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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Museu do Ipiranga troca ingressos por alimentos para campanha Mesa Brasil SESC São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/museu-do-ipiranga-reabre-totalmente-restaurado-para-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/.

Após o recesso de fim de ano, o Museu do Ipiranga reabre ao público no dia 10 de janeiro. Os ingressos para visitação permanecem gratuitos e poderão ser trocados por um quilo de alimento não perecível. Trata-se de uma ação contra fome em parceria com o Mesa Brasil SESC São Paulo.

Já é possível reservar o ingresso pela internet. O esquema permanece o mesmo: semanalmente, às sextas-feiras, 10h, são oferecidos os bilhetes para as próximas duas semanas. Recomenda-se o cadastro na plataforma Sympla antes do horário de abertura do lote.

Outra opção para quem não conseguir reservar o ingresso pela internet é retirar direto na bilheteria. A distribuição começa a ser feita às 11h30, por ordem de chegada e está sujeita a lotação. Os bilhetes são liberados a cada hora e a dica é comparecer ao local com pelo menos 30 minutos de antecedência.

As doações dos alimentos – tanto de quem reservou pela internet quanto de quem fará a retirada presencial dos ingressos – poderão ser realizadas diretamente no Museu, em caixas dispostas ao lado da bilheteria.

Devido à grande procura pelos ingressos desde a reabertura, desta vez a prorrogação da gratuidade se estende até março de 2023. A ação contra fome retoma uma parceria que o Museu já havia realizado com o SESC em junho de 2021, durante a pandemia. Sabe-se que a pandemia agravou a situação de insegurança alimentar da população brasileira. Nos últimos três meses, no entanto, houve uma sensível diminuição nas doações para ONGs e instituições que trabalham no combate à fome no país.

Doação de alimentos com Mesa Brasil SESC  

Agora, quem visitar o Museu do Ipiranga também pode contribuir para a campanha Ação Contra a Fome por meio do Programa Mesa Brasil SESC São Paulo. A participação é espontânea – a falta de doação não impedirá a entrada no Museu.

O Mesa Brasil é um programa de combate à fome e ao desperdício que conecta empresas doadoras e instituições sociais. Diariamente, as equipes fazem a coleta de doações e entregam alimentos que completam as refeições servidas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, em veículos caminhonetes, buscando minimizar a fome, a insegurança alimentar e o desperdício de alimentos.

Essa campanha, que agora ganha o apoio do Museu do Ipiranga, visa arrecadar alimentos não perecíveis, que são aqueles que podem ser armazenados em temperatura ambiente e consumidos até a data de validade. São alimentos importantes como ingredientes de uma alimentação adequada e saudável de uma família. A campanha aproveita para conscientizar a população sobre a importância da doação responsável, com itens de qualidade, facilmente coletados e dentro da validade.

O que doar: alimentos não perecíveis, embalados no prazo de validade como arroz, feijão, macarrão, óleo, leite em pó, sardinha em lata, milho em lata, ervilha em lata, molho de tomate e farinha de trigo.

Os mantimentos arrecadados serão distribuídos às instituições sociais de São Paulo cadastradas e beneficiadas pelo programa, como creches, atendimento a crianças e jovens, abrigos, centros de acolhida para pessoas em situação de rua, centros de convivência para idosos, entre outros. Saiba mais sobre o programa no site.

Museu do Ipiranga – USP

Entrada pela R. dos Patriotas, nº 20

Funcionamento: terça a domingo, das 11h às 17h (com última entrada às 16h30)

É obrigatório o uso de máscara nas dependências do Museu

Ingressos: troque um quilo de alimento não perecível pelo ingresso

Retire on-line pelo site ou na bilheteria do Museu.

(Fonte: Conteudonet)

Museu Florestal Octávio Vecchi apresenta programação de janeiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Museu Florestal Octávio Vecchi – Horto Florestal | Foto: Urbia.

