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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Exposição ‘ReviraVolta’ apresenta novo olhar sobre a Coleção Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Galeria semicircular une todos os ambientes da Casa e apresenta pinturas de grandes mestres. Foto: Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

De 24 de setembro a 16 de dezembro, a Casa Museu Ema Klabin promove a exposição “ReviraVolta”, com curadoria de Paulo de Freitas Costa. O público poderá apreciar obras importantes que nunca foram expostas e ver partes da coleção reposicionadas pelos ambientes da casa museu.

“De um lado, buscamos arranjos inéditos, que tragam novos significados e permitam uma compreensão mais ampla da coleção. Por outro, em alguns pontos da casa, retomamos a distribuição exatamente como era no final da vida de Ema, para que possamos avaliar, junto ao público, as escolhas feitas na época da abertura da casa”, explica o curador da exposição, Paulo Costa, que também foi responsável pela catalogação e pesquisa da Coleção Ema Klabin.

O quadro “Rio de Janeiro” (1923), de Tarsila do Amaral, vai ganhar destaque na galeria principal. Foto: Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

Várias são as peças que nunca foram expostas ao público nesses 15 anos de abertura da Casa Museu, como é o caso de uma rara ânfora de alabastro que recentemente foi restaurada, pois havia sido quebrada em várias partes quando Ema Klabin se mudou para a casa da Rua Portugal.

O público também poderá conferir, pela primeira vez, duas folhas de pergaminho que revelam a criatividade de um dos maiores falsificadores da história, o Falsificador Espanhol, cuja verdadeira identidade nunca foi revelada. Suas obras estão espalhadas em grandes museus pelo mundo, comercializadas e leiloadas por valores semelhantes aos das obras autênticas. Uma exposição online dedicada ao Falsificador Espanhol em 2021 ainda está disponível no site da Casa Museu, mas agora será possível ver as obras no quarto principal da Casa Museu.

Pablo Picasso, Goya

Litogravura Fauno Músico N.3 (1948), de Pablo Picasso, será apresentada pela primeira vez. Foto: Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

Outras obras que devem chamar a atenção do público são gravuras raras como a litogravura “Fauno Músico N.3”, de um dos mais importantes artistas do século XX, o espanhol Pablo Picasso, além da gravura “As Tábuas de Moisés” (séc. XX), da artista Isabel Pons, e as gravuras “Enterrar y Callar” e “Caridad”, da série Os Desastres da Guerra (c.1810) de Francisco de Goya, que trazem um relato dos horrores da invasão napoleônica na Espanha.

Ganhando destaque

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 foi construída pelo engenheiro-arquiteto Alfredo Ernesto Becker em meados dos anos 1950 para abrigar a Coleção de Ema Klabin e foi decorada pelo célebre Lotteringhi Della Stufa. Mas a coleção dobrou de tamanho até o final da vida da colecionadora e muitas obras importantes acabaram sendo dispostas em locais de pouca visibilidade na casa. Com a exposição ‘ReviraVolta’, muitas dessas obras ganharão destaque na casa.

Página Iluminada de um Livro de Canções (1900 – Falsificador Espanhol). Foto: Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

“Rio de Janeiro” (1923), de Tarsila do Amaral, deixa o quarto de hóspedes para entrar na galeria principal, ao lado de “Vista de Olinda” (c. 1650), de Frans Post. A tela “No Campo” (À la campagne, 1925), de Marc Chagall, deixa a sala de música para decorar o quarto principal. Até mesmo o Jardim da Casa Museu Ema Klabin, projetado por Roberto Burle Marx, vai participar da ReviraVolta. A escultura japonesa em bronze fundido “Eva” (1964), do artista Kakei Goro, entra na casa para decorar o pátio interno.

A exposição ReviraVolta conta com o patrocínio da Klabin S.A.

Bazar da Cidade na Casa Museu Ema Klabin

No próximo final de semana, a Casa Museu Ema Klabin recebe também, em seu jardim projetado por Roberto Burle Marx, a segunda edição do Bazar da Cidade, dando continuidade à parceria que prevê a realização de uma edição por mês até dezembro. Em agosto, na primeira edição, quase 2,5 mil pessoas estiveram na casa museu conferindo os produtos autorais do Bazar: roupas, acessórios, artigos de design e arte. O público terá agora uma nova oportunidade para conhecer produtos originais, valorizando pequenos produtores, artesãos, povos indígenas e refugiados, além de se deliciar com a gastronomia de diferentes origens. O Bazar da Cidade funciona neste sábado (24/9), das 11h às 20h, e no domingo (25/9), das 11h às 18h.

