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Parador promove nova edição de “O Despertar dos Cogumelos Selvagens”

Cambará do Sul, por Kleber Patricio

Fotos: Marcos Moreira.

Chegou o mês de maio e, com ele, a época dos cogumelos. Está chegando também um dos eventos mais aguardados promovido pelo Parador, em Cambará do Sul: “O Despertar dos Cogumelos Selvagens”, uma experiência gastronômica que envolve desde a caça até a descoberta de nuances de sabores dos ingredientes e refeições especiais protagonizadas por cogumelos colhidos na bucólica região dos Campos de Cima da Serra.

A primeira edição do ano será na próxima semana, de 10 a 12 de maio. A programação começa na quarta com um jantar no restaurante Alma RS, com pratos que valorizam a cozinha do Rio Grande do Sul, utilizando ingredientes frescos de produtores regionais, com participação do convidado especial, chef Altemir Pessali, especialista em cogumelos, e com representante da vinícola parceira Almaunica harmonizando os vinhos.

No dia seguinte, às 9h00, após o café da manhã, o grupo parte para uma exploração guiada pelas matas de pinus em busca de cogumelos selvagens com os especialistas Altemir Pessali e Jeferson Timm e terão, ali mesmo, imersos na caçada, um aperitivo especial e rústico para comtemplar o ambiente mágico, juntamente com um brinde com espumante regional. Às 14h00, no almoço no Alma RS, os chefs Rodrigo Bellora e Altemir Pessali desenvolvem um almoço com os cogumelos da caçada. E no jantar, às 20h00, os participantes vão poder provar os pratos mais famosos de Bellora.

Na manhã de sexta, a programação inclui uma trilha em mata nativa com os biólogos João Travi e Jerferson Timm para contemplar campos, matas de araucárias, rios e banhados e observar a fauna, a flora e a “funga” (reino dos fungos) local. E, na sequência, no charmoso deck do Parador, os hóspedes vão poder identificar os diferentes tipos de cogumelos e seus usos. Entender a biodiversidade destas matas e identificar os tipos, usos e famílias é fundamental para entender um pouco mais sobre o mundo dos fungos.

A outra edição do evento será de 14 a 16 de junho, com a mesma programação geral, mas diferentes parceiros.

Sobre o Parador | O Parador é um hotel estilo glamping (junção de glamour com camping) localizado em Cambará do Sul (RS), próximo aos parques nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral e seus belíssimos cânions. Oferece hospedagem em cabanas, suítes e casulos, com todo conforto.  Integra o Casa Hotéis, coleção de hotéis de charme do Rio Grande do Sul que oferece hospedagem de alto padrão e atendimento personalizado para os hóspedes. Fundado em 1997, o Casa Hotéis conta com quatro empreendimentos no estado: os hotéis Casa da Montanha, Petit Casa da Montanha e Wood, em Gramado, e o Parador, em Cambará do Sul.

https://www.paradorcasahoteis.com.br/ | @paradorcambaradosul | @restaurantealmars.

Serviço:

O Despertar dos Cogumelos Selvagens

Datas: de 10 a 12 de maio de 2023 | 14 a 16 de junho de 2023

Pacotes: a partir de R$3.468,00, inclui hospedagem para duas pessoas em barraca luxo, com todas a programação, mais café da manhã, refeições inclusas (exceto bebidas).

Informações e reservas: (54) 3295-7575

E-mail: reservas@casahoteis.com.br.

(Fonte: B4Tcomm)

31º Maio Musical abre inscrições para workshop com violonista Dagma Eid

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Dagma Eid é violonista especializada em instrumentos de cordas dedilhadas históricas. Fotos: divulgação.

Apresentando um panorama musical e artístico de um repertório representativo na literatura para instrumentos da família das cordas dedilhadas a partir do século XVI, o workshop com Dagma Eid, regente da Camerata Jovem de Violões no Conservatório de Tatuí, é uma das atrações do 31º Maio Musical, no próximo dia 10 de maio, às 16 horas, no Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela. A participação é gratuita e para maiores de 10 anos. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário online disponível no portal Cultura Online, no site da Prefeitura de Indaiatuba.

