Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Museu do computador é reinaugurado com exposição no metaverso

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

15 de agosto, Dia da Informática, foi o dia escolhido para a reinauguração do Museu da Informática, fundado em 1998 por José Carlos Valli, empresário do setor de computação, e que está localizado desde 2019 na sede da Faculdade Impacta Tecnologia, na Barra Funda, em São Paulo.

Dentre os mais de 5 mil itens do acervo, destaque para uma memória de ferrite (1950), mainframe de 1959, mouse de madeira (1962), Osborne 1 — primeiro computador portátil, entre outras relíquias.

Os itens podem ser observados na visita presencial ou no universo virtual. O Museu da Informática é o primeiro do mundo a ter uma exposição no metaverso. “Tivemos a nossa primeira visita guiada no metaverso em junho de 2022. Com óculos de realidade virtual, a história da informática é contada do ábaco até o futuro por meio do canal do Youtube, explica José Carlos Valli.

“Revolucionamos a forma como recebemos os nossos visitantes e expandimos o alcance, pois eles não precisam mais estar em São Paulo para acompanhar a fascinante história da informática”, complementa.

O Museu da Informática está reaberto para visitas desde 16 de agosto. Na visita física, os visitantes também têm contato com o resumo no metaverso e, depois, visitam o acervo.

(Fonte: MA² Business and Communications)

Theatro Municipal do RJ apresenta “Concerto da Imperatriz” na Série Mozart

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Felipe Prazeres no ensaio com a OSTM. Foto: Daniel A. Rodrigues.

No Bicentenário da Independência do Brasil, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta a Série Mozart – Concerto da Imperatriz, em homenagem a Dona Leopoldina, primeira imperatriz do Brasil. Com patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, o programa vai apresentar obras dos compositores austríacos Sigismund Von Neukomm e Wolgang Amadeus Mozart. Em parceria com o Consulado da Áustria no Rio de Janeiro, o concerto terá como solista o violinista Dominik Hellsberg e contará com a Orquestra Sinfônica do Theatro, sob a batuta do novo regente titular, Felipe Prazeres.

Felipe Prazeres

Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres atua como regente e spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica. Foi um dos criadores da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES onde desenvolve um trabalho de orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e cofundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro e uma das mais promissoras do país. Atua ainda como spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde também rege concertos desde 2013.

Na função de regente, esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e Camerata SESI. Foi o primeiro regente a dirigir uma sinfonia de Mahler com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Em 2018 esteve à frente dessa mesma orquestra na Ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart. Na Johann Sebastian Rio dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca.

Sobre Dominik Hellsberg

Foto: acervo pessoal do artista.

Nascido em Viena, aprendeu violino com seu pai, Clemens Hellsberg. Em 1995 ingressou no campus Oberschützen, que era então a Faculdade de Música de Graz, sob a tutela do professor de seu pai, Alfred Staar. Em 1997 ele ganhou o Primeiro Concurso Ignaz Pleyel, executando o ‘Concerto para Violino em Dó Maior’, de Pleyel (que foi aluno de Haydn), com a Orquestra Tonkünstler da Baixa Áustria. A partir de 2002 foi substituto na orquestra da Ópera Estatal de Viena e da Filarmônica de Viena e, em 2004, ocupou um cargo acadêmico na Orquestra Sinfônica da Rádio de Viena antes de se tornar segundo violino da Orquestra da Ópera Estatal, em 2006. Desde 2014 é membro da Wiener Hofmusikkapelle. Em 2017 tocou pela primeira vez na orquestra do Festival de Bayreuth. Hellsberg sempre esteve engajado na execução de música de câmara. Faz parte da Philharmonia Schrammeln Wien e do Ignaz-Pleyel-Quartett, atuando em formações como os Wiener Streichersolisten, o Conjunto de Câmara dos Alpes Suíços e outros. Foi solista da Orquestra de Câmara de Viena, da Orquestra MAV de Budapeste e do Collegium de Praga, além de apresentar o ‘Concerto para Violino’, de Brahms, com a Akademischer Orchesterverein, por ocasião do seu centenário, no Golden Hall do Musikverein. Em 2021, apresentou-se como concertino em trechos de ‘Bürger als Edelmann’ e ‘Ariadne’ no festival ”Klassik am Platz”.

