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Bellini Ristorante celebra 20 anos com série de eventos mensais

Campinas, por Kleber Patricio

Filetto Farnesina (filet mignon grelhado servido com molho de cogumelos variados e funghi porcini acompanhado de batatas gratinadas e mini legumes). Foto: Helena Pucci.

Premiado dez vezes como o melhor restaurante italiano de Campinas pela Revista Veja Comer & Beber Campinas, o Bellini Ristorante, localizado no Vitória Hotel Copncept, em Campinas, está comemorando 20 anos e celebra a data fazendo um grande revival: durante todo o ano de 2023, o cardápio vai trazer, mês a mês, pratos que marcaram época e que fizeram sucesso entre os frequentadores da casa.

No mês de maio, a estrela do cardápio é o Risoto d’aragosta (feito com arroz carnaroli, lagosta, champagne, uva itália e medalhões de lagosta grelhadinhos) ou o Filetto Farnesina (filet mignon grelhado servido com molho de cogumelos variados e funghi porcini acompanhado de batatas gratinadas e mini legumes) e, de sobremesa, o irresistível Cheesecake (tortinha de cream cheese sobre base de biscoito de amêndoas com calda de frutas).

Já no mês de junho, o Sogliola Tropicale (filet de linguado grelhado servido com molho de laranja e risoto de aspargos) e os Mini churros servidos com doce de leite da casa e sorvete de creme são a bola da vez. E em cada mês, o menu vai relembrando os grandes momentos do Bellini, além das outras opções do restaurante, que são sempre uma boa pedida, e levam – há muitos anos – a assinatura da chef Cristina Róseo e o preparo do chef José Wellton Gomes Sotero.

O Bellini tem receitas com base na culinária mediterrânea, principalmente italiana e francesa, e conta com ingredientes especiais e de época, além do toque extra do tempero brasileiro que garante criações autênticas e deliciosas. Na busca pelos melhores sabores e atendimento, ele se tornou, desde a sua inauguração em 2003, referência em receptividade e gastronomia na região de Campinas. No menu, tem entradas, massas frescas (preparadas no próprio restaurante), além de carnes e peixes combinados sempre com uma variada carta de vinhos. Sofisticação e elegância também estão nos ambientes, tanto no salão principal, quanto no jardim interno onde a iluminação natural promove um verdadeiro clima de aconchego.

Serviço:

Bellini Ristorante

Funcionamento:

Almoço, de segunda a sábado, das 12h00 às 15h00; domingo das 12h00 às 16h00.

Jantar, de segunda a sábado, das 19h00 às 23h00

Endereço: Av. José de Souza Campos, 425 – Campinas (SP)

Reservas e informações:

Telefone: (19) 3755-8037

http://www.belliniristorante.com.br/ | @belliniristorante.

(Fonte: Comunicação Estratégica Campinas)

Galatea apresenta:”Paraísos”, individual de Daniel Lannes

São Paulo, por Kleber Patricio

Daniel Lannes 1981, Opium, 2023. Fotos: divulgação.

A galeria Galatea apresenta a individual “Paraísos”, do artista plástico Daniel Lannes. A exposição, inaugurada no dia 11 de maio, reúne cerca de 20 obras produzidas em diálogo com o poema “Opiário”, escrito por Álvaro de Campos, heterônimo do poeta português Fernando Pessoa. As pinturas capturam o torpor e o movimento sugerido pelo texto, em uma espécie de deriva entre o mundo real e imaginário. A mostra conta com texto crítico de Tomás Toledo e depoimento de Beatriz Milhazes sobre o percurso do artista.

Lannes, que foi apresentado à obra de Fernando Pessoa por um primo, tem se inspirado no poeta em diversas produções. Em “Paraísos”, oferece uma interpretação visual do poema, sem se propor a ilustrar de forma linear o que está lendo, mas permitindo que o espectador preencha as lacunas da narrativa em uma espécie de viagem-deriva.

Daniel Lannes 1981, Opium, 2023, Assinada no verso [Signed on the
reverse], Óleo sobre linho [Oil on linen], 150 x 185 cm [59 x 72 7/8 in], (DLS-0076).

