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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Museu da Vida Marinha é opção de atração turística durante temporada de verão no Litoral Norte de SP

Ubatuba, por Kleber Patricio

O Museu da Vida Marinha está localizado na praia Perequê-Açu, em Ubatuba/SP. Fotos: divulgação/Museu da Vida arinha.

Localizado na praia Perequê-Açu, em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, o Museu da Vida Marinha é uma das opções para os turistas durante a temporada de verão. Além de contar com a remontagem da exposição “Gigantes Marinhos”, que dispõe de diversas réplicas de animais pré-históricos que habitaram os oceanos, o Museu ainda proporciona outras atrações para os visitantes: um acervo com esqueletos reais de animais da atualidade, taxidermia em tempo real que pode ser acompanhada pelos visitantes, um espaço temático de impactos que conta com uma exposição sobre os impactos da atividade humana no ambiente marinho e uma parede de ossos de animais mortos, um espaço temático com informações dos trabalhos que são realizados pelo Instituto Argonauta em prol dos ambientes costeiros e marinhos e uma casa sustentável com exemplos de energias renováveis que podem ser replicadas por qualquer um para otimizar os recursos naturais.

Segundo o oceanógrafo Hugo Gallo, diretor do Aquário de Ubatuba e presidente do Instituto Argonauta, o objetivo do museu é conectar o público ao mundo marinho. “Os visitantes poderão conhecer e aprender sobre a evolução de algumas espécies e a importância da conservação da biodiversidade marinha”.

Na exposição “Gigantes Marinhos”, o visitante fará uma viagem no tempo ao se deparar com réplicas em tamanho real de animais marinhos que habitaram os mares da América do Sul, sendo que alguns deles conviveram no mesmo período dos dinossauros ou até mesmo antes do período Jurássico. São nove animais que compõem este acervo: uma lula gigante, um exemplar do molusco Amonita, um exemplar do gigante peixe Celacanto, um Trolobita (artrópode), dois exemplares do réptil marinho Plessiossauros, um de Pliossauro, um de Dakossauro e um do réptil marinho Ictiossauro e um exemplar da gigante arcada dentária da espécie extinta de tubarão Megalodonte.

Uma das atrações do Museu é a exposição de Gigantes Marinhos, que contém réplicas de animais marinhos pré-históricos.

O acervo com esqueletos reais de animais da atualidade do Museu da Vida Marinha contém o esqueleto de uma baleia jubarte que impressiona o visitante pelo seu tamanho: aproximadamente 13 metros de comprimento do esqueleto da baleia, que ocupa a parte principal da estrutura que comporta esse acervo. Além da jubarte – uma espécie de baleia avistada com frequência na região do litoral norte de São Paulo – há ainda outros exemplares de animais da atualidade, como o crânio de uma baleia Cachalote e os esqueletos de mamíferos marinhos como toninha, golfinho e foca-caranguejeira. Há também exemplares de aves da fauna marinha, como pinguim, fragata, gaivota, biguá, pardela e albatroz, entre outros. Entre os exemplares de répteis da atualidade, há nesse acervo esqueletos de tartarugas-cabeçuda e verde, carapaças de tartaruga-verde, oliva, pente e cabeçuda.

Já a sala da taxidermia – técnica que consiste em “empalhar” um animal morto – é um espaço que pode ser visto pelos visitantes por meio de uma divisória de vidro. O procedimento é realizado por técnicos do Instituto Argonauta altamente qualificados para executá-lo e é um processo científico que tem por finalidade promover a Educação Ambiental e fomentar a pesquisa através de trabalhos científicos.

O espaço temático de impactos chama a atenção do visitante principalmente pela parede de ossos, que é composta por ossos de animais mortos resultantes dos impactos causados pela atividade humana. Nele há ainda uma exposição que tem como objetivo promover a reflexão no visitante sobre o papel individual e coletivo do ser humano na preservação da natureza e as consequências das ações antrópicas na fauna marinha, uma vez que somente após o surgimento dos homens a natureza começou a sofrer os impactos, tais como aquecimento global, pesca predatória e lixo no mar de diversas formas (plástico, esgoto, lixo industrial etc.).