Dagma Eid é violonista especializada em instrumentos de cordas dedilhadas históricas e Doutoranda em Música pela Universidade Estadual Paulista, com sólida formação no Brasil e no exterior. Atuou como palestrante, professora e musicista convidada de vários festivais, como o 3º Festival de Música Barroca de Assunción (Paraguai), Encuentro Latinoamericano de Música Antigua, IV Série de Música Antiga de Goiás, Encontro dos Alaudistas do Brasil, Encontro de Performance Histórica de Tatuí, Seminário de Violão Vital Medeiros e como colaboradora de revistas que abordam o universo da música para a família do violão.

Atualmente, é professora de violão, cordas dedilhadas históricas, música de câmara e regente da Camerata Jovem de Violões no Conservatório de Tatuí. Em seu workshop, apresenta um panorama musical e artístico de um repertório representativo na literatura para instrumentos da família das cordas dedilhadas a partir do século XVI, mostra as possibilidades expressivas dos instrumentos da família do violão e a influência que a música do passado teve sobre a música atual, proporcionando o contato do público com réplicas de instrumentos históricos, como a vihuela e a guitarra barroca.

Para se inscrever, basta acessar o portal Cultura Online e clicar no botão Workshop de Violão – Dagma Eid. O Centro de Convenções Aydil Pinesi Bonachela está localizado na Rua das Primaveras, 210, Jardim Pompeia.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Povo Deni direciona benefícios do manejo de pirarucu a todo o coletivo das aldeias

Amazonas, por Kleber Patricio

Em 2017, antes de sua primeira pesca comercial de pirarucu manejado, os Deni do rio Xeruã, no Amazonas, fizeram uma grande reunião na aldeia Itaúba para pensar o que fazer com os recursos oriundos da atividade. Seis anos depois, retomaram a discussão e chegaram ao mesmo resultado: deixar o recurso do manejo para uso coletivo de todo o povo por meio da Associação do Povo Deni do Rio Xeruã (Aspodex).

A discussão sobre os benefícios do manejo sustentável de pirarucu foi realizada em março deste ano em uma oficina na aldeia Boiador, por meio do projeto Raízes do Purus, realizado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN) com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal. Planejando alterar a maneira de divisão dos recursos de forma que 70% fossem compartilhados entre os manejadores, repensaram e fizeram a opção de manter o modelo em que metade é destinada aos custos do manejo e metade à Aspodex, para os projetos coletivos do povo.

“Ano passado disseram que agora iriam dividir o recurso, mas na oficina decidiram mudar de ideia, porque como a Aspodex precisou gastar dinheiro para questões internas administrativas, avaliaram que seria melhor deixar o recurso na conta da associação”, explicou o coordenador do projeto Raízes do Purus, Felipe Rossoni, que orientou a oficina.

Além disso, Rossoni destacou como o próprio manejo sustentável de pirarucu, por envolver processos avaliativos anuais, é importante para ajustes de percurso como o que os Deni fizeram: “Isso é um exemplo categórico das possibilidades da estrutura de governança do manejo, de oportunizar ajustes ao longo do caminho. Acredito que isso é um dos aspectos mais valiosos dessa estrutura de gestão de recursos”.

Como metodologia da oficina, os Deni retomaram os marcos importantes da vida em sua terra, desde os anos 90, quando eram submetidos a relações de exploração no período da seringa, até os dias atuais. No exercício, lembraram de quando os pirarucus – ou ve’e, em sua língua materna – tinham quase acabado nos anos 2000, capturados no território de forma predatória por pessoas não indígenas (kariva). Relembraram também o processo de demarcação da Terra Indígena Deni, em 2004, o fortalecimento da gestão e proteção do território e a primeira pesca de pirarucu, realizada em 2016, onde pescaram apenas 10 peixes. Além disso, incorporaram outros períodos importantes em sua linha do tempo, como os projetos executados pela Aspodex e, ainda mais recente, a pandemia de Covid-19, que os levou a decidir por não realizar o manejo por segurança.

“O mais interessante dessa oficina foi a atualização da linha do tempo, porque o início era nos anos 2000 e finalizava em 2017. Agora eles colocaram desde a década de 90 e atualizaram até 2022”, observou a indigenista da OPAN Cristabell López Palomino. Na construção da linha do tempo, os Deni avaliavam os passos dados no percurso: “Nosso direito está amushide [muito bom], nossa realidade mudou muito, o povo Deni aprendeu sobre o manejo, depois nasceu nossa associação e agora falamos mais com o pessoal de fora, temos nossas parcerias”.

