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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Itaú Cultural estreia “Dolores – minha composição”, que põe foco na vida e obra de Dolores Duran

São Paulo, por Kleber Patricio

Rosana Maris como a protagonista no espetáculo “Dolores – Minha Composição”. Fotos: Águeda Amaral.

Uma mulher poderosa, à frente do seu tempo, uma artista fugaz, que produziu muito, morreu jovem e não teve o merecido reconhecimento – esse ícone da Música Popular Brasileira é o centro de “Dolores – Minha Composição”, espetáculo que estreia no Itaú Cultural em 23 de março de 2023. Rosana Maris dará vida à artista no espetáculo, que fica em cartaz gratuitamente até 16 de abril, de quinta a sábado, às 20h e domingos e feriados às 19h.

Com concepção, dramaturgia e atuação de Rosana Maris, direção e cenografia de Luiz Fernando Marques (Lubi), direção musical de Fernanda Maia e preparação da atriz de Denise Weinberg, o espetáculo apresenta planos de realidade que se entrecruzam para compor uma trama em que seja possível fazer dialogar ficção e realidade, passado e presente.

Dolores Duran viveu seu auge nas décadas de 1940 e 1950, produzindo dezenas de significativas composições, mesmo convivendo em um universo masculino, branco, preconceituoso e extremamente conservador e conseguindo ser uma mulher independente sendo negra, artista e pobre.

A concepção e dramaturgia são da Rosana, na busca de resgatar e dar mais luz à trajetória da artista carioca. “Eu creio que a Dolores se comunica demais com as plateias de hoje, com tudo que ela representava lá nos anos 1940/50, por ela ser essa pessoa que estava muito à frente da época. Além disso, vamos fazer no espetáculo uma homenagem para a maior compositora do país”, explica ela.

E o encontro com o Lubi só fez potencializar a história, já que o diretor também tinha planejado, anos atrás, fazer uma criação teatral sobre Dolores. “Ela foi a primeira artista que eu pesquisei com um olhar para tentar fazer uma montagem por ela ser esse primeiro eu lírico feminino na música brasileira, com um volume de produção e nessa perspectiva da intimidade do feminino eu acho que Dolores é icônica”, lembra o diretor.

“Dolores – Minha Composição” contempla tanto a vida dela, sua história, quanto seu relacionamento com grandes figuras da música brasileira, como Maysa, Tom Jobim e Vinicius de Moraes. “Eu brinco como atriz na peça – uma atriz que conta para o público que teve um sonho com Dolores e, a partir daí, ela quer brincar com o sonho de ser Dolores Duran”, conta Rosana.

A dramaturgia parte desse princípio: de uma atriz tentando ser essa monstra da música. “E a partir disso, o que se assemelha com a gente, quais são os lugares que se conectam comigo, quando você fala isso eu penso igual – essas instâncias. Quando você olha para um ídolo e parece que é uma continuação de pensamento, de vida e de história. Eu acho essa mulher extraordinária e todo mundo precisa conhecer Dolores Duran”, completa.

Para traduzir o universo de Dolores, a dramaturgia utilizou pontos da biografia da artista – uma mulher negra, que mesmo passando boa parte da vida artística solteira, conseguiu exercer e ocupar os lugares que ela ocupou. “Do ponto de vista da obra artística, é interessante porque, de uma maneira geral ,é senso comum você colocá-la naquele lugar do samba-canção, da fossa. Mas se hoje olharmos com esses olhos da solidão da mulher negra, do patriarcado, do machismo estrutural, você começa a enxergar essas letras também como um protesto, como um grito ou de socorro ou de alerta ou de denúncia, às vezes, mesmo”, conta Lubi. “É interessante você pensar que ela é bossa nova; antes da bossa ser nova, ela já aponta na composição dela fundamentos e dinâmicas artísticas que depois foram se consolidar. E poucas vezes dão esse mérito para ela”, complementa o diretor.

Show espetáculo

A ação se passa em três ambientes diferentes: em um bar, em um show e na casa da artista. Em cena, a atriz (Rosana), a cantautora (Dolores) e a plateia têm um encontro para eclodir questões que dizem respeito ao amor, sonhos, a solidão nas grandes cidades, a opressão sofrida pelas mulheres, os entraves e preconceitos contra as mulheres livres, as questões ligadas à construção de identidade racial etc. Rosana interpreta canções compostas por Dolores ao vivo, acompanhada de um trio de músicos – Marcelo Farias, Pedro Macedo e Rodrigo Sanches.

O eixo principal é a biografia de Dolores, colocando em cena histórias emblemáticas que fizeram parte de sua vida, como as que cercam as canções compostas e interpretadas por ela, tudo acompanhado pelos músicos, seus grandes sucessos e parcerias. Além das canções mais conhecidas, como “A Noite do Meu Bem” e “Fim de Caso”, há outras importantes na trajetória de Dolores, que falavam dos seus amores, da sua carreira, da sua vida e dos momentos importantes pelos quais passou. “As canções vão costurando a história do espetáculo de acordo como elas se relacionam com a personalidade da Dolores e com os momentos da carreira dela. Em alguns momentos elas são mais ilustrativas, de momentos específicos da carreira dela, ou às vezes elas vão traduzir algum sentimento que a Dolores descrevia em suas letras”, conta Fernanda Maia, que faz a Direção Musical do espetáculo.