Esqueleto de baleia jubarte de 13 metros de comprimento é um dos exemplares que integram o acervo com esqueletos reais de animais da atualidade.

O chamado espaço temático das soluções possibilita que o visitante conheça as ações e história do Instituto Argonauta, instituição que realiza a conservação do Meio Ambiente, em especial dos ecossistemas costeiros e marinhos. A principal atração desse espaço são as câmeras instaladas no Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (Creta), que permitem que os visitantes acompanhem em tempo real os pacientes em reabilitação no Centro do Instituto Argonauta, montado em parceria com o Aquário de Ubatuba.

Por fim, o ponto final da visita é na Casa da Sustentabilidade, com aplicações sustentáveis na prática em sua estrutura, mostrando ao público visitante como cada um de nós pode reduzir sua “pegada ecológica”. Entre as aplicações sustentáveis, estão a instalação de placa solar, móveis que foram construídos a partir do reaproveitamento de materiais, móveis feitos a partir de madeira de reflorestamento, produtos reaproveitados, tinta ecológica, claraboia, e reaproveitamento de água da chuva nos banheiros.

Quem já visitou o Museu garante que é mais do que uma experiência: uma transformação. É o caso da professora aposentada Carmen Lucia dos Santos, que é de São José dos Campos, e na primeira oportunidade que teve, visitou o Museu da Vida Marinha em Ubatuba. Ela detalha como ficou encantada com as atrações. “Na visitação tive a dimensão de como a vida marinha é importante para o planeta e deve ser preservada. O que mais me chamou a atenção foram as réplicas dos animais e as atividades educativas oferecidas para as escolas. É um espaço amplo, agradável, organizado, interessante e que proporciona uma série de conhecimentos para quem visita. Meus netos ficaram impressionados com o acervo da exposição e com a quantidade de lixo que é retirada do mar”, comentou a professora, acrescentando ainda que os netos tiveram uma experiência transformadora. “As crianças também ficaram admiradas com o uso criativo do lixo reciclável para outros fins. Sem dúvida é um espaço muito educativo”, pontuou.

Parede de ossos impacta o visitante ao mostrar os resultados da atividade humana na fauna marinha.

Ao final, o público ainda pode adquirir um ecoproduto da loja do Museu da Vida Marinha. “Ao comprar o ingresso ou algum produto da loja, todo dinheiro é revertido para manutenção das atividades do Instituto Argonauta”, explica a bióloga Catherina Monteiro, que integra a equipe do Museu.

Estrutura

O Museu da Vida Marinha dispõe de um auditório multiuso e outras duas alas com os acervos que contam a história da vida no mar e no planeta Terra desde o início. Também há sanitários e espaços que contemplam inteira acessibilidade, além de salas administrativas, departamento financeiro e salas de Educação Ambiental. A sede do Museu foi projetada pela equipe de arquitetos da Terramare sob o conceito de construção sustentável, utilizando estruturas reaproveitadas de contêineres doados pela empresa Log-In Logística Intermodal e uso de madeira reflorestada e telhados verdes.

O material que compõe o acervo é proveniente dos 25 anos de funcionamento e pesquisa do Aquário de Ubatuba e do Instituto Argonauta. O Museu da Vida Marinha é um projeto criado pelo Aquário de Ubatuba para dar suporte financeiro ao Instituto Argonauta, garantindo assim a continuidade dos trabalhos praticados há anos pela organização.

O Museu estava instalado dentro do Aquário, mas foi ampliado e transferido para a base do Instituto Argonauta, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Ubatuba, no bairro Perequê-Açu em Ubatuba/SP.

Serviço:

O Museu tem entrada gratuita para os moradores de Ubatuba, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresentação dos seguintes documentos:

documento pessoal com foto, endereço de residência e comprovante de moradia fixa – no qual será aceito um dos seguintes documentos: RG de Ubatuba; Título Eleitoral de Ubatuba; CNH de Ubatuba; Carteira de trabalho ou holerite de Ubatuba; Carteira Profissional de Classe de Ubatuba; documento escolar dos filhos, como carteirinha da escola, boletim ou comprovante de matrícula.

