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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Maria Fumaça tem horários extras durante férias escolares de julho

Minas Gerais, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Maria Fumaça administrada pela VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos –, que atrai turistas de todo o Brasil e do mundo para uma travessia de 12 km entre as cidades de São João del-Rei a Tiradentes e vice-versa, no Campo das Vertentes (Minas Gerais), funcionará com quadro de horários especial durante as férias escolares. Ao todo, entre os dias 13 e 30 deste mês, serão realizados 68 passeios por um trajeto que conta com paisagens que ainda preservam a arquitetura do século XIX ao longo da Serra de São José. Para conferir a agenda com os horários do trem turístico, clique aqui.

A venda de passagens será feita por meio das bilheterias nas estações de São João del-Rei e Tiradentes, bem como pela internet. Pela web, clique no link do Guichê Virtual para ser direcionado ao site responsável pela venda de passagens do trem turístico.

A tarifa inteira para ida é de R$70 e a inteira ida e volta custa R$140. A entrada é gratuita para crianças de 0 a 5 anos (no colo), mediante apresentação de certidão de nascimento ou carteira de identidade. Têm direito à meia-entrada (50%) crianças de 6 a 12 anos, com a apresentação de certidão de nascimento ou carteira de identidade; estudantes a partir de 13 anos com carteirinha válida no período e identidade com foto; pessoas com deficiência portando carteirinha ou laudo médico e pessoas a partir de 60 anos apresentando documento de identidade com foto. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3371-8485, de quarta-feira a domingo.

História

Inaugurada por Dom Pedro II em 1881, a Maria Fumaça é uma das poucas máquinas a vapor no mundo que ainda roda em trilhos de bitola de 76 cm. A bordo dela, os passageiros passam por um caminho entre o Cerrado e a Mata Atlântica onde há uma belíssima diversidade ecológica. É possível também conhecer um pouco mais da história e cultura ferroviária de Minas Gerais a partir do Museu Ferroviário e a Rotunda, localizados na Estação de São João del-Rei.

O Museu Ferroviário foi inaugurado em 28 de agosto de 1981 devido ao centenário da antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, conhecida como EFOM, inaugurada em 1881 por Dom Pedro II. Ele conta a história da EFOM e reúne peças que foram utilizadas nessa ferrovia e em outras da mesma época. Trata-se do maior centro de preservação da história ferroviária do Brasil, que guarda grandes raridades. A visita é gratuita.

Já a Rotunda, que faz parte do Museu Ferroviário, tem uma arquitetura em forma circular e 25 linhas em seu interior convergindo para o girador manual localizado no centro do prédio. O ingresso possui um valor único de R$10 por visitante e pode ser adquirido nas bilheterias de São João del-Rei e Tiradentes. A visita guiada ocorre às 9h e às 16h nos dias de circulação do trem.

(Fonte: Máquina Cohn&Wolfe)

Prefeitura e SAAE produzem 15 mil litros de biocombustível por ano

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Lutero Lima Junior, coordenador do Programa Novo Biodiesel Urbano, apresentando o processo de produção. Fotos: divulgação.

Em Indaiatuba, cidade da Região Metropolitana de Campinas, o óleo de cozinha usado se transforma em biocombustível e complementa o abastecimento da frota de veículos e máquinas da Prefeitura e do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos).

Em 2022, o Programa Novo Biodiesel Urbano, desenvolvido pela Secretaria de Serviços Urbanos em parceria com o SAAE, coletou mais 40 mil litros óleos e gorduras residuais, que foram transformados em mais de 15 mil litros de biocombustível. Além dos benefícios ao meio ambiente, a utilização do biocombustível gerou uma economia de R$88.951,28 aos cofres públicos no período.

Outra vantagem do Programa é o lado social. O total em litros de materiais coletados que não são utilizados por motivo de controle de qualidade são vendidos para uma outra empresa a ser utilizados para outros fins e a arrecadação é destinada ao Funssol (Fundo Social de Solidariedade), a exemplo do que já acontece com o material reciclado que é coletado nas ilhas ecológicas e enviado ao Centro de Triagem. A empresa que compra o produto utiliza para a indústria química, o que garante que todo o óleo coletado seja reaproveitado.