“O processo de criação de ‘Dolores – Minha Composição’ é um processo muito delicado, porque não é uma questão de copiar a Dolores Duran, porque isso é impossível. É mais uma apropriação do universo dela, de suas músicas, de seu temperamento”, explica Denise Weinberg, que faz a direção da preparação da atriz. “Nós estamos indo mais pelos estados emocionais do que propriamente fazendo uma cópia física da Dolores, o que eu acho muito perigoso, principalmente em teatro”, completa.

O espetáculo parte do desenvolvimento de linhas temáticas distintas, planos de realidade que se entrecruzam para compor uma trama, em que seja possível fazer dialogar, ficção e realidade, passado e presente, tendo como eixo principal a vida de Dolores.

Dolores Duran – Vivendo sem concessões

Nos anos 1950, uma artista negra, de origem humilde, que viveu a vida como quis, subvertendo padrões, revolucionou a música brasileira, com dezenas de canções que provocam até hoje sentimentos fortes que vão de saudades e espera à solidão e ternura, sempre carregando em seus versos amor e dor.

Adiléia da Silva Rocha nasceu na periferia do Rio de Janeiro, em 1930, filha de um sargento da Marinha (que faleceu quando ela tinha apenas 12 anos). O primeiro prêmio foi aos 10 anos de idade, no Programa de Ary Barroso, “Calouros em Desfile”. Aos 16 anos, adotou o nome artístico. Autodidata, cantou músicas em inglês, francês, italiano e espanhol – a versão dela para o clássico estadunidense “My Funny Valentine” ganhou elogios da compositora da canção, Ella Fitzgerald.

A estreia de Dolores em disco foi em 1952, gravando dois sambas para o Carnaval. Três anos depois, casou-se com o radioator e músico Macedo Neto (1955) e foi vítima de um infarto e, ao não seguir as recomendações médicas, teve complicações de saúde.

Foi uma das únicas parceiras mulheres a compor com Tom Jobim – “Estrada do Sol”, “Se é Por Falta de Adeus” e “Por Causa de Você”. Compositora e letrista, até hoje faz sucesso com canções como “A Noite do Meu Bem”, “Castigo”, “Fim de Caso” e “Solidão”. Mas também teve outros parceiros musicais, como Chico Anysio (“Prece de Vitalina”), Carlos Lyra (“Se Quiseres Chorar”, “O Negócio É Amar”) e Billy Blanco (“Céu Particular”).

Morreu em 23 de outubro de 1959, com 29 anos, de ataque cardíaco.

Rosana Maris vivendo a compositora Dolores Duran

Quem dá vida à Dolores Duran é a atriz, produtora cultural, dubladora e locutora Rosana Maris. Começou a trabalhar como atriz em 2003 e, desde então, fez dez produções teatrais trabalhando, principalmente, com os diretores Ewerton de Castro, Flavia Pucci, Gabriela Rabelo, Enio Gonçalves, Barbara Bruno, Lauro Cesar Muniz e Inês Aranha, entre outros. Como produtora cultural, participou de mais de 12 produções teatrais, trabalhando com importantes grupos de SP e também em parceria com o Instituto Cultural Capobianco.

Em 2017, começou a trabalhar como atriz no audiovisual e nesse setor já fez mais de 13 trabalhos; entre os mais recentes, se destacam a personagem Jussara, na série “Sintonia”, que está prestes a estrear a 4ª temporada; também esteve na série “Cidade Invisível’, de Carlos Saldanha, “Mal Me Quer”, de Ian SBF, e em “Hard”, direção de Rodrigo Meirelles. Nos longas-metragens, esteve em “Dez horas para o Natal”, de Cris D’Amato; “Dois mais Dois”, roteiro e direção de Marcelo Saback; “O Papai é Pop”, direção de Caíto Ortiz; “O Santo Maldito”, direção de Gustavo Bonafé e “Pedágio”, da Biônica Filmes, com direção de Carolina Marckovicz.

Sinopse | “Dolores – Minha Composição” conta a história de um dos maiores ícones da música popular brasileira: Dolores Duran. Mulher à frente de seu tempo, que viveu seu auge na década de 1950, mesmo transitando em um universo masculino, preconceituoso e extremamente conservador e sendo negra, artista e pobre. O espetáculo mostra a trajetória da artista a partir de um encontro entre a atriz que a interpreta e a personagem representada, quando passam a eclodir entre elas questões que dizem respeito à solidão, ao amor, aos sonhos, à opressão e às questões ligadas à construção de identidade racial. O espetáculo apresenta planos de realidade que se entrecruzam para compor uma trama em que seja possível fazer dialogar, ficção e realidade, passado e presente tendo como eixo principal a biografia dessa personagem, tão importante da música brasileira, que trará a cena tantas histórias emblemáticas que fizeram parte de sua vida, como as que cercam as canções compostas e interpretadas por ela, tudo acompanhado por um trio de músicos que tocarão seus grandes sucessos e parcerias.