Dentre as obras apresentadas na exposição, destaca-se “Vadum Monialium” (que significa “vau das freiras”, em latim), em que Lannes combina elementos da história portuguesa com suas próprias vivências familiares. Outro trabalho que chama a atenção é “Bisão”, que ele revela ter pintado nu, explorando como o aspecto primitivo implicado no gesto de pintar sem as vestes se imprime no resultado final da pintura. A água também é um elemento recorrente em suas telas, mesclando tons frios e principalmente o azul, que é uma das cores favoritas do artista.

Considerado um dos artistas mais relevantes de sua geração, Daniel construiu ao longo das últimas décadas um universo visual que abrange diferentes influências culturais e promete surpreender os amantes tanto da arte contemporânea quanto da literatura com a mostra. O público pode esperar uma experiência inédita e enriquecedora.

Sobre Daniel Lannes

Daniel Lannes (Niterói, RJ, 1981) vive e trabalha em São Paulo. O artista se formou em Comunicação Social pela PUC-Rio (2006), tendo mestrado em Linguagens Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012). Pintando desde a sua infância, Lannes passou a se dedicar profissionalmente à produção artística em 2003, ano em que começou a cursar pintura com Chico Cunha e João Magalhães na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Na mesma instituição também foi aluno de Fernando Cocchiarale, Anna Bella Geiger, José Maria Dias da Cruz, Reynaldo Roels e Viviane Matesco.

Daniel Lannes 1981, Neve imperial, 2022, Assinada no verso [Signed on the
reverse], Acrílica e óleo sobre linho [Acrylic and oil on linen], 180 x 280 cm
[70 7/8 x 110 1/4 in], (DLS-0064).

A pintura de Lannes se debruça sobre o corpo físico, cultural e histórico, sendo a tríade sexo, poder e violência assunto fundamental para a sua poética. Transitando na fronteira entre o figurativo e o abstrato, suas composições podem trazer ora um nítido retrato de uma figura histórica, ora manchas difusas que sugerem um evento a ser completado pela nossa imaginação. Seu colorismo, fatura e composição, construídos por pinceladas largas, constituem uma produção que demonstra apuro técnico e vigor experimental na mesma medida. Segundo Lannes, uma pintura bem-sucedida é aquela na qual o acidente processual e a intenção narrativa intercalam-se na construção da imagem. Revela-se, então, o leitmotiv de sua obra: narrar, não explicar.

Daniel Lannes foi ganhador do Prêmio Marcantonio Vilaça 2017/18, selecionado para a residência artística do programa LIA – Leipzig International Art Programme 2016/17, em Leipzig, na Alemanha, e para a residência Sommer Frische Kunst 2015, em Bad Gastein, na Áustria. Em 2013, foi indicado à 10ª edição do Programa de prêmios e Comissões da Cisneros-Fontanals Art Foundation (CIFO). Por duas vezes foi indicado ao Prêmio PIPA, em 2011 e 2013.

Entre as suas principais exposições, estão as individuais “Jaula”, Paço Imperial, Rio de Janeiro (2022); “A Luz do Fogo”, Magic Beans Gallery, Berlim (2017); “República”, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio (2011); e as coletivas “Contramemória”, Theatro Municipal de São Paulo (2022); “Male Nudes: a salon from 1800 to 2021”, Mendes Wood DM, São Paulo (2021); “Perspectives on contemporary Brazilian Art”, Art Berlin, Berlim (2018); e “Höhenrausch”, Eigen + Art Gallery, Berlim (2016).

Vadum Monialium, 2023, Assinada no verso [Signed on the reverse]
Acrílica e óleo sobre linho [Acrylic and oil on linen] 190 x 250 cm [74 3/4 x 98 3/8 in].

Suas obras fazem parte de diversas coleções privadas e públicas; entre elas, Instituto Inhotim, Brumadinho, Minas Gerais; Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro; Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio e Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Sobre a Galatea

A Galatea é uma galeria que surge a partir das diferentes e complementares trajetórias e vivências de seus sócios-fundadores: Antonia Bergamin esteve à frente por quase uma década como sócia-diretora de uma galeria de grande porte em São Paulo; Conrado Mesquita é marchand e colecionador especializado em descobrir grandes obras em lugares improváveis; e Tomás Toledo é curador e contribuiu ativamente para a histórica renovação institucional do MASP, de onde saiu recentemente como curador-chefe.

