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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Iguatemi Campinas recebe Cortella e Karnal para bate-papo

Campinas, por Kleber Patricio

O Iguatemi Campinas e a Papirus Editora promovem no dia 23 de agosto, terça-feira, às 19h30, debate entre os autores Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal sobre o tema do livro “Viver, a que se destina?” (Papirus 7 Mares, 128 pp., R$45,90), que escreveram em parceria. Na compra de um exemplar dessa obra — a partir das 10h do dia 20 de agosto na Livraria da Vila do Iguatemi Campinas —, os clientes ganham um ingresso para participar do evento, que será realizado na Sala 5 do Cinemark, localizado no terceiro piso do shopping (informações no serviço abaixo).

Qual o sentido da vida? O que nos trouxe até aqui? Destino ou escolha? Somos livres até que ponto? Por que algumas pessoas têm mais sucesso do que outras no que fazem? Será dom, vocação ou esforço? Em “Viver, a que se destina?”, Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal refletem sobre essas e outras questões que há séculos fascinam e intrigam a humanidade.

Viver é um desafio contínuo. A ciência, a filosofia, a religião e a arte têm oferecido algumas possibilidades de resposta para nossas inquietações. Afinal, pode ser aterrador imaginar que não há um destino, algo que explique a nossa existência. Por outro lado, a ausência de sentido nos deixa livres para ser e viver conforme desejarmos – embora isso implique também responsabilidade. “A ideia de destino é tranquilizadora. Ela nos deixa mais serenos”, comenta Cortella. “Porque se cremos que alguém, fora de nós, anterior, superior a nós decide qual será a nossa rota”, explica ele, “isso é muito mais adequado do que imaginar que precisamos fazer escolhas. Toda escolha implica responsabilidade e consequência”.

Karnal defende como libertador ter de inventar seu próprio sentido. E observa: “Podemos entender que a existência é aleatória, não tem sentido, nada muda definitivamente nada. Mas, ao formar a minha ideia aleatória de sentido, que é histórica, estou produzindo algo que eu creio ser significativo”.

Seja escolha ou destino, seja a vida um drama que vamos tecendo ou uma tragédia anunciada, fato é que estamos sempre procurando algum propósito que torne a existência mais significativa. Poucas pessoas convivem bem com a ideia de uma existência sem determinação, inteiramente livre e absolutamente sem sentido. “Muitos demandam uma onisciência superior que, de forma justa e inteligente, determine tudo ou quase tudo”, lembra Karnal.

Afinal, o que justifica viver?

Sobre os autores:

Mario Sergio Cortella é filósofo, escritor e palestrante, com mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP, onde atuou como professor titular por 35 anos (1977-2012). Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), tendo antes sido assessor especial e chefe de gabinete do Prof. Paulo Freire. É autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia e motivação e carreira, como “Nos labirintos da moral”, com Yves de la Taille, “Ética e vergona na cara!”, com Clóvis de Barros Filho e “Nem anjos nem demônios: A humana escolha entre virtudes e vícios”, com Monja Coen, todos publicados pela Papirus 7 Mares.

Leandro Karnal é graduado em História pela Unisinos e doutor em História Social pela USP, com pós-doutorados pela Unam, México, e pelo CNRS de Paris. Sua formação cruza história cultural, antropologia e filosofia. Foi professor da Unicamp por mais de 20 anos e hoje percorre o Brasil com suas palestras. Escreveu várias obras, como “Felicidade ou morte”, em parceria com Clóvis de Barros Filho, “Verdades e mentiras: Ética e democracia no Brasil”, com Mario Sergio Cortella, Luiz Felipe Pondé e Gilberto Dimenstein e “O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz”, com Monja Coen, todas publicadas pela Papirus 7 Mares.

Ficha técnica

Título: Viver, a que se destina?

Autores: Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal

Editora: Papirus 7 Mares

Páginas: 128 pp.

Formato: 14 x 21 cm

Preço de capa: R$45,90.

Serviço:

Bate-papo no Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal e lançamento do livro “Viver, a que se destina?”

Quando: dia 23 de agosto de 2022

Horário: 19h30

Onde: Sala 5 do Cinemark, localizado no terceiro piso do Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP)

Regras:

– Na compra do livro (R$45,90) na Livraria da Vila do Iguatemi Campinas, ganhe um ingresso para o bate-papo;

– Válido para os primeiros 312 exemplares adquiridos, a partir das 10h do dia 20 de agosto, sábado, na livraria localizada no primeiro piso do shopping;

– Limite de dois livros por CPF.