Ficha Técnica

Concepção e Dramaturgia – Rosana Maris

Direção e Cenografia: Luiz Fernando Marques (Lubi)

Direção Musical – Fernanda Maia

Atriz – Rosana Maris

Preparação da Atriz – Denise Weinberg

Figurinos – Yakini Rodrigues

Preparação Vocal – Gilberto Chaves

Orientação Corporal – Janette Santiago

Músicos – Marcelo Farias, Pedro Macedo, Rodrigo Sanches

Lighting Design – Wagner Pinto

Assistência de Direção – Gabi Costa

Design de Som – João Baracho

Voz em off – Rodrigo Mercadante

Visagismo (Cabelo e Maquiagem) – Dicko Lorenzo

Design Gráfico – Fabio Viana

Direção de Produção – Daniel Palmeira

Produção/Idealização – Bem Te Vi Produções Artísticas.

Serviço:

Dolores – Minha Composição

De 23 de março a 16 de abril de 2023

Horários: quinta, sexta e sábado, às 20h, e domingos e feriados, às 19h

Sala Itaú Cultural (Piso Térreo)

Capacidade: 224 lugares

Itaú Cultural

Av. Paulista 149 – Bela Vista, São Paulo – SP

Entrada gratuita

Reservas de ingressos na semana anterior às sessões através plataforma INTI – acesso pelo site do Itaú Cultural www.itaucultural.org.br

Essa temporada contará com acessibilidade em libras em todas as sessões.

(Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

O que comer na Feira da Liberdade, em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: José Cordeiro.

O bairro da Liberdade, na região central de São Paulo, é conhecido nacional e internacionalmente por ser um reduto oriental fora da Ásia. Além de ser considerado a maior comunidade japonesa fora do Japão, o bairro também abriga imigrantes oriundos da China, Coreia, Tailândia, Filipinas e outros destinos da região, o que resulta numa fusão de muitas culturas e sabores.

A gastronomia é um dos grandes atrativos do bairro, com seus restaurantes autênticos, empórios e lojas que comercializam produtos típicos para o preparo dos pratos cada vez mais populares entre os brasileiros. Além disso, todos os finais de semana, acontece a Feirinha da Liberdade na praça de mesmo nome, que é um lugar imperdível para quem quer experimentar a culinária japonesa e outras iguarias asiáticas.

Foto: Rogério Cassimiro.

Ali, além de pratos já conhecidos, como o yakisoba, o gyoza e o tempurá, há outras delícias que podem ser experimentadas, tais como takoyaki – bolinhos de polvo em forma de bola, okonomiyaki – uma espécie de panqueca com recheio variado, mochi – bolinhos de arroz com recheio de frutas ou pasta de feijão doce, karaage – frango frito em pedaços, e muito mais.

A feira também oferece uma grande variedade de frutas exóticas, chás e outros produtos alimentícios asiáticos, como noodles, doces – como o Bubble Waffle, bastante instagramável –, conservas e condimentos. É uma ótima oportunidade para experimentar sabores diferentes e conhecer a cultura culinária asiática.

Para conhecer e degustar com calma todas as iguarias da feirinha da Liberdade, a dica é se hospedar no Nikkey Palace Hotel. O hotel é tradicional no bairro, com mais de 30 anos de história e está localizado na rua Galvão Bueno, próximo da praça da Liberdade, mas ao mesmo tempo isolado da grande concentração de pessoas.

Foto: Rogério Cassimiro.

O empreendimento conta com 99 apartamentos distribuídos em 3 categorias (Standard, Bem-Estar e Suíte), todos equipados com ar-condicionado, TV a cabo e cofre – além de banheira em algumas unidades.

Completando a experiência gastronômica do visitante, possui também um restaurante aberto do café da manhã ao jantar, que oferece um completo buffet de gastronomia oriental – principalmente japonesa e chinesa – combinado a pratos brasileiros. O espaço, que também conta com decoração tipicamente oriental, inclusive as Ozashiki (salas de tatame japonesas), além do café Itigo Itie, com um ambiente agradável e charmoso que proporciona aos clientes a sensação de estar nos melhores ambientes dos cafés orientais.

Mais informações: www.nikkeyhotel.com.br.

(Fonte: Assimptur)

Cia. Lúdica estreia temporada gratuita do espetáculo “A Professora” em homenagem a educadores

Guarulhos, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

No mês de março de 2023, a Cia. Lúdica (@cialudica), companhia de teatro paulistana fundada por Marcya Harco e Paulo Drumond, inicia a temporada de circulação do espetáculo “A Professora”, que integra as ações do projeto A Professora, contemplado pelo Edital ProAC n° 02/2022, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

No dia 29 de março (quarta-feira), às 20h, a apresentação será no Teatro Adamastor, em Guarulhos. Dia 30 de março (quinta-feira), em Barueri, às 20h, na Sala Ruy Ohtake – Praça das Artes. Dia 31 de março, às 20hs, no Teatro Glória Giglio, em Osasco.

O espetáculo é inspirado na observação de algumas educadoras que participaram de uma temporada realizada pela Cia. Lúdica, em 2019, com a ideia de promover um espetáculo imersivo propondo trocas e reflexões sobre a relação sensível que se estabelece entre estudantes e professores em sua convivência artística e existencial.

