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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Cia. do Tijolo lança site com produção artística e teórica para pessoas interessadas em teatro

São Paulo, por Kleber Patricio

“Cantata para um bastidor de Utopias”. Foto: Alécio Cezar.

A Cia. do Tijolo realiza o lançamento de uma nova plataforma digital de interação com o público. Com o objetivo de desenvolver uma reflexão teórica sobre as criações e produções da companhia, o grupo lança o site no endereço www.ciadotijolo.com.br.

Pesquisadores das artes cênicas e pessoas interessadas nos debates e reflexões sobre o fazer teatral da Cia do Tijolo, podem acessar uma plataforma com vídeos, discos – CDs, textos de espetáculos, críticas, inspirações criativas, teses e artigos produzidos pelo grupo ou relacionados a ele – um conteúdo completo sobre a história da Cia. do Tijolo e de seu elenco, matérias de imprensa, links de acesso direto aos vídeos de trabalhos e aos três discos musicais lançados pelo grupo.

O site também conta com a escrita periódica do elenco sobre o processo de criação do novo espetáculo e sobre temas do universo teatral e artístico que dialogam com o trabalho do grupo, desenvolvendo um canal de diálogo que visa aprofundar a pesquisa e o debate. Serão também convidados artistas parceiros para acrescentar olhares diferentes às discussões artísticas.

“Cantata para um bastidor de utopias”. Foto: Alécio Cezar.

O público também poderá transitar por exposições virtuais periódicas com fotos artísticas feitas pelo  fotógrafo Alécio Cézar, que acompanha o grupo desde 2009. “Acreditamos que um site, mais que outros espaços virtuais, possa facilitar o acesso a nosso trabalho por pessoas que tenham curiosidade e pesquisadores, além de incentivar nossa própria reflexão sobre esta trajetória e produção artística”, comenta a Cia. do Tijolo.

Com trabalhos e pesquisas desde 2008, a Cia. do Tijolo cria um site não só como uma forma de organizar e documentar sua trajetória, mas também para se conectar com o público por meio de um canal online de comunicação, facilitando contatos e o compartilhamento de saberes.

A ação faz parte do projeto “A Cabeça Pensa onde os Pés Pisam – celebrando Paulo Freire no seu centenário”, contemplado na 37ª  Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Sobre a Cia. do Tijolo

A Cia. do Tijolo nasceu do desejo de fazer um espetáculo a partir da obra de Patativa do Assaré. Assim foi criado o espetáculo “Concerto de Ispinho e Fulô”. Outro poeta, Federico Garcia Lorca, inspirou seu segundo espetáculo “Cantata para um Bastidor de Utopias” e o educador Paulo Freire inspirou a terceira criação do grupo: “Ledores no Breu”. O último espetáculo, “O Avesso do Claustro”, convida o público para um encontro com uma das figuras mais importantes da história brasileira do século XX, Dom Helder Câmara, o bispo vermelho.

“Avesso do Claustro” – Cia. do Tijolo. Foto: divulgação.

Com seus espetáculos, a Cia. do Tijolo recebeu indicações em importantes premiações, foi três vezes vencedora do Prêmio Shell, duas vezes vencedora do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro e duas vezes indicada ao Prêmio Governador do Estado de São Paulo.

Mais informações: www.facebook.com/ciadotijolo e www.instagram.com/ciadotijolo.

Serviço:

Lançamento do site da Cia. do Tijolo

Endereço: www.ciadotijolo.com.br

Público alvo: pesquisadores e pessoas interessadas em geral

Conteúdos disponibilizados: textos, músicas, críticas, reflexões teóricas, informações sobre o elenco, links para sites de outros grupos e organizações parceiras, vídeos de  espetáculos, shows e intervenções urbanas

Realização: Cia. do Tijolo, Cooperativa Paulista de Teatro e Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo.

(Fonte: Assessoria de Imprensa- Luciana Gandelini)

Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe inscrições até 30/9

Campinas, por Kleber Patricio

Inscrições para a MICA vão até 30/9. Fotos: divulgação/Instituto Idéia Coletiva.

A Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe até o dia 30/9 as inscrições de curtas-metragens com temática socioambiental, que farão parte da edição 2022 da MICA. Para participar da mostra, basta acessar a página da internet www.mica.eco.br e inscrever a sua produção,  de forma gatuita, disponibilizando o link dela no YouTube.

