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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Galatea apresenta “Tramas Brasileiras”, projeto para a SP-Arte Rotas Brasileiras

São Paulo, por Kleber Patricio

Bu’ú Kennedy, Semê hori té’é momori hori nun di’ah, 2011. Foto: Ding Musa/Galatea.

No projeto elaborado para a Rotas Brasileiras, nova feira da SP–Arte, a Galatea faz uma apresentação coletiva com obras e artistas brasileiros que trabalham com composições geométricas construídas a partir da trama, da grade, do grafismo e do monocromo.

A arte produzida no Brasil na segunda metade do século 20 foi marcada pelo protagonismo da abstração geométrica e do construtivismo, algo que moldou o rumo da história da arte brasileira de forma definitiva, com reflexos até os dias de hoje. Sendo o construtivismo brasileiro da década de 1950 ainda fortemente vinculado às vanguardas europeias que propiciaram seu surgimento, apenas na virada para a década de 1960 passou a acolher experimentações para além das geometrias, incorporando questões da vida cotidiana, da cultura e da realidade brasileira. Ainda assim, toda a rica e complexa produção artística indígena de base geométrica passou à margem dos interesses de grande parte dos artistas concretos e da crítica da época.

Carolina Cordeiro 1983, Sem título, da série América do Sal, 2021/2022, Sal, barbante, tecido de algodão e pregos de aço, 60 x 30 cm, (CC- 0005). Crédito: Ding Musa | Galatea.

Partindo da possibilidade de diálogo e fricção entre a tradição geométrica de povos indígenas brasileiros e o concretismo que marcou a arte brasileira dos anos 1950, o projeto pretende apresentar trabalhos que lidam com abstrações, geometrias, tramas, grafismos e monocromos em suas composições, justapondo e relacionando formalmente artistas da segunda metade do século 20 com contemporâneos, passando também por artefatos indígenas dos povos Asurini, Baniwa, Juruna, Kadiweu, Kaiapó, Tukano e Waujá.

Para tanto, contará com obras de nomes como Abraham Palatnik, Aislan Pankararu, Alfredo Volpi, Aluísio Carvão, Bruno Baptistelli, Bu’ú Kennedy, Carol Cordeiro, Celso Renato, Décio Vieira, Frans Krajcberg, Ione Saldanha, Ivan Serpa, Jaider Esbell, Joaquim Tenreiro, Judith Lauand, Luiz Hermano, Lygia Clark, Marcos Coelho Benjamin, Mestre Didi, Mira Schendel, Montez Magno, Raymundo Collares, Rubem Ludolf, Rubem Valentim, Sergio Camargo, Tunga e Ubi Bava, entre outros.

A Galatea

Para propor um novo conceito de galeria de arte, três experientes profissionais do setor se reuniram para dar vida à Galatea. Antonia Bergamin, que cresceu rodeada de arte e esteve à frente por quase uma década como sócia-diretora de uma galeria de grande porte em São Paulo; Conrado Mesquita, marchand e colecionador especialista em descobrir grandes obras em lugares improváveis; e Tomás Toledo, curador que contribuiu ativamente para a histórica renovação curatorial e institucional do MASP, de onde saiu recentemente como curador-chefe. O encontro dos três, que têm em comum um despertar precoce do gosto pela arte, promete agregar conhecimentos e visões complementares, para garantir a máxima excelência do trabalho.

Lygia Clark 1920-1988, Sem título, da série Composição, 1953, Assinada e datada inferior direito, Guache sobre cartão, 42.0 x 36.5 cm, (LC-0066). Foto: Ding Musa | Galatea.

Além de nomes já consagrados do cenário artístico nacional, o resgate de artistas históricos e a busca de novos talentos formam os principais pilares para a conexão de diversas frentes artísticas que os sócios da Galatea aspiram para suas realizações.

De artistas consolidados a novos talentos, do clássico ao contemporâneo, do canônico ao não-canônico, a Galetea se propõe como um ponto de convergência para criação de diálogos.