Tendo a arte brasileira moderna e contemporânea como foco principal, a Galatea trabalha e comercializa tanto nomes já consagrados do cenário artístico nacional quanto novos talentos da arte contemporânea, além de promover o resgate de artistas históricos. Tal amplitude temporal reflete e articula os pilares conceituais do programa da galeria: ser um ponto de fomento e convergência entre culturas, temporalidades, estilos e gêneros distintos, gerando uma rica fricção entre o antigo e o novo, o canônico e o não canônico, o erudito e o informal.

Daniel Lannes 1981, Shibari no Nilo, 2023, Assinada no verso [Signed on the
reverse], Acrílica e óleo sobre linho [Acrylic and oil on linen], 180 x 280 cm
[70 7/8 x 110 1/4 in], (DLS-0070).

Além dessas conexões propostas, a galeria também aposta na relação entre artistas, colecionadores, instituições e galeristas. De um lado, o cuidado no processo de pesquisa, o respeito ao tempo criativo e o incentivo do desenvolvimento profissional do artista com acompanhamento curatorial. Do outro, a escuta e a transparência constante nas relações comerciais. Ao estreitar laços, com um olhar sensível ao que é importante para cada um, Galatea enaltece as relações que se criam em torno da arte — porque acredita que fazer isso também é enaltecer a arte em si.

Nesse sentido, partindo da ideia de relação é que surge o nome da galeria, tomado emprestado do mito grego de Pigmaleão e Galatea. Este mito narra a história do artista Pigmaleão, que ao esculpir em marfim Galatea, uma figura feminina, apaixona-se por sua própria obra e passa a adorá-la. A deusa Afrodite, comovida por tal devoção, transforma a estátua em uma mulher de carne e osso para que criador e criatura possam, enfim, viver uma relação verdadeira.

Serviço:

Local: Galatea

Endereço: Rua Oscar Freire, 379, loja 1 – Jardins, São Paulo – SP

Abertura: 11 de maio, quinta-feira, às 18h

Período expositivo: 12 de maio a 17 de junho

Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 11 às 15h

Mais informações: https://www.galatea.art/

Estacionamento no local.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)

9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel anuncia vencedores e abre exposição com principais projetos

São Paulo, por Kleber Patricio

Centro Ref. Quebradeiras Babaçu. Foto: Christian Teshirogi.

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel divulgaram na noite de  9 de maio os três projetos premiados na categoria Profissional da nona edição do Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel, localizados na Bahia, no Maranhão e no Espírito Santo. A premiação trouxe ainda como novidade a reintrodução da categoria Universitária, com projeto vencedor de Brasília e menção honrosa à proposta do Rio de Janeiro. Todos eles, ao lado dos demais finalistas, podem ser vistos em exposição gratuita no Instituto até 2 de julho.

No total foram inscritas 190 obras na categoria Profissional, provenientes de 17 estados brasileiros e do Distrito Federal, enquanto na Universitária foram enviados 138 projetos de 17 estados brasileiros e do Distrito Federal. Os projetos foram selecionados pelo júri formado por Carol Tonetti, Catherine Otondo, Clevio Rabelo, Ester Carro e Thaís Troncon Rosa.

PROJETOS PREMIADOS – CATEGORIA PROFISSIONAL

– Projeto CASARÃO 28/ Localidade: Salvador – BA / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: residencial/comercial / Autoria: Naia Alban.

– Projeto CENTRO DE REFERÊNCIA QUEBRADEIRAS DE BABAÇU / Localidade: Povoado de Sumauma, Vitória do Mearim – MA / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: comercial, institucional / Autoria: Estúdio Flume.

– Projeto ROTA DO SÃO BENEDITO / Localidade: Vitória – ES / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Coletivo Cidade Quintal.

PROJETO PREMIADO – CATEGORIA UNIVERSITÁRIA

– Projeto A VILA DOS CATADORES CICLISTAS / Localidade: Brasília – DF / Instituição de ensino: FAU-UNB / Tipo de projeto: institucional, urbano, temporário, assistencial / Autoria: Bruna Ruperto.