Serviço:

Exposição ReviraVolta

24 de setembro a 16 de dezembro de 2022

De quarta a sexta-feira em grupos acompanhados por educador. Finais de semana e feriados, visitas livres. Sempre em quatro horários: 11h, 14h, 15h15 e 16h30.

Não é necessário agendamento prévio.

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo, SP

Bazar da Cidade

24 e 25 de setembro

22 e 23 de outubro

26 e 27 de novembro

17 e 18 de dezembro

Sábados das 11h às 20h, domingos das 11h às 18h

Entrada franca

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Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU.

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária via PIX 51204196000177.

(Fonte: Midia Brazil Comunicação Integrada)

Museu Ferroviário recebe expositores da Feira das Artes de Indaiatuba no sábado (24)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Inaugurado em 2004, o Museu Ferroviário de Indaiatuba ocupa a antiga Estação Ferroviária da Sorocabana Railway. Fotos: divulgação.

No próximo sábado, dia 24, a histórica Locomotiva a Vapor Nº 10 será colocada em funcionamento no Museu Ferroviário de Indaiatuba e o público ainda poderá conferir os trabalhos de 20 expositores da Feira das Artes de Indaiatuba, em programação especial que acontece das 9h às 12h. A iniciativa é do Departamento de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Fiarte (Associação Indaiatubana de Artesanato e Artes Plásticas). A realização é da Prefeitura de Indaiatuba.

Inaugurado em 2004, o Museu Ferroviário de Indaiatuba ocupa a antiga Estação Ferroviária da Sorocabana Railway em Indaiatuba, cuja obra foi concluída em 1911. Em 2021, o prédio passou por revitalização e foi entregue à população em dezembro. O local abriga ainda o PIT – Ponto de Informação Turística.

Locomotiva a Vapor Nº 10, que pertenceu ao Imperador Dom Pedro II, foi inteiramente revitalizada.

A Locomotiva a Vapor Nº 10, que pertenceu ao Imperador Dom Pedro II, também foi inteiramente revitalizada, seguindo todas as diretrizes da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), responsável pelo restauro. O Museu Ferroviário de Indaiatuba fica na Praça Newton Prado, s/nº, no Jardim Pompeia. Mais informações pelo telefone (19) 3816-4917.

Feira das Artes

A Feira de Artes de Indaiatuba chega ao Museu Ferroviário de Indaiatuba exclusivamente neste sábado, dia 24, com cerca de 20 expositores da Feira de Artes de Indaiatuba, com trabalhos em artes criativas, crochês, patchwork, couro, bijuterias, mandalas, pintura em tecido, trabalho em madeira e bonecas em tecido, além de tortinhas salgadas, docinhos, doces em pote, entre outros.

Realizada todos os sábados na Praça Rui Barbosa, no Centro, das 9h às 13h, a Feira das Artes de Indaiatuba conta atualmente com cerca de 50 expositores e uma grande variedade em técnicas de artesanato, com trabalhos em biscuit, crochê, tricô, marchetaria, pintura em tela e tecido, e muito mais.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Theatro Municipal apresenta montagem inédita da ópera “O Amor das Três Laranjas” (L’Amour des Trois Oranges), de Prokofiev

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Stig de Lavor.

Destaque da programação de outubro do Theatro Municipal de São Paulo, a ópera “O Amor das Três Laranjas” (L’Amour des Trois Oranges), de Sergei Prokofiev, estreia no dia 30 de setembro (sexta-feira), às 20h, e será apresentada até o final de semana seguinte, dia 8 de outubro, com apresentações às 17h (sábados e domingos) e às 20h (terça, quinta e sextas).

O espetáculo é marcado pela inédita colaboração com o ator e diretor cênico convidado Luiz Carlos Vasconcelos, cujas passagens incluem telas e palcos brasileiros. Luiz Carlos tem em suas origens a magia e as máscaras da arte circense, sendo o criador do circo teatro Piolin.

Essa deliciosa ópera de Prokofiev possui uma trama cômica e de origem bastante complexa, trazendo um conto do século XVII originalmente escrito por Giambattista Basile, porém com a adaptação para a linguagem teatral sob a assinatura de Carlo Gozzi, um século depois. “L’Amour des Trois Oranges” ainda passou a ser traduzida para o russo e francês pelo próprio compositor e por Vera Janacópulos, soprano brasileira de primeira importância em sua época por divulgar na Europa nomes como Villa-Lobos.

De acordo com Andrea Caruso Saturnino, diretora geral do Complexo Theatro Municipal, “espetáculos sobre o mundo da ópera são criados desde a origem do gênero, mas esta talvez seja a meta-ópera menos literal de toda a história da música. Aqui, o simbólico e o surreal se cruzam dando espaço ao público para interpretações abertas”.