Além da conexão entre gêneros e períodos, a galeria também aposta na relação entre artistas, colecionadores e galeristas. De um lado, o respeito ao tempo criativo e o incentivo ao desenvolvimento profissional com acompanhamento curatorial. Do outro, a escuta e a transparência constante. Ao estreitar laços, com um olhar sensível ao que é importante para cada um, Galatea enaltece as relações que se criam em torno da arte — porque acredita que fazer isso também é enaltecer a arte em si.

Raymundo José Nogueira 1909-1962, Composição 3, 1952, Assinado superior direito, Óleo sobre tela, 81 x 65 cm, (RJN-0001). Crédito: Ding Musa | Galatea.

Além da participação na SP-Arte agora em agosto, a Galatea irá participar de outras duas feiras neste semestre: da Independent 20th Century, em Nova Iorque, com uma apresentação solo de Chico da Silva; e da ArtRio, no Rio de Janeiro, com uma apresentação solo de Allan Weber.

Galatea ocupa um charmoso endereço na Rua Oscar Freire, 379, loja 1, nos Jardins, tradicional bairro de São Paulo.

Sobre os sócios:

Antonia Bergamin | Cresceu rodeada de arte, aprendendo desde cedo o toque, o volume e a potência de obras-primas da arte brasileira – como os Bichos de Lygia Clark ou as bandeirinhas e fachadas vibrantes de Alfredo Volpi. Filha de Jones Bergamin, um dos maiores marchands e colecionadores do país e diretor da tradicional casa de leilão Bolsa de Arte, Antonia parte desse legado para construir a sua própria contribuição ao mercado de arte brasileiro.

Formada em Administração pela PUC-Rio, assumiu, entre 2012 e 2021, a galeria Bergamin&Gomide, cujo foco voltava-se para artistas do pós-guerra nacionais e internacionais, onde era diretora e atuava, sobretudo, na área de vendas e gestão. A galeria rapidamente ganhou destaque e participou das mais importantes feiras de arte no Brasil e no exterior, como Art Basel, TEFAF e FIAC. Entre as principais exposições que organizou estão: Beuys (2016), Tudo joia (2016), Maria Leontina (2017), Mira Schendel: Sarrafos pretos e brancos (2018) e Paulo Roberto Leal (2018).

Antonia Bergamin faz parte do comitê da ArtRio desde 2018, e em 2021 esteve no comitê da Independent Fair, em Nova York.

Conrado Mesquita | Muito jovem constrói sua coleção particular seguindo a rota dos leilões e endereços mais improváveis do Rio de Janeiro, onde já localizou pérolas de artistas como Lygia Pape, Mira Schendel, Cildo Meireles, Wanda Pimentel, Lygia Clark e Wilma Martins, entre outros. Filho do galerista Ronie Mesquita, Conrado cresceu sendo levado a tiracolo por seu pai para exposições, leilões e feiras de arte. Assim, leva à frente com muita paixão as lições que aprendeu de berço sobre o mercado de arte brasileiro.

Formado em Administração, atuou por 15 anos na Ronie Mesquita Galeria, especializada em arte brasileira e latino-americana da segunda metade do século 20. A galeria participou anualmente de feiras como SP-Arte e ArtRio, desde as suas primeiras edições. Entre os principais projetos e exposições em que esteve envolvido, estão Lothar Charoux, Ubi Bava, Raymundo Colares, Paulo Roberto Leal e um projeto solo em homenagem à artista Anna Maria Maiolino na feira The Armory Show, em Nova York, 2018.

Conrado e sua família contribuíram significativamente para a formação do acervo do MAR – Museu de Arte do Rio, em diálogo com o curador e amigo Paulo Herkenhoff, doando para a instituição cerca de 60 obras que formam o Fundo Cely, Ronie e Conrado Mesquita. É também patrono, com Camila Yunes, do MAM Rio e do MASP.

