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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Museu do Amanhã recebe exposição ‘Amazônia’, de Sebastião Salgado

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Arquipélago de Mariuá, Médio Rio Negro. Estado do Amazonas, Brasil, 2019 © Sebastião Salgado.

Há a grandiosa, deslumbrante, às vezes esmagadora visão da floresta, dos rios, de nuvens e montanhas. Há a beleza e a força dos povos indígenas no seu cotidiano e nas festas, com artefatos, espaços de convivência, expressões de uma miríade de civilizações integradas ao meio. E há o recorte de árvores, animais, margens, várzeas, clareiras. Na imensidão e no detalhe, no poderoso encadeamento da vida mineral, vegetal e animal, ressoa a frase de Sebastião Salgado: “Não são paisagens. É o bioma”. É o todo. A mostra “Amazônia” é o resultado da imersão, por sete anos, de Sebastião e Lélia Wanick Salgado, na região que cobre o Norte do Brasil e se estende a mais oito países sul-americanos, ocupando um terço do continente; e 60% da Amazônia estão no Brasil. A maior floresta tropical do planeta, traduzida pelas lentes e pela cenografia dos Salgado, transforma-se aqui em convite à informação, à reflexão e à ação em defesa do ecossistema imprescindível à vida no planeta. “Ao projetar ‘Amazônia’, quis criar um ambiente em que o visitante se sentisse dentro da floresta, se integrasse com sua exuberante vegetação e com o cotidiano das populações locais”, comenta Lélia.

Tomadas por ar, por terra e água, as imagens – praticamente todas inéditas –, que estão distribuídas em núcleos temáticos, revelam o refinamento e a engenhosidade dos povos da região, alguns pouquíssimo contactados – em 1500 eram 5 milhões indivíduos e hoje estão reduzidos a menos de 400 mil. “Na Amazônia inteira, a sofisticação cultural [dos povos] é colossal”, diz Salgado, que registrou 12 etnias (das quase 200 remanescentes) para essa mostra.

A voz das comunidades ameríndias, aliás, pode ser efetivamente ouvida em sete vídeos que apresentam testemunhos de lideranças indígenas, sem intermediários. São relatos impactantes sobre a importância da terra, dos rios, da floresta amazônica e dos graves problemas que ameaçam, inclusive, a sobrevivência de indivíduos e de etnias. “Esta exposição tem o objetivo de alimentar o debate sobre o futuro da floresta amazônica. É algo que deve ser feito com a participação de todos no planeta, junto com as organizações indígenas”, defende Sebastião Salgado.

No espaço expositivo, o ambiente sonoro embala a visão das fotografias com a trilha sonora original do francês Jean-Michel Jarre, elaborada a pedido dos Salgado a partir dos sons da floresta. A exposição apresenta ainda dois espaços com projeções de fotografias. Uma delas mostra paisagens florestais acompanhadas pelo poema sinfônico “Erosão – Origem do Rio Amazonas”, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), e a outra traz uma sequência de retratos de índios sonorizada por uma peça de Rodolfo Stroeter especialmente composta.

Xamã Yanomami em ritual durante a subida para o Pico da Neblina. Estado do Amazonas, Brasil, 2014 © Sebastião Salgado.

Estas imagens são o testemunho do que ainda existe e o alerta sobre a terrível possibilidade do desaparecimento da vida e da natureza. Para superar o extermínio e a destruição, a informação, a participação e o engajamento é dever de todos, no planeta inteiro.

O patrocínio master de Amazônia no Brasil é da Seguradora Zurich; o patrocínio ouro, da Natura e do Itaú.

Instituto Terra

Ao final da exposição, o visitante conhece o Instituto Terra no espaço dedicado ao espetacular trabalho de Lélia e Sebastião Salgado, iniciado em 1998 e que empreendeu o reflorestamento de cerca de 600 hectares de Mata Atlântica em Aimorés (MG), plantando milhões de mudas de árvores em extinção.

Além de replantar e recuperar a área – a terra, a vegetação, as importantíssimas nascentes que asseguram a continuidade da vida –, o Instituto forma mão-de-obra especializada, capacitando jovens ecologistas para proteger e conservar a biodiversidade da região. E, é claro, replicar o projeto Brasil afora. Atualmente, o projeto conta com patrocínio exclusivo da Zurich, e tem como meta plantar 1 milhão de árvores até 2028.

