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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Leonardo Finotti comemora 25 anos de carreira com exposição no MuBE

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O fotógrafo mineiro Leonardo Finotti apresenta na área de convivência do Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MuBE) destaques de seu trabalho desenvolvido ao longo de 25 anos de carreira, completados este ano. Sua obra inclui inúmeras séries, exposições e publicações.

Os ensaios de Finotti traçam um panorama da arquitetura moderna latino-americana, com ênfase na produção brasileira e registro de projetos de grandes mestres, como Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx, Lina Bo Bardi e Paulo Mendes da Rocha.

O processo do fotógrafo é meticuloso, tanto na escolha dos meios de representação de suas obras, quanto nas parcerias de seus trabalhos. Isto pode ser observado na conceitualização e no desenho de exposições elaboradas ao lado de Michelle Jean de Castro, na Casa da Arquitectura (Portugal) e MoMA (EUA), por exemplo, e agora no MuBE, onde a arquiteta assina também a curadoria. Ocorre ainda na concepção de impressos realizados em colaboração com designers gráficos como Rúben R. Dias, Julio Mariutti e Elisa Von Random para editoras como Editora Brasileira, Monolito e Lars Müller Publishers.

Como escrevem Guilherme Wisnik e Olívia Abrahão no texto da mostra, “Revela-se, assim, a completude de um pensamento que atravessa a superfície da fotografia e se manifesta espacialmente, conduzindo uma narrativa que se estende no espaço e na matéria como forma de um horizonte contínuo”.

O Novo Modelo de Curadoria do MuBE

Esta mostra antecipa o novo modelo da área de curadoria com o qual o MuBE trabalhará a partir de 2023. Buscando maior permeabilidade e possibilidade de novos olhares, o Museu contará com Guilherme Wisnik como consultor curatorial, para a definição da programação, das diretrizes de longo prazo de pesquisa e desenvolvimento da parte artística, além de curadores indicados por ele para as exposições do Museu. Neste novo modelo, plural e diverso, o MuBE não contará mais com um curador-chefe, função ocupada em 2022 por Diego Matos.

As atividades do MuBE contam com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Patrocínio Master – Instituto Vale e Grupo Comolatti; Patrocínio Sênior – Instituto Votorantim. Apoio Institucional – Prefeitura de São Paulo. Realização MuBE, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Serviço:

O MuBE tem as portas abertas ao público das 11h até às 17h, de terça-feira a domingo. O Museu está localizado na Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa. A entrada é gratuita.

Sobre o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

O MuBE, ou Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia, foi criado a partir da concessão do terreno situado entre a Avenida Europa e a Rua Alemanha pela Prefeitura de São Paulo à Sociedade dos Amigos dos Museus (SAM) no ano de 1986 para a construção de um Centro Cultural de Escultura e Ecologia.

Para a escolha do projeto do prédio da instituição cultural, foi realizado um concurso vencido por Paulo Mendes da Rocha. Nascia, então, o MuBE e seu prédio, que é um marco da arquitetura mundial e que conta também com o jardim projetado por Roberto Burle Marx.

O Museu tem como objetivo divulgar os mais diversos segmentos da arte, priorizando a escultura e os suportes tridimensionais.

Siga o MuBE no Instagram: mube_sp.

(Fonte: Agora Comunicação)

Associação Caatinga e Barong Anima lançam vídeo em animação voltado à educação ambiental

Fortaleza, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Uma produção original sobre uma floresta rica e biodiversa, símbolo de força, fertilidade e resiliência. O vídeo de animação “Bioma Caatinga”, da Associação Caatinga em parceria com o estúdio Barong Anima, é um material produzido para as atividades de educação ambiental da Associação Caatinga, com acesso gratuito pelo canal no Youtube a ONG. A proposta é que, além de entreter, o conteúdo também possa ser usado como ferramenta de ensino.

Com produção e roteiro da Barong Anima, estúdio especializado em conteúdo sobre conservação de espécies e projetos socioambientais, o vídeo contou com a colaboração de pesquisadores e educadores ambientais da Associação Caatinga, trazendo informações sobre a conservação do bioma de uma forma divertida e didática.

“A educação ambiental tem objetivo de difundir as riquezas da Caatinga, fazendo as pessoas lançarem um novo olhar sobre essa floresta, tentando deixar para trás todos os estereótipos que foram reforçados ao longo do tempo, de seca, de pobreza, de pouca biodiversidade”, explica Marília Alves, Coordenadora de Educação Ambiental da Associação Caatinga.