A comercialização desse resíduo é feita com base no Decreto 10.553, de 20 de janeiro de 2010, que dispõe sobre a destinação de materiais recicláveis. No ano passado, o volume total do material que foi coletado e não teve aproveitamento para produção de biodiesel foi de 26.195 litros. Com a venda desse material o município conseguiu repassar R$28.814,50 para o Funssol.

Depois de produzido, o biodiesel é utilizado até 100%, dependendo da disponibilidade em estoque e também das recomendações técnicas.

Coleta

O Programa utiliza um veículo, abastecido 100% com Biodiesel, para realizar a coleta nas residências, ecopontos e estabelecimentos cadastrados (lanchonetes, restaurantes, condomínios, igrejas, pastelarias, padarias e supermercados).

Não há quantidade mínima para solicitar a coleta. Os óleos de fritura das residências deverão ser acondicionados em garrafas pet.

Telefones para solicitar coleta: (19) 3825-5410 ou 0800 77 22 195

Ecopontos

Ecoponto Quintal – Jardim Eldorado – Rua Reverendo Eliseu Narciso, 709

Ecoponto Jardim Nova Veneza – Rua José Vilalta, 51

Ecoponto Jardim Olinda – Rua Valdir Ferrari, 104

Ecoponto João Pioli – Avenida Artes e Ofícios, 237.

(Fonte: SAAE Indaiatuba)

Consumo de bebidas adoçadas artificialmente está associado ao aumento de diabetes no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

Mais de 100 mil novos casos anuais de Diabetes Mellitus poderiam ser evitados no Brasil se o consumo de refrigerantes e sucos diet, light ou zero fosse eliminado. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal de Rio Grande (FURG), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), da Universidade Vale do Rio Doce (Univale) e da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em artigo publicado no dia 6 de julho no periódico “Public Health”.

O estudo analisou a relação entre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e a prevalência de diabetes na população brasileira a partir de dados de mais de 757 mil adultos de 2006 a 2020 do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. A análise comparou dados de pessoas que consumiam refrigerante normal, refrigerante diet, light e zero e que não consumiam nenhum destes produtos.

Segundo a pesquisa, a taxa de crescimento anual da doença foi quatro vezes maior entre o público consumidor de bebidas adoçadas artificialmente, como refrigerantes e sucos artificiais, enquanto quem não consome esses produtos teve um crescimento estável. A estimativa é de que 120 mil (40%) dos 300 mil novos casos de diabetes registrados por ano sejam relativos a quem consome essas bebidas. “Esses resultados destacam a necessidade de medidas preventivas efetivas para lidar com a crescente prevalência de diabetes no Brasil. Reduzir ou eliminar o consumo de refrigerantes ou sucos adoçados artificialmente pode ser uma estratégia importante para reduzir o risco de diabetes e promover a saúde da população”, declara Luana Marmitt, coautora do estudo.

Ainda existem algumas inconsistências nas evidências sobre a relação entre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e o desenvolvimento do diabetes, segundo a pesquisadora. Ainda assim, os resultados do estudo estão alinhados a estudos internacionais recentes e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) que sugerem evitar o consumo de bebidas artificiais.

De acordo com a pesquisadora, medidas como a taxação de bebidas artificiais poderiam contribuir para a redução de seu consumo. “Vários países, como México, Chile, Reino Unido e Estados Unidos conseguiram reduzir a compra, venda e consumo dessas bebidas após aumentar os impostos sobre elas. No Brasil, há poucos avanços nesse sentido, embora vários projetos de lei para taxar refrigerantes já tenham sido propostos desde 2016. Se aprovada, a reforma tributária em tramitação já pode trazer alterações nesse sentido.”

Como próximos passos, Marmitt cita a importância de entender melhor a relação entre o aumento da quantidade de pessoas com diabetes e do consumo frequente de bebidas adoçadas artificialmente. “Como todo estudo está sujeito a erros de interpretação e existem desenhos de estudos mais robustos para avaliar associações de causa e efeito, os próximos passos seriam o desenvolvimento de estudos longitudinais que possam confirmar as relações encontradas neste estudo e ajudar a desenvolver estratégias para prevenção e controle da doença”, conclui a pesquisadora.

(Fonte: Agência Bori)

Pianista de Diadema, Alvaro de Mattos se destaca por repertório autoral e virtuosismo ao piano

Diadema, por Kleber Patricio

Alvaro de Mattos. Foto: Igor Leite.