MENÇÃO HONROSA – CATEGORIA UNIVERSITÁRIA

– Projeto Menção Honrosa: ALDEIA MARAKANÃ: A construção de uma aldeia indígena urbana / Localidade: Rio de Janeiro – RJ / Instituição de ensino: UFRJ / Tipo de projeto: social, cultural / Autoria: Gustavo Lennon.

Projetos selecionados da categoria Profissional que também fazem parte da exposição:

– Projeto CASA FLORESTA / Localidade: Belo Horizonte – MG / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Estúdio Zargos.

– Projeto CASAMIRADOR SAVASSI / Localidade: Belo Horizonte – MG / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Gisele Borges Arquitetura.

– Projeto CASA NA BOCAINA / Localidade: Bananal – SP / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Ana Altberg e Cesar Jordão.

– Projeto CASA SARACURA / Localidade: São Paulo – SP / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: [entre escalas].

– Projeto CASAS POPULARES PAUDALHO / Localidade: Paudalho – PE / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: NEBR Arquitetura.

– Projeto RESTAURO, MODERNIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO MUSEU DO IPIRANGA / Localidade: São Paulo – SP / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: institucional, público, urbano / Autoria: H+F ARQUITETOS.

– Projeto TERMINAL E PARQUE URBANO EM SÃO LUIZ / Localidade: São Luís  – MA / Ano de conclusão: 2020 / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Natureza Urbana.

Projetos selecionados da categoria Universitária que também fazem parte da exposição:

– Projeto ARMADURA DA PAISAGEM: Infraestrutura verde nas encostas do Morro da Formiga / Localidade: Rio de Janeiro – RJ / Instituição de ensino: UFRJ / Tipo de projeto: público, urbano / Autoria: Larissa de Paula Scheuer.

– Projeto DA INCESSANTE CONSTRUÇÃO À OBSOLESCÊNCIA CONSTRUÍDA: Uma proposta de apropriação para o edifício Garagem do Carmo / Localidade: Rio de Janeiro – RJ / Instituição de ensino: PUC-Rio / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Maria Vitória Martins.

Casarão 28. Foto: Pedro Alban.

“A edição de 2023 é bastante emblemática em termos de pluralidade e abrangência. É notável a diversidade geográfica, de tipos de construção e de uso. Na categoria profissional, nota-se nos projetos muito do que acreditamos como organização. Depois da pandemia, observamos uma ressignificação dos espaços internos de casas e lares, transformando o morar. Também chama a atenção a madeira, um material vivo cada vez mais nobre e presente nas construções, e a cor, que faz parte do nosso DNA. Por fim, celebramos a volta da categoria de estudantes inspirando a próxima geração de profissionais”, comenta Karen Watanabe, head Regional de Comunicação Corporativa para América Latina da AkzoNobel. Desde a sua primeira edição, em 2014, foram 1907 projetos inscritos no Prêmio Arquitetura.

Mudanças foram implementadas na presente edição da exposição para que as obras selecionadas pudessem potencializar diálogos entre si, evitando assim que fossem vistas apenas como objetos isolados. Neste sentido, a proposta curatorial se dedica a abrir os processos e apresentar desenhos, fotografias, maquetes, objetos, cadernos, relatos e vozes que mostram caminhos para realizar aproximações e interpretações sobre os espaços, programas, processos e resultados. A reintrodução da categoria Universitária — realizada anteriormente na edição de 2019 — amplia o interesse pelo caráter investigativo das práticas de projeto e contempla, em sua exposição, pesquisas e projetos acadêmicos de várias regiões do Brasil.

Esse movimento evidencia o empenho do Instituto Tomie Ohtake em refletir sobre a produção arquitetônica recente, com o intuito de expor criações contemporâneas e fomentar processos mais inclusivos, diversificados e abrangentes, segundo Carol Tonetti, diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake. “Queremos produzir questionamentos com e para a sociedade, procurando amplificar sentidos que estabeleçam diálogos e acolham um debate público que ganhe circulação e uma temporalidade expandida a partir desta exposição”, completa.

Rota do São Benedito. Foto: Juliana Lisboa.

Já Sabrina Fontenele, coordenadora de Prêmios da instituição, espera que o caráter reflexivo e propositivo presente nesta nona edição do Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel “possa ganhar circulação e recepção por parte de um público interessado, mas também que consiga inserir o debate sobre nossas cidades e os modos como habitamos e vivenciamos o mundo nas diversas instâncias da sociedade”.

