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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Museu da Língua Portuguesa lança vídeo-visita com convidados especiais

São Paulo, por Kleber Patricio

Museu da Língua Portuguesa. Foto: Ciete Silvério.

Cada visitante tem uma experiência única no Museu da Língua Portuguesa, atravessada por sua história pessoal e suas percepções. Para compartilhar alguns desses olhares, o Núcleo Educativo criou a série “Olhares: vídeo-visitas no Museu da Língua Portuguesa”, do projeto Educativo Plugado. Nessas obras audiovisuais, pessoas das mais diversas origens e profissões serão convidadas a falar sobre as experiências encontradas na instituição.

A chef Aline Chermoula é quem participa do primeiro vídeo, que será lançado no dia 28 de junho no canal do YouTube do Museu. Pesquisadora da cozinha ancestral afrodiaspórica e proprietária da Chermoula Cultura Culinária, ela passeia por três diferentes experiências da mostra principal do Museu.

Still da peça com a chef Aline Chermoula. Foto: divulgação.

Na instalação “Nós da Língua”, que aborda a língua portuguesa em países como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, imagens de mercados populares de cidades do exterior chamam a sua atenção. Em “Português do Brasil”, espécie de linha do tempo da língua portuguesa falada no Brasil, Chermoula analisa a carta de Pero Vaz de Caminha pelo viés gastronômico. Já em “Palavras Cruzadas”, por meio do qual é possível saber o significado de inúmeros termos de nosso vocabulário, ela vai atrás da origem do nome de um delicioso doce.

O vídeo “Olhares: vídeo-visitas com Aline Chermoula” é uma realização do Núcleo Educativo do Museu da Língua Portuguesa, instituição do Governo do Estado de São Paulo. Cristiano Fukuyama é o responsável pela câmera, edição e montagem do filme.

Serviço: 

Olhares: vídeo-visitas com Aline Chermoula

Estreia dia 28 de junho

No YouTube do Museu da Língua Portuguesa

Grátis

Exposição principal do Museu da Língua Portuguesa

Terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)

R$20 (inteira); R$10 (meia)

Grátis aos sábados

Crianças até 7 anos não pagam

Ingressos na bilheteria ou pela internet https://bileto.sympla.com.br/event/68203/d/142874/s/827680

Museu da Língua Portuguesa 

Praça da Luz s/n – Luz – São Paulo (SP)

Sobre o Museu a Língua Portuguesa 

Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

(Fonte: Museu da Língua Portuguesa – Comunicação)

Alceu Valença terá filme inédito lançado em pay-per-view

São Paulo, por Kleber Patricio

Filme chega ao público em julho. Fotos: Pipoca.

Pela primeira vez, o músico Alceu Valença é visto de perto criando novas canções e tocando violão em casa. A câmera que registra esses momentos inusitados é a do diretor Marcos Credie, que teve acesso à intimidade do artista durante o período de quarentena. “Sem Pensar no Amanhã”, filme que chega em pay-per-view no dia 15 de julho, é o resultado de um mergulho na fase produtiva do compositor, que resultou no lançamento de quatro novos discos.

Enquanto o mundo enfrentava a pandemia da Covid-19, Alceu entrou em estúdio para dar vazão a tudo que escreveu, sozinho, em seu apartamento no Rio de Janeiro. Em um dos quatro álbuns, teve ao seu lado no estúdio o fiel companheiro Paulinho Rafael, seu guitarrista há anos, que viria a falecer meses após as gravações.

O filme também aproxima Valença de seu público. Trata-se do primeiro lançamento do Pipoca, coletivo que desenvolve comunidades em torno de paixões do brasileiro, sem distribuidores intermediários ou dependência de algoritmos, com a renda gerada direto para o artista. Ao comprar o acesso ao filme, o fã terá direito de assistir ao material por um mês, pagando diretamente na plataforma do projeto. O conteúdo não estará disponível nos cinemas ou streamings, cortando a lógica comercial que hoje determina os rumos da indústria cultural.

“Esta novidade é um marco para nós da Pipoca, para o Alceu e, quem sabe, para a indústria da música. Queremos formalizar as comunidades de fãs que já existem em torno de grandes artistas, criando essa conexão direta entre eles e seus fãs, sem depender de algoritmos como intermediários. E para esta comunidade queremos proporcionar acesso à intimidade do artista de uma forma nunca antes vista, a preços populares, para também funcionar como uma nova forma de remunerar a cadeia cultural, sistematicamente sucateada no Brasil”, comenta Rogério Oliveira, da Pipoca, idealizador do projeto que também assina a produção executiva do filme de 45 minutos.