Nascido em São João de Meriti (RJ) e atualmente morador da cidade de Diadema, no Grande ABC (SP), o pianista e compositor Alvaro de Mattos tem encantado o público da região por sua habilidade técnica e criatividade ao piano. Ele, que realizou seu primeiro grande show em um teatro em maio de 2023, no Cine Theatro de Variedade Carlos Gomes, em Santo André, durante o evento Festival Multicultural – Especial Dia das Mães, ao lado de nomes como a Banda Lira de Santo André (banda com mais de 100 anos de existência), entre outros; já passou também por outros espaços culturais com a sua arte.

Alvaro realizou apresentações na Biblioteca Monteiro Lobato, em São Bernardo do Campo; no Laboratório Urbano/Afroescola, em Santo André; no CREC Paulicéia, em São Bernardo do Campo; e no Centro Cultural de São João de Meriti (RJ), apresentando um repertório sensível, poético e completamente autoral. Artista autodidata, aos 24 anos, ele já possui cerca de 36 (trinta e seis) músicas autorais em seu repertório oficial criado de 2011 até hoje, além de outras composições ainda em finalização.

Foto: Luciana Gandelini.

Atualmente trabalhando como arquivista no Teatro Martins Pena (Centro Livre de Música), em São Bernardo do Campo (SP), Alvaro de Matos começou a se interessar pelo teclado e piano aos quatro anos de idade, vendo seu pai, o compositor e multi instrumentista Jorge Moreira, tocar teclado. Dedicado, o artista ensaia diariamente e frequenta espaços culturais do Grande ABC se aventurando nos pianos disponíveis, como é o caso do piano localizado no Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes, que ele visita semanalmente.

Como pianista, suas referências são Ragtime e Música Clássica em geral. Inspirações que ele traz para o seu repertório que tem feito sucesso também em suas redes sociais, onde ele compartilha sua trajetória, suas experiências e criações.

Agora, o músico instrumentista busca outras oportunidades para se apresentar e conquistar novos públicos.

Informações:

Facebook: @alvarodemattos.104

Instagram: @alvaropianoseargolas104

Youtube: @alvarodemattos104.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Luciana Gandelini)

10 coisas que você ainda não sabe sobre o chocolate

Curitiba, por Kleber Patricio

Choux preparado pela chef Heloiza Flores para evento da Feito Chocolate, em Curitiba. Fotos: Bianca Smolarek.

Pouca gente sabe, mas o Brasil é o sétimo produtor mundial de cacau e o segundo maior comprador da Barry Callebaut no mundo – e a Barry, por sua vez, é a maior processadora de cacau do planeta. Ou seja: o Brasil ama chocolate. Mas pouca gente conhece os segredos por trás da produção desse queridinho.

Durante o mais recente lançamento de produtos Barry Callebaut, realizado no Hard Rock Cafe Curitiba, na capital paranaense, o chef Cássio Cevallos revelou inúmeras curiosidades sobre o chocolate.

Choux preparado pela chef Heloiza Flores com chocolate Gold e blend hot chocolate, durante evento da Feito Chocolate, em Curitiba.

Ele, que é especialista em chocolataria, confeitaria e sorveteria pela Barry Callebaut, contou com a parceria de Alyne Mundt, da marca curitibana Feito Chocolate, para listar as seguintes informações sobre a produção dessa delícia. Confira:

1 – A Amazônia é o berço do cacau: o cacau tem origem na região amazônica, especificamente nas áreas que atualmente abrangem o Brasil, o Peru e outros países da América do Sul. Os vestígios mais antigos de cacau foram encontrados em sítios arqueológicos na região amazônica do Equador, mais de cinco mil anos atrás.

2 – O cacau nasce no meio da floresta, não numa lavoura: sim, o terroir ideal é no meio da mata. O fruto geralmente é cultivado em sistemas agroflorestais, com as árvores de cacau plantadas sob a copa de árvores maiores, com a sombra necessária para o seu desenvolvimento. Essa abordagem de cultivo ajuda a proteger as árvores de cacau contra altas temperaturas e excesso de luz solar direta.