(Fonte: Macchinaweb)

Bosque do Saber recebe nova edição do Domingo Ecológico no dia 21/8

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Prefeitura de Indaiatuba.

Neste domingo, dia 21 de agosto, na Escola Municipal Ambiental Bosque do Saber, acontece a 68º edição do Domingo Ecológico, evento realizado pela MANN+HUMMEL com apoio da Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria da Educação. A 68º edição do Domingo Ecológico contará com uma programação especial.

A MANN+HUMMEL, líder global em filtragem, com sede localizada na cidade, é parceira do Poder Público no evento, que tem o objetivo de promover, de forma gratuita, ações que conscientizem a população sobre a importância da preservação do meio ambiente, além de proporcionar a integração entre família, escola e comunidade.

Para se programar, é importante ficar atento aos horários:

– 13h30: inscrições para as oficinas;

– 14h: Teatro educativo com o espetáculo: “Show da Sustentabilidade”;

– 14h: Oficina Artesanato com Sementes: participação especial da indígena Tamikuã Pataxó (vagas limitadas);

– 15h: Oficina Cantinho Verde: Plantio de mudas de sálvia; (vagas limitadas);

– 15h30: Peça teatral: “Show da Sustentabilidade”.

Esta edição contará com uma apresentação teatral que, de maneira lúdica e didática, estimula a criançada a aprender sobre como podemos viver de maneira mais sustentável e cuidar do meio ambiente. Encenado pela global Mad Science, a história do espetáculo “Show da Sustentabilidade” conta como um cientista maluco chega ao palco à procura de seu assistente atrapalhado. Com a ajuda das crianças, os cientistas fazem experiências e demonstrações impactantes e convidam a plateia a descobrir como os elementos da natureza se relacionam. A proposta conta com experimentos científicos que trazem curiosidades e explicam de forma divertida a questão da sustentabilidade. “Nossas apresentações são espetaculares e interativas, planejadas para maravilhar e entreter a todas as faixas etárias, agradando inclusive aos adultos. De um modo muito divertido e interessante, mostramos a diferença entre mágica e ciência”, afirma Dany Artel, cientista da Mad Science.

Na Oficina de Artesanato com Sementes, as crianças terão a oportunidade de conhecer e aprender como os indígenas das aldeias Pataxó trabalham com as sementes na confecção de artesanato. Os Pataxó vivem em diversas aldeias no extremo sul do Estado da Bahia e norte de Minas Gerais. Em contato com os não índios desde o século XVI e muitas vezes obrigados a esconder seus costumes, os Pataxó hoje se esforçam para avivar sua língua Patxohã e rituais “dos antigos”, como o Awê. Tamikuã Txihi Pataxó é coordenadora da Arpin Sudeste, educadora da cultura, palestrante, ativista e artesã, além de ser idealizadora do projeto Múka Mukaú, (encontro de cultura e feira de artes indígena). Vive com o Povo Guarani Mbya e é integrante da comunidade Tekoa Itakupe, na Terra Indígena Guajará, em São Paulo-SP. A artista entende as artes como instrumento de luta e defesa dos corpos, territórios e conhecimentos dos povos originários.

Para a Oficina Cantinho Verde, crianças a partir de quatro anos participarão da plantação de mudas de sálvia. Durante o plantio, os condutores estarão sempre ressaltando os benefícios das práticas sustentáveis.

Importante salientar que todas as medidas sanitárias serão cumpridas durante a 68º edição do Domingo Ecológico, que acontece neste domingo, a partir 13h30, na Escola Municipal Ambiental Bosque do Saber, situada à Rua: João Batista D’Alessandro, 610 – Jardim do Sol, com entrada gratuita.

(Fonte: Alfapress)

Cervejaria de Amparo conquista quatro medalhas em um dos maiores concursos cervejeiros do mundo

Amparo, por Kleber Patricio

Scott Ashby. Foto: divulgação.