Fãs do realismo fantástico devem se deliciar com a narrativa, que conta a saga de um Rei para curar a melancolia de seu filho. Com esse objetivo, ele convoca uma série de atividades para entretê-lo, apresentadas por personagens oriundos da Commedia dell’Arte, magos, bruxas e uma musicalidade radiante entre a tradição russa e a tradição romântica.

Simone Mina, diretora de arte da obra, explica sobre a concepção visual do espetáculo: “O aspecto simbólico da ‘maquinação do mundo’, presente na fábula, foi o ponto de partida para a concepção visual da ópera. O espaço cênico, construído com cordas têxteis, reforça a condição do teatro como um espaço que propõe uma desconstrução da ‘solidez das certezas’. Com isso, a cenografia propõe uma caixa de imagens permeável e entremeada pelo sensível, possibilitando reflexões sobre um mundo em reconstrução a partir das suas relações de poder e resiliência”.

A concepção dos figurinos também traz essa diretriz questionadora: “No traje cotidiano se observam esses pontos de fissura para o transgressor e potente mundo do inconsciente, revelado nas doses de surrealismo que Meyerhold adaptou ao libreto. Pode um paletó, traje associado ao poder ocidental, nos oferecer a possibilidade de transmutá-lo? Essa foi uma pergunta intrínseca durante a criação da cenografia de ‘O Amor das Três Laranjas’”, diz Mina.

“A carnavalização e a ironia, aspectos presentes na literatura desta meta-ópera, convidam o observador para um reino que pode ser compreendido como o aqui agora, onde cada um pode ser rei ou rainha por um dia. Ou, quem sabe, chegaremos ao ‘todo poder ao povo’, tão esperado. Que nossas laranjas emprestem a condição amorosa e resiliente de um país que aguarda uma coroação no poder da coletividade tão presentes no teatro, na arte e na vida. Confirmando esta como uma das óperas marcadamente políticas da programação do ano”, completa Simone.

Para o maestro Roberto Minczuk, que assina a direção musical e regência do espetáculo, a orquestra tem um papel protagonista nesta ópera. “É uma orquestra enorme, bem típica do começo do século XX, com a utilização de muitos instrumentos de percussão, duas harpas e diversos instrumentos do naipe de metais. A escrita de Prokofiev – considerado um gênio da criatividade e da instrumentação – é sempre a de uma composição que narra a história em seus mínimos detalhes. ‘O Amor das Três Laranjas’ é tão sinfônica que a parte mais memorável, a que mais se conhece, não é nenhuma grande ária ou grande coro, como costuma acontecer, e sim a famosa marcha sinfônica – o tema mais reconhecido de toda ópera, que é puramente sinfônico e instrumental”, conclui.

Para mais informações sobre os espetáculos confira a programação completa abaixo.

Ficha técnica

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL

CORO LÍRICO MUNICIPAL

Roberto Minczuk, direção musical e regência

Luiz Carlos Vasconcelos, direção cênica

Simone Mina e Carolina Bertier, cenografia e figurino

Wagner Pinto, desenho de luz

Westerley Dornellas, visagismo

Ronaldo Zero e Paulo Soares, assistentes de direção cênica

Marco Antônio Assunção, O Rei de Paus

Giovanni Tristacci, O Príncipe

Lidia Schäffer, A Princesa Clarice

Leonardo Neiva, Leandro

Jean William, Trufaldino

Johnny França, Pantaleão

Anderson Barbosa, O Mago Célio

Gabriella Pace, Fada Morgana

Maria Sole Gallevi, Ninete

Nathalia Serrano, Linete

Eleonora Bondar, Nicolete

Gustavo Lassen, A Cozinheira

Daniel Lee, Farfarelo

Fernanda Nagashima, Esmeraldina

Mikael Coutinho, Mestre de Cerimônias

Orlando Marcos, Arauto.

Serviço:

Theatro Municipal

Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé, São Paulo (SP)

Capacidade Sala de Espetáculos – 1530 pessoas

Classificação livre

30/9 (sexta), 20h; 1/10 (sábado), 17h; 2/10 (domingo), 17h; 4/10 (terça), 20h; 5/10 (quinta), 20h; 7/10 (sexta), 20h; 8/10 (sábado), 17h

Duração: aproximadamente 2h (com intervalo)

Ingressos: R$10,00 a R$120,00.