Tomás Toledo | Cultivou, desde muito jovem, seu gosto pela arte. Ainda adolescente, começou a estudar arte por conta própria – interessando-se por nomes como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Tunga e Cildo Meireles. Tomás cursou Filosofia na PUC-SP com o intuito de embasar o seu discurso curatorial, tendo sempre o pensamento sobre a arte em seu horizonte. Entre 2013 e 2014, participou do Programa Independente da Escola São Paulo – PIESP, dirigido por Adriano Pedrosa e codirigido por Ana Paula Cohen.

Inicialmente, sua pesquisa curatorial girava em torno de discussões sobre arquitetura, história do Brasil e os reflexos traumáticos do período colonial na contemporaneidade. Tais assuntos foram articulados nas exposições Taipa-tapume (Galeria Leme, São Paulo, 2014) e Empresa colonial (Caixa Cultural, São Paulo, 2015).

Entre 2014 e 2022, trabalhou no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP, nos últimos quatro anos como curador-chefe, participando ativamente da histórica renovação da instituição. No MASP co-curou importantes exposições como “A mão do povo brasileiro”, 1969/2016 (2016); “Tunga: o corpo em obras” (2017); “Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer” (2017); “Emanoel Araújo, a ancestralidade dos símbolos: África-Brasil” (2018); “Histórias Afro-atlânticas” (MASP e Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2018); “Lina Bo Bardi: Habitat” (MASP, São Paulo e Museu Jumex, Cidade do México, 2019); “Anna Bella Geiger: Brasil nativo/Brasil alienígena” (MASP, São Paulo, 2019; “S.M.A.K., Ghent”, Bélgica, 2021); “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência” (MASP, 2020 MAM-Rio, 2021); “Abdias Nascimento: um artista panamefricano” (2022) e “Volpi popular” (2022).

A mostra “Histórias afro-atlânticas”, que atualmente está em exibição na National Gallery, em Washington, ganhou, em 2018, o grande prêmio da crítica da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Em 2021, o catálogo da exposição “Lina Bo Bardi: Habitat” ganhou o prêmio americano Alfred H. Barr Jr. Award for Smaller Museums, Libraries, Collections, and Exhibitions, da College Art Association of America – CAA.

Serviço:

Galatea /SP-Arte “Rotas Brasileiras”

24–28 agosto 2022

Horários de abertura: Qua-sáb, das 12h às 20h | Dom, das 11h às 19h

Local: ARCA, Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina, São Paulo, SP

Entrada: R$50,00 (geral) R$25,00 (meia-entrada)

Meia-entrada para estudantes, portadores de deficiência e pessoas com mais de sessenta anos (necessária a apresentação de documento)

Crianças até dez anos não pagam entrada.

Compra de ingressos: exclusivamente online pelo link https://bilheteria.sp-arte.com/.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Escola de Magia e Bruxaria do Brasil desembarca no Tietê Plaza Shopping

São Paulo, por Kleber Patricio

Castelo da Escola de Magia e Bruxaria tem sede em Campos do Jordão. Foto: divulgação/EMB.

A Escola de Magia e Bruxaria do Brasil está chegando ao Tietê Plaza Shopping. Entre os dias 18 de agosto e 11 de setembro, os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre o universo bruxo brasileiro, criado pela autora Vanessa Godoy em uma imersão que contará com atividades interativas e a presença dos personagens da história.

Além da Taverna do Javali, o espaço contará com salas que terão atividades como aulas de Adivinhação, Poções e Botânica aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 11h às 20h. Essas aulas serão ministradas pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil (EMB). Durante a semana, das 13h às 22h, toda a estrutura estará disponível para fotos e os Elfos e Sátiros marcarão presença no espaço para interagir com o público e fazer a festa. As inscrições devem ser feitas através do site do Tietê Plaza Shopping e, para participar das atividades, basta doar 1 kg de alimento não perecível.

A EMB foi criada em 2015 e é a maior e mais famosa experiência em LARP (Live Action Role Play) com foco no universo bruxo do Brasil. Só em 2021, a escola realizou quatro imersões, com 492 alunos, 37 atores em cena, 68 horas de imersão ininterruptas, 8h de aulas em cada uma, um campeonato de Argobol e um baile de formatura.