Sigismund von Neukomm (1778-1858) | Compositor e pianista austríaco que viveu e trabalhou no Rio de Janeiro de 1816 a 1821, exatamente o período em que aqui estava Dona Leopoldina. Nasceu numa casa diante daquela onde, 22 anos antes, nascera Wolfgang Amadeus Mozart. É o patrono da cadeira de número 6 da Academia Brasileira de Música.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

Músico e compositor austríaco, nascido em Salzburgo, é considerado um dos maiores nomes da música erudita e um dos compositores mais importantes da história da música clássica. Em 1762, segue para Viena, onde recebe elogio da sociedade vienense. Logo é convidado para tocar para a imperatriz Maria Tereza, mãe de Leopoldina, no salão do Palácio de Schönbrunn.

A ‘Sinfonia nº 40 em dó menor, K. 550’ foi composta por Wolfgang Amadeus Mozart no verão de 1788, quando ele tinha 32 anos. É a mais famosa de suas sinfonias, alcançando um equilíbrio excepcional entre conteúdo e forma, riqueza temática e dinâmica rítmica. Às vezes, é chamada de “Grande Sinfonia em Sol Menor”, para distingui-la da “Pequena” n° 25, que tem o mesmo tom.

PROGRAMA

Sigismund von Neukomm

Abertura para Grande Orquestra

W.A. Mozart

Concerto para Violino Nº 3 em Sol Maior, K.216

Sinfonia Nº 40 em Sol Menor, K. 550

Solista: Dominik Hellsberg (Áustria)

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Regente: Felipe Prazeres

Direção Artística: Eric Herrero.

Serviço:

Série Mozart – Concerto da Imperatriz em parceria com o Consulado da Áustria do Rio de Janeiro

Data: 19 de agosto – sexta-feira

Horário: às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Preços:

Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior – R$30,00

Balcão Superior Lateral – R$30,00

Galeria – R$15,00

Galeria Lateral – R$15,00

Os ingressos para a Série Mozart – Concerto da Imperatriz estarão à venda na plataforma Imply ou através do site theatromunicipal.rj.gov.br e também na bilheteria do Theatro.

(Fonte: Assessoria de Imprensa TMRJ)

Cia. dos Solilóquios estreia “Doa-se um sofá verde menta” no SESC 24 de Maio

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rayssa Zago.

De 18 a 27 de agosto de 2022, às quintas, sextas-feiras e sábados, às 18h00, com entrada gratuita, a Companhia dos Solilóquios realiza a temporada de estreia do espetáculo de teatro jovem “Doa-se um sofá verde menta” no SESC 24 de Maio, que fica na Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo (SP).

Em “Doa-se um sofá verde menta” três pessoas, até então enamoradas, adentram um grande bazar de doações. Ao se depararem com objetos que, assim como eles, também foram passados adiante, esses seres transitam por memórias e narrativas de amores ditos eternos, porém não tão eternos assim. Um compilado de situações afetivas que são vestidas de humor e colocadas em cena, afirmando, através do riso, que as decadências amorosas são o elo que conectam os enamorados do mundo.

Com direção de Mayara Constantino e dramaturgia de Bruna Vilaça, “Doa-se um sofá verde menta” parte da metáfora de que nos relacionamos como se fossemos objetos, às vezes desejados, por um tempo úteis, e quase sempre passados para frente.

Com elenco formado por Bruna Vilaça, Felipe Herculano e Weslley Nascimento, o espetáculo abre no palco uma grande caixa de doações, que contém discursos e contações de amores cobertos por pó, nostalgia e sentimentalismo.