O estúdio Barong Anima faz parte da produtora Barong, hub de conteúdo audiovisual que já realiza um trabalho com a Associação Caatinga há mais de 10 anos na produção de vídeos e documentários sobre o bioma. Desta vez, a parceria aproxima as iniciativas de educação ambiental das tecnologias e linguagens audiovisuais de animação, ampliando o alcance da educação ambiental da instituição.

As atividades de educação ambiental da Associação Caatinga acontecem, sobretudo, nas comunidades rurais que vivem no entorno da Reserva Natural Serra das Almas, Unidade de Conservação (UC) administrada pela Associação Caatinga. A partir dessa nova ferramenta, a entidade oferece uma ferramenta de suporte para professores com o intuito de facilitar a compreensão de assuntos relacionados à preservação ambiental da Caatinga para despertar, a longo prazo, comportamentos mais sustentáveis.

Associação Caatinga | A Associação Caatinga (AC) foi fundada no Ceará em 1998 com a missão de promover a conservação da Caatinga para garantir a permanência de todas as suas formas de vida. É uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, que atua há 24 anos na conservação e valorização da única floresta exclusivamente brasileira, ameaçada e que concentra a maior biodiversidade dentre as regiões semiáridas do planeta.

Barong Anima | Estúdio de animação 2D da Barong, hub de conteúdo audiovisual especializado em produzir conteúdos exclusivos sobre conservação de espécies e projetos socioambientais. O estúdio desenvolve projetos exclusivos em animação 2D e busca contribuir com a divulgação científica e a educação ambiental em parceria com ONGs e entidades de pesquisa no Brasil e no mundo.

(Fonte: AD2M Comunicação)

Paola Carosella apresentará “Alma de Cozinheira” no GNT

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto por Humor Multishow, CC BY 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=121648450.

Paola Carosella está de casa nova. A chef, empresária, youtuber e vencedora do Prêmio Jabuti agora integra o time de apresentadores do GNT e estará no comando de “Alma de Cozinheira”, atração prevista para estrear ainda no primeiro semestre deste ano. Paola receberá convidados para jantar e conversar sobre temas que conectam pratos a histórias de vida, conquistas, família, amores e a alguns casos divertidos também. Além do bate-papo alto astral, a apresentadora divide com o público o passo a passo das receitas deliciosas que vão embalar esses encontros no GNT.

“‘Alma de Cozinheira’ é um projeto que foi tomando forma ao longo de vários anos, que vai me colocar num novo lugar, o de receber, o lugar de anfitriã. Todos os meus anos como cozinheira eu me refugiei no anonimato da cozinha, minhas conversas foram sempre com panelas, fogos e ingredientes. Agora vou sair um pouco da cozinha e sentar à mesa com pessoas que admiro, deixando minha inquietude e olhar encantado pelo Brasil e sua gente guiar conversas saborosas, deliciosas, leves ou profundas, como as conversas que acontecem ao redor da mesa, quando a boa comida e as almas curiosas se encontram e entregam”, comenta Paola, que estreia em dose dupla na Globo, também com ‘Minha Mãe Cozinha melhor que Sua’ em janeiro, na TV Globo.

Sobre o GNT | O GNT é uma marca multiplataforma que busca inspirar e é inspirada pelas histórias das pessoas. Histórias de gente que ama comer, cuidar da casa, da autoestima. Histórias de gente que trabalha e viaja para valer, gosta de um bom papo e, principalmente, descontrair. A partir do diálogo, queremos promover discussões relevantes para a sociedade. Você pode acessar esse e todos os outros produtos do GNT através das diversas plataformas da marca:

Para assistir a qualquer hora do dia: Canais Globo

Para conferir trechos com os melhores momentos: YouTube

Para saber tudo o que acontece nos bastidores: Instagram e Facebook.

(Fonte: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação)

Romance histórico retrata a fragilidade humana na sangrenta Guerra de Canudos

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Na aridez do sertão baiano, com armas em punho sob o sol escaldante, tropas avançam prontas para dizimar civis e enfrentar jagunços que têm como trunfo o conhecimento geográfico e a capacidade de sobreviver em situação miserável. A fome, a desidratação, as feridas abertas, as privações de sono e descanso rondam ambos os lados, assim como os urubus se aglomeram ansiosos pelas sobras dos embates.