Para conhecer mais sobre a EMB e todo o universo da escritora Vanessa Godoy, não deixe de visitar a Imersão no Tietê Plaza Shopping. Você também pode conferir o site da Escola pelo www.escolademagiaebruxaria.com.br.

Serviço:

Escola de Magia e Bruxaria do Brasil no Tietê Plaza Shopping

Endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465 – Jardim Iris, São Paulo (SP)

Local do evento: Piso térreo e 1° andar

Horário de funcionamento: Segunda à sexta – 13h às 22h | Sábados – 10h às 22 | Domingos – 11h às 20h

Data: 18 de agosto a 11 de setembro

Entrada: Franca, com inscrição pelo link. Para participar das atividades, é necessário doar 1 kg de alimento não perecível.

Para saber mais:

Instagram: @embescola

Site: https://escolademagiaebruxaria.com.br

Conheça também o Instituto Flamel: https://institutoflamel.com.br.

(Fonte: Agência B21Geek)

Mostra Internacional de Cinema Virtual está com as inscrições abertas

São Paulo, por Kleber Patricio

Filme “Alfie o pequeno lobisomem”, dos Países Baixos, foi uma das atrações da edição 2021 da Mostra. Foto: Victor Arnolds/divulgação.

A terceira edição da Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo já tem data marcada. O evento, gratuito para todos os públicos, exibirá, entre 1 e 15 de dezembro, filmes de diversos países na plataforma de streaming e vídeo sob demanda #CulturaemCasa, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Países interessados em participar da mostra poderão inscrever seus filmes até 15 de outubro por meio dos consulados presentes em São Paulo. A curadoria dos filmes fica por conta da Amigos da Arte. “Em 2020 começamos com 21 países, chegamos a 25 no ano seguinte e esperamos que esse número seja ainda maior em 2022. Estamos em intensa interlocução com os consulados para darmos continuidade a esse intercâmbio cultural”, afirma o Secretário de Relações Internacionais Julio Serson. Juntas, as duas primeiras edições da Mostra apresentaram 76 filmes e alcançaram 50 mil visualizações.

A Mostra é uma iniciativa das Secretarias Estaduais de Relações Internacionais e de Cultura do Estado de São Paulo, que nasceu durante o período de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, em 2020, no mesmo ano de lançamento da plataforma #CulturaEmCasa. “É uma honra para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo participar da organização e da viabilização da terceira edição da Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo, que oferece ao público amante do cinema a oportunidade de ver online, de modo gratuito, filmes oriundos de dezenas de países de todos os continentes”, afirma o secretário Sérgio Sá Leitão. Países como Rússia, República Tcheca, Canadá, Índia, Alemanha, Itália, Chile, Japão e Moldávia participaram da edição 2021.

O sucesso das duas primeiras edições e o acesso da população paulista à plataforma foram essenciais para que as secretarias garantissem a manutenção da Mostra. “Trata-se de uma iniciativa que possibilita a ampliação do acesso da população a uma programação de alta qualidade e grande diversidade, capaz de expandir o repertório do público e incentivar o interesse pelo cinema internacional”, conclui Sá Leitão.

Serviço:

Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo

Data: 1 e 15 de dezembro

Local: Plataforma de streaming e vídeo sob demanda #CulturaemCasa

Inscrições: Consulados podem inscrever os filmes de seus países até 15 de outubro.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo | Assessoria de Imprensa)

Museu Judaico passa a oferecer visita teatralizada

São Paulo, por Kleber Patricio

Os atores Marcellus Beghelle e Malu Frizzo. Fotos: Denise Magalhães.

Está em cartaz no Museu Judaico de São Paulo a visita teatralizada, que acontece aos sábados e tem como objetivo a interação com os visitantes por meio de educadores-atores que estão em contato com a história da imigração judaica em São Paulo. “Nas atividades, educadores e visitantes constroem conhecimento sobre a história e as tradições do povo judeu, em diálogo com outras culturas, com o presente e com a cidade de São Paulo”, explica Daniela Chindler, coordenadora do projeto.