Em um bazar onde as memórias dos afetos são conectadas a objetos que provocam a saudade, o público é convidado a fazer parte comprando as ideias ali expostas e deixando no espaço tudo aquilo que deseja se desfazer, formando um grande amontoado de retalhos que transitam por um rancor divertido. Uma espécie de desabafo coletivo sobre tantas bagagens emocionais que circundam os fins dos relacionamentos amorosos.

Abrigando diversas histórias de amor e formas de amar, misturando os começos e os fins, dissecam-se nesta peça de teatro jovem os meios contemporâneos de pensar o amor e a formas nostálgicas com as quais ele é exibido e desejado.

Mais informações em: www.facebook.com/ciadossoliloquios ou @ciadossoliloquios.

Ficha técnica

Direção: Mayara Constantino | Dramaturgia: Bruna Vilaa |  Elenco: Bruna Vilaça, Felipe Herculano e Weslley Nascimento | Composição de Trilha e Operação de Som: Henrique Berrocal | Cenário: Bira Nogueira e Yuri Godoy | Figurinos: Su Martins | Desenho de Luz: Rafael Araújo | Operação de Luz: Andreza Dias e Rafael Araujo | Produção Executiva: Weslley Nascimento | Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini | Assistência de Produção: Bruna Vilaça | Fotografia: Rayssa Zago.

Serviço:

“Doa-se um sofá verde menta”, com Companhia dos Solilóquios

Sinopse: Três figuras enamoradas percorrem um grande bazar de doações. Estes três seres-amores descobrem-se seres-objetos ao se identificarem com cada um dos itens do local que, assim como eles, foram passados para frente. Enquanto percorrem ludicamente por brechós, cafeterias e festas de casamento, exploram, juntos e separados, a narrativa das dedicatórias que cravam no tempo amores eternos, não tão eternos assim.

Classificação: 12 anos

Quando: 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de agosto de 2022 (quintas, sextas-feiras e sábados)

Horário: 18h

Onde: SESC 24 de Maio (4º andar) – Endereço: R. 24 de Maio, 109 – República, São Paulo – SP

Grátis

Retirar ingressos com 1 hora de antecedência.

(Fonte: Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)

Parque D. Pedro Shopping inaugura Praça Pet

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, ganhou uma Praça Pet. No espaço, que fica no Corredor das Pedras (em frente à Camicado), os tutores poderão aproveitar para fazer refeições na companhia dos bichinhos. A novidade, que conta com bebedouros, saquinhos ‘cata caca’ e ganchos para prender as coleiras, deixa o empreendimento, que já era pet friendly, ainda mais completo.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil foi considerado o país com mais animais de estimação. Esse total chega a 139,3 milhões, entre eles cães e gatos. “Hoje em dia, quase todo mundo tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha. Pensando nisso, criamos a Praça Pet. No Parque D. Pedro Shopping, os animais são muito bem-vindos, por isso, temos toda a estrutura para tornar a experiência dos nossos clientes ainda mais confortável”, explica Taís Tavares, gerente de marketing do empreendimento.

Durante sua estadia no empreendimento, os animais devem ser conduzidos com coleira e guia curta e o uso da escada rolante deve ser feito com o pet no colo. Não são permitidos animais na Praça de Alimentação. A entrada de raças consideradas de guarda, como Pit Bull, Bull Terrier, Staffordshire Terrier, Pastor Alemão, Rottweiler, Fila Brasileiro, Dobermann, Mastim Napolitano e Mastiff (ou variação das raças citadas) não é permitida no empreendimento.

Campanhas de adoção

Em outubro do ano passado e em janeiro deste ano, o shopping realizou duas edições do “Pet no Parque”. Os eventos gratuitos contaram com animais para adoção resgatados pelas ONGs Anjos de Rua e LatiCão, além de arrecadação de ração, caricaturas dos pets feitas pelos artistas Ots e Thiago Luporini, oficina de bandanas e food trucks. Os eventos aconteceram na Praça BeGreen, na Entrada das Árvores. Já em fevereiro, o feed do Parque D. Pedro Shopping nas redes sociais (@parquedpedro) foi tomado pela fofura de diversos cães disponíveis para adoção.

