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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Cultivo de eucalipto protege matas e contribui para preservação da biodiversidade em florestas

Piracicaba, por Kleber Patricio

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil.

O cultivo de árvores ao redor de fragmentos florestais pode ajudar a preservá-los e a retardar os efeitos nocivos do efeito de borda (alteração de estrutura/composição/quantidade da espécie), indica um estudo publicado na quarta (11) na “Revista do Instituto Florestal” da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP) e do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os pesquisadores compararam efeitos de plantações de eucalipto, pastagem e cana-de-açúcar que circundavam áreas de fragmentos de floresta semidecidual no município de Piracicaba, no interior de São Paulo. Regiões próximas ao eucalipto apresentaram maior biodiversidade, indicando maior nível de proteção fornecido pelas árvores.

O estudo foi realizado em dezoito fragmentos da floresta estacional semidecidual de diferentes tamanhos em Piracicaba (SP), utilizando amostragem de campo e imagens de satélite. Foi comparado o nível de degradação desses remanescentes florestais circundados por plantações de eucalipto, pastagem e cana-de-açúcar, que dominam a paisagem do interior paulista. Estas largas plantações em monocultura se assemelham a oceanos, onde estariam inseridas as ilhas de mata remanescente. As espécies na periferia destas regiões sofrem com o chamado efeito de borda: antes cercadas por outras, em um contínuo com uma estrutura florestal, agora estão expostas a diferentes condições de sol, vento e umidade, levando a uma alteração dos padrões e das relações ecológicas do ecossistema. O trabalho aponta que cultivos no entorno desses fragmentos, quando bem planejados, podem retardar tais mudanças e mesmo ajudar a preservá-los. Os autores identificaram que fragmentos circundados por eucalipto apresentaram uma redução do efeito de borda, o que resultou na maior diversidade de espécies encontradas.

A proposta foi verificar os efeitos do entorno em regiões florestais restantes após o desmatamento, comparando plantações de eucalipto, de pastagem e de cana-de-açúcar. “A ideia é que se você fizer um cinturão protetor ao redor do fragmento florestal em que haja interesse econômico, como de eucalipto, nós podemos estabelecer condições parecidas com a da floresta, diminuindo o efeito de borda. Em vez de plantações como a de soja irem até a beirada da floresta, você teria uma área que ameniza esta transição – o eucalipto é a borda agora”, afirma Ciro Abbud Righi, coautor do estudo e professor na ESALQ/USP.

A presença de árvores pode formar barreiras que ajudam a preservar integridade e proteger contra o efeito de borda, mantendo a estabilidade do ambiente e a biodiversidade. Righi explica: “A estrutura da floresta tem uma função. Quando você restabelece a estrutura, mesmo que seja com plantas exóticas como o eucalipto, você começa a restabelecer processos: ciclagem de nutrientes, barrar vento, barrar energia solar e facilitar o deslocamento de animais. É o ambiente que determina os seres que ali habitarão”. Assim, as árvores, dado seu porte e longa permanência, possuem papel crucial na preservação dos remanescentes e da biodiversidade, que agora se encontra separada em diversos pequenos fragmentos.

A autora principal do estudo, a gestora ambiental Mariane Martins Rodrigues, ressalta que são necessários mais estudos, já que a amostragem analisada foi específica à região analisada, mas que há indicativos claros de que, trabalhando o entorno, é possível preservar a floresta: “A melhora mais significativa foi da diversidade de espécies nos fragmentos próximos ao eucalipto, o que se deve à proteção que parece imitar a estrutura de uma floresta. Mas é necessário avançar nos estudos de sistemas florestais em larga escala, que poderiam modificar toda a relação do entorno com os remanescentes”. Assim, estes pedaços de biodiversidade poderiam ser unidos, permitindo o trânsito de insetos e outros animais responsáveis pela polinização e dispersão de sementes. “É possível pensar as áreas agrícolas de produção como fator de preservação – o que estende o potencial de intervenção com efeitos potencialmente benéficos”, concluem os autores.
(Fonte: Agência Bori)

Balé da Cidade celebra aniversário de 40 anos do CCSP com coreografia inédita

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Stig de Lavor.

Entre os dias 12 e 15 de maio, o Balé da Cidade de São Paulo celebra os 40 anos do Centro Cultural São Paulo com duas apresentações: o espetáculo “Muyrakytã”, apresentado pela primeira vez em fevereiro deste ano no Theatro Municipal, e com a coreografia inédita “Fôlego”. O Balé da Cidade inaugurou a sala Adoniran Barbosa há 40 anos e agora retorna para comemorar essa data tão histórica.