Alceu em cena do filme: depoimentos e canções colocam o fã dentro de uma experiência única no processo criativo do compositor.

“É a primeira obra, seja musical ou visual, que envolve meu nome, minha música e que não sugeri nada, não participei de sua criação ou produção. Ele foi captado e desenvolvido pelos amigos da Pipoca durante um período muito introspectivo do lockdown, um período muito íntimo que vivi perto de minha família e perto do meu violão. Assisti à pré-estreia do filme curioso com o que iria ver, curioso sobre como iria me sentir. Ao final, me vi emocionado. Fiquei muito feliz com a sensibilidade, com o registro que talvez se torne histórico sobre esse período, sobre minha obra, sobre minha relação com meu irmão Paulo Rafael”, declara Alceu Valença.

Depoimentos

“Sem Pensar no Amanhã” traz depoimentos do filho Rafael Valença e da esposa do compositor, Yanê Valença, além do produtor Rafael Ramos e do engenheiro de som Matheus Gomes. Cenas de Alceu discutindo arranjos e gravando as músicas no estúdio entregam aos fãs um material afetivo. É que o músico Paulinho Rafael, vítima de câncer aos 66 anos em 2021, ganha no filme um registro histórico de seu talento e proximidade com a obra de Valença.

“Cheguei no apartamento do Alceu e de sua família no Rio de Janeiro sem roteiro. A ideia era captar a espontaneidade de Alceu, de sua família, de sua arte naquele momento único que era o lockdown e aos poucos sentir o que seria revelado para as câmeras. Tudo foi feito em três dias e já ao final do primeiro dia, tinha absoluta convicção, em primeiro lugar, do privilégio que era poder estar ali, captando a alma de uma entidade da cultura brasileira de uma maneira nunca antes vista. Em segundo lugar, a convicção do quão histórico aquelas imagens, aqueles diálogos, confissões que se revelavam, iriam se tornar”, afirma Marcos Credie, diretor do filme.

“Sem Pensar no Amanhã” é o primeiro de um conjunto de lançamentos audiovisuais do artista que estarão disponíveis para seus fãs exclusivamente via pay-per-view. Toda idealização e produção dos especiais audiovisuais são da Pipoca, que realiza projetos de live entertainment e digitais sempre com alta relevância cultural para comunidades.

Serviço:

“Sem Pensar no Amanhã” – direção Marcos Credie

Duração: 45 minutos

Disponível a partir de 15 de julho diretamente no site Sympla por R$12,00.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Marcos Credie

Idealização e Produção Executiva: Rogério Oliveira

Realização: Pipoca

Montagem e Pós Produção: Pé de Coelho

Participações de: Paulinho Rafael, músico e parceiro; Yanê Valença, esposa e produtora; Rafael Valença, filho; Rafael Ramos, produtor musical, e Matheus Gomes, engenheiro de áudio.

Sobre a Pipoca | Projetos digitais e de live entertainment com alta relevância cultural formam comunidades apaixonadas e prontas para relações potentes e verdadeiras com marcas. É o que acreditamos. É o que fazemos. Mais informações neste link.

(Fonte: Agência Lema)

SESC Bom Retiro apresenta “Labirintos revisitados”, exposição inédita de Penna Prearo

São Paulo, por Kleber Patricio

“Devaneios em Sinadúbia II”, 2018.

De 30 de junho a 16 de outubro de 2022, o SESC Bom Retiro recebe “Penna Prearo – Labirintos revisitados”. Inédita, a exposição conta com 49 imagens escolhidas a partir da produção mais recente do artista, que reconfigura radicalmente os objetos fotografados através do tratamento digital.

A mostra reúne parte da produção de Prearo, um trabalho de experimentação com recursos da fotografia, como a presença de grãos e efeitos como solarização e espelhamento. As narrativas compostas pelo fotógrafo se aproximam de fábulas que se passam em cenas oníricas e imaginárias, com referências artísticas que surgem do universo da pintura e da cinematografia.

Segundo os curadores, há décadas Penna Prearo quebrou o discutível pacto que impõe à imagem fotográfica o dever de capturar uma fração do mundo, o compromisso de ser transparente. “Passou a fazer da imagem fotográfica um bumerangue que bate no mundo para voltar repicando sobre si”.