O projeto propõe o olhar sobre a história da Beth-el e do Museu Judaico por meio do diálogo entre os educadores-mediadores e o público. Atores com roupas de época são os mestres de cerimônia desse percurso pelo prédio que hoje abriga o Museu Judaico e foi uma sinagoga. Os visitantes do museu são transportados para a primeira metade do século XX e conhecem a trajetória de imigrantes que chegaram a São Paulo de navio e aqui construíram uma nova vida.

Atividade para toda a família | As visitas estão disponíveis para o público em geral, escolas, ONGs e empresas de turismo, entre outros. Para agendar as visitas ou obter mais informações, o e-mail para contato é agendamento@museujudaicosp.org.br.

Sobre o Museu Judaico de São Paulo | Esta é a casa de “todos os povos”: assim está inscrito sobre a fachada da antiga sinagoga que agora acolhe este Museu. Fruto de uma iniciativa da sociedade civil acalentada por quase duas décadas, o Museu Judaico de São Paulo (MUJ) abre suas portas visando cultivar as diversas expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica, em diálogo com o contexto brasileiro, com o tempo presente e com as aspirações de seus diferentes públicos.

Serviço:

Museu Judaico de São Paulo

De terça a domingo, das 10h às 19h – entrada até às 18h. Fecha às segundas.

Endereço: Rua Martinho Prado, 128 – Bela Vista, São Paulo – SP

Contato: (11) 2075-3207 | agendamento@museujudaicosp.org.br

Redes sociais: http://novo.museujudaicosp.org.br/ | twitter.com/museujudaicosp | facebook.com/museujudaicosp | Instagram: @museujudaicosp.

Sobre o Núcleo de Educação e Participação

Educação e Participação é o núcleo de mediação cultural do Museu Judaico de São Paulo (MUJ), que desenvolve ações educativas e culturais para públicos de todas as idades de forma 100% gratuita. A programação de atividades gira em torno das exposições em cartaz e do prédio que hoje abriga o Museu Judaico, a antiga sinagoga Beth-El, construída em 1929, em arquitetura  bizantina. Visitantes de todas as idades poderão participar de visitas mediadas às exposições, visitas teatralizadas ao prédio, contação de histórias, mediação de leitura, oficinas e muito mais.

Educação: o programa produz experiências em que os visitantes constroem conhecimento sobre a história e a cultura judaica através do diálogo, da troca e do debate.

Participação: existe o compromisso de convidar diferentes perfis de públicos a se envolverem, fazerem parte do Museu e ajudarem na sua construção coletiva.

Serviço:

Núcleo de Educação e Participação

Visitas Agendadas

Escolas, ONGs e grupos particulares podem agendar visitas às exposições com os educadores.

Dúvidas e informações: (11) 2075-3207 | agendamento@museujudaicosp.org.br

Oficina Sobreposição de Memórias | Sextas e domingos, 14h07

Painéis móveis de acetato espalhados pelo MUJ são os suportes de desenho para uma oficina que traz reflexões sobre o prédio que abriga o museu, nosso patrimônio cultural.

Oficina Câmera Escura | Quartas, 14h; sextas, 11h30

A vivência convida os visitantes a explorarem a exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman usando uma câmara escura, aparelho óptico base da invenção da fotografia.

Oficina Caleidoscópio | Quartas, 11h30; sábados, 14h

Usando um caleidoscópio, os visitantes investigam a exposição Botannica Tirannica de Giselle Beiguelman, e como a Inteligência Artificial influenciou a artista.

Contação de Histórias | Sábados e domingos, 11h30

Apresentação de histórias da tradição judaica e de outros povos, para crianças e famílias.

Teatro de sombras “A cidade dos sussurros” | Quinta, 15h

Apresentação da história de uma cidade que resistiu à perseguição de judeus na Europa durante o Holocausto, com teatro de sombras.