Por esse cenário inóspito, Roosevelt Colini, que assina como R. Colini, convida o leitor a uma jornada de sobrevivência no livro “Entre as Chamas, Sob a Água”. O romance histórico retrata a brutalidade da Guerra de Canudos, em uma terra banhada em sangue e desesperança, onde a dignidade é arrancada e a humanidade se esvai.

No meio desse massacre, que eviscerou ambos os lados, o protagonista, um jovem combatente do exército brasileiro, perde a empatia, a fé e o propósito. Acostumado às estratégias militares que forjaram os heróis nos campos de batalha, ele logo percebe o despreparo e a incompetência do exército para aquele cenário.

O livro mostra que, sem instrução acerca do comportamento dos jagunços na guerra, o pelotão é surpreendido por um “inimigo invisível”. Para sobreviver, o soldado atravessa a trincheira e passa a combater os próprios colegas, enquanto sucumbe à solidão e ao odor podre da guerra.

Afinal de contas, ainda que Canudos acabe sem que eu morra, mesmo se eu não tivesse vivido

entre os dois lados da guerra, sinto que minha vontade de fuga não é vontade de regresso,

porque não gostaria de ver mais ninguém, não gostaria de encontrar meu pai, que saberia,

no momento em que chegasse, que eu estaria destituído de ilusões e que o filho que partiu

não é o mesmo que retorna. Não é vergonha, não é culpa, não é arrependimento;

é ausência devontade de estar entre humanos,é a alma que se foi, farta do que viu.

(Entre as Chamas, Sob a Água, p. 52)

Capa do livro.

O personagem principal de “Entre as Chamas, Sob a Água” descreve na calada da noite os horrores que vivencia, com um pequeno lápis em papel. Para não ser descoberto, relata o drama no Arraial em francês, língua incomum aos envolvidos no conflito.

Presenciar a barbárie das degolas, as condições insalubres nos acampamentos, as dores causadas pela fome e sentir o cheiro ocre do sangue misturado a fezes, urina e suor, arrancam a civilidade do protagonista, tornando-o cada vez mais solitário e silencioso. Nesta nova realidade, ele recebe a alcunha de Chico Mudinho e passa a conviver com personagens históricos, como Antônio Conselheiro e João Abade.

Colini, autor do romance “Curva do Rio”, obra elogiada pela crítica e pelo público, prova que ainda existe um universo humano a ser explorado, interpretado e atualizado em relação a essa batalha histórica.

O escritor oferece uma vigorosa composição literária para marcar uma parte da história brasileira que não deve ser esquecida. A saga do jovem oficial do exército não nos deixa esquecer de homens, mulheres e crianças que tiveram a existência apagada pairando entre o fogo e as águas que afundaram Canudos.

Ficha técnica

Título: Entre as Chamas, Sob a Água

Autor: R. Colini

Editora: Labrador

ISBN/ASIN: B0BKGWPP1X

Páginas: 160

Preço: R$49,90

Onde encontrar: Amazon.

Sobre o autor | Colini é um escritor que andou fazendo outras coisas por 30 anos e que faz agora meio século de idade. Quando o vagalhão de 1968 acabava de deixar suas últimas espumas na praia e recuava com força ao mar, arrastando aquela geração de volta para as utopias irrealizadas e deixando o cheiro de maresia e Aids na década de 1980, Colini participou da última leva do movimento estudantil não-profissionalizado. Depois, foi jornalista por dois anos na Folha de S. Paulo e então decidiu batalhar grana virando empresário. Estudou Filosofia e Ciências Sociais na USP, mas não conclui nenhum dos cursos. Escalou dois dos sete cumes mais altos dos continentes: Elbrus e Kilimanjaro. Montou uma operadora de telecomunicações, mas há três anos delegou a gestão da empresa. Escreveu três romances e dezenas de contos. Daqui para frente, sua vida será focada na escrita.

Conheça as redes sociais do autor: Site | Instagram | Facebook.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Série “Wandinha”, da Netflix, apresenta curiosidades sobre a apicultura

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A série “Wandinha!” está entre as top 10 das mais assistidas pela Netflix. A história é toda centrada na filha mais velha de Mortícia e Gomez Addams, a adolescente Wandinha, que vai estudar em uma escola para “incomuns”, alunos com habilidades paranormais. Na trama, o personagem Eugene Otinger começa uma amizade com a personagem principal quando ela entra na atividade de apicultura, já que ele é um dos estudantes que cuidam do espaço. Nos episódios seguintes, a série aborda, pouco a pouco, curiosidades sobre a apicultura, que quebram o pré-conceito relacionado ao medo de abelhas até sobre a vestimenta mais adequada para o manejo da atividade.