O Museu Florestal Octávio Vecchi, instalado dentro do Parque Estadual Alberto Löfgren – Horto Florestal, é considerado um espaço imersivo no universo da botânica florestal em razão do acervo de árvores nativas brasileiras. Durante o mês de janeiro, o local oferecerá uma programação diferenciada aos seus visitantes. Confira a agenda de eventos:

Imersão na obra ‘Tríptico’, desenvolvida pelo artista Hélios Seelinger

Nos dias 14 e 15 de janeiro, das 11h às 12h e das 14h às 15h, haverá uma atividade imersiva no ‘Tríptico’, importante obra desenvolvida pelo artista Hélios Seelinger. Com duração de uma hora, a atividade será ministrada pelo supervisor do Museu Florestal, Vinícius Marangon. Para participar, é necessário adquirir ingresso, que custa R$15, inteira e R$7,50, meia entrada.

De modo a garantir uma experiência de qualidade, cada sessão tem lotação máxima de 20 visitantes, conforme a ordem de chegada. Os interessados devem comunicar o interesse em participar na bilheteria do Museu.

Investigação das pranchas que compõem a xiloteca do Museu Florestal  

A partir do dia 12 de janeiro, nas quintas-feiras do mês, a partir das 10h30, o Museu Florestal Octávio Vecchi disponibilizará aos visitantes atividades exploratórias acerca da variedade de itens que compõem a coleção de entalhes botânicos do local. A iniciativa pretende divulgar a história do Museu, ressaltando de que maneira e por quem esse acervo foi constituído, que tipos de vegetações estão representadas nas pranchas e em que locais do Parque Horto Florestal é possível localizá-las. Com duração de até 1h30, o evento acontece nos dias 12, 19 e 26 de janeiro.

Para participar, é necessário adquirir ingresso, que custa R$15, inteira e R$7,50, meia entrada. Os interessados devem comunicar o interesse em participar da atividade na bilheteria do Museu. Serão disponibilizadas 20 vagas.

Transporte público | Quem optar pelo transporte público poderá pegar uma das linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Parada Inglesa, algumas das alternativas são: 2740/41 Metrô Parada Inglesa–Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana–Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana–Vila Albertina.

(Fonte: Urbia Parques)

Reflexões sobre o fim do mundo: como seriam os humanos sem ninguém por perto?

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagine que você sobreviveu ao apocalipse. Todos os seus amigos e familiares morreram, e você é obrigado a passar o restante da vida tentando subsistir. A comida é quase inexistente, a água está poluída e os poucos sobreviventes que encontra podem ser seus piores inimigos. Quem você se tornaria neste cenário? Que atitudes estaria disposto a tomar para seguir em frente? Foi a partir dessas reflexões que Guilherme Rezk Basílio escreveu o livro “Contos do Apocalipse: Vida e Morte”.

Cada um dos 13 contos apresenta um novo protagonista que enfrenta diferentes problemas em meio ao caos. Em uma das narrativas, por exemplo, um homem abriu mão de um grande amor pelo trabalho e, quando o fim do mundo chegou, arrependeu-se da decisão e do seu passado. Outra personagem é uma mãe que faz o possível para sua filha não ser afetada pela violência que as rodeia.

Na obra literária, o autor convida o leitor a refletir sobre os sentimentos humanos e como as pessoas podem mudar quando são obrigadas a passar por situações extremas. Questões como amadurecimento, solidão, luto, afeto romântico, laços de amizade e os limites da bondade são levantadas durante a leitura.

Aquelas pessoas queridas com quem convivemos nos moldaram, nos permitiram existir da forma que vivemos.

Como estrelas, elas podem estar mortas hoje, mas ainda vemos seu brilho.

Sempre deveremos observar suas luzes e nos guiar por elas,

nos apaixonar pela vida que ainda temos e explorar as oportunidades dadas pelo universo.

