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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Artigo: “A desglobalização on-line”, por Paulo Sandroni

Mundo, por Kleber Patricio

Foto: Mathias Reding/Pexels.

Entre a metade do século XIX e a Revolução Russa, em 1917, o mundo experimentou um extraordinário processo de integração. Avanços científicos e tecnológicos como as invenções do telégrafo, do cabo submarino ligando continentes, do rádio, do telefone, da energia e da luz elétrica moldaram essa integração. A expansão das ferrovias e do transporte marítimo impulsionada pela abertura dos canais de Suez e do Panamá permitiu um desenvolvimento sem precedentes do comércio internacional e das articulações financeiras correspondentes. A oferta de ouro aumentou: descobertas na Califórnia, no Alasca e na África do Sul azeitaram e lastrearam o vertiginoso crescimento das transações comerciais e financeiras. O aumento do desempenho industrial e da produtividade elevou a riqueza material (embora mal distribuída) a níveis dificilmente imagináveis no início do século XIX.

Em 1917, inaugurando o primeiro país socialista no mundo, a Revolução Russa provocou uma ruptura nessa trajetória e isolou a Rússia Soviética, processo acentuado com a crise de 1929. A criação do bloco soviético após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação dos países do Leste Europeu, e a Revolução Chinesa, em 1949, completou um quadro de separação de dois mundos, enfraquecendo os vínculos comerciais e financeiros mantidos até então. Na década de 1950, o mundo talvez tenha atravessado o período de menor integração. O cenário de isolamento do bloco soviético em razão da Guerra Fria e da China comunista desvinculada dos grandes circuitos comerciais e financeiros contrastava com a maior integração entre os Estados Unidos, a Europa e o Japão.

A queda do Muro de Berlim, em 1989, unificando outra vez a Alemanha, a dissolução da União Soviética e, pouco depois, as transformações capitalistas na China e no Leste Europeu desaguaram na reintegração desses países nos circuitos globais do comércio e das finanças de forma surpreendente. O processo de reglobalização acentuou-se e, a partir de 1985, o impulso proporcionado pelo global sourcing promoveu extraordinário aumento da produtividade, embora também tenha expandido os riscos da exacerbação da interdependência.

Com o início da pandemia, em 2020, provocou-se o primeiro golpe nas cadeias produtivas e no fluxo internacional de pessoas, provocando recessão em escala global. O mundo restabelecia-se desse abalo quando a invasão da Ucrânia pela Rússia e as sanções impostas pelos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) a esta última iniciaram um processo de desglobalização. A ruptura comercial e financeira vem isolando a Rússia dos mais importantes mercados comerciais e financeiros dos países desenvolvidos. Consequências imediatas: fortes pressões inflacionárias em escala global, queda da produtividade pelo aumento do custo dos combustíveis, diminuição da produção de alimentos e uma recessão cuja duração é difícil de prever.

As atrocidades cometidas na Ucrânia não serão facilmente esquecidas e qualquer que seja o desenlace dessa tenebrosa guerra manterá a Rússia em prolongada quarentena, de modo que sua economia sofrerá mais do que as demais, com exceção da própria Ucrânia, que está devastada. Os estragos desse jogo perde-perde são enormes e podem aumentar na razão direta da duração do conflito. O impacto na economia brasileira será a intensificação do binômio indesejável: recessão e inflação.

(Fonte: Agência Bori)

Galeria Lume apresenta exposição “Da Memória Vegetal”, de Lucas Dupin

São Paulo, por Kleber Patricio

“Biblioteca Por Vir”, de Lucas Dupin. Foto: Lucas Dupin.

A memória, a valorização do saber, o retorno do contato do ser humano com a natureza, o livro como matéria-prima para ressignificação – essas são a base de uma extensa pesquisa realizada por Lucas Dupin, que apresenta a mostra “Da Memória Vegetal”, em cartaz do dia 26 de maio até o dia 2 de julho na Galeria Lume. A exposição reúne 12 trabalhos, entre pinturas de pequeno e grande formato e uma ampla instalação da série “Bibliomorfas”, expostas juntas pela primeira vez. Além disso, o artista foi selecionado para a 13ª Bienal do Mercosul, que acontece em setembro, em Porto Alegre (RS).

“A Memória Vegetal”, de Umberto Eco, discorre sobre a história e a importância de páginas, bibliotecas e memória e foi a inspiração para o título da mostra. “Um livro reúne muita informação. Há essa ideia totalizante, de permanência, que é antagônica à ideia de oralidade”, afirma Lucas.

A maior parte do material usado nas obras vem de enciclopédias, que um dia foram importantes fontes para pesquisas escolares, sendo completamente abandonadas depois das facilidades da internet.