Maiores de 60 anos e crianças até seis anos acompanhadas de um adulto pagante também terão acesso livre, mediante apresentação de documento de identidade.

Atualmente, funciona diariamente (de segunda a domingo), das 10h às 18h. O valor do ingresso é R$21,00, com meia entrada (R$10,50) para estudantes até 17 anos com carteirinha, estudantes universitários com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos. Para agendamento de escolas e grupos especiais entrar em contato pelo telefone (12) 3833-5789.

O Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha está localizado na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP.

Para saber mais consulte o site: https://institutoargonauta.org/projetos/museu-da-vida-marinha/.

Sobre o Instituto Argonauta

O @institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba e reconhecido em 2007 como Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, dentre outras atividades.

Seja um Argonauta

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOs (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes.

Conheça mais sobre esse trabalho em www.institutoargonauta.org, www.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram @institutoargonauta.

(Fonte: Instituto Argonauta)

Fragmentação do território amazônico em ilhas prejudica interações vitais entre as espécies

Presidente Figueiredo, por Kleber Patricio

Foto: Raphael Alves/International Monetary Fund/Flickr.

Fragmentos florestais provocados pela ação humana na Amazônia não conseguem manter as mesmas interações ecológicas das áreas de vegetação contínua. Ou seja, a biodiversidade dessas áreas isoladas não funciona da mesma maneira como uma floresta contínua.  É o que mostra estudo publicado nesta quarta-feira (28) no periódico “Current Biology”, com a participação de pesquisadores das universidades estaduais de Campinas e de Santa Cruz, com outros pesquisadores brasileiros em instituições dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Os resultados são de uma análise da biodiversidade presente nas ilhas formadas pela inundação do reservatório da Usina Hidrelétrica Balbina, localizada em Presidente Figueiredo, no Amazonas. O estudo reanalisa um conjunto de dados obtidos pela pesquisadora Maíra Benchimol em 2012. Ela utilizou armadilhas fotográficas e percorreu trilhas dentro de 37 ilhas com remanescentes de floresta amazônica a fim de entender quais espécies ocorreram em cada local e o número de indivíduos. Assim, os autores do artigo combinaram os dados empíricos com modelos matemáticos para gerar as possíveis redes de interação entre predadores e suas presas.

“Balbina é uma hidrelétrica da década de 80. A construção foi marcada por controvérsias devido ao seu impacto social e ambiental: uma área gigantesca foi inundada. A área de mata contínua foi fragmentada pela água. Assim, surgiram ilhas artificiais”, detalha o pesquisador Mathias Pires, um dos autores. Ele informa que algumas espécies foram extintas pela falta de indivíduos suficientes nessas ilhas. Dessa forma, as interações vão sendo perdidas à medida que a área de habitat diminui e a rede de interações perde suas características.

O estudo analisou as consequências da criação de ilhas artificiais, mas a fragmentação da Amazônia também ocorre por outras formas, como pelo avanço descontrolado da agricultura e das pastagens. A coleção de pequenos fragmentos provocados pelo isolamento territorial dificulta a funcionalidade ecológica. “Pequenas ilhas não conseguem manter, por exemplo, a função dos predadores que controlam as populações de presas”, explica Pires.

As consequências para a biodiversidade são inúmeras, conforme prevê o cientista: nos locais em que os predadores não atuam muito, algumas espécies podem apresentar um aumento descontrolado em sua abundância. E esse excesso implica mudanças na vegetação. Por exemplo, as cutias favorecem algumas plantas por dispersarem suas sementes, mas podem prejudicar outras quando estão em alta densidade alterando a vegetação. Além disso, “os predadores como onças e jaguatiricas podem nadar e visitar algumas ilhas apenas para comer, assim reduzindo as populações de presas em alguns locais a níveis muito baixos”.

Os autores esperam que a divulgação do estudo mostre a importância das políticas públicas para evitar a fragmentação da Amazônia. Para Pires, as medidas precisam ir além de garantir a existência das espécies, ou seja, é necessário preservar áreas maiores de florestas que permitam um número de indivíduos suficiente para manter as interações e funções ecológicas.

(Fonte: Agência Bori)

Ficção abarca memórias de quem viu o Brasil ir à Segunda Guerra Mundial

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: divulgação.