Por isso, mesmo diante da morte, eu devo ser grato. (Contos do Apocalipse, pg. 71)

Guilherme Rezk apresenta ainda observações sobre a essência das pessoas ao ficarem distantes dos padrões da sociedade. “O que faríamos se não precisássemos nos adequar ao contexto social, pessoal, familiar e profissional?”, pondera ele, que começou a trabalhar nos contos em um momento também adverso.

Apaixonado pela literatura desde a infância, deixou seu lado criativo em segundo plano para focar na profissão de oficial da Marinha. Entretanto, durante o isolamento social, após contrair o coronavírus, decidiu retomar a paixão adormecida, ao mesmo tempo em que refletia sobre a situação em que estava inserido.

Assim surgiu “Contos do Apocalipse”, uma distopia capaz de propor reflexões para todos aqueles que viveram a pandemia e perceberam que o fim do mundo, às vezes, está bem perto da realidade.

FICHA TÉCNICA

Título: Contos do Apocalipse: Vida e Morte

Autor: Guilherme Rezk Basílio

Editora: Viseu Editora

ISBN/ASIN: B0B4GPK85B

Formato: 21 x 14 x 2 cm

Páginas: 167

Preço: R$54,90 (físico) e R$9,90 (e-book)

Onde comprar: Amazon.

Sobre o autor | Oficial da Marinha e hidrógrafo, Guilherme Rezk Basílio trabalha na área de apoio logístico aos navios de pesquisa das Forças Armadas do Brasil. Exerceu o ofício de piloto e, durante anos, fez viagens de navegação pelo mundo. Encantado pela literatura desde criança, costumava escrever cadernos com histórias de aventura; entretanto, deixou a criatividade de lado para focar na carreira. Quando a pandemia começou, voltou a tornar a escrita um hábito. Sua primeira obra foi o conto “A Cápsula” e, posteriormente, lançou ”Contos do Apocalipse: Vida e Morte”, seu livro de estreia.

Redes sociais: Instagram | Twitter | LinkedIn | Site.

(Fonte: LC – Agência de Comunicação)

Pelé é homenageado por mais de cem cartunistas em exposição

São Paulo, por Kleber Patricio

Arte: Monica Fukshuber.

A Associação dos Cartunistas do Brasil – ACB, que completa 35 anos em 2023, começa o ano com uma exposição importante para o futebol mundial. A mostra virtual “LOVE: Pelé pelos craques do traço” reúne mais de cem trabalhos de cartunistas de todo o Brasil, e alguns de fora do país, dentro do site HQMIX.

Desenhistas como Dálcio, Mauricio de Sousa, Paffaro, Fernandes, Baptistão e Manga, entre outros, participam da homenagem e mostram quanto o estilo de cada um se completa nesta necessária exposição ao Rei Pelé, reverenciado em todo mundo nesta sua passagem da vida na Terra para a eternidade.

Pelé sempre reconheceu a importância das charges e caricaturas em sua vida de jogador. Em um texto seu publicado na abertura do livro “Gol de Bico – Brasil nas Copas” (2013), de JAL e Gualberto Costa pela Editora Panini, Pelé fala: “Um dia, já profissional e com um nome no Santos, ouvi um locutor dizer no rádio que eu desenhava bem as jogadas, os dribles e, principalmente, os gols. Então, de certa forma, cheguei à conclusão de que também sei desenhar. Só que com os pés. Isso só demonstra que as artes do futebol e do traço estão próximas. E que as caricaturas e charges que aparecem na imprensa, antes e depois dos jogos, são parte do espetáculo do futebol. Sem elas, ficaria tudo muito menos alegre e emocionante”.

Arte: Mauricio de Sousa.

Curador da mostra, o cartunista e presidente da ACB, José Alberto Lovetro (JAL), complementa: “A história do futebol passa pelas mãos desses cartunistas, e Pelé é um dos mais homenageados pelos artistas nesse esporte que é paixão entre os brasileiros”.

