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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Marisa Molchansky, a Brisa, reúne alunos, ex-alunos, amigos e familiares em novo projeto musical

Campinas, por Kleber Patricio

Gravação da música “Vai!” no Estúdio do Mario. Na foto, Beto Kobayashi, Leonardo Pelegrin, Marisa Molchansky e João Paulo Martini. Crédito selfie: Marisa Molchansky.

Gravar com alunos, ex-alunos, amigos e familiares sempre fez parte dos projetos da cantora, compositora e educadora musical Marisa Molchansky, a Brisa. Mas, por conta de outras demandas que a vida apresenta no dia a dia, essa ideia foi deixada de lado por um bom tempo. Até que dois acontecimentos inesperados – a morte de um aluno querido e a decisão de outro de cair na estrada para viver um período sabático – acenderam na artista um “sinal de alerta”, um senso de urgência de não ficar esperando outras perdas e ausências para tomar uma atitude.

Assim ela compôs “Vai!”, canção que fala sobre o momento difícil que foi a travessia da pandemia da Covid-19 e de como faz toda a diferença ter uma rede de apoio. E, num movimento de gratidão e comunhão, Marisa conseguiu reunir uma parte representativa dessa sua rede de apoio no Estúdio do Mario, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP), para gravar a composição. O videoclipe de “Vai!” já está disponível no YouTube. No dia 5 de junho, a canção chegará às plataformas Amazon Music, Apple Music, Deezer, Spotify e Tidal, numa distribuição da Tratore.

Segundo Marisa, esse projeto foi motivado pela vontade de agradecer. “Agradecer aos alunos, familiares e amigos pelo fato de a gente se acompanhar, de a gente andar juntos pela vida. E os últimos anos foram um pouco mais especiais, por conta de pandemia, perdas, momentos bem difíceis. Conforme a gente vai caminhando pela vida, a gente vai valorizando mais a presença, valorizando mais o companheirismo, a parceria. Então, foi um projeto feito para agradecer”, diz.

Foto: Edis Cruz.

E completa: “Se eu não chamei todas as pessoas que eu gostaria, pois seriam muitas pessoas, é importante que ex-alunos, alunos, amigos e familiares que, no momento da divulgação, pensarem ‘poxa, mas a Brisa não me chamou, ela não me convidou para participar do projeto’, que possam ter uma certeza: eu pensei em fazer isso. Se eu não o fiz, foi porque a logística não permitiu. Mas o meu desejo, o meu sentimento de gratidão e de parceria se estende a cada pessoa que fez e faz parte da minha história, da minha trajetória como professora, como musicista. Que as pessoas possam sentir esse carinho, esse respeito e essa gratidão”.

Sobre a realização do projeto

Entre músicos, amigos, companheiros de trabalho, familiares, alunos, ex-alunos e equipe técnica, 45 pessoas participaram da produção de “Vai!”. As gravações aconteceram nos dias 28 de março e 1º de abril de 2023, tendo sido divididas em sete etapas. Na primeira, Marisa gravou o violão acompanhada de Beto Kobayashi na guitarra, João Paulo Martini no contrabaixo e Leonardo Pelegrin na bateria e percussão. Nas seguintes, os convidados gravaram a parte do coro e, entre as sessões de convidados, Marisa gravou a voz principal.

Sheila Molchansky, irmã de Marisa, foi uma das vozes do coro. “Fazer a gravação com a minha irmã foi uma experiência de outro mundo. Primeiro, porque estar em família é o maior tesouro que o ser humano pode ter. Depois, a música. Eu tenho certeza de que essa música vai tocar o coração do mundo, porque todo mundo tem dias de luta, dias de glória, dias bons, dias ruins, mas o lance é a gente ir e, da melhor forma, chegar no melhor lugar. Só que ninguém vai sozinho, né?”

Capa do single “Vai!”.

Ana Carolina Sacco, cantora lírica e amiga de Marisa há 22 anos, também fez parte do projeto. “Para mim foi uma honra participar desse projeto tão pessoal, tão íntimo dela, e conseguir compartilhar um pouquinho da minha arte junto com a presença da Marisa e de tantos amigos queridos que acabei encontrando. E ainda mais abordando esse assunto de saída de uma pandemia, quando tanta coisa aconteceu para tanta gente.”