O Prêmio busca reconhecer as produções arquitetônicas de destaque na cena contemporânea brasileira, valorizando as formas inovadoras de pensar e construir o espaço social, contribuindo, assim, com o desenho do panorama atual da arquitetura nacional nos seus mais variados contextos. Os projetos selecionados participam da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake e são apresentados em catálogo. As obras premiadas serão registradas com vídeo experimental e analítico da edificação realizado por cineasta em início de carreira. O Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel é resultado de uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel, multinacional holandesa que atua nos segmentos de tintas e revestimentos, e se insere nas perspectivas do Instituto, enquanto instituição cultural, ao promover iniciativas no campo da arquitetura, do urbanismo, das artes plásticas e do design. O Instituto Tomie Ohtake agradece ainda seus parceiros institucionais do Núcleo de Cultura e Participação: Kapitalo Investimentos, Meta, Syn Prop & Tech e Unigel. Acesse as imagens e fichas técnicas completas dos projetos aqui.

Sobre o Instituto Tomie Ohtake | O Instituto Tomie Ohtake, fundado em 2001, é o único local da cidade dedicado às artes plásticas, arquitetura e design, com projeto arquitetônico especialmente desenvolvido para abrigar essas três expressões das artes visuais. Assim como nas outras áreas, no campo da arquitetura produz exposições, publicações e debates. Já fizeram parte de sua programação nomes, como Álvaro Siza, Gaudí, Oscar Niemeyer, Ruy Ohtake, Soto de Moura, SANAA – Sejima + Nishizawa, Thom Mayne e Vilanova Artigas.

Serviço:

Exposição: 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel

Até 2 de julho de 2023 – de terça a domingo, das 11h às 20h – entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural

(Entrada pela Rua Coropés, 88) – Pinheiros (SP)

Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

Fone: (11) 2245 1900

www.institutotomieohtake.org.br.

(Fonte: Pool de Comunicação)

Brasil Jazz Sinfônica e Marcos Valle se apresentam no Teatro B32

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Brasil Jazz Sinfônica e o cantor, compositor, arranjador e instrumentista Marcos Valle se apresentam no dia 26 de maio, no Teatro B32, em São Paulo. O encontro, que tem início às 20h, relembrará grandes sucessos do músico, como “Viola Enluarada”, “Samba de Verão”, “Preciso Aprender A Ser Só” e “Azymuth”, entre outros.

Em 2023, Marcos Valle completa 60 anos de carreira e 80 anos de idade. E em comemoração, começou o ano gravando o seu próximo álbum para o selo inglês FarOut, que será lançado este ano na Europa. O novo trabalho é composto por músicas inéditas em parceria com Emicida, Leon Ware, Moreno Veloso e Céu, entre outros.

O músico fará também shows de comemoração no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, e um documentário sobre a sua história, além de já ter programado para 2023 duas turnês pela Europa, uma temporada no Japão e outra nos Estados Unidos.

Compositor, arranjador, instrumentista e intérprete, Valle é autor de mais de mil e duzentas músicas gravadas por nomes como Sarah Vaughan, Grupo Chicago, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson, Jhonny Mathis, Diana Krall, Jay-Z, Kanye West, Elis Regina, Edu Lobo, Dori Caymmi, Tim Maia, Roberto Carlos, entre outros. E já fez parcerias com Eumir Deodato, João Donato, Emicida, Paulo Sergio Valle, Nelson Motta, Liniker, Lulu Santos, Tom Misch etc.

Sobre a Brasil Jazz Sinfônica

Formada por 70 músicos, a Brasil Jazz Sinfônica une a orquestra dos moldes eruditos a uma big band de jazz, há mais de 30 anos. O resultado é uma sonoridade única, com direito a samba, frevo, bossa nova, MPB, samba-jazz, rock e reggae, que tem lhe conferido protagonismo na criação de uma nova estética orquestral brasileira por meio de arranjos contemporâneos e únicos, criados não raras vezes com exclusividade para o grupo.