Sem data para encerrar, a exposição sempre será atualizada, com outros cartuns sendo incorporados ao site.

(Fonte: Way Comunicações)

Ícones da nova cena musical brasileira, Chico Chico e Castello Branco em caravana de peso

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Facebook.

“Essa é a hora da colheita de Chico Chico” – com essa frase, o artista define seu momento artístico depois de rodar várias cidades do Brasil com o show do álbum Pomares. Agora Chicão saboreia uma deliciosa fase com a nova formação da banda. Esse novo formato no palco deixa em evidência o lado mais roqueiro do artista e potencializa as composições do álbum, mostrando um lado mais maduro dele.

O filho de Cássia Eller, que vive música desde o ventre, se apresenta no Brasuca, em Campinas, no próximo dia 20, no palco com Castello Branco, outro importante nome da nova cena da MPB, com ingressos disponíveis aqui, dentro do projeto #verãonobrasuca.

Castello cresceu em um monastério com influências não convencionais. Foi esse ambiente que o tornou um artista sensível o suficiente para tocar o coração de seus ouvintes e envolve-los em um ritmo de êxtase musical. Tem cinco discos lançados e singles em parceria com grandes nomes, como Zelia Duncan, Duda Beat, Rubel e Mahmundi, dentre outros. Foi tema de duas novelas da Globo e uma final de BBB, além de ter consolidado sua carreira no exterior.

Foto: MultiIngressos.

Castello traz em seu novo show, SolarPunk, a temática de seu último álbum – esse movimento artístico que propõe enxergar um futuro sustentável para a humanidade mesmo com seus desafios contemporâneos. “É pelo chão que se chega ao céu”. Sincronicamente, essa temática acaba traduzindo também toda a trajetória de Castello Branco, que proporciona, nesse show, um passeio entre seus álbuns anteriores.

O que tem tudo a ver com a pegada sustentável e acolhedora do Brasuca Multicultural e seus propósitos. E toda a agenda da casa é pautada nesses critérios, como os produtores reforçam nas mídias sociais e fazem questão de viver no dia a dia.

Chico Chico e Banda Banda!

O grupo de Chicão agora é um potente power trio com Pedro Fonseca nos teclados e sintetizadores, Thiaguinho Silva na bateria e percussão e o próprio Chico Chico na voz e violão. Essa pegada mais roqueira dá novo vigor para outras interpretações que o artista já vinha apresentando no repertório.

Chico Chico, cantor e compositor carioca, deu seu primeiro passo profissional na música em 2015 com o projeto ‘2×0 Vargem Alta’, CD de repertório basicamente autoral. A partir daí, começaram os mais diversos encontros. Ele também colecionou participações especiais, antes da pandemia, em shows e/ou discos de parceiros como Ana Cañas, Posada, Troá, Daíra, Pedro Luís e Orquídeas do Brasil, além de Duda Brack, sua parceira de palco e composições.

Chico, no fim de 2020 prestou reverência a muitas de suas referências musicais (Itamar Assumpção, Luiz Melodia, Sergio Sampaio) no disco ‘Onde?’, lançado em parceria com Fran. Logo no começo de 2021, Chico Chico lançou singles como a marchinha de carnaval ‘Gatos Pingados’, ‘Fortuna e Paz’, parceria com o cabo verdeano Mário Lúcio, e uma releitura de ‘Eu Nem Ligo’, de Gonzaguinha. Agora prepara seu primeiro trabalho solo em avançado processo de gestação, previsto para ser lançado antes do final do ano.

Serviço:

Shows Chico Chico + Castello Branco

Quando: 20 de janeiro, a partir das 22h

Ingressos: https://www.multiingressos.com.br/evento/639/Castello_Branco__Chico_Chico

O Brasuca fica na Avenida Santa Isabel, 200, Barão Geraldo, Campinas/SP.

(Fonte: Silvania Silva Assessoria de Imprensa)