Amazônia em concerto

Paralelamente à exposição, vêm acontecendo, em todas as cidades, concertos trazendo um programa de absoluta afinidade com a mostra: “Águas da Amazônia”, de Philip Glass, composta em 1998; de Villa-Lobos, o conhecidíssimo Prelúdio das “Bachianas Brasileiras n° 4” e, na segunda parte, nada menos que a poderosa “Floresta do Amazonas”, composta em 1958, que tem a ‘Melodia Sentimental’ fechando a primeira Suíte da obra. O concerto carioca, marcado para o dia 23 de julho no Teatro Municipal, será regido pela maestrina Simone Menezes, com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, grupo ligado à EMESP Tom Jobim (gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura) e a soprano Camila Titinger.

Ao longo da suíte sinfônica, são projetadas em tela gigante uma seleção de fotografias de Sebastião Salgado, numa verdadeira colaboração artística. “Parece que a música foi feita para as imagens, ou as imagens pra a música”, diz o fotógrafo.

Sobre o Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu conta com o Banco Santander como patrocinador máster, a Shell Brasil, ArcelorMittal e Grupo CCR como mantenedores e uma ampla rede de patrocinadores que inclui Engie, Americanas, IBM e B3. Tendo a Globo como parceiro estratégico e Copatrocínio da Light e Raia Drogasil, conta ainda com apoio de EY, Sodexo, EMS, Rede D’Or, White Martins, Bloomberg, Colgate, Chevrolet, TechnipFMC, Universidade Veiga de Almeida, Granado e BMC Hyundai. Além da Accenture e o British Council apoiando em projetos especiais, conta com os parceiros de mídia Artplan, SulAmérica Paradiso e Rádio Mix.

Sobre o IDG

O IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão é uma organização social sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais. Atua também em consultorias para empresas privadas e na execução, desenvolvimento e implementação de projetos culturais e ambientais. Responde atualmente pela gestão do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Paço do Frevo, em Recife, como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica e como realizador das ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro. Também é responsável pela implementação da museografia do Memorial do Holocausto, a ser inaugurado em 2022 no Rio de Janeiro. Saiba mais no link. Em 2022, o IDG se tornou o responsável pela implementação do Museu das Favelas, em São Paulo.

Serviço:

Sebastião Salgado – ‘Amazônia’

De 19 de julho a 29 de janeiro de 2022

Museu do Amanhã (Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro)

Terça a domingo, das 10h às 18h

Livre

Ingressos: inteira: R$30 e meia-entrada: R$15. Às terças-feiras, a entrada no Museu do Amanhã é gratuita.

(Fonte: Atomicalab)

Brasileiros ganham hospital especializado em cirurgias de cabeça, pescoço, doenças do trato respiratório, ouvido e garganta

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Antoninho Marmo Perri.

A população brasileira contará com uma nova unidade hospitalar para atendimento dentro da rede pública de saúde. O mais moderno instituto especializado em Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço, ensino e pesquisa do Brasil será inaugurado nesta terça-feira, 28, em Campinas (SP). O Instituto de Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço (IOU) terá capacidade para 200 mil atendimentos e quatro mil cirurgias por ano, em um sistema híbrido com 70% dos atendimentos voltados para o SUS (Sistema Único de Saúde) e 30% para o privado.

O Instituto, sem fins lucrativos, será o maior complexo em atendimento, cirurgia, ensino e pesquisa da área. Oferecerá tratamento multidisciplinar, procedimentos modernos e cirurgias de alta complexidade com métodos pouco invasivos, para pacientes com câncer e doenças do trato respiratório e otorrino (nariz, ouvido e garganta). Será o principal centro médico-hospitalar para uma população de sete milhões de habitantes das 90 cidades próximas à Campinas.

Além de uma aquisição importante para o atendimento à saúde do estado de São Paulo, a unidade também será referência nacional na geração de conhecimento, no treinamento médico de excelência e pesquisas de ponta. “O Brasil era carente em centros de treinamento em técnicas cirúrgicas e procedimentos clínicos especializados, o que obrigava os maiores talentos locais a buscarem aperfeiçoamento no exterior. Agora o IOU já se posiciona como um dos principais centros de treinamento e capacitação de excelência na área de Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço do continente”, afirma Agrício Crespo, diretor do IOU e professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM). A ideia é capacitar médicos em procedimentos especializados capazes de oferecer o melhor do padrão internacional em assistência médica.

Excelência em treinamento e pesquisa

O hospital-escola receberá ao ano aproximadamente 130 estudantes da Unicamp, de medicina e fonoaudiologia, além de residentes de todas as partes do Brasil. Em pesquisa, o Instituto conta com o Laboratório de Genômica, coordenado pelo cientista Paulo Arruda, um dos maiores nomes da genética brasileira, e se dedicará a duas linhas de pesquisa: genética da surdez e a genética de cânceres de cabeça e de pescoço.