Recentemente foram divulgados os vencedores da primeira etapa do World Beer Awards 2022. A premiação é considerada uma das competições mais importantes no mundo todo do mercado cervejeiro. O World Beer Awards acontece em duas etapas, sendo que a primeira seleciona as melhores cervejas de cada país participante. Depois, acontece uma outra etapa em Londres, onde os vencedores de cada país competem entre si pelo título de melhores de mundo. No total, 120 cervejarias brasileiras renomadas foram classificadas nesse primeiro estágio da competição, como é o caso da cervejaria Ashby, de Amparo, interior do estado de São Paulo. A marca foi fundada em 1993 e ficou conhecida nacionalmente por ser a primeira micro cervejaria do Brasil.

A Ashby possui mais de dez cervejas em seu portfólio, sendo que no World Beer Awards desse ano, a empresa conquistou quatro medalhas no total. A Ashby American Pale Ale conquistou medalha de ouro. Feita com lúpulos cítricos e florais, é uma cerveja refrescante e com amargor médio. Essa é a segunda medalha de ouro conquistada pela Ashby APA em uma premiação. A primeira foi ano de 2016, na Copa Cervezas de America.

Já a Ashby Weiss, cerveja de trigo que possui espuma cremosa e duradoura, além de aroma frutado com notas de cravo e banana, levou prata esse ano. Ela também já tinha sido premiada anteriormente em outros concursos de cerveja, inclusive com uma medalha de ouro na Copa Cervezas de America 2018.

Outro rótulo premiado na edição desse ano do World Beer Awards foi a Ashby Puro Malte. Sua produção foi feita com 100% malte de cevada importado e quatro tipos de lúpulos americanos e alemães. Nesse ano, ela conquistou medalha de bronze no World Beer Awards, mas ela já tinha sido premiada na edição de 2019 do mesmo concurso com medalha de prata.

A Ashby British Strong Ale também conquistou medalha de bronze na primeira etapa do concurso esse ano. Conhecida por ser uma legítima puro malte, ela carrega a mais pura tradição das ales inglesas, com quatro tipos de malte e lúpulos aromáticos que oferecem sabores de amêndoas e frutas amarelas. Em 2016, ela levou medalha de ouro na Copa Cervezas de America. Somente nesse ano, a Ashby já foi premiada sete vezes.

“Temos muito orgulho de saber que as cervejas que nós produzimos com tanta qualidade e dedicação então sendo contempladas com prêmios em concursos renomados no Brasil e no mundo e isso acaba sendo até uma motivação para seguirmos sempre aprimorando nossas receitas e buscando cada vez mais inovação e empenho, pois o nosso orgulho é saber que somos uma porta de entrada para quem está descobrindo o universo das cervejas especiais”, afirma Scott Ashby, fundador da marca.

Sobre a Ashby

Foi no ano de 1993 que Scott Ashby, americano que chegou ao Brasil em 1992, decidiu montar, na cidade Amparo, SP, a primeira Micro Cervejaria do Brasil, a fim de trazer ao país o conceito de cervejas especiais dos EUA. Scott, físico, apaixonado por cervejas, ingressou no curso Cervejeiro na Universidade da Califórnia no ano de 1990 e, logo em seguida começou a trabalhar na cervejaria americana Wasatch, onde permaneceu por dois anos. Antes disso, Scott já era homebrewer e produzia cervejas para seus amigos, que rapidamente consumiam toda a produção caseira.

E a diferenciação da empresa já começou quando pensou em montar uma fábrica na cidade de Amparo, SP, circuito das Águas Paulistas. Como essas bebidas são compostas por 95% de água, a qualidade desta na fabricação é extremamente relevante. Por isso, a Ashby, escolheu estrategicamente o melhor lugar para suas instalações. As águas de Amparo, além de conservar a pureza que brota da terra, têm um equilíbrio excelente entre sais e minerais tornando-a perfeita para a fabricação de chopes e cervejas de qualidade ímpar.

(Fonte: Notícia Expressa)

Projeto ‘Olhos da Serra’ aborda impacto do fogo em área de conservação

Jundiaí, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Projeto Olhos da Serra apresentou no último dia 12 de agosto o Seminário ‘Os incêndios florestais e suas consequências’ em comemoração ao Dia Interamericano de Qualidade do Ar. O objetivo do evento foi sensibilizar os participantes sobre o impacto do fogo na Serra do Japi, local que é uma área de conservação.

A gerente técnica do Projeto Olhos da Serra, Raquel Melillo, conta que o seminário abordou principalmente o impacto do fogo na fauna, na floresta, na biodiversidade, no solo. “Também falamos sobre a legislação que envolve as queimadas, que, como muitos sabem, é considerada crime ambiental. O fogo tem o poder de acabar com o meio ambiente e nós, como cidadãos, temos o dever de combater e, principalmente, de evitá-lo”.