Em parceria com a ONG LatiCão, o shopping realiza ainda a campanha Pet no Parque #EstáOn, utilizando seu perfil na rede social para divulgar animais que estão à disposição para adoção.

(Fonte: WGO Comunicação)

Solidariedade ativa e combate à fome: movimentos sociais em ação pela soberania alimentar e sanitária nas periferias

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Agência Bori.

A pandemia por Covid-19 escancara as desigualdades brasileiras e evidencia a dimensão histórica e sociopolítica da fome no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2017 e 2018, a insegurança alimentar grave esteve presente no lar de 10,3 milhões de pessoas. Dos 68,9 milhões de domicílios, 36,7% estavam com algum nível de insegurança alimentar – o que equivale a 84,9 milhões de pessoas.

Embora o retorno do Brasil ao mapa da fome da ONU não possa ser resumido à pandemia de Covid-19, o abandono da população mais vulnerável pelo poder público agravou muito o quadro, como revelam o primeiro e o segundo Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil (VIGISAN).

De 2020 a 2022, o percentual de domicílios com moradores passando fome passou de 9% para 15,5%. São 33,1 milhões de brasileiros sem ter o que comer no país onde o agronegócio responde por 65,8% do volume de exportações, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A crise econômica e sanitária afetou as periferias do campo e da cidade. O fechamento das feiras livres e o cancelamento de compras públicas, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), criaram dificuldades para os pequenos agricultores escoarem a produção. Famílias urbanas também foram afetadas pelo fechamento das escolas, pois a alimentação escolar é o que garante a refeição de muitas crianças periféricas.

Neste contexto, foram as redes de “solidariedade ativa”, mobilizadas por movimentos sociais, urbanos e rurais, que apoiaram a população mais vulnerável. “Solidariedade ativa” é um termo político usado pelos movimentos sociais para se diferenciar suas ações da “solidariedade filantrópica”, que visa apaziguar a consciência de classe.

A partir da doação de alimentos, os movimentos promovem uma aliança entre o campo e a cidade, fortalecem o trabalho de base e criam outras frentes de ação nas periferias urbanas e rurais, deixando um legado que supera o tempo das ações emergenciais.

Um exemplo emblemático é a “campanha nacional e popular Periferia Viva”, que surgiu focada na doação de alimentos produzidos por assentados da reforma agrária para territórios vulneráveis e a população em situação de rua, que evoluiu para uma experiência de vigilância popular em saúde.

Realizado em diferentes estados do Brasil, o “Curso de Agentes Populares em Saúde” tem o apoio de instituições de ensino e pesquisa, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De base territorial, o seu propósito é tanto capacitar moradores para cuidarem das suas comunidades como potencializá-los para atuarem na reivindicação de políticas públicas com base na identificação dos seus principais desafios e potencialidades.

O que caracteriza essas ações é buscar ir além de uma ação imediatista, mediante a construção de processos de longo prazo, definidos a partir da necessidade das pessoas contempladas e em diálogo com elas, contribuindo para fortalecer as redes e os vínculos comunitários e para a construção de um projeto popular de país, de baixo para cima.

Pela perspectiva da saúde e agroecologia, cabe dizer que o fomento à produção agroecológica no campo e na cidade, somado à doação de alimentos frescos para comunidades vulneráveis, tem colaborado para promover o direito humano à alimentação adequada e saudável nesses territórios. Assim como a valorização das plantas medicinais e farmácias vivas contribuíram para manter essa população saudável, principalmente no auge da pandemia, quando o Sistema Único de Saúde (SUS) estava praticamente dedicado ao combate da Covid-19.

Sobre a autora | Carolina Burle de Niemeyer é pesquisadora da Escola de Governo em Saúde da Fiocruz.

(Fonte: Agência Bori)