O professor Armindo Vieira Júnior, fundador da Cia. da Abelha e membro da Escola de Apicultura, cita algumas peculiaridades do mundo das abelhas que são retratadas no seriado.

1 – Apicultura como atividade extracurricular – Wandinha escolhe a apicultura porque ninguém se interessa pelo assunto na escola. E o fato dela ser antissocial faz com que essa atividade seja perfeita para ela, já que maioria dos alunos têm medo de abelha por conta do ferrão. “Na vida real, acredito que as pessoas tenham medo de abelhas por falta de conhecimento, pois se souberem respeitá-las e se seguirem os devidos protocolos para o manejo, não há o que temer”, diz Armindo.

2 – Tipos de colmeias – Apesar de ser uma série passada no tempo atual, a trama apresenta colmeias nos moldes antigos, parecendo aquelas utilizadas na idade média, chamados de colmos ou balaios. E isso dá à série um ar mais bucólico. “Hoje, usamos colmeias langstroth, que são de expansão vertical e divididas em módulos. Ela é composta pelo fundo, que serve de apoio para toda a estrutura; pela caixa ninho, onde as abelhas operárias se instalam; por uma ou mais melgueiras, onde o mel será armazenado; e a tampa, que recobre toda a estrutura. Na base, parte frontal, está o alvado, que é a entrada da colmeia. A vantagem desta colmeia é que as abelhas constroem o favo de mel em caixilhos (quadros), que podem ser movidos com facilidade. Os caixilhos são projetados para evitar que as abelhas unam os favos de mel, normalmente elas iriam conectar os caixilhos as paredes da colmeia. Com esse tipo de colmeia, é possível multiplicar o número de abelhas, de forma que o apicultor possa dar condições a rainha de colocar muitas abelhas”, explica o professor.

3 – Wandinha de uniforme branco – No seriado, Wandinha e os alunos usam roupas escuras, mas isso não acontece quando estão no apiário. A única cena em que Wandinha aparece de branco é quando está no apiário aprendendo sobre o universo das abelhas. Segundo o professor Armindo, a roupa de proteção precisa ser clara. Os tons claros não atraem as abelhas, enquanto as mais escuras e estampadas irritam esses animais. E é justamente por isso que as vestimentas do apicultor, além de indispensáveis, devem ser confeccionadas com cores menos interessantes para as abelhas, ou seja, cores como amarelo, bege e, a mais comum, branca. “As abelhas têm um sistema completamente diferente de detecção de cores dos humanos, e podem ver cores que nós não podemos dentro do espectro ultravioleta”, diz o apicultor.

4 – Amizade“Mesmo não falando tanto de apicultura, a série consegue transmitir uma mensagem de comunidade, de união. A aproximação entre Wandinha e Eugene, inicialmente, é completamente por interesses pessoais de usá-lo em seus planos. Mas, durante a trama, ela percebe que no clube da abelha há união, como em uma colmeia, e todos fazem o que é necessário pelo grupo, a ponto do garoto quase perder a vida para ajudá-la. Uma alusão clara à abelha que perde a vida quando ferroa um inimigo ao proteger a colmeia”, diz professor Armindo.

Foto: PollyDot/Pixabay.

Sobre a Cia. da Abelha | Fundada em 1994 pelo professor Armindo Vieira Junior, em Minas Gerais, a Cia. da Abelha é uma empresa que atua como produtora e especialista em soluções voltadas para o setor de apicultura. Considerada uma das pioneiras e referência no mercado de mel e própolis no Brasil, a instituição já criou mais de 2 mil colmeias até hoje, em mais de 40 apiários. Sua produção anual de mel é superior a 40 toneladas, enquanto a de própolis é de cerca de 5 toneladas/ano. Sua demanda atual no mercado de mel é de aproximadamente 30 mil kg de mel/ano, além das já 40 produzidas, que são complementados com produções dos próprios alunos dos seus cursos presenciais e on-line de apicultura. Sendo um case de sucesso na apicultura, hoje a Cia. da Abelha conta com faturamento milionário, envolvendo todas as atividades da cadeia do agronegócio que envolvam abelhas.

(Fonte: Broto Comunicação)