(Fonte: Approach Comunicação)

Democracia brasileira precisa de equilíbrio entre decisões técnicas e políticas, aponta livro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

Alinhar decisões técnicas à valorização da política é fundamental para uma democracia sólida, aponta o livro “A democracia equilibrista: Políticos e burocratas no Brasil”. Escrita por Gabriela Lotta, professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), e por Pedro Abramovay, advogado e ex-Secretário Nacional de Justiça, a obra foi lançada na terça (20) em São Paulo pela editora Companhia das Letras.

A publicação discute experiências de conflitos e cruzamentos entre política e técnica no Brasil durante o período democrático, como o Marco Civil da Internet, em vigor desde 2014, e a proposta de Estatuto dos Povos Indígenas, discutida em 2008. Nestes casos, o livro discute como os embates entre técnicos e políticos podem afetar o funcionamento da própria democracia – seja quando políticos desconsideram o saber técnico ou quando técnicos e burocratas negam a política. O livro é composto por vários relatos de situações vivenciadas por Pedro Abramovay quando esteve no governo federal e por uma análise de como estes relatos mostram diferentes facetas dos potenciais conflitos entre a burocracia e a política e que afetam o funcionamento da democracia a partir destes equilíbrios e desequilíbrios.

Capa do livro.

Por um lado, apontam os autores, o discurso da tecnocracia ganha espaço nas últimas décadas com a associação da política à corrupção e com a crença de que decisões tomadas por gestores qualificados seriam suficientes para a definição e implementação das políticas públicas. Isto destoa da democracia como efetiva participação dos diversos setores da sociedade na solução dos problemas. Por outro lado, políticos ameaçam a democracia quando se apossam da estrutura burocrática em nome do suposto mérito que os conduziu ao cargo e tomam decisões sem considerar perspectivas técnicas e científicas.

“Os maiores avanços sociais do país foram conquistados em um delicado equilíbrio entre a técnica e a política. O livro trabalha exemplos concretos nos quais essa relação foi fértil, como no caso do projeto Pensando o Direito, do Ministério da Justiça, e outros nos quais ela se revelou problemática”, aponta Pedro Abramovay.

Conforme a obra, o equilíbrio entre questões técnicas e políticas é indispensável para a superação das desigualdades sociais e para a garantia de direitos previstos pela Constituição de 1988. “O livro mostra alguns dos importantes avanços que tivemos desde a Constituição Federal mas também os desafios que não foram superados e que devem ser enfrentados futuramente para o fortalecimento da nossa democracia. Ele aponta, portanto, várias direções para mudanças no futuro”, afirma Gabriela Lotta.

(Fonte: Agência Bori)

Alaíde Costa apresenta repertório com sucessos de sua carreira no show “A Dama da Canção”

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Jardiel Carvalho.

O Teatro Sérgio Cardoso recebe nos dias 24 e 25 de setembro, sábado, às 19h e domingo, às 20h, o show “A Dama da Canção”, que prestigia Alaíde Costa, uma das maiores vozes da música popular brasileira. O projeto tem incentivo do ProAC Expresso Lei Aldir Blanc, programa de incentivo à cultura que movimentou R$401,3 milhões no biênio 2020/2021.

Prestes a completar 87 anos, Alaíde já participou de festivais nacionais e internacionais e recebeu importantes prêmios e homenagens de expoentes da MPB. A artista também se consagrou como uma das grandes referências musicais do movimento da bossa nova, surgido em 1957. Neste show, Alaíde faz uma retrospectiva da sua carreira, cantando alguns de seus maiores sucessos, como “Retrato em Branco e Preto”, “Insensatez”, “A Noite” e “Onde Está Você?”.

A apresentação busca valorizar a cultura da música brasileira a partir do estilo único de Alaíde Costa, que apesar dos obstáculos, sempre se manteve fiel à escolha do repertório, sem se importar com modismos e gêneros musicais que as gravadoras indicavam para ela cantar.

A formação dos shows conta com os músicos José Gilberto Pires Estebez (piano), Fernando Antônio de Alvarenga Corrêa (guitarra) e Vitor Carlos Alcântara Brecht (saxofone e flauta).

Ficha técnica

Alaíde Costa – Voz

José Gilberto Pires Estebez – Piano

Fernando Antônio de Alvarenga Corrêa – Guitarra

Vitor Carlos Alcântara Brecht – Saxofone e Flauta

Produção executiva: Claudia Santana.

Serviço:

Alaíde Costa – A Dama da Canção

Dias 24 e 25 de setembro, sábado, às 19h e domingo, às 20h

Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno

Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo (SP)

Capacidade: 149 lugares (143 lugares e 6 espaços de cadeirantes)

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Ingressos: Entrada gratuita. Retirada de ingressos por meio do sistema Sympla.

(Fonte: Pevi)