A palestra inicial do coordenador da Defesa Civil, Coronel Gimenez, abordou o Plano Preventivo de Defesa Civil Operação Estiagem de Jundiaí. O tema foi essencial para mostrar todos os atores e autoridades que fazem desde a prevenção, combate e apoio em todas as atividades de combate a incêndios florestal. “Este Plano estabelece procedimentos reguladores de conduta dos órgãos setoriais do município na ocorrência de incêndios florestais que necessitem a mobilização de articulação do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil”, explica o Coronel.

“Ainda tivemos uma imensa surpresa no evento, a Professora Dra. Cláudia Boian, uma referência na área de qualidade do ar nos deu a honra de uma palestra sobre os conceitos fundamentais e como a qualidade do ar é impactada pelos incêndios”, enalteceu Raquel.

Objetivo do evento foi sensibilizar os participantes sobre o impacto do fogo na Serra do Japi, local que é uma área de conservação.

A professora abordou como a prática de queimadas gera impactos negativos tanto no meio ambiente quanto na saúde humana. “O objetivo é ressaltar esses impactos negativos de grande proporção e porquê é tão importante evitar essa prática. Quando necessário, fazer de forma controlada e ter um monitoramento de como a ação está impactando o meio ambiente e a população do local”.

No Seminário ainda foram debatidos temas que têm como objetivo a conscientização da população. “Precisamos falar muito sobre as ações que provocam incêndios, como o descarte de cigarros e fósforos acesos na vegetação seca. Também abordamos quais os principais procedimentos quando um foco atinge a Serra, como a necessidade da formação de uma brigada de incêndio e o acompanhamento da população local para avisar as autoridades competentes”.

Sobre o Projeto Olhos da Serra

O projeto Olhos da Serra tem como objetivo sensibilizar moradores, comunidade local, órgãos gestores e turistas sobre a importância da conservação da Serra do Japi (Jundiaí/SP), território caracterizado por sua relevante biodiversidade e riqueza hídrica. As ações desenvolvidas visam também incentivar os moradores a colaborar com as ações de monitoramento e fiscalização por meio de um canal de comunicação gerenciado pela Associação dos Amigos dos Bairros de Santa Clara, Vargem Grande, Caguassu e Paiol Velho (SAB Santa Clara).

O projeto está sendo conduzido pelo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ) e a Associação dos Amigos dos Bairros de Santa Clara, Vargem Grande, Caguassu e Paiol Velho (SAB Santa Clara), com o patrocínio da Coca-Cola Foundation. Também apoiam a iniciativa a Prefeitura Municipal de Jundiaí, a Coca-Cola FEMSA Brasil, a Coca-Cola Brasil, a Fundação Serra do Japi, a DAE Jundiaí e a Global Environment & Technology Foundation (GETF).

(Fonte: MR Comunica)

Grupo Corpo e Mateus Aleluia se apresentam no Inhotim 

Brumadinho, por Kleber Patricio

Helio Oiticica, “Invenção da cor, Penetrável Magic Square #5, De Luxe”, 1977. Foto: Eduardo Eckenfels.

O Instituto Inhotim, museu de arte contemporânea e jardim botânico sediado em Brumadinho (MG), traz no domingo, 11 de setembro, apresentações do Grupo Corpo, com o espetáculo ‘Gira’, e do músico e compositor Mateus Aleluia. As atrações estão conectadas ao atual programa curatorial da instituição, norteado pelo Museu de Arte Negra idealizado por Abdias Nascimento. As apresentações acontecem ao ar livre, em frente à “Invenção da cor, penetrável Magic Square #5, De Luxe” (1997), obra icônica de Hélio Oiticica com vista para o Lago Central do Inhotim.

A programação é gratuita para quem visitar o Inhotim no dia 11 de setembro e os ingressos já estão disponíveis na Sympla. Para a apresentação Gira, do Grupo Corpo, os ingressos são limitados.