Prof. Dr. Agrício Crespo. Foto: divulgação.

O Instituto já nasce como um centro de referência em procedimentos de alta complexidade, uma vez que foi idealizado pela Divisão de otorrinolaringologia do hospital das Clínicas da Unicamp, pioneira na cirurgia do câncer de laringe por método minimamente invasivo e na reabilitação vocal por próteses fonatórias. “Somos a primeira instituição pública do Brasil a fazer cirurgias endoscópicas para câncer de laringe usando laser de CO2, que reduz o período de internação 10 dias para 24 horas, além de facilitar muito o pós-operatório para o paciente. Esse é considerado um padrão-ouro internacional e é apenas um exemplo dos métodos inovadores e aprimorados adotados no Instituto”, exemplifica Crespo.

O projeto arquitetônico, vencedor de um concurso nacional, é customizado para as atividades destinadas. As instalações foram concebidas para atender a um grande fluxo de pacientes com surdez profunda e candidatos à reabilitação por Implante Coclear. O instituto nasce como referência aos distúrbios da voz e cuidados à criança traqueostomizada.

Fruto de indenização milionária

Além da excelência médica, o IOU também é um case inspirador e inovador de aplicação do dinheiro público em benefício à sociedade. A verba para a construção do Instituto, iniciada em 2020, é oriundo de uma indenização milionária por dano moral coletivo. O recurso é resultado de ação civil pública do caso Shell-Basf, maior acordo indenizatório da história do País assinado na Justiça do Trabalho, decorrente de compensação por contaminação na planta industrial de agrotóxicos em Paulínia (SP).

O valor, de R$65 milhões, maior investimento na área de saúde da Unicamp nos últimos 30 anos, resultou na implementação de um polo de ensino, pesquisa e assistência médica de alta complexidade para os brasileiros e o aprimoramento no atendimento da população carente.

IOU em números

200 mil consultas médicas/ano

88.668 exames de apoio diagnóstico/ano

4.320 cirurgias de portes variados/ano

7.000 m² de construção, em terreno de 11.000 m²

30 consultórios médicos e para terapias complementares

18 estações de treinamento em cirurgias videoendoscópicas e microcirurgias

4 salas de cirurgias

10 salas de procedimentos especializados

3 consultórios odontológicos

3 auditórios modulares com capacidade para 220 pessoas

15 quartos para internações

Principais atendimentos

Câncer de cabeça e pescoço | Deficiência auditiva | Criança traqueostomizada | Doenças do equilíbrio | Paralisia facial | Disfagia | Medicina do sono | Doenças da cavidade oral | Doenças da voz | Deformidades esqueléticas da face | Distúrbios da respiração – deglutição – fonação – comunicação.

Serviço:

Inauguração do Instituto de Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço – IOU, na Unicamp

Data: 28/6 – Horário: 8h

Endereço: Av. José Roberto Magalhães Teixeira, 150 Campinas/SP

instituto-iou.com.br

@instituto_IOU

linkedin.com/company/instituto-iou/

facebook.com/instituto.iou

(Fonte: FSBComunicação)

SESI Campinas Amoreiras recebe mostra de música erudita

Campinas, por Kleber Patricio

O grupo de jazz Escalandrum. Foto: Javier Veraldi.

Com apresentações gratuitas de artistas nacionais conceituados, o teatro do SESI Campinas Amoreiras recebe, entre 30 de junho e 2 de julho, a Mostra SESI de Música Erudita, que tem como objetivo principal valorizar a identidade da música em sua diversidade. Os shows acontecem em diversas unidades do SESI no estado.

No SESI Campinas Amoreiras, a abertura da Mostra será com “Choro das 3 & Paulo Paolillo”, na quinta, 30 de junho, às 20h. Na apresentação, o choro e o canto lírico se encontram de maneira inusitada para trazer releituras de clássicos mundiais na voz do tenor Paulo Paolillo e nos instrumentos típicos do Regional de Choro do Choro das 3.

Na sexta, 1º de julho, às 20h, a apresentação é do grupo de jazz “Escalandrum”, com o espetáculo “Piazzolla Centenário”. Daniel Pipi Piazzolla, neto do Astor Piazzolla, criou o grupo em 1999, um dos mais respeitados grupos de jazz argentino da atualidade. A apresentação terá um repertório com os mais reconhecidos tangos do Astor em versões jazz do seu último disco “100”, que o sexteto realizou em homenagem ao mestre argentino do bandoneon.

O grupo Choro das 3. Foto: Flavio Torres.