“Cine Qua Non – A General” (2018).

Quebrar as imagens e submetê-las a um processo caleidoscópio ainda foi pouco para ele, ressaltam os curadores. “Prearo abandonou as pesadas câmeras convencionais e partiu para o celular, para o smartphone, rápido, portátil, profundamente eficaz, sobretudo quando se destina a produzir a matéria prima a ser trabalhada no computador. Ah, as delícias do universo digital, um território aberto para a pesquisa de acasos e equívocos”, completa a dupla e adverte: “não pense que os títulos das séries dão a chave de solução dos labirintos. Ao contrário, sua função é ampliar a dimensão problemática desse artífice de enigmas”.

Penna Prearo nasceu em 1949 em Mailasky, distrito do município de São Roque, e foi criado nos arredores de São Paulo, em Itapevi.  A partir de 1968, ano em que se muda para São Paulo, passa a frequentar estúdios e redações, onde conhece Mutantes, Zé Rodrix e Renato Teixeira entre outros artistas. Em 1972 recebeu sua primeira encomenda fotográfica: retratar o músico Tim Maia para uma capa de disco; em 1977 fez a foto de capa do álbum “Elis”, de Elis Regina. A proximidade com o universo musical tornou-se permanente e, entre seus retratados, estão artistas como Milton Nascimento, CPM22 e Música Ligeira. Prearo também é muito atuante no meio editorial, tendo colaborado com as mais diversas revistas, como Placar, Bizz, Trip, Bravo, Rank, Sem Número e Vogue, dentre muitas outras.

“Tribunal das Pequenas Alterações I” (2018).

Por volta de 1984, a estética pela qual o artista Penna Prearo é reconhecido começa a ganhar forma com o surgimento das primeiras imagens de “Transmutantes”, uma das inúmeras e longas séries que passaria a desenvolver a partir de então. Entre 1990 e 1993, foi responsável pelo estúdio fotográfico do jornal Folha de S. Paulo.

Seus trabalhos autorais vêm sendo apresentados regularmente em exposições coletivas e individuais no Brasil e em outros países. Em 1999, com a série “São Todos Filhos de Deus”, Prearo recebe o Prêmio Aquisição do Banco J. P. Morgan e passa a fazer parte da coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo e da Fototeca de Havana, em Cuba. Outra série dá nome a seu primeiro livro, “Jornada do alumbramento de Apollo” (Ed. Madalena), publicado em 2016.

Baixo Ribeiro, curador e urbanista é fundador da Galeria e Editora Choque Cultural. Atualmente assina a curadoria da exposição coletiva “Xilograffiti” que ocorre no SESC Consolação, além dos seguintes projetos que se realizam atualmente em São Paulo: “Visão Periférica”, exposição do artista Rafael Silveira e do artista britânico Adam Neate.

“Vida em Marte V” (2019).

Agnaldo Farias, crítico e curador de arte do cenário contemporâneo, Professor Doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Foi Curador Geral do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do MAMRJ (1998/2000). Curador de Exposições Temporárias do MACUSP (1990/1992). Em relação a Bienal de São Paulo, foi Curador Geral da 29ª Bienal de São Paulo (2010), da Representação Brasileira da 25ª Bienal de São Paulo (1992) e Curador Adjunto da 23ª Bienal de São Paulo (1996). Curador Internacional da 11ª Bienal de Cuenca, Equador (2011), do Pavilhão Brasileiro da 54ª edição da Bienal de Veneza (2011) e Curador Geral da 3a. Bienal de Coimbra, 2019. No começo de tudo, em 1972, foi “roadie” dos Novos Baianos, no álbum “Acabou Chorare”.

Serviço:

Exposição “Penna Prearo – Labirintos Revisitados”

Local: SESC Bom Retiro

Al. Nothmann, 185 – Bom Retiro, São Paulo

Abertura: 29 de junho, às 18h

Visitação: de 30 de junho a 16 de outubro de 2022

Terça a sexta, das 9h às 20h | Sábado, das 10h às 20h | Domingo e feriado, das 10h às 18h.

Entrada gratuita. Não é necessário realizar agendamento.

Agendamento de grupos: agendamento.bomretiro@SESCsp.org.br

Estacionamento do SESC Bom Retiro

O estacionamento do SESC oferece espaço para pessoas com necessidades especiais, carros de baixa emissão, carros elétricos e bicicletas. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$5,50 a primeira hora e R$2 por hora adicional (Credencial Plena). R$12 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Outros).