Podem participar os curtas-metragens produzidos a partir de 2010, com duração máxima de 15 minutos. Os filmes devem apresentar a temática socioambiental e têm como foco, preferencialmente, o público infanto-juvenil. Neste ano, a mostra ocorrerá em três cidades brasileiras, sendo Osasco e Guararapes no estado de São Paulo e Simões Filho no estado da Bahia. Os eventos serão marcados por atividades gratuitas e abertas ao público como shows musicais, espetáculos teatrais e oficinas diversas. Para Mariana Atauri, produtora cultural responsável pela edição 2022 do projeto, os eventos ajudam a construir um público voltado para o segmento de curtas-metragens. “A mostra se utiliza do audiovisual para sensibilização da primeira infância, para questões artísticas e, também, ambientais”, reforça.

MICA 2022 será realizada em São Paulo e na Bahia.

Os filmes que vão compor as mostras serão selecionados por uma equipe de curadoria formada por integrantes do Instituto Ideia Coletiva. Os resultados serão divulgados no dia 5/10 e estarão disponíveis na página da MICA na internet. Essa é a quarta edição do evento, que é realizado pelo Instituto Ideia Coletiva por meio da Lei de Incentivo à Cultura e recebe o patrocínio das empresas Dacarto e Óleos Menu, além do apoio da Think Projetos.

Sobre a MICA | A Mostra Itinerante de Cinema Ambiental (MICA) é um projeto de difusão de conteúdo audiovisual independente brasileiro. O incentivo à produção de curtas-metragens voltadas para a temática é uma forma de agregar o público jovem e estimulá-lo a participar de oficinais culturais, shows musicais e apresentações de teatro. A primeira edição do projeto foi realizada em 2015 e teve o patrocínio das empresas Bebidas Poty e Dacarto, assim como em 2018. Em 2021, o projeto foi realizado nas cidades de Indaiatuba e Aguaí, ambas no estado de São Paulo, através do ProAC-ICMS e recebeu o patrocínio das empresas Iberia e Spartan.

Sobre o Instituto Ideia Coletiva | O Instituto Ideia Coletiva é um ponto de cultura, uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e possui reconhecimento do Ministério da Justiça e demais órgãos públicos. Atua na formação e difusão cultural, por meio de diversas linguagens artísticas, idealizando e executando projetos em todo território nacional.

Serviço:

Mostra Itinerante de Cinema Ambiental recebe inscrições até 30/9

Para se inscrever, acesse o link: www.mica.eco.br.

(Fonte: Fábrica de História)

Theatro Municipal de São Paulo apresenta a ópera-monólogo em português “Domitila”

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Stig de Lavor.

Seguindo seu calendário de programações especiais para o mês de setembro, o Theatro Municipal de São Paulo apresenta, no dia 13/9, às 20h, a ópera “Domitila”. A récita faz parte do projeto Ópera Fora da Caixa, que leva montagens em espaços pouco convencionais, fora da caixa cênica. Dessa vez, as escadarias do Municipal recebem a peça dramática, cantada totalmente em português em um ato que conta a história do amor entre Dom Pedro I e a Marquesa de Santos por meio das cartas que trocaram.

Dom Pedro I foi conhecido por suas inúmeras amantes, mas o caso com Domitila de Castro talvez tenha sido um dos mais escancarados e tórridos do monarca – que chegou a construir um palacete para ela. Durante os sete anos em que o imperador do Brasil manteve um romance com a Marquesa de Santos, ele lhe escreveu 143 cartas recheadas de arroubos apaixonados, que mostram a história íntima e não oficial desse amor. Idealizada para a participação de quatro artistas, a apresentação celebra os 200 anos da Independência do Brasil, bicentenário comemorado em 2022, e foi escrita no ano 2000 por João Guilherme Ripper a convite do CCBB do Rio de Janeiro para uma soprano – em destaque, nesta montagem, a brasileira residente na Dinamarca Gabriella Pace.

“Só tenho a comemorar a participação da maravilhosa soprano Gabriella Pace cantando o papel de Domitila acompanhada por Ovanir Buosi, Rafael Cesario e Luiza de Aquino Salles. Além disso, conto com a parceria e criatividade do diretor Cênico André Heller-Lopes, que conhece a ópera profundamente e dirigiu sua primeira montagem”, diz João Guilherme Ripper, autor da obra e diretor musical desta montagem. “É muito especial apresentar ‘Domitila’ num espaço emblemático para a música e belo arquitetonicamente como o Theatro Municipal de São Paulo. Escrevi a obra em 2000 tendo em mente a possibilidade de apresentá-la em espaços diferentes do palco tradicional. A escadaria proporciona, a uma só vez, um lindo cenário e uma maior proximidade com o público, habituado a percorrê-la rumo à sala de espetáculos”, completa.