Visita Teatralizada | Sábado, 15h

Atores com roupas de época são os mestres de cerimônia em um trajeto pelo prédio que hoje abriga o Museu, para todos os públicos.

Livro Vivo | Sábados e domingos, 16h

Leitura compartilhada de livros infanto-juvenis, para crianças e famílias.

As ações do núcleo de Educação e Participação do Museu Judaico de São Paulo são viabilizadas com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei nº 8.313/1991. Ele é um projeto original proposto pela Sapoti Projetos Culturais, em co-criação com o Museu Judaico de São Paulo. Em seu primeiro ano, em 2021, o projeto foi patrocinado pelo Grupo CCR.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Turismo de natureza: sustentável até na hora de viajar

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Combinar viagem com preservação ambiental deixou de ser modismo e transformou-se em tendência consolidada que não para de crescer. Dados do Ministério do Turismo mostram que, no Brasil, as 145 unidades de conservação federais administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e que possuem visitação monitorada registraram 16,7 milhões de visitas em 2021. Foi o maior número em cinco anos, acima do cenário pré-pandemia, como em 2017, quando foram 10,7 milhões de visitantes. Esse interesse pelo turismo de natureza vem crescendo e, em 2019, por exemplo, um terço das viagens realizadas a lazer foram motivadas pelos segmentos de natureza e aventura.

No Brasil, o destino mais procurado por viajantes que querem aproveitar a fauna e a flora brasileira é o Pantanal. Reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural Mundial, a região costuma causar uma experiência exuberante aos turistas. Para que tudo funcione dentro das expectativas, um planejamento básico é importante. Nessa experiência, as assinaturas de viagem são uma ótima alternativa pela facilidade que oferecem. O viajante torna-se assinante e o pagamento mensal possibilita conhecer destinos diferentes com economia, usufruir de muitos benefícios e com a vantagem de diminuir o tempo entre a vontade de passear e o início da viagem.

A plataforma de viagens Coob+ é um exemplo. As assinaturas funcionam como uma Netflix de hospedagens, com mensalidade fixa a partir de R$53,87 mensais e a possibilidade de escolher com facilidade para onde e quando viajar. Um dos benefícios está em poder fazer todas as reservas online, com preços mais acessíveis, que podem representar uma redução de até 60% se comparado a outros sites de hospedagem. Com a vantagem de café da manhã incluso em todas as estadias.

Nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, são 35 opções de hotéis parceiros. Uma boa opção para conhecer a região é a cidade de Bonito (MS), a cerca de 160 km do Pantanal. O local oferece uma infraestrutura bem organizada e há a consciência da importância do respeito à natureza ao redor. Por isso, todo o turismo na cidade é feito com guias para evitar a formação de grandes grupos e facilitar a preservação das riquezas locais. Se o destino for a Amazônia, o ponto de partida pode ser Manaus. Além de atrações como o Palácio Rio Negro, o Teatro Amazonas e o Encontro das Águas entre os Rios Negro e Solimões, é da capital amazonense que saem muitas excursões para quem está interessado em percorrer trilhas na selva amazônica.

Cuidados com a natureza

Independentemente do lugar de destino, é muito importante lembrar que o turismo sustentável segue quatro princípios básicos: conservação ambiental, equidade social, eficiência econômica e respeito à cultura. Por isso, é importante seguir algumas regras básicas:

– Evite usar pratos, talheres e copos descartáveis: milhões de toneladas de resíduos plásticos acabam nos mares;

– Reutilize suas toalhas de banho: além de economizar água e energia, você ajuda a reduzir o consumo de produtos de limpeza;

– Leve sua ecobag e dispense as sacolinhas plásticas: em média, uma sacolinha leva de 300 a 500 anos para se decompor;

– Valorize o comércio local: isso ajuda a promover o desenvolvimento socioeconômico;

– Respeite a natureza: não retire plantas nativas, não compre animais silvestres e jogue o lixo no lixo.

(Fonte: Moglia Comunicação Empresarial)