Por sua vez, Levi Macedo, parceiro de trabalho de Brisa, disse que recebeu o convite para participar desse projeto com muita alegria. “Fico muito feliz em ver as pessoas que eu conheço, os amigos, fomentando a cena da música autoral e colocando seus trabalhos na rua para que a gente possa ouvir e mais pessoas possam conhecer. Espero que um dia ela possa contribuir com os meus trabalhos também.”

Aluna de Marisa há três anos, Sayuri Saraiva Adachi conta que aceitou fazer parte do projeto pois viu nele uma forma de marcar a amizade entre as duas. “Nesses três anos, a Marisa fez uma grande diferença e teve um grande impacto na minha vida. Ela mudou a minha visão no canto, na música, e eu sou muito grata por ela estar presente na minha vida.”

Capa do single “O Som da Flor”.

Outra aluna, Bruna Antunes de Aguiar Ximenes Pereira, traduziu em versos sua admiração pela amiga/professora e sua experiência em participar de “Vai!”:

“O que dizer de Brisa?

Brisa, um sopro intenso de um vento doce e alegre em nossas vidas.

Brisa, assim como um vento suave e doce, me transportou para ares de novos mundos que jamais sonhei que de fato existissem em mim.”

Em tempo: o projeto da gravação de “Vai!” contou com o apoio da Chorus – Escola de Música, localizada no bairro Nova Campinas, onde foram realizados os ensaios.

E tem mais música da Brisa

E nesse movimento de gratidão e comunhão, além de “Vai!”, Marisa Molchansky também vai disponibilizar nas plataformas digitais em 5 de junho a canção “Som da Flor”. Trata-se de uma música composta e gravada em 2005, inspirada por sua então aluna Franceli Silva, que à época finalizava o doutorado em Engenharia Agrônoma na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Eu brinquei em sala de aula que faria uma música sobre esse processo dela. Ela levou a sério e me cobrou. Resultado: sentei e acabei fazendo a música em sala de aula.”

De acordo com Marisa, a canção fala sobre Franceli e sobre as características das plantas que ela estava estudando, no caso, a calêndula e a carqueja. “A música ficou muito delicada e a Fran a incluiu na tese de doutorado, como abertura. Todos os membros da banca receberam um CD com a gravação que fizemos”, conta Marisa, que literalmente “arrastou” a aluna para o estúdio Pal G Estúdio, em Indaiatuba, para gravar a própria música.

Sobre Marisa Molchansky | Paulistana radicada em Campinas, Marisa Molchansky é formada em Música Popular pela Unicamp e soma 22 anos de experiência profissional em shows, gravações, aulas, programas de televisão, produções executivas e artísticas, direções musicais para fins profissionais e didáticos. Também tem dois trabalhos autorais lançados: o EP digital “Marisa Molchansky”, de 2020, e o álbum “Brisa”, de 2011. Atualmente, é professora e coordenadora musical da Chorus Escola de Música, professora, instrutora de banda e coordenadora de bandas do Programa Adulto da School of Rock e responde pela coordenação e gestão de projetos do Instituto Anelo.

FICHA TÉCNICA – “Vai!”

Composição: Marisa Molchansky

Músicos:

Beto Kobayashi (guitarras)

João Paulo Martini (contrabaixo)

Leonardo Pelegrin (bateria e percussão)

Marisa Molchansky (teclado, violão e voz)

Vozes do Coro:

Adolfo Molchansky

Ana Carolina Sacco

Ana Paula de Sá Campos

Berenice Vitrio Vidotto Fior

Bruna Antunes de Aguiar Ximenes Pereira

Bruno Castro

Carla Regina Cunha Moura

Tati 7 Cordas

Eliana Basilio

Eliezer Molchansky

Fernando Baeta

Fernando Souza Ribeiro

Gabriel D’Ávila Souza Fraiha

Giovana Gera Hobeika

Giovanna Pellegrino da Costa

Guilherme Albuquerque

Gustavo Sacheto

Irina Bezzan Miquelin

João Daniel Hobeika

Joel Pinheiro

Julia Gera Hobeika

Julio Oliveira

Letícia Testa Montemor

Levi Macedo Lima

Luciana Hakim Derubeis

Luciana Priscilla Limeira

Maria Carolina Almeida de Giovanni

Rafaella Sasso Molchansky

Rosa Gomes

Sayuri Saraiva Adachi

Sheila Molchansky

Simone Janita

Tadeu Zafani

Teresinha Ravena de Souza

Som:

Henrique Manchúria (operador de estúdio)

Mario Porto (técnico de estúdio e mixagem)

Victor Varga (engenheiro de masterização)

Imagens:

Dalton Yatabe, o Chun (filmagem)

Nina Pires (filmagem e edição)

Edis Cruz (fotografia)

Imprensa:

Lalá Ruiz (assessoria de imprensa)

FICHA TÉCNICA – Som da Flor

Composição: Marisa Molchansky

Vozes: Franceli Silva e Marisa Molchansky

Violão: Marisa Molchansky

Onde escutar o trabalho musical de Marisa Molchansky:

Amazon Music – https://music.amazon.com/artists/B08TT1GH3F/brisa

Apple Music – https://music.apple.com/us/artist/brisa/167775131?l=pt

Deezer – https://www.deezer.com/br/artist/269426

Spotify – https://open.spotify.com/artist/2c2Tf3DfNwCycMAjeu7ZXC

Tidal – https://listen.tidal.com/artist/3931662

YouTube – https://www.youtube.com/@musicadabrisa.

Mais informações no site: https://marisamolchansky.wixsite.com/brisa.

(Fonte: Lalá Ruiz Assessoria de Imprensa)

Espetáculo “Tião, Meu Glorioso Café” chega ao Centro Cultural em Bragança Paulista

Bragança Paulista, por Kleber Patricio

Fotos: Gabriela Menezes Zimbres.

A experiência de absorver os limites impostos pela deficiência de forma sensível e humana através da arte. Essa é a proposta levada ao palco pelo escritor, ator, e professor de teatro Arthur Acosta Baldin no espetáculo “Tião, Meu Glorioso Café”.

A peça chega pela primeira vez a Bragança Paulista com sessão única no domingo, dia 21 de maio, às 19h, no teatro do Centro Cultural “Prefeito Jesus Adib Abi Chedid”, no centro. A apresentação faz parte da programação do Maio Cultural, evento promovido pela Secretara de Cultura e Turismo da cidade. A entrada é gratuita.

Os ingressos serão distribuídos a partir de terça-feira (16) na sede do Centro Cultural, das 9h às 17h. O espaço fica na Rua Conselheiro Rodrigues Alves, 251, no centro. É sugerida a doação voluntária de um quilo de alimento não perecível.

Espetáculo “Tião, Meu Glorioso Café”

Em “Tião, Meu Glorioso Café”, Baldin compartilha ao público toda a vivência e desafios que lhe foram impostos a partir do diagnóstico de anoxia – ausência de oxigenação no cérebro –, no pós-parto, o que resultou em um leve déficit em sua coordenação motora.

Nascido em uma família que adora tomar café, o ator e dramaturgo usou a relação íntima com a bebida para criar “Tião”, personagem em que se inspira para demonstrar que as deficiências podem ser superadas com criatividade, empenho e bom-humor.

“Tião, Meu Glorioso Café” surgiu como ferramenta para despertar a atenção das pessoas com deficiência (PCDs), independente de qual seja, sobre realidades, pontos de vista e que há caminhos para o que muitos acham impossível. Arthur Baldin expõe no teatro os obstáculos dolorosos e até mesmo tristes vividos por ele de uma maneira simples, objetiva e com a leveza da comédia. Trata-se de um espetáculo que pode ser visto com graciosidade, sem perder sua profundidade e que busca abrir os olhos da sociedade sobre a presença de uma minoria escondida formada por pessoas com deficiência.