“A ópera ‘Domitila’ nasceu de uma ideia baseada nas cartas escritas por Dom Pedro I e a Marquesa de Santos, que podem ser interpretadas como um documento da história do Brasil. A récita já foi interpretada por diversas cantoras ao longo dos últimos 20 anos e dessa vez estamos trazendo a Gabriella Pace para fazer o papel principal”, afirma André Heller Lopes, diretor cênico da ópera.

Andrea Caruso Saturnino, diretora-geral do Complexo Theatro Municipal, salienta a importância de termos as visões de amor de Pedro e Domitila contadas, dessa vez, pela voz de uma mulher. E acrescenta: “o Theatro Municipal reitera seu compromisso com o fomento à produção operística brasileira, apresentando o espetáculo e convidando o público a desfrutar do Theatro em seus diferentes espaços”.

Para Gabriella Pace, é fundamental que o cenário da música de ópera seja composto também por repertórios brasileiros e contemporâneos, trazendo uma maior visibilidade não só para o compositor, mas também para o artista. “Muitas vezes o cantor brasileiro possui algumas reticências na hora de cantar em português. Porém, cantar na nossa língua é uma delícia e a melhor forma de mostrar a nossa cultura, nossa identidade, nossa expressão”, completa Gabriela, que tem no monólogo o desafio de lidar não só como única cantora em cena, mas com a quantidade de variações e emoções que a peça envolve. “É muito bonito e desafiador encenar como a Domitila interpretou as cartas do D. Pedro que integram o libreto”, completa a soprano sobre a história de amor proibida, porém abertamente conhecida pela sociedade da época.

Em única apresentação, a récita ainda vai contar com a presença de João Guilherme Ripper, compositor e diretor musical da ópera; Rafael Cesário, no violoncelo; Luiza Aquino, no piano e Ovanir Buosi, no clarinete. Com duração de aproximadamente 50 minutos, a classificação do espetáculo é livre e os ingressos serão vendidos a R$50.

Serviço:

Ópera Fora da Caixa – “Domitila”

Theatro Municipal

13/9/2022 | 20h

[Theatro Municipal — Escadaria interna]

João Guilherme Ripper, composição e direção musical

André Heller Lopes, direção cênica

Gabriella Pace, Domitila

Rafael Cesario, violoncelo

Luiza Aquino, piano

Ovanir Buosi, clarinete

Duração: aproximadamente 50 minutos

Classificação: livre

Ingressos R$50,00 (inteira).

(Fonte: Approach Comunicação)

Edifício da antiga Bolsa Oficial de Café completa 100 anos em setembro

Santos, por Kleber Patricio

Foto: https://www.museudocafe.org.br/en/museum/pictures/.

Em 2022, o palácio da Bolsa Oficial de Café, onde hoje está localizado o Museu do Café (MC) – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo –, completará 100 anos em 7 de setembro, no compasso das comemorações do Bicentenário da Independência.

Originalmente, a Bolsa Oficial de Café começou a funcionar em 1917 em um prédio localizado na Rua XV de Novembro com a Rua do Comércio. Em 1920, a Câmara Sindical de Corretores de Café, responsável pelo funcionamento da instituição, já requeria ao Governo do Estado de São Paulo a urgência da construção de uma nova sede diante do crescimento das negociações do grão e do número de corretores: começava, então, o processo para desapropriação dos imóveis no terreno que abrigaria o novo edifício, seguido do início das obras, a cargo da Companhia Construtora de Santos, de Roberto Simonsen.

A inauguração do palacete foi planejada – e não por acaso – para integrar a programação das Comemorações do Primeiro Centenário da Independência, em 1922. Esse evento, mais do que uma mera solenidade, foi elencado como um momento de inflexão por diferentes grupos intelectuais e políticos para definir e se inserir na formação de uma identidade nacional.

Nesse contexto, a nova sede transcendia a função de abrigar a Bolsa, possuindo também um aspecto de monumento ao café e ao poderio econômico de São Paulo. Foram utilizadas modernas técnicas construtivas, bem como materiais importados e nacionais de primeira qualidade, além de uma grande variedade de artífices para alcançar esse resultado. Conforme planejado, em 1922, integrando as comemorações do Centenário da Independência do Brasil, o palácio, que trazia a força do agronegócio cafeeiro, foi inaugurado.

A Bolsa Oficial de Café na Contemporaneidade  

Hoje, no Salão do Pregão, estão dispostas três obras idealizadas e executadas pelo pintor Benedicto Calixto: a possível cena de leitura do foral da Vila de Santos por Brás Cubas; a idealização da Vila de Santos em 1822, segundo estudos do artista com base em fotos e documentos; e a situação da cidade em 1922.

Foto: divulgação.