As apresentações de Mateus Aleluia e do Grupo Corpo também integram a programação de Anoitecer Inhotim, primeira festa de fundraising organizada pelo Instituto, com data marcada para 10 de setembro. Realizada como uma experiência voltada ao tempo e à natureza, o evento tem como premissa institucionalizar, cada vez mais, as ações do museu, de forma a garantir sua perenidade, sustentabilidade financeira, democratização do acesso e ampliação da programação artística e socioeducativa. Os ingressos podem ser comprados até 2 de setembro pelo site do Inhotim e o valor arrecadado será revertido para a manutenção do Inhotim e a continuidade de seus projetos socioeducativos.

Sobre Mateus Aleluia 

Mateus Aleluia. Foto: Paola Alfamor.

Com uma pesquisa focada na ancestralidade musical pan-africana, o cantor e compositor Mateus Aleluia traz ao Inhotim um repertório que inclui canções de sua carreira solo e também músicas emblemáticas de sua época no trio vocal Os Tincoãs, dos idos dos anos 1970, considerado pioneiro em trazer à Música Popular Brasileira o universo poético-musical de religiões afro-brasileiras como o candomblé e a umbanda.

Durante duas décadas, de 1980 a 2002, o músico viveu em Luanda, onde aprofundou seus estudos em música e religião, contratado como pesquisador pelo governo angolano. Considerado uma das personalidades culturais mais relevantes do Brasil, Mateus Aleluia ganhou os títulos de comendador pela Bahia, seu estado natal, e o de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano.

Sobre ‘Gira’, do Grupo Corpo 

Também envolto em pesquisas sobre as religiões de matriz afro-brasileira, em especial, a umbanda, o Grupo Corpo apresenta em Inhotim o espetáculo ‘Gira’, uma obra dedicada a Exu – orixá responsável pela comunicação entre os mundos espiritual e material –, com trilha sonora criada pelo Metá Metá, grupo formado por Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, com participação dos músicos Sérgio Machado e Marcelo Cabral, da cantora Elza Soares e do poeta e artista plástico Nuno Ramos.

Grupo Corpo, ‘GIRA’. Foto: José Luiz Pederneiras.

Concebido como uma instalação, a coreografia de ‘Gira’, assinada por Rodrigo Pederneiras, reconstrói o glossário de gestos e movimentos observados durante as experiências nos ritos de celebração tanto do candomblé quanto da umbanda – em especial as giras de Exu –, fundindo-o com aos movimentos característicos do Grupo Corpo.

Adaptado às características de museu a céu aberto que é Inhotim, no “não cenário” assinado por Paulo Pederneiras, os corpos dos bailarinos são cobertos por um tule preto sempre que estão fora da cena em alusão a uma transformação em éter, enquanto as três paredes da caixa-preta do palco criam uma ilusão quase espectral de infinito.

Para realizar o espetáculo da melhor forma possível, com segurança e conforto para os bailarinos e para o público, a apresentação terá capacidade limitada a até mil pessoas.

Serviço: 

Mateus Aleluia e Grupo Corpo no Inhotim  

Local: em frente à obra ‘Invenção da cor, penetrável Magic Square #5, De Luxe’ (1997), de Hélio Oiticica

Data: domingo, 11 de setembro de 2022

16h – Mateus Aleluia

18h – Grupo Corpo, espetáculo Gira.

Instituto Inhotim – informações gerais:

Horários de visitação: de quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30

Entrada R$50 inteira (meia-entrada válida para estudantes identificados, maiores de 60 anos e parceiros). Crianças de até cinco anos não pagam entrada.

Localização: O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim também pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na altura da entrada para o Retiro do Chalé.

Opções de transporte regular:

Transfer – a Belvitur, agência oficial de turismo e eventos do Inhotim, oferece transporte aos sábados, domingos e feriados, partindo do hotel Holiday Inn Belo Horizonte Savassi (Rua Professor Moraes, 600, Funcionários, Belo Horizonte). É preciso comparecer 15 minutos antes para o procedimento de embarque e conferência do voucher. Veja mais informações sobre o transfer clicando aqui .

Ônibus Saritur – saída da Rodoviária de Belo Horizonte de terça a domingo, às 8h15 e retorno às 16h30 durante a semana e 17h30 aos fins de semana e feriados. R$41,50 (ida) e R$37,15 (volta).

Inhotim Loja Design | A loja do Inhotim, localizada na entrada do Instituto, oferece itens de decoração, utilitários, livros, brinquedos, peças de cerâmica, vasos, plantas e produtos da culinária típica regional, além da linha institucional do Parque. É possível adquirir os produtos também por meio da loja online.

(Fonte: Inhotim)