Por meio de uma série de intervenções nos livros, ele os transforma em base para aquarelas, com imagens que remetem ao naturalismo dos artistas viajantes e seus trabalhos documentais da flora e da fauna. Para além da ressignificação, esta série de obras de Dupin provoca reflexões sobre a necessidade de um retorno do contato do ser humano com a natureza.

Douração com folha de ouro é aplicada nas obras, em contraste com o uso de pólvora.

A douração com folha de ouro, um clássico da encadernação, é aplicada nas obras, em contraste com o uso de pólvora. O objetivo é colocar esse antagonismo na mesma superfície, mesclando um elemento mais nobre (o ouro, metal com forte apelo estético, que remete a esmero e às elites) com um material menos tradicional (a pólvora, de caráter explosivo e destrutivo).

“Forjar um livro vivo – plataforma aqui disputada pelas formas orgânicas, cuja cognição se dá no terreno dos ciclos vitais. Fundar um livro destituído de enunciados, na busca por um objeto em metamorfose, criatura a um só tempo de realidade vegetal e emergida da especulação ficcional. Profanar o livro: manipulá-lo, cortá-lo, colá-lo, queimá-lo, pintá-lo; não para destruí-lo, mas para ir além e aquém de seu projeto iluminista, não encerrar no cânone da palavra as possibilidades políticas da linguagem”, relata Pollyana Quintella em texto crítico sobre a mostra.

Sobre Lucas Dupin

Mestre (2012) e Bacharel (2008) em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Lucas Dupin tem no diálogo com os contextos em que trabalha o ponto de partida para suas pesquisas, embora se volte com frequência para o universo do livro, da natureza e da observação atenta da transitoriedade presente no cotidiano. Sem se ater aos materiais, linguagens e modos de trabalhar específicos, busca, dentro do seu universo de investigação, realizar trabalhos em que partes são capazes de acessar um todo.

Dupin já participou de mais de uma dezena de importantes premiações e residências artísticas no Brasil e no exterior como, por exemplo, “Pivô” (2019), “6º Bolsa Pampulha” (2016), OCA/OEI (2018), FAAP (2017) e Banff Centre (2011) e, em anos anteriores, destacou-se no Prêmio Arte  Contemporânea da Funarte (2015) e no 2º Prêmio Energias na Arte (2010), no Instituto Tomie  Ohtake, no qual recebeu a primeira colocação. Vive e trabalha em São Paulo e Belo Horizonte.

Sobre Galeria Lume

A Galeria Lume foi fundada em 2011 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de processos criativos contemporâneos ao lado de seus artistas e curadores convidados. Dirigida por Paulo Kassab Jr. e Victoria Zuffo, a Lume se dedica a romper fronteiras entre diferentes disciplinas e linguagens, através de um modelo único e audacioso que reforça o papel de São Paulo como um hub cultural e cidade em franca efervescência criativa.

A galeria representa um seleto grupo de artistas estabelecidos e emergentes, dedicado à introdução da arte em todas as suas mídias, voltados para a audiência nacional e internacional, através de um programa de exposições plural e associado a ideias que inspiram e impulsionam a discussão do espírito de época. Foca-se também no diálogo entre a produção de seus artistas e instituições, museus e coleções de relevância.

A presença ativa e orgânica da galeria no circuito resulta na difusão de suas propostas entre as mais importantes feiras de arte da atualidade, além de integrar e acompanhar também feiras alternativas. A galeria aposta na produção de publicações de seus artistas e realização de material para pesquisa e registro. Da mesma forma, a Lume se disponibiliza como espaço de reflexão e discussão. Recebe palestras, performances, seminários e apresentações artísticas de natureza diversa.

Serviço:

“Da Memória Vegetal”, de Lucas Dupin

Texto crítico: Pollyana Quintella

Local: Galeria Lume

Período expositivo: de 26 de maio a 2 de julho

Horário: segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 11h às 15h

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo (SP)

Entrada gratuita

Informações para o público: (55) 11 4883-0351 e contato@galerialume.com

https://www.instagram.com/galerialume/

https://www.facebook.com/GaleriaLume

https://galerialume.com/.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Virada Cultural 2022 em Campinas acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto

Campinas, por Kleber Patricio

maratona cultural terá um circuito interligado no Centro da cidade passando por três espaços públicos: o Museu de Imagem e Som (MIS), a Estação Cultura e o Teatro Municipal Castro Mendes (foto). Crédito: divulgação.