Eclode a Segunda Guerra Mundial e, quando um submarino alemão afunda navios brasileiros, Getúlio Vargas envia soldados para lutar contra os nazistas na Europa. Este conturbado momento histórico guia o enredo de “Rasgando o pano”, lançamento da paulista Waléria Leme. O romance convida o leitor a mergulhar nas memórias de quem viveu intensamente as décadas de 1930 e 40, em que o Brasil vivia a ditadura no Estado Novo.

A partir do subtítulo “Uma jovem decidida”, um estudante idealista e uma guerra não escolhida, a autora contextualiza os encontros e desencontros de Maria Isabel e Otávio, protagonistas da obra. O ano é 1938 e, na capital paulista, a jovem rica e filha de um fazendeiro de café se apaixona por um estudante de direito pobre e neto de imigrantes italianos.

Para viver este amor, os dois precisarão lutar contra os preconceitos e obstáculos impostos pelo pai de Isa, que não aprova a relação. Como se não bastasse, o jovem Otávio é enviado pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) para lutar contra os nazistas. “Rasgando o pano” é uma referência às rajadas das metralhadoras MG-42, empunhadas pelos alemães na guerra.

O distintivo brasileiro, que antes era um escudo verde, muda para um retângulo amarelo com bordas vermelhas, uma tarja azul e, no centro, uma cobra verde fumando. Os americanos, vendo aquilo, apelidam os brasileiros de “Smoking snake”. (“Rasgando o pano”, p. 305)

Além das pesquisas sobre a realidade da época, Waléria recorreu às lembranças do pai – hoje com 93 anos de idade –, que acompanhou aflito o desenrolar da guerra e relatos de familiares de pracinhas. Notas de rodapé ajudam o leitor a entender palavras e referências específicas não mais usuais.

“Rasgando o pano” abraça a realidade ao trazer temas de importante discussão na vida real, como imposições sociais, empoderamento feminino, sexualidade e representatividade LGBTQIA+. A história de Enrico, irmão do protagonista, revela uma crítica à sociedade da época, que retrata as tentativas de “cura” aos homossexuais.

FICHA TÉCNICA

Título: Rasgando o pano

Autora: Waléria Leme

ISBN/ASIN: 978-65-5899-430-5

Formato: 16×23 cm

Páginas: 324

Preço: R$84,90

Onde comprar: Amazon.

Sobre a autora | Waléria Leme é escritora, acadêmica e contadora. Nasceu em São Paulo capital, ano de 1964, início da Ditadura Militar. Formou-se em Ciências contábeis pela Universidade São Judas Tadeu e conquistou o cargo de contadora da Secretaria da Fazenda de São Paulo, onde foi responsável pelo Balanço do Estado em 1990. Posteriormente, foi auditora do Tribunal de Contas de SP, onde se aposentou. “Rasgando o pano” é seu segundo trabalho na literatura; o primeiro livro, “Adotar uma criança: eu tentei”, foi lançado em 2020 e conta uma experiência vivida pela autora.

Redes sociais:

Facebook: waleriaoleme

Instagram: @walerialeme

Tiktok: @walerialeme.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Casa das Rosas realiza exposição inédita de poesia experimental com obras de poetas latino-americanos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: André Hoff.

A Casa das Rosas realiza a mostra Poesia Expandida 2022 até o dia 31 de janeiro de 2023 em museu da cidade de Itapira – SP. A exposição, que conta com obras de 27 poetas de diversos estados do Brasil e de países como Argentina e Colômbia, é realizada pela Casa das Rosas em parceria com o museu Casa de Menotti Del Picchia — local onde está instalada a mostra. E pode ser visitada gratuitamente, de terça a sexta, das 9h às 11h20 e das 14h às 17h20, e aos domingos, das 9h às 12h.

A Mostra Poesia Expandida 2022 é resultado da quarta edição do curso experimental Poesia Expandida do Centro de Referência Haroldo de Campos do museu Casa das Rosas. A formação tem a proposta de oferecer base teórica e elementos práticos para estimular os poetas a explorarem novas possibilidades de criação em diferentes meios e suportes, trabalhando a poesia de diferentes formas e experimentando recursos verbais, visuais e sonoros.

