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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Casa Museu Ema Klabin promove a mostra “CinEma: de Gutenberg a Zuckerberg”

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena de “O nome da rosa”. Imagem: divulgação.

A Casa Museu Ema Klabin promove de 2 de setembro a 22 de outubro, em parceria com o Museu Lasar Segall, a Cinemateca Brasileira e o Centro Cultural São Paulo (CCSP), a Mostra CinEma: de Gutenberg a Zuckerberg. Serão exibidos 14 clássicos do cinema em alta resolução na Cinemateca Brasileira, no Cine Segall, ambos na Vila Mariana, e no CCSP, no bairro do Paraíso, com entrada franca.

Serão exibidos os títulos: “Chatô, o rei do Brasil” (Guilherme Fontes), “Bye Bye Brasil” (Cacá Diegues), “O nome da rosa” (Jean-Jacques Annaud), “Cidadão Kane” (Orson Welles), “O Dilema das redes” (Jeff Orlowski-Yang), ‘A Montanha dos Sete Abutres” (Billy Wilder), “Rede de intrigas” (Sidney Lumet), “RKO 281: a batalha de Cidadão Kane” (Benjamin Ross), “Confidencial’ (Douglas McGrath), “Ilusões perdidas” (Xavier Giannoli), “Mera coincidência” (Barry Levinson) e “Uma Onda no ar” (Helvécio Ratton), além dos curtas “A Linguagem da persuasão” (Joaquim Pedro de Andrade) e “Toda a memória do mundo” (Alain Resnais).

Livro de Horas (Horas da Santa Virgem Maria, com calendário). Flandres (Bruges ou Gante), década de 1490. Foto:Flávio Demarchi/Arquivo da Casa Museu Ema Klabin.

A mostra é associada à exposição “A palavra impressa, 1492–1671: Livros raros da Biblioteca Ema Klabin”, em cartaz até o dia 12/11/2023, que apresenta 20 volumes correspondendo aos dois primeiros séculos de produção do livro impresso, incluindo manuscritos, livros de horas, incunábulos e edições aldinas, assim como as valiosas primeiras edições de Platão (1513), Dante (1502) e Tucídides (1502), além do grande Atlas de Blaeu (1648–1655), entre outros.

A mostra de cinema propõe expandir a reflexão proposta pela exposição ao apresentar filmes que abordam os impactos de variados meios de comunicação na história e na vida social. “Ao longo de sua vida, Ema Klabin acompanhou todos os tipos de espetáculo e manifestações culturais. Poucos sabem que ela também apreciava o cinema: costumava assistir filmes de arte e filmes europeus em sessões vespertinas no cinema durante a semana e no Clube Harmonia, aos domingos. Em suas viagens, também pôde acompanhar grandes estreias de filmes de Hollywood”, comenta Paulo Costa, curador da Casa Museu Ema Klabin e da exposição de livros raros e idealizador do programa CinEma. O curador abre a mostra no dia 2 de setembro, às 15h, com um bate-papo comentando a mostra e, em especial, a exibição do filme “O Nome da Rosa” (Jean-Jacques Annaud).

Desde sua abertura ao público em 2007, a Casa Museu Ema Klabin conta com uma programação de espetáculos, palestras, cursos, atividades educativas e séries de artes visuais. “A parceria com o Cine Segall, a Cinemateca Brasileira e o Centro Cultural São Paulo é uma grande alegria para a Casa Museu Ema Klabin. É um primeiro passo para marcarmos presença no circuito cinéfilo e cineclubista, trazendo a conexão cinematográfica para a casa museu. Inspirados por Ema Klabin, procuramos constituir um espaço cultural aberto e atento aos assuntos contemporâneos sem deixar de olhar para a coleção, a casa e o jardim que integram o patrimônio legado por ela ao público”, complementa Fernanda Guimarães, superintendente da casa museu.

A mostra CinEma: de Gutenberg a Zuckerberg conta com o apoio da Klabin S.A.

Confira aqui a programação completa: https://emaklabin.org.br/cinema/mostra-cinema-de-gutenberg-a-zuckerberg.