No sábado, 2 de julho, às 20h, a “Orquestra Abaporu” fecha a programação no SESI Amoreiras com o concerto “Brasil Manifesto”. Inspirado no Manifesto da Poesia Pau-Brasil do célebre poeta paulistano Oswald de Andrade, o projeto Brasil Manifesto propõe que, apesar de ter como cerne a formação orquestral enraizada na tradição europeia, a música brasileira tem sua estética própria e é, assim como a música popular brasileira, expressão viva e pulsante da linguagem de seu povo. O Brasil Manifesto engole a tradição da música de concerto europeia e a incorpora à carne da música brasileira.

Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis no Meu SESI.

Serviço:

Mostra SESI de Música Erudita 

Choro das 3 & Paulo Paolillo – Choro Lírico

30 de junho, quinta, às 20h

Escalandrum – Piazzolla centenário

1º de julho, sexta, às 20h

Orquestra Abaporu – Brasil Manifesto

2 de julho, sábado, às 20h

Local: SESI Amoreiras – Av. das Amoreiras, 450 – Pq. Itália, Campinas/SP

Duração de cada espetáculo: 60 minutos

Capacidade do teatro: 361 lugares

Classificação indicativa: Livre

Gênero: Clássica

Informações: WhatsApp (19) 99642-1499

Entrada gratuita: Reservas antecipadas pelo Meu SESI, a partir de 27/6, às 12h. Apresentar o QR Code pelo celular na entrada do espetáculo. Os ingressos remanescentes serão distribuídos antes do início da apresentação no Teatro do SESI Amoreiras.

(Fonte: Comunicação SESI Campinas)

Museu da Língua Portuguesa lança vídeo-visita com convidados especiais

São Paulo, por Kleber Patricio

Museu da Língua Portuguesa. Foto: Ciete Silvério.

Cada visitante tem uma experiência única no Museu da Língua Portuguesa, atravessada por sua história pessoal e suas percepções. Para compartilhar alguns desses olhares, o Núcleo Educativo criou a série “Olhares: vídeo-visitas no Museu da Língua Portuguesa”, do projeto Educativo Plugado. Nessas obras audiovisuais, pessoas das mais diversas origens e profissões serão convidadas a falar sobre as experiências encontradas na instituição.

A chef Aline Chermoula é quem participa do primeiro vídeo, que será lançado no dia 28 de junho no canal do YouTube do Museu. Pesquisadora da cozinha ancestral afrodiaspórica e proprietária da Chermoula Cultura Culinária, ela passeia por três diferentes experiências da mostra principal do Museu.

Still da peça com a chef Aline Chermoula. Foto: divulgação.

Na instalação “Nós da Língua”, que aborda a língua portuguesa em países como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, imagens de mercados populares de cidades do exterior chamam a sua atenção. Em “Português do Brasil”, espécie de linha do tempo da língua portuguesa falada no Brasil, Chermoula analisa a carta de Pero Vaz de Caminha pelo viés gastronômico. Já em “Palavras Cruzadas”, por meio do qual é possível saber o significado de inúmeros termos de nosso vocabulário, ela vai atrás da origem do nome de um delicioso doce.

O vídeo “Olhares: vídeo-visitas com Aline Chermoula” é uma realização do Núcleo Educativo do Museu da Língua Portuguesa, instituição do Governo do Estado de São Paulo. Cristiano Fukuyama é o responsável pela câmera, edição e montagem do filme.

Serviço: 

Olhares: vídeo-visitas com Aline Chermoula

Estreia dia 28 de junho

No YouTube do Museu da Língua Portuguesa

Grátis

Exposição principal do Museu da Língua Portuguesa

Terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)

R$20 (inteira); R$10 (meia)

Grátis aos sábados

Crianças até 7 anos não pagam

Ingressos na bilheteria ou pela internet https://bileto.sympla.com.br/event/68203/d/142874/s/827680

Museu da Língua Portuguesa 

Praça da Luz s/n – Luz – São Paulo (SP)

Sobre o Museu a Língua Portuguesa 

Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

(Fonte: Museu da Língua Portuguesa – Comunicação)

Alceu Valença terá filme inédito lançado em pay-per-view

São Paulo, por Kleber Patricio

Filme chega ao público em julho. Fotos: Pipoca.

Pela primeira vez, o músico Alceu Valença é visto de perto criando novas canções e tocando violão em casa. A câmera que registra esses momentos inusitados é a do diretor Marcos Credie, que teve acesso à intimidade do artista durante o período de quarentena. “Sem Pensar no Amanhã”, filme que chega em pay-per-view no dia 15 de julho, é o resultado de um mergulho na fase produtiva do compositor, que resultou no lançamento de quatro novos discos.