A Secretaria de Cultura e Turismo realizará, em 20 e 21 de agosto, a Virada Cultural 2022 em Campinas. Serão em torno de 50 atividades artísticas gratuitas e contemplando todas as modalidades, entre as quais música, artes cênicas, danças e manifestações populares. A maratona cultural terá um circuito interligado no Centro da cidade passando por três espaços públicos: o Museu de Imagem e Som (MIS), a Estação Cultura e o Teatro Municipal Castro Mendes.

Campinas foi selecionada pelo seu projeto, que tem como foco a ideia de fortalecer a produção cultural da cidade, além de tornar o Centro um lugar aprazível, de convívio, um lugar onde se vive a cultura campineira. “Todo esse projeto foi pensado para ir ao encontro da expectativa do público, que é retomar a rua com eventos culturais e voltar, após o período de pandemia, a ter um convívio com os espaços públicos”, explica o diretor de Cultura, Gabriel Rapassi.

O projeto também visa fortalecer os artistas locais, bem como propiciar grandes nomes da música contemporânea. Atividades culturais itinerantes ligarão os três espaços, convidando as pessoas a caminharem e experimentarem todas as atrações.

Cidades selecionadas

Campinas foi uma das 22 cidades selecionadas no interior e no litoral de São Paulo que realizarão as apresentações de diferentes linguagens nos formatos presencial, virtual e híbrido, reunindo artistas locais, nacionais e internacionais.

O anúncio das 22 cidades selecionadas foi feito no início da última semana. O passo seguinte será definir a programação. A iniciativa faz parte do #JuntosPelaCultura2022, programa de difusão cultural ligado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo e gerido pela organização social Amigos da Arte.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Solar da República realiza Festival da Sardinha

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Erika Martins.

Junho é o principal mês também das festas populares típicas em Portugal, que se prolongam pelo verão e incluem desde espetáculos de fado, jazz e outros gêneros musicais até festivais de cinema e teatro, campeonatos esportivos e exposições. Para homenagear um mês tão importante, a partir do dia 1º de junho, o restaurante Solar da República realiza o Festival da Sardinha diariamente, até o final do mês. Por R$54,90 por pessoa, é possível degustar à vontade as sardinhas assadas no forno, acompanhadas por batatas cozidas, broa de milho e pimentões.

Criado durante o lockdown de 2020 e comandado por Luciana Pereira, Sergio Soeiro e Dirceu Junior, ex-sócio do Gajos, o ponto na Marquês de Itu, região central de São Paulo, onde hoje se encontra o Solar da República, costumava ser uma lanchonete e ganhou ares de tasca portuguesa e wine bar. Com destaque para a adega envidraçada com vinhos selecionados que dão um charme a mais para o espaço, o local é frequentemente escolhido por chefs e donos de restaurantes da região que desponta como o novo polo gastronômico de São Paulo.

Além do prato com sardinhas, o restaurante também possui um amplo cardápio com base na cozinha portuguesa tradicional, como o Bacalhau à Gomes de Sá (R$70,90), com batatas cozidas, cebola, ovos cozidos, salsa e pimenta do reino, Bacalhau à Brás (R$60,90), Bacalhau com broa (R$99,90), Bacalhau com natas (R$60,90), e o Arroz de bacalhau (R$70,90), para citar alguns. Para quem prefere pratos com carne vermelha, duas boas opções de escolha são o Bife à Portuguesa (R$49,90) vem acompanhado com molho roti, batatas portuguesas e ovo à cavalo e o Arroz de Pato (R$69,90).

Para finalizar, pode ser difícil escolher entre a Baba de Camelo (R$12), nome que se dá ao mousse de doce de leite com amêndoas torradas, um cremoso pudim de leite (R$9) ou o clássico pastel de natas (R$13).

Serviço:

Solar da República

Marquês de Itu, 134 – Vila Buarque, São Paulo – SP, Brasil

Horário de funcionamento: domingo a quinta-feira das 11h00 às 23h00; sexta e sábado das 11h00 às 24h00.

Telefone: (11) 3222-5402

Entrega em domicílio

Possui acesso para deficientes

Lugares/Capacidade total: 38 lugares internos e 8 externos

Taxa de rolha: R$50,00

https://www.solardarepublica.com.br/.

(Fonte: Antônia Futuro Bergamo)

Paulo Niemeyer Filho toma posse na Academia Brasileira de Letras

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Dani Paiva.

O médico e escritor Paulo Niemeyer Filho é o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele tomou posse na noite de sexta, 27 de maio, quando passou a ocupar a Cadeira 12 da Academia, sucedendo o Acadêmico e professor Alfredo Bosi.