A história gira em torno da personagem Cícera, uma professora de educação artística de uma escola pública que também coordena um grupo de performance com algumas alunas. Dedicada e inventiva, ela instiga os estudantes com atividades artísticas dentro e fora da escola, mediando e facilitando o diálogo entre a classe, inspirando-os a descobrir outras formas de sentir, de lidar com o mundo e com a realidade que os cerca, sendo capazes de discernir sobre as escolhas em suas vidas futuras. Cícera torna-se uma confidente pessoal dos mais próximos, até que um grave acontecimento interfere na realidade do grupo, provocando riscos e ameaças a todo o seu círculo de convivência, fazendo com que a professora e sua turma tenham que tomar decisões cruciais para resolverem o infortúnio.

No espetáculo, mesclam-se imagens das cenas entre os estudantes em suas performances artísticas e dos impasses de familiares e figuras chave da trama, diante do enfrentamento de perigo iminente, vividos pelo grupo que envolve a professora. Com direção de Marcya Harco e dramaturgia de Paulo Drumond, o espetáculo conta com um elenco de dez integrantes e uma estética minimalista.

A Cia. Lúdica é conhecida por, através de suas obras, propor experiências que propiciam múltiplas percepções sobre o teatro e outras linguagens artísticas, incitando reflexões acerca da condição humana ante a sociedade e o meio ambiente.

Informações: www.instagram.com/cialudica, www.facebook.com/cialudica e https://cialudica.com.br.

Ficha Técnica

Encenação – Marcya Harco | Dramaturgia/Roteiro – Paulo Drumond | Coordenação de Pesquisa Dramatúrgica – Carlos Meceni | Elenco: Marcya Harco, Paulo Drumond, Érica Franze, Victor de Seixas, Camila Donadão, Zu Aguiar, Cássia Carvalho, Roberto Lopes, Natália Camilo, Pitter Guimarães | Coreografia da performance de dança (Jennifer) – Érica Franze | Texto da performance (Sofia) – Natália Camilo | Performance atuação/poesia (Clarice) – Camila Donadão | Trilha sonora – Marcya Harco | Operador de som performer – Alex Nogueira | Assessoria de Imprensa – Luciana Gandelini |Produção executiva – Joyce Nogueira | Produção/Administração – Cia. Lúdica/Sonhos de Uma Noite Produções Artísticas .

Serviço:

Espetáculo “A Professora” com Cia Lúdica

Sinopse: O espetáculo narra circunstâncias em torno da professora Cícera, que junto ao seu grupo de estudantes criou um coletivo de performance, no qual desenvolvem atividades artísticas como teatro, dança e música. Por detrás do universo da arte, onde florescem os sonhos desses jovens, a busca por conhecer e transformar o mundo, o desejo de realização profissional e liberdade de viver, são surpreendidos por uma condição de vulnerabilidade que gera risco de perigo ao grupo e aos seus familiares. Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Quando: 29 de março de 2023 (quarta-feira) – Horário: 20h

Onde: Teatro Adamastor – Endereço: Av. Monteiro Lobato, 734 – Macedo – Guarulhos – SP

Quando: 30 de março de 2023 (quinta-feira) – Horário: 20h

Onde: Sala Ruy Ohtake – Endereço: Rua Ministro Rafael de Barros Monteiro 225 – Barueri – SP

Quando: 31 de março de 2023 (sexta-feira) – Horário: 20h

Onde: Teatro Glória Giglio – Endereço: Av. dos Autonomistas, 1533. Vila Campesina, Osasco – SP.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Luciana Gandelini)

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba apresenta concerto “Música Fantástica”

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Encontro, que acontece em abril, no Ciaei, reúne poemas orquestrais e tem entrada gratuita. Foto: Felipe Gomes.

A temporada 2023 da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba (OSI) tem novo encontro no próximo dia 1º de abril, em uma noite repleta de poesias musicais, que integrarão o repertório escolhido para o concerto ‘Música Fantástica’. O encontro acontecerá a partir das 20h na sala Acrísio de Camargo, no Ciaei, em Indaiatuba (SP), com participação do violinista Adonhiram Reis. As obras escolhidas para a noite são do francês Saint-Saëns e do russo Rimsky-Korsakov. A direção e a regência são do maestro Paulo de Paula e a entrada é gratuita.

O concerto

A obra “Dança Macabra”, de Camille Saint-Saëns (1835-1921), abre a noite. Conhecida também como “Dança da Morte”, a peça é inspirada em um poema de mesmo nome, do escritor Henri Cazalis, que narra a história do personagem Morte, que, em 31 de outubro (Dia das Bruxas), tem o poder de dar vida aos mortos e obrigá-los a dançar até o amanhecer.

A história começa com o relógio batendo à meia noite, que é representado, na obra, pela harpa repetindo doze vezes a mesma nota. A morte então, afina seu violino e organiza uma dança entre nobres e mendigos, simbolizando que, independente da condição social, todos terão o mesmo fim. Na sequência, entra o segundo movimento, no xilofone, evocando a dançar a trupe de esqueletos e fantasmas. A festa fica cada vez mais animada até que, com o cantar do galo, todos se dispersam e desaparecem. A obra se encerra com a despedida da figura sombria mediante à uma triste melodia. Vale ressaltar que Saint-Saëns foi um dos compositores franceses mais importantes de seu tempo, sendo famoso por suas obras enigmáticas.