O ambiente ainda é composto do vitral “A epopeia dos bandeirantes” e de diversos outros símbolos maçons, como a estrela de seis pontas no centro do piso ou a organização do cadeiral e das colunas. Assim, 2022 é um marco na história do Museu e do seu edifício-sede.

Neste ano, as festividades pelo centenário começaram cedo: no mês de março, o Salão do Pregão recebeu a intervenção da artista Flávia Junqueira, que disponibilizou durante um final de semana balões de diversas cores e alturas para interação com os visitantes. Na sequência, foi aberto Programa de Residência Artística, que deu a oportunidade para seis artistas trazerem suas perspectivas sobre Santos em 2022.

O aniversário propriamente dito foi comemorado em 1º de setembro, com uma grande festa, que teve como público-alvo autoridades políticas, empresas e profissionais atuantes no setor de agronegócio, cultura e economia criativa. O evento contou com uma recepção aos convidados, jantar, apresentação musical e um leilão com as obras de arte resultantes do Programa de Residência Artística, sendo o valor arrecadado revertido para as atividades-fim do Museu. Reunindo cerca de 400 pessoas, a celebração visou dar luz aos novos projetos do MC, que incluem a internacionalização das ações, a requalificação da exposição de longa duração e os programas voltados à visibilidade da cafeicultura contemporânea.

Já a programação para o dia oficial do Centenário do palácio da Bolsa Oficial de Café, comemorado em 7 de setembro, contou com a miniópera “Domitilla”, resultado da parceria com o Consulado-Geral da Itália e se baseia nas cartas de D. Pedro I à Marquesa de Santos, a própria Domitilla. No mesmo dia, aconteceu, ainda, o workshop “Drinks com Café”, ministrado pelo líder/head bartender e barista da Cafeteria do Museu, Rogério Rabbit, que demonstrou bebidas elaboradas com o grão. Na ocasião, também foi lançado um drink em comemoração do aniversário do edifício.

Nessa entoada, o MC promoverá, inclusive, em 1º de outubro, uma nova edição da feira temática Mercado Coffee, que contará com pequenos produtores e diversas marcas de cafés especiais, além de produtos à base do grão. O objetivo é oferecer aos coffee lovers várias opções de grãos gourmet e métodos de preparo.

Museu do Café

Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos/SP

Telefone: (13) 3213-1750

Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 10h às 18h (fechamento da bilheteria às 17h)

R$10,00 e meia-entrada para pessoas com mais de 60 anos, aposentados, estudantes, crianças e jovens entre 8 e 16 anos, professores da rede particular de ensino e jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos

Grátis aos sábados

Acessibilidade no local

www.museudocafe.org.br.

(Fonte: Museu do Café | Assessoria de Comunicação)

Orquestra Sinfônica da Unicamp realiza 2ª edição da “Semana da Música de Câmara”

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Ton Torres.

Nos dias 14, 15, 21 e 22 de setembro, a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) apresenta a segunda edição da Semana da Música de Câmara, evento especial que contará com três concertos: Quinteto de Sopros, Quinteto de Metais e Quarteto de Cordas. Os encontros, gratuitos, acontecem integram a programação especial em comemoração aos 40 anos da Sinfônica.

Na quarta-feira, 14, a primeira apresentação fica por conta do Quinteto de Sopros. No programa, a obra “Pedro e o Lobo”, uma versão para quinteto de sopros com narração, peça do compositor russo Serguei Prokofiev. No dia seguinte, quinta, dia 15, será a vez do Quinteto de Metais se apresentar.

Já nos dias 21 e 22, quarta e quinta, respectivamente, o Quarteto de Cordas da Sinfônica da Unicamp encerra a segunda edição do evento com “A morte e a donzela”, do compositor austríaco Franz Schubert.

Os eventos são gratuitos e integram a programação especial da Sinfônica em comemoração aos 40 anos de fundação. Não há ingresso. As entradas serão por ordem de chegada. Fique atento aos dias e horários.

Serviço:

Semana da Música de Câmara OSU (2ª edição)

Auditório da ADUnicamp

14/9, quarta-feira, 20h | Quinteto de Sopros OSU

15/9, quinta-feira, 20h | Quinteto de Metais OSU

22/9, quarta-feira, 20h, ADUnicamp | Quarteto de Cordas OSU

Endereço: Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas – SP.

Paróquia do Divino Salvador (Cambuí)

21/9, quarta-feira, 18h | Quarteto de Cordas OSU

Endereço: Av. Júlio de Mesquita, 126 – Cambuí, Campinas – SP.

Evento gratuito.

(Fonte: Ciddic | Unicamp)