“Temos a honra e alegria de fazer parte das celebrações dos 40 anos do Centro Cultural São Paulo. Nesses 40 anos, o CCSP marcou a história da cidade e se constituiu como referência para múltiplas linguagens artísticas e culturais. Seus palcos, biblioteca, espaços de convivência, horta, enfim, cada canto do espaço nos traz lembranças de encontros e descobertas de novos artistas e modos de convivência, pois uma das suas grandes vocações sempre foi a inovação e o fomento à criação. Este ano comemoramos o Centenário da Semana de Arte Moderna e contamos com peças do seu rico acervo em uma exposição temporária no Salão Nobre do Theatro. Ao mesmo tempo, preparamos uma coreografia nova para essa festa de aniversário. Isso é possível, graças ao espírito de colaboração e trocas entre as instituições do município, ao qual brindamos com alegria”, comemora Andrea Caruso Saturnino, diretora geral do Theatro Municipal de São Paulo.

“Há exatos 40 anos o Balé da Cidade estreava a emblemática ‘Bolero’, de Emilie Chamie e Lia Robatto, criada especialmente para os espaços do CCSP, que se inaugurava com a promessa de ser um lugar ativo e especial para a cultura paulistana. Hoje, retornamos à arena da sala Adoniran Barbosa e, para festejar junto à cidade a concretização da promessa, repetimos a história, com a estreia de ‘Fôlego’, de Rafaela Sahyoun, cuidadosamente pensada para o espaço e para a data tão especial, acompanhada de ‘Muyrakytã’, recente e provocativa obra de Allan Falieri para o Balé da Cidade, agora remodelada para esse espaço e ocasião. É uma felicidade voltar ao CCSP nesta comemoração, fortalecendo os laços entre as instituições e levando a nossa dança para mais lugares onde ela precisa e quer ser vista. Um feliz aniversário com muita dança”, comemora Cassi Abranches, diretora do Balé da Cidade.

“Com a concepção de Rafaela Sahyoun, a coreografia ‘Fôlego’ perpassa paisagens simbólicas e sensoriais. Acontecimentos interpessoais que aproximam e distanciam, reverberam e se transformam através da eletricidade dos corpos emergentes das atualizações presentes no espaço. Numa dramaturgia de força propulsora, ‘Fôlego’ evoca o erotismo de se estar vivo. Fôlego é pulso. Um sopro no vento”, afirma Rafaela.

Rafaela atua como bailarina, coreógrafa e educadora, além de possuir projetos pedagógicos e artísticos, cultivando uma prática de pesquisa contínua e compartilhada com diversas instituições e companhias de dança nacionais e internacionais. A apresentação ainda conta com Inês Galrão, assistência coreográfica; Joaquim Tomé, na produção musical; Karina Mondini, no figurino, e Aline Santini no desenho de luz, entre outros artistas. A duração da apresentação é de 30 minutos e a classificação é livre.

Já “Muyrakytã”, que tem concepção de Allan Falieri, teve sua estreia em fevereiro deste ano no Theatro Municipal. Na ocasião, o Balé da Cidade convidou o público a romper os paradigmas estabelecidos atualmente, refletindo e indagando os acontecimentos de um século atrás, atravessando entre passado e presente.

Allan atua há mais de duas décadas como bailarino profissional e integrou as companhias Compañia Nacional de Danza, Nederlands Dans Theater, Ballet Gulbenkian, Bejart Ballet Lausanne e Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além do Balé da Cidade de São Paulo. O elenco ainda é formado por Antônio Carvalho Jr., Bruno Gregório/Marcel Anselmé, Bruno Rodrigues, Cléber Fantinatti, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Marcio Filho, Marina Giunti, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi e Yasser Díaz. A apresentação tem duração de 30 minutos e a classificação é livre.

Com 54 anos de história, o Balé da Cidade de São Paulo possui em seu repertório obras dos mais conceituados coreógrafos e criadores nacionais e internacionais da atualidade. A longevidade do Balé da Cidade, o rigor e padrão técnico de seu elenco e equipe artística atraem os mais importantes coreógrafos brasileiros e internacionais interessados em criar obras para seus bailarinos e artistas e o conjunto de suas conquistas demonstra a importância da sua atuação na cultura da cidade de São Paulo, capaz de produzir arte de qualidade indiscutível para a população da cidade.