Dando continuidade à noite de ‘contação de histórias’, “Sherazade” (Suíte Sinfônica), de Nikolai Rimsky-Korsakov, será performada. “Esse magnífico poema sinfônico foi inspirado no livro ‘As Mil e Uma Noites’ e cada movimento faz referência a uma história do livro”, destaca o maestro da Sinfônica, Paulo de Paula.

A narrativa descreve o sultão Shahriar, que, após a noite de núpcias, tem por hábito executar suas esposas; entretanto, Sherazade se mantém viva contando ao marido uma sucessão de histórias pelo período de mil e uma noites. Tomado pela curiosidade, o monarca posterga sua execução dia após dia e, ao final, acaba abandonando para sempre essa resolução sanguinária. A peça é dividida em quatro principais movimentos: O mar e o navio de Sindbad, A história do príncipe Kalandar, O jovem príncipe e a jovem princesa e Festival em Bagdad – O mar – O naufrágio do bar nas rochas.

O compositor Rimsky-Korsakov foi um dos mais brilhantes orquestradores da música sinfônica. Sua habilidade em combinar os diversos timbres da orquestra pode ser ouvida em diversas obras, principalmente nesta que foi escolhida para encerrar o concerto. “Se na peça ‘Dança Macabra’ o violino dá voz à morte, na obra de Korsakov o instrumento representa a própria Sherazade, a contadora destas histórias fantásticas que permeiam todo o poema sinfônico”, ressalta o maestro.

O violinista Adonhiram Reis é o solista convidado do concerto de abril. Foto: João Salamonde.

Convidado | Para representar tanto a Morte, quanto Sherazade, a Sinfônica de Indaiatuba recebe o solista Adonhiram Reis. Exímio violinista e professor de instrumento na Unicamp (Universidade de Campinas), estudou com bolsa na Fundação Vitae, em Paris, e se apresentou por diversos países ao lado de grandes nomes do ramo, como Antonio Meneses, Bruno Giuranna e Hagai Shaham. Entre os anos de 2018 e 2020, foi professor de violino da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Hoje, além de docente, regularmente se apresenta nos principais palcos e festivais do Brasil e é membro do Quarteto Carlos Gomes, que já lançou três discos sob o Selo SESC, tendo o álbum “Carlos Gomes, Alexandre Levy e Glauco Velásquez” (2018) recebido o prêmio Bravo! de melhor disco erudito do ano. Em 2019, publicou um livro sobre a prática de quartetos de cordas e atualmente lidera um grupo de pesquisa no CNPq intitulado Grupo de Estudos da Performance de Instrumentos de Cordas (GEPInC).

Como assistir | Para conferir a apresentação, recomenda-se chegar meia hora antes, pois a disponibilização dos lugares é por ordem de chegada.

A realização é da Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, e conta com patrocínio master da Toyota e patrocínio da Tuberfil e Plastek, por meio da lei federal de incentivo à cultura e do Programa de Ação Cultural do Governo do estado de São Paulo. A Sala Acrísio de Camargo fica no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba), situado na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665, Jardim Regina — Indaiatuba (SP).

Serviço:

Concerto ‘Música Fantastica’ com a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Data: 1/4 l Horário: 20h

Entrada gratuita e por ordem de chegada

Local: Sala Acrísio de Camargo – Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba) – Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665 – Jardim Regina, Indaiatuba (SP) – mapa aqui.

Sobre a Amoji | A Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba) é responsável pela manutenção da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, que vem se destacando por sua intensa atuação na divulgação e popularização da música orquestral realizando, anualmente, mais de uma dezena de concertos gratuitos com participação de músicos do município de Indaiatuba (SP) e solistas de renome. Promove também o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que disponibiliza masterclasses para estudantes de música de todo o Brasil e uma programação cultural de concertos para a comunidade.

Instagram: orquestrasinfonicadeindaiatuba | Facebook: orquestra.deindaiatuba.

(Fonte: Armazém da Notícia)

No mês que celebra as mulheres, elas dão o tom na programação da última semana de março no SESC Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Mediação de leitura com Coletivo Cafuzas. Foto: Melquior Brito.

Para marcar as atividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o SESC Campinas preparou uma série de ações com foco nas mulheres, começando com a “Contação de Histórias com Coletivo Cafuzas – A Mulher Pode Ser o Que Ela Quiser” (dia 25/3, sábado, das 14h às 15h, no Espaço Arena. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos). Para conhecer e inspirar, o Coletivo Cafuzas traz histórias de grandes mulheres brasileiras. Meninas que voam na altura das nuvens, meninas que nadam com os peixes, meninas que correm atrás da bola, meninas que olham para o céu. Meninas podem escolher a profissão de seus sonhos, assim como os meninos. Inspiradas no livro “50 brasileiras incríveis para conhecer antes de crescer”, da Débora Thomé, as narradoras do Coletivo Cafuzas convidam as pessoas a conhecerem histórias como a de Ada Rogato, a primeira aviadora a cruzar sozinha os céus das Américas; a de Marta, a jogadora de futebol com mais gols marcados pela seleção brasileira e outras heroínas reais.