“Coube a mim prorrogar a presença da ciência nesta casa. Desde a primeira eleição sempre tiveram médicos na Academia – ao todo, 23 já passaram por aqui. Sou o 24º, num momento extremamente relevante para a ciência, que se impôs e venceu a crise pandêmica e ganhou a confiança da população”, disse o agora imortal Paulo Niemeyer Filho. “A medicina é uma manifestação cultural que merece estar representada, assim a lei, o cinema, a arte, a música. Cada um na sua área tem como contribuir com o interesse da Academia”, completou.

A Academia Brasileira de Letras elegeu, no dia 18 de novembro de 2021, em sessão híbrida no Petit Trianon, o novo ocupante da Cadeira 12 de seu Quadro de Membros Efetivos, vaga com o falecimento do Acadêmico e professor Alfredo Bosi, ocorrido no dia 7 de abril de 2021. Participaram da eleição 34 Acadêmicos de forma presencial ou virtual (um não votou por motivo de saúde). Os ocupantes anteriores da cadeira 12 foram: Urbano Duarte (fundador) –

que escolheu como patrono França Júnior –, Augusto de Lima, Vítor Viana, José Carlos de Macedo Soares, Abgar Renault e Dom Lucas Moreira Neves.

“A Academia recebe Paulo Niemeyer Filho com muita alegria, principalmente neste momento em que a ciência foi fundamental no combate à pandemia. A chegada deste membro mostra que a Casa quer enfatizar a importância da ciência para o país”, declarou o presidente da ABL, Merval Pereira.

Sobre Paulo Niemeyer Filho, o Novo Acadêmico

Paulo Niemeyer Filho nasceu no dia 9 de abril de 1952, no Rio de Janeiro. Filho de Paulo Niemeyer Soares e Maria Pia Rafaela Guilhermina Alice Torres Guimarães, graduou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1975. Iniciou sua residência em Neurocirurgia na Clínica Neurocirúrgica Dr. Paulo Niemeyer, na Casa de Saúde Dr. Eirasm e dedicou seu primeiro ano de residência ao estudo da Neurologia e Neurorradiologia no The National Hospital for Nervous Diseases, Institute of Neurology, University of London, Queen Square, onde estagiou como Post-Graduate Fellow.

Em 1977, foi nomeado Chefe do Serviço de Neuro-Tomografia Computadorizada da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. No ano seguinte, foi contratado como médico Neurocirurgião do Hospital Municipal Souza Aguiar. Em 1979, introduziu no Brasil nova técnica microcirúrgica para tratamento de nevralgia do trigêmio, que teve a oportunidade de aprender na University of Gainsville, na Flórida. Ao final de 1979 foi nomeado diretor do Instituto de Neurocirurgia da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.

Antonio Cícero, Merval Pereira, Fernanda Montenegro e Paulo Niemeyer.

Em 1980, após exame de seleção, obteve o título de Especialista em Neurocirurgia, outorgado pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. Em 1982, foi aprovado em exame de seleção como Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Foi nomeado Professor Adjunto e coordenador do Curso de Pós-Graduação em Neurocirurgia da Fundação Carlos Chagas, em 1983. Neste mesmo ano, foi nomeado chefe do Serviço de Neurocirurgia da Escola Paulista de Medicina, aprovado pela banca examinadora. Em 1984 completou o curso “The Use of Lasers in Neurological Surgery”, realizado no Mayfield Neurological Institute, Cincinnati, Ohio, sob a direção do Prof. John Tew. Em 1984, como Membro Fundador, foi eleito presidente da Sociedade de Neurocirurgia do Rio de Janeiro e membro do Conselho Superior da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. Foi eleito Irmão da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro em 1985. Em 1986 realizou concurso para Professor Titular de Neurocirurgia da Escola Médica de Pós-Graduação da PUC-Rio, tendo sido aprovado em 1º lugar. Em 1987, foi aprovado como Membro Internacional da Sociedade Norte-Americana Congress of Neurological Surgeon. Em 1989, foi eleito Membro do Neurotraumatology Committee do Word Federation of Neurological Societies. É vice-diretor da Escola Médica de Pós-Graduação da PUC-Rio, nos biênios 1992-1994 e 1994-1996 e diretor da Escola Médica de Pós-Graduação da mesma instituição nos biênios 1996-1998 e 1998-2000.

Atualmente é diretor médico do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer e Membro do Conselho da Fundação do Câncer. Na ocasião de sua candidatura como Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, apresentou memória intitulada “Experiência com a Cirurgia dos Aneurismas Intracranianos da Fossa Posterior”. Ele também é autor do livro “No labirinto do cérebro”.

(Fonte: FSB Comunicação)