O monólogo “Tião, Meu Glorioso Café” tem 40 minutos de duração com faixa indicativa para pessoas a partir de 10 anos de idade. A peça conta acessibilidade para surdos (Libras).

O espetáculo é viabilizado por meio do Programa de Ação Cultural (ProAC), do Governo do Estado de São Paulo. A peça entrou em turnê em março passado e já passou por Atibaia, Guararema, São Paulo e Mogi Mirim. Depois de Bragança Paulista, a próxima apresentação acontece em Amparo-SP, com data ainda indefinida.

Interação com alunos de Bragança Paulista

O ator Arthur Acosta Baldin permanece em Bragança Paulista até a segunda-feira (22 de maio), dia em que visita a Escola Estadual “Silvio de Carvalho Pinto Júnior”, na Cidade Planejada I, onde encena “Tião, Meu Glorioso Café” aos alunos da instituição. A sessão ocorre pela manhã. Ao término do espetáculo, Baldin participa de uma roda de conversa onde a plateia terá a chance de bater um papo com o ator.

A contrapartida tem como objetivo promover discussão e sanar dúvidas diante de dados relevantes apresentados pelo ator sobre a temática Pessoa com Deficiência. A ideia é fazer com que o público reflita sobre as formas de inclusão de PCDs em ambientes profissionais e sociais e potencializar a discussão sobre a importância de políticas públicas efetivas para que isso ocorra.

Sobre Arthur Acosta Baldin

O escritor, ator e professor de teatro Arthur Acosta Baldin é natural de São Paulo e autor e ator da peça “Tião, Meu Glorioso Café”. Ele é formado em Comunicação das Artes do Corpo e Pós-graduado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.

Atuou, dirigiu e escreveu a peça “Segismundo Extemporâneo”, apresentada em 2022 no Programa Praças, da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo.  Além disso, participou da semana “Modos de Acessar”, com o coletivo Libertas, fundado em 2020 por ele e outros artistas.

Arthur Baldin ainda atuou na Cia. Mirante de Arte, onde foi protagonista da média metragem “Des.Conecte-se”, além de montar a peça “Religando-se”, também com a Cia. Mirante da Arte. É ator-diretor do espetáculo “Auto da Compadecida”, de 2019, e colaborador do Jornal “O São Paulo”.

Como professor, Arthur Baldin trabalhou no Colégio Piaget, 2020 e 2021, e auxiliar no Colégio Oswald de Andrade. Integra o Programa de Iniciação Artística (PIÁ/2022), como Arte Educador (AE), programa promovido pela Secretaria de Cultura do Município de São Paulo.

Ficha Técnica

Espetáculo: “Tião, Meu Glorioso Café”

Ator e autor: Arthur Acosta Baldin

Duração: 40 minutos

Classificação: 10 anos

Produção e produção executiva: Diego Mozer

Identidade visual: Gabriela Zimbres

Comunicação: Rota Comunicação e Assessoria

Projeto viabilizado pelo Programa de Arte Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo.

Serviço:

Evento: “Maio Cultural” de Bragança Paulista-SP

Espetáculo: “Tião, Meu Glorioso Café”

Local: Teatro do Centro Cultural “Prefeito Jesus Adib Abi Chedid”

Endereço: Rua Conselheiro Rodrigues Alves, 251, centro, Bragança Paulista (SP)

Dia: 21 de maio, domingo

Horário: 19h

Entrada: Gratuita

Informações: (11) 4034-6570

*Retirada dos ingressos deve ser feita a partir de terça-feira,16 de maio, na sede do Centro Cultural, das 9h às 17h

*Espetáculo com acessibilidade para surdos (Libras)

Sessão especial para alunos:

Espetáculo “Tião, Meu Glorioso Café” com roda de conversa

Local: Escola Estadual “Silvio de Carvalho Pinto Júnior”

Endereço: Rua Doutor Ciro Berlinck, s/nº, Cidade Planejada I, Bragança Paulista-SP

Dia: 22 de maio, segunda-feira

Entrada: Gratuita

Informações: (11) 4031-5477.