Enquanto o mundo enfrentava a pandemia da Covid-19, Alceu entrou em estúdio para dar vazão a tudo que escreveu, sozinho, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Em um dos quatro álbuns, teve ao seu lado no estúdio o fiel companheiro Paulinho Rafael, seu guitarrista há anos, que viria a falecer meses após as gravações.

O filme também aproxima Valença de seu público. Trata-se do primeiro lançamento do Pipoca, coletivo que desenvolve comunidades em torno de paixões do brasileiro, sem distribuidores intermediários ou dependência de algoritmos, com a renda gerada direto para o artista. Ao comprar o acesso ao filme, o fã terá direito de assistir ao material por um mês, pagando diretamente na plataforma do projeto. O conteúdo não estará disponível nos cinemas ou streamings, cortando a lógica comercial que hoje determina os rumos da indústria cultural.

“Esta novidade é um marco para nós da Pipoca, para o Alceu e, quem sabe, para a indústria da música. Queremos formalizar as comunidades de fãs que já existem em torno de grandes artistas, criando essa conexão direta entre eles e seus fãs, sem depender de algoritmos como intermediários. E para esta comunidade queremos proporcionar acesso à intimidade do artista de uma forma nunca antes vista, a preços populares, para também funcionar como uma nova forma de remunerar a cadeia cultural, sistematicamente sucateada no Brasil”, comenta Rogério Oliveira, da Pipoca, idealizador do projeto que também assina a produção executiva do filme de 45 minutos.

Alceu em cena do filme: depoimentos e canções colocam o fã dentro de uma experiência única no processo criativo do compositor.

“É a primeira obra, seja musical ou visual, que envolve meu nome, minha música e que não sugeri nada, não participei de sua criação ou produção. Ele foi captado e desenvolvido pelos amigos da Pipoca durante um período muito introspectivo do lockdown, um período muito íntimo que vivi perto de minha família e perto do meu violão. Assisti à pré-estreia do filme curioso com o que iria ver, curioso sobre como iria me sentir. Ao final, me vi emocionado. Fiquei muito feliz com a sensibilidade, com o registro que talvez se torne histórico sobre esse período, sobre minha obra, sobre minha relação com meu irmão Paulo Rafael”, declara Alceu Valença.

Depoimentos

“Sem Pensar no Amanhã” traz depoimentos do filho Rafael Valença e da esposa do compositor, Yanê Valença, além do produtor Rafael Ramos e do engenheiro de som Matheus Gomes. Cenas de Alceu discutindo arranjos e gravando as músicas no estúdio entregam aos fãs um material afetivo. É que o músico Paulinho Rafael, vítima de câncer aos 66 anos em 2021, ganha no filme um registro histórico de seu talento e proximidade com a obra de Valença.

“Cheguei no apartamento do Alceu e de sua família no Rio de Janeiro sem roteiro. A ideia era captar a espontaneidade de Alceu, de sua família, de sua arte naquele momento único que era o lockdown e aos poucos sentir o que seria revelado para as câmeras. Tudo foi feito em três dias e já ao final do primeiro dia, tinha absoluta convicção, em primeiro lugar, do privilégio que era poder estar ali, captando a alma de uma entidade da cultura brasileira de uma maneira nunca antes vista. Em segundo lugar, a convicção do quão histórico aquelas imagens, aqueles diálogos, confissões que se revelavam, iriam se tornar”, afirma Marcos Credie, diretor do filme.

“Sem Pensar no Amanhã” é o primeiro de um conjunto de lançamentos audiovisuais do artista que estarão disponíveis para seus fãs exclusivamente via pay-per-view. Toda idealização e produção dos especiais audiovisuais são da Pipoca, que realiza projetos de live entertainment e digitais sempre com alta relevância cultural para comunidades.

Serviço:

“Sem Pensar no Amanhã” – direção Marcos Credie

Duração: 45 minutos

Disponível a partir de 15 de julho diretamente no site Sympla por R$12,00.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Marcos Credie

Idealização e Produção Executiva: Rogério Oliveira

Realização: Pipoca

Montagem e Pós Produção: Pé de Coelho

Participações de: Paulinho Rafael, músico e parceiro; Yanê Valença, esposa e produtora; Rafael Valença, filho; Rafael Ramos, produtor musical, e Matheus Gomes, engenheiro de áudio.

Sobre a Pipoca | Projetos digitais e de live entertainment com alta relevância cultural formam comunidades apaixonadas e prontas para relações potentes e verdadeiras com marcas. É o que acreditamos. É o que fazemos. Mais informações neste link.

(Fonte: Agência Lema)