion, Caixinha de Joias e Alfa do Centauro.

Serviço:

Safári Astronômico

Local: Observatório Municipal de Campinas “Jean Nicolini” – Estrada do Capricórnio, Monte Urânia, s/n, Serra das Cabras, Joaquim Egídio.

Dia: 14/4

Horário: das 17h30 até 21h30

Ingressos : inteira, R$10,00; meia entrada, R$5,00. Não serão aceitos cartões e nem PIX.

Por ser local serrano, é aconselhável levar agasalho e lanche.

Os organizadores recomendam consultar as condições climáticas antes de fazer se dirigir ao Observatório.

(Fonte: Secretaria de Comunicação | Prefeitura de Campinas)

Bachiana Filarmônica SESI-SP se apresentará no Parque Ecológico de Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Ayrton Vignolia.

Sob a regência do mundialmente conhecido maestro João Carlos Martins, a Bachiana Filarmônica SESI-SP se apresenta no dia 30 de abril, às 20h, no Parque Ecológico, na alça de acesso em frente à Prefeitura de Indaiatuba. A orquestra trará um repertório clássico, que promete emocionar o público. A apresentação é gratuita.

Formada por jovens e experientes instrumentistas de diversas idades com a direção do maestro João Carlos Martins, a Bachiana contribui para a formação de talentos e dissemina a cultura da música erudita por todo o Estado.

Os alunos do Núcleo de Música do SESI Indaiatuba também irão compor a orquestra nesta noite especial para a cidade. Um presente do SESI-SP, em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, para toda a região. “É sempre um prazer receber a Bachiana Filarmônica SESI-SP e o maestro João Carlos Martins em Indaiatuba, dada a excelência do trabalho desenvolvido e reconhecido no Brasil e no mundo”, destaca a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Nossos agradecimentos ao SESI (Serviço Social da Indústria) por trazer esta grande atração e por todo trabalho desenvolvido em nossa cidade”.

Bachiana

Mantida pelo SESI-SP e sob a direção do maestro João Carlos Martins, a Bachiana representa ação relevante no apoio à música erudita e ao desenvolvimento de seus integrantes. Assim, abre múltiplas oportunidades profissionais e leva a cultura da música erudita a milhares de brasileiros.

Concerto terá regência do maestro João Carlos Martins. Foto: Julian Moraes.

As apresentações abrangem desde o interior do Estado, periferias das grandes cidades, até renomados teatros, difundindo e valorizando a música clássica de alta qualidade técnica e artística.

Considerado um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach (1685-1750), o maestro João Carlos Martins atingiu um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Um dos pontos altos de sua carreira foi a gravação da obra completa para teclado desse gênio da música. Logo após, devido a problemas físicos, teve que abandonar a carreira de pianista, canalizando sua paixão para a regência.

Serviço:

Bachiana Filarmônica SESI-SP

Regência: maestro João Carlos Martins

Data: 30 de abril (sábado)

Horário: 20 horas

Local: Parque Ecológico, na alça de acesso em frente à Prefeitura

Endereço: Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 2800, Jardim Esplanada, Indaiatuba (SP)

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Todos os protocolos sanitários serão respeitados.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Indaiatuba é sexta cidade com maior número de veículos elétricos ou híbridos no Estado de São Paulo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

Indaiatuba ocupa a sexta posição no ranking de cidades com maior número de veículos elétricos ou híbridos no Estado de São Paulo. De acordo com dados divulgados pelo Detran-SP, o município possui 145 veículos do tipo emplacados na cidade. São Paulo lidera o ranking, com 5.122 veículos, e Campinas aparece na segunda posição, com 427 veículos. No total, os 645 municípios paulistas possuem 9.722 carros elétricos e híbridos. Os dados são de fevereiro de 2022.

O município é sede da fábrica da Toyota que foi pioneira na produção de carros híbridos flex no Brasil e é a única que produz carros híbridos flex no Estado de São Paulo. A montadora japonesa liderou as vendas de veículos híbridos leves no país em 2021.

Incentivos

Em Indaiatuba, os proprietários de carros elétricos e/ou híbridos contam com isenção na cota do IPVA (Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores) que cabe ao município nos três primeiros anos do veículo. No primeiro ano, a isenção é de 50% do valor total do IPVA e, nos dois anos seguintes, a isenção é de 25%. A Lei Municipal 7.726/2021, que trata da isenção, garante o benefício a veículos cujo valor não ultrapasse 8 mil Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), o que corresponde a aproximadamente R$255 mil.

Para incentivar o desenvolvimento de veículos automotores menos poluentes, o Governo de São Paulo apresentou no final de março o programa Pró Veículo Verde, por meio do qual vai oferecer até R$500 milhões em créditos do ICMS a montadoras que investirem em modelos sustentáveis. São Paulo é líder nacional no mercado de veículos sustentáveis, com 34% de toda a frota nacional movida a energia limpa, que inclui híbridos, elétricos e biocombustíveis.

Por meio do programa, as empresas do setor automotivo poderão utilizar créditos de ICMS para financiar projetos de investimento para construção e/ou modernização de plantas industriais, desenvolvimento de novos produtos ou ampliação de negócios no Estado.

Desde janeiro deste ano, o Governo do Estado também passou a aplicar a redução do ICMS de ônibus elétricos, caminhões e veículos elétricos e eletrificados de 18% para 14,5%.

Crescimento

Segundo a Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE), as vendas de veículos eletrificados leves no Brasil se mantêm em crescimento pelo terceiro ano seguido. O país fechou 2021 com 34.990 emplacamentos de automóveis e veículos comerciais leves elétricos, o que representou 77% a mais do que em 2020. As vendas cresceram 115% no primeiro trimestre de 2022, chegando a 9.844 emplacamentos. No mesmo período de 2021, foram 4.582 unidades emplacadas.