(Fonte: Rota Comunicação e Assessoria)

Moutain bike na capital paulista: Parque Estadual da Cantareira conta com percursos para ciclistas

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Praticar atividades físicas ao ar livre, em contato com a natureza, pode trazer inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Nestes casos, para quem mora em grandes metrópoles, os parques são uma das principais escolhas para a realização de diferentes modalidades esportivas. Uma delas, que tem atraído a atenção de moradores da capital paulista, é o mountain bike e o Parque Estadual da Cantareira, administrado pela Urbia, que conta com cerca de 10km de trajeto onde os ciclistas podem se aventurar.

Localizado na Zona Norte de São Paulo, o Parque é conhecido por proporcionar uma vista panorâmica da cidade no mirante da Pedra Grande, que fica a 1.010 metros de altura. A boa notícia é que é possível chegar ao local de bicicleta, já que o espaço dispõe de uma estrada asfaltada de 9,5 quilômetros com duas opções de caminho e com sinalização indicando a distância restante até a Pedra.

Outro percurso permitido para ciclistas é o que dá acesso ao Lago das Carpas, onde os frequentadores podem apreciar os peixes que o habitam. O trajeto é formado por dois quilômetros de distância, tendo o Lago como destino que é considerado um dos principais atrativos do Parque Estadual da Cantareira e fica localizado na divisa entre São Paulo e Mairiporã.

Ambos os trajetos têm grau de dificuldade baixo para médio, havendo trechos de subidas íngremes e que passam por asfalto e terra, então é fundamental o uso de roupas confortáveis e equipamentos de segurança, como capacete. Além disso, ao longo dos percursos são localizados espaços para descansar.

Para ter acesso, os visitantes precisam preencher um termo de responsabilidade obrigatório, logo na entrada do Parque Estadual da Cantareira. Vale ressaltar que menores de 18 anos devem estar acompanhados dos responsáveis.

Transporte público | Quem optar pelo transporte público poderá pegar uma das linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Tucuruvi, as alternativas são: 2020/10 Metrô Tucuruvi–Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana–Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana–Vila Albertina.

Para mais informações, acesse o site da Urbia.

(Fonte: Urbia Parques)

Taurus Festival de Assadores e Churrasqueiros BBQ acontece de 19 a 21 de maio com entrada gratuita em Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Indaiatuba recebe, de 19 a 21 de maio, o mais conceituado festival de carnes do estado de São Paulo, o Taurus Festival de Assadores e Churrasqueiros BBQ. O evento acontece no estacionamento do Polo Shopping Indaiatuba, pelo segundo ano consecutivo, com entrada franca, e contará com diversas opções gastronômicas à base de carnes, cervejas e chopes artesanais, área kids, shows ao vivo e a atração Bar nas Alturas.

O Festival Taurus é considerado um dos mais conceituados encontros gastronômicos do Estado de São Paulo, trazendo pratos assinados por 14 assadores e churrasqueiros. Cada um deles levará para Indaiatuba sua maior especialidade gastronômica: carnes feitas na brasa, na parrilla, no bafo, no fogo de chão ou no pit smoker (equipamento de defumação).

Entre os pratos que são destaques no Festival, estão a costela fogo de chão de “Patricia Sally”, brisket bovino (peito com sabor defumado) e buffalo wings (meio da asa do frango com sabor defumado) do “Dom Pimenta” e pirarucu (um dos maiores peixes de água doce do mundo) trazido pelo chef Lucas Oliveira.

Os visitantes poderão ainda se deliciar com sugar bacon do “Bulls BBQ”, costelinha no bafo e costelinha barbecue do Lion BBQ, torresmo de rolo e pururuquinha do O Bom e Velho Churrasco e leitão espalmado do Chef Dindo. Para quem prefere sanduíches, vale a pena conhecer o burger parrila, presente no cardápio do Paraty Burger e do Brasa BBQ Burger, e o burger defumado do Fumaça de Chef.

O evento também conta com cervejas e chopes artesanais, além de foodtrucks de sobremesas, como churros e bubble waffles, e área com brinquedos para as crianças, como infláveis, pula-pula, pescaria e tiro ao alvo. O evento é pet friendly, ou seja, a presença de animais de estimação está garantida.