A escritora Aline Bei. Foto: acervo pessoal.

Ainda para festejar as mulheres, o SESC convida para o “Bate-Papo com Aline Bei” (dia 25/3, sábado, das 15h às 16h30, no Espaço Arena. 14 anos. Atividade aberta, sem retirada de ingressos), escritora premiada, que faz a curadoria dos livros que estão no projeto “Na Estante” nos meses de março e abril. Jovem, irreverente, dona de um estilo literário único, Aline Bei surgiu como um dos nomes mais promissores da literatura contemporânea do país. Formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena, Aline publicou em 2017 o seu primeiro romance: “O Peso do Pássaro Morto”. A obra, lançada pela Editora Nós, chamou a atenção da crítica especializada e conquistou os leitores. Com o livro, a escritora venceu o Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de autor estreante com menos de 40 anos. É autora, também, do livro “Pequena Coreografia do Adeus”.

Yayá Massemba. Foto: Walli Fontenele.

Nesta última semana de março, a música também é comandada por mulheres. A programação começa com “Yayá Massemba” (dia 25/3, sábado, às 16h, no Jardim do Galpão. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos). O grupo Yayá Massemba surgiu na Chapada Diamantina (BA), em 2018. É formado por Ana Tomich, Priscilla Oliveira, Ive Farias, Bhakti Eloi e Aline Silveira. Juntas, elas buscam dar visibilidade à produção criativa de mulheres como cantoras, instrumentistas e compositoras, além de promover encontros entre diferentes gerações do samba, a exemplo das mestras Aurinda do Prato, Bete de Arembepe e Drª Dalva Damiana, guias para a criação do projeto “De umbigo a umbigo”, que destaca o samba de roda e as composições autorais, numa homenagem às mestras e aos corridos do samba de roda. O show “De umbigo a umbigo” reúne canções autorais, poesias, releituras do samba de roda e dança. A sonoridade é baseada nas expressões da origem do samba, sobretudo do Recôncavo Baiano. O trabalho autoral também apresenta influências das obras de Leci Brandão e Dona Ivone Lara, entre outras mestras do samba.

A cantora Tassia Reis. Foto: Sthefany.

A sonoridade brasileira continua com o show “Tássia Reis Canta Alcione” (dia 30/3, quinta, às 20h, no Teatro, ingressos: R$10, R$15, R$30. 14 anos. Ingressos à venda no link  https://www.sescsp.org.br/programacao/tassia-reis-canta-alcione-2/, nas bilheterias das unidades, no App Credencial SESC SP ou pelo link https://centralrelacionamento.sescsp.org.br). A Marrom, como Alcione carinhosamente é chamada, completa 50 anos de carreira e emociona fãs, como a cantora Tássia Reis, por cantar a afetividade preta de um jeito sincero, real e único. No setlist, entre clássicos e hits, Tássia imprime a sua marca e embala o público em faixas como “A Loba”, “Figa de Guiné”, “Não Deixe o Samba Morrer” e “O Surdo”. As apresentações são a pedida perfeita para quem gosta de samba, jazz, blues, soul e música brasileira. O show é produzido por Fejuca, produtor musical de espetáculos e discos de artistas como Liniker, Emicida e outros.

Cena do filme “O quebra-cabeça de Tarik”.

Já, a programação de cinema conclui, esta semana, o ciclo sobre Ficção Científica Brasileira, com a mostra “Curtas de Ficção Científica” (dia 28/3, terça, às 19h, no Teatro. Grátis. 12 anos. Retirada de ingressos limitados na Loja SESC, no dia da atividade, a partir das 18h). Serão apresentados os curtas “O Quebra Cabeça de Tarik”, com direção de Maria Leite. Em seu laboratório subterrâneo, o cientista Tarik se prepara para receber a peça fundamental do seu grande projeto de vida. (Brasil | 2014 | 19 min.); “Casulos”, direção de Joel Caetano. Ela só queria descansar, mas algo vindo de muito distante atrapalha seus planos. (Brasil | 2017 | 13 min.); e “Sideral”, de Carlos Segundo. Em um futuro incerto, o Brasil tem seu primeiro foguete tripulado lançado pela Barreira do Inferno, em Natal – RN. Esse acontecimento científico provoca mudanças na vida de uma família. O curta concorreu à Palma de Ouro da 74ª edição do Festival de Cannes em 2022. (Brasil | 2021 | 15 min.).

Após a sessão dos curtas, haverá um bate-papo com Alfredo Suppia, professor, pesquisador e autor de diversos livros e trabalhos acadêmicos sobre o tema, e os curadores da mostra Mariana Zani (produtora) e Joel Caetano (roteirista e diretor). Eles vão falar sobre as características do cinema de ficção científica no Brasil do ponto de vista histórico, social e cultural, comentar os curtas exibidos e bater um papo com a plateia sobre esse gênero tão apreciado por aficionados por cinema.

Batucada (Agogo). Foto: Juliana Hilal.