Serviço:

Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa

12 a 15 de maio de 2022

5ª feira a sábado às 20hs

Domingo às 19hs

Classificação Livre

Programação

“Muyrakytã”, de Allan Falieri – 30 min.

Intervalo – 15 min.

“Fôlego”, de Rafaela Sahyoun – 30 min.

Muyrakytã

Concepção e Coreografia: Allan Falieri

Música Original: Beto Villares e Mbé

Direção Musical: Beto Villares e Allan Falieri

Participação Especial: Dona Onete

Poesia: Ryane Leão

Colaboradores: Paulinho Bicolor e Érico Theobaldo

Dramaturgia: Fabiana Nunes

Figurino: Alexandre dos Anjos

Desenho de Luz: André Boll

Preparação de elenco: Preta Kiran, Irupé Sarmiento

Ensaiadoras: Carolina Franco, Roberta Botta

Elenco: Antônio Carvalho Jr., Bruno Gregório/Marcel Anselmé, Bruno Rodrigues, Cléber Fantinatti, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Marcio Filho, Marina Giunti, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Yasser Díaz

Fôlego

Concepção e Coreografia: Rafaela Sahyoun

Assistência Coreográfica e Colaboração: Inês Galrão

Música: The Field

Produção Musical: Joaquim Tomé

Figurino: Karina Mondini – Tela Studio SP

Desenho de Luz: Aline Santini

Ensaiadoras: Carolina Franco e Roberta Botta

Número de Intérpretes: 9

Duração: Aprox. 30 minutos

Intérpretes criadores: Ana Beatriz Nunes, Ariany Dâmaso, Fabiana Ikehara, Grécia Catarina, Jessica Fadul, Leonardo Silveira, Márcio Filho, Victoria Oggiam e Victor Hugo Vila Nova.

(Fonte: Approach Comunicação)

Polo Astronômico de Amparo faz sessão especial para observação do eclipse lunar total

Amparo, por Kleber Patricio

Foto: NASA.

O Polo Astronômico de Amparo, no interior de São Paulo, abre o complexo ao público para a sessão especial de observação do eclipse lunar total, considerado o maior evento astronômico de 2022. A programação ocorre entre a noite de domingo (15) e a madrugada de segunda-feira (16). A visibilidade, com céu aberto, será de 100%.

As atividades começam às 21h de domingo (15) e se estendem até por volta das 3h, já na segunda-feira (16). O ingresso para acompanhar a sessão completa custa R$80 (inteira), com desconto de 50% (R$40) para a compra antecipada até sábado (14). A meia-entrada, para estudantes, professores, idosos e portadores de necessidades especiais, custa R$40. O estacionamento sai por R$12.

Os ingressos podem ser comprados exclusivamente pelo site www.poloastronomicoamparo.com.br. Outra opção é adquiri-lo pelo WhatsApp oficial do Polo Astronômico – (19) 99295-9586. As estradas não serão vendidas no dia do evento. A noite de observação do eclipse será limitada a 250 pessoas. No caso de chuva, o evento será cancelado e o dinheiro devolvido. “Será um espetáculo único para estudiosos, para quem gosta de observar o céu como hobby ou é apaixonado por fenômenos astronômicos. Outro eclipse como este, com visibilidade total, só voltará a acontecer no dia 14 de março de 2025”, lembra o diretor do Polo Astronômico de Amparo, o professor Carlos Eduardo Mariano.

Sessão no Planetário abre ‘vigilia’ à espera do fenômeno

A extensa programação que antecede o início do eclipse lunar total no Polo Astronômico de Amparo começa às 21h de domingo (15). Os portões do complexo serão abertos a partir das 20h15.

Foto: divulgação.

Nas modernas instalações do Planetário acontece a apresentação do céu noturno, com explicações sobre a Lua e os eclipses. Depois disso, começam as observações da Lua no estágio que antecede o fenômeno e dos aglomerados de estrelas. Seis telescópios estarão disponíveis para o público durante a noite e a madrugada.

A previsão é que a fase parcial do eclipse comece às 23h28, quando todos os equipamentos estarão voltados para o satélite natural da Terra. O início da totalidade está previsto para as 0h30, com o fim do espetáculo às 2h55.

Além do eclipse lunar, será possível ainda observar Saturno e seus anéis por volta das 1h30 de segunda-feira (16). Para enfrentar a “maratona astronômica”, o restaurante do Polo Astronômico terá um cardápio especial com caldos, chocolate quente e pão de queijo. O consumo não está incluso no valor do ingresso.