Serviço:

Mostra CinEma: de Gutenberg a Zuckerberg

2 de setembro a 22 de outubro

CinEma no Cine Segall

Museu Lasar Segall – Rua Berta, 111 – Vila Mariana, São Paulo

Sempre aos sábados e domingos às 15h – dias 2, 3, 9, 16, 17, 23, 24 e 30/9 e 1, 7, 8, 14, 15, 21 e 22/10

CinEma no CCSP

Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo -Sala Spcine Lima Barreto

23/9 e 17 e 18/10 com sessões às 15h, 17h e 19h

CinEma na Cinemateca Brasileira

Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana, São Paulo

23/9, às 15h e 17h e 24/9, às 16h e 18h30

Exposição “A palavra impressa, 1492–1671: Livros raros da Biblioteca Ema Klabin”

Casa Museu Ema Klabin

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa, São Paulo, SP, Brasil

Até 12 de novembro de 2023 – quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até às 18h

Entrada franca

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Site: https://emaklabin.org.br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU.

(Fonte: Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Documentário expõe comércio de peles de animais silvestres

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ramon Vloon/Unsplash.

A Proteção Animal Mundial lançou no último dia 16, em parceria com a National Geographic, o documentário “Jaguar Spirit”. O filme, assinado pela cineasta Emy Kondo, mostra presidiários lucrando com o comércio ilegal de peles de animais silvestres na Bolívia. Caçadores e vendedores transportam peles de espécies como onça, cobras e jacarés para o presídio de Mocovi, localizado na cidade de Trinidad, no departamento de Beni, no centro-norte daquele País. No local, são produzidos itens como carteiras, chapéus, cintos e bolsas que são revendidos nos mercados regionais. O filme está disponível no canal do YouTube da instituição não-governamental e pode ser assistido aqui.

Sobre a Proteção Animal Mundial (World Animal Protection)

A Proteção Animal Mundial é a voz global do bem-estar animal, com mais de 70 anos de experiência em campanhas por um mundo no qual os animais vivam livres de crueldade e sofrimento. Possui escritórios em 12 países e desenvolvemos trabalhos em 47 países ao todo. Colabora com comunidades locais, com o setor privado, com a sociedade civil e governos para mudar a vida dos animais para melhor. O objetivo é mudar a maneira como o mundo trabalha para acabar com a crueldade e o sofrimento dos animais selvagens e de produção. Por meio dessa estratégia global de sistema alimentar, busca acabar com a pecuária industrial intensiva e criar um sistema alimentar humano e sustentável, que coloca os animais em primeiro lugar. Ao transformar os sistemas falhos que impulsionam a exploração e a mercantilização, proporciona aos animais silvestres o direito a uma vida silvestre. Nosso trabalho para proteger os animais desempenha um papel vital na solução da emergência climática, da crise de saúde pública e da devastação de habitats naturais.

(Fonte: Sorella Comunicação)

Corporações se isentam de responsabilidade por violação de direitos humanos com terceirização

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: OBI – @Pixel7Propix/Unsplash.

Grandes corporações tendem a usar a terceirização de funcionários para se desobrigar das responsabilidades em casos de violação dos direitos humanos, aponta estudo publicado na revista “Organizações & Sociedade” no último dia 21 por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV Eaesp) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Segundo os pesquisadores, os estudos sobre negócios e direitos humanos precisam incluir as contribuições de grupos e indivíduos que sofrem preconceitos e violências devido a um modelo de gestão que privilegia o lucro sobre a vida.

O artigo ilustra a tensão entre corporações e direitos humanos a partir do assassinato de João Alberto de Freitas, 40 anos, negro, cliente de uma loja da rede Carrefour. Morto por seguranças em novembro de 2020, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o caso chamou a atenção para a violência e o racismo estrutural. Para o estudo, foram recolhidas notícias em jornais de grande circulação nos dias que sucederam o crime, além de documentos eletrônicos sobre o caso publicados por movimentos sociais.

Em seus comunicados sobre o caso, a rede de supermercados afirmou que não compactuava com a violência e que adotaria ações para o combate ao racismo estrutural, como a criação de um Comitê Externo sobre Diversidade e Inclusão e a revisão do treinamento dos funcionários. A empresa também enviou pedido de desculpas e pagou indenização à família.