No conjunto dos trabalhos que estão sendo expostos, há poemas em versos, poemas visuais, poemas-objeto e poemas animados, nos quais palavra, imagem, voz e ruído interagem. O público poderá encontrar na Mostra um campo vasto de experimentação poética que expande as possibilidades sensoriais, de compreensão da realidade e de projeção de novas realidades.

Participam da exposição poetas de diferentes partes do Brasil e da América Latina; entre eles, Lia Krucken, artista, professora e curadora, natural de Salvador, Bahia. Investiga movências e deslocamentos com foco nas poéticas da afrodiáspora; María Castillo, nascida em Elena, Córdoba, Argentina, Pós-graduada em “Especialização em Processos e Práticas de Produção Artística Contemporânea” na Faculdade de Letras da Universidade Nacional de Córdoba – UNC; e Tulio Restrepo, Medellín, Colômbia, artista, professor e designer gráfico, especialista em Estudos Urbanos (EAFIT) e Mestre em Artes Visuais e Plásticas (UNAL).

Sobre a Casa das Rosas | A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizado em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Serviço:  

Mostra Poesia Expandida 2022

Período: 20 de dezembro de 2022 a 31 de janeiro de 2023

Local: Museu Casa de Menotti Del Picchia

Endereço: Parque Juca Mulato, SN – Centro, Itapira – SP

Horário de Visitação: terça a sexta, das 9h às 11h20 e das 14h às 17h20, e domingos das 9h às 12h.

Entrada gratuita

A Casa das Rosas está passando por restauro. O telefone atual para contato é do Anexo da Casa Guilherme de Almeida: (11) 3673-1883 | 3803-8525 ou pelo e-mail disponível no site.

Jardim do museu aberto de segunda a domingo, das 7h às 22h

Avenida Paulista, 37 – Bela Vista, São Paulo – SP

Programação gratuita.

(Fonte: Poiesis)

Parque Horto Florestal lança serviço de aluguel de bicicletas e triciclos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Parque Horto Florestal.

A Urbia acaba de anunciar uma novidade que vai diversificar ainda mais as opções de lazer dos frequentadores do Parque Estadual Alberto Löfgren – Horto Florestal. Trata-se do UrbiaBike, novo serviço para aluguel de bicicletas e triciclos que já está em operação no local.

A Concessionária oferece aos visitantes bicicletas de tamanho aro 26 e triciclos tamanho família, que poderão alugá-los ao lado do portão de entrada do Parque Horto Florestal. O atendimento é realizado todos os dias, das 8h às 16h.

Os valores de locação das bicicletas são de R$10,00 por hora e R$5,00 a cada 30 minutos adicionais. Já o aluguel dos triciclos custa R$30,00 a hora e R$15,00 por mais 30 minutos. As locações podem ser realizadas pessoalmente nas estações, com opções de pagamento em dinheiro ou cartão de crédito e débito.

“O UrbiaBike reforça a nossa missão de requalificar o Horto Florestal. Nosso intuito é que o novo serviço traga ainda mais comodidade aos visitantes ao disponibilizar mais uma opção de passeio por dentro do espaço, desta vez, utilizando os modais”, afirma Samuel Lloyd, diretor da Urbia.

Serviço:

UrbiaBike no Parque Horto Florestal

Local: ao lado do portão de entrada do Parque Horto Florestal

Funcionamento: todos os dias, das 8h às 16h

Valores: bicicletas são de R$10,00 por hora e R$5,00 a cada 30 minutos, e triciclos são R$30,00 a hora e R$15,00 por mais 30 minutos.

Acesso | Para chegar ao Horto Florestal, há várias linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Parada Inglesa – ambos locais próximos às estações Santana e Parada Inglesa da linha 1-Azul do metrô de São Paulo – que passam pelo local. Algumas das alternativas de ônibus que partem dos terminais mencionados acima são: 2740/41 Metrô Parada Inglesa– Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana–Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana–Vila Albertina. Caso o visitante opte por ir de carro, há estacionamento para veículos no parque com entrada pela Av. José Rocha Viana 62.

(Fonte: Máquina Cohn & Wolfe)