Quem curte Carnaval pode aproveitar a “Batucada” (dias 26/3 e 2/4, domingos, das 10h às 12h, no Espaço Arena. Grátis. 10 anos. Inscrições limitadas no local a partir dos 30 minutos que antecedem a atividade), oficina prática de percussão carnavalesca com a bateria do Bloco do Cupinzeiro. Na oficina, serão apresentados os instrumentos básicos de uma bateria de escola de samba: surdo, tamborim, caixa, agogô, ganzá e repinique. Os participantes terão ainda contato com diferentes ritmos, como o samba-enredo, o ijexá e o samba-reggae.

Mural de Ilustração Botânica. Foto: Juliana Florentino.

Nas artes plásticas, a artista visual Juliana Florentino comanda o processo artístico aberto “Mural de Ilustração Botânica” (dias 25 e 26/3, sábado e domingo, das 10h às 18h, no Espaço de Tecnologias e Artes. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos). Trata-se de uma intervenção artística com a temática da ilustração botânica de espécies presentes na região de Campinas. A proposta é auxiliar a identificação de determinadas plantas por meio do apelo estético do mural que será construído e que contará com os nomes científicos e populares das plantas. Durante a pintura, o público poderá acompanhar o processo e conversar com Juliana Florentino, artista visual graduada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) Bauru, que teve como linha de pesquisa a ilustração botânica e os seus processos de criação.

Investir na criança é o caminho para preparar o futuro. Nesse sentido, o SESC Campinas mantém uma série de atividades regulares para o público infantil, como o “Espaço de Brincar”, “Tanque de Areia”, “Corpos Brincantes” e “Fazendo Arte”, entre outros, e toda a programação com entrada gratuita.

“Tatá – Uma história ao redor do fogo”. Foto: Acervo Cia Fios de Sombra.

Na última semana de março, a unidade preparou dois espetáculos para brindar os pequenos espectadores. A estreia de “Tatá – Uma História ao Redor do Fogo” (dia 24/3, sexta, às 19h, no Jardim do Galpão. Grátis. Melhor aproveitado por crianças a partir de 6 anos acompanhadas por uma pessoa responsável adulta. Atividade aberta, sem retirada de ingressos), uma produção da Cia. Fios de Sombra. O espetáculo alerta para os cuidados que devem ser tomados quando a noite cai na floresta e a escuridão toma conta de tudo. Ao se aproximar de uma tenda iluminada, é possível ouvir sussurros que contam a história de uma figura muito conhecida, mas de uma forma nunca vista antes. A orientação é “procure sempre pela luz e cuidado para não se perder”. A Fios de sombra é uma companhia teatral especializada na arte da animação com ênfase no teatro de sombras e bonecos manipulados.

“A Fábrica dos Ventos”. Foto: João Cláudio de Sena.

A programação infantil prossegue com “A Fábrica dos Ventos” (dia 26/3, domingo, às 16h, no Teatro. Ingressos: R$8, R$12,50, R$25. Melhor aproveitado por crianças a partir de 6 anos acompanhadas por uma pessoa responsável adulta. Crianças até 12 anos não pagam ingresso), com a Trupe Lona Preta. O espetáculo conta a história de um reino onde a vida gira em torno das bexigas. O trabalho, o alimento, o lazer, tudo neste lugar é feito a partir das bexigas. No Reino das Bexigas, todas as pessoas sobrevivem vendendo a única coisa que lhes resta: o sopro, a energia vital. Ao final de cada dia, atendendo as ordens do rei, um soldado passa recolhendo as bexigas cheias. Mas os moradores sonham com dias melhores, de respiração plena e brisa suave. Nesse país de sonho, respiram felizes, cantam e tocam instrumentos. Fundada em 2005, a Trupe Lona Preta desenvolve uma pesquisa voltada aos universos da palhaçaria, da comédia popular e da música. Ao longo desses 17 anos de trajetória, a Trupe criou oito espetáculos, em sua maioria destinados a espaços públicos, ruas e praças e dialogando com diversas faixas etárias. Direção de Alexandre Matos e Joel Carozzi e direção musical de Joel Carozzi e Wellington Bernardo.

Foto: Fernando Bisan.

E segue em cartaz a exposição “Darwin, o original” (até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, no Galpão Multiuso. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos). A mostra apresenta, por meio de peças audiovisuais, maquetes e obras interativas, a vida, as teorias e o legado da revolucionária produção científica de Charles Darwin (1809-1882), famoso naturalista, biólogo e geólogo inglês conhecido mundialmente por suas contribuições ao conhecimento da origem e evolução das espécies na Terra. Agendamento de visitação de grupos escolares e instituições pelo link https://bit.ly/exposicaodarwin ou pelo telefone (19) 3737-1608.

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, entre em contato com a Central de Atendimento do SESC Campinas através do telefone (19) 3737-1500. A programação completa, com as atividades regulares e outras oficinas e cursos, pode ser acessada no link https://linktr.ee/sesccampinas.

Serviço:

Vídeos:

A fábrica dos ventos: https://www.youtube.com/watch?v=SHE8BpimyKY

Tássia Reis Canta Alcione: https://www.youtube.com/watch?v=wR7TZx3ZPJg

Yayá Massemba: https://www.youtube.com/watch?v=ZhEDOq2jvm4

Caderno de Programação (mar/23): http://bit.ly/3m6Fod2

Redes sociais do SESC Campinas: https://linktr.ee/sesccampinas.