Sobre o eclipse

Foto: NASA.

O professor Carlos Eduardo Mariano, diretor do Polo Astronômico de Amparo, explica que o eclipse lunar ocorre sempre na fase cheia da Lua, com o alinhamento do Sol, da Terra e da Lua. A Terra estará entre a Lua e o Sol.  “Primeiro, temos que lembrar que a Terra e a Lua são astros sem luz própria. São iluminados pelo Sol e projetam sombra no espaço. Como a Lua gira em torno da Terra, as vezes que fica perfeitamente alinhada com a Terra e o Sol, ela entra na sombra que a Terra projeta no espaço. Quando isso acontece, temos o eclipse lunar”, diz o professor.

Conforme Carlos Mariano, a Lua pode entrar parcialmente na sombra da Terra (eclipse lunar parcial) ou pode atravessar totalmente a sombra. “É exatamente isso que vai ocorrer entre domingo e segunda-feira, 15 e 16 maio, quando teremos o esperado eclipse lunar total”, acrescenta.

Eclipse lunar total – programação

Domingo, 15 de maio

20h15: Abertura dos portões

21h: Início das atividades

– Simulações no Planetário

– Apresentação do céu da noite

– Explicações sobre a Lua e eclipses

– Observação da Lua na fase pré-eclipse e de aglomerados de estrelas por meio de telescópios

Fases do eclipse

23h28 – Início da visibilidade (fase parcial)

Segunda-feira (16 de maio)

0h30: Início da totalidade

1h13: Meio da totalidade

1h54: Fim da totalidade

2h55: Fim da visibilidade e da fase parcial

Observação de Saturno

Segunda-feira (16 de maio)

Horário: 1h30.

O telescópio de 650mm. Foto: Carlos Mariano.

Área privilegiada para observar o céu | O Polo Astronômico, construído em 60 mil metros quadrados às margens da Serra da Mantiqueira, em Amparo, foi inaugurado em setembro de 2015 em uma área privilegiada a cerca de 1.000 metros de altitude. A região é livre de qualquer tipo de poluição luminosa direta. Por meio de uma lei municipal em vigor desde o início das atividades, todo o arredor do complexo foi declarado “Sítio para Observações Astronômicas”, o que proíbe a presença de luz artificial.

Sessões às sextas e aos sábados

As estações do outono e do inverno são consideradas ideais para a observação do céu. Na alta temporada, o Polo Astronômico de Amparo promove sessões às sextas-feiras, às 20h30h, e em dose dupla aos sábados, às 19h e às 21h. A programação completa pode ser encontrada no site www.poloastronomicoamparo.com.br.

O observatório está totalizado a 15 minutos do perímetro urbano de Amparo, com acesso no Km 29 da Rodovia Benevenuto Moretto (SP-95), que liga Amparo a Bragança Paulista, no bairro Sertãozinho. O complexo conta com estacionamento completo e serviço de restaurante.

Serviço:

Polo Astronômico de Amparo

Endereço – Rodovia Benevenuto Moretto (SP-95), Amparo-Bragança Paulista, Km 29, Bairro Sertãozinho, Amparo-SP

Informações: www.poloastronomicoamparo.com.br

Telefone: (19) 3326-8264

WhatsApp: (19) 99295-9586 ou (19) 99412-1902

Sessão Especial: Eclipse Lunar Total

Dias 15 e 16 de maio, domingo e segunda-feira

Horário: a partir das 21h de domingo (15/5)

Ingresso: R$80 (inteira) e R$40 na compra antecipada até o dia 14 de maio (sábado); R$40 (meia-entrada)

Onde comprar: www.polostronomicoamparo.com.br ou pelo WhatsApp (19) 99295-9586

Estacionamento: R$12.

(Fonte: Rota Comunicação e Assessoria)

Instalação no Museu da Língua Portuguesa homenageia José Saramago

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Ciete Silvério.

Uma enorme barca inflável ocupa o Saguão B do Museu da Língua Portuguesa, instituição do Governo do Estado de São Paulo. A obra, criada pela companhia Pia Fraus, é livremente inspirada no livro “O Conto da Ilha Desconhecida”, de José Saramago, e fica em cartaz gratuitamente até 24 de julho. A instalação “O Conto da Ilha Desconhecida” é mais uma homenagem que o Museu da Língua Portuguesa faz ao centenário do escritor, o único em língua portuguesa a receber o Nobel de Literatura.