Conhecida e prestigiada em todo o território nacional e em vários países, a Brasil Jazz Sinfônica já tocou com artistas renomados do cenário musical como Tom Jobim, Milton Nascimento, Gal Costa, João Bosco, Toquinho, Paulinho da Viola, Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Ivan Lins, Carlinhos Brown, John Pizzarelli, Stanley Jordan, Gonzalo Rubalcaba, Dee Dee Bridgewater, Stacey Kent e Paquito D’Rivera. Atualmente, a Brasil Jazz Sinfônica é gerida pela Fundação Padre Anchieta.

Serviço:

Concerto: Brasil Jazz Sinfônica convida Marcos Valle

Data: 26 de maio de 2023 – sexta-feira, às 20h

Ingressos: R$140,00 (plateia), R$120,00 (balcão 1) e R$100,00 (balcão 2) – com meia-entrada

Bilheteria: terça a sexta (12h às 18h) – em dias de espetáculos abre 2h antes

Vendas online

Duração: 60 minutos. Classificação: Livre.

Teatro B32

Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3732 – Itaim Bibi – São Paulo/SP

Tel.: (11) 3058-9149 e 1193327-6549 (WhatsApp)

Facebook: @teatrob32 | Instagram: @teatro_b32

Estacionamento: R$30,00 (fixo) – Rua Lício Nogueira, 92, Itaim Bibi

Valet: R$30,00 (3 primeiras horas) + R$10,00 pelas demais.

(Fonte: TV Cultura)

Minas recebe “Proncovô”, show cênico de Laura de Castro e Zé Motta

Sabará, por Kleber Patricio

“Proncovô” – Laura de Castro e Zé Motta. Fotos: Guto Muniz.

“Proncovô” é um show poético musical que – celebrando a arte do caminhar, seguir em frente e estar na estrada – propõe uma homenagem ao artista mambembe, ao andarilho e à vocação nômade do artista, que parte sempre em busca de seu público. Protagonizada por Laura de Castro e Zé Motta com direção e dramaturgia de Eduardo Moreira e direção musical de Sérgio Pererê, a montagem traz os atores-músicos para a cena como trovadores populares e contemporâneos, tocando, cantando e recitando textos e poemas costurados em uma dramaturgia que festeja a cultura brincante brasileira.

Com composições autorais que se juntam a canções populares, o espetáculo convida o público para uma experiência em que a emoção do encontro fala mais alto. A estreia é no dia 20 de maio, às 15h30, na Praça Central, em Sabará, com entrada franca. Na sequência, o espetáculo percorre outras cidades do interior do Estado, passando por Catas Altas (23/5), Barão de Cocais (24/5), Itabirito (30/5) e Ouro Preto (3/6). Além da apresentação, os artistas também levam na bagagem oficinas que serão ministradas para estudantes locais.

A escolha por iniciar a turnê por essas cidades já estava no cerne do projeto, que nasceu com o objetivo de percorrer pontos importantes da Estrada Real. “Após a pandemia, percebemos uma ebulição cultural, a volta dos shows e peças; porém, percebemos que isso estava forte apenas nos grandes centros e capitais. Nosso desejo foi descentralizar, levar nossa arte até essas pessoas”, explica Laura de Castro.

A força do encontro ao longo da caminhada é uma metáfora do próprio processo do espetáculo, que marca a reaproximação artística de Eduardo Moreira e Laura de Castro, que viveram uma experiência teatral juntos anos atrás. “É um encontro artístico e afetivo. A Laura trabalhou comigo quando tinha quase 12 anos. Quando ela me convidou para fazer a direção de um show dela com Zé, topei na hora porque deslumbrei a possibilidade de trabalhar o jogo e a relação da música com o teatro e, somado isso, tendo a liberdade de abordar um assunto que sempre me interessa muito que é o caminhar, o lugar do andarilho, do nômade, aquele que está sempre se locomovendo em busca de alguma coisa”, conta Moreira. “Acredito que a assinatura do Eduardo está bem impressa na peça: a leveza, a poesia, a comicidade, o movimento. E, ao mesmo tempo, ele nos dá liberdade e nos incentiva a colocarmos nossa marca”, acrescenta Laura.