3 – Assim como o vinho, o chocolate é resultado de uma fermentação: o cacau passa por um processo de fermentação antes de ser transformado em chocolate. A fermentação é uma etapa crucial no processamento, pois afeta significativamente o sabor e a qualidade do chocolate final. Após a colheita, as vagens de cacau são abertas e as sementes (também conhecidas como amêndoas de cacau) são removidas para serem fermentadas.

4 – Inicialmente, o chocolate era uma bebida: o cacau foi cultivado e consumido por antigas civilizações mesoamericanas muito antes da chegada dos europeus. Essas civilizações valorizavam o fruto e o utilizavam para fazer uma bebida chamada “xocoatl” ou “chocolatl”, que era considerada sagrada e associada a rituais e cerimônias.

5 – O cacau viajou pelo mundo e se transformou: existem três tipos de cacau e eles são resultado do transporte desse fruto mundo afora. O primeiro é o cacau criolo: o fruto original, mais antigo, mais aromático e saboroso, representa hoje 5% dos frutos colhidos. O segundo tipo é o cacau forasteiro: aquele que foi da Amazônia para outras regiões e lá nasceu mais forte e resistente, representando hoje 80% da produção. O terceiro tipo é o trinitário, resultado da viagem do cacau forasteiro de volta às Américas, gerando uma versão híbrida do criolo com o forasteiro. O trinitário representa hoje 15% da produção.

6 – Existe um “Cinturão do Cacau” no planeta: é uma região geográfica que engloba vários países dos diferentes continentes e áreas produtoras de cacau ao redor do mundo. É chamado de “cinturão” porque essas áreas estão localizadas principalmente em uma faixa estreita próxima à linha do Equador, que é conhecida por fornecer condições climáticas adequadas para o cultivo de cacau.

7 – A África é hoje a grande produtora de cacau do mundo: a produção é mais proeminente em países da África Ocidental, como Costa do Marfim e Gana, que respondem pela maior parte da produção global. Nigéria e Camarões também estão entre os principais produtores.

8 – Mas é principalmente na Europa e nos Estados Unidos que o cacau vira chocolate: produzir cacau é uma coisa, transformá-lo em chocolate é outra. Os países que mais processam o cacau no mundo são os Países Baixos, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Suíça. Eles desempenham um papel importante, transformando o cacau em produtos de chocolate, além de serem centros de inovação e qualidade na indústria.

9 – O Brasil faz as duas coisas: produz e processa cacau: embora não esteja entre os grandes produtores e processadores, o país tem uma longa história de cultivo de cacau, especialmente na região da Amazônia e na região sul da Bahia. Também possui indústrias de processamento, onde os grãos são transformados em produtos de cacau, como pasta de cacau, manteiga de cacau e chocolate. Entre eles, o chocolate Sicao.

10 – Os fabricantes de chocolate disputam cacau com a indústria cosmética: a indústria cosmética e a indústria do chocolate estão envolvidas na disputa pelo cacau. O cacau possui componentes benéficos para a pele e é usado na produção de cremes hidratantes, sabonetes, máscaras faciais e produtos para cuidados com o cabelo. Essa competição pode afetar o preço e a disponibilidade do cacau, especialmente quando há flutuações na demanda por produtos de chocolate e produtos cosméticos.

Curiosidade extra: O chá de casca de cacau é uma delícia: é uma infusão feita com as cascas das sementes de cacau, que são um dos resultados de toda essa produção. Embora seu consumo não seja tão comum quanto o consumo de chocolate ou bebidas feitas com as sementes de cacau, o chá de casca de cacau tem seus fãs e merece uma chance.

Para quem trabalha com chocolataria ou deseja se especializar no universo do chocolate, a Barry Callebaut conta, no Brasil, com uma unidade da sua Chocolate Academy, que é formada por centros de treinamento para quem quer aprimorar suas habilidades com chocolate.

A Barry tem a Feito Chocolate como sua parceira estratégica, oferecendo atendimento consultivo a compradores interessados em descobrir como utilizar produtos derivados do cacau em suas criações. “Atendemos desde cozinheiros e cozinheiras amadores até os confeiteiros mais premiados da cidade. Temos lojas em Curitiba e Londrina e atendemos o Brasil todo pelo WhatsApp 41 99695-6072”, conta Alyne Mundt. Para mais informações, basta acessar feitochocolate.com.br.

(Fonte: Agência Souk)