Com o manejo de pirarucu, ano passado os Deni fizeram sua quinta pesca, um total de 110 peixes e 6,9 mil quilos de pescado, durante três dias de atividade. A venda do produto foi realizada a partir de um arranjo local com a Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc) e faz parte de uma parceria comercial do Coletivo do Pirarucu e da marca coletiva Gosto da Amazônia. A comercialização do manejo Deni rendeu um total de R$55.488,00, destinados, então, para os custos do manejo do próximo ano e para a associação Aspodex.

(Fonte: DePropósito Comunicação de Causas)

Horta Solidária: colheitas de março e abril são destinadas a OSCs

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cresans) divulgou na última terça-feira (2) o relatório referente às colheitas de hortaliças livres de agrotóxicos de março e abril destinada às organizações da sociedade civil (OSC) por meio do projeto Horta Solidária.

No total, foram doados 320 pés de alface, 20 pacotes de cebolinha, 4 pacotes de manjericão, 195 beterrabas, 60 berinjelas, 40 pacotes de couve e 17 pacotes de salsinha. As doações foram destinadas ao Cecal, Casa da Fraternidade, Abid e Lar dos Velhos.

O projeto Horta Solidária tem por objetivo a melhoria do padrão alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade social. Parte da produção vai para as organizações da sociedade civil regularmente inscritas nos conselhos pertinentes, para a utilização no projeto de Educação Alimentar e para o aumento da oferta de alimentos livres de agrotóxicos em Indaiatuba.

A Secretaria de Assistência Social informa que as pessoas interessadas em desenvolver trabalhos voluntários no projeto Horta Solidária podem entrar em contato:

CRESANS – Endereço: Rua José Zerbini, 427 – Jardim Regente.

Fone: 3834-4129 / 3834-4104.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Casa Gabriel apresenta exposição coletiva “Além-vista”

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra “Dupla XI”, de Marcelo Silveira. Fotos: Everton Ballardin.

A Casa Gabriel, espaço de arte dedicado a promover a cultura brasileira com ênfase na produção nordestina, inaugura no dia 25 de março a exposição “Além-vista”, que acontece até 27 de maio. Para a segunda mostra do espaço, a curadoria, realizada pela Kura, toma sua arquitetura como ponto de partida, a luz que ultrapassa as grandes paredes de vidro faz com que o dentro se misture com o fora, de forma a estabelecer uma nova relação com o espaço e a paisagem, onde a visão se torna o tema principal.

A mostra reúne quinze artistas com o objetivo de mapear diferentes aspectos dessa visão, sejam as transparências, apagamentos, apontamentos, cheios ou vazios. Ocupando a fachada e o espaço interno, “Além-vista” conta com esculturas, pinturas, fotografias, instalações e obras cinéticas, usando a multiplicidade de linguagens para criar paralelos através do olhar dos espectadores.

‘Além Vista’, obras e instalações -13, Casa Gabriel e Kura, 3/2023.

Participam os artistas Amorí, Andréa Hygino, Brisa Noronha, Ícaro Lira, Juraci Dórea, Luana Lorena, Lui Beraldo, Manoel Veiga, Marcelo Silveira, Monica Coster, Nicholas Steinmetz, Patrícia Baik, Rebecca Carapiá, Tiago Sant’ana e Vicente Brasileiro.

Sobre a Casa Gabriel | A Casa Gabriel é um espaço de arte focado em fomentar a cultura brasileira com ênfase na produção nordestina e em novos talentos. Fundada pela empresária e fotógrafa cearense Renata Vale, a Casa Gabriel nasce como um local para estimular a pluralidade de manifestações artísticas e disseminar conhecimento por meio de exposições, cursos e conversas que compõem a programação.

Exposição Além-vista

Data: 25 de março a 27 de maio

Horário: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados das 11h às 15h

Local: Casa Gabriel Espaço de Arte

Endereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 2906 – Jardim América – São Paulo (SP).

(Fonte: Index Conectada)