A perspectiva de transmutar, estar sempre partindo e chegando, é uma característica imanente a todo o artista. Para tecer a dramaturgia, Eduardo Moreira se inspirou nos livros “A História do Caminhar”, de Rebecca Solnit, e “Caminhar, Uma Filosofia”, de Fréderic Gros. O roteiro final faz uma colagem com escritos e poemas de diversos autores, como Antônio Machado, Carlos Drummond de Andrade, Paulo Leminski e Fernando Pessoa, incluindo também composições musicais dos artistas-cantores misturadas com clássicos da música popular, criando um caleidoscópio de sensações.

“Existe o encontro e um embate do encontro de uma forma ancestral de arte dita pela juventude dos seus intérpretes. Encontros da tradição com o contemporâneo, o erudito e o popular, a música e o teatro, o lírico e o épico, tudo isso numa linguagem que sempre busca a comunicação direta com o público”, garante o diretor.

Sérgio Pererê, diretor musical do espetáculo, foi de extrema importância para a costura entre música e cena. Trazendo sua grande experiência como multiartista e seu vasto conhecimento cênico, Pererê provocou os artistas a borrarem a divisão entre som e texto e a trazerem texturas e timbres diferentes. “Está sendo um desafio maravilhoso aprender novos instrumentos. Pererê trouxe essa provocação para que experimentássemos outras sonoridades harmônicas e percussivas e nós entramos de cabeça”, comenta Zé.

Oficinas em escolas públicas e centros culturais

Todas as cidades que irão receber as apresentações do show cênico “Proncovô” também serão palco de uma oficina ministrada pelos protagonistas do espetáculo, Laura de Castro e Zé Motta. A proposta é compartilhar com estudantes e artistas locais selecionados em parceria com órgãos de educação e cultura municipais a bagagem acumulada por Laura e Zé ao longo da carreira, nas linguagens da música, do teatro e da dança, proporcionando uma experiência artística para os participantes.

A oficina busca trazer um pedaço do espetáculo para dentro da sala de aula, onde os artistas-professores irão trabalhar músicas, movimentos e poemas utilizados na peça. Parte do conteúdo trabalhado na oficina será usado no espetáculo, trazendo a interação e a participação dos alunos.

O objetivo desses encontros, além de trabalhar os conteúdos didáticos, é incorporar a arte ao cotidiano dessas pessoas, gerando respeito, conhecimento e interesse pelas manifestações artísticas.

“Proncovô”, show cênico de Laura de Castro e Zé Motta, é um projeto realizado pela Laura de Castro Produções Artísticas com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O patrocínio é do Instituto Cultural Vale e a produção é da Lazúli Cultura.

Serviço:

“Proncovô”, show cênico de Laura de Castro e Zé Motta

Apresentações gratuitas

18 de maio – Belo Horizonte

Ensaio aberto:

17h: Pátio Central da Escola de Belas Artes da UFMG.

20 de maio – Sabará

Oficina:

9h às 10h30 – Estação Cidadania. Rua Amazonas, 15 – Vila Rica – General Carneiro

Apresentação:

15h30: Praça Central – Rua Amazonas, 15 – Vila Rica – General Carneiro.

23 de maio – Catas Altas

Oficina:

7h30 às 9h – Escola Municipal João XXIII – Rua da Direita, 371 – Povoado Morro D’Água Quente

Apresentação:

15h15 – Praça Senhor do Bonfim – em frente à Escola Municipal João XXIII.

24 de maio – Barão de Cocais

Oficina:

8h às 9h30 – Escola Estadual Padre Heitor – Rua Conceição Caldeira, 22 – São José

Apresentação:

14h: Pátio da Escola Estadual Padre Heitor – Rua Conceição Caldeira, 22 – São José.

30 de maio – Itabirito

Oficina:

9h às 10h30 – Escola Estadual Engenheiro Queiroz Junior – Av. Queiroz Júnior, 1675 – Praça

Apresentação:

16h: Anfiteatro do Parque Ecológico Municipal – Av. Queiroz Júnior, 1500.

de 1º a 3 de junho – Ouro Preto

Oficinas:

1/6: Quinta-feira, às 14h – Museu Boulieu – R. Padre Rolim, 412 – Centro

2/6: Sexta-feira: Universidade Federal de Ouro Preto UFOP (a confirmar)

Apresentação:

3/6: Sábado, às 16h – Adro da Igreja São Francisco de Assis.

(Fonte: A Dupla Informação)