Porém, observa o artigo, a organização nunca chegou a admitir, de fato, sua responsabilidade, alegando ter tomado todas as providências cabíveis para assegurar a punição dos agressores. As políticas e ações de combate ao racismo estrutural receberam críticas de movimentos negros, que não foram chamados para diálogo. E, mesmo após a agressão que vitimou João Alberto, outras violações de direito à vida foram registradas em lojas pelo Brasil, o que mostra que as corporações ainda não colocam em prática o discurso de valorização dos direitos humanos e não atuam em uma perspectiva antirracista. “Não existe descumprimento de somente um direito. Quando um direito humano é violado, na verdade todos os direitos humanos foram rompidos”, afirma a professora da UFU Cintia Rodrigues de Oliveira, uma das autoras do artigo. Ao se desvincularem de ameaças à vida, as grandes corporações geram danos colaterais, aponta a pesquisadora. “Junto com as operações regulares dessas empresas, como a oferta de bens e serviços, ocorrem operações danosas para a sociedade”, alerta.

Segundo o artigo, atribui-se ao Estado de forma geral a responsabilidade de combater violações em direitos humanos, enquanto empresas podem optar pelo cumprimento ou não de normas a esse respeito. A professora reitera que, mesmo indiretamente, o Estado está envolvido em crimes corporativos, pois as leis tendem a ser formuladas por agentes públicos que atuam de acordo com interesses de setores privados. Portanto, é necessário haver uma mudança no modelo de negócios, hoje baseado em uma concentração de poder que beneficia poucos, observa a pesquisadora. “Um dos caminhos é tornar os movimentos sociais mais ativos e fortalecidos”, completa a autora.

(Fonte: Agência Bori)

Seu Jorge e Daniel Jobim interpretam Tom Jobim em show no Qualistage dia 1º de setembro

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Edu Defferrari.

A obra de um dos artistas mais relevantes da música popular brasileira é interpretada por dois grandes músicos: Seu Jorge e Daniel Jobim, que emprestam seus talentos e reproduzem parte da obra de Antonio Carlos Jobim. O show, que já aconteceu em 2020, conta com a preciosidade e talento de Seu Jorge e de Daniel, neto de Tom, além dos músicos Adriano Trindade (bateria) e Sidão Santos (baixo). Para celebrar também os amantes, a apresentação no Qualistage acontece no dia 1º de setembro.

Tudo começou em um aniversário de Dedé Veloso. Daniel Jobim aguardava em frente à casa da aniversariante quando Seu Jorge chegou de táxi. Os músicos celebraram o reencontro com uma alegre surpresa. Dias depois, Paula Lavigne mandou uma mensagem para Daniel: ‘O Comendador quer falar com você’. “Seu Jorge me ligou por chamada de vídeo me fazendo o convite. Eu aceitei na hora. É uma energia muito boa, fiquei muito feliz”, explica Daniel sobre o início do projeto.

No repertório, as exaltações de Tom ao amor e ao Rio de Janeiro, assim como parcerias com Vinicius de Moraes e tantos outros como nas obras “Corcovado”, “Garota de Ipanema”, “Luíza, Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Ligia” e “A Felicidade”, entre muitos sucessos. Sobre a escolha do repertório, Daniel logo adverte: “A seleção das canções é algo bastante natural, de acordo com o coração de cada um, das músicas que Seu Jorge gosta de cantar. É muito bom porque flui naturalmente e isso transparece no palco. São músicas que gostamos e estamos acostumados, sem preocupação com tons diferentes”. Para Seu Jorge, interpretar as canções de Tom é uma mistura de bons sentimentos: “Cantar esse repertório é um presente incrível para mim ao mesmo tempo que é um desafio enorme. O amor está de volta. Tom Jobim vive”, declara o músico.

Durante a apresentação, Daniel Jobim e Seu Jorge alternam momentos nostálgicos, grandes versões e impressões pessoais sobre o poeta.  Seu Jorge sempre teve o desejo de interpretar a obra de Tom e viu a oportunidade surgir após o reencontro com Daniel Jobim. “Antonio Carlos Jobim sem sombra de dúvidas foi um dos maiores compositores do mundo, que tivemos a sorte de ser brasileiro e um dos maiores heróis da nossa música. Uma mente criadora com a preocupação de criar uma música genuinamente brasileira com seus belos acordes e poesia pura. Suas canções, eternas, enchem o coração das pessoas de alegria, romantismo e esperança”, reflete Seu Jorge.