PROGRAMAÇÃO

Dia 24/3 | sexta

Darwin, o original (Artes Visuais)

Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Galpão do SESC Campinas – Atividade aberta, sem retirada de ingressos – Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dia 24/3, sexta, às 19h

Tatá – Uma História ao Redor do Fogo com Cia. Fios de Sombra (Teatro para Crianças)

Jardim do Galpão. Grátis. Melhor aproveitado por crianças a partir de 6 anos, acompanhadas por uma pessoa responsável adulta – Atividade aberta, sem retirada de ingressos.

Dia 25/3 | sábado

Darwin, o original (Artes Visuais)

Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Galpão do SESC Campinas – Atividade aberta, sem retirada de ingressos – Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dia 25/3, sábado, das 14h às 15h

Contação de Histórias com Coletivo Cafuzas – Stella do Patrocínio (Literatura)

Espaço Arena. Grátis. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos.

Dia 25/3, sábado, das 15h às 16h30

Bate-Papo com a escritora Aline Bei (Literatura)

Espaço Arena. Grátis. 14 anos. Atividade aberta, sem retirada de ingressos.

Dia 25/3, sábado, às 16h

“Yayá Massemba” com Ana Tomich, Priscilla Oliveira, Ive Farias, Bhakti Eloi e Aline Silveira (Música)

Jardim do Galpão. Grátis. Livre. Atividade aberta, sem retirada de ingressos.

Dia 26/3 | domingo

Darwin, o original (Artes Visuais)

Galpão do Sesc Campinas. Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. Atividade aberta, sem retirada de ingressos. Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dia 26/3, domingo, das 10h às 11h

Fazendo arte com educadoras do Espaço de Brincar (Crianças)

Espaço de Brincar. Grátis. Melhor aproveitado por bebês e crianças com até 6 anos acompanhados por uma pessoa responsável adulta. Inscrições limitadas no local a partir dos 30 minutos que antecedem a atividade.

Dia 26/3, domingo, às 16h

“A Fábrica dos Ventos” com a Trupe Lona Preta (Teatro para Crianças)

Teatro: R$8, R$12,50, R$25. Livre. Melhor aproveitado por crianças a partir de 6 anos acompanhadas por uma pessoa responsável adulta.

Crianças com até 12 anos não pagam ingressos, sendo cobrados somente dos acompanhantes; porém, é necessário incluir o ingresso gratuito referente a elas durante o processo de compra.

Valores: (R$8 [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no SESC e dependentes]; R$12,50 [aposentado; pessoa com mais de 60 anos; pessoa com deficiência; estudante e servidor de escola pública com comprovante] e R$25 [demais interessados].

Ingressos à venda no link https://www.sescsp.org.br/programacao/a-fabrica-dos-ventos-6/, nas bilheterias das unidades, no App Credencial SESC SP ou acesse em https://centralrelacionamento.sescsp.org.br.

Dias 26/3 e 2/4, domingos, das 10h às 12h

Batucada com Bloco do Cupinzeiro (Música)

Espaço Arena. 10 anos, grátis. Inscrições limitadas no local a partir dos 30 minutos que antecedem a apresentação.

Dia 28/3 | terça

Darwin, o original (Artes Visuais)

Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Galpão do SESC Campinas. Atividade aberta, sem retirada de ingressos. Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dia 28/3, terça, às 19h

Curtas de Ficção Científica (Cinema e Vídeo)

Teatro. Grátis. 12 anos.

“O Quebra Cabeça de Tarik”, direção: Maria Leite; “Casulos”, direção: Joel Caetano; e “Sideral”, direção: Carlos Segundo. Após a sessão dos curtas, haverá um bate-papo com Alfredo Suppia, Mariana Zani e Joel Caetano. Retirada de ingressos limitados na Loja SESC, no dia da atividade, a partir das 18h.

Dia 29/3 | quarta

Darwin, o original (Artes Visuais)

Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Galpão do SESC Campinas. Atividade aberta, sem retirada de ingressos. Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dias 29 e 30/3, quarta e quinta, das 10h às 11h e das 16h às 17h

Corpos Brincantes com educadoras do Espaço de Brincar (Crianças)

Espaço de Brincar. Grátis. Melhor aproveitado por bebês e crianças com até 6 anos, acompanhados por uma pessoa responsável adulta. Inscrições limitadas no local a partir dos 30 minutos que antecedem a atividade.

Dia 30/3 | quinta

Darwin, o original (Artes Visuais)

Até 13/8, de terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Galpão do SESC Campinas. Atividade aberta, sem retirada de ingressos. Para agendamento de visitação de grupos escolares e instituições, acesse o link https://bit.ly/exposicaodarwin ou ligue para (19) 3737-1608.

Dia 30/3, quinta, às 20h

Tássia Reis Canta Alcione (Música)

Teatro. 14 anos. Ingressos à venda no link https://www.sescsp.org.br/programacao/tassia-reis-canta-alcione-2/, nas bilheterias das unidades, no App Credencial SESC SP ou acesso pelo https://centralrelacionamento.sescsp.org.br.

Valores: R$10 [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes]; R$15 [aposentado; pessoa com mais de 60 anos; pessoa com deficiência; estudante e servidor de escola pública com comprovante] e R$30 [demais interessados].

(Fonte: SESC Campinas)