Na sexta-feira, 20 de maio, o evento acontece das 17h às 22h, já no sábado e domingo, dias 21 e 22 de maio, das 11h às 22h, com visitação gratuita.

Bar nas Alturas

Sucesso em 2022, o Bar nas Alturas está de volta à programação do Taurus Festival no Polo Shopping Indaiatuba. Trata-se de uma estrutura de bar içada a 40 m de altura onde os clientes podem desfrutar de uma vista panorâmica da cidade. O ingresso individual para desfrutar a experiência custa R$50,00, com direito a dois chopps ou ou duas bebidas não alcóolicas (refrigerante ou água) por pessoa. A atração é indicada para crianças a partir de 6 anos (pagantes), acompanhadas pelos responsáveis.

Para garantir a melhor experiência com o máximo de segurança, os clientes acessam o Bar nas Alturas utilizando equipamentos de segurança e livres de objetos soltos ou cortantes. O tempo de permanência no Bar é de 15 minutos.

A operação do Bar nas Alturas acontece somente nos dias 21 e 21 de maio, sábado e domingo, das 12h às 22h, e os ingressos são vendidos no local. O evento conta com o patrocínio da Masotti Investimentos de Construções e do Polo Shopping Indaiatuba.

Para ninguém ficar parado

Um destaque do Taurus Festival é a programação musical, com o melhor do rock, blues e country, o que promete deixar o evento ainda mais especial para aproveitar entre amigos e familiares.

Quem abre o evento na sexta-feira (19), a partir das 19h, é a banda Pop Mind. No sábado (20), Geraldo Barba Blues se apresenta às 12h30, Ideologia (Cazuza Cover) às 15h e Cesar Fhope e Os Nego de Gravata a partir das 19h. No domingo (21), quem comanda o show é Beto Gigliotti às 12h, Old Chevy às 15h30 e a partir das 19h é a vez de Queen Music Tribute.

Ao longo dos seus oito anos de existência, o Festival Taurus de Assadores e Churrasqueiros BBQ contou com mais de 30 eventos realizados por diversas cidades brasileiras e mais de meio milhão de visitantes. “O Taurus Festival é uma festa que celebra a gastronomia. Preparamos a edição com muito carinho. Nossa intenção é garantir dias e noites de entretenimento para toda a família em um ambiente seguro. Estamos de volta a Indaiatuba e sempre trazendo novidades para nosso público”, afirma Túlio Henrique Waetge, proprietário da WB Produções, empresa referência na organização de eventos, festas corporativas, feiras e festivais, responsável pelo festival.

Serviço:

Taurus Festival de Assadores e Churrasqueiros BBQ

Data: 19 a 21/05 (sexta a domingo)

Horários: 17h às 22h na sexta; 11h às 22h no sábado e no domingo

Programação musical:

Sexta-feira (19)

– 19h – Pop Mind

 Sábado (20)

– 12h30 – Geraldo Barba Blues

– 15h – Ideologia – Cazuza Cover

– 19h – Cesar Fhópe e os Nego de Gravata

 Domingo (21)

– 12h – Beto Gigliotti

– 15h30 – Old Chevy

– 19h – Queen Music Tribute

Local: Polo Shopping Indaiatuba (estacionamento) – Alameda Filtros Mann, 670 – Jardim Tropical

Entrada gratuita

Bar nas Alturas

Quando: 20 e 21/5 (sábado e domingo)

Horários: 11h às 22h

Local: Polo Shopping Indaiatuba (estacionamento) – Alameda Filtros Mann, 670 – Jardim Tropical

Ingresso individual: R$50,00 para 15 minutos de experiência, incluindo degustação de dois chopes ou duas bebidas não alcóolicas (refrigerante ou água)

Patrocínio: Masotti Investimentos de Construções e Polo Shopping Indaiatuba.

Saiba mais: Instagram @taurus_festival, Facebook @taurusfestival ou WhatsApp: (19) 99494-2787.