O projeto tem como foco as crianças e jovens, que, muitas vezes, não são considerados leitores da obra de Saramago. Ele é o autor de clássicos como “A Caverna” e “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”. A ideia da instalação é proporcionar uma experiência cenográfica imersiva, que poderá ser usufruída de forma lúdica pelo público, principalmente as crianças.

Todo o ambiente do Saguão B foi construído e desenvolvido pela companhia teatral Pia Fraus, que tem uma trajetória reconhecida de performances para o público infantil. Durante todo o período de exposição, será promovida uma série de oficinas e atividades dialogando com a barca cênica e as temáticas abordadas em “O Conto da Ilha Desconhecida” e outras obras de Saramago.

A instalação “O Conto da Ilha Desconhecida” é uma parceria do Museu da Língua Portuguesa com a Companhia das Letras, editora de Saramago no Brasil, e a Fundação Saramago, que apoia as ações do centenário do autor em todo o mundo.

Sobre o Museu da Língua Portuguesa 

Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

Patrocínios e parcerias 

A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Temporada 2022 conta com patrocínio do Grupo Volvo, do Instituto Cultural Vale e do Itaú Unibanco, apoio da Booking.com e do Grupo Ultra e das empresas parceiras Cabot, Marsh McLennan, escritório Mattos Filho, Verde Asset Management, Faber-Castell e Bain&Company. Rádio CBN, Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus parceiros de mídia. A Temporada é realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço: 

Instalação “O Conto da Ilha Desconhecida” 

Em cartaz até 24 de julho

Terça a domingo, das 9h às 18h

Saguão B do Museu da Língua Portuguesa

Grátis.

(Fonte: Museu da Língua Portuguesa – Comunicação)

Arraiá na megalópole: tradicional Festa Junina de Moema está de volta

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Cauê PiLLS/Pixabay.

Uma das festas juninas mais tradicionais de São Paulo retorna depois de dois anos de pandemia. O Arraiá de Moema acontece nos dias 4 e 5 de junho (sábado e domingo) a partir das 10h na Praça Nossa Senhora Aparecida – ao lado do Metrô – e conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, da Subprefeitura da Vila Mariana e do Sebrae.

“A Prefeitura de São Paulo apoia todas as manifestações culturais e a Festa Junina é um dos grandes eventos de cultura popular. E esta, promovida pelo Moema Festas, é também um meio de promover o comércio local, que sofreu muito durante o período de pandemia. A confraternização entre vizinhos também atrai famílias de outros bairros, o que incentiva uma integração maior na cidade de São Paulo”, comenta Luis Felipe Miyabara, subprefeito de Vila Mariana.

Com uma localização privilegiada, com fácil acesso ao metrô Moema (Linha Lilás) para quem for de transporte público e estacionamento nas proximidades para carros, o local possui acessibilidade para cadeirantes, banheiros químicos, segurança, bombeiros, ambulância com UTI e médico durante todo o evento para maior conforto e segurança de quem for aproveitar a festa.

O evento conta também com espaço pet e espaço kids para levar a família toda, apresentações artísticas com músicas e danças típicas, shows sertanejos e sanfoneiros, sorteios e a verdadeira quadrilha junina com um típico casamento caipira.

Para ajudar nessa movimentação, neste ano o Sebrae vai proporcionar duas mentorias gratuitas de marketing e finanças para os comerciantes que estarão no Arraiá como parte de uma iniciativa para melhorar ainda mais o atendimento aos visitantes do evento e aumentar suas vendas.

“Estamos muito felizes com a retomada do evento após dois anos e ter o apoio do Sebrae é maravilhoso para nossos comerciantes que precisavam desse auxílio no pós-pandemia. Agora é momento de comemoração e espero ver todos se divertindo nesses dois dias de Arraiá”, comenta Mariana Ribeiro, uma das idealizadoras da festa.

“Ter o Arraiá de Moema de volta após esse tempo, é gratificante para nós. Esperamos ver todo mundo aproveitando esse evento que fazemos com tanto carinho e dedicação”, finaliza Eliana Mastandréa, uma das criadoras do evento.

Serviço:

Arraiá de Moema

Datas: 4/6 (sábado) e 5/6 (domingo)

Horários: sábado das 10h às 22h e domingo, das 10h às 20h

Local: Praça Nossa Senhora Aparecida de Moema.

(Fonte: Tudo em Pauta)