Transporte gratuito – horário a confirmar

O SESC Bom Retiro oferece transporte gratuito partindo da estação da Luz. Informe-se sobre horários disponíveis.

(Fonte: Pool de Comunicação)

Coral da Cidade de Indaiatuba apresenta homenagem a Nabor Pires Camargo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Coral da Cidade de Indaiatuba apresenta na próxima quarta-feira, 29 de junho, às 20 horas, uma homenagem ao clarinetista e compositor Nabor Pires Camargo, autor do Hino de Indaiatuba. A apresentação acontece no auditório do Centro Cultural Hermenegildo Pinto, o Piano, com entrada franca e por ordem de chegada. A realização é da Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

“O Coral da Cidade de Indaiatuba apresentará um repertório inteiro com músicas de Nabor Pires Camargo”, comenta a regente Áurea Ambiel. “Este projeto visa à valorização do artista Indaiatubano, assim como consolida o trabalho da Secretaria Municipal de Cultura em manter viva a memória e a obra do músico”.

O critério para a escolha do repertório foram peças editadas, algo muito significativo para a época. “Dentre as peças escolhidas, várias delas nunca foram gravadas, promovendo uma experiência única para o público”, ressalta a regente.

A apresentação contará com a participação do professor das oficinas culturais e violonista Geilson Brito e arranjos de Felipe Coelho, confeccionados especialmente para este concerto. O Coral da Cidade de Indaiatuba será acompanhado pelo Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, formado por Jessica Benedecte, Ricardo Sander, Iriz Felippe e Sergio Ribeiro.

No repertório da apresentação estarão “Luar de Indaiatuba” (letra de Cleonice Matiolli Camargo e música de Nabor Pires Camargo); “Vá Carregar Piano” (Nabor); “Espanta-Vaca” (Nabor e Zé Caipora); “Capuchinho”, “Lá Vem Cruzeiro” e “Mamãe, Me Leva” (estas últimas com letra de Dieno Castanho e música de Nabor).

Serviço:

Homenagem a Nabor Pires Camargo com Coral da Cidade de Indaiatuba

Data: 29 de junho

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano)

Endereço: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 5924 – Jd. Morada do Sol

Entrada franca e por ordem de chegada.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

E-book gratuito ajuda a abordar uso racional da energia em um contexto educativo

São Paulo, por Kleber Patricio

Para gerar atitudes sustentáveis por toda a vida, é importante que a conscientização acerca de questões ambientais comece desde cedo, o que se torna um desafio para pais e educadores. Afinal, como abordar um assunto complexo como a geração de energia de maneira didática, mas que não entedie as crianças e adolescentes? Pensando nisso, a Fundação Energia e Saneamento elaborou o e-book gratuito “Nas Linhas da Energia”. O material explica, de forma leve e divertida, conceitos como história da eletricidade, fontes renováveis, conservação energética e cálculos de utilização. Além da parte teórica, há ilustrações, gráficos e vídeos para aprofundamento.

O conteúdo é atrelado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e propõe atividades lúdicas e debates que podem ser aplicados em sala de aula a partir do 6º ano do Ensino Fundamental. Para acessar, basta fazer o download no site da Fundação.

Acervo para pesquisas acadêmicas

O acervo da Fundação Energia e Saneamento tem um vasto conteúdo sobre a história da energia no Brasil, com fotos raras, pesquisas e documentos que podem ser utilizados para as mais diversas faixas educacionais.

Material explica, de forma leve e divertida, conceitos como história da eletricidade.

Entre as opções disponíveis para pesquisadores, há artigos sobre o processo de eletrificação no país e sobre o patrimônio industrial do setor elétrico em São Paulo, por exemplo, além da exposição de fotos sobre os 120 anos da Usina de Parnahyba.

Para acessar os outros materiais disponíveis ao público, acesse o site. O conteúdo está dividido em quatro categorias: arquivístico, bibliográfico, museológico e patrimônio arquitetônico. Há, também, um rico banco de imagens e opções de pesquisa para uso editorial e comercial. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail pesquisa@energiaesaneamento.org.br.

Sobre a Fundação Energia e Saneamento

Desde 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio das unidades do Museu da Energia (São Paulo, Itu e Salesópolis), realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.

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(Fonte: Betini Comunicação)