A versatilidade da obra do maestro soberano se funde com a do artista. Antonio Carlos Jobim foi compositor, pianista, arranjador, cantor e violonista e completaria 93 anos em janeiro de 2020. Um dos grandes ícones da MPB nos deixou aos 67 anos e foi um dos mais importantes artistas brasileiros a levar a mistura do samba, do clássico, do jazz e da bossa nova a um patamar internacional de relevância. Desde a parceria com João Gilberto, Chico Buarque, Baden Powell até Frank Sinatra, Tom escreveu parte do histórico da cultura brasileira e deixou um extenso legado entre trilhas de obras cinematográficas, parcerias, contribuições, álbuns e participações.

“Eu, felizmente, tenho muitas lembranças do meu avô. Pude conviver bastante. Ele começava a tocar canções muito cedo, a partir das 6 da manhã. Eram músicas clássicas que ele exercitava todos os dias. Antes de compor ele tocava algumas peças, fazia um estudo antes. Quando ele começava a compor, as ideias já surgiam. Eu lembro dele tocando Brahms, Chopin, Debussy, Rachmaninov. De manhã cedo já era aquela música iluminada. Isso realmente marca bastante, a gente não esquece”, emociona-se Daniel.

Data: 1º de setembro (sexta)

Horário: 21h 30

A casa abre 1h30 antes

Local: Qualistage

Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ

Venda ingresso: https://qualistage.com.br/eventim/142/seu-jorge-e-daniel-jobim

Poltronas: a partir de R$140,00

Camarote: a partir de R$320,00

Classificação etária: 18 anos

Menores somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais

Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas

Informações: https://qualistage.com.br/

O espaço possui acessibilidade

A casa segue os protocolos de segurança, como disponibilizado álcool em gel. O local é periodicamente higienizado. Tudo para garantir a diversão com segurança.

(Fonte: Rozangela Silva Assessoria de Comunicação Integrada)

Circo Internacional da China traz ao Brasil seu novo espetáculo “Mundo Jurássico”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Circo Internacional da China traz ao Brasil o espetáculo “Mundo Jurássico”, uma superprodução inédita para toda a família. O sábado do dia 2 de setembro será inesquecível, duas sessões imperdíveis: às 15h e 19h.

Conhecidos pela excelência em suas performances, a Zigong Acrobatic Troupe of China une em um único show toda a magia e encantamento que a milenar escola chinesa de acrobacias é capaz de proporcionar e os dinossauros que fascinam crianças e adultos. Neste novo espetáculo “Mundo Jurássico”, 45 habilidosos acrobatas, dançarinos e contorcionistas se dividem no palco no decorrer de cinco atos, apresentando números desafiadores e ao mesmo tempo delicados.

Além das performances eletrizantes, o cenário, painel de LED de última geração, iluminação, trilhas sonoras e os figurinos especialmente desenvolvidos para o espetáculo unem modernidade e tradição e colaboram para prender a atenção e fascinar o público de todas as idades. Após um fim de semana de muita diversão no Dinosaur Hall Amusement Park, em Zigong, na China, Ding Ding e Qiqi, dois alunos do ensino médio, movidos pela curiosidade invadem o laboratório do Museu do Dinossauros à noite e surpreendem o Dr. Gu Gugu trabalhando em um experimento que tem como objetivo trazer os dinossauros de volta à vida.

Em uma noite repleta de emoções e aventuras, os amigos testemunham uma disputa entre dinossauros, vivenciam contradições e conflitos até um desfecho apoteótico. Desafiando as leis da gravidade, o Circo Internacional da China promete encantar o público com um espetáculo emocionante e de tirar o fôlego.

Circo Internacional da China

Local: Qualistage

Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ)

Horário das apresentações: sábado às 15h e às 19h (2 sessões)

A casa abre 1h30 antes

Local: Qualistage

Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ

Venda ingresso: https://qualistage.com.br/eventim/148/circo-da-china

Poltronas: a partir de R$140,00

Camarote: a partir de R$260,00

Classificação etária: livre

Menores somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais

Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas

Informações: https://qualistage.com.br/

O espaço possui acessibilidade

A casa segue os protocolos de segurança, como disponibilizar álcool em gel. O local é periodicamente higienizado. Tudo para garantir a diversão com segurança.

(Fonte: Rozangela Silva Assessoria de Comunicação Integrada)