No mês passado, a frota total de eletrificados leves no Brasil chegou a 86.986 veículos. A ABVE informou que esses números referem-se à soma das vendas de automóveis, utilitários, SUVs e comerciais leves eletrificados, incluindo elétricos híbridos (HEV), híbridos plug-in (PHEV) e totalmente elétricos (BEV).

Segundo a ABVE, em 2020 foram instalados 500 eletropostos no país e, em 2021, foram 850. Em 2022, há previsão de um aumento de 50% nesse número.

RANKING DETRAN-SP

São Paulo: 5.122

Campinas: 427

São Bernardo do Campo: 342

Ribeirão Preto: 194

Barueri: 148

Indaiatuba: 145

Sorocaba: 137

Jacareí: 136

Guarulhos: 132

Santana de Parnaíba: 110.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Galeria Kogan Amaro lança Digital Art Gallery

São Paulo, por Kleber Patricio

“Islandia Búðakirkja night”. Créditos: Kogan Amaro Digital Art Gallery

A galeria Kogan Amaro amplia sua área de operação e começa a atuar também com NFT, aproximando este universo de artistas, colecionadores, investidores e o grande público. A partir de agora, com uma curadoria específica, a Kogan Amaro Digital Art Gallery passa a oferecer ao mercado NFTs de obras já existentes e de outras criadas especificamente para o metaverso, com o objetivo de simplificar as atividades nesta área e contribuir com a formação de novos públicos. Com esta iniciativa, a galeria, que tem unidades no Brasil (São Paulo) e na Suíça (Zurique), reforça sua atuação global, expandindo seu alcance e facilitando as operações das carteiras digitais.

“Nossa intenção é servir como uma ponte entre os universos físico e digital, simplificando os processos em todos os pontos da cadeia de produção de arte em NFT, desde o momento da criação à realização da venda, ao mesmo tempo em que a nossa atuação no mercado físico vive um momento de muito vigor”, declara Ricardo Rinaldi, diretor da Kogan Amaro. Uma das vantagens da operação facilitada via Kogan Amaro é que as compras de NFTs poderão ser realizadas mesmo que o cliente não tenha criptomoedas em carteira. A operação digital da Kogan Amaro já conta com perfil próprio na Foundation, uma das plataformas mais importantes hoje do mercado global de NFT, dedicada a construir essa nova forma de atuação da economia criativa, aproximando artistas e colecionadores em todo o mundo.

Em essência, o NFT é um produto exclusivamente digital que possui registro de autenticidade. Discussões sobre a tecnologia que permite sua existência se tornaram bem populares, mas o tema vem crescendo também nos setores artístico e financeiro. Ao mesmo tempo em que terão forte exposição no mundo virtual, os NFTs passarão a fazer parte dos ambientes físicos da Kogan Amaro, com exposição de obras tokenizadas via telões e monitores especiais. A princípio, foi selecionada uma série de artistas que já atuam com ferramentas digitais, em áreas como ilustração, fotografia e animação, para terem obras em NFT expostas na Kogan Amaro Digital Art Gallery. Entre eles, Daniel Mullen (já representado pela Kogan Amaro), Kandro, João Branco e Diris Malko.

Portugal – Praia do Louriçal.

Nascido em Glasgow, Escócia, o pintor abstrato Daniel Mullen já teve seus trabalhos expostos em Londres, Vancouver, Nova York e, recentemente, em Berlim, no Direktorenhaus Museum. Seu ponto de partida é a paixão pela arquitetura e a construção de espaços, fascinado por criar ambientes e, na sequência, esvaziá-los. Produz perspectivas e jogos de ilusão de ótica que ocorrem entre a combinação da pigmentação e da geometria.

Artista visual e professor, Kandro atua, desde 2003, como coordenador de desenho e pintura em oficinas terapêuticas para pessoas com deficiência em um centro de saúde na cidade de São Paulo. “Meu trabalho é inspirado na condição trágica do ser humano e na pulsão como motor da vida que expõe uma intimidade no processo de criação ao pintar emoções por meio de retratos”, define.

João Branco, artista português, dedica-se à fotografia de paisagem desde 2015, quando organizou um workshop fotográfico na Indonésia. Viajar e conhecer outras culturas são os elementos base em seu processo de criação de uma arte fotográfica dedicada, principalmente, a registrar e compartilhar experiências vividas.

O fotógrafo belga Diris Malko tem se dedicado a viajar por todo o mundo com o objetivo de imortalizar momentos de campeonatos mundiais de boxe. Malko foi o fotógrafo oficial escolhido por Celine Dion para sua turnê europeia.

Sobre a Galeria Kogan Amaro | Localizada nas cidades mais populosas do Brasil e da Suíça, as unidades da galeria Kogan Amaro no bairro dos Jardins, em São Paulo, e na Rämistrasse, coração cultural de Zurique, têm como norte a diversidade de curadoria e público: com portfólio composto por artistas de carreira sólida, consagrados internacionalmente, e também emergentes que já se posicionam no mercado de arte como promessas do amanhã. Sob gestão da pianista clássica Ksenia Kogan Amaro e do empresário, mecenas e artista visual Marcos Amaro, a galeria joga luz à arte contemporânea com esmero ímpar e integra as principais feiras de arte do mundo.

Kogan Amaro Digital Art Gallery

Endereço: Alameda Franca, 1054 – Jardim Paulista – São Paulo (SP)

Site

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@KoganAmaroDigitalArtGallery

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Informações para o público:

(11) 3045-0755/0944 | atendimento@galeriakoganamaro.com.

(Fonte: a4&holofote comunicação)