(Fonte: Fernanda Aleixo Assessoria de Imprensa)

Desafios da cadeia de valor da castanha-da-amazônia são abordados em estudo

Caititu, por Kleber Patricio

Fotos: Adriano Gambarini,

A castanha-da-amazônia é coletada quase que exclusivamente por povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia, tornando a castanheira e seus frutos centrais na conservação da maior floresta tropical do mundo e na manutenção dos modos de vida das populações que a produzem. Mesmo movimentando mais de R$2 bilhões por ano, o valor ‘invisível’ que a cadeia de valor da castanha-da-amazônia carrega não é considerado na remuneração dos castanheiros e castanheiras. É o que aponta o estudo “A Castanha-da-Amazônia: Aspectos Econômicos e Mercadológicos da Cadeia de Valor”, publicado pelo Observatório Castanha-da-Amazônia (OCA) e disponível para download na Biblioteca do Observatório.

“O estudo buscou estimular o diálogo sobre questões que são fundamentais para a cadeia, como a valorização dela e das economias de base florestal, dos produtos e dos produtores extrativistas da Amazônia, mas especialmente as melhores formas para repartir os benefícios socioeconômicos dos envolvidos”, explica Renata Toledo, coordenadora da pesquisa que gerou o estudo.

Terra Indigena Caititu, SAO SEBASTIAO, Indios Apurinã, Labrea, AM

Considerando os principais elos e as etapas de comercialização, o estudo estima que a cadeia de valor da castanha-da-amazônia movimenta anualmente mais de R$2,3 bilhões e as etapas com maior representatividade nessa movimentação financeira são aquelas que estão mais próximas do consumidor: o atacado e o varejo. Esses elos movimentam aproximadamente R$1,9 bilhão, que representam 84% do total que a cadeia movimenta, seguidos das usinas processadoras, que movimentam R$278 milhões, representando 12% do total do valor.

Por fim, as organizações comunitárias, povos indígenas e comunidades tradicionais que vendem a castanha in natura movimentam R$ 99 milhões, representando apenas 4% do total movimentado na cadeia. “Os indígenas conservam a natureza. E isso não é valorizado pela maioria, como deveria ser. Estamos conservando a nossa terra com nossos conhecimentos, nossa força e nossa luta”, opina Maria dos Anjos, liderança da aldeia Novo Paraíso, da Terra Indígena (TI) Caititu, no Amazonas.

Como tornar a cadeia de valor mais justa

O manejo sustentável de castanha-da-amazônia é uma atividade que produz alimento de alta qualidade nutricional, enquanto protege a floresta. “Esse trabalho tem uma enorme importância para a gestão dos territórios. Temos que entender que esses territórios estão com a floresta em pé por causa do trabalho de ocupação territorial dos castanheiros e castanheiras”, explicou Diogo Henrique Giroto, coordenador do Programa Amazonas da Operação Amazônia Nativa (OPAN).

Apesar dos inúmeros atributos socioambientais que a castanha carrega, eles estão longe de ter um peso significante na decisão de compra por parte do setor industrial e comercial, já que o preço é o principal fator para tomadas de decisão sobre compras nos elos finais da cadeia de valor. A depender da volatilidade de preços na safra da castanha, ela é substituível por outras nozes e castanhas que muitas vezes são plantadas em monoculturas e não possuem o mesmo valor socioambiental e cultural que a castanha-da-amazônia tem.

Iniciativas como o Raízes do Purus, projeto realizado desde 2013 pela OPAN, com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, busca fortalecer a cadeia produtiva da castanha-da-amazônia, atuando na TI Caititu, no Amazonas, realizando oficinas de boas práticas, fortalecendo a organização social e o planejamento coletivo das famílias para as safras e prospectando canais para a comercialização conjunta e mais justa deste produto da sociobiodiversidade.

“Mudar o cenário não é fácil, mas ele não pode ser deixado para depois. A gente precisa melhorar a infraestrutura produtiva, comercial, logística, fazer o fomento adequado da produção, da gestão e da comercialização da castanha e, especialmente, dar o devido valor aos atributos socioculturais e socioambientais da castanha”, finaliza Renata.

(Fonte: DeProposito Comunicação de Causas)